Isis Valverde estará no Festival do Rio para a exibição de “Quarto do Pânico”, da Floresta
Filme dirigido por Gabriela Amaral Almeida e com roteiro adaptado por Fabio Mendes terá sessões nos dias 10 e 11 de outubro
A Floresta, produtora da Sony Pictures Television (SPT) no Brasil, estreia na programação do Festival do Rio com o filme “Quarto do Pânico”, adaptação do sucesso mundial “Panic Room”, do cineasta norte-americano David Fincher. O longa, dirigido por Gabriela Amaral Almeida (“O Animal Cordial” e “A Sombra do Pai”), foi convidado a participar da mostra Midnight Movies. As sessões serão no dia 10 de outubro, às 22h50, no Estação NET Botafogo; e no dia 11 de outubro, às 20h30, no Estação NET Rio.
A exibição no Festival será uma oportunidade única de conferir o filme na telona, já que ele é um telefilme. Protagonizada por Isis Valverde, a produção conta ainda com Marco Pigossi (“The Boys” e “Cidade Invisível”), Caco Ciocler (“Olga” e “Elis”), André Ramiro (“Tropa de Elite”) e Marianna Santos (vencedora do prêmio PRODU de Melhor Atriz de Série Infanto-Juvenil de 2024 por “Luz”). O roteiro adaptado é de Fabio Mendes (“Dom” e “Velhos Bandidos”, em produção).
Sinopse
Com uma narrativa claustrofóbica e tensa, que vai deixar o espectador em suspense até o fim, o filme conta a história de uma mulher (Isis) e sua filha pré-adolescente (Marianna), que se mudam para uma casa com um quarto do pânico, um espaço secreto onde os moradores podem se esconder em caso de perigo. Quando supostos ladrões invadem a casa, mãe e filha se refugiam no quarto, até descobrirem que é justamente lá que está escondido o que o trio de invasores deseja.
24 de setembro de 2025 — A preparação de Glen Powell para viver Ben Richards em “O Sobrevivente” é destaque de novo vídeo de bastidores da produção divulgado hoje, 24, pela Paramount Pictures Brasil. O making of mostra como algumas das cenas de ação foram gravadas, e a dedicação de Powell para trazer mais intensidade para cada take. O filme ganhou também uma nova data de estreia: 20 de novembro.
Em um futuro próximo, “O Sobrevivente” é o reality show de maior audiência na televisão – uma competição mortal onde os participantes precisam sobreviver 30 dias enquanto são caçados por assassinos profissionais. Cada passo é transmitido a um público sedento por sangue e cada dia sobrevivido aumenta o prêmio em dinheiro para o vencedor.
Desesperado para salvar sua filha doente, o trabalhador Ben Richards (Glen Powell) é convencido pelo charmoso mas implacável produtor Dan Killian (Josh Brolin) a entrar no jogo como último recurso. A teimosia, os instintos e a coragem de Ben o transformarão em um favorito do público e uma ameaça a todo o sistema. A audiência escala, assim como o risco, e Ben precisa superar não só os caçadores, mas toda uma nação obcecada em vê-lo perder.
Além de Powell e Brolin, Colman Domingo, William H. Macy, Lee Pace, Emilia Jones, Michael Cera, Daniel Ezra, Jayme Lawson atuam na produção. A direção é de Edgar Wright, conhecido por filmes como “Em Ritmo de Fuga” e “Scott Pilgrim Contra o Mundo”. Além de dirigir, Wright também assina o roteiro ao lado de Michael Bacall. A obra é uma parceria entre a Paramount Pictures, a Domain Entertainment, a Genre Films e a Complete Fiction Pictures.
O Sobrevivente – 20 de novembro nos cinemas @paramountbrasil #OSobrevivente
Este tradicional bairro não tem sala de cinema, o projeto Cineclube Cine Velho vem ocupar os espaços públicos com exibições de cinema em telão de LED e gratuito
O Cineclube Cine Velho nasceu com o intuito de ocupar os espaços públicos com exibições de cinema em telão de LED, relata Felipe Flores (idealizador do Cineclube)
Neste domingo, 28 de Setembro, o Cosme Velho, bairro tradicional do Rio de Janeiro (que não possui nenhuma sala de cinema), a primeira edição do Cineclube CINE-VELHO, projeto que tem como missão aproximar a população do bairro com a experiência do cinema, valorizando sua relevância cultural na formação de plateia.
O Cineclube que rodou algumas comunidades e cidades em 2024, volta com toda força estreando 2025 na colonial “Casa das Flores”, dia 28 de Setembro no Cosme Velho. Depois ocupando a quadra da comunidade do Cerro Corá, também no Cosme Velho, em 11 de Outubro, 16 de Novembro e 07 de Dezembro. Realizando o trabalho permanente do “Ponto de Cultura Cinema Presente” com a comunidade.
Com uma curadoria que atravessa diferentes fases da sétima arte, o CINE-VELHO cria um espaço de encontro da comunidade, despertando o interesse tanto de amantes do cinema quanto de novos espectadores em formação de plateia. Totalmente gratuito, a ideia é levar pessoas de todas as gerações para assistir e debater o filme depois. A iniciativa busca proporcionar uma experiência cinematográfica de qualidade promovendo não apenas a exibição de filmes, mas também o resgate da memória cultural e a inclusão social por meio da sétima arte.
Mais do que uma exibição de filmes, o projeto propõe uma vivência coletiva: assistir, debater e refletir sobre a produção nacional em territórios que muitas vezes não têm acesso a esse tipo de experiência cultural. Ao fugir do padrão do mercado dominado por filmes internacionais de grandes distribuidoras, o CINE-VELHO reforça o protagonismo do cinema brasileiro e a importância de democratizar o acesso à arte.
“Levar o Cine Velho para o Cerro Corá é uma oportunidade única de conectar a população com um cinema que fala diretamente sobre suas vivências, histórias e desafios. No Rio de Janeiro, especialmente em comunidades, muitas vezes o acesso a atividades culturais é limitado, e o cinema pode ser uma poderosa ferramenta de inclusão social. Ao oferecer filmes pensados para a nossa sociedade, estamos não só proporcionando momentos de lazer e emoção, mas também afirmando a importância de se ver refletido na tela do cinema.”, explica Felipe Flores idealizador do Cineclube Cine Velho.
Imagem: Denner Messias
O projeto promete transformar a quadra do Cerro Corá em uma verdadeira sala de cinema ao ar livre, reafirmando o compromisso do projeto em levar cultura, lazer e reflexão às comunidades do Rio de Janeiro.
Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Paulo Gustavo apresentam o projeto “Cineclube CINE VELHO”, contemplado no Edital Formação e Difusão Audiovisual – Cat. A – Cineclubismo . A iniciativa é uma produção da FG3 Entretenimento com o Ponto de Cultura Cinema Presente.
O Cineclube CINE-VELHO é uma iniciativa que acredita na potência do audiovisual como ferramenta de memória, identidade e transformação social.
Imagem: Denner Messias
Serviço:
Local: Casarão das Flores – Cosme Velho, Rio de Janeiro
Datas: 28 de setembro
Sobre o Ponto de Cultura:
O Ponto de Cultura Cinema Presente, promove exibições itinerantes e gratuitas de filmes nacionais ao ar livre, em espaços públicos que carecem de acesso ao cinema. Até agora, já foi realizado mais de 60 sessões em mais de 20 cidades do estado do Rio de Janeiro.
Festival do Rio 2025: conheça os longas da programação que disputam uma indicação ao Oscar de filme internacional
Três favoritos para uma indicação ao prêmio serão exibidos na 27ª edição do festival: A Voz de Hind Rajab, Valor Sentimental e O Agente Secreto
O Festival do Rio chega à sua 27ª edição reafirmando duas marcas registradas: ser a casa do cinema mundial no Brasil, exibindo produções de dezenas de países há quase três décadas, e apresentar em primeira mão o que há de mais relevante no cinema contemporâneo. Muitas vezes, os títulos exibidos no festival já chegam laureados em grandes eventos internacionais e seguem repercutindo no circuito de prêmios. Um dos melhores termômetros dessa curadoria é o Oscar de Melhor Filme Internacional.
Em 2024, por exemplo, quatro dos cinco indicados passaram no Festival do Rio: Emilia Pérez (França), A Garota da Agulha (Reino Unido), A Semente do Fruto Sagrado (Áustria) e o nosso grande vencedor, Ainda Estou Aqui (Brasil). Nos últimos 15 anos, o festival exibiu 8 longas que ganharam o Oscar da categoria: Drive My Car (Japão, 2022), Druk – Mais Uma Rodada (Dinamarca, 2021), Ida (Polônia, 2015), A Grande Beleza (Itália, 2014), A Separação (Irã, 2012), Em um Mundo Melhor (Dinamarca, 2011) e O Segredo de Seus Olhos (Argentina, 2010). A lista fica ainda maior se considerarmos todos os indicados ao longo desse tempo.
Esse recorte endossa a aptidão dos curadores do Festival do Rio para captar as tendências, novidades e joias do cinema atual — e, ao que tudo indica, essa sensibilidade estará refletida novamente no Oscar 2026. Apontado pela crítica como um dos melhores do ano e favorito na categoria inaugural de melhor elenco no Academy Awards, Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson, foi exibido pela primeira vez no Brasil, na última quinta-feira (18), em uma sessão especial do festival. E o filme de encerramento, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, também deverá ganhar muitas indicações importantes — por exemplo, para a atriz Jessie Buckley, para o ator coadjuvante Paul Mescal e de roteiro e direção para Chloé Zhao, dentre outras.
Dentre os longas pré-selecionados por seus países para representá-los no Oscar 2026, Querido Trópico (2024), exibido na 26ª edição do Festival do Rio (e disponível no Prime Video), foi selecionado pelo Panamá para o Prêmio da Academia no ano que vem. E outros 14 longas-metragens você poderá conferir no Festival do Rio 2025, entre os dias 2 e 12 de outubro. Confira a lista completa:
O Agente Secreto, de Kléber Mendonça Filho
Aquilo Que Você Mata (The Things You Kill), de Alireza Khatami
Um Fantasma Útil (A Useful Ghost), de Ratchapoom Boonbunchachoke
Franz Antes de Kafka (Franz), de Agnieszka Holland
Kokuho – O Mestre Kabuki (Kokuho), de Sang-il Lee
Fernão de Magalhães (Magellan), de Lav Diaz
O Olhar Misterioso do Flamingo (La misteriosa mirada del flamenco), de Diego Céspedes
Órfão (Orphan), de László Nemes
Um Pai (Father), de Tereza Nvotová
O Pavão (Peacock), de Bernhard Wenger
Pequenos Pecados (Little Trouble Girls), de Urška Djukić
Reedland (Rietland), de Sven Bresser
Valor Sentimental (Sentimental Value), de Joachim Trier
A Voz de Hind Rajab (The Voice of Hind Rajab), de Kaouther Ben Hania
Dentre esses 15 títulos, a Variety destaca 3 filmes entre os favoritos a uma indicação ao Oscar em janeiro: o docudrama tunisiano A Voz de Ben Hania, que corre por fora na disputa neste momento; o thriller brasileiro O Agente Secreto, que é um forte concorrente e cujo protagonista Wagner Moura é apontado hoje como um futuro indicado na categoria de melhor ator; e o drama dinamarquês Valor Sentimental, que deverá render mais uma indicação ao prêmio de roteiro original para Joachim Trier e Eskil Vogt, vem forte com seu elenco — estrelado por Renate Reinsve, Elle Fanning e Stellan Skarsgård — e desponta como o grande favorito ao prêmio.
Esses filmes estão distribuídos entre diversas mostras do Festival do Rio 2025, como Première Brasil, Panorama Mundial e Expectativas.
Com uma primeira parte bem aceita pelo público, “Wandinha” chegou com seus episódios finais da segunda temporada após grandes acontecimentos ao fim da primeira parte. Novos vilões irão surgir em Nevermore e mais segredos da Família Addams serão revelados, sem esquecer das participações especiais nessa sequência. Vai a segunda temporada ter um grand finale ou será uma decepção?
O passado de Morticia e Gomez é explorado, com muitas revelações, além das nuances da personalidade macabra de Wandinha, com muito humor ácido. Há um misto de drama adolescente, investigação e arcos complexos bem conectados. Os novos personagens também se destacam, tendo um deles trocado de lugar com Wandinha, que acaba por se tornar uma grande surpresa da temporada.
Uma série que não fique centrada apenas na personagem principal, mas que saiba explorar o que está ao redor do universo de Wandinha, tudo é bem feito e acaba por agradar ao público, que não esperava uma obra que mostrasse formas ainda não ilustradas da protagonista e da família Addams. Tio Chico, um dos mais engraçados, poderia ter sido mais explorado na série, bem como a nova geração de alunos da escola de Nevermore.
Não se poderia esquecer de Tim Burton, com a presença de elementos característicos de seus icônicos trabalhos no cinema, com cenários dotados de elementos sombrios, personagens com personalidades excêntricas e o espaço para situações bizarras. Tudo isso se encaixou na série de Wandinha, que conta com uma atriz acostumada com enredos que exploram a tensão, o medo, o inusitado e o inesperado. Jenna Ortega já se envolveu com projetos que exploravam o humor e o horror, “Wandinha” aborda ambos os gêneros, aliados à identidade visual de Tim Burton.
Com altos e baixos, a segunda parte da temporada dois de “Wandinha” agrada com o drama adolescente da protagonista e surpreende com as revelações sobre os Addams, mas faltou profundidade aos personagens secundários e aos alunos de Nevermore. Uma produção com potencial para corrigir sua rota e garantir mais uma temporada.