TERCEIRA TEMPORADA DE O URSO JÁ ESTÁ DISPONÍVEL NA ÍNTEGRA NO DISNEY+

TERCEIRA TEMPORADA DE O URSO JÁ ESTÁ DISPONÍVEL NA ÍNTEGRA NO DISNEY+

Confira o que realmente foi preparado para nova entrega da aclamada série do FX

“Se não está perfeito, não sai”, essa é a diretriz dada por Carmen “Carmy” Berzatto (Jeremy Allen White) a sua protegida Sydney Adamu (Ayo Edebiri) na terceira temporada de O Urso, do FX, que é o mesmo princípio orientador seguido por Christopher Storer, criador e produtor executivo da série, desde que concebeu a série vencedora do Emmy®, Globo de Ouro® e do SAG-AFTRA Awards®.

O Urso, uma das séries de comédia mais populares e aclamadas pela crítica, retorna hoje, quarta-feira, 17 de julho, com sua nova temporada de 10 episódios ao Disney+. Na terceira temporada, todos os olhos estão voltados para o elenco e a equipe de filmagem. Comentando sobre o início das filmagens dessa nova entrega, White diz: “Estávamos saindo do sucesso da temporada de premiações, então eu estava muito nervoso. Eu sabia que os roteiros eram muito bons… mas a pressão é real. Depois de algumas semanas com o elenco e a nossa bela equipe, todo voltou ao seu devido lugar”. “Parecia divertido de novo”, acrescenta White, “Parecia algo possível novamente”.

Nesta temporada, Carmy, Sydney, Richard “Richie” Jerimovich (Ebon Moss-Bachrach), e sua leal equipe querem elevar o “The Bear”, a pequena lanchonete que se tornou em um restaurante requintando, ao mais alto nível. Claro que é algo mais fácil de falar do que de fazer, e à medida que a temperatura e a pressão aumentam, é provável que as tensões também aumentem. Neste âmbito, e levando em consideração o último colapso nervoso de Carmy, White diz: “acho que Carmy faz o que sempre faz: ele se joga no trabalho e tenta se desafiar. Ao fazer isso, ele também desafia todos ao seu redor e se torna alguém difícil de suportar”.

Assim, para motivar a si mesmo e a sua equipe, Carmy cria uma lista “inegociáveis” que os incentiva a “ultrapassar os limites do possível” e a “evoluir constantemente por meio da criatividade”, entre outras coisas. A lista de pontos inegociáveis do elenco foi mais fácil de implementar que a de seus personagens, diz Edebiri com uma risada: “Tratem bem uns aos outros. Decorem as falas. Venham preparados. Mantenham-se hidratados”.

Também na terceira temporada, Carmy oferece a Sydney um acordo para serem parceiros e continuaram extraindo o melhor um do outro, mas, desta vez, como iguais. “Uma das coisas que você verá nesta temporada é o que isso significa para Sydney e o que esse passo significa para sua relação com Carmy”, diz Edebiri. “Carmy é alguém que ela admira, mas é muito mais caótico do que talvez ela tenha idealizado, antes de começarem a trabalhar juntos”.

White reconhece: “Carmy não é muito comunicativo, e de repente ele faz um grande gesto como esse… Acho que é a maneira dele se conectar com os outros. Mas, muitas vezes, as pessoas não estão preparadas para receber esse grande gesto. Ele sempre tem várias coisas em mente e as pessoas geralmente não percebem o que está acontecendo. Vocês verão como isso afeta a relação de Carmen e Syd”.

Carmy, Sydney, Richie e o resto da equipe do “The Bear” – que inclui Natalie “Sugar” Berzatto (Abby Elliott), Marcus Brooks (Lionel Boyce), Tina Marrero (Liza Colón-Zayas) e Neil Fak (Matty Matheson e produtor executivo) – terão uma série de diferentes oportunidades e enfrentarão novos desafios durante a terceira temporada. Por trás de tudo isso há a dor, que sempre foi “um dos principais fios condutores da série”, diz Edebiri. “Ao mesmo tempo, talvez seja um dos pontos mais forte de O Urso, comenta Moss-Bachrach. “A dor é o rio que atravessa todos nós. Talvez seja uma das coisas que todos compartilhamos sobre a experiência humana. E isso segue na terceira temporada. Cada um lida com isso, ou não, à sua maneira”.

Embora as coisas possam ficar difíceis na tela, isso nunca acontece nos bastidores.“Nosso local de trabalho é seguro e acolhedor”, diz Moss-Bachrach. “Quando você se sente apoiado e cuidado dessa forma, sente, também, que tem o direto de ir mais fundo, de compartilhar coisas mais pessoais e correr riscos. Todos no set foram empoderados e têm autonomia. Todos sentem que têm o direito de dizer o que sentem, de colaborar, de contribuir”, acrescenta.  

As temporadas 1 e 2 completas também podem ser assistidas no Disney+, na nova seção do Star.

CENSURADO PELA DITADURA, “ONDA NOVA” SERÁ EXIBIDO EM LOCARNO

CENSURADO PELA DITADURA, “ONDA NOVA” SERÁ EXIBIDO EM LOCARNO

Produzido na Boca do Lixo, longa de Ícaro Martins e José Antonio Garcia é uma ode ao desejo e contra todo tipo de moralismo

Segundo longa de uma trilogia dos diretores Ícaro (Francisco) Martins e José Antonio Garcia, em que constam os premiados O Olho Mágico do Amor (1981) e Estrela Nua (1985), ONDA NOVA será exibido, em cópia restaurada e remasterizada, no Festival de Locarno, que acontece entre 7 e 17 de agosto, na Suíça. A obra faz parte da seção “Histoire(s) du Cinéma”, espaço do festival dedicado ao resgate de clássicos raros e filmes que lançam uma nova luz sobre a história do cinema. Este ano, a seção conta também com obras de grandes cineastas como Quentin Tarantino, Jane Campion e Alberto Cavalcanti.

ONDA NOVA teve sua primeira exibição no Brasil na 7ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em 1983. Logo em seguida, foi proibido pela Censura do regime militar e só pôde ser lançado quase um ano depois, o que prejudicou muito sua carreira comercial.

Protagonizado por Carla Camurati e Cristina Mutarelli, o filme, que tem roteiro assinado pelos diretores, traz a história das jogadoras do Gayvotas Futebol Clube, no ano em que o futebol feminino foi regulamentado no Brasil, após ter sido banido por 40 anos, até 1979. Esse time de jovens paulistanas desafia a moral vigente sobre gênero e sexualidade, ao mesmo tempo em que as jogadoras lidam com seus problemas pessoais. No campo, contam com o apoio de jogadores renomados, como Casagrande e Wladimir, fundadores da famosa “Democracia Corintiana”, e Pitta. Também participam do filme artistas como Caetano Veloso, Regina Casé e o locutor Osmar Santos.

Apesar de não ser uma “pornochanchada” tradicional, ONDA NOVA foi produzido de forma semelhante, na Boca do Lixo. Seu lançamento comercial tardio, quando esse ciclo já havia acabado, de certa forma o coloca como o último do gênero. Entretanto, como nas outras obras dos diretores, o filme rechaça o moralismo sexista dessas produções comerciais.

É um filme onde o desejo assume o protagonismo, define e conduz as personagens e a narrativa. Mesmo não tratando diretamente de política, ao colocar o desejo como afirmação de identidade e de vida, ONDA NOVA é a própria negação da ditadura vigente na época. Por isso a censura não foi apenas a uma cena ou outra, mas ao filme inteiro. Foi considerado ‘amoral’ e interditado integralmente”, conta Martins. 

A seleção do filme para a seção “Histoire(s) du Cinéma” do 77º Festival de Cinema de Locarno, deu à produtora Julia Duarte – sobrinha de José Antonio Garcia, que infelizmente faleceu em 2005 – a oportunidade de iniciar um projeto de restauro das obras de um cinema brasileiro que era pouco acessível, mas muito representativo.

Trazer ONDA NOVA novamente para as as telas com a merecida qualidade, envolveu também refazer trailer e cartaz, que tinham desaparecido. A nova identidade visual ficou a cargo de Helena Garcia, artista gráfica e uma das filhas de José Antonio, e o trailer, ficou a cargo de Marina Kosa (Tanto Produções). O apoio da Cinemateca Brasileira para a digitalização dos negativos originais e da parceria com a JLS, a Zumbi Post, a família do diretor falecido, e os esforços de Francisco Martins, uniram-se no intuito de preservar uma obra leve – e livre, que trata de questões muito presentes no Brasil atual.

Em 1984, numa entrevista a Leon Cakoff, fundador e então diretor da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Zé Antonio declarou: ‘Nosso filme é de vanguarda, só será entendido daqui a dez anos’…Talvez tenha demorado um pouco mais, mas ele tinha razão”, conclui Martins.
Sinopse
ONDA NOVA, 1983, é uma comédia erótica e anárquica que reúne histórias das jogadoras do Gayvotas Futebol Clube, um time de futebol feminino recém-formado em plena ditadura militar, no ano em que o esporte foi regulamentado no Brasil, depois de ter sido banido por 40 anos. Com o apoio de renomados jogadores da época como Casagrande, Pitta e Wladimir, elas enfrentam os preconceitos de uma sociedade conservadora. Paralelamente, lidam com seus problemas pessoais e familiares, e se preparam para um simbólico jogo internacional contra a seleção italiana.
Ficha Técnica
Roteiro e Direção
: Ícaro Martins e José Antonio Garcia
Elenco: Carla Camurati e Cristina Mutarelli; Cida Moreira, Cristina Bolzan, D’Artagnan Jr., Ênio Gonçalves, Lucia Braga, Luis Carlos Braga, Neide Santos, Patrício Bisso, Petrônio Botelho, Pietro Ricci, Pita, Regina Carvalho, Vera Zimmermann 
Atrizes convidadas: Regina Casé e Tânia Alves
Participações especiais: Caetano Veloso, Casagrande, Osmar Santos, Wladimir
Direção de fotografia: Antonio Meliande
Montagem: Eder Mazini
Direção de arte: Cristina Mutarelli
Música tema: Laura Finochiaro e Cristina Santeiro
Trilha original: Luiz Lopes
Produção executiva: Adone Fragano
Produção: Adone Fragano e José Augusto Pereira de Queiroz
Produtora: Olympus Filme
Sobre José Antonio Garcia
José Antonio Garcia (1955 – 2005) foi um cineasta brasileiro. Membro da geração do cinema paulista da década de 80, batizada entre os críticos paulistanos de “Novo Cinema Paulista” frequentou os cursos de roteiro e direção da Escola de Comunicação e Artes da USP, entre 1973 e 1976, onde dirigiu alguns curtas-metragens experimentais, como Hoje tem futebol (1976), Marilyn Tupi (1977) e Tem bola na escola (1979), antes de debutar nos longas-metragens em parceria com Ícaro (Francisco C.) Martins. Seu filme solo, O Corpo (1991), baseado no conto “A via crucis do corpo”, de Clarice Lispector, com Marieta Severo, Claudia Jimenez e Antonio Fagundes, foi premiado nos Festivais de Brasilia (Brasil) e de Cartagena (Colombia). Também dirigiu o longa Minha Vida em Suas Mãos, produzido e protagonizado pela atriz Maria Zilda Bethlem. Faleceu no Rio de Janeiro, em 2005, após estrear uma peça com sua direção baseada na obra de Clarice Lispector “Crônicas para não esquecer e A Pecadora Queimada e os Anjos Harmoniosos”.

Sobre Ícaro Martins 

Ícaro Martins, ou Francisco C. Martins (1954), começou no “Novo Cinema Paulista”, escrevendo e dirigindo, junto com José Antonio Garcia, O Olho Mágico do Amor (1982), Onda Nova (1983) e Estrela Nua (1985), conquistando vários prêmios , como APCA, Gov. do Estado de SP, entre outros. Colaborou nos roteiros da renomada série da TV Cultura, “Castelo Rá-Tim-Bum” e foi roteirista de Tempo de Resistência (2003), de André Ristum. Dirigiu, junto com Helena Ignez, Luz nas Trevas – A volta do Bandido da Luz Vermelha (2010), exibido no 63º Festival de Locarno. Diretor e co- roteirista de Maria – Não Esqueça que eu Venho Dos Trópicos, seleção oficial do festival “É Tudo Verdade”, em 2017. No teatro, dirigiu espetáculos virtuais, como O Grande Inquisidor, de Fiódor Dostoiévski, Diana, de Celso Frateschi e Horácio, de Heiner Müller (Teatro Ágora, 2021/22); Em 2022, no Teatro SESC Consolação, colaborou com Vivien Buckup na direção de O Canto do Cisne, de Tchechov, e dirigiu, junto com autor Celso Frateschi, o infantil Gongorê.

Emmy 2024: Conheça todos os indicados

Emmy 2024: Conheça todos os indicados

Os indicados ao Emmy 2024 foram anunciados pela Academia Internacional das Artes e Ciências Televisivas nesta quarta-feira (17).

A 76ª edição do evento que elege as melhores produções e atuações da TV está marcada para ocorrer em 15 de setembro de 2024. Neste ano serão premiadas produções lançadas entre 1º de junho de 2023 e 31 de maio de 2024.

Dentre as séries de comédia, “O Urso” se destaca quebrando o recorde de indicações na categoria, com 23. Já na categoria de séries dramáticas, “Xógum” lidera com 25 indicações.

As indicações foram anunciadas em uma cerimônia com transmissão ao vivo pelos vencedores do Emmy Tony Hale (“Veep” e “Arrested Development”) e Sheryl Lee Ralph (“Abott Elementary”), ao lado do presidente da Academia de Televisão, Cris Abrego.

Os nomes foram escolhidos após votação dos quase 22 mil membros votantes da Academia.

Após o Emmy 2023 ter sido realizado no início deste ano devido à greve dos atores e roteiristas de Hollywood, a premiação volta com o tradicional calendário e realiza a cerimônia no segundo semestre do ano.

Confira a lista completa de indicados ao Emmy Awards 2024

Melhor série de comédia

  • “Abott Elementary”
  • “Curb Your Enthusiasm”
  • “Hacks”
  • “Only Murders In The Building”
  • “Palm Royale”
  • “Reservation Dogs”
  • “O Urso”
  • “What We Do In The Shadows”

Melhor ator principal em uma série de comédia

  • Matt Berry, em “What We Do In The Shadows”
  • Larry David, em “Curb Your Enthusiasm”
  • Steve Martin, em “Only Murders In The Building”
  • Martin Short, em “Only Murders In The Building”
  • Jeremy Allen White, em “O Urso”
  • D’Pharaoh Woon-A-Tai, em “Reservation Dogs”

Melhor atriz principal em uma série de comédia

  • Quinta Brunson, em “Abbott Elementary”
  • Ayo Edebiri, em “O Urso”
  • Selena Gomez, em “Only Murders In The Building”
  • Maya Rudolph, em “Loot”
  • Jean Smart, em “Hacks”
  • Kristen Wiig, em “Palm Royale”

Melhor ator coadjuvante em uma série de comédia

  • Lionel Boyce, em “O Urso”
  • Paul W. Downs, em “Hacks”
  • Ebon Moss-Bachrach, em “O Urso”
  • Paul Rudd, em “Only Murders In The Building”
  • Tyler James Williams, em “Abbott Elementary”
  • Bowen Yang, em “Saturday Night Live”

Melhor atriz coadjuvante em uma série de comédia

  • Carol Burnett, em “Palm Royale”
  • Liza Colón-Zayas, em “O Urso”
  • Hannah Einbinder, em “Hacks”
  • Janelle James, em “Abbott Elementary”
  • Sheryl Lee Ralph, em “Abbott Elementary”
  • Meryl Streep, em “Only Murders In The Building”

Melhor ator convidado em uma série de comédia

  • Jon Bernthal, em “O Urso”
  • Matthew Broderick, em “Only Murders In The Building”
  • Ryan Gosling, em “Saturday Night Live”
  • Christopher Lloyd, em “Hacks”
  • Bob Odenkirk, em “O Urso”
  • Will Poulter, em “O Urso”

Melhor atriz convidada em uma série de comédia

  • Olivia Colman, em “O Urso”
  • Jamie Lee Curtis, em “O Urso”
  • Kaitlin Olson, em “Hacks”
  • Da’Vine Joy Randolph, em “Only Murders In The Building”
  • Maya Rudolph, em “Saturday Night Live”
  • Kristen Wiig, em “Saturday Night Live”

Melhor direção em uma série de comédia

  • Randall Einhorn, em “Abbott Elementary”
  • Lucia Aniello, em “Hacks”
  • Christopher Storer, em “O Urso”
  • Ramy Youssef, em “O Urso”
  • Guy Ritchie, em “The Gentlemen”
  • Mary Lou Belli, em “The Ms. Pat Show”

Melhor roteiro em uma série de comédia

  • “Abott Elementary”
  • “Girls5eva”
  • “Hacks”
  • “O Urso”
  • “The Other Two.”
  • “What We Do In The Shadows”

Melhor série dramática

  • “O Problema dos Três Corpos”
  • “Fallout”
  • “Sr. e Sra. Smith”
  • “Xógum”
  • “Slow Horses”
  • “The Crown”
  • “The Gilded Age”
  • “The Morning Show”

Melhor ator principal em uma série dramática

  • Idris Elba, “Hijack”
  • Donald Glover, em “Sr. e Sra. Smith”
  • Walton Goggins, em “Fallout”
  • Gary Oldman, em “Slow Horses”
  • Hiroyuki Sanada, em “Xógum”
  • Dominic West, em “The Crown”

Melhor atriz principal em uma série dramática

  • Jennifer Aniston, em “The Morning Show”
  • Carrie Coon, em “The Gilded Age”
  • Maya Erskine, em “Sr. e Sra. Smith”
  • Anna Sawai, em “Xógum”
  • Imelda Staunton, em “The Crown”
  • Reese Witherspoon, em “The Morning Show”

Melhor ator coadjuvante em uma série dramática

  • Tadanobu Asano, em “Xógum”
  • Billy Crudup, em “The Morning Show”
  • Mark Duplass, em “The Morning Show”
  • Jon Hamm, em “The Morning Show”
  • Takehiro Hira, em “Xógum”
  • Jack Lowden, em “Slow Horses”
  • Jonathan Pryce, em “The Crown”

Melhor atriz coadjuvante em uma série dramática

  • Christine Baranski, em “The Gilded Age”
  • Nicole Beharie, em “The Morning Show”
  • Elizabeth Debicki, em “The Crown”
  • Greta Lee, em “The Morning Show”
  • Lesley Manville, em “The Crown”
  • Karen Pittman, em “The Morning Show”
  • Holland Taylor, em “The Morning Show”

Melhor ator convidado em uma série dramática

  • Néstor Carbonell, em “Xógum”
  • Paul Dano, em “Sr. e Sra. Smith”
  • Tracy Letts, em “Winning Time: The Rise Of The Lakers Dynasty”
  • Jonathan Pryce, em “Slow Horses”
  • John Turturro, em “Sr. e Sra. Smith”

Melhor atriz convidada em uma série dramática

  • Michaela Coel, em “Sr. e Sra. Smith”
  • Claire Foy, em “The Crown”
  • Marcia Gay Harden, em “The Morning Show”
  • Sarah Paulson, em “Sr. e Sra. Smith”
  • Parker Posey, em “Sr. e Sra. Smith”

Melhor direção em uma série dramática

  • Hiro Murai, em “Sr. e Sra. Smith”
  • Frederick E.O. Toye, em “Xógum”
  • Saul Metzstein, em “Slow Horses”
  • Stephen Daldry, em “The Crown”
  • Mimi Leder, em “The Morning Show”
  • Salli Richardson-Whitfield, em “Winning Time: The Rise Of The Lakers Dynasty”

Melhor roteiro em uma série dramática

  • “Fallout”
  • “Sr. e Sra. Smith”
  • “Xógum” (pelo episódio “Anjin”)
  • “Xógum” (pelo episódio “Crimson Sky”)
  • “Slow Horses”
  • “The Crown”

Melhor minissérie ou antologia

  • “Bebê Rena”
  • “Fargo”
  • “Lessons in Chemistry”
  • “Ripley”
  • “True Detective: Night Country”

Melhor filme para a televisão

  • “Mr. Monk’s Last Case: A Monk Movie”
  • “Quiz Lady”
  • “Vermelho, Branco e Sangue Azul”
  • “Scoop”
  • “Unfrosted”

Melhor ator principal em uma minissérie, antologia ou filme para a TV

  • Matt Bomer, em “Fellow Travelers”
  • Richard Gadd, em “Bebê Rena”
  • Jon Hamm, em “Fargo”
  • Tom Hollander, em “Feud: Capote vs. The Swans”
  • Andrew Scott, em “Ripley”

Melhor atriz principal em uma minissérie, antologia ou filme para a TV

  • Jodie Foster, em “True Detective: Night Country”
  • Brie Larson, em “Lessons in Chemistry”
  • Juno Temple, em “Fargo”
  • Sofía Vergara, em “Griselda”
  • Naomi Watts, em “Feud: Capote vs. The Swans”

Melhor ator coadjuvante em uma minissérie, antologia ou filme para a TV

  • Jonathan Bailey, em “Fellow Travelers”
  • Robert Downey Jr., em “The Sympathizer”
  • Tom Goodman-Hill, em “Bebê Rena”
  • John Hawkes, em “True Detective: Night Country”
  • Lamorne Morris, em “Fargo”
  • Lewis Pullman, em “Lessons in Chemistry”
  • Treat Williams, em “Feud: Capote vs. The Swans”

Melhor atriz coadjuvante em uma minissérie, antologia ou filme para a TV

  • Dakota Fanning, em “Ripley”
  • Lily Gladstone, em “Under The Bridge”
  • Jessica Gunning, em “Bebê Rena”
  • Aja Naomi King, em “Lessons in Chemistry”
  • Diane Lane, em “Feud: Capote vs. The Swans”
  • Nava Mau, em “Bebê Rena”
  • Kali Reis, em “True Detective: Night Country”

Melhor direção em uma minissérie, antologia ou filme para a TV

  • Weronika Tofilska, em “Bebê Rena”
  • Noah Hawley, em “Fargo”
  • Gus Van Sant, em “Feud: Capote vs. The Swans”
  • Millicent Shelton, em “Lessons in Chemistry”
  • Steven Zaillian, em “Ripley”
  • Issa López, em “True Detective: Night Country”

Melhor roteiro em uma minissérie, antologia ou filme para a TV

  • “Bebê Rena”
  • “Black Mirror”
  • “Fargo”
  • “Fellow Travelers”
  • “Ripley”
  • “True Detective: Night Country”

Melhor apresentador ou apresentadora de reality show

  • RuPaul Charles, em “RuPaul’s Drag Race”
  • Daymond John, Barbara Corcoran, Mark Cuban, Lori Greiner, Kevin O’Leary e Robert Herjavec, em “Shark Tank”
  • Alan Cumming, em “The Traitors”
  • Kristen Kish, em “Top Chef”
  • Jeff Probst, em “Survivor”

Melhor apresentador ou apresentadora de game show

  • Steve Harvey, em “Celebrity Family Feud”
  • Ken Jennings, em “Jeopardy!”
  • Keke Palmer, em “Password”
  • Jane Lynch,em “Weakest Link”
  • Pat Sajak, em “Wheel Of Fortune”

Fonte: CNN Brasil

‘LONGLEGS – VÍNCULO MORTAL’ GANHA CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA DE +18 ANOS

‘LONGLEGS – VÍNCULO MORTAL’ GANHA CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA DE +18 ANOS

Longa estrelado por Nicolas Cage e Maika Monroe estreia no dia 29 de agosto nos cinemas
Acaba de ser divulgada a classificação indicativa de LONGLEGS – VÍNCULO MORTAL (Longlegs), distribuído pela Diamond Films e com direção de Oz Perkins. O filme acompanha um serial killer aterrorizante e violento, interpretado por Nicolas Cage, e não é recomendado para menores de 18 anos.
LONGLEGS – VÍNCULO MORTAL estreia nos cinemas de todo o Brasil em 29 de agosto e já é considerado o filme mais perturbador do ano. Um dos grandes destaques do longa é a atuação do vencedor do Oscar® Nicolas Cage, que na pele do personagem-título entrega uma performance de tirar o fôlego.
No terror, a agente do FBI Lee Harker (Maika Monroe) é designada para um caso envolvendo um serial killer impiedoso que se auto-intitula LONGLEGS (Nicolas Cage). O assassino costuma deixar pistas com símbolos nas cenas do crime que apenas a agente é capaz de decifrar. A investigação toma rumos inesperados, enquanto Harker descobre uma conexão macabra com o assassino.

Contando com uma atmosfera sombria e um enredo perturbador, aliados à direção de fotografia e trilha sonora sinistras, LONGLEGS – VÍNCULO MORTAL é uma experiência que merece ser vivida na tela grande. 

Ficha Técnica

Direção: Oz Perkins 

Roteiro: Oz Perkins

Produção:  Nicolas Cage, Dave Caplan, Dan Kagan e Brian Kavanaugh-Jones

Elenco: Nicolas Cage, Maika Monroe, Alicia Witts e Blair Underwood

Direção de Fotografia: Andres Arochi 

Montagem: Graham Fortin e Greg Ng

Gênero: Terror

País: EUA

Ano: 2024

Duração: 101 min.

Sobre a Diamond Films 

A Diamond Films é a maior distribuidora independente da América Latina. Fundada em 2010, se destaca por distribuir os melhores filmes independentes da indústria cinematográfica. Atualmente, a empresa atua em sete países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. No ano de 2016 começou a atuar no mercado europeu, por meio da sua filial na Espanha. No Brasil desde 2013, a Diamond Films distribuiu títulos como “Os Oito Odiados”, “Moonlight – Sob a Luz do Luar”, “Green Book – O Guia”, “Moonfall – Ameaça Lunar”, “No Ritmo do Coração”, “Spencer”, “A Pior Pessoa do Mundo”, “Órfã 2: A Origem”, “One Piece Film Red”, “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, “Fale Comigo”, “Zona de Interesse”, “Anatomia de Uma Queda” e “Guerra Civil”.

Poltrona Cabine: A Música Natureza de Léa Freire/Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: A Música Natureza de Léa Freire/Cesar Augusto Mota

A música é inerente aos sentimentos das pessoas e à cultura de um país e de um povo. E viver da arte é um grande desafio para o profissional, seja para conseguir a aceitação do público e ingressar em mercados fonográficos do exterior. Em um documentário dirigido por Lucas Weglinski, “A Música Natureza de Léa Freire” ilustra a trajetória de uma instrumentista brasileira que lutou contra barreiras e preconceitos para se estabelecer em um ambiente antes dominado por homens.

Ao som do piano ou da flauta, Léa Freire detalha o início de sua paixão pela música, ícones que a influenciaram a entrar no ambiente musical e tudo sobre a música erudita e popular, com destaque para a Bossa Nova. Há depoimentos de artistas, que relatam ter Léa como exemplo e inspiração para a música. Além disso, o traquejo musical de Léa é bastante elogiado, bem como suas inovações e técnicas de improviso durante a execução de uma música.

Um dos assuntos mais importantes da obra é a superação dos preconceitos, e Léa teve de mostrar que mulheres podem ser o que quiserem e improvisar nos momentos de dificuldade. Confiante em suas habilidades, seguiu com seu propósito e hoje é referência mundial, tendo inclusive composto centenas de músicas. Além da misoginia e machismo que enfrentou, passou por cima da desconfiança e dificuldade em fechar contratos, tendo mais tarde fundado a Maritaca Discos.

Com um tom sereno e linguagem simplificada, o documentário faz o espectador não só conhecer e contemplar uma carreira consolidada e vitoriosa de Léa Freire, como também refletir sobre a cultura brasileira, da sua importância, como também saber valorizar o que é nosso. Para Léa, não basta só ter talento, como também ter a capacidade de influenciar pessoas, ser visto e mostrar tudo o que a cultura do país tem a oferecer.

Um deleite para os ouvidos e para a alma, “A Música Natureza de Léa Freire” não só distrai, mas inspira todos os amantes da música, bem como os profissionais ou quem deseja entrar no mercado musical. Além do talento, é necessário incentivo, há abençoados que encontram a oportunidade no local e o momento certo, caso de Léa Freire. Vale a pena acompanhar.

Cotação: 5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota