CONTADORA DE FILMES ESTREIA NESTA QUINTA-FEIRA

CONTADORA DE FILMES ESTREIA NESTA QUINTA-FEIRA

Adaptação do best-seller do autor chileno Hernán Rivera Letelier, o longa traz uma história comovente sobre a magia do cinema

Nesta quinta-feira, 28 de novembro, a Diamond Films lança A CONTADORA DE FILMES (La Contadora de Películas), dirigido por Lone Scherfig. A obra é uma adaptação do best-seller do autor chileno Hernán Rivera Letelier, que conta a história da pequena María Margarita, uma garota que vive em uma cidade no deserto do Atacama, no Chile, e tem o cinema como válvula de escape.
A CONTADORA DE FILMES
A CONTADORA DE FILMES conta a história de María Margarita, uma menina que encanta os moradores de uma pequena cidade no deserto do Atacama com seu talento para contar histórias. Ela é a caçula de quatro irmãos e o momento mais esperado por sua família é a ida ao cinema aos domingos. Mas quando seu pai sofre um acidente e a renda familiar diminui, apenas um filho pode continuar a frequentar o cinema. María, escolhida para assistir e narrar os filmes, revela um dom extraordinário, transformando sua vida e a de todos ao seu redor com sua sua maneira de contar histórias.

O longa conta com roteiro assinado a 6 mãos por Walter Salles, Isabel Coixet e Rafa Russo. Além disso, os protagonistas dessa emocionante história são Antonio de La Torre, Sara Becker, Berénice Bejo e Daniel Brühl.

A CONTADORA DE FILMES é mais uma adição da Diamond Films ao seu portfólio de 2024, com longas de diversos estilos e gêneros.

EMBAÚBA FILMES REVELA TRAILER DE ‘LUIZ MELODIA – NO CORAÇÃO DO BRASIL’

EMBAÚBA FILMES REVELA TRAILER DE ‘LUIZ MELODIA – NO CORAÇÃO DO BRASIL’

Repleto de arquivos raros e inéditos, documentário da diretora Alessandra Dorgan chega aos cinemas em 16 de janeiro

A Embaúba Filmes revelou nesta quarta-feira (20), Dia da Consciência Negra, o trailer oficial de LUIZ MELODIA – NO CORAÇÃO DO BRASIL, documentário que celebra a vida e a obra do cantor carioca. O projeto da diretora Alessandra Dorgan propõe uma viagem sonora e visual pela carreira de um dos grandes artistas da música brasileira, oferecendo ao público arquivos inéditos e raros da intimidade do artista. Reconhecido em diversos festivais no Brasil, o longa chega aos cinemas brasileiros em 16 de janeiro. Confira aqui a prévia.
LUIZ MELODIA – NO CORAÇÃO DO BRASIL
Produzido pela bigBonsai, em coprodução com a MUK, LUIZ MELODIA – NO CORAÇÃO DO BRASIL apresenta ao público a história do artista que desafiou normas da indústria e da própria cultura brasileira ao abraçar, sem medo, sua liberdade musical e originalidade. 

“A abordagem audaciosa de Luiz Melodia fundiu samba, bossa nova, Jovem Guarda, blues e jazz”, analisa Dorgan, que assina o roteiro ao lado de Patricia Palumbo e Joaquim Castro. “Esse documentário busca preencher a lacuna de reconhecimento e enfatizar a importância cultural do seu legado.”
Narrado todo em primeira pessoa, o documentário já coleciona prêmios. Em 2024, o longa foi reconhecido no In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical como Melhor Filme. Já no Festival Internacional de Cinema de Paraty deste ano, o longa foi eleito o Melhor Filme de Documentário. Por fim, no Festival de Cinema Sul-Americano de Bonito, LUIZ MELODIA – NO CORAÇÃO DO BRASIL venceu o prêmio do Júri Popular e saiu como Melhor Filme Sul-Americano. 

“Levar o filme agora para o circuito, depois dessa trajetória feliz dos festivais, é levar o Luiz Melodia de volta para os braços e para o coração do Brasil que ele tanto merece. Vai ser emocionante!”, afirmou a cineasta.

Com distribuição da Embaúba Filmes, LUIZ MELODIA – NO CORAÇÃO DO BRASIL chega aos cinemas em 16 de janeiro.
Sinopse
O documentário musical “Luiz Melodia – No Coração do Brasil” narrado todo em primeira pessoa, busca dar voz ao artista, que ao abraçar sua liberdade musical e originalidade, desafiou muitas normas no mercado fonográfico e cultural brasileiro. Esculpido com materiais raros e inéditos de arquivo, reflete a importância cultural de seu legado e da cena musical ao qual contribuiu ativamente a partir dos anos 70.

Ficha Técnica
Direção:
ALESSANDRA DORGAN
Direção Musical:
PATRICIA PALUMBO
Empresa Produtora:
BIGBONSAI
Empresa Coprodutora:
MUK PRODUÇÕES, PLATE FILMES
Roteiro
ALESSANDRA DORGAN, PATRICIA PALUMBO, JOAQUIM CASTRO
Pesquisa:
CAMILA CAMARGO
Produção:
CAMILA NUNES, DANIEL GAGGINI, DEBORAH OSBORN, FELIPE BRISO
Produção Executiva:
CAMILA NUNES, DANIEL GAGGINI
Montagem e Desenho de Som:
JOAQUIM CASTRO
Produtores Associados:
Jane Reis e Temporal Filmes
Com Humberto Martins, Tudo que é Sólido começa filmagens no interior de Minas

Com Humberto Martins, Tudo que é Sólido começa filmagens no interior de Minas

Com Humberto Martins, longa ‘Tudo que é Sólido’ começa filmagens no interior de MG

Com direção e roteiro de Márcio Heleno Soares, gravações começam na terceira semana de novembro em Caratinga

‘Tudo que é Sólido’: Equipe de produção crédito:Divulgação

Um romance proibido entre dois jovens desencadeia uma trama de crime e vingança, que reflete no submundo violento de uma cidade do interior de Minas Gerais. Este é o mote do longa-metragem “Tudo que é Sólido”, filme que começa suas gravações na terceira semana de novembro, em Caratinga, situada no Vale do Rio Doce. Também estão previstas filmagens em Ipatinga e Governador Valadares, cidades da mesma região. A produção combina elementos dos gêneros policial, thriller e terror.

O elenco principal da produção traz Humberto Martins (“Travessia”), Adriana Rabello (“Desalma”), Russo Apr (“Marte Um”), Eduarda Samara (“Bacurau”) e Erick Maximiliano, que gravam em janeiro de 2025. A primeira fase das filmagens envolve o elenco local, escolhido entre mais de 800 pessoas. Foram selecionados 60 atores para as gravações. O time regional de atores é formado por Artur José Silva, Beatriz Pimenta, Fernanda Teixeira Rossi, Mírian Cristina, Renato Gomes e Wellington Calaça.

“O filme tem uma relação muito íntima com o interior de Minas, em cidades situadas no Vale do Aço”, conta o diretor Márcio Heleno Soares, que divide o roteiro com André Regal. “Então nós temos esse grupo de pessoas que são da região, o que dá autenticidade para a trama, para trazer não só o sotaque, mas também algumas características físicas daqui”, complementa. Ao mesmo tempo, a ideia do diretor é a de desconstruir os arquétipos do campesino local.

“As pessoas estão acostumadas a assistir filmes de crime que vêm geralmente do eixo Rio-São Paulo”, aponta. “Então a gente está mostrando aqui um outro lado, uma outra forma de se fazer. A forma como o crime acontece no interior é muito diferente e a gente traz tudo isso em ‘Tudo que é Sólido'”, conclui. Os realizadores buscaram referências em eventos reais e violentos do interior mineiro, em busca de uma visão do crime organizado diferente do apresentado pelo cinema nacional.

O roteirista André Regal, define “Tudo que é Sólido” como um filme com muitas camadas. “Temos núcleos diversos e todos eles acabam convergindo num único acontecimento”, adianta. “Tem núcleo do pai de uma família humilde, que tenta educar as duas filhas. Temos uma família rica que tem conexões muito sombrias no mundo dos negócios. E quando uma guerra estoura entre duas bancas do jogo do bicho, a vida de todo mundo vai ser afetada dentro do filme”, resume.

Realização da Mimética Produções Audiovisuais, “Tudo que é Sólido” conta com financiamento via Incentivo da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais – SECULT , Lei Paulo Gustavo – apoio às produções audiovisuais mineiras – Categoria 2 – Produção.

“Tudo que é Sólido”

Diretor: Márcio Heleno Soares

Roteiro: Márcio Heleno Soares e André Regal

Produtoras Executivas: Edileis Novais e Emanuelly Batista Coelho

Diretor de Produção: João Paulo De Souza

Diretor de Fotografia: Marcklano Lima Araujo Chagas

Diretor de Arte: Sérgio Crespo

Elenco principal: Humberto Martins, Adriana Rabello, Russo Apr, Eduarda Samara e Erick Maximiliano

Elenco regional: Artur José Silva, Beatriz Pimenta, Fernanda Teixeira Rossi, Mírian Cristina, Renato Gomes e Wellington Calaça.

Poltrona Cabine: Corpo Presente/Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Corpo Presente/Cesar Augusto Mota

A música e o cinema são elementos perfeitos para ilustrar nossos valores, costumes e tudo o que compõe nossa cultura. Além delas, a dança também é sinônimo de expressão, e carrega outras conotações. E justamente para mostrar esses novos significados que acompanhamos o documentário “Corpo Presente”, de Leonardo Barcelos, com o intuito de deleite e, principalmente, reflexão.

Simbolista seria um sinônimo  para essa obra, que apresenta diversos artistas e pensadores com contribuições importantes no campo filosófico, político e social. Performances dotadas de coreografias sincronizadas, o tema “corpo” como pano de fundo, assim como depoimentos sobre o tema propõem um importante debate sobre as várias conotações de corpo, muito além de uma matéria ocupando um determinado espaço.

Temas como luta de classes, identidade e gênero foram não só debatidas como apresentadas por meio da dança, com os corpos sinalizando novas ideologias e signos, e transformações constantes para sinalizar que existem novas formas de ser e de estar no mundo. Novos universos são traçados no imaginário das pessoas, bem como os sentidos que podem desempenhar, com várias sensações e reflexões.

Uma espécie de diário em formato visual se apresenta diante dos espectadores, que não só contemplam, como também se imaginam no ambiente e no contexto dos movimentos articulados, numa sensação de verdadeira imersão. Além de ser didático, o documentário proporciona profundas emoções, além de relações bem conexas, entre imagem, som e movimentos, que juntos, formam uma linguagem múltipla.

Uma obra diferente das apresentadas à exaustão, “Corpo Presente” pensa fora da caixa e convida o espectador a fazer o mesmo. Vale a experiência.

Cotação: 5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

KASA BRANCA, DE LUCIANO VIDIGAL, TERÁ ESTREIA INTERNACIONAL EM TORINO

KASA BRANCA, DE LUCIANO VIDIGAL, TERÁ ESTREIA INTERNACIONAL EM TORINO

Premiado nos principais festivais do Brasil, longa chega aos cinemas em 2025
Trailerhttps://www.youtube.com/watch?v=KbJZzLFIXUw
Na semana do Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, KASA BRANCA, de Luciano Vidigal, terá sua estreia internacional no Festival de Torino, na Itália. Sucesso de crítica, o filme será exibido na cidade de Turim no dia 28 de novembro, com a presença do ator Ramon Francisco, do produtor Roberto Berliner, e do diretor Luciano Vidigal, primeiro diretor negro premiado na competição de longa de ficção do Festival do Rio.

Além de melhor direção, KASA BRANCA também recebeu no Festival do Rio os prêmios de Melhor ator Coadjuvante para Diego Francisco, Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora, foi exibido na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, esteve no 17° Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul e no Festival Janela do Recife, onde levou o “Prêmio João Carlos Sampaio para Filmes Finissímos que Celebram a Vida”. Nos próximos meses, o longa marcará presença no Festival de Torino, onde fará sua estreia internacional, além do Fest Ruanda, já nos nacionais, na Mostra de Cinema de Gostoso, Festival de Brasília e na Mostra de Petrópolis.

Uma distribuição da Vitrine Filmes e produção da Sobretudo Produção, TvZero, Tacacá Filmes, Cavideo e Dualto, em coprodução com Riofilme, Canal Brasil, Telecine e Globo Filmes, o longa tem previsão de estreia comercial para 2025.

Inspirado em histórias reais, KASA BRANCA acompanha Dé (Big Jaum), morador da periferia de Chatuba, que passa a viver com sua avó Dona Almerinda (Teca Pereira), diagnosticada com Alzheimer e com pouco tempo de vida. Dé, ao lado de seus dois amigos inseparáveis Adrianim (Diego Francisco) e Martins (Ramon Francisco), tenta aproveitar a convivência com a avó da melhor forma.

Com roteiro e direção de Luciano Vidigal, o filme é protagonizado por Big Jaum, Teca Pereira, Diego Francisco e Ramon Francisco. Premiado ator de filmes como “Tropa de Elite 2”, “Cidade dos Homens” e “Três Verões”, Luciano Vidigal já coleciona créditos como diretor de longas como “5x Favela: Agora por Nós Mesmos” e o documentário “Cidade de Deus: 10 Anos Depois”, todos em parceria com outros cineastas. Mas agora, com o drama KASA BRANCA, ele estreia na direção solo.

Vidigal, que também assina o roteiro, explica que este filme é a realização de um sonho, porque sempre quis contar essa história tão comovente. Mas, além disso, o cineasta sublinha a importância de KASA BRANCA ser um filme sobre e feito por pessoas negras da periferia.

É um filme que tem um protagonismo negro no lugar do objeto, que são os atores, no lugar do sujeito, eu como diretor. Então, você tem a figura preta ali como protagonista no elenco e também na criação. E a gente que faz cinema independente, cinema preto, busca essa relação horizontal com o audiovisual brasileiro. E sempre no objetivo de somar, de trazer essa diversidade potente e cultural que tem o nosso país”, explica.

O elenco ainda inclui o rapper L7nnon, DJ Zullu e Gi Fernandes (no ar com a novela “Mania de Você” e da série “Os Outros”), que estreiam nas telonas, além de Babu Santana, Roberta Rodrigues, Otavio Muller e Guti Fraga.

O lado mais humano de KASA BRANCA, com seu drama e seus elementos cômicos, é o que traz força ao filme e, portanto, o que criará laços com seu público. “É um filme feito do povo e para o povo. Afinal, é o filho da empregada doméstica que tá fazendo cinema.” afirma Luciano.
Sinopse:
Dé é um adolescente negro da periferia da Chatuba, Rio de Janeiro, que recebe a notícia de que sua avó, Almerinda, está na fase terminal da doença de Alzheimer. Ele tem a ajuda de seus dois melhores amigos, Adrianim e Martins, para enfrentar o mundo e aproveitar os últimos dias de vida com ela.
Ficha Técnica
Direção e Roteiro:
 Luciano Vidigal
Elenco: Big Jaum, Teca Pereira, Diego Francisco, Ramon Francisco, Gi Fernandes, Babu Santana, Roberta Rodrigues, Otavio Muller, Guti Fraga, Dj Zullu e L7nnon
Produção: Bárbara Defanti, Gisela Camara, Roberto Berliner, Sabrina Garcia, Leo Ribeiro, Cavi Borges
Produtor Associado: Carlos Diegues
Direção de fotografia: Arthur Sherman
Montagem: André Sampaio
Direção de arte: Alexandre Magalhães, Rafael Cabeça
Som: Vampiro, Fernando Aranha
Trilha sonora: Fernando Aranha, Guga Bruno
Produtora: Sobretudo Produção, TvZero, Tacacá Filmes, Cavideo e Dualto
Coprodutoras: Riofilme, Canal Brasil, Telecine e Globo Filmes
Distribuidora Internacional: The Open Reel 
Distribuidora: Vitrine Filmes
País: Brasil
Duração: 95 min.
Ano: 2024