Devido à uma cortesia da H20 produções,vamos presentear um blogueiro com o livro “A expedição de Kon-Tiki”,de Thor Heyerdahl a quem responder corretamente e primeiro às seguintes perguntas: qual é a nacionalidade de Heyerdahl e qual o objetivo da expedição Kon-Tiki. Nos comentários,por favor, ponha o seu email para que possamos mandar esse livro maravilhoso.
Essa abre uma série de promoções no Poltrona. Vamos sortear ingressos dos filmes “A aventura de Kon-Tiki” e “Muito barulho por nada”. Aguardem!!!
Na última coluna falamos sobre o maior caçador da história do cinema: o Predador. E contamos também um pouco sobre seu maior adversário: o Alien. Então nada mais justo que falarmos um pouco de uma dos maiores ícones do terror da ficção cientifica.
Esta terrível criatura surgiu nos cinema em 1979 no filme Alien – O Oitavo Passageiro, do diretor Ridley Scott. Estrelado por Tom Skerritt, Sigourney Weaver e John Hurt, o filme mostra a tripulação da nave Nostromo recebendo um sinal de emergência vindo do planeta LV-426. No planeta eles encontram uma nave alienígena e uma criatura enorme, apelidada de Space Jockey, que está com suas costelas explodidas de dentro para fora do seu corpo. E vários ovos estranhos estão espalhados em volta do corpo do Space Jockey. De repente, um ser pula de um dos ovos e se prende ao rosto de um dos tripulantes da Nostromo. Quando eles voltam para a nave, o ser se solta e morre. E momentos depois, um Xenomorfo (nome da raça do alien) nasce do peito do tripulante. A criatura cresce de forma acelerada e começa a matar todos os tripulantes, sendo que a única sobrevivente é a Ten. Ripley (Weaver). Alien marcou principalmente por criar uma nova categoria no cinema: o terror espacial. Outro detalhe que chama a atenção neste filme é a empresa Weyland-Yutani, que é dona do Nostromo e é apenas chamada de Companhia pela tripulação da nave.
Cena de ALIEN: o Space Jockey aparece com um rombo no peito.
A sequencia Aliens – O Resgate saiu somente em 1986 e tem o diretor James Cameron a sua frente. Neste filme, o terror é deixado de lado para criar um filme de ação, com Ripley e uma equipe de Space Marines (tropa de elite do exercito da Terra para missões em outros planetas e financiada pela Weyland-Yutani) lutando para tentar salvar a população de LV-426, que foi colonizado sem saber da existência dos ovos dos Xenomorfos. Como filme de ação é excelente e ajudou ainda mais a criar o mito sobre o Alien. Neste filme, a Companhia envia os Space Marines não para salvar a população, mas sim para tentar conseguir um exemplar vivo do Xenomorfo, que ela pretende usar como arma.
Este filme também ganhou dois Oscar em 1987: Melhores Efeitos Especiais e Melhores Efeitos Sonoros. E também concorreu nas categorias Melhor Atriz (Sigourney Weaver), Melhor Direção de Arte, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora e Melhor Som.
Em 1992 saiu o terceiro filme: Alien 3. Tentando voltar ao terror, neste filme de David Fincher, Ripley cai com sua nave em uma prisão espacial e descobre que um ovo veio junto com sua nave e uma nova criatura nasce e começa a matar todos os internos. Porém Ripley descobre que ela está infectada e a Companhia a quer viva, para tentar salvar a criatura. Após a morte do Alien, Ripley se mata, levando consigo uma Rainha Alien recém-nascida.
Já em Alien: Ressurreição, filme de 1997 dirigido por Jean-Pierre Jeunet, vemos uma tentativa de clonagem de Ripley para se criar uma nova linha de xenomorfos. Infelizmente, este filme de ação acabou sendo o mais fraco de todos os filmes da série. E este filme foi o primeiro que não teve o design do Xenomorfo feito pelo artista plástico H.R. Giger, o que desapontou muito os fãs da série.
Depois de alguns anos, os Aliens voltam ao cinema com Alien vs. Predador, de 2004, e Aliens vs. Predadores 2: Réquiem, de 2007.
E somente agora em 2012 que Ridley Scott voltou à franquia para dirigir Prometheus. Filme que tinha a premissa de contar a origem dos Xenomorfos e sua ligação com o Space Jockey que aparece no primeiro filme da série.
Apesar de um elenco recheado de grandes nomes, como Noomi Rapace, Michael Fassbender, Charlize Theron e Guy Pearce, o filme peca muito no roteiro. Vários personagens parecem são fracos e o elo que une a história – a raça alienígena do Space Jockey, sua ligação com a Terra e a origem dos Xenomorfos e como a Weyland Corporation se tornou uma das maiores empresas da Terra é muito fraca. Segundo Ridley Scott a continuação de Prometheus irá explicar tudo. Mas para muitos fãs, este prequel de Alien não cumpriu o que foi prometido.
‘A aventura de Kon-Tiki’ retrata uma das maiores jornadas da história contemporânea Homem assume todos os riscos para comprovar sua teoria. Realizar o sonho de viver 2 anos com a mulher nas ilhas Marquesas, na Polinésia, mudou para sempre a vida do norueguês Thor Heyerdahl e o fez entrar para a história como um dos principais aventureiros do século XX. A partir da análise deventos e correntes marítimas na região, das plantas e de estatuas, ele formulou uma tese revolucionária sobre a descoberta da Polinésia e sua busca de comprovação não foi removida nem pela descrença geral. Para provar que a região fora descoberta na era pré-colombiana pelos povos da América do Sul – e não pelos da Ásia, consenso entre os historiadores – Thor organizou, em 1947, a mais improvável das expedições.
A partir de imagens captadas por Heyerdalh, a jornada foi mostrada ao mundo pela primeira vez em um documentário, vencedor do Oscar da categoria, em mundo. Em Oslo, capital da Noruega, o Museu do Kon-Tiki abriga a embarcação usada pelo explorador na expedição rumo à Polinésia, além de artefatos que trouxe de suas expedições arqueológicas na Ilha de Páscoa, incluindo uma cópia das conhecidas estátuas gigantes de pedra, os moais, e outros registros das jornadas de Heyerdahl. O livro que ele escreveu sobre a expedição foi traduzido para 70 línguas e já vendeu mais de 50 milhões de cópias no mundo inteiro.
Enfrentar os mais de oito mil quilômetros entre a América do Sul e a Polinésia a bordo de uma embarcação rudimentar, feita de madeira e cordas, aos moldes das que foram usadas pelos ancestrais navegadores, foi apenas um dos desafios que Heyerdahl enfrentou. Tão grande quanto deixar mulher e filhos sem a certeza de que voltaria para casa ou lançar-se ao mar tendo medo de água e sem saber nadar. Ou, ainda, reunir uma tripulação sem qualquer conhecimento náutico e viajar por milhares de milhas sem o apoio de qualquer instrumento, orientandos se apenas pela posição das estrelas e por uma inabalável confiança em sua tese.
A expedição rumou para a Polinésia. Kon Tiki era o nome do Deus Sol no Peru e Tiki era un deus da Polinésia. A viagem foi foi cercada de aventuras e descobertas: a balsa que transportava os seis amigos colidiu com os recifes perigosos em Raroia, nas Ilhas Tuamotu, e enfrentou furiosas tempestades em mar aberto. Além de mostrar que era possível que a Polinésia tivesse sido descoberta pelos antigos americanos, o grupo fez importantes descobertas para a ciência: foi a primeira a avistar e registrar a existência de tubarão-baleia e varios tipos desconhecidos de peixe.
Dirigido por Joachim Rønning e Espen Sandberg, responsáveis pelo filme norueguês de maior bilheteria da história, “Max Manus (2008) – 1,2 milhão de espectadores – e escrito por Petter Skavlan, “A aventura de Kon-tiki” teve locações em diversos pontos do mundo e contou com efeitos especiais de última geração.
Os diferentes ambientes em que o filme foi rodado conferem riqueza de imagens e texturas à produção: da pequena Lillehammer, cidade-natal dos Heyerdahl, à vastidão do Pacífico, passando por Nova York – onde o aventureiro buscou, sem sucesso, apoio e recursos para sua empreitada – e pelo porto peruano de Callao, partida da expedição.
O lançamento do filme coincide com a da 15ª edição do livro no Brasil.
1951 – único prêmio do cinema norueguês até hoje – e volta às telas na versão dos diretores Joachim Rønning e Espen Sandberg, não com menos sucesso. Desta vez, “A aventura de Kon-Tiki”, que estreia em cinemas brasileiros dia 2 de agosto, foi indicado como Melhor Filme Estrangeiro na mais recente edição dos Academy Awards. No Brasil, o longa é distribuído pela parceria H2O Films/Serendip/Art Films. Vivido na tela por seu compatriota Pål Sverre Valheim Hagen, Thor Heyerdahl se tornou sinônimo de aventura em seu país e ao redor do mundo.
Estreia do filme no dia 9 de agosto em grande circuito de cinemas brasileiros.
Esse filme é misto de suspense e leve terror com Harrison Ford e Michelle Pfeiffer. Harrison como um mega vilão. Adrenalina pura atéo último minuto!!!
Quando você pensa que o filme acaba, ele continua até o seu desfecho.
Steven Spielberg é um dos pordutores-executivos do filme.
Super recomendo!!
Sinopse: Já fazia um ano que o Dr. Norman Spencer (Harrison Ford) havia traído sua bela esposa, Claire (Michelle Pfeiffer). Mas, com ela sem saber de nada e o affair já enc, a vida e o casamento de Norman seguia perfeita. Até que Claire começa a ouvir misteriosas vozes e ver a imagem de uma jovem mulher perambulando em sua própria casa. Ao saber das visões de sua esposa, Norman não lhe dá atenção e diz que tudo não passam de ilusões. Entretanto, com o tempo fica claro que o ser não irá desaparecer e tem alguma ligação com o casal, fazendo com que Claire se aproxime cada vez mais da verdade sobre o passado de Norman.
Esse desenho da Disney foi o primeiro a concorrer ao Oscar de Melhor Filme.
Me identifico com a Bela por causa do seu amor por livros. E, para mim, o amor acontece quando se vê a beleza interior e não a exterior. O amor da Bela pela Fera é lindo, ainda mais que ela vê a sensibilidade dele e a sua proteção. Gaston, que a assedia , apesar de bonito, tem o coração ruim.
No final, a Fera se transforma num lindo príncipe porque havia uma maldição que o envolvia e só o amor verdadeiro o libertaria.
A música Beauty and the Beast é cantada por Celine Dion e Percy Bearson. Simplesmente fantástica.
Sinopse: Em uma pequena aldeia da França vive Belle, uma jovem inteligente que é considerada estranha pelo moradores da localidade, e seu pai, Maurice, um inventor que é visto como um louco. Ela é cortejada por Gaston, que quer casar com ela. Mas apesar de todas as jovens do lugarejo o acharem um homem bonito, Belle não o suporta, pois vê nele uma pessoa primitiva e convencida. Quando o pai de Belle vai para uma feira demonstrar sua nova invenção, ele acaba se perdendo na floresta e é atacado por lobos. Desesperado, Maurice procura abrigo em um castelo, mas acaba se tornando prisioneiro da Fera, o senhor do castelo, que na verdade é um príncipe que foi amaldiçoado por uma feiticeira quando negou abrigo a ela. Quando Belle sente que algo aconteceu ao seu pai vai à sua procura. Ela chega ao castelo e lá faz um acordo com a Fera: se seu pai fosse libertado ela ficaria no castelo para sempre. A Fera concorda e todos os “moradores” do castelo, que lá vivem e também foram transformados em objetos falantes, sentem que esta pode ser a chance do feitiço ser quebrado. Mas isto só acontecerá se a Fera amar alguém e esta pessoa retribuir o seu amor, sendo que isto tem de ser rápido, pois quando a última pétala de uma rosa encantada cair o feitiço não poderá ser mais desfeito.