Domingo na Poltrona/Anna Barros

Domingo na Poltrona/Anna Barros

Está é uma nova coluna que postarei aquilo que eu colocar no Sphera Geek ou o que der mais na telha. Espero que gostem do Domingo na Poltrona.

 

Penei muito antes de escrever a coluna que estabelece a parceia entre o Poltrona de Cinema e o Sphera Geek. Então, decidi escrever sobre os filmes do ator que mais amo na história do cinema:o cinquentão Tom Cruise.

Eu vi quase todos os seus filmes. Há aqueles ótimos, assim como há verdadeiros equívocos.
 
O melhor filme dele para mim é Jerry Maguire, a grande virada. Ele se supera e ainda tem muito de futebol americano, um dos esportes que adoro!A trilha é Bruce Springsteen em seu estado mais puro.
 
Outros filmes soberbos são: Nascido em Quatro de Julho e Magnólia. Nesses dois, ele concorreu ao Oscar de Melhor Ator e de Melhor Ator Coadjuvante. Não levou as estatuetas em nenhuma das duas ocasiões, mas bateu na trave.
 
A franquia Missão Impossível que ele adora fazer, eu vejo apenas porque ele é o protagonista.
 
Entre seus equívocos estão: Guerra dos Mundos, sob a batuta de Spielberg , em que eu vi na noite de Natal e minha família quase me expulsou de casa e Entrevista com Vampiro, em que ele é um Lestat confuso, apesar de ter sido elogiado pela autora Anne Rice.
 
Não me canso de ver dois filmes cruisianos: Top Gun, onde minha paixão por ele começou em 1988, e Vanilla Sky, filme puro papo-cabeça, de intensa reflexão. Eu já quis ser Nicole Kidman, Penélope Cruz e por último Katie Holmes. A primeira e a terceira, esposas. A segunda, namorada. Mas nem dá pra eu chegar aos pés delas,apesar de ele já ter socorrido uma brasileira que atropelou em plena Hollywood.
 
Tom Cruise tem apenas dois defeitos:ser baixinho e ser adepto fervoroso da Cientologia, uma religião pra lá de esquisita que o fez se separar de Katie Holmes.
 
Um filme bastante interessante é Minority Report. Recomendo a todos que vejam Tom Cruise de uma forma totalmente diferente. O filme que ele está mais bonito é O Último Samurai,um filme extremamente denso.
 
Para Tom Cruise, só falta um Oscar e nada mais. Espero que não seja aquele honorário. Seja um por uma atuação sua,magnífica,de verdade. Estarei aguardando ansiosamente!
 
 
 

 

 
Rush

Rush

Por: Gabriel Araújo (@gabriel_araujo1)

Sessão de Matinê: “Rush”21023527_20130730205450537.jpg-r_160_240-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

Hoje farei algo inédito na coluna “Sessão de Matinê”: escreverei sobre um filme que ainda não assisti. Um texto às cegas para destacar a estreia mundial de “Rush – No Limite da Emoção”, que acontece nesta sexta-feira (13). Promete ser a melhor produção da história do cinema voltada ao automobilismo e tentarei assisti-la para voltar e comentar se as expectativas foram bem atendidas, enquanto hoje me contento com resenhas de jornalistas que já a viram e trailers espetaculares.

A produção é baseada no Mundial de 1976, onde ocorreu a histórica disputa entre o maluco James Hunt e o pragmático Niki Lauda pelo título, apresentando, em meio a situações mesmo irreais, porque não é a fidelidade total o que busca o não-biográfico filme (registra fatos históricos com dignidade, porém), cenas que prometem extremo realismo e resgate clássico, como o acidente que quase matou Lauda em Nürburgring e as loucuras da vida selvagem de Hunt.

O que mais me impressiona, pelos trailers vistos, é a caracterização dos personagens, a direção, a fotografia. Perfeitas. Ron Howard coordena com maestria a atuação de Chris Hemsworth (James Hunt), que acompanha o estilo playboy do inglês, e principalmente a espetacular mostra de Daniel Brühl (Niki Lauda), que segue com fidelidade extrema o austríaco, algo destacado mesmo por Lauda. As semelhanças faciais, a maquiagem e cada captura de imagem auxiliam fantasticamente a película.

Como disse no início, promete ser, “Rush”, a melhor produção relacionada ao automobilismo da história. Algo que já era necessário, afinal as áureas ao tema na telona eram todas a “Grand Prix”, do longínquo 1966. Irei ao cinema esperando algo excelente e não acredito que Rush irá me desapontar.

Para mais, deixo como recomendação algumas críticas de quem já viu o filme. No “Tazio”, clicando aqui, o texto de Lucas Berredo. Clicando aqui, o comentário de Alessandra Alves no “GPTotal”. E aqui, a edição #41 da sempre excelente revista “WarmUp”, com bastante sobre a rivalidade de 1976 e entrevista com o diretor Ron Howard. Para aumentar a ansiedade.

Sinopse:
Anos 1970. O mundo sexy e glamouroso da Fórmula 1 é mobilizado principalmente pela rivalidade existente entre os pilotos Niki Lauda (Daniel Brühl) e James Hunt (Chris Hemsworth). Eles possuíam características bem distintas: enquanto Lauda era metódico e brilhante, Hunt adotava um estilo mais despojado, típico de um playboy. A disputa entre os dois chegou ao seu auge em 1976, quando ambos correram vários riscos dentro do cockpit para que pudessem se sagrar campeão mundial de Fórmula 1.

Um dos trailers de “Rush”

Poltrona Geek #01 – Círculo de Fogo // Pacific Rim

Poltrona Geek #01 – Círculo de Fogo // Pacific Rim

circulo_de_fogo

Olá, amigos e amigas do Potrona,

Eu sou Thiago Simão e venho dividir a poltrona com vocês para comentarmos sobre alguns filmes e seriados.

Nesse primeiro post, por que não falar de um dos filmes mais badalados do momento: o “Círculo de Fogo/Pacific Rim”. Antes de qualquer coisa, vamos ler a sinopse e assistir o trailer.

Sinopse

Quando várias criaturas monstruosas, conhecidas como Kaiju, começam a emergir do mar, em início uma batalha entre estes seres e os humanos. Para combatê-los, a humanidade desenvolve uma série de robôs gigantescos, os Jaegers, cada um controlado por duas pessoas através de uma conexão neural. Entretanto, mesmo os Jaegers se mostram insuficientes para derrotar os Kaiju. Diante deste cenário, a última esperança é um velho robô, obsoleto, que passa a ser comandado por um antigo piloto (Charlie Hunnam) e uma treinadora (Rinko Kikuchi).

Papeando

É muito bom sair do cinema e se sentir estimulado. Para aqueles que curtiram a TV aberta no período entre o fim da década de 80 e início da década de 90 entenderá.

O Diretor Guillermo del Toro (O Hobbit: Uma Jornada Inesperada) declarou que fez um filme baseado nos tradicionais tokusatsu’s,  que assistiu na sua juventude e com isso trouxe um obra de arte para aqueles que viveram esse momento. O que chama mais atenção é que nós do Brasil, juntamente com o povo do México, poderemos usufruir ao máximo do filme, pois em ambos os países tivemos, ao mesmo tempo, praticamente passando os mesmos programas e filmes.

Muita ação, roteiro bem básico sem muitas divergências, romance, muita morte e principalmente monstros e robôs gigantes. Tudo que um amante dos Changemans, Ultraman, Power Rangers, Jaspion,  Godzila, Neon Genesis Evangelion, entre outros, poderia querer.

No cinema , a energia era tão boa que em algumas cenas tiravam gritos e urros de uma memória querida de nossas infâncias.

Não podemos nos esquecer de falar que a parte da trilha sonora e seus efeitos nos deixam entretidos no filme e em alguns momentos nos fazem sentir o quanto são pesados os monstros e robôs e como deve doer uma pancada bem dada de um monstrão desse.

Um filme bem integrado, animado e com muita familiaridade com o público, uma formula perfeita para dar certo. Somente ressalto que o 3D não é muito eficiente, ainda mais porque o Del Toro deixou claro que não gosta desta tecnologia.

Vale muito a pena de ver, ainda mais no cinema!!!

Links

Site Oficial

Parceria

Blog SpheraGeek

Circulo-de-Fogo-banner-br-01

209- Romeu+Julieta, de Baz Luhrman

209- Romeu+Julieta, de Baz Luhrman

Não gosto muito de versões modernosas, mas adoro essa, principalmente porque é de Baz Luhrman, de Moulin Rouge e de Vem dançar comigo. Além de contar com Leonardo Dicapprio, que amo.

Para mim, é a segunda melhor versão do clássico de Shakespeare. Só perde para a versão mega conservadora de Franco Zefirelli. É a história de amor mais antiga, ambientada nos tempos atuais. Vale muito a pena ver, desprovido de rótulos e sem bancar a Bárbara Heliodora. Claire Danes e Leonardo Dicapprio mandam muito bem.

Gosto do visual colorido do filme e de Verona Beach, onde a maioria das cenas são gravadas, principalmente a parte da briga entre Capuletos e Montecchios.

Super recomendo. Baz Luhrman é um dos meus cineastas favoritos. Ele é moderno, sem destruir a história. E sempre percebemos o toque que ele dá aos filmes, além de repetir muitas vezes o elenco, como Tarantino, que também tem a sua marca, apesar de eu não gostar muito de sua temática. Os dois são gênios, tanto Baz, como Quentin.

Aconselho quem não assistiu ainda Vem Dançar Comigo que o faça, principalmente aqueles que amam dança, como eu. Foi o primeiro filme de sucesso desse australiano que dá o que falar.

E o diálogo é o original. Imperdível!

Sinopse: Nesta versão para os dias de hoje da peça de Shakespeare o cenário é Verona Beach. Os Capuleto e os Montéquio, duas famílias que sempre se odiaram, têm rixas sem cessar, mas isto não impede que Romeu (Leonardo DiCaprio), um Montéquio, se apaixone pela bela Julieta (Claire Danes), uma Capuleto. Entretanto, uma apresentadora de televisão anuncia que este amor profundo acabará gerando trágicas consequenciais, em virtude desta insana rivalidade familiar.

A Guerra contra a Democracia

A Guerra contra a Democracia

Por: Gabriel Araújo (@gabriel_araujo1)

Sessão de Matinê: “A Guerra contra a Democracia”Captura de Tela 2013-08-29 às 21.01.11

Antes de mais nada, deixemos claro: não quero apoiar política alguma. Apenas resenho e apresento minha visão sobre um documentário que assisti na aula de Geografia. Um dos últimos filmes que vi, aliás, atrasado e triste na vida que ando. Prossigamos, retomando a coluna “Sessão de Matinê”, que andava bem abandonada. Mil perdões aos leitores pela ausência durante um bom tempo. Tentarei reerguer o humilde espaço que aqui tenho.

Mas sobre o documentário: é um bom filme produzido em 2007 pelo repórter John Pilger, australiano que já passou por importantes publicações, como “New York Times” e “The Guardian”. Se mostra absolutamente contra os Estados Unidos, posição política defendida por Pilger.

E é justamente por isso que me chama a atenção: apresenta algo diferente do que assistimos por aí. Os EUA não são retratados como mocinhos e donos dos sonhos, o paraíso. São mostrados, sim, como vilões e causadores de grandes problemas históricos no mundo todo.

Dentre vários, podemos citar golpes contra a Guatemala de Avens, Cuba (que contragolpeou com Fidel), El Salvador, Nicarágua, além de apoios ditatoriais na América do Sul, como nas terríveis épocas de Augusto Pinochet no Chile, militares em Brasil, Argentina, Uruguai. Sempre buscando “milagres econômicos” em sociedades desiguais.

Não quero dizer que Pilger é dono da verdade na produção e muito menos colocar alguma posição política para influenciar o leitor. Politicagem se vê por todo lugar, mas me chama a atenção, como disse, ser algo contra os EUA, por vezes “intocáveis”. Manchas de sangue deixadas na história que podem, sim, ser fruto de interesses americanos. É somente, e tão somente só (como diria Edu Cesar), um lado bem interessante da moeda. E que se aplauda, pois, John Pilger, que dá um show de produção e busca. Investiga, apresenta e justifica bem sua posição. É disso que precisamos, a favor de quem quer que seja.

Sinopse:
O premiado jornalista John Pilger analisa o papel de Washington na América com manipulação da política latino-americana durante os últimos 50 anos, que antecederam a luta de pessoas comuns para se libertarem de pobreza e racismo. Desde meados do século 19 a América Latina tem sido o ‘quintal’ dos EUA, um conjunto de estados vassalos, cuja maior parte é compatível com regimes brutais e que muitas vezes têm reforçado a “invisibilidade” dos povos a sua maioria. O filme revela políticas semelhantes da CIA para ser contínua no Iraque, Irã e Líbano. A ascensão de Hugo Chávez, da Venezuela, apesar de Washington em curso apoiar os esforços para derrubá-lo, e de sua popularidade com a enorme massa. É democrático de uma forma que temos esquecido ou abandonado no oeste. Verdadeira democracia com um sólido 80% no número de eleitores em apoio a Chávez em mais de 6 eleições. 

O documentário completo e legendado em português