Top 5 Steve Martin

Top 5 Steve Martin

Steve Martin é um dos maiores nomes da comédia no cinema. É verdade que seus últimos filmes não são os melhores, mas dá para fazer um Top 5 de suas comédias.

Roxanne5 – Roxanne

Comédia de 1987, baseada na peça Cyrano de Bergerac. Steve Martin interpreta o (narigudo) chefe dos bombeiros Charlie Bales, que se apaixona pela astrônoma Roxanne Kowalki (Daryl Hannah). Ele começa a escrever poemas para ela, mas com medo de uma possível rejeição, ele pede que um dos bombeiros assuma a autoria.

Comédia simples e muito divertida.

leap-of-faith4 – Fé Demais Não Cheira Bem (Leap of Faith)

Lançado em 1992, Martin interpreta o Reverendo Jonas Nightengale, que vive de viajar de cidade para cidade vendendo a salvação em troca de doações. Mas quando seu ônibus fica preso em uma pequena cidade, ele acaba reconhecendo seus erros e um verdadeiro milagre acontece.

O filme tem uma forte crítica aos pastores que ficam viajando atrás do desespero das pessoas. E consegue passar uma mensagem muito boa em relação à fé das pessoas. Além de Martin, tem em seu elenco Lolita Davidovich, Liam Neeson, Meat Loaf e Philip Seymour Hoffman.

Um Espírito Baixou em Mim3 – Um Espírito Baixou em Mim (All of Me)

A milionária Edwina Cutwater (Lily Tomlin) está perto da morte e por isso traz um guru capaz de tirar a alma de seu corpo e coloca-lo no corpo de outra mulher. Mas infelizmente a alma de Edwina acaba entrando no corpo do advogado Roger Cobb (Martin). E agora cada um deles controla metade do corpo de Cobb e eles precisam arrumar um jeito de tirar a alma da milionária do corpo do advogado.

Filme de 1984, onde a excelente atuação física de Martin realmente passa a ideia de que cada um dos lados do seu corpo é diferente.

Os Safados2 – Os Safados (Dirty Rotten Scoundrels)

O vigarista Lawrence Jamieson (Michael Caine) vive de aplicar grandes golpes em mulheres ricas na Riviera Francesa. Porém a chegada do vigarista americanos Freddy Benson (Martin) pode afastar suas vítimas. Então eles resolvem trabalhar juntos.

A química entre Caine e Martin na tela é fantástica neste filme de 1988. Impossível não gostar.

1 – Antes Só do que Mal Acompanhado (Planes, Trains & Automobiles)

antes só do que mal acompanhadoComédia de 1987, estrelada por Martin e John Candy, este filme foi escrito e dirigido por John Hughes.

No feriado de Ação de Graças, o publicitário Neal Page (Martin) acaba ficando preso no aeroporto com o vendedor Del Griffith (Candy). Então os dois resolvem seguir viagem juntos.

Este filme foi uma aposta grande de Hughes, porque tanto Candy quanto Martin estavam com suas carreiras em baixa. E o filme foi um tremendo sucesso, trazendo novamente estes dois atores ao topo da lista.

Vale destaque para a cena do carro, que é fantástica!

MENÇÃO HONROSA

Dead Men Don't Wear PlaidCliente Morto Não Paga (Dead Men Don’t Wear Plaid)

Esta comédia de 1982 é uma paródia aos filmes noir e revistas e livros de detetives. Martin interpreta o detetive Rigby Reardon, que é contratado por Juliet Forrest (Rachel Ward) para investigar a morte de seu pai em um acidente de carro.

O filme é inteiro em preto e branco por um motivo: ele mistura cenas de vários filmes antigos. Tanto que em várias cenas, Martin e outros atores contracenam com atores de outros filmes clássicos, como Ingrid Bergman, Humphrey Bogart, Bette Davis, Kirk Douglas, Ava Gardner, Burt Lancaster, Vincent Price, Lana Turner e Norma Varden.

É um filme maravilhoso, com um roteiro muito bom. E a colagem com os filmes antigos está perfeita. É uma excelente pedida.

Abertura deTemporada de Montanhismo terá Cine Montanha na praça

Abertura deTemporada de Montanhismo terá Cine Montanha na praça

A temporada de montanhismo terá a sua abertura com um evento gratuito da Federação de Esportes de Montanha no Estado do Rio de Janeiro (FEMERJ) nos dias 26 e 27 de abril. No dia 26, ele acontecerá das 8h às 21h30 e no dia 27, das 8h às 18h, na Praça General Tibúrcio, na Praia Vermelha, na Urca. Dentre as diversas atividades, há um foco nas culturais, em que se destacam projeção de filmes relacionados ao montanhismo, palestras com escaladores e apresentadores do canal Off e lançamento de  dois livros.

Essas atividades têm como principais objetivos a divulgação e democratização da cultura de montanha e a promoção de momentos de lazer e confraternização. Alexandre Diniz é produtor da Abertura da Temporada de Montanhismo (ATM) e também do Rio Mountain Festival e destaca a importância do Cine Montanha para o evento.

“A ATM cresceu muito nos últimos anos. Além dos tradicionais stands dos clubes, estes os verdadeiros criadores do evento, aos poucos foi incluído o campeonato de escalada, palestras e o cinema de montanha. O Cine Montanha na Praça entrou em função do Festival de Filmes de Montanha que organizo. Começou na Semana Brasileira de Montanhismo por conta dos 10 anos de Festival, onde apresentamos os filmes nacionais vencedores do prêmio Corcovado. Agora será difícil de tirar o Cine Montanha da ATM. É muito bacana ver os filmes com o Pão de Açúcar ou a lua de fundo. É um espetáculo!”, declarou Alexandre.

No dia 26 de abril, às11h, vai haver o lançamento de dois livros:  o Guia de Escaladas de Itacoatiara, de Cintia Daflon e Flavio Daflon, da Editora Companhia  da Escalada e O caminho do Guerreiro da Rocha, de Arno Ilgner.

 O Cine Montanha na praça acontecerá também no dia 26, das 18h30 às 21h30, numa grande tela inflável, aos pés do Pão de Açúcar, cartão-postal da Cidade Maravilhosa. Os  filmes exibidos serão: Geração Lendária, de Seblen Mantovani, e Montanha Dilapidada –  A Face Norte do Petit Dru, de Gerald Samina. Geração Lendária será exibido das 19h30 às 20h30, e conta como um seleto grupo de escaladores dos anos 80 mudou os rumos do montanhismo. A Montanha Dilapidada – a Face Norte do Petit Dru ganhou o prêmio Kamera Alpin em Gold 2012 e será projetado das 20h30 às 21h30. O documentário conta a história da escalada de dois alpinistas na face Norte do Petit  Dru, que faz parte dos Alpes franceses.

No dia 26, haverá também uma palestra intitulada “Escaladas, Viagens e Filmagem” da série Montanhistas, do canal Off, das 18h30 às 19h30, com Bernardo Biê e Silvio Neto. Os escaladores e protagonistas da série contarão as suas experiências e curiosidades durante as gravações, além de fotos e relatos das viagens. No final da palestra acontecerá uma sessão de perguntas e respostas com os protagonistas e outros integrantes da equipe de produção e direção, como Seblen Mantovani, Julio Campanella e Rafaella Kamacho.

O Stand Cultural, integrado ao stand da FEMERJ, estará vendendo livros, guias de escalada, guias de trilhas e DVDs sobre montanhismo e o ambiente de montanha para quem quiser conhecer mais sobre o montanhismo, escalada e as montanhas.

Maiores informações:

http://www.femerj.org

 

Cinema e Fórmula 1

Cinema e Fórmula 1

Por: Gabriel Araújo (@gabriel_araujo1)

Sessão de Matinê: “Cinema e Fórmula 1”

Demorei, mas voltei. Depois de bom tempo longe das colunas no Poltrona de Cinema, principalmente por motivos escolares, retorno unindo o útil ao agradável: duas de minhas paixões. A Fórmula 1 e o cinema. Como muitos sabem, escrevo, além dessa Sessão de Matinê, a coluna Rookie Text no site Grande Prêmio, o maior do país tratando-se de automobilismo, do portal MSN e capitaneado por Flavio Gomes e Victor Martins.

Pois bem. Aproveitando que a Fórmula 1 chega, no próximo fim de semana, a 900 corridas em sua história, no GP do Bahrein, em Sakhir, venho comentar justamente as produções cinematográficas de sucesso com o tema. Não são muitas, até porque automobilismo é algo difícil de se levar para a telona e vira e mexe gera filmes fraquíssimos.

Alguns, porém, mudam o curso normal das coisas e mostram que, sim, a disputa sobre rodas é um bom ponto. Deixemos de lado obras como Velozes e Furiosos e foquemos na F-1. Cito três filmes que muito me agradam: Grand Prix, já histórico, Senna, documentário sobre o tricampeão, e Rush, recente obra prima sobre o campeonato de 1976.

1642712_4Por ordem cronológica, o início é com Grand Prix. Lançado em 1966, foi, por muito tempo, considerado por especialistas o melhor filme da história sobre a Fórmula 1. Até o lançamento de Rush, aliás. Dirigido por John Frankenheimer e vencedor do Oscar 1967 em melhor montagem, edição de som e mixagem de som, usa um misto de ficção e realidade para cativar. Narra a história de Pete Aron, piloto da Jordan-BRM que sofre um acidente em Mônaco, fere seu companheiro de equipe e é demitido. Ainda envolve um toque de triângulo amoroso entre Aron, Scott Stoddard (o outro piloto) e sua mulher Pat. Realmente muito bom. Muita qualidade.

Passemos a Senna. Indispensável paSENNAra o brasileiro que gosta de Fórmula 1 e obviamente, ao menos uma vez na vida, já ouviu Galvão Bueno gritar “Ayrton Senna do Brasil!”. Dos três filmes do post, é o documentário da vez. Apesar de vangloriar Ayrton, traça um bom perfil sobre sua vida, competitividade, sede de vencer e ser o melhor. Bem interessante, mesmo para os que não gostam, como eu, da chatice dos fãs mais apimentados de Senna, principalmente após sua morte, e consideram Michael Schumacher o melhor piloto da história. É bom, vá lá, até para os piquetistas. Vale a pena.

21023527_20130730205450537Por fim, o agora sim melhor filme de F-1 de todos os tempos: Rush. Estrelado por Daniel Brühl e Chris Hemsworth, dirigido por Ron Howard. Concorreu a muitos prêmios desde seu lançamento, no ano passado. Até mesmo o Oscar. É sobre a temporada de 1976, a rivalidade entre o centrado Niki Lauda, magistralmente interpretado por Brühl, e o playboy James Hunt. Não trata-se de um documentário. É um filme como qualquer outro, que narra fatos reais, mas mexe com o espectador, com inúmeros detalhes e uma ótima capacidade de cativar. Excepcional, excelente, fantástico.

Espera-se que a Fórmula 1, o automobilismo em geral, seja um gênero mais procurado após Rush. Quando se tem vontade de construir um filme bom, não é a dificuldade do tema que o impede. Quem quer, faz. Rush é a prova disso. Uma produção com a F-1 é bacana, emocionante de assistir. Mexe com os instintos. Vale a pena.

E, claro, que sigamos acompanhando não só o cinema, mas também os carros. Prova 900 da F-1 neste domingo no Bahrein. Façam suas apostas. Quem será o vencedor? Depois de Stirling Moss (#100), Jackie Stewart (#200), Ronnie Peterson (#300), Niki Lauda (#400), Nelson Piquet (#500), Jacques Villeneuve (#600), Giancarlo Fisichella (#700) e Fernando Alonso (#800)… Hamilton? Vettel? Massa? Rosberg? É esperar para ver. Quem sabe a história não vira um filme…

239- Batismo de Sangue

239- Batismo de Sangue

Para lembrar os 50 anos do Golpe Militar, cicatriz feia de nossa História, escolhi um filme, cujo livro que me marcou na faculdade: Batismo de Sangue.

Inspirado no livro de Frei Betto, o filme é impactante. Dentre tantos, é o que mais reflete o que foi o período da Ditadura para os perseguidos políticos,os desaparecidos, as famílias e para o próprio País.

O desempenho de Daniel Oliveira como frei Betto é sensacional!

Gosto de Olga. Não gosto de O que é isso,companheiro. Gosto muito de Zuzu Angel, o filme lembrado pelo José Trajano no Linha de Passe da última segunda-feira, 31. O dia que os militares nos impuseram que era o dia do golpe militar. Graças a meu professor Ivan Proença, estudei que era dia 1/04.

Recomendo o livro.

Dedico esse post a meu professor de Sociologia Gilson Caroni, meu professor Cid Benjamin e a Rubens Paiva, preso político cujos restos mortais ainda não foram devolvidos à família.

Sinopse: São Paulo, fim dos anos 60. O convento dos frades dominicanos torna-se uma trincheira de resistência à ditadura militar que governa o Brasil. Movidos por ideais cristãos, os freis Tito (Caio Blat), Betto (Daniel de Oliveira), Oswaldo (Ângelo Antônio), Fernando (Léo Quintão) e Ivo (Odilon Esteves) passam a apoiar o grupo guerrilheiro Ação Libertadora Nacional, comandado por Carlos Marighella (Marku Ribas). Eles logo passam a ser vigiados pela polícia e posteriormente são presos, passando por terríveis torturas.

Poltrona Geek #11 – Vidas ao Vento / Kaze Tachinu

Poltrona Geek #11 – Vidas ao Vento / Kaze Tachinu

 

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Poltroneiros,

He Yôkoso, iremos hoje falar nada mais nada menos do que a ultima animação do fantástico diretor Hayao Miyazaki, que anunciou sua aposentadoria e sagrou este como sua ultima obra de arte.

Vamos para o que interessa!!!

Sinopse

Jiro Horikoshi, vive em uma cidade do interior do Japão. Um dia, ele tem o sonho de estar voando em um avião com formato de pássaro. A partir desse sonho, ele decide que construir um avião e colocá-lo no ar é a meta da sua vida dentro do período da 2ª guerra mundial.

https://www.youtube.com/watch?v=XD4k_T8ThWs&feature=youtu.be

Análise

Começo aqui lamentado que esta bela animação tenha perdido o Oscar 2014, para a animação da Disney Frozen.

Pulando isso vamos  começar pelo roteiro que está bem elaborado, que lentamente vai se encorpando e mostrando o seu recado.

Os personagens são bem definidos e mostrados naquilo que seja necessário e a fantasia e a realidade são sutilmente separadas, tendo como base o concreto.

A trilha sonora se encaixa perfeitamente e nos leva a adentrar no mundo oferecido.

É baseado em fatos reais, na vida do Jiro Horikoshi, e com isso temos uma viagem sobre os problemas e frustrações que o Japão passou no antes e durante 2ª Guerra Mundial e seu final surpreende.

O traço continua maravilhoso, não dando saudades das animações ultrarrealistas.

Romance, sonhos e uma dose de realidade, a receita mais que perfeita!

Links

Pagina no Face do SpheraGeek

Contato: spherageek@gmail.com

Nota Geral

Bonequinho nota 8

“Eu to voando…!!!”