Promoção Quando o futebol não é apenas um jogo

Promoção Quando o futebol não é apenas um jogo

Vamos dar o livro Quando o futebol não é apenas um jogo, de Gustavo Hofman. Será lançado um desafio com uma pergunta. Quem acertar primeiro, leva.

Desafio: Qual é o filme preferido do Gustavo Hofman?

Não vale perguntar para o próprio.

Preciso que coloquem um email para que possamos entrar em contato com o vencedor.

Boa sorte a todos!!

245-Bem-vindo aos 40

245-Bem-vindo aos 40

Qualquer filme com Paul Rudd me atrai. Este é leve e mostra as crises de quem faz quarenta anos. É um filme despretensioso que faz o tempo passar rápido.

A mulher, Debbie, faz 40 perto do marido, Pete, e esconde a idade. Ela sustenta a casa, enquanto ele ajuda o pai que têm três filhos pequenos e tenta a sorte numa gravadora independente. Ele decide fazer uma festa. Ela se nega a comemorar junto com ele.

Nesse rolo, duas filhas: Sadie e Charlotte. Uma que acaba de menstruar e ama Lost e a outra menorzinha, figuraça. Tanto o marido como a esposa têm problemas com os pais. Ela tem pouco contato com o dela que se casou de novo e tem outros filhos.

Quem não tiver nada para fazer, pode assistir. Dá para refletir sobre determinadas questões da vida.

Sinopse: Um olhar na vida de Debbie (Leslie Mann) e Pete (Paul Rudd) anos após o ocorrido em Ligeiramente Grávidos. Ambos com 40 anos, eles resolvem dar um jeito na vida e fugir da rotina através de dietas, exercícios e um contato mais próximo com as filhas Sadie e Charlotte. A direção é de Judd Apatow.

Anjos da Lei 2

Anjos da Lei 2

Por: Gabriel Araújo (@gabriel_araujo1)

Captura de Tela 2014-09-25 às 20.13.49Sessão de Matinê: “Anjos da Lei 2”

Anjos da Lei 2 é a reencarnação de Anjos da Lei. E não faz questão de esconder – muito pelo contrário: as referências ao primeiro filme são explícitas. O total sucesso deste credenciou a sequência, e quem espera novidades se desapontará. No fundo, apenas o contexto em que a dupla Jenko e Schmidt (ou Brad e Doug McQuaid) está inserida – da escola para a universidade.

A história, em si, é fraca. Os dois agentes são designados para infiltração na faculdade, em busca de uma droga aniquiladora chamada WHYPHY – sim, “Wi-Fi”. Jenko se junta ao time de futebol americano, Schmidt apresenta um gênio abandonado, a “cabeça que pensa” um tanto separada do parceiro. É bobeirinha, aparece até o Spring Break mexicano. Não se assuste com qualquer desvio ao longo do filme.

A produção se vale da ‘broderagem’, da amizade entre os policiais, bem aperfeiçoada em relação ao filme anterior, até mesmo pela óbvia afinidade em cenas para Channing Tatum e Jonah Hill, dupla da qual, convenhamos, não se pode esperar nenhuma grande novidade, também.

Anjos da Lei continua a seguir a linha da comédia entre amigos que quase transcende ao romantismo. Aumenta o nível de piadas de humor negro, mas nada 100% abusivo. É, portanto, uma típica comédia adolescente do século XXI. Repito: apostando na base total do primeiro longa. Ice Cube retorna como chefe, algumas figuras carimbadas do filme inicial também fazem pontas e, de extra, apenas Amber Stevens como a futura artista Maya e Wyatt Russell como o atlético Zook. Como Mercedes, Jilian Bell não aparece tanto quanto poderia – mas se mostra bastante versátil.

O roteiro de Phil Lord e Chris Miller flutua livremente. Não há restrição alguma, e explorar a diversão é uma tendência de “22 Jump Street”. Exato: em meio a uma DR de parceiros, personificando um verdadeiro romance, há o espaço da comédia, da alegria. É um filme que faz rir, ainda mais se visto legendado, sem perder as piadas e sequências ‘geek’ que a dublagem é obrigada a esquecer.

Chegando a situações sexuais, em que difere ao filme 1, “Anjos da Lei 2” é recomendado aos jovens. Não foge do público-alvo. A quem prefere filmes tradicionais, ainda que busque graça, vale passar longe. É uma famigerada produção com banho de modernidade, que, ao mesmo tempo em agrada determinado grupo a que se dirige, pode chegar a incomodar alguém diferente. É praticamente gostar ou odiar. O meio termo é tão difícil de se encontrar como pessoas que vejam os dois lados do cinema – eu, pelo menos, caibo no achado, para ambas as situações. Mas pense antes de ver.

Nota: 3/5

Sinopse:
Os oficiais Schmidt e Jenko têm agora uma nova missão: se infiltrar em uma faculdade local. O problema é que, em meio à investigação, Jenko conhece sua alma gêmea em plena equipe de futebol americano e Schmidt, após se infiltrar no centro de arte boêmia, começa a questionar a dupla. Em meio aos inevitáveis problemas de relacionamento, eles precisam encontrar um meio de desvendar o caso que estão investigando.

 

244- Ghost, do outro lado da vida

244- Ghost, do outro lado da vida

Não sou espírita, mas esse filme é um marco. Primeiro, porque ele foi lançado quando meu pai estava doente. Segundo, porque a minha mãe viu várias vezes e sempre lembrava do meu pai.

Tem uma das cenas de amor mais lindas da história do cinema e uma trilha sensacional com Unchained Melody.

O casal protagonista também teve química. Era formado por Demi Moore e o saudoso Patrick Swayze.

Vi mais de vinte vezes. Um filme que realmente toca e faz com que sempre recordemos com carinho de quem amamos.

A frase Ditto ficou marcada porque Sam não falava que amava Molly. Só falou depois que morreu.

Whoppy Goldberg está impagável nesse filme e ganhou o Oscar de Melhor Atriz coadjuvante

Sinopse: Sam Wheat (Patrick Swayze) e Molly Jensen (Demi Moore) formam um casal muito apaixonado que tem suas vidas destruídas, pois ao voltarem de uma apresentação de “Hamlet” são atacados e Sam é morto. No entanto, seu espírito não vai para o outro plano e decide ajudar Molly, pois ela corre o risco de ser morta e quem comanda a trama, e o mesmo que tirou sua vida, é quem Sam considerava seu melhor amigo. Para poder se comunicar com Molly ele utiliza Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg), uma médium trambiqueira que consegue ouvi-lo, para desta maneira alertar sua esposa do perigo que corre.

243- Gattaca – Uma experiência genética

243- Gattaca – Uma experiência genética

Adoro ficção científica. Poucos gostaram desse filme, mas a mim, me encantou, principalmente porque um dos protagonistas é um dos meus atores favoritos: Ethan Hawke.

Além de ficção, expõe uma trama de suspense. Nesse estilo temos também Blade Runner, um marco, e Minority Report, com Tom Cruise. Recomendo os dois.

Por ter gostado a vida toda de Biologia, experiências genéticas me fascinam. Nesse filme, Ethan conheceu sua esposa na ocasião Uma Thurman que ficou mais famosa depois de ser uma Tarantino girl em Kill Bill.

O filme tem que ser visto com atenção e visualmente é muito bonito. De quebra, ainda tem Jude Law.

Sinopse: Num futuro no qual os seres humanos são criados geneticamente em laboratórios, as pessoas concebidas biologicamente são consideradas “inválidas”. Vincent Freeman (Ethan Hawke), um “inválido”, consegue um lugar de destaque em corporação, escondendo sua verdadeira origem. Mas um misterioso caso de assassinato pode expôr seu passado.