Top 5 Comédias Nonsense

Top 5 Comédias Nonsense

Salve galera.

Existe um tipo de comédia que fez muito sucesso nas décadas de 80 e 90, onde tudo era possível e as paródias com outros filmes estavam liberadas: as comédias nonsense.

É verdade que até hoje este tipo de filme ainda é lançado, mas a cada nova produção, a qualidade dos roteiros e dos atores cai.

Mas quem ainda procurar alguns destes clássicos, vai poder dar muitas risadas. Por isso, nosso TOP 5 hoje é das comédias nonsense.

ZSydPqt5 – TODO MUNDO EM PÂNICO (Scary Movie – 1995)

O mais recente desta lista também é uma das ultimas boas produções neste gênero.  Acabou ganhando mais 4 continuações mas a única que vale a pena assistir é a segunda.

Uma curiosidade é que Todo Mundo em Pânico tem o filme Pânico como principal inspiração e seu nome em inglês (Scary Movie – Filme Assustador) era o nome original de Pânico, que foi alterado para Scream – Grito.

imgres4 – TOP SECRET! SUPERCONFIDENCIAL (Top Secret – 1984)

Primeiro filme estrelado pelo ator Val Kilmer. As paródias variam entre filmes de espionagem, guerra e westerns.

Detalhe que este filme é dos mesmos produtores de Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu! E apesar de não ter tido o mesmo sucesso, ajudou a decolar a carreira de Val Kilmer.

wQ4U2lTYi8hMJD4a4WaNeBrKjNj3 – TOP GANG – ASES MUITO LOUCOS (Hot Shots – 1991)

Paródia de Top Gun – Ases Indomáveis, é estrelado por Charlie Sheen e Jon Cryer, que anos depois iriam voltar a trabalhar juntos em Two and a Half Man.

Um destaque foi o curta do Mr. Bean que passava antes do inicio do filme.

Ganhou uma sequencia baseada em Rambo, que também é imperdível.

MPW-179332 – CORRA QUE A POLÍCIA VEM AÍ (The Naked Gun: From the Files of Police Squad! – 1988)

Baseado na série The Naked Gun, o filme estrelado por Leslie Nielsen é uma comédia obrigatória. E por causa deste filme que Nielsen acabou se tornando o rei das comédias nonsense, participando de várias outras produções, como Duro de Espiar, 2001 – Um Maluco Solto no Espaço, Drácula – Morto Mas Feliz entre outros.

O filme gerou mais 2 continuações, mas que infelizmente não empolgaram tanto quanto o original. Mesmo assim, são boas pedidas.

20602p1 – APERTEM OS CINTOS… O PILOTO SUMIU! (Airplane! – 1980)

É sem duvida uma das maiores comédias da história do cinema.

Sátira principalmente dos filmes de desastres aéreos, Apertem os Cintos pode ser considerado como uma das primeiras comédias nonsense já feitas. Teve uma sequencia razoável.

E mesmo sendo um filme com quase 25 anos, não envelheceu. Vale a pena assistir.

@guimaraesedu

246- A primeira noite de um homem

246- A primeira noite de um homem

A resenha desse filme espetacular é uma singela homenagem ao diretor Mike Nichols, que faleceu neste dia 20 de novembro, dia da Consciência Negra. O filme revolucionou alguns costumes e colocou no imaginário masculino o fetiche por mulheres mais velhas. Dustin Hofmann está soberbo no filme.

A trilha sonora também é maravilhosa com vários hits. O final do filme é algo que não se espera, ainda mais pela época em que ele passa. Surpreendente.

Há muitos filmes legais de Mike que era alemão, de Berlim. Dentre eles, eu destaco Closer, perto demais e Uma secretária de futuro. Ele realmente fará falta ao cinema. Uma perda irreparável.

Quem não viu A primeira noite de um homem, corra para ver. É um filme marcante.

Resultado da promoção

Resultado da promoção

A vencedora da promoção do livro Quando o futebol não é apenas um jogo é Lara Dourado.

A resposta do desafio é: Campo dos Sonhos.

Até a próxima promoção!!!

Tim Maia – livro, filme, vida

Tim Maia – livro, filme, vida

Por: Gabriel Araújo (@gabriel_araujo1)

Sessão de Matinê: “Tim Maia”

Estou com muitaCaptura de Tela 2014-11-13 às 19.34.27 vontade de assistir a “Tim Maia”. Não sei o motivo, aliás, de ainda não tê-lo feito. Promoverei uma novidade e analisarei um filme sem ter visto sequer seu início. Tudo porque li “Vale Tudo – o Som e a Fúria de Tim Maia”, de Nelson Motta. Uma das biografias mais legais que já conheci. Inovarei mais: a resenha, hoje, será 90% literária. Depois comentamos o filme, ok?

O livro é um primor, como deve ser sua versão cinematográfica. Tim Maia era um vulcão em erupção constante. Não parava. Bebia, cheirava, fumava, engordava, não se cuidava. Conhecer sua história além do básico pelas linhas belíssimas de Nelson Motta, um exímio jornalista e, acima de tudo, grande amigo de Tim, é um prazer. É viajar sem que nenhuma das drogas que o Síndico tanto usou se faça necessária.

O livro é divertido. É uma paulada. O filme há de ser assim. Li várias críticas que chegaram à essência de Tim com o filme: além do músico genial, o ser polêmico. Pois Tim Maia é tudo. É quase inimaginável. É quase ‘imbiografável’. Mas Nelson Motta o fez. Mauro Lima o fez. E provam com qualidade que, querendo, não importa o personagem: as histórias, que estão aí para contarmos e desvendarmos, podem ser reveladas sem papas na língua.

Espero não ser como Tim em seus shows e não faltar às sessões de ‘Tim Maia’, o filme. Não preciso de muito para entender a genialidade de um músico transportada para as telas de cinema. O Síndico é como… bem… do Leme ao Pontal: não há nada igual. O descobridor desvendou bem mais do que “apenas” sete mares na vida, e o dia 15 de março de 1998 marcou não só a morte de um grande músico, mas também de um folclore que não se vê mais nas artes brasileiras. Viva, Tim Maia!

No mais, leiam Nelson Motta. Assistam Mauro Lima. Ouçam Tim Maia. São ordens! Mas, confesso, me falta cumprir uma… Voltamos com mais, logo, logo.

Sinopse:
Cinebiografia do cantor Tim Maia, baseada no livro “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia”. O filme percorre cinquenta anos na vida do artista, desde a sua infância no Rio de Janeiro até a sua morte, aos 55 anos de idade, incluindo a passagem pelos Estados Unidos, onde o cantor descobre novos estilos musicais e é preso por roubo e posse de drogas.

A Dona da Poltrona: As cenas mais românticas do cinema

A Dona da Poltrona: As cenas mais românticas do cinema

Olá Poltroneiros, 

Crédito da foto: Reprodução da Internet.
Crédito da foto: Reprodução da Internet.

Essa semana, irei falar das cenas mais românticas do cinema. Sim, sou romântica. E como vocês já perceberam, sim amo Cinema. Espero que gostem e se não concordarem, a coluna está aberta aos comentários. Gosto de filmes de romance e os priorizo na minha seleção de filmes. Eis os filmes:

5- Julie Ormond e Harrison Ford no remake de Sabrina em que ele vai atrás dela em Paris e diz que sem ela, não pode viver. O take final mostra os dois, Sabrina e Linus, se beijando com a Torre Eiffel de fundo. Impossível existir cidade mais romântica que Paris. E esse filme é tão bom quanto o original com Audrey Hepburn, Humphrey Bogart e William Holden. Um dos melhores papéis de Harrison Ford.

4- Diane Keaton e Jack Nicholson em Alguém tem que ceder, na cena final, em que eles finalmente se entendem em Paris. Paris é Paris. De novo, a cidade é um cenário deslumbrante para aqueles que amam. Diane prefere Jack ao Keanu, muito mais jovem. Erica, vivida por Keaton, consegue arrebatar o coração de Harry, vivido por Nicholson.

3- Anne Hathway e Jim Sturgess na cena final em que finalmente sabemos o que aconteceu com eles naquela dia pós-formatura. O filme é em flashback. Dexter se recorda do que aconteceu após o desenrolar da trama. O beijo deles é simples, mas assinala uma futura amizade que acaba se transformando num amor eterno. O filme é pior que o livro, de David Nicholls, mas quem viu, jamais o esquece. Dexter e Emma entram para a galeria das mais belas histórias de amor do cinema.

2- Tom Cruise e Renee Zelweeger em Jerry Maguire na varanda da casa de Dorothy após um jantar em que ele arrebenta a alça do vestido preto dela. Tinha que ter um filme com Tom Cruise e essa cena é muito linda, sensível. Para ver e rever. Um dos melhores filmes de Tom Cruise, tanto que ele concorreu ao Oscar de Melhor Ator na ocasião. Jerry custa a reconhecer que ama Dorothy. A sequência em que ele se declara no final também é linda.

1- Julia Roberts e Richard Gere na cena de piano no hotel, em Uma Linda Mulher. Mais romântica, impossível. Os dois não querem admitir que estão apaixonados. E Richard Gere toca piano de verdade no take anterior. Simplesmente inesquecível. Edward e Vivian também formam um casal para recordar. É a versão moderna da Cinderela.

Até mais,

Anna.