137- Admiradora Secreta

137- Admiradora Secreta

Amava C. Thomas Howell. Não sei que fim ele levou. Esse filme me inspirou a escrever uma carta de amor anônima.

Recomendo!

Um rapaz (C. Thomas Howell) recebe uma carta de amor anônima e, imaginando conhecer a pessoa amada, responde para a pessoa errada. Só que a carta se extravia e com isso uma série de mal-entendidos acontecem.

136-Alguém muito especial

136-Alguém muito especial

Esse filme teenager é clássico. E tem Eric Stoltz em grande forma. Ele ficou famoso por A Mosca. E era o galãzinho daqueles tempos!

Fala de um amor platônico entre amigos que acaba bem. É bem romântico e me faz lembrar de uma época de adolescente muito bacana!

Sinopse:
Keith Nelson (Eric Stoltz) é um jovem que sonha em ser pintor, apesar de seu pai, Cliff Nelson (John Ashton), ter decidido que ele vai para a faculdade. Paralelamente Keith fica fortemente atraído por Amanda Jones (Lea Thompson), a garota mais popular do colégio, que namora Hardy Jenns (Craig Sheffer), que é rico e gosta de se exibir. Querendo conquistar Amanda, Keith pede ajuda a Watts (Mary Stuart Masterson), sua melhor amiga, sem reparar que ela está perdidamente apaixonada por ele. Enquanto Watts estimula Keith em uma insensata tentativa de impressionar Amanda, surge um outro obstáculo: Hardy, que além de orgulhoso é covarde. Ele articula um plano com seus amigos para darem uma surra em Keith, quando ele e Amanda forem juntos em uma festa na sua casa. Para esta noite Keith gastou o dinheiro da faculdade comprando uma cara jóia para Amanda. Acompanhando tudo isto de perto, a apaixonada Watts sofre o tempo todo.

Poltrona de Opinião / por Eduardo Guimarães

Poltrona de Opinião / por Eduardo Guimarães

FILOSOFIA E TECNOLOGIA NO CINEMA

Por Eduardo Guimarães

O cinema gosta de misturar temas bem diferentes em suas produções. Em muitas vezes consegue acertar, criando filmes excelentes. Mas quando erra, acaba criando fracassos de bilheteria e critica.

Filosofia e tecnologia já se mostraram temas que podem andar juntos. Mas com cuidado, senão acabam prejudicando histórias com muito potencial.

Vamos falar de alguns filmes que funcionaram e alguns que não deram certo nessa mistura bizarra.

Para começar falando bem, temos que iniciar por Blade Runner – O Caçador de Androides (Blade Runner, de 1982, direção de Ridley Scott, com Harrison Ford, Rutger Hauer e Sean Young).  Talvez o melhor filme sobre o assunto, ao citar a luta de uma raça (os replicantes) que somente querem viver mais. A cena final ainda é uma das mais lindas já feitas para o cinema.

A discussão em Blade Runner envolve a humanização das maquinas e a maquinização dos homens. Até que as duvidas e medos dos homens acabam se tornando as mesmas dos replicantes, o que torna impossível distinguir um do outro. E o que acaba gerando uma última duvida no final do filme: seria Deckard (Harrison Ford) um replicante?

Infelizmente a tentativa de misturar este dois temas acabaram estragando duas excelentes franquias de Hollywood: Matrix e Tron.

Em Matrix (The Matrix, de 1999, direção dos Irmãos Wachowski, com Keanu Reeves, Laurence Fishburne e Hugo Weaving) não havia a mistura de filosofia e tecnologia. Era simplesmente um filme sobre a guerra entre homens e máquinas. E funcionou perfeitamente.

Já Matrix Reloaded (The Matrix Reloaded, de 2003, direção dos Irmãos Wachowski, com Keanu Reeves, Laurence Fishburne e Hugo Weaving) e Matrix Revolutions (The Matrix Revolutions, de 2003, direção dos Irmãos Wachowski, com Keanu Reeves, Laurence Fishburne e Hugo Weaving) misturaram os conceitos, criando um ser humano que consegue interagir mentalmente com as máquinas mesmo estando sem nenhum tipo de conexão com elas. Os filmes também mostram máquinas que conseguem fugir da sua programação inicial e conseguem transferir sua programação para um ser humano ou decidem fugir do mundo virtual para viver no mundo real. A luta entre o homem e a máquina é resumida a uma luta contra da luz (homem) contra a máquina (trevas). Mas este conceito acaba se perdendo quando temos máquinas que querem fugir para realidade porque as máquinas estão querendo se tornar homens e fugir para o mundo real. Não é mostrado qual o motivo que leva estas máquinas a esta decisão e muitas ideias ou não são explicadas ou são explicadas de maneira insatisfatória.

O mesmo aconteceu com Tron: O Legado (Tron: Legacy, de 2010, direção de Joseph Kosinski, com Jeff Bridges, Garrett Hedlund e Olivia Wilde). A história se torna confusa quando programas surgem do nada dentro do mundo virtual. E estes programas são representações virtuais de serem vivos, que infectam outros programas e eles decidem que querem dominar o cyberespaço e o mundo real.

Infelizmente a ideia do filme original, Tron (Tron, de1982, direção de Steven Lisberger, com Jeff Bridges, Bruce Boxleitner e David Warner) foi perdida. Em Tron, Kevin Flynn (Jeff Bridges) é um programador que vai parar dentro do cyberespaço e confronta um programa criado por Ed Dillinger (David Warner). Já no segundo filme, Flynn é uma espécie de deus, que criou os fundamentos do novo cyberespaço. E por causa disso, surgiu essa nova geração de programas que querem sair. Sim, é realmente confuso.

Outros filmes tentaram fazer o link sobre os temas, mas acabaram criando histórias fracas. A.I. – Inteligência Artificial (A.I. Artificial Intelligence, de 2001, direção de Steven Spielberg, com Haley Joel Osment, Jude Law e William Hurt) e o Homem Bicentenário (Bicentennial Man, de 1999, direção de Chris Columbus, com Robin Williams e Sam Neill) falam da humanização das máquinas e como elas querem se tornar serem humanos idênticos a nós em todos os sentidos: com sentimentos, emoções e fraquezas e prazeres. Infelizmente estes filmes acabaram ficando presos a roteiros fracos que não conseguem cativar o espectador.

Misturar temas dessa forma pode ser perigoso, porque se a história não for extremamente bem trabalhada, o filme pode ficar confuso ou fraco.

Mas quando é bem feito, cria clássicos como Blade Runner.

@guimaraesedu

135- A garota de rosa shocking

135- A garota de rosa shocking

Esse filme marcou a minha adolescência. E Molly Ringwald era a heroína que todas as meninas da minha época gostariam de ser. O filme fala de um amor platônico que acaba se realizando de uma forma inesperada. Uma comédia adolescente bem estilo adolescente anos 80.

E eu amo rosa!

Recomendo!

Sinopse:Uma garota pobre (Molly Ringwald), que estuda em colégio de ricos, sonha em ter um vestido especial para ir ao baile da escola e namorar algum colega bonitão e milionário.

Poltrona de Opinião / por Eduardo Guimarães

Poltrona de Opinião / por Eduardo Guimarães

TOP 5: FILMES SOBRE ROCK AND ROLL

Sexta-feira passada foi comemorado o Dia Mundial do Rock. Então nada mais justo do que fazermos um Top 5 com os melhores filmes sobre Rock and Roll.

E não esqueça: a trilha sonora de qualquer um destes filmes é obrigatória.

5º lugar: A FERA DO ROCK

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Filme estrelado por Dennis Quaid, Alec Baldwin e Winona Ryder, conta a história de Jerry Lee Lewis, talvez uma das figuras mais controversas da história do Rock.

Desde seu sucesso meteórico, a “briga” pelo sucesso com Elvis e seu casamento com sua prima de 13 anos.

Em a Fera do Rock (Great Balls of Fire, de 1989, direção de Jim McBride), Denis Quaid está em uma de suas melhores interpretações.

Pode assistir sem medo.

4º lugar: DETROIT ROCK CITY

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Detroit Rock City (De 1999, Direção de Adam Rifkin), conta a aventura de quatro amigos, liderados por Edward Furlong, que tentam de toda maneira entrar em um show do Kiss.

O Kiss participou diretamente da produção do filme, além de terem participado das cenas finais.

Divertido, simples e despretensioso.

3º lugar: JOHNNY & JUNE

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Poucos tiveram um estilo de vida tão rock and roll quanto Johnny Cash: fez um sucesso absurdo na década de 60, quando tocou ao lado de Elvis Presley e de Jerry Lee Lewis, se tornou viciado em drogas e álcool, lutou para largar o vício e encontrou o verdadeiro amor, a cantora June Carter.

Johnny & June (Walk the Line, de 2005, direção de James Mangold) tem em seu elenco Joaquin Phoenix, Reese Witherspoon e Robert Patrick.

Ninguém influenciou mais bandas e cantores de rock do que o Homem de Preto.

É para ver, rir, cantar junto e chorar.

2º lugar: ROCK STAR

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Rock Star (De 2001, direção de Stephen Herek, com Mark Wahlberg e Jennifer Aniston) conta a história de Chris “Izzy” Coles, fã da banda Steel Dragon, que acaba virando vocalista da banda quando o vocalista original briga com os outros membros e sai do grupo.

O filme é inspirado em uma história que aconteceu com a banda Judas Priest: o vocalista Rob Halford saiu e em seu lugar entrou Ripper Owens, que cantava em um cover da banda.

E não duvido que as cenas dos bastidores dos shows do Steel Dragon também não sejam baseadas em fatos reais.

1º lugar: QUASE FAMOSOS

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Não tem como fazer uma lista sobre filmes de rock e não colocar esta obra prima de Cameron Crowe.

Quase Famosos (De 2000, com Kate Hudson, Billy Crupud, Jason Lee e Philip Seymour Hoffman) conta a história de um garoto de 15 anos que acompanha a turnê da banda Stillwater durante a década de 60.

Este filme define bem o que foi os anos 60 para uma geração que vivia a base de sexo, drogas e rock and roll.

Se você ainda não viu, pare o que está fazendo e corra atrás deste filme.

Eduardo Guimarães