Foi lançado no YouTube um canal de Filmes Brasileiros Completos. São vários filmes na íntegra no you tube.Honestamente não sei como irá funcionar a nível de direitos autorais, mas o canal está lá.
Quem estiver interessado, acesse o you tube.
Foi lançado no YouTube um canal de Filmes Brasileiros Completos. São vários filmes na íntegra no you tube.Honestamente não sei como irá funcionar a nível de direitos autorais, mas o canal está lá.
Quem estiver interessado, acesse o you tube.
Todos sabem que eu adoro FoxMulder e Dana Scully.Esse filme é a sequência e foi mal recebido pela crítica. Como X-cer eu gostei,ainda mais que fala de um relacionamento entre Fox e Dana, coisa que sempre foi sublimada na cultuada série de Chris Carter.
Nesse filme, Scully demonstra claramente seu ciúme por Mulder por causa da nova agente escalada pelo FBI para acompanhar as investigações.
Aguardamos a sua continuação ou o fechamento da trilogia.
Saudades da série. Uma das melhores que eu assisti.
Sinopse: O súbito desaparecimento da agente Monica Bannan (Xantha Radley) faz com que a agente Dakota Whitney (Amanda Peet) recorra à ajuda do padre Joe (Billy Connolly), um homem que abusou sexualmente de 37 coroinhas no passado e que alega ter visões. Para ajudá-la na busca, já que não conta com experiência em acontecimentos fora do comum, a agente Whitney busca o apoio de Fox Mulder (David Duchovny), que não é mais agente do FBI. O contato é feito através de Dana Scully (Gillian Anderson), que também deixou a organização e agora trabalha como médica em um hospital católico. Inicialmente relutante, Mulder decide cooperar e, aos poucos, passa a acreditar cada vez mais nas palavras do padre Joe.
Os principais premiados:
Melhor filme: Colegas, de Marcelo Galvão. Fala sobre portadores da Síndrome de Down.
Melhor Filme Estrangeiro: Artigas,la redota, de Cesar Chalone, Uruguai.
Melhor Curta-metragem: Menino do cinco, de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira.
Melhor Diretor: Kléber Mendonça Filho – O som ao redor
Melhor atriz: Fernanda Nogueira – O que se move
Melhor Ator: Marat Descartes- Super Nada
Melhor Roteiro: Pedro Bial-Jorge Mautner, o filho do Holocausto
Melhor Montagem: Leyda Napoles – Jorge Mautner, o filho do Holocausto
Melhor Fotografia: Gustavo Hadba- Jorge Mautner, o filho do Holocausto
É com tristeza que o blog informa a morte do cineasta Tony Scott. Ele se jogou de uma ponte de Los Angeles na noite do dia 19 de agosto. Muitos filmes legais de Tony, que é irmão de Ridley. Entre eles: Top Gun que revelou a mim e ao mundo o super mega star Tom Cruise.
Tony cometeu suicídio após saber que tinha um tumor cerebral inoperável.
Segundo o site The Hollywood Reporter,Tony estava planejando rodar com Tom Cruise Top Gun 2.
Descanse em paz, Tony.
Atualização dia 21/08/12: A mulher de Scott, Donna Wilson disse ao site TMZ que o marido não tinha câncer.
Por Eduardo Guimarães
Todo grande filme tem uma frase que marca. Isso é lei.
É impossível não se lembrar de …E o Ventou Levou (Gone with the Wind, de 1939, direção de Victor Fleming) e não se lembrar de Rhett Butler (Clark Gable) falando “Frankly, my dear, I don’t give a damn” (francamente, minha querida, eu não estou nem aí); ou de Michael Corleone (Al Pacino) dizendo “It’s nothing personal, it’s only business” (Não é nada pessoal, são apenas negócios) em O Poderoso Chefão (The Godfather, de 1972, direção de Francis Ford Coppola).
Certas frases acabam entrando para nosso cotidiano, como “Go ahead, make my day” (Vá
em frente, faça meu dia), dita por Harry Callahan (Clint Eastwood) em Impacto Fulminante (Sudden Impact, de 1984, direção de Clint Eastwood) ou “Are you talkin’ to me?” (você está falando comigo?), em Taxi Driver (Taxi Driver, de 1976, direção de Martin Scorsese), falada por Travis Blake (Robert De Niro).
E não podemos esquecer o cinema nacional, que recentemente nos presenteou com “coloca na conta do Papa” em Tropa de Elite (de 2007, direção de José Padilha) ou “Dadinho é caralho, meu nome agora é Zé Pequeno” de Cidade de Deus (de 2002, direção de Fernando Meirelles).
Ambas entraram para o cotidiano brasileiro. Mas nenhuma é mais a cara do Brasil do que “Ninguém é de ninguém”, dita em Muito Prazer (de 1979, direção de David Neves).
Porém algumas frases acabam nos enganando e entrando para história de um filme de uma maneira errada.
O exemplo mais famoso é Casablanca (Casablanca, de 1942, direção de Michael Curtiz). Ilsa Lund Laszlo (Ingrid Bergman) nunca falou “Play it again, Sam” (toque de novo Sam). Na verdade ela fala “Play it, Sam. Play As Time Goes By” (Toque, Sam. Toque As Time Goes By). Outra frase marcante no filme é “We’ll always have Paris” (Nós sempre teremos Paris), dita por Richard Blane (Humphreu Bogart).
Outra frase que não foi dita é “My name is Bond, James Bond” (Meu nome é Bond, James Bond) em 007 Contra o Satânico Dr. No (Dr. No, de 1962, direção de Terence Young). Na verdade Bond (Sean Connery) diz apenas “Bond, James Bond”. Somente nos filmes seguintes é que 007 adota a frase completa. E para acompanhar este clássico do cinema, “one martini shaken, not stirred” (um martini batido, não mexido).
“I’ll be back” (Eu vou voltar) é mais lembrada no filme O Exterminador do Futuro 2:
O Julgamento Final (The Terminator 2: Judgment Day, de 1991, direção de James Cameron), do que quando foi dita no primeiro filme da franquia por, O Exterminador doFuturo (The Terminator, de 1984, direção de James Cameron). E fez tanto sucesso que entrou em todos os outros filmes da franquia e em qualquer filme que Arnold Schwarzenegger faça.
Não é possível falar deste assunto somente em um texto. Então eu vou roubar a frase de Schwarzenegger e dizer que “eu vou voltar” neste tema em outra oportunidade.