Qual é o seu Batman favorito?

Qual é o seu Batman favorito?

Pegando carona no meu programa favorito, o Pontapé Inicial, da Espn Brasil, apresentado pelos queridos Dudu Monsanto e José Trajano, faço a seguinte enquete: qual é o seu Batman favorito?

Opções:

1) Adam West

2) Michael Keaton

3) Val Kilmer

4) George Clooney

5) Christian Bale

6) Dedé Santana

O meu é Christian Bale. Preciso ver a sequência porque ainda não vi. Votem!

151- A origem

151- A origem

Um dos melhores filmes que já vi, dirigido por Christopher Nolan, de Amnésia.

Um ladrão decide penetrar na mente de um milionário para assaltá-lo. E através de uma substância injetada faz as maiores viagens pelo mundo e pelo inconsciente.

Um tremendo atrativo: Leonardo Dicapprio. Tem que se prestar bastante atenção ao filme.

Quem co-estrela é Marion Coittlard que ganhou o Oscar de Melhor Atriz por Piaf.

Imperdível!

Sinopse: Em um mundo onde é possível entrar na mente humana, Cobb (Leonardo DiCaprio) está entre os melhores na arte de roubar segredos valiosos do inconsciente, durante o estado de sono. Além disto ele é um fugitivo, pois está impedido de retornar aos Estados Unidos devido à morte de Mal (Marion Cotillard). Desesperado para rever seus filhos, Cobb aceita a ousada missão proposta por Saito (Ken Watanabe), um empresário japonês: entrar na mente de Richard Fischer (Cillian Murphy), o herdeiro de um império econômico, e plantar a ideia de desmembrá-lo. Para realizar este feito ele conta com a ajuda do parceiro Arthur (Joseph Gordon-Levitt), a inexperiente arquiteta de sonhos Ariadne (Ellen Page) e Eames (Tom Hardy), que consegue se disfarçar de forma precisa no mundo dos sonhos. (In: Adoro Cinema).

POLTRONA DE OPINIÃO: Com Rob Cohen no Volante

POLTRONA DE OPINIÃO: Com Rob Cohen no Volante

Por Eduardo Guimarães

Rob Cohen nunca vai ser considerado um diretor top em Hollywood. Muitas pessoas consideram seus filmes descartáveis por serem filmes com muita ação e roteiros simples.

Mas não tem como negar que seus filmes são diversão pura para quem assiste.

Cohen é americano e nasceu em 1949. Ele vem trabalhando desde a década de 80, dirigindo episódios de algumas séries, como Miami Vice e vários filmes feitos direto para TV.

Seu primeiro grande sucesso foi Dragão: A História de Bruce Lee (Dragon: The Bruce Lee Story, de 1993, com Jason Scott Lee, Lauren Holly e Robert Wagner). O filme teve uma boa aceitação de publico e critica, apesar de várias divergências com a vida de Bruce Lee.

Seu próximo trabalho foi Coração de Dragão (Dragonheart, de 1996, com Dennis Quaid e Sean Connery), filme que conta a história de um caçador de dragões (Dennis Quaid) que se torna amigo do último dragão vivo (Sean Connery). Filme muito bem feito e com uma história muito bonita.

Daylight (Daylight, de 1996, com Sylvester Stallone, Viggo Mortensen e Amy Brenneman) é um filme “homenagem” dos filmes catástrofes da década de 70, onde um acidente prende várias pessoas dentro de um túnel em Nova York. E somente o especialista em resgates Kit Latura (Stallone) pode salvar os sobreviventes. Não foi muito bem pela critica, mas obteve bons números na bilheteria mundial.

O próximo filme de Cohen foi Sociedade Secreta (The Skulls, de 2000, com Joshua Jackson, Paul Walker, Hill Harper e Christopher McDonald). Este é o filme com melhor roteiro já dirigido por Cohen e foi inspirado na sociedade secreta Skulls and Bones (Crânios e Ossos), que realmente existe na Universidade de Yale.

Em 2001 Cohen iniciou uma das franquias mais lucrativas da atualidade: Velozes e Furiosos (The Fast and The Furious, de 2001, com Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez e Jordana Brewster). Este também foi o primeiro filme que Cohen dirigiu com Diesel, com que voltaria a trabalhar em Triplo X (xXx, de 2002, com Vin Diesel, Samuel L. Jackson e Danny Trejo). Por sinal, em ambos os casos os filmes tiveram sequencias sem a presença de Cohen.

Seu próximo projeto, Cohen foi para a ficção com Stealth – Ameaça Invisível (Stealth, de 2005, com Josh Lucas, Jessica Biel, Jamie Foxx, Sam Shepard e Joe Morton), filme que mostra um grupo de pilotos americanos que começa a trabalhar com uma nova geração de aviões controlados por uma inteligência artificial.

E seu último filme foi A Múmia: A Tumba do Imperador Dragão (The Mummy: Tomb f the Dragon Emperor, de 2008, com Brendan Fraser, Maria Bello e Jet Li). Este foi (por enquanto) o último filme da franquia A Múmia e não contou com a presença de Rachel Weisz, que foi substituída por Maria Bello.

Seus próximos projetos prometem muito: ele pretende reassumir a direção da franquia Triplo X com xXx: The Returno f Xander Cage (Triplo X: O Retorno de Xander Cage, em tradução livre), filme que está em produção; e I, Alex Cross (Eu, Alex Cross, em tradução livre), que trará novamente Morgan Freeman no policial Alex Cross, dos filmes Beijos que Matam (Kiss the Girls, de 1997, direção de Gary Fleder) e Na Teia da Aranha (Along Came a Spider, de 2001, direção Lee Tamahori). I, Alex Cross já está sendo filmado e deve estrear ano que vem nos cinemas.

Dos dois filmes, Triplo X será novamente um filme de ação enquanto que os filmes anteriores de Alex Cross foram suspenses de primeira qualidade. É esperar para ver se Rob Cohen coseguirá fazer um thriller tão bom quantos os anteriores.

@guimaraesedu

150- Footloose

150- Footloose

Esse filme marcou toda uma geração dos anos 80 com uma tremenda música e Kevin Bacon no auge. Sarah Jessica Parker participa novinha desse filme que moveu gerações.

Se não viu, veja. Imperdível!

As músicas são sensacionais. Saudade de um tempo bom!

Sinopse:Um jovem (Kevin Bacon) da cidade grande se muda com sua mãe (Lee McCain) para o interior. Apaixonado por dançar, ele enfrenta sérios problemas quando o conservador reverendo local resolve considerar a dança como um grave pecado.(In: Adoro Cinema)

Workshop de Som no Rio Market

Workshop de Som no Rio Market

O workshop será ministrado por Chris Newman e Tom Fleischman.

Seja uma perseguição de carros de “Operação França”, as cenas finais de “O Silêncio dos Inocentes” ou os ruídos das engrenagens do autômato em “A Invenção de Hugo Cabret”, o som desempenha um papel crítico na criação da descrença necessária para a audiência ser transportada para dentro da história.

Chris Newman e Tom Fleischman, que juntos têm 13 indicações ao Oscar, demonstrarão como os áudios gravados no set se tornam o som final do filme. A apresentação incluirá trilhas gravadas ao vivo combinadas com clipes de “Operação França” (1971) “O Silêncio dos Inocentes” (1991), “Filadélfia” (1993) e “A Invenção de Hugo Cabret” (2011).

Maiores informações acesse:

http://www.riomarket.com.br