Novos episódios chegam em janeiro com ainda mais segredos, mentiras e reviravoltas.
O Disney+ apresenta o trailer e o pôster da terceira temporada da viciante série dramática original Me Conte Mentiras. A nova temporada, composta por oito episódios, estreia em 13 de janeiro com o lançamento de seus dois primeiros capítulos, exclusivamente no Disney+ na América Latina. Em seguida, um novo episódio será lançado todas as terças-feiras. As duas primeiras temporadas estão disponíveis no Disney+.
A terceira temporada de Me Conte Mentiras acompanha Lucy Albright (Grace Van Patten) e Stephen DeMarco (Jackson White), que reatam sua intensa relação bem a tempo do semestre da primavera na Universidade Baird. Embora os dois prometam que, desta vez, tudo será diferente, erros do passado complicam suas boas intenções e Lucy se vê envolvida em uma controvérsia da qual preferia ficar distante. Enquanto isso, as consequências do ano anterior forçam seus amigos a confrontam seus próprios comportamentos destrutivos. À medida que os segredos escandalosos se espalham pelo campus, as consequências ameaçam Lucy e todos ao seu redor.
A série é estrelada por Grace Van Patten, Jackson White, Cat Missal, Spencer House, Sonia Mena, Branden Cook, Alicia Crowder e Costa D’Angelo.
Meaghan Oppenheimer atua como produtora executiva e showrunner. Emma Roberts, a cofundadora Karah Preiss e Matt Matruski são os produtores executivos sob o selo Belletrist, e Laura Lewis é a produtora executiva pela Rebelle Media. Shannon Gibson, Stephanie Noonan e Sam Schlaifer também atuam como produtores executivos, enquanto Tyne Rafaeli é produtora executiva e diretora. A série é uma adaptação do romance homônimo de Carola Lovering, que também participa como produtora consultora. Me Conte Mentiras é uma produção da 20th Television.
Brasil perde espaço no streaming enquanto plataformas estrangeiras ampliam domínio, aponta Ancine Panorama VOD 2025 aponta baixa circulação de obras nacionais e reforça necessidade de marco regulatório para ampliar visibilidade, diversidade e competitividade do audiovisual brasileiro
A Agência Nacional do Cinema (ANCINE), vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), divulga o Panorama VOD 2025, estudo que analisa a oferta, a circulação e a diversidade da obra audiovisual no ambiente de vídeo sob demanda no Brasil. Os dados revelam um cenário de crescimento do mercado, mas com redução contínua da presença da produção brasileira nos catálogos das plataformas de maior audiência, além de baixa circulação das obras nacionais entre os serviços.
O levantamento mostra que, embora o setor avance em número de assinantes e expansão de receita, a participação da obra brasileira no ambiente digital permanece limitada e concentrada, especialmente nas plataformas estrangeiras que dominam o mercado. A análise reforça a necessidade de mecanismos que ampliem competitividade, visibilidade e equilíbrio no ecossistema audiovisual.
“Os dados mostram que, sem um marco regulatório, a produção brasileira perde espaço justamente nas plataformas que mais influenciam o consumo cultural no país. O Ministério da Cultura tem atuado lado a lado com a Ancine para enfrentar esse desequilíbrio e construir, juntamente com o setor e com o Congresso, uma regulação que valorize a diversidade e a potência do audiovisual nacional. Regular o streaming é garantir soberania cultural, equilibrar o mercado e assegurar que as obras brasileiras cheguem ao público em toda sua riqueza e pluralidade”, destacou a ministra da Cultura, Margareth Menezes.
Baixa participação da obra brasileira nas plataformas de maior alcance
O Panorama confirma que as cinco plataformas líderes de audiência no Brasil disponibilizam apenas 6,3% de obras brasileiras em seus catálogos, sendo 3,4% provenientes de produtoras independentes. Quando se exclui o Globoplay, que concentra grande parte da oferta nacional, o índice cai para 2,7% nas quatro plataformas estrangeiras de maior alcance, com apenas 2,2% de obras independentes brasileiras.
Essa baixa presença demonstra a dificuldade de inserção da produção nacional nos serviços mais consumidos pelos brasileiros e evidencia assimetrias na exposição ao público. O estudo indica que, sem instrumentos legais que promovam equilíbrio competitivo, a não ficção, o documentário, a animação e outros segmentos nacionais permanecem sub-representados nos ambientes de maior visibilidade.
“O panorama evidencia que o crescimento do mercado de streaming não tem sido acompanhado pelo aumento da presença e da circulação da obra brasileira. Há uma assimetria estrutural que limita o alcance do nosso conteúdo e fragiliza a sustentabilidade do setor. A Ancine tem trabalhado de forma contínua na produção de dados, no aprimoramento regulatório e na construção de mecanismos que ampliem competitividade, visibilidade e investimento no audiovisual nacional. É fundamental avançar para um ambiente regulado, equilibrado e capaz de garantir oportunidades reais para quem produz no Brasil”, reforçou o presidente da Ancine, Alex Braga.
Circulação reduzida limita alcance e sustentabilidade econômica
Além da baixa presença nos catálogos mais populares, o estudo revela que a circulação da obra brasileira entre plataformas é extremamente restrita. Mais de 3.700 títulos nacionais estão disponíveis em apenas uma ou duas plataformas, o que reduz o alcance do conteúdo e limita oportunidades de descoberta pelo público.
O levantamento aponta ainda que somente 52,3% dos filmes brasileiros lançados entre 1995 e 2024 estão hoje disponíveis no VOD. A situação é semelhante quando analisamos a produção que passou pela TV por assinatura: das 12.660 obras exibidas entre 2015 e 2024, apenas 27,5% migraram para o ambiente digital.
A escassez de janelas e a baixa circulação comprometem o retorno econômico para produtores e distribuidoras, dificultam a construção de audiência e fragilizam a sustentabilidade de obras independentes, que dependem fortemente da ampliação de mercados para se manterem competitivas.
Plataformas brasileiras sustentam maior presença nacional
O estudo também evidencia que a presença da produção brasileira no VOD depende, sobretudo, das iniciativas locais. As plataformas brasileiras disponibilizam 3.906 obras nacionais, enquanto as estrangeiras oferecem 3.641, apesar de terem catálogos gerais mais que o dobro do tamanho das nacionais. As plataformas brasileiras representam apenas 38% do volume total de obras encontrado nos serviços globais.
Esse desequilíbrio revela que a manutenção do acervo nacional é sustentada principalmente por plataformas brasileiras que operam em condições de competição desiguais quando comparadas às grandes empresas estrangeiras, que concentram escala, dados, algoritmos e capacidade financeira superior.
Marco legal para equilibrar o setor
Os dados indicam um movimento de redução contínua da oferta brasileira nos catálogos das principais plataformas de VOD, ainda que existam ganhos pontuais em serviços específicos. O núcleo dominante do mercado, composto pelas plataformas globais de maior audiência, tem diminuído a presença do conteúdo nacional, reduzindo diversidade, visibilidade e alcance das obras brasileiras no ambiente digital.
Diante desse cenário, o estudo aponta que um marco regulatório é fundamental para garantir condições mais equilibradas de competição, fortalecer os serviços brasileiros, ampliar a disponibilidade da produção nacional e assegurar a circulação de conteúdos independentes. A regulamentação é vista como etapa estratégica para consolidar um ecossistema audiovisual mais diverso, plural e sustentável.
“Os dados deixam claro que o modelo atual não garante condições justas para a presença e a circulação do conteúdo brasileiro no streaming. Enquanto o mercado cresce e as plataformas ampliam sua receita, a participação da obra nacional encolhe. Isso não é um movimento natural: é o resultado de uma assimetria estrutural que precisa ser enfrentada. O Ministério da Cultura, em parceria com a Ancine, trabalha buscando diminuir essas distorções e assegurar que a produção brasileira não seja tratada como exceção num mercado que se beneficia do público brasileiro. A regulação é um passo indispensável para garantir equilíbrio, diversidade e sustentabilidade ao audiovisual do país”, conclui o secretário-executivo Márcio Tavares.
YANUNI, coprodução brasileira e indígena, está na shorlist do Oscar 2026
Coproduzido pela Cacica Juma Xipaia e Leonardo DiCaprio, filme está na lista das 15 produções que podem conquistar uma indicação na categoria de Melhor Documentário.
Com grande reconhecimento em festivais dedicados ao cinema ambiental pelo mundo, YANUNI retrata a trajetória de Juma Xipaia e de seu marido, o agente do Ibama Hugo Loss, na linha de frente do enfrentamento ao garimpo e da preservação da Amazônia
Poster do documentário YANUNI. Arte fotográfica: Evelyn Lynam Ruiz | @evelyn_lynam_ruiz
– A coprodução brasileira e indígena YANUNI entra na lista de pré-candidatos ao Oscar 2026. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou nesta terça-feira, dia 16, a shortlist de possíveis indicados em dez categorias, incluindo Melhor Documentário. Os indicados ao Oscar 2026 serão revelados no dia 22 de janeiro e a cerimônia será realizada no dia 15 de março.
O filme acompanha a trajetória de Juma Xipaia, cacica da aldeia Kaarimã, na Terra Indigena Xipaya, no município de Altamira (PA), que, ao lado do seu marido, Hugo Loss, agente ambiental e então coordenador de operações de fiscalização do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), luta contra o avanço da mineração e do garimpo, em defesa dos territórios indígenas, povos e comunidades da Amazônia. Em meio a constantes ameaças, ela ainda vive uma maternidade, expondo-se aos conflitos, mesmo a custo pessoal.
Com sua narrativa impactante sobre a sabedoria e a resistência indígena, o documentário é uma produção da Malaika Pictures, com produção executiva de Eric Terena e conta também com participações das artistas indígenas Katu Mirim e Djuena Tikuna, na construção da trilha sonora.
Produzido pela cacica Juma Xipaia e por Leonardo DiCaprio, com direção de Richard Ladkani (Perseguição em Alto Mar e O Extermínio do Marfim), YANUNI, acumula prêmios em festivais internacionais e tem se consolidado como um dos títulos mais premiados do cinema ambiental esse ano.
YANUNI iniciou sua trajetória em grandes festivais, como Filme de Encerramento no Tribeca Festival, em Nova York, um dos eventos mais relevantes do circuito internacional. Recebeu o Grand Teton e ganhou como melhor longa-metragem documental (feature documentary) no Jackson Wild Media Award, considerado o Oscar do cinema de natureza. Em Los Angeles (EUA), YANUNI também recebeu o prêmio de Melhor Documentário no Red Nation International Film Festival, o maior festival de cinema de Povos Originários e Indígenas no mundo.
No Brasil, foi reconhecido com o Prêmio do Público de Documentário Internacional na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo — um dos mais tradicionais e importantes eventos audiovisuais da América Latina.
5 filmes de Natal para treinar inglês neste fim de ano
Lista reúne cinco títulos para quem quer aprender o idioma de forma leve, divertida e imersa no espírito natalino
São Paulo, dezembro de 2025 – À medida que o fim do ano se aproxima, muita gente aproveita o clima natalino para reunir amigos e família e curtir alguns dias de descanso. Assistir a filmes em inglês nesse período é uma das maneiras mais naturais e eficientes de ampliar vocabulário, treinar listening e desenvolver fluência de forma leve.
O estudo The Effect of English Film on Students’ Listening Comprehension Skills, realizado com estudantes do Ensino Médio, mostra que após o contato com filmes em inglês, os alunos apresentaram melhora significativa na compreensão auditiva, menor dificuldade com sotaques e fala rápida, e vocabulário ampliado.
“Assistir filmes e séries, e até ouvir música, são caminhos democráticos para aprender inglês: basta dar play. Não importa o nível do estudante, sempre há algo novo a ser absorvido. Quando o aprendizado acontece por meio do entretenimento, o cérebro retém melhor o conteúdo porque estamos relaxados, curiosos e emocionalmente envolvidos com a história”, explica Hugo Albuquerque, gerente de Produtos Educacionais do CNA.
O especialista selecionou cinco filmes perfeitos para aproveitar o clima de fim de ano enquanto se pratica o idioma sem perceber:
Home Alone (Esqueceram de Mim)
Clássico absoluto do Natal, com diálogos simples, humor universal e vocabulário do cotidiano, ideal para estudantes iniciantes e intermediários. As falas têm ótimo ritmo e articulação clara, o que facilita o treino de listening.
Onde assistir: Disney Plus
The Christmas Chronicles (Crônicas de Natal)
Com linguagem moderna e expressões atuais, é ótimo para treinar inglês falado de forma natural. Os diálogos são espontâneos e divertidos, com boa prática de entonação, ritmo e vocabulário de adolescentes e jovens adultos.
Onde assistir: Netflix
Klaus
Animação com narrativa envolvente e diálogos articulados, com ritmo mais tranquilo que a maioria dos filmes natalinos. Fácil de acompanhar para níveis intermediários, já que o contexto visual reforça o entendimento das falas.
Onde assistir: Netflix
Holidate (Amor com Data Marcada)
Comédia romântica com linguagem contemporânea, cheia de expressões típicas do dia a dia. Ajuda o estudante a aprender como as pessoas realmente falam em situações informais e sociais.
Onde assistir: Netflix
How the Grinch Stole Christmas (O Grinch)
Com humor físico, vocabulário acessível e história familiar para a maioria do público, é ideal para quem quer treinar inglês sem esforço. Os diálogos são claros e a contextualização visual facilita a compreensão.
A Mares Filmes e a Alpha Filmes tem o prazer de apresentar o cartaz nacional e o trailer legendado da aclamada biografia NOUVELLE VAGUE (Nouvelle Vague), do premiado cineasta Richard Linklater (“Blue Moon” e “Boyhood“), que chegará exclusivamente nos cinemas brasileiros no dia 18 de dezembro.
Estrelado por Guillaume Marbeck (como Jean-Luc Godard), Zoey Deutch (como Jean Seberg) e Aubry Dullin (como Jean-Paul Belmondo), a trama do filme acompanha os bastidores das filmagens de “Acossado” de Jean-Luc Godard, um marco da Nouvelle Vague, movimento cinematográfico francês.
Seleção Oficial Festival de Cannes 2025, o filme foi indicado no Gotham Awards, na categoria de Melhor Filme Internacional e foi eleito pela prestigiada Cahiers du Cinéma um dos 10 melhores filmes do ano, além de se destacar e receber elogios pelos festivais que vem sendo exibido, com 90% da crítica e 84% da aprovação do público no Rotten Tomatoes.
Alguns críticos destacam que, apesar da homenagem, a produção francesa não reinventa a linguagem como os filmes da primeira onda fizeram, mas funciona como carta de amor ao cinema e àquele momento histórico.
NOUVELLE VAGUE (Nouvelle Vague) estreia exclusivamente nos cinemas brasileiros no dia 18 de dezembro, com distribuição da Mares Filmes e a Alpha Filmes.