Rio Goes to Cannes

Rio Goes to Cannes

RIO… GOES TO CANNES
Festival do Rio, com o apoio da RioFilme, abre seleção de projetos para o programa Goes to Cannes no Marché du Film 2026

Festival do Rio, com o apoio da RioFilme, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro, irá selecionar cinco projetos brasileiros para participar do programa Goes to Cannes, no Marché du Film, em 2026. O encontro é realizado anualmente em conjunto com o Festival de Cannes, que neste ano acontece entre os dias 12 e 23 de maio.

A iniciativa integra a estratégia de internacionalização do audiovisual brasileiro e carioca e tem como objetivo ampliar a inserção de produtores e projetos locais no mercado internacional, conectando-os a agentes de vendas, distribuidores e programadores de festivais de todo o mundo.

Os projetos selecionados serão apresentados durante a programação oficial do programa Goes to Cannes, no Marché du Film, por seus respectivos produtores, diante de profissionais da indústria internacional. As sessões têm como objetivo impulsionar projetos de todo o mundo que estejam em diferentes etapas de finalização.

As inscrições estão abertas até 8 de março e deverão ser realizadas via formulário disponível no site do Festival do Rio. A seleção será conduzida pela Direção do Festival do Rio. O anúncio dos projetos escolhidos está previsto para o dia 16 de março.

Cada projeto selecionado será orientado e acompanhado pelo Festival do Rio na preparação de sua participação no Goes to Cannes e receberá 1 (uma) credencial para o Marché du Film.

Custos com passagens aéreas, hospedagem, alimentação e quaisquer outras despesas são de responsabilidade dos projetos.

Os encontros do programa Goes to Cannes acontecerão entre 15 e 18 de maio, dentro da programação do Marché du Film, realizado neste ano entre os dias 12 e 20 do mesmo mês.

Os projetos selecionados concorrem ao Goes to Cannes Award, um prêmio oferecido pelo estúdio espanhol Sideral Cinema, especializado em vendas e distribuição de filmes independentes, que concede um MG (garantia mínima) de € 10 mil para o projeto.

Em 2026, além do prêmio já citado, o Cine+ OCS, canal de TV paga e streaming do grupo francês Canal+, oferece um prêmio de € 15 mil para um dos projetos selecionados, para apoiar a distribuição do filme na França. Para ser elegível a esse prêmio, o projeto deve ser uma co-produção com a França. O valor será destinado ao distribuidor francês, que pode ser confirmado em até 3 anos após a entrega do prêmio.

Elegibilidade

Poderão se inscrever projetos que atendam aos seguintes critérios:

  • A produtora majoritária deve ser uma produtora brasileira independente;
  • A produtora majoritária deve ter produzido ao menos outros dois filmes lançados em salas de cinema e dos quais também seja produtora majoritária;
  • O projeto deve ser um longa-metragem de ficção;
  • O projeto deve ter distribuidor brasileiro confirmado;
  • O projeto deve ter primeiro corte completo.

“Participar novamente do Goes to Cannes é estratégico para ampliar a visibilidade dos nossos realizadores e fortalecer a presença do cinema brasileiro nos principais espaços de circulação internacional. Além disso, a continuidade, ano após ano, de nossas ações em parceria com outros festivais e de promoção do nosso audiovisual é essencial para atingirmos nossos objetivos. Com o apoio da RioFilme, queremos oferecer condições concretas para que esses projetos avancem em suas trajetórias e ampliem suas possibilidades de inserção no exterior, especialmente neste momento de crescente reconhecimento global da força do nosso cinema”, avalia Ilda Santiago, diretora executiva do Festival do Rio.

Em 2025, o Festival do Rio também marcou presença no programa Goes to Cannes, no mesmo ano em que o Brasil foi o País de Honra do Marché du Film. O Festival selecionou, em parceria com o Ministério da Cultura (MinC), o longa-metragem que se tornaria o vencedor do Goes to Cannes Award 2025Virtuosas, de Cíntia Domit Bittar. Posteriormente exibido em competição na Première Brasil, o filme foi um dos cinco representantes brasileiros entre 25 projetos selecionados para a disputa naquela edição.

Coiote adquire direitos do romance Cinzas do Norte

Coiote adquire direitos do romance Cinzas do Norte

Coiote adquire direitos de adaptação do romance ‘Cinzas do Norte’, de Milton Hatoum

Projeto audiovisual contará com a direção de Sérgio Machado

Coiote, produtora audiovisual responsável por sucessos como “Mulher da Casa Abandonada” (Amazon Prime Video) e “Maria e o Cangaço” (Disney+), acaba de anunciar a aquisição de direitos de adaptação do livro “Cinzas do Norte”, escrito pelo premiado autor brasileiro Milton Hatoum. O projeto, que ainda está em sua fase inicial, contará com a direção de Sérgio Machado, conhecido pelo aclamado longa “Cidade Baixa” (2005) e “Rio do Desejo” (2022). A produção será da Coiote. 

Lançado em 2005, “Cinzas do Norte” é ambientado nos anos iniciais da ditadura militar no Brasil, e acompanha a implantação da Zona Franca de Manaus e a criação do bairro da Cidade Nova, atualmente o mais populoso da capital amazonense. Descrito por Hatoum como “uma espécie de educação sentimental”, o livro foi o terceiro romance de escritor a ganhar um Jabuti, o mais tradicional prêmio literário do Brasil, desta vez na categoria de Melhor Romance no ano de 2006.

Cinema brasileiro dá sinais de recuperação e projeta crescimento até 2029

Cinema brasileiro dá sinais de recuperação e projeta crescimento até 2029

Ingressos somaram 125 milhões em 2024; receita deve atingir US$ 668 milhões até 2029, impulsionada por grandes produções

O mercado brasileiro de cinema, segundo maior da América Latina em volume de ingressos, se recupera após um longo período de retração pós-pandemia. Em 2024, as salas registraram 125 milhões de entradas, e a receita total alcançou US$ 499 milhões, com previsão de crescimento para US$ 668 milhões até 2029, a uma taxa anual composta (CAGR) de 6%. Os dados estão no estudo Global Entertainment, Media & Telecommunications Outlook 2025–2029, da PwC, que indica um faturamento global de US$ 41 milhões em 2029.

O destaque nacional foi “Ainda estou aqui”, dirigido por Walter Salles, que arrecadou US$ 12,3 milhões. O mercado também continua dominado por grandes produções, como “O Agente Secreto” em 2025 e 2026. Além disso, a retomada do público, impulsionada por sucessos como “Mufasa: O Rei Leão”, que gerou mais de US$ 13 milhões no Brasil, e “Moana 2”, com quase US$ 28 milhões em bilheteria no país, também refletem o otimismo do setor.

O Brasil também fortalece parcerias com países latino-americanos e europeus, com projetos selecionados para festivais como Berlim e Veneza. Além disso, cresce a produção de animações e filmes de gênero, com destaque para títulos premiados em eventos como Ventana Sur.

Sobre a PwC
Na PwC, ajudamos nossos clientes a construir confiança e a se reinventarem para que possam transformar a complexidade em vantagem competitiva. Somos um network de firmas voltadas para tecnologia e impulsionadas por pessoas atuando no Brasil há mais de 110 anos, com mais de 364 mil profissionais em 136 países. Atuamos nas áreas de auditoria e asseguração, consultoria tributária e societária, consultoria de negócios e assessoria em transações, ajudando os clientes a construir, acelerar e sustentar o impulso para avançar. Saiba mais em www.pwc.com.br.
© 2025 PwC. Todos os direitos reservados.

A História do Som aprofunda sua investigação sobre amor e identidade

A História do Som aprofunda sua investigação sobre amor e identidade

A História do Som: Novo filme de Oliver Hermanus aprofunda sua investigação sobre amor e identidade

Exibido na competição oficial do Festival de Cannes, longa com Paul Mescal e Josh O’Connor chega aos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro.

Reconhecido por construir retratos sensíveis e profundos sobre desejo, identidade e pertencimento, o cineasta sul-africano Oliver Hermanus apresenta em A História do Som mais um capítulo marcante de sua filmografia dedicada a personagens à margem das narrativas tradicionais. Exibido na competição oficial do Festival de Cannes, o longa chega aos cinemas brasileiros no dia 26 de fevereiro, com distribuição da Imagem Filmes.

Confira a entrevista com elenco

Materiais de Imprensa

Ambientado em 1917, A História do Som acompanha Lionel (Paul Mescal) e David (Josh O’Connor), dois estudantes de música que se conhecem no Conservatório de Boston e se aproximam pelo amor em comum pela música folk norte-americana. Anos depois, eles partem juntos para uma jornada pelo interior do estado do Maine com o objetivo de registrar canções tradicionais que correm o risco de desaparecer. Ao longo da viagem, a conexão entre os dois se transforma em um envolvimento afetivo profundo — vivido com delicadeza, silêncio e intensidade contida.

O filme dialoga diretamente com temas recorrentes na obra de Hermanus, como a vivência do desejo em contextos de repressão social e a construção da intimidade em ambientes hostis. Desde “Beleza Arrebatadora”, vencedor da Queer Palm em Cannes, passando por “Moffie”, indicado ao BAFTA®, o diretor tem se destacado por narrativas que exploram identidades LGBT+ de forma humanizada e longe de estereótipos. Em A História do Som, esse olhar se expande para um romance atravessado pelo tempo, pela memória e pela música.

Baseado nos contos ‘The History of Sound’ e ‘Origin Stories’, do escritor norte-americano Ben Shattuck — que também assina o roteiro —, o longa transforma a música em elemento central da narrativa. As canções coletadas pelos personagens funcionam como registros de histórias pessoais e coletivas, ampliando o sentido da jornada e reforçando o cinema de Hermanus como um espaço de escuta e preservação da memória.

Assista ao Trailer

A dupla protagonista foi amplamente elogiada pela crítica internacional. O Screen Daily descreveu as atuações como “discretas e fascinantes”, destacando a química entre Mescal e O’Connor. O elenco conta ainda com o vencedor do Oscar® Chris Cooper. A recepção calorosa em Cannes consolidou A História do Som como um dos trabalhos mais maduros e sensíveis da carreira do diretor.

Depois de passar pela Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, A História do Som estreia em circuito nacional no dia 26 de fevereiro, reafirmando Oliver Hermanus como uma das vozes mais consistentes do cinema contemporâneo ao retratar afetos, silêncios e histórias que resistem ao tempo.

Sinopse:
Em 1917, Lionel (Paul Mescal) e David (Josh O’Connor) se conhecem no Conservatório de Boston, unidos pelo amor à música folk. Anos depois, eles se reencontram e partem juntos em uma viagem pelo interior do Maine para registrar canções tradicionais de ex-soldados da Primeira Guerra. Durante essa jornada que transformará suas vidas para sempre, eles descobrem que compartilham muito mais do que a paixão pela música.

Valor Sentimental amplia circuito e ganha mais de 30 salas só na Rede Cinemark

Valor Sentimental amplia circuito e ganha mais de 30 salas só na Rede Cinemark

Favorito no Oscar, ‘Valor Sentimental’ amplia circuito e ganha mais de 30 salas só na Rede Cinemark

Longa tem 9 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator Coadjuvante para Stellan Skarsgård, vencedor do Globo de Ouro de mesma categoria

BAIXE O PÔSTER AQUI

ASSISTA AO TRAILER AQUI

 – Às vésperas da premiação mais aguardada do cinema mundial, a Rede Cinemark amplia o circuito de Valor Sentimental para 34 salas, distribuídas por 19 cidades do país. Na nona semana em cartaz, o filme considerado um dos favoritos do Oscar retorna às salas Cinemark de Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Goiânia, Natal, Niterói, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São José dos Campos, São Paulo e Vitória, além das estreias em Campo Grande, Mogi das Cruzes e São Caetano do Sul. A programação completa do longa-metragem, incluindo outros exibidores, também conta com Armação dos Búzios, Juiz de Fora, Maceió, Petrópolis e São Luís. Todas as informações de circuito estão nas redes da distribuidora Retrato Filmes.

Com mais de 170 mil espectadores no Brasil, o longa dirigido por Joachim Trier é um dos grandes destaques da temporada de premiações, carregando no currículo o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante para Stellan Skarsgård e de Melhor Filme no European Film Awards, onde levou outros 5 prêmios. Entre as próximas disputas, estão o BAFTA, com oito indicações, e o Oscar, com nove:

  • Melhor Filme
  • Melhor Direção(Joachim Trier)
  • Melhor Atriz(Renate Reinsve)
  • Melhor Ator Coadjuvante(Stellan Skarsgård)
  • Melhor Atriz Coadjuvante(Elle Fanning)
  • Melhor Atriz Coadjuvante(Inga Ibsdotter Lilleaas)
  • Melhor Filme Internacional(Noruega)
  • Melhor Roteiro Original(Eskil Vogt e Joachim Trier)
  • Melhor Edição(Olivier Bugge Coutté)

A estreia mundial do filme foi no Festival de Cannes, em 2025, onde venceu o Grand Prix, segundo maior prêmio do evento. Em um retrato de reconciliação familiar, o longa acompanha duas irmãs e o pai cineasta, explorando memórias, ausências e o papel da arte na reparação. É estrelado por Renate Reinsve, vencedora do prêmio de Melhor Atriz em Cannes 2021 e indicada ao BAFTA pela também aclamada produção de Trier, A Pior Pessoa do Mundo. Também estão no elenco o indicado ao BAFTA e vencedor do Globo de Ouro Stellan Skarsgård (Duna: Parte I e Parte II); a indicada ao Globo de Ouro e ao Emmy Elle Fanning (Um Completo Desconhecido, Lugares Incríveis); e os atores revelação Inga Ibsdotter Lilleaas (Uma Linda Vida) e Anders Danielsen Lie (A Pior Pessoa do Mundo). A direção é de Joachim Trierque também assina como corroteirista ao lado do diretor e roteirista Eskil Vogt, repetindo a parceria que levou à indicação dos dois ao Oscar de Melhor Roteiro, em 2022, por A Pior Pessoa do Mundo.