‘20 Anos + Jovem’
‘A Princesa de Montpensier’
‘À Procura da Vingança’ ‘A Salvação’
‘Apenas um Show’
‘Batman – A Máscara do Fantasma’
‘Caçadores de Emoção’
‘Caçadores de Recompensa’
‘Conflitos e Reencontros’
‘Corações de Ferro’
‘Effie Gray – Uma Paixão Reprimida’
‘Elefante Blanco’
‘Enchanted Kingdom’
‘Esperar Para Sempre’
‘Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo’
‘Fruitvale Station’
‘Funny or Die Apresenta: Donald Trump e a Arte dos Negócios’
‘Go for Sisters’
‘Harlock: Space Pirate’
‘Idas e Vindas do Amor’
‘Jogada de Sorte’
‘Kaijudô – A Origem dos Mestres do Duelo’
‘Killjoys’
‘Mariachi Gringo’
‘Mushi-Shi’
‘Nunca Diga Seu Nome’
‘O Casamento do Ano’
‘Ó Paí, Ó’
‘O Poder e a Lei’
‘Odd Thomas’
‘One Life’
‘Perdido Na Armênia’
‘Playful Kiss’
‘Quebra de Conduta’
‘Reza a Lenda’
‘Riddick’
‘Sangue no Gelo’
‘Side Effects: Uma Viagem Musical’
‘The Bridge’
‘The Comedians of Comedy: The Movie’
‘The Daughter of Dawn’
‘The Killing’
‘The Search for Freedom’
‘Um Amor de Vizinha’
‘Unidas Pela Vida’
‘Zach Galifianakis: Live at the Purple Onion’
02/08
‘As Grandes Férias Grandes’
‘Grendel’
‘Laranjas e Sol’
‘Minha Amada Imortal’
‘Morte Súbita’
03/08
‘Impostores’
04/08
‘WonderBalls’
05/08
‘Consequência Mortal’
07/08
‘I Am. Shimon Peres’
08/08
‘Especiais temáticos da turma da Mônica’
‘Juntos Pelo Acaso’
‘Neve Pra Cachorro’
‘Porque é Novembro’
09/08
‘Aeroporto 77’
‘Baires’
‘Coração de Leão – O Amor Não Tem Tamanho’
‘Tokio’
‘T-Rex’
10/08
‘Shaolin Girl’
11/08
‘Gabriel Iglesias Presents Rick Gutierrez: I’m Not Mad, I’m Just a Parent’
‘Gabriel Iglesias Presents The Gentleman Jerry Rocha’
‘Gabriel Iglesias: Aloha Fluffy’
‘Gabriel Iglesias: Hot and Fluffy’
‘Gabriel Iglesias: I’m Not Fat… I’m Fluffy’
A Netflix no Brasil está a cada dia se notabilizando, não só pelo número de assinantes do serviço de streaming, como também pelas produções do país que estão sendo produzidas e oferecidas a seus consumidores. Após ‘3%’ e ‘O Mecanismo’, foi lançada a primeira série de comédia nacional, ‘Samantha!’, protagonizada pela estrela Emanuelle Araújo. É mais uma obra que traz a nostalgia dos anos 1980 e importantes discussões, como novas maneiras de se consumidor conteúdos, o culto à imagem e as diferentes formas de se tornar uma celebridade em um mundo mais exigente e cheio de padrões sociais e estéticos.
Samantha (Araújo) era o principal nome de um popular grupo infantil, a Turminha Plimplon, em um programa no estilo Balão Mágico, e auxiliada por um mascote bem peculiar, o Zé Cigarrinho (Ary França). A década de 80 era bem característica, pois existia muitas situações politicamente incorretas, com crianças fazendo comerciais para adultos e anunciando cigarros e bebidas alcoólicas, e produtos que chegaram a ser polêmicos, como cigarros de chocolate. Mas o tempo passa e Samantha não consegue manter o sucesso, e ela está disposta a tudo para voltar aos holofotes. Nesse meio tempo, ela faz um ensaio para uma revista masculina e se casa com um ex-jogador de futebol, Dodói (Douglas Silva), que fica preso por doze anos e retorna para bagunçar a vida dela e dos dois filhos.
Durante os sete episódios da série, com média de 30 minutos cada um, o espectador vai se deparar com uma porção de dilemas de Samantha, como as tentativas de emplacar o sucesso, como ser jurada em um programa de tv, gravar um comercial de cerveja ao lado do ex-marido e até um reality show no qual se relaciona com um ricaço e simula um casamento com o magnata. Além disso, pessoas do passado e que fizeram parte de sua vida voltarão para uma espécie de acerto de contas com a protagonista, além da chegada da digital influencer Laila (Lorena Comparato), que vai dar um choque de realidade em Samantha, avessa a novas tecnologias. Laila mostrará para ela a importância das redes sociais e maneiras de conquistar milhões de seguidores, o que será bastante complicado para a personagem central.
‘Samantha!’ não trata apenas de revisitar a cultura pop oitentista, mas também visa debater questões de comportamento, se vale a pena tudo pelo sucesso, além de mostrar os conflitos entre o analógico e o digital e a necessidade de adequação ao mercado, que possui nichos pré-estabelecidos e a necessidade de o artista se renovar sempre, principal dificuldade de Samantha. Além disso, a narrativa vai abordar as questões familiares, a maneira como a protagonista lida e os rumos que a convivência com Dodói vão levar na trama. Em termos de narrativa, a história é muito bem conduzida, além de uma boa sinergia entre atores e do perfeito equilíbrio entre as situações de humor e as mais dramáticas.
Na questão de atuação, tanto Emanuelle Araújo e Douglas Silva surpreendem positivamente, a primeira por mostrar desenvoltura e facilidade para o humor, o segundo por encarar o lado dramático e se transformar na trama, mostrando um lado cômico, não característico em personagens antes interpretador, como em Cidade de Deus e Cidade dos Homens. O núcleo secundário também dá retorno, como Daniel Furlan, o agente desonesto de Samantha, Marcinho, bem como Rodrigo Pandolfo, o Tico, ex-companheiro dos Plimplons. E não poderia esquecer do núcleo infantil, composto por Sabrina Nonato (Cindy) e Cauã Gonçalves (Brandon), que dão o ar da graça e conseguem se sustentar na história, mesmo que fiquem um tempo sem interagir com os adultos.
No quesito humor e nostalgia, ‘Samantha!’ cumpre muito bem seu papel, além de servir de campo discursivo entre a antiga e a nova geração e promover um choque de culturas, com uma realidade atual mais atrelada ao politicamente correto e que dá margens à intolerância em comparação ao passado, com um mundo mais liberal. A série também transmite importantes mensagens, principalmente uma que Samantha repete em vários episódios, ‘é preciso sempre acreditar’, e outra que toca o coração de todos, como ‘é preciso crescer, o passado é importante lembrar, mas deve-se andar para a frente’. Uma ótima sugestão para quem aprecia uma boa comédia e quer matar a saudade de uma das melhores épocas da televisão, e para quem não vivenciou os anos 80, vale conhecer.
A série é apaixonante e eu, como a cantora Sandy, resolvi esperar. E vi na Netflix no domingo dia 8 e na segunda, 9. Não consegui parar de ver, apesar da primeira parte ter sido mais eletrizante. Essa segunda parte tem nove episódios e continua a saga dos ladrões de bancos com nomes de cidades internacionais. Há mais drama e romance. Visto que a inspetora Murillo se envolve com o Professor e eles acabam se apaixonando. Há na gente uma sensação de que ela vai descobrir a qualquer momento que ele foi o autor do plano perfeito. Que só não foi perfeito, porque houve uma fissura, nas palavras dele, a paixão por ela.
Além do Río, que é namorado de Tóquio, gosto muito de Moscou, que acaba morrendo num dos episódios após o retorno de Tóquio à Casa de Moeda. A relação dele com o filho Denver é muito sublime, sensível e bonita. Toca realmente.
Há perdas, ameaças, acusações, a recuperação de Ángel, mas o final é simplesmente surpreendente. Confesso que Berlim me incomoda muito. Estuprou uma das reféns, é ditador no seu papel de chefe, faz pressão psicológica, mas seu desfecho é também bonito, digno, por cima.
A simpatia que acabamos tendo pelos ldr]oes lembra muito o mesmo sentimento que acabamos tendo, no livro Areias do Tempo, de Sidney Sheldon, quando ele fala de terrorista do ETA. O Professor é de San Sebastián, do País Basco e insconcientemente eu fiz essa relação. Não sei se os ótimos roteiristas pensaram isso.
Acho Nairóbi a mais corajosa de todos e amei quando ela ao depor Berlim disse que ali começava o matriarcado. Ela a sensível com os companheiros e parece nada temer.
Torci muito para a inspetora ficar com o Professor, mas para saber disso, você terá que ver a série. Gostaria que fossem mostrados os desfechos pós-um ano de roubo dos outros personagens, De repente, é um mote para a terceira temporada.
A questão é que não se esperava todo esse sucesso. A série cativa, encanta e prende, mesmo estando num cenário estático como a Casa da Moeda o tempo todo e tem muitas coisas de Medicina que são muito interessantes no treinamento dos ladrões. O Professor parecia ter pensado em tudo. Também achei que a inspetora Murilo demorou muito a descobrir que ele era o mentor e isso se arrastou um pouco.
Bem, pare de ler e corra para ver, disponível na NETFLIX. É sensacional! Sentirei falta de Río, Berlim, Helsinque, Oslo, Nairóbi, Tóquio, Moscou, Denver e o Professor. Jamais esquecerei esses personagens!
O Festival de Cannes baniu aNetflix da competição pela Palma de Ouro deste ano, depois que a empresa de streaming se manteve firme na recusa em lançar seus filmes nos cinemas. A informação foi dada pelo diretor do festival, Thierry Fremaux, em uma entrevista. Fremaux reforçou ainda a proibição de selfies no tapete vermelho
Dois filmes da Netflix foram exibidos em Cannes no ano passado — “Okja”, de Bong Joon-ho, e “Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”, de Noah Baumbach —, numa decisão que “causou enorme controvérsia ao redor do mundo”, disse Fremaux.
A polêmica foi causada pelo fato da Netflix insistir em lançar as produções em seu serviço de streaming, e não nos cinemas. O problema é ainda mais complexo na França, onde a lei tem requerimentos específicos quanto ao momento em que filmes podem passar dos cinemas para outras plataformas.
— No ano passado, quando selecionamos dois de seus filmes, achei que poderia convencer a Netflix a lançá-los nos cinemas. Eu fui presunçoso: eles se recusaram — disse Fremaux à revista “Le Film Francais”. — As pessoas da Netflix adoraram o tapete vermelho e gostariam de nos mostrar mais filmes. Mas eles entenderam que sua intransigência em relação ao modelo (de negócios) colide com a nossa.
A Netflix poderá, no entanto, exibir filmes à margem do festival, fora da competição oficial, disse Fremaux.
A decisão do festival de colocar na lista negra as selfies tiradas por membros da platéia no tapete vermelho também causou agitação. Fremaux disse que as selfies criaram uma “bagunça”. Perguntado se essa decisão estava desatualizada e antiquada, Fremaux afirmou que não:
— É exatamente o oposto, e você verá, outros seguirão o exemplo.
Selfies, segundo ele, “vão contra o que fez a reputação de Cannes: uma certa elegância, discrição”.
Fremaux acrescentou que estava encerrando a exibição de filmes antes da estreia mundial na competição oficial. A seleção oficial para o festival, que acontece de 8 a 19 de maio, será anunciada no dia 12 de abril.
A estrela australiana Cate Blanchettvai presidir o júri deste ano.
Você que é fã de séries, principalmente as que envolvem tramas policiais, reféns, planos bem arquitetados e atos imprevisíveis, não pode perder ‘La Casa de Papel’, produção espanhola da Netflix que chegou com sua 1ª parte, com 13 episódios. Sem dúvida você não vai querer tirar os olhos da tela e fará questão de fazer maratona dessa empolgante história, recheada de adrenalina e ação.
Professor (Álvaro Morte) recruta um grupo de oito pessoas com grandes habilidades para um objetivo: assaltar a Casa da Moeda Espanhola, num feito que promete ser o maior da história. E para que cada participante saia incógnito e o plano dê certo, cada um terá que adotar um nome de uma cidade para encobrirem suas identidades e quanto mais ficarem distantes e menos souberem uns dos outros, a chance de sucesso aumenta. Os perfis e as histórias de cada um dos integrantes serão contadas, com grandes segredos revelados e motivações diversas ficarão em evidência, deixando os espectadores ainda mais empolgados e ansiosos pelo sucesso do plano elaborado por Professor.
A série conta com a narração em off de Tókio (Úrsula Corberó), uma das integrantes, que detalha todos os passos traçados para o assalto, com posteriores flashbacks mostrando como se deu o planejamento e a relação de cada membro durante a ação. O curioso é que o grupo opta por ocupar a Casa da Moeda e produzir seu próprio dinheiro para, dessa forma, não tirar nada de ninguém. A partir daí nasce uma discussão moral sobre essa e outras atitudes dos assaltantes, além dos arcos dramáticos de suas histórias aos poucos se desenvolverem, com espaço para negociadores do sequestro, como Raquel Murillo (Itziar Ituño), uma mulher que precisa se impor e mostrar sua força após passar por um drama pessoal, ter sido vítima de violência doméstica do ex-marido e o fato de ter que aturar o machismo de seus colegas de trabalho. Quem acompanha não torce apenas para que o plano dos bandidos dê certo, o carisma e a personalidade forte de Raquel também cativa o público e você espera com ansiedade o desenrolar dos acontecimentos e como tudo vai terminar, com êxito na fuga ou todos presos e rendidos. E sem esquecer dos reféns, que também ganham atenção na série.
As cenas de ação e suspense são os grandes chamarizes presentes nos episódios, e para que elas funcionem bem nada como um ótimo jogo de câmeras e efeitos precisos para uma perfeita inserção do espectador na trama, com slow motion no suspense e movimentação frenética nas ações mais abruptas. A fotografia também é outro elemento importante, assim como a montagem, que sabe inserir flashbacks no momento certo e construir sequências que deem fôlego ao enredo e também aos interpretes, evitando uma história arrastada e deixando o público mais interessado, cada um a sua maneira, uns torcendo pelos vilões, e outros pelos mocinhos.
Uma série diferente, com grandes reviravoltas e uma história que vai ganhar novos contornos em sua segunda parte, com possibilidade de uma segunda temporada. Se você curte uma produção com esses contornos, não deixe de assistir ‘La Casa de Papel’, com entretenimento e diversão garantidas, e com possibilidade para você que gosta de língua espanhola treinar um pouquinho e aprender o idioma. Vale a pena!