‘NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO’ estreia nos cinemas nesta quinta

‘NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO’ estreia nos cinemas nesta quinta

Exibido nos Festivais de Rotterdam, Rio e Olhar de Cinema, ‘NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO’ estreia nos cinemas nesta quinta. Protagonizado por Josefina Ramirez, o filme é coprodução Chile – Brasil – França – Coréia do Sul e estreia nos cinemas em 18 de fevereiro Confira o trailer: https://youtu.be/RiH7J9NSpYA

NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO estreia nesta quinta-feira, dia 18 de fevereiro, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Fortaleza

Sobre o Filme

A história recente do Chile tem sido combustível para o cinema do país, especialmente o jovem. Camila José Donoso traz em seu terceiro longa, NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO, que estreia nos cinemas do Brasil dia 18 de fevereiro, fatos reais e ficção. A protagonista a avó da diretora, Josefina Ramirez, que fez parte da resistência anti-Pinochet, e se tornou uma especialista na produção de molotovs.

Camila, que também assina o roteiro, combina, então, memórias de Nona e uma narrativa ficcional sobre uma mulher que cometeu um crime passional, e se vê obrigada a deixar Santiago, exilando-se na cidade costeira de Pichilemu, numa casa que comprou na época do governo de Salvador Allende. A protagonista também acaba de realizar uma cirurgia contra catarata o que a deixa ainda mais fragilizada e de mal humor.

Em seu primeiro longa, “Naomi Campbell”, de 2013, Camila acompanhou a trajetória de uma transexual chilena, e o documentário prevaleceu sobre uma ficção discreta. Em NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO, a diretora radicaliza, e constrói um jogo de cena entre o real, o imaginário e a fantasia, sem se preocupar em deixar claro o que é o que. Tendo como protagonista uma personagem maior que a vida, o que rejeita classificações simplistas, o longa não se intimida em deixa-la brilhar sem impor limites.

Eu queria que o personagem de Nona tivesse profundidade. Eu queria que o espectador descobrisse Nona como eu a conhecia; uma avó, uma dona de casa extrovertida que ocasionalmente mentia, uma mulher volúvel, e tudo aquilo que estava longe da femme fatale piromaníaca que mais tarde descobri. Eu queria que o espectador pudesse viver na intimidade de Nona, sem julgamento: pois a beleza de Nona também reside na complexidade, na ambivalência de seu caráter”, explica a diretora.

Ao redor dessa nova morada de Nona existe uma floresta que começa a sofrer incêndios inexplicáveis, e dado o passado piromaníaco dessa mulher de 66 anos, ela se torna uma espécie de suspeita, ainda mais que sua casa permanece intacta, ao contrário de outras da região. Mas o filme vai muito além desse suspense, ao fazer um retrato crítico e carinhoso do Chile do presente, no qual a aparente calmaria – tal qual a cidade onde a protagonista se instala – pode esconder a turbulência política que o país sempre enfrenta.

O longa acrescenta uma nova camada trazendo filmagens caseiras em vídeo, remetendo ao passado, e resgatando a trajetória de Nona. Misturam cenas amadoras captadas em diferentes formatos de vídeo, película, e o digital límpido, que conferem a NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO uma proposta estética diferenciada e bem-vinda que espelha a figura de sua protagonista, uma mulher fascinante e intrigante na mesma medida.

O elenco de NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO combina não atores e atrizes com profissionais, como a própria Josefina, atrizes Gigi Reyes, Paula Dinamarca e Nancy Gómez. O Brasil é representado por Eduardo Moscovis, que interpreta Pedro, uma figura misteriosa que ronda Nona.

Peter Bradshaw, do jornal inglês The Guardian, chamou o longa de “sagaz e subversivo”. Já o Cineuropa, em sua crítica, alega que a diretora fez um filme “que é um retrato carinhoso, engraçado, e ainda assim brutalmente honesto.” O argentino Página 12 ressalta que NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO “tem êxito em entrecruzar o pessoal e o político de uma maneira muitas vezes notáveis.”

NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO é produzido por Rocío Romero, do Chile (Mimbre Producciones), por Tatiana Leite, Bubbles Project, produtora entre outros do sucesso “Benzinho”, de Gustavo Pizzi e de “Pendular”, de Julia Murat, Pelo Jeonju Cinema Project (Córeia do Sul) e por Alexa Rivero, da França (Altamar Films). O projeto conta com a TvZero como produtora associada. No Brasil a distribuição do longa é a Vitrine Filmes. 

Sinopse

Aos 66 anos, Nona decide finalmente se vingar de seu ex-amante e comete um atentado que a obriga a fugir para que não seja presa. Depois de finalmente se estabelecer em uma cidade costeira do Chile, um incêndio de grandes proporções obriga seus vizinhos a deixarem suas casas, mas estranhamente sua moradia é a única a não ser afetada.

Ficha Técnica 

NONA: SE ME MOLHAM, EU OS QUEIMO (Nona – Si me mojan yo los quemo) 

Direção e Roteiro:  Camila José Donoso 

Empresas produtoras: Mimbre Producciones, Bubbles Project, Altamar Films

Produtora Associada: TvZero

Produtoras: Rocío Romero, Tatiana Leite, Alexa Rivero  

Fotografia: Matías Ilanes  

Edição: Karen Akerman  

Direção de Arte: Nicolás Oyarce 

Direção de Som: Sebastián Arjona, Emilio Torres 

Gênero: Documentário/Ficção  

Países: Chile, Brasil, França e Coreia do Sul

Idioma: Espanhol  

Ano: 2018  

Duração: 86 min 

Elenco: Josefina Ramirez, Gigi Reyes, Paula Dinamarca, Eduardo Moscovis, Nancy Gómez  

SOBRE A DIRETORA

Camila José Donoso nasceu no Chile em 1988. Estudou cinema e dirigiu curtas e performances em vídeo. Como diretora e roteirista, fez Naomi Campbel (FICValdivia e CPH: DOX, 2013) e Casa Roshell (Berlinale, 2017), ambos exibidos e premiados em festivais de cinema. Em 2016, fundou e criou a Transfrontera, um encontro entre o Chile, o Peru e a Bolívia, centrado no cinema e na política, com a presença de pessoas como Ignacio Agüero, entre outros. Em breve, lançará seu terceiro filme: “Nona: se me molham, eu os queimo.” 

SOBRE A PRODUTORA

Bubbles Project é uma produtora independente sediada no Rio de Janeiro, criada por Tatiana Leite em 2012, voltada para jovens talentos nacionais e internacionais e em coproduções internacionais. Produziu o longa-metragem “Benzinho” de Gustavo Pizzi, (Competição no Festival de Sundance 2018); coproduziu “Pendular”, de Julia Murat, (Prêmio FIPRESCI da mostra Panorama no Festival de Berlim 2017); o argentino “Família Submersa”  de Maria Alché, (Melhor Filme na mostra Horizontes Latinos do Festival de San Sebastian e Locarno); o chileno “Nona“, de Camila Jose Donoso, (Tiger Competition do Festival Internacional de Cinema de Rotterdam 2019) e “Aspirantes” de Ives Rosenfeld, (vencedor da Carte Blanche no Festival de Locarno 2014). Atualmente está em pós-produção com o filme “Regra 34” de Julia Murat, e desenvolvendo os projetos de longas-metragens nacionais e internacionais: “A Herança” de João Cândido Zacharias; “Princesa” de Karine Teles; “Amanhã Será Outro Dia”, de Pedro Pinho, “Neuros” de Guilherme Coelho e  “Porco Espinho” de Eva Randolph.

SOBRE A VITRINE FILMES 

A Vitrine Filmes, em dez anos de atuação, já distribuiu mais de 160 filmes e alcançou mais de 4 milhões de espectadores. Entre seus maiores sucessos estão ‘O Som ao Redor’, ‘Aquarius’; e ‘Bacurau’ de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. Outros destaques são ‘A Vida Invisível’, de Karim Aïnouz, representante brasileiro do Oscar 2020, ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho’, de Daniel Ribeiro, e ‘O Filme da Minha Vida’, de Selton Mello. Entre os documentários, a distribuidora lançou ‘Divinas Divas’, dirigido por Leandra Leal e ‘O Processo’, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional. 

Em 2020, a Vitrine Filmes lançou no primeiro semestre “O Farol”, de Robert Eggers, indicado ao Oscar de Melhor Fotografia e “Você Não Estava Aqui”, de Ken Loach. Adaptando-se ao cenário pandêmico, no segundo semestre a Vitrine Filmes adotou estratégias diferenciadas de distribuição em múltiplas janelas, lançando títulos em drive-ins, salas de cinemas e plataformas de streaming, como “Música para Morrer de Amor”; “Três Verões”; “Pacarrete”; “A Febre”; “Todos os Mortos” e muitos outros. Para 2021 a distribuidora já tem o line-up completo e continuará explorando novas oportunidades para o alcance de seus lançamentos.

‘O Muro’ estreia dia 18 no Cinema Virtual

‘O Muro’ estreia dia 18 no Cinema Virtual

Longa americano chega com exclusividade à plataforma na próxima quinta-feira

 “O Muro”

O filme “O Muro” estreia no  Cinema Virtual no dia 18 de fevereiro. O longa chega com exclusividade à plataforma, que segue o padrão dos cinemas físicos e tem feito lançamentos semanais às quintas feiras. Com produções de diferentes gêneros e países, o Cinema Virtual leva filmes a todo Brasil, inclusive a muitas cidades que ainda não contam com salas de exibição. Filmado em um ponto de passagem remoto da fronteira dos Estados Unidos com o México, “O Muro” conta a história do encontro de Marta, uma mulher latina desesperada para salvar a vida de seu filho, e Kenny, um soldado veterano americano, que mantém um acampamento improvisado no local, frequentemente visitado por dois agentes de imigração. Marta e Kenny criarão um vínculo de compaixão, medo e dever. Assista aqui ao trailer. Confira cartaz e sinopse:

  • O Muro (Dustwun) Drama – Estados Unidos (2020) Filmado durante 10 dias em um local ativo de travessia 50km ao norte da fronteira mexicana, ‘O Muro’ é a história de uma amizade incomum entre uma imigrante sem documentos perdida de seu grupo viajando para os Estados Unidos e um veterano americano que constrói seu próprio muro de lixo no deserto. Contornando as polêmicas políticas de imigração e o muro, o longa se desenrola como uma fábula, focando no elemento humano no centro de tudo.

   Direção: Genevieve Anderson Elenco: Andy Martinez Jr.; Crystal Hernandez, Jill Remez; Shane Dean

Para assistir aos filmes, o público pode acessar a plataforma pelo NOW ou escolher a sala de exibição preferida em www.cinemavirtual.com.br e realizar a compra do ingresso. O filme fica disponível durante 72 horas para até três dispositivos.

Outros dez filmes também estão disponíveis no Cinema Virtual: A Jornada de Jhalki, O Mistério de Frankenstein, Inteligência Artificial – Ascensão das Máquinas, Medo de Amar, Contágio em Alto Mar, O Castelo de Sonhos, O Advogado, O Segredo Nas Montanhas, Pequeninos, Greenfield:  Segredos Explosivos.

Dos mesmos diretores de Intocáveis, ‘Mais que Especiais’ estreia dia 25 de fevereiro

Dos mesmos diretores de Intocáveis, ‘Mais que Especiais’ estreia dia 25 de fevereiro

Filme com Vincent Cassel encerrou o Festival de Cannes 2019, e foi exibido no Festival de Cinema Judaico e no Festival Varilux

MAIS QUE ESPECIAIAS”, de Olivier Nakache, Éric Toledano chega aos cinemas brasileiros no dia 25 de fevereiro, com distribuição da California. O novo filme dos diretores de Intocáveis, foi aclamado no Festival de Cannes, quando encerrou o Festival em 2019 e trás no elenco Vincent Cassel, Reda Kateb e Hélène Vincent. No Brasil ele foi exibido no Festival Varilux de Cinema Francês e foi o filme de abertura do 24o Festival de Cinema Judáico.

Baseado em uma história real, “MAIS QUE ESPECIAIAS” mostra o trabalho da parceria entre Stéphane Benhamou e de Daoud Tatou, criadores da Le Silence des Justes e da Le Relais IDF respectivamente, associações sem fins lucrativos que cuidam de jovens autistas e jovens de origem menos privilegiada. A grande parceria e entre os dois amigos e sua dedicação mostram uma realidade emocionante e fora dos padrões. Vincent Cassel e Reda Kateb interpretam Bruno e Malik, personagens inspirados em Stéphane e Daoud. 

Sinopse:

A história de dois homens que dedicam suas vidas a crianças e adolescentes com autismo há vinte anos. Sendo os responsáveis por duas organizações sem fins lucrativos, eles têm a função de ensinar a jovens vindos de locais carentes, que foram recusados por outras instituições, a serem cuidadores de casos extremos. A grandes parceria e entre os dois amigos e sua dedicação mostram uma realidade emocionante e fora dos padrões tradicionais.

amigos e sua dedicação mostram uma realidade emocionante e fora dos padrões tradicionais.


MAIS QUE ESPECIAIS

Direção: Olivier Nakache, Éric Toledano Elenco: Vincent Cassel, Reda Kateb, Hélène Vincent Gênero: Comédia País: França Ano: 2019 Duração: 114 min

Trailer:https://youtu.be/wSxcKerUJi4

Elite Filmes divulga trailer de ‘O Muro’

Elite Filmes divulga trailer de ‘O Muro’

Longa estreia no Cinema Virtual em 18 de fevereiro

A Elite Filmes acaba de divulgar o trailer de “O Muro”, longa que chega com exclusividade ao Cinema Virtual em 18 de fevereiro.  Filmado em um ponto de passagem remoto da fronteira do México com os Estados Unidos, “O Muro” conta a história do encontro de Marta, uma mulher latina desesperada para salvar a vida de seu filho, e Kenny, um soldado veterano americano, que mantém um acampamento improvisado no local, frequentemente visitado por dois agentes de imigração. Marta e Kenny criarão um vínculo de compaixão, medo e dever.

Para assistir ao trailer, clique aqui.

  • O Muro (Dustwun) Drama – Estados Unidos (2020)

Filmado durante 10 dias em um local ativo de travessia 50km ao norte da fronteira mexicana, ‘O Muro’ é a história de uma amizade incomum entre uma imigrante sem documentos perdida de seu grupo viajando para os Estados Unidos e um veterano americano que constrói seu próprio muro de lixo no deserto. Contornando as polêmicas políticas de imigração e o muro, o longa se desenrola como uma fábula, focando no elemento humano no centro de tudo.

Direção: Genevieve Anderson

Elenco: Andy Martinez Jr.; Crystal Hernandez, Jill Remez; Shane Dean

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UNIDAS PELA ESPERANÇA estreia nesta quinta, no Rio de Janeiro

UNIDAS PELA ESPERANÇA estreia nesta quinta, no Rio de Janeiro

ESTRELADO POR KRISTIN SCOTT THOMAS E SHARON HORGAN, UNIDAS PELA ESPERANÇA ESTREIA NESTA QUINTA, NO RIO DE JANEIRO
Baseado em uma história real, o filme é dirigido por Peter Cattaneo, de ‘Ou Tudo ou Nada’ e ‘O Roqueiro’

Unidas Pela Esperança, estreia nesta quinta-feira, dia 28 de janeiro, no Rio de Janeiro com distribuição da Califórnia Filmes.

Sobre o filme

Estrelado por Kristin Scott Thomas e Sharon Horgan, Unidas Pela Esperança, dePeter Cattaneo (Ou Tudo ou Nada), conta a história de um grupo de mulheres de diferentes origens, cujos parceiros estão servindo no Afeganistão. Diante das ausências de seus maridos, namorados e familiares, elas se reúnem para formar o primeiro coral de esposas militares, ajudando umas às outras neste que é um dos momentos mais difíceis de suas vidas. O projeto dá tão certo, que as levam rapidamente ao estrelato internacional. Mas as diferenças em suas personalidades podem colocar tudo a perder.

Há dez anos, um grupo de mulheres prometeu dar apoio umas às outras através da música – e assim foi formado o primeiro Coral de Esposas de Militares, na base do exército de Catterick, no norte de York – Reino Unido. Inspirado pela popularidade do Coral, o longa-metragem de Peter Cattaneo Unidas Pela Esperança (Military Wives) é baseado na história real desse pequeno grupo de mulheres que se uniram e provocaram um movimento mundial – que agora atende a mais de 2300 pessoas em todo o Reino Unido e em suas bases militares no exterior.

O produtor Rory Aitken foi apresentado a este fenômeno através do radialista Gareth Malone, com a popular série de televisão da BBC “The Choir: Military Wives”, que documentou a criação do segundo coro de esposas de militares, em 2011. “Isso me emocionou de uma forma totalmente  inesperada”, diz Aitken. “Causou em mim o que os melhores filmes causam. Foi um soco no estômago, o que eles fizeram naquele documentário foi descobrir uma pequena parte da sociedade sobre a qual nunca poderia imaginar, e que realmente passa por um período difícil de suas vidas. E elas aproveitam o poder da música para se erguer. É realmente extraordinário”.

O produtor Ben Pugh recebeu o documentário de Aitken e imediatamente sentiu que o material era perfeito para o cinema. “A combinação da vida real e da luta dessas esposas e namoradas, que ganham voz através do coro, é completamente universal, um pedaço do país que ressoa tanto de forma local como em outros países”, diz.

Peter Cattaneo, indicado ao Oscar® de Melhor Diretor em 1998, por Ou Tudo ou Nada (The Full Monty), admite que chegou ao projeto sem saber quase nada sobre as vidas das famílias dos militares em serviço. “Fiquei empolgado com um conceito que me permitia explorar um modo de vida que raramente foi visto na tela grande, além de fazer um filme com música e canto em sua essência”, lembra. Era essencial para os cineastas que o filme retratasse com precisão o cotidiano dessas mulheres, cujos parceiros estão no exterior arriscando suas vidas a serviço de seu país. “Nossa roteirista Rachel Tunnard se encontrou e conviveu com um grupo de esposas para obter detalhes e histórias sobre o mundo delas”, diz Cattaneo. “Ela teve algumas trocas bastante intensas e comoventes com elas e isso trouxe muita realidade ao roteiro”.

Quando Cattaneo começou a conhecer as verdadeiras esposas de militares, ele descobriu dois temas ricos no coração da narrativa: um grupo improvável de pessoas que se uniu através da música e a idéia que se espera de que essas mulheres “mantenham a calma e continuem” encontra ali suas vozes. “Nós conhecemos algumas esposas de militares muito corajosas e sinceras, que compartilharam histórias pessoais muito humildes, às vezes angustiantes e muitas vezes hilárias”, diz ele. “Fiquei impressionado com o seu humor honesto e ‘pé no chão’ e fiquei determinado a rechear o filme com esse tipo de comédia”.

Quando várias das mulheres reais pediram para fazer parte do filme como figurantes, a satisfação delas com o roteiro final ficou evidente. “Temos uma cena em que todos os soldados estão indo para a guerra, na qual nós usamos o maior número possível delas. Então, quando você assistir à essa cena, lembre-se de que são famílias reais de soldados dizendo adeus”. Embora os personagens e grande parte da história sejam ficcionalizados, foram feitos todos os esforços para honrar os enormes sacrifícios que as famílias reais de militares fazem todos os dias, diz o produtor Piers Tempest. “Eu acho que os melhores filmes têm uma verdade profunda neles e é isso que sentimos sobre essa história. Ninguém fala assim sobre elas, mas as esposas dos militares em serviço são as heroínas desconhecidas das Forças Armadas. ”

SINOPSE LONGA

A vida na Base Militar de Flitcroft muda drasticamente quando um grupo de soldados em serviço ativo é enviado para o Afeganistão, devastado pela guerra. Enfrentando seis meses de separação e incerteza, as mulheres que ficam em casa buscam procurar consolo e sororidade entre si.

Kate (Kristin Scott Thomas), esposa do comandante, propõe um calendário de atividades para distrair as mulheres, chamando a atenção de Lisa (Sharon Horgan), a nova diretora do Comitê Social da base, que é a favor de manhãs informais com café e noites regadas a vinho. Quando uma jovem recém-chegada sugere que elas iniciem um coral, Kate e Lisa imediatamente tomam as rédeas da ideia, desde a escolha do material (clássico ou pop) até suas idéias sobre os ensaios. Ainda assim, as mulheres de Flitcroft – incluindo uma jovem recém-casada, uma cabeleireira cuja voz desafia os padrões e uma mãe que traz uma voz inesperadamente doce – aprendem a apoiar uma à outra, à medida que gradualmente desenvolvem uma paixão por cantarem juntas.

Um convite surpresa para se apresentarem no famoso Royal Albert Hall de Londres é a chance de estender a vida do coral, mas à medida que a data se aproxima, uma tragédia inesperada e a inevitável colisão dos estilos de Kate e Lisa ameaçam inviabilizar todo o projeto. Uma celebração à vida do diretor Peter Cattaneo (Ou Tudo ou Nada), Unidas Pela Esperança é inspirado na verdadeira história do primeiro Coro de Esposas de Militares.

O filme é estrelado por Kristin Scott Thomas (O Paciente Inglês, Quatro Casamentos e um Funeral), Sharon Horgan (“Catástrofe”, A Noite do Jogo). No elenco estão Jason Flemyng (“Jamestown”; Jogos, Trapaças e Dois Canos FumegantesO Curioso Caso de Benjamin Button) e Greg Wise (Razão e Sensibilidade, “The Crown”).A direção é de Peter Cattaneo, com roteiro de Rachel Tunnard (Adult Life SkillsEmotional Fusebox) e Rosanne Flynn (‘The Labyrinth’).


SINOPSE

Um grupo de mulheres casadas com oficiais militares decide se unir para formar um coral. À medida que a inesperada amizade entre elas se desenvolve, a música e o riso transformam suas vidas, enquanto elas ajudam uma a outra a superar o medo pelos entes queridos em combate.

FICHA TÉCNICA 

Direção: Peter Cattaneo
Elenco: Kristin Scott Thomas, Sharon Horgan, Lara Rossi
Gênero: Comédia
País: Reino Unido
Ano: 2020
Duração: 112 min
Classificação: 12 anos