O live-action “Turma Da Mônica – Laços” bate a marca de um milhão e meio de espectadores

O live-action “Turma Da Mônica – Laços” bate a marca de um milhão e meio de espectadores

Infalível! O live-action “Turma da Mônica – Laços” já foi visto por mais de um milhão e meio de espectadores, que se emocionaram ao acompanhar a aventura da turminha mais querida do Brasil, agora em carne e osso, em busca do cãozinho Floquinho. O marco aconteceu nesta quarta-feira, quando o longa completou 21 dias em cartaz. O filme ainda pode ser conferido em 471 salas em 440 cinemas em todo o país.

O diretor do filme Daniel Rezende comemora “Muito feliz de saber que os brasileiros estão se divertindo e se emocionando com o maior ícone pop do país em sua versão live-action nos cinemas. Viva Turma da Mônica. Viva o cinema nacional”.

“A MSP está muito feliz com a receptividade e o carinho do público desde que o filme foi lançado. Atingir essa marca é muito significativo e demonstra o sucesso do Turma da Mônica-Laços, além de fortalecer o cinema brasileiro. Continuamos contando com as pessoas que ainda não assistiram ao filme”, celebra Mônica Sousa, diretora-executiva da Mauricio de Sousa Produções, coprodutora do longa.

Para tornar o momento ainda mais especial, na última sexta-feira (12), os espectadores que assistiram ao filme “Turma da Mônica – Laços” na rede Kinoplex ajudaram a mudar a realidade dos animais abandonados no Brasil. A cada ingresso comprado para o filme neste dia, R$ 1 foi destinado à AMPARA Animal, instituição que auxilia mais de 450 abrigos no país. A ação foi uma parceria exclusiva entre a rede Kinoplex, a distribuidora Paris Filmes e a Mauricio de Sousa Produções (MSP).

Antes disso, o filme foi homenageado com uma revista especial da Turma da Mônica (nº141) que já está nas bancas. Nesta edição os leitores acompanham o Louco pelo set de filmagem do longa-metragem “Turma da Mônica – Laços” e aprendem como se faz um filme. Outras ações promocionais foram realizadas por parceiros como BIC e Suzano, Ri Happy, Pernambucanas, Fom, Kalunga, Lifemix e Sam’s Club, Hotel Grande Mercure, entre outros.

“Turma da Mônica – Laços” é baseado na obra homônima lançada em 2013 pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, que se tornou a graphic novel brasileira mais vendida do país. O filme é uma produção da Biônica Filmes e Quintal Digital, em coprodução com a Mauricio de Sousa Produções, Latina Estudio, Paris Entretenimento, Paramount Pictures e Globo Filmes. A distribuição é da Paris Filmes e Downtown Filmes.

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Poltrona Cabine: Abaixo a Gravidade/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Abaixo a Gravidade/ Cesar Augusto Mota

 

Quando uma pessoa é acometida por uma doença e sua vida muda vertiginosamente, sente que um meteoro vai cair e tudo vai acabar. E que tal uma obra que retrata esse cenário e que faça lembrar um pouco ‘Melancolia’, de Lars von Trier? Feito de uma forma metafórica, ‘Abaixo a Gravidade’, de Edgard Navarro, apresenta ao público uma explosão recheada de imagens e sons e uma reflexão acerca da vida e da forma como a enxergamos.

Bené, vivido por Everaldo Pontes, vê sua vida mudar com a constatação de uma doença em sua próstata e com a chegada de uma grávida à sua casa na Chapada. Ele se muda para Salvador, separa da garota, que realmente o enxerga como uma figura paterna e não um amante, e transita pela cidade, por vezes buscando ajuda médica ou com a intenção de encontrar novos sentidos para sua existência. Em seguida, Bené divide a narrativa com os mendigos interpretados por Ramon Vane e Fábio Vidal. O primeiro, quebra as esperanças de Bené, o segundo tem o anseio de voar, porém ambos conseguem caminhar em harmonia na história, o que parecia ser improvável.

Há durante a obra um misto de melancolia e alegria e a expectativa de que o mundo poderia ser mais do que é visto e sentido, mas acaba por ser o retrato do colapso, reflexo do caos social e político do nosso país e a incapacidade de as pessoas conviverem harmoniosamente com as outras e aceitarem as diferenças. Bené está disposto a achar a paz espiritual, mas se decepciona ao retornar e durante o caminho encontra pessoas diversas, uma aberta ao inusitado e outra mais contida e cética, como um homem que constrói asas para voar e outro que profetiza o fim dos tempos. São disparidades que nos fazem pensar como poderíamos ter um mundo menos desigual e que tudo começa por nós mesmos.

A representação visual é um dos pontos que mais chama a atenção da produção, com piadas em um muro com a mensagem ‘Exu te ama’, chuva de pétalas de rosa na praça e um helicóptero transportando a estátua de Rodin e a passagem de um asteroide pela Terra. Todas essas ilustrações são propositais e sinalizam que podemos e devemos estar abertos a novidades. O pensador de Rodin aponta que o ser humano se sente constantemente torturado, mas capaz de superar o sofrimento e libertar a alma pela poesia. Bené faz isso durante a obra ao dar asas à imaginação e se visualizar como na imagem do Homem Vitruviano, de Leonardo da Vinci, nu e de braços abertos. Já o asteroide representa a ideia de fim de mundo em face das maldades que nos cercam e da iminência do término da vida causada pela devastação ambiental, também provocada pelo ser humano.

Edgard Navarro nos apresenta uma obra séria, filosófica e necessária aos dias de hoje, pois devemos estar preparados para a renovação provocada pelos tempos, mesmo que nunca abandonemos os velos hábitos. Um filme belo, alegórico, sério e inspirador. Sem dúvida uma experiência grandiosa e que muitos deveriam experimentar.

Cotação: 4/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Filme ‘Legalidade’ será exibido em sessão especial no 47º Festival de Cinema de Gramado

Filme ‘Legalidade’ será exibido em sessão especial no 47º Festival de Cinema de Gramado

Exibição faz homenagem ao ator Leo Machado, que interpreta Leonel Brizola, líder da Campanha da Legalidade

Filme estreia em circuito comercial dia 12 de setembro 

LEGALIDADE, filme de Zeca Brito, será exibido em sessão especial durante o Festival de Cinema de Gramado. Produzido pela Prana Filmes, a obra foi premiada recentemente durante o 42ª Festival Guarnicê de Cinema (São Luís, MA), vencendo nas categorias de Melhor Direção (Zeca Brito), Direção de Arte (Adriana Borba), Fotografia (Bruno Polidoro) e Melhor Ator (Leonardo Machado – in memoriam).

No longa, Leonardo Machado interpreta uma das mais emblemáticas figuras políticas que o Brasil já teve, Leonel Brizola, que liderou a Campanha da Legalidade, em 1961. O movimento, sem precedentes na história do país, foi uma mobilização civil e de alguns setores militares para garantir a posse do vice-presidente João Goulart após a renúncia do presidente Jânio Quadros, a fim de assegurar que a Constituição Federal fosse respeitada e impedir o golpe militar.

O Palácio Piratini e a Praça da Matriz em Porto Alegre (RS) são algumas das locações do filme e também são os cenários da história real. Nos porões do Palácio do Governo gaúcho foi montada por Brizola a Rede da Legalidade, que transmitia em ondas curtas, usando os equipamentos da Rádio Guaíba, as informações da resistência para as cidades do interior do RS e para outros Estados, ação que articulou as mobilizações. No filme, em meio ao golpe iminente, uma misteriosa jornalista vivida por Cléo Pires pode mudar os rumos do país. O elenco ainda conta com as presenças de Letícia Sabatella, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Fábio Rangel e Sapiran Brito.

A exibição também é uma forma de homenagem ao ator Leo Machado, que morreu precocemente em setembro de 2018, aos 42 anos e foi o apresentador oficial do Festival por oito edições, desde 2010. Também recebeu o Kikito de Melhor Ator pela interpretação do personagem Boni no filme Em teu nome, de Paulo Nascimento, em 2009.

A sessão acontece fora de competição, no Palácio dos Festivais, dia 18 de agosto, à noite.

Festival de Cinema de Gramado 
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Sexto longa de Zeca Brito, LEGALIDADE é uma produção da Prana Filmes, de Luciana Tomasi e tem distribuição Boulevard Filmes.

SINOPSE 
Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Zeca Brito
Roteiro: Zeca Brito e Leo Garcia
Elenco: Cleo Pires, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Letícia Sabatella, Fábio Rangel, Sapiran Brito
Produção: Luciana Tomasi
Direção de Fotografia: Bruno Polidoro
Direção de Arte: Adriana Borba
Direção de Produção: Glauco Urbim
Figurino: Marcia Nascimento
Maquiagem: Nancy Marignac
Consultoria de Roteiro: Hilton Lacerda e Anna Carolina Francisco
Montagem: Alfredo Barros
Som: Gogó Conteúdo Sonoro

SOBRE O DIRETOR 

Zeca Brito é graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Artes Visuais pela UFRGS. Dirigiu, roteirizou curtas e longas-metragens exibidos no Brasil e no exterior. Seu curta “Aos Pés” foi escolhido Melhor Filme Júri Popular no Festin Lisboa 2009, e o longa-metragem O Guri, exibido em festivais de Portugal e Brasil. Em 2015 lançou o longa “Glauco do Brasil” na 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e 10ª Bienal do Mercosul. Em 2016 dirigiu o longa “Em 97 Era Assim”, Prêmio de Melhor Direção e Melhor Filme Júri Popular no Festival Cinema dos Sertões (Piauí Brasil), Melhor Direção de Atores na Mostra SESC Brasil, Melhor Filme no The Best Film Fest (Seattle, EUA), Prêmio Especial do Júri no 8th Jagran Film Festival (Índia), seleção oficial no Regina International Film Festival (Regina, Canada), Los Angeles CineFest (Los Angeles, EUA), 51st International Independet Film Festival (Houston, EUA) e Prêmio de Melhor Filme Juvenil Estrangeiro no American Filmatic Arts Awards (Nova York, EUA). Em 2017 dirigiu o documentário “A vida Extra-Ordinaria de Tarso de Castro” exibido no Festival do Rio e 41 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

SOBRE A PRANA FILMES 
A Prana Filmes foi criada em 2011 pelas cineastas Luciana Tomasi e Carlos Gerbase. Focada na produção de filmes e séries de televisão, a companhia produziu o curta “Amores Passageiros”, dirigido por Augusto Canani, vencedor do prêmio de Melhor Filme Estrangeiro em Los Angeles Short Film Festival, e o longa “Menos que Nada”, dirigido por de Carlos Gerbase, indicado como Melhor Roteiro Adaptado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Além das produções audiovisuais, a produtora gerencia desde 2012 uma sala de cinema na cidade de Porto Alegre e é responsável pelo projeto educacional Primeiro Filme e pelo Festival Primeiro Filme, que já está em sua quarta edição.

Luciana Tomasi e Carlos Gerbase foram membros da Casa de Cinema de Porto Alegre por mais de 20 anos, participando de vários longas-metragens, curtas-metragens e séries de televisão, ganhando diversos prêmios em festivais internacionais como Berlim, Havana, Nova York, Los Angeles, Hamburgo, Índia, Portugal, Uruguai, entre outros. Os filmes, produzidos por Luciana Tomasi, já renderam impressionantes 200 prêmios nacional e internacionalmente.

Atualmente, a empresa trabalha na pós-produção do longa-metragem “Legalidade”,  de Zeca Brito; e na série de TV “Turma 5B”, de Iuli Gerbase; participando em festivais com os filmes “Bio”, de Carlos Gerbase, vencedor de 3 prêmios no 45º Festival de Cinema de Gramado (Melhor Filme no Prêmio do Público, Melhor Design de Som e Menção Honrosa para Direção) e “Yonlu”, de Hique Montanari , vencedor do Prêmio ABRACCINE – Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante do 41º Festival Internacional de Cinema de São Paulo, Melhor Filme da Mostra Internacional de Longas, além de receber o Prêmio da Imprensa, no 9º  Festival Internacional de Cinema da Fronteira. A produtora também está em fase de captação de recursos para a série de TV “Todos Morrem no Fim”, de Carlos Gerbase, e para o longa-metragem “Jepotá”, de Augusto Canani.

Em 2018, a Prana Filmes produziu, em parceria com a Rainer Cine, o longa “Mudança” de Fabiano de Souza, que está em fase de pós-produção. Também produzimos o curta-metragem “A Pedra”, da diretora Iuli Gerbase, que recentemente participou do 40º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano em Havana (Cuba), e do 11º Festival Internacional de Cinema de Jaipur (Índia), vencendo a Menção do Júri na Mostra Panorama Internacional. Agora, a Prana Filmes está em fase de pré-produção do longa “A Nuvem Rosa” de Iuli Gerbase e no desenvolvimento de sete roteiros de filmes e séries de TV.

SOBRE A BOULEVARD FILMES 

A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Filme Sobre um Bom Fim”(Boca Migotto), “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (Leo Garcia, Zeca Brito), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) e “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.

‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão’ ganha mais um prêmio internacional inédito

‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão’ ganha mais um prêmio internacional inédito

Após feito histórico para o cinema brasileiro este ano em Cannes, com o prêmio de Melhor Filme da mostra Un Certain Regard, longa-metragem produzido por Rodrigo Teixeira segue forte em sua carreira no exterior com a conquista do CineCoPro Award, no Festival de Munique, destinado à melhor coprodução do cinema alemão com outros países

Com estreia marcada para o dia 31 de outubro, longa traz no elenco Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavia Gusmão e participação especial de Fernanda Montenegro

No intervalo de pouco mais de um mês, o longa-metragem ‘A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO’, de Karim Aïnouz, acaba de levar outro importante prêmio internacional. Após a conquista do Grand Prix de Melhor Filme na mostra Un Certain Regard de Cannes – a primeira vez que um filme brasileiro recebeu o prêmio máximo na categoria – no fim de maio deste ano, o projeto foi contemplado nesta sexta-feira com o também inédito CineCoPro Award no Filmfest München (o segundo festival de cinema mais prestigiado da Alemanha depois da Berlinale), que confere à melhor coprodução local com países estrangeiros uma bonificação no valor de 100 mil euros.
Em cartaz no circuito comercial a partir do dia 31 de outubro de 2019, ‘A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO’ é uma produção da RT Features, de Rodrigo Teixeira, em coprodução com a alemã Pola Pandora, braço de produção da The Match Factory, de Michael Weber e Viola Fügen, além da Sony Pictures Brasil, Canal Brasil e Naymar (infraestrutura audiovisual), e conta com o financiamento do fundo alemão Medienboard Berlin Brandenburg e do Fundo Setorial do Audiovisual/Ancine.

No longa, Karim repete a parceria de sucesso com a produtora alemã – iniciada em  com ‘Praia do Futuro’ (2014) –, numa colaboração a longo prazo que inclui um novo projeto, ainda confidencial, já em desenvolvimento.
“É o coroamento de uma colaboração de muitos anos com a Pola Pandora e The Match Factory, que participaram do projeto desde o desenvolvimento  do roteiro, em parceria com a RT Features. Ao mesmo tempo, é fruto da política de investimento do governo brasileiro no cinema nacional nos últimos anos. Este tipo de premiação estreita os nossos laços de colaboração com os alemães e gera uma renovação do cinema deles, além de garantir um filme com potência e vitalidade em sua carreira internacional, provando a sua universalidade”, comemora o diretor.
“Nesses anos todos em que venho trabalhando com o mercado internacional sempre percebi o valor criativo que cooperações entre talentos de diferentes pais trazem aos projetos. Os filmes nascem universais. E aos poucos na RT começamos a investir em projetos de coproduções oficiais, primeiro  do Brasil com Argentina, Uruguai e depois Chile. E agora com o filme do Karim fizemos a primeira coprodução com a Alemanha dividindo a nacionalidade. E receber esse prêmio do Festival de Munique me faz ainda mais acreditar que o caminho para a produção é global e isso também passa pelo cinema brasileiro”, completa Rodrigo Teixeira.

Além de Cannes e Munique, o filme esteve nas seleções oficiais dos festivais de Sydney, do Midnight Sun, na Finlândia, e de Karlovy Vary, na República Tcheca, e será exibido no Transatlantyk Festival, na Polônia, e no Festival de Cinema da Nova Zelândia. E nas próximas semanas novos anúncios virão.

Livre adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, o longa já recebeu elogios de algumas das mais prestigiosas publicações do segmento de cinema no mundo. Segundo David Rooney, do The Hollywood Reporter – que relacionou o filme entre os 10 melhores do Festival de Cannes –, “‘A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO’ é um drama assombroso que celebra a resiliência das mulheres, mesmo quando elas toleram existências combalidas”. O crítico ainda chamou a atenção para as texturas brilhantes, as cores ousadas e os sons exuberantes que servem para “intensificar a intimidade do deslumbrante melodrama de Karim Aïnouz sobre mulheres cujas mentalidades independentes permanecem inalteradas, mesmo quando seus sonhos são destruídos por uma sociedade patriarcal sufocante”.

Já para Lee Marshall, do Screen Daily, que também elegeu ‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão’ como um dos filmes imperdíveis do festival, Karim prova que o “eletrizante e emocionante” filme de época pode ser apresentado de forma verdadeira e ao mesmo tempo ser um deleite. “Com a forte reação crítica e o boca-a-boca que essa contundente e bem-acabada saga familiar parece suscitar, é quase certo que o filme viaje para além do Brasil e dos territórios de língua portuguesa”, prevê o crítico, que adverte: “É melhor você deixar um lenço separado para as cenas finais”.
O jornalista Guy Lodge, da Variety, por sua vez, afirma que o longa-metragem pode ser considerado “um forte concorrente do Brasil na corrida ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro”.

Sobre o filme: 

Definido pelo cineasta como um melodrama tropical, a obra traz nos papeis principais duas jovens estreantes no cinema. Tanto Carol Duarte, reconhecida por seu trabalho na TV aberta, como Julia Stockler, experiente atriz de teatro, foram escolhidas após participarem de um concorrido teste com mais de 300 candidatas. O elenco traz ainda Fernanda Montenegro, como atriz convidada, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavio Bauraqui e Maria Manoella.

“Eu trabalhei com um maravilhoso grupo de atrizes e atores. Eles são todos muito diferentes, de diferentes gerações, diferentes registros de atuação – e o desafio foi alcançar o mesmo tom, a mesma vibração”, conta o diretor.

“Eu fiquei profundamente tocado quando eu li o livro. Disparou memórias intensas da minha vida. Eu fui criado no nordeste dos anos 60, numa sociedade machista e conservadora, dentro de uma família matriarcal. Os homens ou haviam indo embora ou eram ausentes. Numa cultura patriarcal, eu tive a oportunidade de crescer numa família onde as mulheres comandavam o espetáculo – elas eram as protagonistas”, recorda Aïnouz. “O que me levou a adaptar ‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão’ foi o desejo de dar visibilidade a tantas vidas invisíveis, como as da minha mãe, minha avó, das minhas tias e de tantas outras mulheres dessa época. As histórias dessas personagens não foram contadas o suficiente, seja em romances, livros de história ou no cinema”, completa.

Segundo o diretor, trata-se de um melodrama tropical porque a abordagem mistura preceitos clássicos do gênero, mas com um olhar que busca se adaptar a uma contemporaneidade brasileira.

“Eu sempre quis fazer um melodrama que pudesse ser relevante para os nossos tempos. Como eu poderia me engajar com o gênero e ainda torná-lo contemporâneo?  Como eu poderia criar um filme que fosse emocionante como uma grande ópera, em cores florescentes e saturadas, maior que a vida? Eu me lembrava de Janete Clair e das novelas lá do início. Eu queria fazer um melodrama tropical filmado no Rio de Janeiro, uma cidade entre a urbis e a floresta”, pondera.

Rodrigo Teixeira foi o responsável por amarrar o projeto com o diretor. Ao receber o manuscrito de Martha Batalha, o produtor acreditou que Aïnouz seria a melhor pessoa a contar a história, não apenas pelo estilo de sua filmografia, mas também pela interseção entre o livro e a história familiar do diretor, onde observou a invisibilidade das mulheres conduzidas por uma geração machista.

“Quando eu li o livro eu pensei muito no Karim, tanto pela narrativa ter relação com a história pessoal de vida dele, especificamente com o momento que ele estava vivendo naquela época, e também porque o universo me remetia muito a dois filmes dele: ‘O Céu de Suely’ e ‘Seams’, o primeiro de sua carreira, ambos projetos que falam de mulheres fortes, que lutam para sobreviver na nossa sociedade”, explica Teixeira. “Além disso, há tempos Karim me dizia que gostaria de filmar um melodrama, que queria realizar um longa que se aproximasse de Fassbinder, de Sirk. E vi nessa história da Martha Batalha um potente melodrama a ser adaptado. Por tudo isso, tive a certeza que era um filme para ele dirigir. Fazia tempo que estávamos buscando uma grande história para voltarmos a trabalhar juntos, então enviei para ele o manuscrito e ele topou na hora”, continua o produtor.

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As irmãs Guida e Eurídice são como duas faces da mesma moeda – irmãs apaixonadas, cúmplices, inseparáveis. Eurídice, a mais nova, é uma pianista prodígio, enquanto Guida, romântica e cheia de vida, sonha em se casar e ter uma família. Um dia, com 18 anos, Guida foge de casa com o namorado. Ao retornar grávida, seis meses depois e sozinha, o pai, um português conservador, a expulsa de casa de maneira cruel. Guida e Eurídice são separadas para sempre e passam suas vidas tentando se reencontrar, como se somente juntas fossem capazes de seguir em frente.

Com roteiro assinado por Murilo Hauser, em colaboração com a uruguaia Inés Bortagaray e o próprio diretor, o longa – ambientado majoritariamente na década de 50 – foi rodado no Rio de Janeiro, nos bairros da Tijuca, Santa Teresa, Estácio e São Cristóvão.

A direção de fotografia é da francesa Hélène Louvart, que assina seu primeiro longa brasileiro e acumula trabalhos importantes na carreira, como os filmes ‘Pina’, de Wim Wenders; ‘The Smell of Us’, de Larry Clark; ‘As Praias de Agnes’, de Agnès Varda; e ‘Lázaro Feliz’, de Alice Rohwacher, entre outros.  A alemã Heike Parplies, responsável pela edição do longa-metragem ‘Toni Erdmann’, do diretor Maren Ade, indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, assina a montagem.

‘A VIDA INVISÍVEL DE EURÍDICE GUSMÃO’ é uma coprodução entre Brasil (Sony Pictures e Canal Brasil) e Alemanha (Pola Pandora), na qual a empresa alemã The Match Factory é responsável pelas vendas internacionais.

SINOPSE 

Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.

FICHA TÉCNICA  

Direção: Karim Aïnouz
Roteiro: Murilo Hauser
Co-roteiro: Inés Bortagaray e Karim Aïnouz
Baseado na obra homônima de Martha Batalha
Elenco: Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flávia Gusmão, Antônio Fonseca, Flavio Bauraqui, Maria Manoella e participação especial de Fernanda Montenegro.
Produtor: Rodrigo Teixeira
Co-produtores: Michael Weber e Viola Fugen.
Empresas produtoras: RT Features, Pola Pandora, Sony Pictures, Canal Brasil e Naymar.
Produtores Executivos:  Camilo Cavalcanti, Mariana Coelho, Viviane Mendoça, Cécile Tollu-
Polonowski, André Novis
Produtor Associado: Michel Merkt
Diretora Assistente: Nina Kopko
Direção de Fotografia: Hélène Louvart (AFC)
Direção de Arte: Rodrigo Martirena
Figurino: Marina Franco
Maquiagem:  Rosemary Paiva
Diretora de Produção: Silvia Sobral
Montagem: Heike Parplies (BFS)
Montagem de som: Waldir Xavier
Som direto: Laura Zimmerman
Música Original: Benedikt Schiefer
Mixagem: Björn Wiese
Idioma: Português
Gênero: Melodrama
Ano: 2019
País: Brasil

SOBRE O DIRETOR  

Formado em Arquitetura pela Universidade de Brasília, Karim fez mestrado em Teoria do Cinema pela Universidade de Nova York e participou do Whitney Independent Study Program. Cineasta premiado mundialmente, roteirista e artista visual, realizou diversos curtas-metragens, documentários e instalações. Dirigiu os longas-metragens ‘Madame Satã’ (2002), ‘O Céu de Suely’ (2006), ‘Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo’ (2009, codirigido com Marcelo Gomes), ‘O Abismo Prateado’ (2011, produzido pela RT Features), ‘Praia do Futuro’ (2014), além do documentário ‘Aeroporto Central’ (2018). O próximo longa-metragem, ‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão’, tem previsão de lançamento em novembro de 2019. Para a televisão, dirigiu a minissérie ‘Alice’, filmada no Brasil e transmitida pelo canal HBO em 2008. Aïnouz é um dos tutores do laboratório de roteiros do Porto Iracema das Artes em Fortaleza e membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

SOBRE A RT FEATURES      

Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil, e escritório em Nova York, nos EUA. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas-metragens ‘O Cheiro do Ralo’ (2006), ‘O Abismo Prateado’ (2010), ‘Tim Maia’ (2014), ‘Alemão’ (2014), ‘O Silêncio do Céu’ (2016) e a série ‘O Hipnotizador’ (para a HBO Latin America em 2015).

No mercado internacional, a RT Features produziu os longas ‘Frances Ha’ (2013), ‘Love is Strange’ (2014), ‘Love’ (2015), ‘Mistress America’ (2015), ‘The Witch’ (2016), ‘Patti Cake$’ (2017) e o indicado ao Oscar ‘Call Me By Your Name’ (2017). Em 2018 a RT Features produziu o novo filme de James Gray, ‘Ad Astra’, e no Brasil o longa-metragem ‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão’, de Karim Ainouz, ambos com previsão de estreia em 2019.

Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a sua criação, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, ‘A Ciambra’, estreou na última edição da Quinzena dos Realizadores, e os próximos estão em fase de produção.

 

‘Legalidade’, longa de Zeca Brito, ganha pôster internacional

‘Legalidade’, longa de Zeca Brito, ganha pôster internacional

Longa, que faz sua estreia mundial no 35º Festival Latino de Chicago, será apresentado com o nome de “RESISTANCE”. A estreia no Brasil será em 12 de setembro.

A Boulevard Filmes acaba de divulgar o pôster internacional de “LEGALIDADE” (RESISTANCE – título internacional), que faz sua estreia mundial no 35º Festival Latino de Chicago, realizado de 28 de março a 11 de abril, na cidade norte-americana. No elenco, Leonardo Machado, Cleo Pires, Fernando Alves Pinto, Letícia Sabatella e José Henrique Ligabue. A estreia nos cinemas brasileiros está prevista para 12 de setembro.

Um triângulo amoroso, a luta por uma causa cívica, uma revolução feita pelas ondas do rádio. A inteligência e a coragem de um líder. O poder da comunicação gerando uma verdadeira demonstração de força e civilidade. Um movimento de resistência e mobilização popular sem precedentes na história do país: a “LEGALIDADE”.

O filme aborda o momento histórico brasileiro, em 1961, quando o presidente da República, Jânio Quadros, renuncia e seu vice, João Goulart, deve ascender ao posto. Para evitar que um golpe organizado pelos militares entrasse em curso, o governador do estado do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, inicia um movimento inédito no país, pelo respeito à Constituição Federal.

“Em ‘LEGALIDADE’ quis falar de meu país e das raízes políticas que ligam o Brasil à América Latina. A heroica façanha de Leonel Brizola liderando o povo brasileiro em ato de coragem e civismo, garantindo a posse do presidente João Goulart e a soberania da nação. Através das ondas do rádio o despertar para a constituição, o respeito ao voto popular. Um filme que trama ficção e realidade. Um romance que une visões opostas de mundo. Política, espionagem e comunicação, temas que articulam um dos momentos históricos mais intrigantes do país”, explica o diretor, Zeca Brito.

Numa costura entre 1961 e 2004, ano da morte de Brizola, a jornalista Blanca faz uma investigação que é o fio condutor do filme. Em 1961, durante a Conferência das Nações Americanas, em Punta del Este, o antropólogo brasileiro Luís Carlos reencontra seu amigo e herói, o Comandante Ernesto Che Guevara. Já a misteriosa jornalista, Cecília, tem a difícil tarefa de entrevistar o polêmico governador gaúcho, Leonel Brizola. Brizola e Che Guevara convergem em torno das mesmas causas: ideais de cunho social e a libertação da América Latina da opressão econômica e política dos Estados Unidos, atraindo assim a ira das forças conservadoras. Paralelamente ao universo de tensão política que se instaura, Luís Carlos e Cecília vivem uma intensa história de amor interrompida pelo destino.

Pouco tempo depois, no Brasil, o presidente Jânio Quadros renuncia repentinamente. Enquanto seu vice, João Goulart, está em viagem pela China comunista, o governador Brizola se recusa a aceitar a tomada do poder pelos militares e decide resistir para que seja respeitada a Constituição. Dois irmãos vivem intensamente os dias de crise na República: o jovem anarquista Tonho, que trabalha como fotógrafo, e Luís Carlos, professor. Cecília também está em Porto Alegre, para continuar sua reportagem, quando o levante se inicia e logo conhece Tonho. É dentro do Palácio Piratini, numa situação limite, de guerra eminente, que os dois vivem um romance. Uma relação complicada, já que Cecília irá reencontrar Luís Carlos e terá que fazer uma difícil escolha.

O roteiro do filme começou a ser desenvolvido em 2010 e contou com uma extensa pesquisa. Foi escrito a quatro mãos, pela dupla Leo Garcia e Zeca Brito, que repete a parceria iniciada com a comédia adolescente “Em 97 Era Assim” (direção de Zeca e roteiro de Leo). Ambos também assinam juntos a direção do documentário “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro”, sobre a trajetória do jornalista gaúcho, que também esteve envolvido na Legalidade.

LEGALIDADE” é o sexto longa de Zeca Brito e foi inteiramente rodadono estado do Rio Grande do Sul. O filme é uma produção da Prana Filmes, de Luciana Tomasi, com distribuição da Boulevard Filmes no Brasil.

SINOPSE 
Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Zeca Brito
Roteiro: Zeca Brito e Leo Garcia
Elenco: Cleo Pires, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Letícia Sabatella, Fábio Rangel, Sapiran Brito
Produção: Luciana Tomasi
Direção de Fotografia: Bruno Polidoro
Direção de Arte: Adriana Borba
Direção de Produção: Glauco Urbim
Figurino: Marcia Nascimento
Maquiagem: Nancy Marignac
Consultoria de Roteiro: Hilton Lacerda e Anna Carolina Francisco
Montagem: Alfredo Barros
Som: Gogó Conteúdo Sonoro

SOBRE O DIRETOR 
Zeca Brito é graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Artes Visuais pela UFRGS. Dirigiu, roteirizou curtas e longas-metragens exibidos no Brasil e no exterior. Seu curta “Aos Pés” foi escolhido Melhor Filme Júri Popular no Festin Lisboa 2009, e o longa-metragem O Guri, exibido em festivais de Portugal e Brasil. Em 2015 lançou o longa “Glauco do Brasil” na 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e 10ª Bienal do Mercosul. Em 2016 dirigiu o longa “Em 97 Era Assim”, Prêmio de Melhor Direção e Melhor Filme Júri Popular no Festival Cinema dos Sertões (Piauí Brasil), Melhor Direção de Atores na Mostra SESC Brasil, Melhor Filme no The Best Film Fest (Seattle, EUA), Prêmio Especial do Júri no 8th Jagran Film Festival (Índia), seleção oficial no Regina International Film Festival (Regina, Canada), Los Angeles CineFest (Los Angeles, EUA), 51st International Independet Film Festival (Houston, EUA) e Prêmio de Melhor Filme Juvenil Estrangeiro no American Filmatic Arts Awards (Nova York, EUA). Em 2017 dirigiu o documentário “A vida Extra-Ordinaria de Tarso de Castro” exibido no Festival do Rio e 41 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

SOBRE A PRANA FILMES 
A Prana Filmes foi criada em 2011 pelas cineastas Luciana Tomasi e Carlos Gerbase. Focada na produção de filmes e séries de televisão, a companhia produziu o curta “Amores Passageiros”, dirigido por Augusto Canani, vencedor do prêmio de Melhor Filme Estrangeiro em Los Angeles Short Film Festival, e o longa “Menos que Nada”, dirigido por de Carlos Gerbase, indicado como Melhor Roteiro Adaptado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Além das produções audiovisuais, a produtora gerencia desde 2012 uma sala de cinema na cidade de Porto Alegre e é responsável pelo projeto educacional Primeiro Filme e pelo Festival Primeiro Filme, que já está em sua quarta edição.

Luciana Tomasi e Carlos Gerbase foram membros da Casa de Cinema de Porto Alegre por mais de 20 anos, participando de vários longas-metragens, curtas-metragens e séries de televisão, ganhando diversos prêmios em festivais internacionais como Berlim, Havana, Nova York, Los Angeles, Hamburgo, Índia, Portugal, Uruguai, entre outros. Os filmes, produzidos por Luciana Tomasi, já renderam impressionantes 200 prêmios nacional e internacionalmente.

Atualmente, a empresa trabalha na pós-produção do longa-metragem “Legalidade”,  de Zeca Brito; e na série de TV “Turma 5B”, de Iuli Gerbase; participando em festivais com os filmes “Bio”, de Carlos Gerbase, vencedor de 3 prêmios no 45º Festival de Cinema de Gramado (Melhor Filme no Prêmio do Público, Melhor Design de Som e Menção Honrosa para Direção) e “Yonlu”, de Hique Montanari , vencedor do Prêmio ABRACCINE – Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante do 41º Festival Internacional de Cinema de São Paulo, Melhor Filme da Mostra Internacional de Longas, além de receber o Prêmio da Imprensa, no 9º  Festival Internacional de Cinema da Fronteira. A produtora também está em fase de captação de recursos para a série de TV “Todos Morrem no Fim”, de Carlos Gerbase, e para o longa-metragem “Jepotá”, de Augusto Canani.

Em 2018, a Prana Filmes produziu, em parceria com a Rainer Cine, o longa “Mudança” de Fabiano de Souza, que está em fase de pós-produção. Também produzimos o curta-metragem “A Pedra”, da diretora Iuli Gerbase, que recentemente participou do 40º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano em Havana (Cuba), e do 11º Festival Internacional de Cinema de Jaipur (Índia), vencendo a Menção do Júri na Mostra Panorama Internacional. Agora, a Prana Filmes está em fase de pré-produção do longa “A Nuvem Rosa” de Iuli Gerbase e no desenvolvimento de sete roteiros de filmes e séries de TV.

SOBRE A BOULEVARD FILMES 
A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Filme Sobre um Bom Fim”(Boca Migotto), “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (Leo Garcia, Zeca Brito), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) e “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.