Protagonizado por Karine Teles, Camila Márdila e Alice Wegmann, o longa-metragem dirigido por Teodoro Poppovic aborda dramas familiares, emoções e recomeços
Após o grande sucesso na exibição do Festival do Rio de 2024, acaba de ser anunciado o trailer oficial de “A Vilã das Nove”, novo filme brasileiro dirigido pelo vencedor do Emmy® Teodoro Poppovic e produzido por André Pereira e Mariana Muniz, da Lupa Filmes (“Mato Sem Cachorro”), que estreia nos cinemas em 31 de outubro. Com enredo focado em relações familiares, o filme é sobre a vida de uma mulher que viu a sua história sendo retratada na novela das nove e o pior, com a vilã sendo a sua personagem.
O longa apresenta Roberta (Karine Teles), uma mulher vivendo a melhor fase da sua vida, até perceber que a trama da nova novela das nove é baseada na sua própria história. No passado, Roberta deixou seu marido Bento (Otto Jr) e a filha Debora (Alice Wegmann)para trás em busca de sua felicidade. Marcada pelo abandono da mãe, Debora expõe sua história para um autor de novelas que está procurando pelo seu novo sucesso.
O elenco da nova produção conta também com Camila Márdila, Antonio Pitanga, Laura Pessoa, Negro Leo, Rodrigo Garcia, Murilo Sampaio, Valentina Bandeira, Felipe Rocha, Catarina de Carvalho, Stella Rabello, Angela Rabello e Otto Jr.
“A Vilã das Nove” é produzido pela Lupa Filmes, com coproduçãoda Star Original Productions e distribuição pela Star Distribution – ambos selos da The Walt Disney Company voltados para o cinema brasileiro.
Em “A Vilã Das Nove” seguimos Roberta, que atualmente se encontra na melhor fase de sua vida. Recentemente divorciada, ela vive com sua filha Nara em uma liberdade que ela não sente há muito tempo, até descobrir que alguém transformou seu maior segredo no enredo de uma novela – onde ela é a vilã.
FICHA TÉCNICA
Direção: Teodoro Poppovic
Produção: André Pereira e Mariana Muniz
Roteiro: Teodoro Poppovic, Maíra Bühler, Gabriela Capello e André Pereira
Produção Executiva: Mariana Muniz e Flávia Bousfield
Direção de Fotografia: Wilssa Esser
Direção de Arte: Dina Salem Levy
Figurino: Diana Leste
Preparação e Produção de Elenco: Gabriel Bortolini
Assistência de Direção: Renata Braz
Som Direto: Evandro Lima
Desenho de Som: Bernardo Uzeda e Tomás Alem
Mixagem: Gustavo Loureiro e Rodrigo Noronha
Montagem: Lia Kulakauskas
Trilha Original: Jonas Sá e Pedro Mibielli
ELENCO
Karine Teles como Roberta
Alice Wegmann como Debora
Camila Márdila como Paloma
Laura Pessoa como Nara
Antonio Pitanga como Modesto
Murilo Sampaio como Giuliano
Negro Leo como Cassio
Rodrigo Garcia como Paulinho
Catarina de Carvalho como Eugenia
Stella Rabello e Angela Rabello como Raquel
Otto Junior como Bento
Valentina Bandeira como Laurinha/Debbie
Maisa Souza, Marina Guaraná e Bia Vivace no elenco infantil
Documentário que disseca a expansão da influência religiosa napolítica brasileira será exibido nos dias 17 e 19 de outubro
Após boas passagens pelo Festival de Veneza e Festival do Rio, “Apocalipse nos Trópicos”, novo longa-metragem de Petra Costa, produzido por Alessandra Orofino, está na seleção oficial da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Sucessor do celebrado “Democracia em Vertigem” (2019) – indicado ao Oscar e listado pelo New York Times como um dos 10 melhores filmes daquele ano –, “Apocalipse nos Trópicos” terá sessões no dia 17 de outubro, às 21h20, no Espaço Augusta, e no dia 19,às 18h50, no Cinesystem Frei Caneca.
O filme, que investiga a crescente influência exercida por líderes religiosos na política no Brasil, entrelaça passado e presente, mergulhando nas contradições de uma jovem democracia, e, ao fazê-lo, oferece um reflexo para o resto do mundo.
“Se em “Democracia em Vertigem” fui confrontada com o fato de que a democracia pode rapidamente desmoronar, em Apocalipse chego a uma conclusão ainda mais perturbadora. Cresci acreditando que o secularismo era uma tendência irreversível e que a separação entre igreja e estado era um dado. Este filme me mostrou o quanto eu estava enganada: uma parte crescente da população brasileira está se alinhando com igrejas evangélicas fundamentalistas que buscam dominar a política. Eles estão convencidos de que estão lutando uma guerra cósmica entre as forças do bem e do mal”, analisa a diretora, que assina ainda o roteiro do projeto com a colaboração com Nels Bargenther, David Barker e Alessandra Orofino.
O filme oferece um acesso inédito aos bastidores do poder, acompanhando figuras centrais da política brasileira, como o presidente Lula, o ex-presidente Bolsonaro, e o televangelista Silas Malafaia que exerce enorme influência no cenário. Ao expor o papel crucial do movimento evangélico na recente turbulência política do Brasil, Petra também revela a ideologia apocalíptica que motiva esses líderes. O documentário captura ainda as consequências dessa guerra ideológica, deixando claro que o fundamentalismo religioso não será facilmente suprimido, e ignorá-lo pode ter consequências ainda mais drásticas.
Sinopse:
Quando uma democracia termina e uma teocracia começa? Em Apocalipse nos Trópicos, Petra Costa investiga a crescente influência que os líderes religiosos exercem sobre a política no Brasil. Costa obtém um acesso extraordinário aos principais líderes políticos do país, incluindo o presidente Lula e o ex-presidente Bolsonaro, assim como ao mais famoso televangelista do Brasil: um pastor maior que a vida que parece controlar o segundo como um mestre de marionetes. À medida que o filme revela o papel crucial que o movimento evangélico desempenhou na recente turbulência política do Brasil, ele também expõe a teologia apocalíptica que impulsiona seus principais protagonistas. Assim como em seu filme indicado ao Oscar, Democracia em Vertigem, Costa documenta um tempo de profunda confusão e desespero com lucidez e um olhar poético. Entrelaçando passado e presente, ela nos imerge nas realidades contraditórias de uma jovem democracia que está por um fio e, ao fazer isso, reflete o resto do mundo.
SOBRE PETRA COSTA
Há mais de uma década, Petra Costa tem contado histórias na interseção entre o pessoal e o político, tentando entender a sociedade desigual em que vivemos, com foco em seu país natal, o Brasil. Seu último e terceiro documentário, Democracia em Vertigem, foi indicado ao Oscar e listado pelo New York Times como um dos 10 melhores filmes do ano de 2019.
SOBRE ALESSANDRA OROFINO
Alessandra Orofino é especialista em comunicação de massa e mobilização em larga escala. Diretora Executiva da Peri Produções, cofundadora do NOSSAS e diretora-geral do programa Greg News, ela também integra conselhos de organizações focadas em estratégia cultural. Após as eleições de 2022, foi convidada para a equipe de transição do presidente Lula, destacando-se por sua atuação em estratégias de comunicação e impacto social.
Obra tem grandes nomes como Irene Ravache, Katiuscia Canoro, Cristina Pereira, Grace Gianoukas, Louise Cardoso, Rafa Vitti e Luis Miranda
A aclamada diretora Anna Muylaert está de volta com seu sétimo longa-metragem, O CLUBE DAS MULHERES DE NEGÓCIOS, que vai estrear na competição oficial do prestigiado Festival de Gramado, de 9 a 17 de agosto na Serra Gaúcha. O filme é uma produção da Glaz e África Filmes, com coprodução da Globo Filmes. A estreia em salas de cinema está prevista para novembro de 2024, com distribuição da Vitrine Filmes.
Conhecida por seu olhar afiado e sua habilidade em trazer temas centrais da sociedade brasileira para a tela de maneira engenhosa, como em sua obra-prima “Que Horas ela Volta?”, Anna Muylaert promete mais uma vez uma crítica social nada óbvia.
Depois de ter sido consagrada no Festival de Gramado com seu longa de estreia “Durval Discos” – que recebeu 7 Kikitos 22 anos atrás – Muylaert volta à competição para apresentar uma comédia dramática, ácida e surpreendente, que parte de uma distopia onde os estereótipos de gênero estão invertidos: as mulheres ocupam as posições de poder enquanto os homens são criados para serem socialmente submissos. Mas essa inversão de papeis de gênero é apenas o começo da trama: O CLUBE DAS MULHERES DE NEGÓCIOS é um filme sobre a estrutura de poder patriarcal, mas não somente: a trama navega por situações inusitadas, questionando o espectador sobre os absurdos que sempre vêm atrelados a qualquer tipo de estrutura de poder, seja de gênero, classe ou do domínio do homem sobre a natureza.
“O Clube das Mulheres de Negócios nasceu em 2015 – o ano do histórico #Metoo, foi filmado durante o governo Bolsonaro e será lançado com Lula eleito presidente pela terceira vez. Todos esses movimentos, golpes, choques, transformações e contra transformações da última década foram a inspiração para o tecido delirante desse filme que eu defino como uma chanchada macabra”, diz a diretora sobre o processo de realização do filme.
Com um senso de humor provocativo, a ação do filme se passa em um dia. Jongo (Luís Miranda), um fotógrafo renomado, chega de manhã ao lado do jovem e inexperiente jornalista, Candinho (Rafa Vitti) em um clube de campo decadente da alta sociedade de São Paulo, comandado por Cesárea (Cristina Pereira) e sua fiel escudeira, Brasília (Louise Cardoso). Jongo já sabe o que esperar daquele ambiente onde metade das mulheres estão envolvidas com a Justiça, enquanto Candinho viverá um dia de revelações escandalosas que o farão repensar sua identidade e estreitar seus laços de amizade com o colega mais experiente.
O longa traz em seu elenco diversos comediantes como Cristina Pereira e Louise Cardoso – ambas do TV Pirata, Grace Gianoukas e Luis Miranda, fundadores do Terça Insana, e Katiuscia Canoro, a famosa Lady Kate da Escolinha do Professor Raimundo. Porém, neste filme, todos estes comediantes interpretam papéis que parecem sérios, mas beiram ao absurdo, revelando distintos estereótipos da masculinidade tóxica.
O elenco também conta com Irene Ravache como Norma, fazendo par com André Abujamra, um marido triste e submisso, 20 anos mais novo. Ítala Nandi, aos 80 anos de idade, faz par com o jovem modelo italiano Fernando Bili e ainda tem tempo de dar uma escapada e participar de uma suruba secreta. Shirley Cruz interpreta a Bispa Patrícia, uma líder evangélica milionária que quer comprar o Clube para atividades religiosas com seus fiéis. Polly Marinho dá vida à Kika, uma cantora de funk hypada, que não joga exatamente o jogo das outras sócias. Helena Albergaria é Fay Smith, uma advogada cujos interesses escusos são difíceis de decifrar. Maria Bopp e Verônica Debom interpretam as sobrinhas obedientes de Zarife, uma mulher destemperada que quer ser presidente do Brasil, vivida por Katiuscia Canoro.
Com este novo trabalho, Anna Muylaert reafirma sua vocação em utilizar o cinema como ferramenta para discutir sobre as complexidades e contradições da sociedade brasileira enquanto diverte o espectador.
A distribuição de O CLUBE DAS MULHERES DE NEGÓCIOS tem o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro através da Lei Paulo Gustavo.
Ficha Técnica Direção: Anna Muylaert Roteiro: Anna Muylaert Elenco: Rafael Vitti, Luis Miranda, Cristina Pereira, Irene Ravache, Louise Cardoso, Katiuscia Canoro, Grace Gianoukas, Polly Marinho, Helena Albergaria, Shirley Cruz, Ítala Nandi, Maria Bopp, Verônica Debom, André Abujamra, Fernando Billi, Tales Ordakji, Nani de Oliveira Clodd Dias. Produzido por: Mayra Lucas e Anna Muylaert Direção de Fotografia: Bárbara Alvarez Montagem: Karen Harley e Marina Kosa Música Original: André Abujamra e Mateus Alves Direção de Arte: Juliana Ribeiro Figurino: Diogo Costa Caracterização: Westerley Dornellas Colaboração no Roteiro: Gabriel Domingues e Suzana Pires Elenco: Alê Tosi Som Direto: Ruben Valdez Supervisão de Edição de Som: Miriam Biderman e Ricardo Reis Mixagem: Ricardo Reis VFX Onça: Vetor Zero Supervisão de Pós-produção: Aza Pinho e Alexandre Marinho Produção Executiva: Dora Amorim, Lara Lima e Paulo Serpa. Supervisão de Produção Executiva Luiza Favale e Priscila Montoto Produtor Associado: Rosane Svartman. Produção: Glaz Coprodução: África Filmes, Globo Filmes e Riofilme Distribuição: Vitrine Filmes Apoio à Distribuição: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro para os Editais da Lei Paulo Gustavo. Venda Internacional: Loco Films Apoio: Vetor Zero, Cinefilme & TV Group
Sobre a diretora – Anna Muylaert
Anna Muylaert nasceu em São Paulo em 1964 e estudou Cinema na ECA/ USP. Nas últimas décadas escreveu roteiros para programas de TV (MUNDO DA LUA, CASTELO RÁ-TIM-BUM, UM MENINO MUITO MALUQUINHO, FILHOS DO CARNAVAL, AS CANALHAS, entre outros) e cinema (O ANO EM QUE MEUS PAIS SAÍRAM DE FÉRIAS, XINGU, PRAIA DO FUTURO e outros). Anna dirigiu DURVAL DISCOS, É PROIBIDO FUMAR e outros filmes, mas tornou-se internacionalmente conhecida com QUE HORAS ELA VOLTA? em 2015. O filme recebeu o Prêmio Especial do Júri no Festival de Cinema de Sundance, e de público no Panorama do Festival de Berlim em 2015 e foi lançado em salas em 30 países, o que levou Anna a ser convidada a fazer parte da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (Oscar). Atualmente prepara-se para o lançamento de O CLUBE DAS MULHERES DE NEGÓCIOS enquanto finaliza seu último longa metragem A MELHOR MÃE DO MUNDO e desenvolve novos projetos. Ela é mãe de José e Joaquim.
Sobre a Glaz Entretenimento | Produtora
A Glaz é uma produtora dedicada à criação de séries, filmes e animações com alto nível de diversão e emoção. Seus filmes chegaram ao Top 10 de bilheteria nos cinemas brasileiros e estiveram no Top 10 de streaming em várias plataformas. Suas séries e filmes são destaques de crítica e audiência, tanto de ficção, quanto de animação e documentário. Dentre suas mais de 40 produções, destacam-se: o filme Bróder, 2010, exibido na sessão Panorama do Festival de Berlim e ganhador de três Kikitos no Festival de Gramado; o longa “Loucas pra Casar” que somou mais de 3,8 milhões de ingressos vendidos em salas de cinema; a série documental “O Caso Evandro”, sucesso na Globo Play.
Sobre a África Filmes
Fundada na década de 90, em São Paulo, pela cineasta Anna Muylaert, a África Filmes é um núcleo de criação e produção de conteúdo de qualidade para cinema e TV. Já produziu curtas, clips, telefilmes e sete longas metragens: “DURVAL DISCOS”( 2002) , “É PROIBIDO FUMAR 😦 2008) , “CHAMADA A COBRAR” ( 2013) e “QUE HORAS ELA VOLTA?”( 2015) , vencedor de prêmios nos festivais de Sundance e Berlinale. Em 2016 lançou “MÃE SÓ HÁ UMA, e em 2021 lançou “ALVORADA”, documentário sobre o período de afastamento da presidente Dilma Rousseff durante seu processo de impeachment.
Sobre a Globo Filmes
A Globo Filmes atua como produtora e coprodutora de filmes brasileiros com foco na qualidade artística e na diversidade de conteúdos que valorizam a nossa cultura, maximizando a audiência no cinema e demais janelas. Desde 1998, participou de mais de 400 filmes, levando ao público o que há de melhor do cinema brasileiro; comédias, romances, documentários, infantis, dramas e aventuras. Fazem parte de sua filmografia recordistas de bilheteria, como ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores –, sucessos de crítica e público como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’ e ‘Carandiru’, e longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. Mais recentemente, com o reaquecimento da indústria pós-pandemia, lançou títulos como ‘Marighella’, ‘Turma da Mônica: Lições’ e ‘Medida Provisória’.
Sobre a Vitrine Filmes
Desde 2010, a Vitrine Filmes já distribuiu mais de 250 filmes e alcançou milhares de espectadores apenas nos cinemas do Brasil. Entre seus maiores sucessos estão Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019; O Processo, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional; e Druk: Mais Uma Rodada, de Thomas Vinterberg, vencedor do Oscar® de Melhor Filme Estrangeiro em 2021.Em 2020, a Vitrine Filmes iniciou um novo ciclo de expansão e renovação. Entre as iniciativas, está o lançamento da Vitrine España, que produz e distribui longas-metragens na Europa e o Vitrine Lab, curso online sobre distribuição cinematográfica, vencedor do prêmio de distribuição inovadora do Gotebörg Film Fund 2021. A criação, em 2022, do selo Manequim, focado na distribuição de filmes com apelo a um público mais amplo e, finalmente, a Vitrine Produções, braço estratégico para o desenvolvimento, produção e coprodução de títulos próprios. Neste sentido, o primeiro lançamento da casa foi o documentário Amigo Secreto (DocLisboa 2022), de Maria Augusta Ramos, e atualmente já conta com cinco projetos realizados e oito em desenvolvimento. A Vitrine Filmes fechou o ano de 2023 com ótimos indicadores de retomada, alcançando os melhores resultados desde a pandemia. Entre as estreias do ano, estão filmes como Nosso Sonho, de Eduardo Albergaria, lançado pelo selo Manequim Filmes e que obteve a maior bilheteria entre os filmes nacionais do ano, com mais de 515.000 espectadores. Também figuram no catálogo anual a animação Perlimps, de Alê Abreu, o vencedor do Festival de Gramado, Noites Alienígenas, de Sérgio de Carvalho, e a indicação brasileira para o Oscar, Retratos Fantasmas, de Kleber Mendonça Filho, que acumula mais de 80.000 espectadores em salas de cinema e é mais uma coprodução Vitrine Filmes. Mais de 20 filmes foram lançados pelo grupo no ano de 2023.
MAMÃE SAIU DE FÉRIAS: GALERIA DISTRIBUIDORA ANUNCIA INÍCIO DAS FILMAGENS DE COMÉDIA ESTRELADA POR DANI CALABRESA E RAFAEL INFANTE Longa dirigido por Carolina Durão reúne elenco repleto de estrelas da comédia
A Galeria Distribuidora anuncia as filmagens de MAMÃE SAIU DE FÉRIAS, novo longa estrelado por Dani Calabresa e Rafael Infante. Dirigido por Carolina Durão (“Doce Família” e “Rensga Hit!”), o filme promete arrancar risadas e tocar o público com uma história divertida e emocionante sobre família e união!MAMÃE SAIU DE FÉRIAS é uma coprodução da Galeria Distribuidora, grupo Telefilms e Disney, com produção da Glaz Entretenimento. O projeto está sendo filmado em Belo Horizonte (MG) e região. As primeiras imagens acabam de ser reveladas. Confira aqui.
No filme, Dani Calabresa e Rafael Infante são Roberta e Fred, pais de João (Xande Valois), Malu (Isabella Alelaf), Clarice (Lara Infante) e TomTom (Caio Costa e Pedro Costa). Cansada de cuidar da casa e dos filhos sozinha, Roberta decide tirar merecidas férias e deixa o marido Fred com os filhos. A casa fica de pernas para o ar, enquanto Fred tenta conciliar as demandas familiares e as responsabilidades no trabalho. Entre muitas risadas e confusões, essa comédia mostra como a família supera desafios e redescobre o verdadeiro significado de estar juntos.
Com um elenco talentoso e cativante, repleto de estrelas da comédia, MAMÃE SAIU DE FÉRIAS promete ser uma produção leve e envolvente que vai agradar à família inteira. E ainda traz no elenco nomes como: Dan Ferreira (Dante), Babu Santana (Matheus), Lívia La Gatto (Renata), Maria Clara Tenório (Brenda), Docy Moreira (Beth), Rodolfo Vaz (Pontes), Ana Regis (Simone).
Sobre a Galeria Distribuidora Fundada em 2018, a Galeria Distribuidora é uma empresa brasileira que atua no desenvolvimento, produção e distribuição de longas-metragens e séries nacionais. Inovação e dinamismo estão no DNA da Galeria, que atua em parceria com as maiores produtoras do país, desde o início de cada projeto. Focada em conteúdos comerciais e com grande apelo junto ao público, a empresa apresenta em seu catálogo filmes como ‘Detetive Madeinusa’, comédia com fenômenos do humor liderada pelo humorista Tirullipa e ‘Papai é Pop’, filme inspirado no livro homônimo de Marcos Piangers, estrelado por Lázaro Ramos ao lado de Paolla Oliveira. Os próximos lançamentos da Galeria Distribuidora são: ‘Vovó Ninja’, filme para toda a família com direção de Bruno Barreto e protagonizado por Gloria Pires; ‘Fazendo Meu Filme’, estrelado por Bela Fernandes; ‘Meninas Não Choram’ com Letícia Braga e Duda Matte; ‘Partiu América’ protagonizado por Matheus Ceará; ‘Doce Família’ com Mariana Xavier e Viih Tube; e ‘Mãe Fora da Caixa’ com Miá Mello. A Galeria Distribuidora é coprodutora e distribuidorade um case inédito no mercado cinematográfico local: ‘A Meninas Que Matou Os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais’, dois longas com pontos de vista diferentes sobre o caso von Richthofen. A trilogia sobre um dos crimes que mais chocou o Brasil foi concluída com o lançamento de ‘A Menina Que Matou Os Pais – A Confissão’.
Sobre a Glaz Entretenimento A GLAZ é uma produtora dedicada à criação de séries, filmes e animações com alto nível de diversão e emoção. Seus filmes chegaram ao Top 10 de bilheteria nos cinemas brasileiros e estiveram no Top 10 de streaming em várias plataformas. Suas séries e filmes são destaques de crítica e audiência, tanto de ficção, quanto de animação e documentário. Dentre suas mais de 40 produções, destacam-se: o filme Bróder, 2010, exibido na sessão Panorama do Festival de Berlim e ganhador de três Kikitos no Festival de Gramado; o longa “Loucas pra Casar” que somou mais de 3,8 milhões de ingressos vendidos em salas de cinema; a série documental “O Caso Evandro”, sucesso na GloboPlay e indicado ao Emmy Internacional e as Séries Rensga Hits da Globoplay e De Volta aos 15 da Netflix. Os longas “Cabras da Peste” e “Bem-vinda a Quixeramobim” vencedores no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Fazem parte ainda do line up da Glaz os inéditos “O Clube das Mulheres de Negócios”, de Anna Muylaert e o roadmovie “Saideira” dirigido por Júlio Taubkin e Pedro Arantes, será lançado comercialmente em 2024. A Glaz tem em sua missão agregar talentos para realizar obras que cheguem a um público amplo e diversificado.
Longa maranhense de Marcelo Botta teve sua estreia na Berlinale e passagens por Toulouse e Guadalajara. Agora, compete no Malaysia International Film Festival.
Sentados: Mariana Cristal Hui (diretora de arte) e Marcelo Botta (diretor e roteirista)De pé: Nádia D’Cássia (Vitória), Tião Carvalho (Ribamar), Rosa Ewerton Jara (Jucélia), Diana Mattos (Betânia), Ulysses Azevedo (Antonio) e Michelle Cabral (Irineusa).
No mês de julho, BETÂNIA terá sua estreia asiática em Kuala Lumpur, no MIFFest, festival da Malásia que chega em sua sétima edição despontando como uma importante porta de entrada para o mercado cinematográfico da Ásia. O evento acontece de 21 a 28 de julho de 2024.
O longa, escrito e dirigido por Marcelo Botta, teve sua première mundial aplaudida de pé por 800 pessoas no 74º Festival de Berlim e ainda participou de competitivas no 36º Cinélatino de Toulouse (França) e no Festival Internacional de Cinema de Guadalajara (México), entre outros festivais.
No Festival da Malásia, BETÂNIA está na competição principal, definida pelos organizadores da seguinte forma: “O nosso pilar anual do programa do MIFFest, destaca a próxima/nova geração de visionários cinematográficos. (…) Betânia, de Marcelo Botta, é aclamado por sua narrativa emocionalmente profunda e sua cinematografia impressionante. (…) A programação da Competição deste ano é um caleidoscópio de novas perspectivas e narrativas arrojadas, sendo cada filme uma jóia única que reflete o potencial luminoso de contadores de histórias emergentes que estão prontos para inspirar, desafiar e incitar diálogos”.
O filme compete em nove categorias: melhor filme (Salvatore Filmes), melhor roteiro (Marcelo Botta), melhor fotografia (Bruno Graziano), melhor atriz (Diana Mattos por Betânia), Melhores atrizes coadjuvantes (Michelle Cabral como Irineusa e Rosa Ewerton Jara como Jucélia), melhor ator coadjuvante (Tião Carvalho como Ribamar), além do prêmio do público e do prêmio New Hope, voltado para filmes que trazem alguma esperança para a humanidade em tempos de crise climática.
“Ser reconhecida por esse papel tão significativo me enche de gratidão e orgulho. A personagem Betânia desafiou meus limites como atriz e me permitiu explorar novas profundezas emocionais”, conta a protagonista Diana Mattos. “A indicação no Festival da Malásia foi a minha primeira indicação no cinema, então toda a primeira vez é inesquecível e é uma emoção incrível, indescritível”, resume a atriz estreante em longas, Michelle Cabral. “Nossa, eu fiquei, além de honrada, eu fiquei muito feliz porque essa indicação pra mim é o mesmo que um prêmio”, emociona-se Rosa Ewerton Jara.
BETÂNIA (2024) é uma produção Salvatore Filmes com coprodução do canal Brasil e produção associada de Márcio Hashimoto, Marcelo Campaner, Ventre Studio com distribuição nacional da O2 Play Filmes.
Acompanhe a jornada de BETÂNIA pelos festivais de todo o mundo no instagram @betaniafilme.
Depois de perder o marido para o derrame, em decorrência do excesso de sal que é fruto das dietas de lugares sem energia elétrica, Betânia, 65, parteira, mãe e avó insiste em sobreviver no isolado povoado entre as dunas dos Lençóis Maranhenses enquanto resiste ao clamor das filhas para que se mude para Betânia, o povoado onde ela nasceu, porém jamais habitou.
Ficha técnica
Um filme de: Marcelo Botta
Uma produção: Salvatore Filmes
Coprodução: Canal Brasil
Produção associada: Marcio Hashimoto, Marcelo Campaner e Ventre Studio.
Elenco: Diana Mattos, Tião Carvalho, Ulysses Azevedo, Nádia d’Cássia, Caçula Rodrigues, Michelle Cabral, Rosa Ewerton Jara, Vitão Santiago, Anouk Mulard, Tim Vidal e Caiçara Vibration.
Produção: Gabriel Di Giacomo, Marcelo Botta
Produção executiva: Maria Isabel Abduch, Luciana Coelho
Fotografia: Bruno Graziano
Arte: Mariana Cristal Hui
Montagem: Marcio Hashimoto
Som: Raoni Gruber, Caio Guérin, Armando Torres Jr e Martin Grignaschi
Trilha sonora: Marcelo Botta, Tião Carvalho, Boi da Betânia, Edivaldo Marquita, Misael Pereira, A Barca, Henrique Menezes, Black Roots, entre outros.
Sobre Marcelo Botta
Escreveu e dirigiu o longa “Betânia” que estreou na 74a Berlinale e passou por festivais da França, Noruega e México. Criou e dirigiu também: a série documental “Portraits” rodada em lugares isolados da América do Sul, além da série de ficção “Auto Posto”, em coprodução com a Paramount, sucesso de audiência no Comedy Central com 20 episódios produzidos e indicada ao prêmio ABRA de melhor roteiro.
Junto com Gabriel Di Giacomo, escreveu e dirigiu a série “Foca News” (2016), coprodução com a Fox exibida no FX e produziu “O Último Programa do Mundo” (2016). Também foi produtor dos longas documentais “Marcha Cega” (2018) e “Memória Sufocada” (2021) de Gabriel Di Giacomo, filmes que passaram por importantes festivais no Brasil e Europa.
Antes da Salvatore Filmes, trabalhou na MTV Brasil onde dirigiu os programas Comédia MTV (vencedor do APCA 2010), Furo MTV, Furo em Londres 2012, Trolalá, Adnet Ao Vivo e Adnet Viaja, programa rodado em 13 países da Europa e Caribe também em 2012.