
Ingressos somaram 125 milhões em 2024; receita deve atingir US$ 668 milhões até 2029, impulsionada por grandes produções
O mercado brasileiro de cinema, segundo maior da América Latina em volume de ingressos, se recupera após um longo período de retração pós-pandemia. Em 2024, as salas registraram 125 milhões de entradas, e a receita total alcançou US$ 499 milhões, com previsão de crescimento para US$ 668 milhões até 2029, a uma taxa anual composta (CAGR) de 6%. Os dados estão no estudo Global Entertainment, Media & Telecommunications Outlook 2025–2029, da PwC, que indica um faturamento global de US$ 41 milhões em 2029.
O destaque nacional foi “Ainda estou aqui”, dirigido por Walter Salles, que arrecadou US$ 12,3 milhões. O mercado também continua dominado por grandes produções, como “O Agente Secreto” em 2025 e 2026. Além disso, a retomada do público, impulsionada por sucessos como “Mufasa: O Rei Leão”, que gerou mais de US$ 13 milhões no Brasil, e “Moana 2”, com quase US$ 28 milhões em bilheteria no país, também refletem o otimismo do setor.
O Brasil também fortalece parcerias com países latino-americanos e europeus, com projetos selecionados para festivais como Berlim e Veneza. Além disso, cresce a produção de animações e filmes de gênero, com destaque para títulos premiados em eventos como Ventana Sur.
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