Disney+ | Realities disponíveis no Disney+

Disney+ | Realities disponíveis no Disney+

Os reality shows têm um charme só deles. Há emoções que apenas histórias reais são capazes de proporcionar, seja enquanto acompanhamos o cotidiano de pessoas que vivem realidades muito diferentes da nossa, ou quando nos pegamos emocionados e na torcida durante grandes competições.

Foto série – The Voice Brasil | Ricardo Bufolin/Formata

O Disney+ é a casa para quem ama um bom reality, com um catálogo cheio de produções com os temas mais variados. Para te ajudar a explorar a plataforma, reunimos abaixo 6 programas imperdíveis para conferir agora mesmo.

1- The Voice Brasil

Foto série – The Voice Brasil | Ricardo Bufolin/Formata

The Voice Brasil, a competição musical mais amada do país, passou por uma repaginada para a temporada de 2025. Sob o comando de Tiago Leifert e um estrelado time de técnicos formado por PériclesMumuzinhoMatheus & Kauan Duda Beat, a atração ganhou novo cenário e ampliou a dinâmica de exibição para trazer ainda mais emoção à busca da próxima grande voz do Brasil.

Após a conclusão das Audições às Cegas, o The Voice Brasil vai entrar na aguardada fase das batalhas, que começa em novembro. Caso queira embarcar agora, você pode maratonar os episódios anteriores, que estão disponíveis no Disney+. Porém, se já estiver em dia, basta conferir os capítulos inéditos, exibidos às segundas-feiras, 22h30, no horário de Brasília.

2- The Kardashians

Foto série – The Kardashians | Divulgação Disney+

The Kardashians é o reality que acompanha o cotidiano da famosa família Kardashian-Jenner desde 2022. Em outubro, a série estreou a sétima temporada, que conta os eventos do início de 2025, período marcado por brigas entre Khloé e Kourtney, e altos e baixos na vida de Kim. Enquanto comparecia ao tribunal para o julgamento dos suspeitos de roubá-la em 2016 e se concentrava nas gravações da série Tudo é Justo – também disponível no Disney+ –, a empresária descobriu que alguém próximo planejava sua morte.

3- SEVENTEEN: OUR CHAPTER

Foto série – SEVENTEEN: OUR CHAPTER | Divulgação Disney+

SEVENTEEN: OUR CHAPTER é uma série e uma celebração. A produção marca e narra os dez primeiros anos de atividade do SEVENTEEN, um dos grupos de k-pop mais populares do mundo. O projeto conta com 13 integrantes, que participam ativamente das produções, um toque autoral e pessoal que é refletido em uma carreira que arrebatou prêmios, quebrou recordes e conquistou uma geração inteira em uma década de muito trabalho e sucesso.

O primeiro episódio da série chega ao Disney+ em 7 de novembro.

4- VanderPump Villa: Luxo e Segredos

Foto série – VanderPump Villa: Luxo e Segredos | Divulgação Disney+

Os reality shows são tão poderosos que podem criar grandes estrelas, que por sua vez inspiram novos realities. Esse é o caso de Lisa Vanderpump, que se tornou uma personalidade midiática nos anos 2010 e ganhou programas próprios desde então. O mais recente é VanderPump Villa: Luxo e Segredos, que acompanha o luxuoso e atribulado cotidiano da própria Lisa e de uma equipe de funcionários para suas novas experiências de hotelaria, ramo no qual ela atua fora das câmeras.

5- Bem-vindo ao Wrexham

Foto série – Bem-vindo ao Wrexham | Divulgação Disney+

Em 2021, os atores Ryan Reynolds (Deadpool) e Rob McElhenney (It’s Always Sunny in Philadelphia) compraram o Wrexham A.F.C., tradicional time de futebol do País de Gales que passava por graves problemas financeiros. Bem-vindo ao Wrexham acompanha a jornada de dois astros de Hollywood, com zero experiência com o esporte bretão, tentando administrar um time de quinta divisão que luta para se recuperar e chegar à elite das ligas mundiais.

6– A Vida Secreta das Esposas Mórmons

Foto série – A Vida Secreta das Esposas Mórmons | Divulgação Disney+

É comum que reality shows criem polêmicas, mas A Vida Secreta das Esposas Mórmons nasceu de uma. Um grupo de mães mórmons influencers no TikTok, chamado “MomTok”, foi fortemente abalado em 2022, quando uma de suas integrantes, disse publicamente que participava de trocas de casais com outros membros da comunidade. O escândalo inspirou a criação do reality show, que passou a acompanhar o cotidiano das membras do MomTok após toda a controvérsia.

Depois de uma segunda temporada bombástica, que chegou ao fim com grandes reviravoltas, a produção retorna para o terceiro ano em 13 de novembro.

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Hulu é a nova marca de entretenimento geral dentro do Disney+. Por meio de sua seção na plataforma, o Hulu oferece aos seus assinantes os filmes e séries favoritos do público.

SOBRE O DISNEY+
Na América Latina, o Disney+ é o serviço de streaming que oferece acesso à mais ampla oferta de streaming com entretenimento para todas as idades, incluindo filmes, séries, eventos ao vivo e outros conteúdos da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic, ESPN e Star. O Disney+ oferece um acervo de conteúdos originais exclusivos, incluindo longas-metragens, documentários, séries live-action e de animação, e curtas-metragens, além de transmissões ao vivo de eventos culturais e esportivos da ESPN, marca de esportes mais respeitada da região. Para mais informações, acesse disneyplus.com ou encontre o aplicativo Disney+ na maioria dos dispositivos móveis e Smart TVs.

Cinemateca Brasileira apresenta a Mostra Anos 60- A Era de Ouro do Cinema Coreano

Cinemateca Brasileira apresenta a Mostra Anos 60- A Era de Ouro do Cinema Coreano

CINEMATECA BRASILEIRA apresenta a Mostra ANOS 60 – A ERA DE OURO DO CINEMA COREANO de 05 a 14 de dezembro

Parceria com o KOFA-Korean Film Archive e o Centro Cultural Coreano no Brasil exibe oito títulos e dá continuidade à programação de clássicos restaurados realizada ano passado

 

FOTOS

A Cinemateca Brasileira realiza, em parceria com o Korean Film Archive (KOFA) e o Centro Cultural Coreano no Brasil, a mostra ANOS 60 – A ERA DE OURO DO CINEMA COREANO. Entre os dias 5 e 14 de dezembro, serão exibidos oito títulos pouco conhecidos no Brasil. Eles são dirigidos por oito cineastas diferentes e representativos de uma década de grande êxito artístico e comercial do cinema sul-coreano. A programação dá continuidade à mostra Coreia do Sul, Anos 50: clássicos restaurados, realizada na Cinemateca Brasileira em 2024.

Uma série de fatores contribuiu para a produção cinematográfica coreana nos anos 1960. O início da década foi marcado pelo afrouxamento da censura durante a transição entre dois governos autoritários, o que abriu algum espaço para experimentações temáticas e formais. Ao mesmo tempo, políticas estatais como a obrigatoriedade de que cada estúdio produzisse três longas-metragens para poder importar um filme estrangeiro, além de medidas protecionistas, como a cota de tela, elevaram drasticamente o número de produções: em 1960 foram realizados 92 filmes locais; em 1969, esse número já havia saltado para 229. A rápida industrialização também teve papel decisivo, já que o crescimento das grandes cidades criou um público urbano cada vez mais numeroso. Nesse ambiente, surgiram grandes estúdios e uma espécie de star system, com diretores e atores que se tornaram amplamente reconhecidos pelo público. Somado a isso, o avanço técnico e a crescente profissionalização do setor ajudaram a consolidar a década de 60 como um momento crucial para o desenvolvimento do cinema sul-coreano.

Os filmes que compõem a mostra revelam a centralidade do melodrama no cinema da época. Muitos retratam a realidade social do país, ainda afetada pelo pós-Guerra da Coreia, incluindo pobreza, modernização acelerada, tensões urbanas e a luta pela sobrevivência e pela manutenção de laços afetivos em meio às dificuldades. Ao mesmo tempo, alguns mesclam outros gêneros, como guerra (Fuzileiros que nunca retornaram, 1963), horror (Uma assassina sedenta de sangue, 1965) ou comédia (Sob o céu de Seul, 1961).

Outros títulos que compõem a mostra são: Bala sem rumo (1961), de Yu Hyun-mok, amplamente considerado um dos melhores filmes coreanos de todos os tempos; A juíza (1962), de Hong Eun-won, a segunda mulher a dirigir longas-metragens no país – a primeira foi Park Nam-ok, cujo A viúvafoi exibido na Cinemateca Brasileira em 2024; O cocheiro, de Kang Dae-jin, um dos primeiros filmes coreanos a ganhar destaque internacional, premiado no Festival de Berlim de 1961; A mãe e o hóspede, de Shin Sang-ok, estrelado por sua esposa Choi Eun-hee, a atriz mais reconhecida e aclamada da geração; e Juventude descalça (1964), de Kim Ki-duk, fortemente influenciado pelos filmes japoneses taiyozoku, que retratavam a juventude rebelde e frustrada do pós-guerra.

A redescoberta, a remasterização/restauração digital e a difusão de grande parte desses filmes foi possível graças ao Korean Film Archive (KOFA), fundado em 1974. É o caso de A juíza, cuja cópia em 16mm foi descoberta pelo KOFA em 2015, e Bala sem rumo, restaurado a partir de uma cópia em 35mm, provavelmente proveniente dos Estados Unidos, que continha legendas em inglês cobrindo metade da imagem – e que foram removidas no processo de restauração.

A sessão do filme Fuzileiros que nunca retornaram do dia 14/12 será apresentada por Hwang Min Jin, programadora do KOFA.

Toda a programação é gratuita, e os ingressos serão distribuídos uma hora antes de cada sessão.


CINEMATECA BRASILEIRA

Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Mariana

Horário de funcionamento

Espaços públicos: de segunda a segunda, das 08 às 18h

Salas de cinema: conforme a grade de programação.

Biblioteca: de segunda a sexta, das 10h às 17h, exceto feriados

Sala Grande Otelo (210 lugares + 04 assentos para cadeirantes)

Sala Oscarito (104 lugares)
Área externa (300 lugares)

Retirada de ingresso 1h antes do início da sessão



Programação

Sexta-feira, 05 de dezembro

20h _ Sala Grande Otelo _ BALA SEM RUMO

Sábado, 06 de dezembro

15h _ Sala Grande Otelo _ O COCHEIRO

17h _ Sala Grande Otelo _ A JUÍZA

19h _ Sala Grande Otelo _ FUZILEIROS QUE NUNCA RETORNARAM

Domingo, 07 de dezembro

17h30 _ Sala Grande Otelo _ JUVENTUDE DESCALÇA

19h45 _ Sala Grande Otelo _ UMA ASSASSINA SEDENTA DE SANGUE

Quarta-feira, 10 de dezembro

19h30 _ Sala Oscarito _ A JUÍZA

Quinta-feira, 11 de dezembro

17h30 _ Sala Grande Otelo _ SOB O CÉU DE SEUL

20h _ Sala Grande Otelo _ A MÃE E O HÓSPEDE

Sexta-feira, 12 de dezembro

17h30 _ Sala Oscarito _ JUVENTUDE DESCALÇA

20h _ Sala Oscarito _ O COCHEIRO

Sábado, 13 de dezembro

14h30 _ Sala Oscarito _ A MÃE E O HÓSPEDE

17h30 _ Sala Oscarito _ BALA SEM RUMO

19h30 _ Sala Oscarito _ UMA ASSASSINA SEDENTA DE SANGUE

Domingo, 14 de dezembro

14h30 _ Sala Grande Otelo _ FUZILEIROS QUE NUNCA RETORNARAM

A sessão será apresentada por Hwang Minjin, programadora do KOFA.

17h30 _ Sala Oscarito _ SOB O CÉU DE SEUL

Poltrona Séries Especial: Stranger Things/Anna Barros

Poltrona Séries Especial: Stranger Things/Anna Barros

Após um hiato de três anos desde o fim da quarta temporada, fãs de Stranger Things ficaram aguardando ansiosamente a quinta temporada. Essa foi liberada pela Netflix no dia 26 de novembro às 22h em caráter mundial o que quebrou a gigante de streaming.

Foram quatro episódios eletrizantes. As crianças cresceram mas nessa quinta temporada tentamos entender como funciona a mente de Vecna, sua ligação com Will e o desejo que ele tem de coaptar crianças e destruir Hawkins. São quatro episódios eletrizantes. Depois serão mais três no Natal e o último no dia 31/12. 

Os episódios são longuíssimos mas cheios de ação. E finalmente descobrimos o que de fato aconteceu com Max com direito à viagem do tempo. Ao tempo em que Vecna era adolescente: 1959. Mas ela não se envolve. Max está presa na consciência dele.

Confesso que não esperava tanto protagonismo de Holly, a irmã de Mike, que até fala de um amigo imaginário e o livro que deve ter inspirado os Duff Brothers: A Dobra do Tempo.

Eleven aparece mas seu protagonismo é dividido com Will que se apaixona por Robin mas descobre que ela está outra. Mas é uma conversa que eles têm dentro do túnel com o objetivo de resgatar as crianças sequestradas por Vecna, que Will tem o grande despertar de toda a série e num final surpreendente ajuda a sua mãe, Hopper e amigos.

Duffy ainda está traumatizado com a morte de Eddie e tenta resgatar o Hellfire Clube e é impedido por meninos agressivos da escola que fazem bullying com ele e o agridem.

E Lucas se empenha para que Max em coma volte à vida fazendo com que ela ouça a música preferida dela de Kate Bush.

Os efeitos visuais são geniais, como sempre. E o terror provocado por Vecna ao atacar Karen, mãe de Mike, e Ted, seu pai, provocando graves consequências. Nancy tem grande participação nessa temporada disposta a destruir Vecna também.

A parte dos militares que caçam Eleven é um pouco cansativa e chata, mas faz parte. Bom demais rever Linda Hamilton, de O Exterminador do Futuro,  como Dra Kay. 

A trilha sonora é fascinante. Principalmente porque nos remete aos anos 80, melhor época da vida.

Uma série de terror que encantou o mundo e a mim e que deixará saudades.

Vamos aproveitar cada minuto de Stranger Things porque depois ficará apenas na lembrança.

5/5 poltronas

Plantão Poltrona/Anna Barros

Plantão Poltrona/Anna Barros

O Agente Secreto e Wagner Moura ganharam o prêmio de Melhor Filme Internacional e Melhor Ator no New York Filme Crítics Circule Awards, um dos prêmios mais antigos da Crítica.

O filme fala de memórias e lembranças no contexto da Ditadura Militar onde o professor, Marcelo, foge de Brasília para Recife para tentar viver com seu filho. Várias coisas acontecem inclusive a lenda urbana da Perna Cabeluda. O filme de Kleber Mendonça Filho é uma ode de amor a Recife e ao Cinema. Esses prêmios aquecem o filme para a corrida do Oscar.

Se não viu, veja. Em grande circuito.

Poltrona Cabine: Cyclone/Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Cyclone/Cesar Augusto Mota

As cinebiografias ainda continuam em alta entre os cinéfilos, e a bola da vez é um ícone do início do século XX, que teve que superar os percalços e lutar contra a sociedade da época para mostrar que a mulher tem valor no círculo social e nas artes. Trata-se de Maria de Lourdes Castro Pontes, conhecida como Daisy. Ou melhor, Miss Cyclone. Dirigida por Flávia Castro, “Cyclone” vem não só para relembrar uma figura marcante, como também para ilustrar como a mulher até os dias de hoje ainda é muito negligenciada, principalmente no tocante ao seu corpo.

Na trama, Daise (Luiza Mariani), uma operária que divide o tempo entre o trabalho em uma gráfica e sua paixão pela dramaturgia, ganha uma bolsa de estudos em teatro para Paris, porém tem de enfrentar seu maio desafio: conseguir se afirmar em uma sociedade que nega às mulheres o direito de sonhar e de serem donas do próprio corpo.

De início, a protagonista se sente uma pessoa aprisionada e chega até a duvidar de si mesma sobre ser uma boa escritora. Com a ajuda de pessoas que conheceu no teatro e sua força interior, Daise consegue aos poucos remover as pedras de seu caminho para se fazer percebida no meio artístico. O plano de fundo fechado e a câmera de frente mostra muito bem a personagem- central com seu grande ímpeto em superar burocracias e driblar o machismo predominante nos anos 10, período Modernista.

O nome Cyclone é bem sugestivo e faz jus a Daise, pois ela enfrentou diversos ciclones e tempestades da vida sem baixar a cabeça, e essa vontade foi a mola propulsora da obra. Além da performance de Luiza Mariani, que entrega tudo o que se espera, o trabalho da cineasta Flávia Castro é outro diferencial, como uma linguagem provocativa, um plano visual com imagens granuladas para ilustrar as dificuldades e limitações das produções da época e o destaque para a linguagem corporal de Daise durante a narrativa, que diz muito sobre a artista e o que ela queria transmitir.

O dito popular “A primeira impressão é a que fica” pode ter sido aplicado a outras cinebiografias, o que não é o caso dessa, visto que Daise em sua última cena ilustra o quão vencedora foi e que é possível chegar aonde quiser com o dom que tem. Um filme impactante, convidativo e necessário para a sociedade atual.

Cotação: 5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota