Disney+ e Star+ | Xógum: A Gloriosa Saga do Japão – Terceiro episódio estreia terça-feira 

Disney+ e Star+ | Xógum: A Gloriosa Saga do Japão – Terceiro episódio estreia terça-feira 

Xógum: A Gloriosa Saga do Japão

Um episódio por semana todas às terças-feiras exclusivamente no Star+/Disney+

Imagens cedidas pela FX Networks

Trailer oficial legendado: https://www.youtube.com/watch?v=_ic_AyVQNE8

SINOPSE OFICIAL: “Xógum: A Gloriosa Saga do Japão” do FX, uma adaptação do romance original best-seller de James Clavell, é ambientada no Japão de 1600, durante o início de uma guerra civil que definirá um século. O produtor Hiroyuki Sanada interpreta Yoshii Toranaga, que luta por sua vida enquanto seus inimigos no Conselho de Regentes se unem contra ele. Quando um misterioso navio europeu é encontrado abandonado em um vilarejo de pescadores, seu capitão inglês John Blackthorne (Cosmo Jarvis) chega com segredos que podem ajudar Toranaga a alterar a balança de poder e acabar com a grande influência dos inimigos de Blackthorne: os padres jesuíté e comerciantes portugueses. Os destinos de Toranaga e Blackthorne ficam intrinsecamente ligados à tradutora Toda Mariko (Anna Sawai), uma misteriosa nobre cristã e a última em uma linhagem de sucessão desonrada. Enquanto serve a seu senhor em meio ao tenso cenário político, Mariko deve conciliar sua nova amizade com Blackthorne, seu compromisso com a fé que a salvou, e seu dever para com seu falecido pai. “Xógum: A Gloriosa Saga do Japão” foi criada para televisão por Rachel Kondo e Justin Marks, que também atua como showrunner e produtor executivo. Michaela ClavellEdward L. McDonnellMichael De Luca e Kondo também são produtores executivos da série. Hiroyuki Sanada atua como produtor. A série é produzida pela FX Productions.

Documentario Lupicinio Rodrigues: Confissões de um Sofredor estreia dia 14 de março nos cinemas

Documentario Lupicinio Rodrigues: Confissões de um Sofredor estreia dia 14 de março nos cinemas

Documentário Lupicínio Rodrigues: Confissões de um Sofredor estreia dia 14 de março nos cinemas

Filme de estreia de Alfredo Manevy apresenta o pai da sofrência que chegou a emplacar música em trilha sonora do Oscar em 1945;

Produção foi reconhecida como Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora e recebeu Menção Honrosa na 17ª edição do Fest Aruanda 2022 e terá distribuição da O2 Play em parceira com o Canal Curta!Cartaz do documentário Lupicínio Rodrigues: Confissões de um Sofredor, de Alfredo Manevy | Créditos: Acervo família Rodrigues

NOS CINEMAS EM 14 DE MARÇO

DOWNLOAD DO CARTAZ AQUI

São Paulo, fevereiro de 2024 – Lupicínio Rodrigues: Confissões de um Sofredor, documentário em que Alfredo Manevy faz sua estreia na direção, já tem data para chegar ao público: 14 de março. Celebrando o legado poético do cantor e compositor, o filme explora a contribuição musical e o contexto histórico do renomado músico e autor de sucessos que encantam gerações. A distribuição é da O2 Play em parceria com o Canal Curta!.

A obra, premiada com Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora na 17ª edição do Fest Aruanda 2022, recebeu Menção Honrosa por sua força narrativa ao resgatar e ressaltar a importância de um dos maiores compositores da música popular brasileira e pela riqueza de sua pesquisa.

Produzido pela Plural Filmes em parceria com o Canal Curta, o documentário preserva o seu legado musical, destacando sua contribuição artística e o contexto histórico e social. As músicas de sucesso de Lupicínio Rodrigues foram interpretadas por alguns dos maiores nomes da Música Popular Brasileira.Cena de arquivo do documentário Lupicínio Rodrigues: Confissões de um Sofredor | Créditos: Museu Felizardo de Porto Alegre

Lupicínio Rodrigues: Confissões de um Sofredor traz uma pesquisa ampla com materiais de arquivos do próprio Lupicínio, além de entrevistas e falas de artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, e Elza Soares. A produção também aborda um episódio importante da história de Lupicínio envolvendo a faixa Se Acaso Você Chegasse. A música fez parte da trilha sonora de um musical de Hollywood, Dançarina Loura, e, mais tarde, foi indicada ao Oscar de 1945. Mas, além de não ter sido consultado sobre o uso da canção, Lupicínio só foi receber direitos autorais anos após o sucesso. Até hoje seus créditos na indicação ao Oscar não foram reconhecidos.

“Eu quis que essa questão dos direitos e créditos ganhasse força no filme porque Lupicínio vendia sambas no câmbio negro. A questão não é só de crédito, mas de economia da cultura. Se a música é o que o Brasil faz de melhor, por que não somos capazes, enquanto país, de dar o devido retorno econômico aos mestres da nossa música? A riqueza resultante desse valioso patrimônio cultural deveria chegar aos autores”, comenta o diretor Alfredo Manevy.Lupicínio Rodrigues e Nelson Cavaquinho no filme Lupicínio Rodrigues: Confissões de um Sofredor | Créditos: Instituto Moreira Salles

O documentário recebeu o prêmio do público de melhor documentário em Lisboa, no Festival Internacional da Língua Portuguesa, e participou de festivais nacionais como a 46ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2023), 26ª Mostra de Cinema de Tiradentes (2023), 18ª Mostra de Cinema de Ouro Preto (2023), Festival Mimo de Cinema 2023, Santos Film Fest 2023, IN-EDIT 2023, 46º Festival Guarnicê de Cinema (2023). A produção também foi selecionada para festivais internacionais como a 14ª edição do FESTin Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa (2023), 27th Inffinito Brazilian Film Festival (2023) e Philadelphia Latino Film Festival 2023.

“Lupicínio é o pai da música de sofrência, que se tornou com ele e depois dele um gênero imensamente popular. Não por acaso Lupi atravessa gerações de intérpretes. Não ocultamos as atitudes, letras e emoções dele com as mulheres de sua vida porque isso seria apagar algo da essência de sua musicalidade e da verdade de sua história. Esconder o machismo não nos ajudaria a compreender e refletir as contradições da época. Ali estão misturados a paixão, o romance, a traição e, claro, o machismo daquele período” ,completa Manevy.

De acordo com o diretor, o filme tem histórias saborosas contadas pelo próprio Lupicínio, ao mesmo tempo em que dá a dimensão da sua coragem musical, e da dificuldade de um homem do extremo sul do Brasil chegar ao centro da indústria cultural naquele tempo.

Sobre o diretor

Alfredo Manevy é formado em Cinema pela Universidade de São Paulo, foi presidente da Spcine, pelo qual elaborou políticas de inclusão e formação de público para cinema, e atuou como secretário executivo no Ministério da Cultura. Atualmente, é professor de Cinema na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Lupicínio Rodrigues: Confissões de um Sofredor é sua estreia na direção.

Maratona Oscar: Pobres Criaturas/Anna Barros

Maratona Oscar: Pobres Criaturas/Anna Barros

Pobres Criaturas é meu segundo filme do Oscar num ano maravilhoso de filmes como há muito não tínhamos. O filme de Yorgos Partimos é todo centrado em Emma Stone. E ela brilha demais vivendo Bella Baxter, uma nova Frankenstein. O cientista God a faz a partir de uma mulher grávida que se suicida. Ele pega o cérebro do bebê ainda vivo e confecciona  Bella. No início, ela não tem coordenação motora,  mal balbucia as palavras, e à medida que se desenvolve,  decide explorar o mundo.

É entregue em noivado a um discípulo de God Baxter mas se rebela e foge com o inescrupuloso advogado vivido por Mark Ruffalo rumo a Lisboa, Alexandria e Paris. Ela descobre as mais variadas sensações e se liberta como mulher. Quando decide ser prostituta em Paris e descobre que seu pai, God está com câncer terminal, volta a Londres.

O filme tem uma fotografia maravilhosa e surpreendente e em  Preto e branco e um figurino sensacional que perpassa todas as fases de Bella.

Mark Ruffalo e Willem Dafoe arrebentam em seus papéis e Emma Stone concorre de igual pra igual com Lily Gladstone de Assassino da Lua das Flores, de Scorsese, a minha favorita.

O filme tem cenas pesadas de sexo mas todas dentro do contexto do enredo. O roteiro adaptado a meu ver deveria ganhar tamanha a ousadia e sensibilidade de Latimos.

Eu amei o filme epor vários dias.

Não vai varrer o Oscar como Oppenheimer,  mas deve levar alguns.

Num cinema perto de você.

5/5 poltronas.

Maratona Oscar: Zona de Interesse/Tom Leão

Maratona Oscar: Zona de Interesse/Tom Leão

‘ZONA DE INTERESSE’: NÃO É TERROR, MAS ASSUSTA ****


Já vimos centenas de filmes passados durante o período nazista e sobre o extermínio de judeus. Mas, nunca vimos nenhum como ‘The Zone of Interest’ (no original), de Jonathan Glazer. O diretor, que filma muito esporadicamente (apenas 4 longas em 20 anos), é dado a obras algo estranhas (‘Birth’ e ‘Sob a pele’, por exemplo). Aqui, ele adaptou um livro do recém falecido Martin Amis, sobre o cotidiano de uma família alemã perfeita: eles vivem numa bela casa, com um belo jardim, piscina, empregados, comida farta. Mas, do outro lado do muro da casa está… o campo de concentração de Auschwitz! O dono da casa, Rudolf Höss (que realmente existiu), é um oficial nazista de alta patente, que gerencia a logística dos campos. Nada disso influi na vida da família. A esposa de Höss, Hedwig (Sandra Hüller, de ‘Anatomia de uma queda’), que se diz ‘A Princesa de Auschwitz’, só pensa em futilidades. Nos detalhes, vemos uma fumaça de forno crematório ali, um ruído de trem ao fundo, espocar de tiros acolá, e a vida segue normal para os Höss, que sonham com uma Alemanha nazista perfeita e feliz, sem saber que o sonho vai durar pouco (a trama se passa por volta de 1943, dois anos antes da derrocada nazi). Um filme que assusta, mesmo não sendo do gênero terror, e acaba de uma forma que deixa um nó no estômago. TOM LEÃO

Galeria

DAS TELONAS PARA O STAR+: MOTIVOS PARA ASSISTIR O SEQUESTRO DO VOO 375

Dirigido por Marcos Baldini, o longa foi o 5º filme nacional mais visto nos cinemas em 2023

Acaba de chegar no Star+ uma superprodução que vale a pena ser vista! Após estrear nos cinemas com sucesso, O Sequestro do Voo 375 já está disponível no serviço de streaming e é protagonizado por Danilo Grangheia Jorge Paz, com direção de Marcos Baldini e produção de Joana Henning.

Baseado em uma história real brasileira de 1988, o longa acompanha o trabalhador Nonato (Jorge Paz), que se rebela contra o presidente da época e as dificuldades de um país em crise e orquestra o sequestro de um voo comercial para um atentado ao Palácio do Planalto. Murilo (Danilo Grangheia), o piloto desse avião, se vê responsável pela vida de mais de 100 pessoas a bordo e mesmo com toda tensão criada pelo sequestrador dentro da aeronave, executa a manobra mais impressionante da sua carreira, impactando para sempre a aviação. 

Com um roteiro eletrizante, o Star+ separou uma lista de motivos para você assistir (ou reassistir) O Sequestro do Voo 375, agora, na plataforma. Confira:

Inspirado em fatos reais que pouca gente conhece!

Assistir O Sequestro do Voo 375 é acompanhar de perto uma das histórias mais inacreditáveis da aviação nacional. O ano era 1988, dia 29 de setembro, quando o sequestro de um avião comercial mudou por completo a aviação do Brasil. Raimundo Nonato Alves da Conceição, um homem insatisfeito com a situação política do Brasil e cansado com a falta de empregos e oportunidades para sua família, resolve tomar medidas drásticas e comete um grande crime sequestrando o avião da Vasp 375 que partia de uma escala Confins, em Belo Horizonte, com destino ao Rio de Janeiro. O seu objetivo era um: mudar a rota aérea para colidir com o Palácio do Planalto e matar o ex-presidente da república, José Sarney. A história do filme é baseada nesse caso pouco conhecido no cenário nacional. 

Uma obra premiada

O Sequestro do Voo 375 foi presença garantida nos principais festivais de cinema no país em 2023. Em outubro do ano passado marcou presença no encerramento de gala do Festival do Cinema do Rio, foi destaque na Mostra de São Paulo, além de ganhar o prêmio de Melhor Roteiro de Edição do Labrff (Los Angeles Brazilian Film Festival). O filme ainda esteve presente no Brazilian Film & Television Festival of Toronto, realizado no Canadá, e no Circuito Penedo de Cinema.

A produção ainda teve um painel exclusivo com a presença de Marcus Baldini e Joana Henning durante a CCXP Brasil de 2023, o maior evento de cultura pop da América Latina. Os dois contaram curiosidades sobre a produção e comentaram sobre a importância da valorização do cinema nacional. 

Valorizando o cinema nacional

Produzido pelo Estúdio Escarlate com LTC Produções e Star Original Productions, O Sequestro do Voo 375 entra para a coleção de obras 100% nacionais do catálogo do Star+, trazendo um elenco talentoso, com nomes como Roberta GualdaGabriel GodoyCésar MelloJuliana AlvesWagner Santisteban, Arianne BotelhoDiego MontezClaudio JaborandyJohnnas Oliva e Adriano Garib.

Junto com o diretor Marcos Baldini e a produtora Joana Henning estão também a produtora executiva Paula Torres e o coprodutor Constâncio Viana.

Superprodução

Gravado no icônico estúdio Vera Cruz, O Sequestro do Voo 375 contou com uma robusta estrutura de filmagens, sendo fiel aos detalhes da época, especialmente na recriação do Boeing. Não à toa, foi o 5º filme nacional mais visto nos cinemas em 2023.

O Sequestro do Voo 375 está disponível no Star+.