Com Ailton Krenak, ‘Sociedade do Medo’ estreia nesta quinta nos cinemas

Com Ailton Krenak, ‘Sociedade do Medo’ estreia nesta quinta nos cinemas

“Sociedade do Medo”, novo documentário de Adriana L. Dutra, estreia nesta quinta nos cinemas

Coproduzido pela Globo Filmes, Globonews, Canal Brasil e GNT, longa-metragem encerra a “Trilogia da Catarse” da diretora e roteirista
 

TRAILER FOTOS

Longa-metragem que encerra a “Trilogia da Catarse”, composta por documentários desenvolvidos, roteirizados e dirigidos pela cineasta Adriana L. Dutra, “Sociedade do Medo” estreia dia 20 de outubro nos cinemas. O filme é uma reflexão sobre a epidemia do medo que assola a humanidade, potencializada por um sistema que, historicamente, manipula as massas a partir da propagação do pânico e da insegurança. Assim como em seus dois primeiros longas (“Fumando Espero”, de 2009, e “Quanto Tempo o Tempo Tem”, de 2015), Adriana L. Dutra compartilha com o espectador questões existenciais, com o objetivo de pensar assuntos sensíveis e universais que afetam o homem contemporâneo. A produção teve sua primeira exibição no Festival do Rio.
 

Em Tóquio, Nova York, Los Angeles, Londres, Paris, Amsterdam e outras cidades, a documentarista entrevista especialistas de diferentes realidades socioculturais. Os professores David Carrol e Jason Stanley, os filósofos Francis Wolff e Cyrille Bret, o historiador Marcelo Jasmin, os sociólogos Frank Furedi, Barry Glassner e Paula Johns, o padre Júlio Lancellotti, o escritor e filósofo indígena Ailton Krenak, a jornalista Flávia Oliveira, o físico Amit Goswami, a vereadora Benny Briolly, a pesquisadora Ivana Bentes, a professora Tamsin Shaw, a economista Linda Yueh, a deputada federal Talíria Petrone, entre outros, dão seus depoimentos sobre variadas vertentes do medo.

Todos concordam que o medo é e sempre foi o mais potente instrumento de poder. E, ao longo da História, a maior arma de figuras autoritárias para fazer as sociedades acreditarem que precisam de um líder forte. Padre Júlio Lancelotti critica o uso da religião para gerar medo: “Isso é a anti-religião, isso é a manipulação ideológica da religião para manter o poder”, aponta. A jornalista Flávia Oliveira avalia a presença do medo no maniqueísmo do bem e o mal e destaca que “se você acha que o outro por ser diferente te ameaça, se você não enxerga igualdade nas diferenças, nas nuances, você combate. E o medo é um instrumento de combate muito eficiente”.
 

A Trilogia da Catarse teve início em 2009 com o longa “Fumando Espero” (disponível na plataforma de streaming http://www.inff.online), quando a documentarista virou cobaia em seu próprio filme ao narrar a luta contra o cigarro. O projeto começou como um interesse pessoal e transformou-se em pesquisa sobre a dependência química e psicológica da nicotina. O longa foi exibido na 32º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Em 2015, no premiado “Quanto Tempo o Tempo Tem” (disponível na Netflix), Adriana percorreu diferentes cidades do mundo e debruçou sua pesquisa na percepção do tempo ter se tornado mais acelerado e analisou as novas tecnologias e a globalização, aliadas à produção constante de informação e conteúdo.

Em “Sociedade do Medo”, Adriana partiu para conversar com personalidades e analisar o momento em que vivemos, assustados. As filmagens começaram presencialmente antes do início da pandemia do Covid-19, em 2020, e seguiram remotamente depois que o caos foi deflagrado e o medo, unificado. Conforme a diretora afirma (na narração em off), o medo é um potente instrumento de poder: “Esse meu medo é um medo desorientado, diferente do medo orgânico, aquele que me protege contra o perigo. Esse medo que sinto parece ser um medo fabricado, forjado por alguém, como se o medo tivesse sido institucionalizado”, diz. Além de ter sido atravessado pela pandemia do Coronavirus, a produção presenciou outro episódio histórico que gerou mais uma onda indiscriminada de pavor quando, durante a finalização do documentário, a Rússia declarou guerra à Ucrânia.

Todos que possuem consciência têm medo e o medo de morrer é constituído de duas emoções opostas: a certeza de que vamos morrer e a incerteza de como e quando isso vai ocorrer. E, apesar do medo da morte, a espécie humana não parece estar preocupada com o consumo desenfreado que causa as mudanças climáticas, como pontua o filósofo indígena Ailton Krenak. Ele faz uma análise lúcida e realista sobre os tempos atuais: “Se os humanos desaparecerem, a Terra continua, ela não precisa de nós. A gente podia pensar nisso como uma coisa maravilhosa: a gente não faz falta. Mas os humanos se dão importância demais. Isso se chama especismo — que conclui que uma espécie pode dominar todo o planeta”. Mas Krenak encerra a reflexão com uma dica valiosa: “A gente tem que ser radicalmente vivo. Esse é o melhor antídoto contra o medo”.
 


“Sociedade do Medo” é produzido pela Inffinito, em coprodução com Canal Brasil, GNT, GloboNews e Globo Filmes. A distribuição é da Forte Filmes.

SINOPSE

Sociedade do Medo aborda a pandemia de medo que assola o homem contemporâneo. A diretora Adriana L. Dutra investiga a construção da sociedade pela ótica do medo, a sua presença ao redor do mundo e discute o tema com personalidades e especialistas. O documentário propõe uma reflexão crítica, buscando as origens de uma sociedade absorta em seus medos e, consequentemente, no consumo feroz de possíveis paliativos que contribuem para nos levar à solidão e à barbárie. Documentário. 76 minutos.


PERSONAGENS

David Carroll – Nova York – Professor/The New School – NYC
Francis Wolff – Paris – Filósofo e Escritor
Marcelo Jasmin – Rio de Janeiro – Historiador e Cientista Político
Frank Furedi – Londres – Sociólogo e Escritor
Cyrille Bret – Paris – Filósofo
Júlio Lancellotti – São Paulo – Padre
Ailton Krenak – Rio Doce – Minas Gerais – Escritor e Filósofo Indígena
Flávia Oliveira – Rio de Janeiro – Jornalista
Amit Goswam – Eugene | Oregon – Físico e Escritor
Jason Stanley – New Haven | Connecticut – Escritor e Professor de Filosofia – Yale University
Benny Briolly – Niterói – Vereadora
Erick Felinto – Rio de Janeiro – Escritor e Professor – UERJ
Paula Johns – Rio de Janeiro – Socióloga e Ativista
Ivana Bentes – Rio de Janeiro – Pesquisadora e Professora – UFRJ

Tamsin Shaw – Nova York – Professora – New York University
Linda Yueh – Londres – Economista e Escritora
Barry Glassner – Los Angeles – Sociólogo e Escritor
Adriana L. Dutra – Rio de Janeiro – Diretora e Roteirista
Tatiana de Souza – Nova York – Produtora
Yuka Tanaka – Tóquio – Cineasta
Tamara Pekelman – Londres – Consultora
Luciana Clark – Amsterdã – Técnica de Informação
Claudia Castello – Los Angeles – Editora
Talíria Petrone – Rio de Janeiro – Deputada Federal
 

FICHA TÉCNICA

Direção, Roteiro e Narração – Adriana L. Dutra

Produção – Cláudia Dutra e Adriana L. Dutra

Produção Executiva – Cláudia Dutra

Direção de Fotografia – Maritza Caneca, ABC

Argumento – Adriana L. Dutra e Renato Martins

Montagem – Renato Martins

Videografismo e Animação – Felipe Nogueira

Trilha Sonora Original – Igor Araújo

Som Direto – Pedro Moreira

Coordenação de Produção – Alessandra Alli

COPRODUÇÕES GLOBO FILMES, GLOBONEWS E CANAL BRASIL 

A Globo Filmes, a GloboNews e o Canal Brasil assinam, juntos, a coprodução de diversos documentários, que transitam pelos mais diversos assuntos relacionados à cultura brasileira e que apresentam olhares únicos sobre personagens, épocas e fatos da nossa história. A parceria pretende fomentar a produção, a exibição e a divulgação de filmes do gênero, que ainda tem pouca visibilidade no mercado brasileiro, mas representa muito mais do que uma fonte de entretenimento: é essencial para a preservação da memória de uma nação.

Juntos, Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil já investiram em mais de 40 documentários, entre eles “Libelu — Abaixo a Ditadura”, de Diógenes Muniz (vencedor do É Tudo Verdade de 2020); “Babenco – Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”,de Bárbara Paz (premiado como melhor documentário sobre cinema da Venice Classics, mostra paralela do 76º Festival de Veneza em 2019); “Cine Marrocos”, de Ricardo Calil (vencedor do É Tudo Verdade 2019 e ainda inédito em circuito); “Barretão”, de Marcelo Santiago; “Henfil”, de Ângela Zoé (vencedor do Cine PE de 2018); “Menino 23”, de Belisário Franca (melhor doc do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2017)“Tá Rindo de Quê”, de Claudio Manoel, Álvaro Campos e Alê Braga; “Fevereiros”, de Marcio Debellian; “Mussum – Um Filme do Cacildis”, de Susanna Lira; “Setenta”, de Emília Silveira (melhor doc da Mostra São Paulo de 2014). 

SOBRE A FORTE FILMES

A Forte Filmes foi fundada por Renata Paschoal, atriz, diretora e produtora cultural com larga experiência nas três áreas: TV, Cinema e Teatro.

Há mais de 18 anos assina a produção das obras de Domingos Oliveira, entre as principais “Carreiras” com Priscilla Rozenbaum, “Juventude” com Paulo José, o elogiado documentário “Os 8 Magníficos” e os premiados filmes “Infância” com Fernanda Montenegro (vencedor de 4 kikitos, incluindo de Melhor Filme pela Academia Brasileira de Cinema) e “BR716” com Caio Blat e Sophie Charlotte (vencedor dos prêmios de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Trilha Sonora no 44º Festival de Cinema de Gramado e Melhor Roteiro pela Academia Brasileira de Cinema).

Também prestou assessoria para os documentários “Simonal — Ninguém sabe o duro que dei” de Claudio Manoel e “Los Hermanos — Este é o fim do começo de nossas vidas“. Em parceria com a GloboFilmes e Downtown Filmes, assinou a coprodução da cinebiografia “Simonal” com Fabricio Boliveira e Isis Valverde (vencedor dos prêmios de Melhor Primeira Direção, Melhor Trilha Sonora, Melhor Ator e Melhor Som no GP de Cinema Brasileiro, além dos Kikitos de Melhor Trilha, Direção de Arte e Fotografia no 46º Festival de Cinema de Gramado).

Ao longo dos anos produziu mais de 300 programas de entrevistas, 20 espetáculos teatrais e, recentemente, a elogiadíssima série de ficção “Confissões de Mulheres de 50“, disponível no Canal Brasil e na Globoplay.

A Forte, que já atuava no setor de distribuição, se tornou parceira da Kuarup Produtora, ampliando ainda mais sua estrutura e portfólio de filmes, documentários, séries e curtas-metragens. A grande estratégia dessa parceria é unir produção apurada de audiovisual com uma melhor distribuição, aproveitando a crescente demanda das mais diversas plataformas de streaming e vídeo sob demanda, além de cinema e televisão.

Documentário KEVIN, de Joana Oliveira, chega aos cinemas em 3 de novembro

Documentário KEVIN, de Joana Oliveira, chega aos cinemas em 3 de novembro

Ao narrar o reencontro da diretora com sua amiga ugandense Kevin Adweko, o filme aborda questões como sororidade, relações interraciais e a posição da mulher

O filme KEVIN, de Joana Oliveira (Morada), nasce da amizade da cineasta com a ugandense Kevin Adweko, que conheceu há mais de 20 anos, quando as duas estudavam na Alemanha. A partir do reencontro, quando a brasileira viaja a Uganda, o filme investiga o passado e o presente, os caminhos trilhados, e os rumos que as vidas e os países de cada uma delas tomaram. O longa é produzido pela Bukaya Filmes, em coprodução com Anavilhana e Vaca Amarela Filmes, e chega aos cinemas em 03 de novembro, com distribuição da Embaúba Filmes.

O documentário nasce de uma saudade: quando iria se casar, em 2013, Joana gostaria que sua amiga viesse ao Brasil, mas Kevin tinha acabado de ter uma filha, e não podia arcar com os gasto de uma viagem. “Desde que nos conhecemos em 1999 em Reutlingen, na Alemanha, só tínhamos nos encontrado em um país que não era nem de uma nem de outra. Em janeiro de 2013 comecei a escrever o roteiro de um filme que seria uma mistura de documentário e ficção sobre a vinda de Kevin ao Brasil para meu casamento. Acreditava que seria uma forma de me conectar com minha amiga e de termos um projeto juntas, fazer um filme sobre nossa relação.”

Além disso, Joana sabia que Kevin era uma figura extraordinária para estar num documentário. “E que a relação entre uma brasileira e uma ugandesa, que têm muito em comum apesar de serem tão diferentes em suas personalidades, interessaria muita gente. Especialmente mulheres. Meu casamento passou, o filme demorou a ser financiado, a Kevin se mudou da Alemanha para Uganda e muita coisa mudou na história do filme.”

Joana também aponta que sua amiga Kevin pensava, no início, que o filme não passava de uma brincadeira, ou algo apenas para mostrar para amigas no Brasil. “Quando chegamos na Uganda com a equipe, com contratos, com equipamentos, ela começou a entender que o filme era maior que uma reportagem e ficou muito feliz. A Kevin pode dizer que não acredita, mas eu, sim, sei: ela é uma artista nata. Sabe como se posicionar para ser filmada, entende a captação de som e a manipulação de uma história. Nós conversamos muito sobre o que revelar e o que não revelar e tudo o que está no filme foi acordado.”

Joana conta que quando se conheceram, logo se tornaram amigas próximas, e mesmo depois que a brasileira retornou, e Kevin continuou na Alemanha, elas não perderam contato, primeiro, por cartas, e, depois, e-mails. Em 2005, se reencontraram brevemente, quando Joana voltou a estudar na Alemanha, e só em 2014 que estiveram juntas novamente, já com o projeto do filme.

Estive na Alemanha para planejarmos o filme, fiz testes de câmera com ela. A Luana Melgaço, produtora do filme, me ajudou a ir e ter certeza de que ela estava de acordo com o projeto. Foi ótimo, pois tive certeza de que a câmera e ela se amam! E desde que começamos o projeto do filme tenho visto a Kevin com mais regularidade e tem sido uma coisa linda. Meu marido, Gustavo Fioravante, que assina o som direto e a edição de filme, a conheceu já quando fomos filmar.”

KEVIN foi filmado em 2 etapas, a primeira em 2017, em Uganda, onde foi rodada uma parte grande do filme, e a segunda em 2019, em Belo Horizonte, Brasil, e, depois, novamente em Uganda, na cidade de Jinja. “Foi antes da segunda etapa que eu procurei a Laura Barile, para trabalhar no roteiro, pois justamente queria tratar Joana e Kevin em uma chave mais distanciada e com a proposta de entendermos essas personagens e fortalecê-las. O roteiro teve também a colaboração ativa de Tatiana Carvalho Costa, que também foi assistente de direção.”

O filme teve suas primeiras exibições na Mostra de Cinema de Tiradentes, que aconteceu on-line, e Joana confessa que tinha apreensão sobre como o público veria o longa. “Mas foi impressionante. As pessoas nos escreveram muito, ligaram, queriam seguir conversando sobre a vida, sobre a situação das mulheres, sobre amizade, sobre querer ou não ter filhos, sobre perdas, sobre famílias interraciais, sobre racismo, sobre problemas de família, sobre estar com saudades das pessoas. Muitas mulheres falando de como se sentiram refletidas na tela, de como amam suas amigas.”

Joana revela que assistiu a estreia do filme ao lado de Kevin, na Alemanha, e, nas próximas semanas, a amiga chega ao Brasil para o lançamento do longa no país. “A Kevin é uma mulher de pulso muito forte e muito segura do que quer que seja visto e o que não quer. Sim, a Kevin do filme é uma versão dela mesma. Assim como a Joana do filme também é.”KEVIN tem ainda em sua equipe artística Clarissa Campolina, na montagem; Cristina Maure, na direção de fotografia; Thaís de Campos, na trilha sonora; Gustavo Fioravante, no som direto e edição de som; e Rimmena Procópio, que fez a direção de arte no Brasil, além da seleção de figurinos.KEVIN será lançado no Brasil pela Embaúba Filmes.


Sinopse

É a primeira vez que Joana, uma brasileira, visita sua amiga Kevin na Uganda. Elas se tornaram amigas há 20 anos quando estudaram juntas na Alemanha e faz muito tempo que não se veem. A partir desse encontro, o filme tece a fina trama que é uma conversa entre duas amigas: as histórias do passado, os desejos, os caminhos trilhados, os diferentes modos de encarar a matéria do vivido e um elo de amor e sororidade que resiste à distância e ao tempo.

Ficha técnica:

Direção:  Joana Oliveira

Produção: Luana Melgaço, Joana Oliveira 

Elenco: Joana Oliveira, Kevin Adweko

Roteiro: Joana Oliveira, Laura Barile, com a colaboração de Tatiana Carvalho Costa

Produção Executiva: Luana Melgaço

Direção de Produção: Camila Bahia, Irene Nduta Mungai, Vanessa Santos

Fotografia: Cristina Maure

Direção de Arte: Rimenna Procópio

Som Direto e Edição de Som: Gustavo Fioravante

Montagem: Clarissa Campolina

Cor e Finalização: Lucas Campolina

Mixagem: Pedro Durães

Trilha Sonora: Thaís de Campos

Empresa Produtora: Bukaya Filmes

Coprodução: Anavilhana; Vaca Amarela Filmes

Empresa Distribuidora no Brasil: Embaúba Filmes

Ano: 2021

Duração: 81 minutos

País: Brasil

Sobre Joana Oliveira

Joana Oliveira é roteirista e diretora; trabalha na área audiovisual desde 1999. Mestre em Cinema pela Escola de Belas Artes, UFMG, graduada em Direção de Cinema pela EICTV, em Cuba e em Comunicação Social pela PUC Minas.

Dirigiu várias produções como curtas-metragens de ficção, documentários e programas para a TV. Roteirizou variadas séries de ficção e documentário, além de longas-metragens. Seus curtas já foram selecionados para vários festivais nacionais e internacionais como Festival de Cartagena (Colômbia), Lakino (Alemanha), Huesca Film Festival (Espanha), Festival de Habana (Cuba), Festival de Cine de Guadalajara (México), San Diego Latino Film Festival (EUA), Mostra de Cinema de Tiradentes e exibidos em canais de televisão. Realizou diretora dois longas-metragens documentais: Kevin (2021) e Morada (2010). Joana atua também como professora universitária e consultora de roteiros. Atualmente é sócia da Bukaya Filmes.

Sobre a Bukaya Filmes – https://bukayafilmes.com.br/

Bukaya Filmes é uma produtora de filmes autorais da diretora Joana Oliveira. Criada em 2019, a produtora é sediada em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Dois longas-metragens fazem parte do portifólio da empresa. São eles Morada, um documentário sobre uma senhora ameaçada de desapropriação em Belo Horizonte, e Kevin, que conta a história de uma amizade entre uma mulher do Brasil e uma mulher da Uganda.

Sobre a Anavilhana – https://www.anavilhana.art.br/

A Anavilhana surgiu do encontro entre Clarissa Campolina, Luana Melgaço e Marília Rocha. Fundada em 2005, a produtora reúne mais de 20 anos de experiência de suas sócias, com o desejo de articular pesquisa, formação, produção e criação audiovisual.

Desenvolvemos projetos das nossas integrantes e parcerias com diretoras e diretores independentes, produções associadas e co-produções dentro e fora do Brasil. Nosso trabalho é norteado pela criação de desenhos de produção mais adequados a cada novo projeto, pelas trocas com outras produtoras e realizadores, e pelo investimento na pesquisa de linguagem. Tudo isso desde sua origem, quando as três sócias integraram o grupo Teia (www.teia.art.br). 

Até o momento, a Anavilhana lançou mais de 30 obras audiovisuais, com ampla participação no mercado de cinema autoral: curtas e longas-metragens, instalações, séries de TV e teatro. Teve trabalhos oficialmente selecionados e premiados festivais nacionais como: É Tudo Verdade, Festival de Brasília, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes; em festivais internacionais: Berlinale, Veneza, Toronto, San Sebastian,Locarno, Roterdã, Visions du Réel, DocLisboa; e em museus de arte do mundo: Centre Georges Pompidou, MoMA, Inhotim. Suas produções também estiveram destacadamente presentes no circuito comercial de cinema e em plataformas de streaming no Brasil e no exterior.

E para quem se pergunta o que significa Anavilhana, explicamos: o arquipélago de Anavilhanas, um dos maiores do mundo, situa-se no Rio Negro, na região amazônica. Este conjunto de ilhas fluviais inspirou a escolha do nome da produtora, ao entendermos que um arquipélago só se faz na autonomia de suas ilhas e na união de todas elas.

Sobre a Vaca Amarela – https://www.vacaamarelafilmes.com.br/

A Vaca Amarela Filmes é uma produtora audiovisual brasileira que realiza projetos independentes e autorais. Sediada em Minas Gerais, atua desde 2008, produzindo filmes de curtas, médias e longas-metragens e séries de TV.

Suas produções foram premiadas e exibidas em vários festivais internacionais como Festival Internacional de Cine de Cartagena (Colômbia), Lakino (Alemanha), Cine Las Americas International Film Festival (Estados Unidos), Terra di Tutti Film Festival (Itália), Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira (Portugal) e no Brasil em festivais como Forumdoc, Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival Internacional de curtas metragens de São Paulo, Cine Ceará, Festival do Cinema Brasileiro de Gramado etc.

Para a TV, realizou a série de documentário Veredas do Brasil, que trata-se das grandes rotas criadas no Brasil. Como que cada uma delas nasceu, resistiu e se transformou ao longo da sua história. A primeira temporada transporta o espectador para o século XVIII ao percorrer a Estrada Real, conhecida por ser o principal caminho de escoamento do ouro e diamante das Minas Gerais rumo a Portugal em exibição no CineBrasilTV.

Atualmente a Vaca Amarela Filmes está produzindo o longa-metragem ‘A Estação’ contemplado no Prodecine 01/2016-Ancine e uma série de animação infantil para TV ‘Na Sombra da Mangueira’ selecionado pelo Olhar Independente.

Sobre a Embaúba Filmes – https://embaubafilmes.com.br/

A Embaúba Filmes é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. Seu objetivo é contribuir para a maior circulação de obras autorais brasileiras. Ela busca se diferenciar pela qualidade de seu catálogo, que já conta com mais de 40 títulos, em pouco mais de 4 anos de atuação, apostando em filmes de grande relevância cultural e política. A empresa atua também com a exibição de filmes pela internet, por meio da plataforma Embaúba Play, que exibe não apenas seus próprios lançamentos, como também obras de outras distribuidoras e contratadas diretamente com produtores, contando hoje com mais de 500 títulos em seu acervo, dentre curtas, médias e longas-metragens do cinema brasileiro contemporâneo.

Meu querido zelador estreia no Star plus dia 26 de outubro

Meu querido zelador estreia no Star plus dia 26 de outubro

“MEU QUERIDO ZELADOR”, NOVA COMÉDIA DRAMÁTICA ORIGINAL DO STAR+, ESTREIA EM 26 DE OUTUBRO

 

Estrelada por Guillermo Francella, a produção chega com exclusividade na plataforma

IMAGENS DE DIVULGAÇÃO: https://disney-comm.cimediacloud.com/r/e1io61fAFBsY

 

São Paulo, 17 de outubro de 2022.- O Star+ apresenta “Meu Querido Zelador”, a nova série do Star Original Productions, criada pela dupla de cineastas argentinos Mariano Cohn e Gastón Duprat, que estreará com todos os episódios exclusivamente na plataforma em 26 de outubro.

 

Composta por 11 episódios de 30 minutos, “Meu Querido Zelador” narra as aventuras de Eliseo (Francella), gerente de um prédio que, nas costas do consórcio que o emprega, usa e abusa de seu poder de vigilância e intromissão. O edifício é um universo com dinâmicas e regras específicas, e Eliseo conhece todas elas perfeitamente. Ele vive lá, trabalha lá e absorve cada detalhe da vida de seus habitantes. Entretanto, por baixo de sua aparência útil e obsequiosa, ele esconde um talento para manipulá-los.

 

Gravada em diferentes locais de Buenos Aires, Argentina, a série constrói a história com sarcasmo e acidez, oferecendo um olhar crítico sobre as dinâmicas e tipologias sociais apresentadas na trama através das histórias dos diferentes personagens que habitam o edifício e sempre a partir da perspectiva implacável de Eliseo, que prova ter um juízo de valor severo.

 

Realizada por Pegsa, a nova comédia dramática estrelada por Guillermo Francella é dirigida por Mariano Cohn, Gastón Duprat, Jerónimo Carranza e Diego Bliffeld. O roteiro leva assinatura de Emanuel Diez, e o elenco conta com nomes como Gabriel “Puma” Goity (Matías Zambrano), Darío Barassi (Gabriel), Moro Anghileri (Paola), Gastón Cocchiarale (Miguel) e Pochi Ducasse (Doña Beba), além das participações especiais de Manuel Vicente (Gómez), Jorge D’Elía (Enrique Salustri), Adriana Aizemberg (Consuelo Salustri), Mirta Busnelli (Tatiana Yrigoyen) e Martín Seefeld (Jordi).

 

 

Sobre Star +

Star+ é um serviço de streaming de entretenimento geral e esportes lançado em 31 de agosto de 2021 na América Latina, sendo complementar, mas independente, do serviço Disney+ nesta região. O serviço oferece estreia exclusiva de filmes de entretenimento em geral e séries de televisão dos estúdios de conteúdo da The Walt Disney Company, incluindo Disney Television Studios, FX, 20th Century Studios, Star Original Productions, National Geographic Original Productions e muito mais, bem como a transmissão de esporte ao vivo da ESPN, a marca mais respeitada e reconhecida para os fãs de esportes da região. De dramas a comédias (incluindo todas as temporadas de Os Simpsons) a thrillers adultos, Star+ também apresenta programação original exclusiva da marca de entretenimento geral Star, juntamente com uma coleção de produções regionais originais da América Latina. Visite www.starplus.com para obter mais informações sobre o serviço e sobre o Combo+, a oferta comercial permanente que disponibiliza a contratação de Star+ e Disney+, plataformas independentes, a um preço único e atrativo que dá acesso que à mais ampla oferta de streaming com entretenimento para todas as idades.

Paloma tem sessões na Mostra de São Paulo

Paloma tem sessões na Mostra de São Paulo

GRANDE VENCEDOR DO FESTIVAL DO RIO, PALOMA, DE MARCELO GOMES, TEM SESSÕES NA MOSTRA DE SÃO PAULO

Kika Sena é a primeira trans vencedora do Troféu Redentor de Melhor Atriz, pelo longa que chega aos cinemas em 10 de novembro

Materiais: https://1drv.ms/u/s!AuE8oJHSrL6UhuRSqZACn70y-2Ca7w?e=XNq1GI

PALOMA, de Marcelo Gomes, foi consagrado como o Melhor Longa da mostra competitiva da Première Brasil do Festival do Rio de 2022. O filme também levou os troféus de Melhor Atriz, para Kika Sena, que interpreta a personagem-título, e o Prêmio Félix, concedido a obras com temática LGBTQIA+.

Agora, o longa será exibido na 46a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que começa na próxima quarta (19). Mais informações sobre as sessões, no final do release. E PALOMA estreia em circuito nacional no dia 10 de novembro.

Arte-educadora, diretora teatral, poeta e performer brasileira, Kika Sena se torna a primeira atriz transexual a receber o prêmio no Festival do Rio, e ela afirma que o Troféu Redentor é “uma oportunidade para os corpes trans estarem em todos os lugares e não só onde a sociedade acha que podemos estar

Produzido pela pernambucana Carnaval Filmes, em coprodução com a portuguesa Ukbar Filmes, o longa será lançado em cinemas pela Pandora Filmes, e já foi exibido em festivais internacionais, em cidades como Londres e Huelva, o filme fez sua première mundial no Festival de Munique em julho passado.

Roteirizado por Gomes, Armando Praça e Gustavo Campos, PALOMA parte de uma história real, que o diretor leu num jornal, e tem como protagonista Kika Sena, arte-educadora, diretora teatral, atriz, poeta e performer, interpretando Paloma, uma mulher trans que trabalha como agricultora no sertão de Pernambuco.

Seu maior sonho é se casar na igreja católica, com seu namorado Zé (Ridson Reis). Eles já vivem juntos, e criam uma filha de 7 anos chamada Jenifer (Anita de Souza Macedo). O padre, porém, recusa o pedido, mas nem por isso Paloma desistirá de realizar seu sonho.

Porém, precisará enfrentar o preconceito e o conservadorismo para realizar esse seu desejo. O roteiro partiu de uma notícia que o diretor leu num jornal sobre uma mulher trans que sonhava em casar numa igreja católica com véu e grinalda.

Em sua equipe artística, PALOMA conta Pierre de Kerchove (“Eu quero voltar sozinho, “Joaquim”), na direção de fotografia; Rita M. Pestana (“Fortaleza Hotel”) assina a montagem; e a direção de arte é de Marcos Pedroso (“Cinema, Aspirinas e Urubus, “Madame Satã”). O casting foi feito por Maria Clara Escobar. E preparação de elenco por Silvia Lourenço. A produção do filme é de João Vieira Jr. e Nara Aragão.

SESSÕES DE PALOMA NA 46ª MOSTRA:

CINE MARQUISE Sala 1 – 25/10/22 – 21:15

CINE MARQUISE Sala 2 – 27/10/22 – 17:00

Sinopse

Paloma é uma mulher trans que está decidida a realizar seu maior sonho: um casamento tradicional, na igreja, com o seu namorado Zé. Ela trabalha duro como agricultora numa plantação de mamão, e está economizando para pagar a festa. A recusa do padre em aceitar seu pedido obrigará Paloma a enfrentar a sociedade rural. Ela sofre violência, traição, preconceito e injustiça, mas nada abala sua fé.

Ficha Técnica

Direção: Marcelo Gomes

Roteiro: Marcelo Gomes, Armando Praça e Gustavo Campos

Produzido por:  João Vieira Jr. e Nara Aragão

Coprodutores: Pandora da Cunha Teles, Pablo Iraola e Ernesto Soto Canny

Produtores Associados: Paula Cosenza, Caio Gullane e Fabiano Gullane

Elenco: Kika Sena, Ridson Reis, Zé Maria, Suzy Lopes, Ana Marinho, Samya de Lavor, Wescla Vasconcellos, Patrícia Dawson, Nash Laila, Márcio Flecher, Buda Lira, Anita de Souza Macedo

Direção de Fotografia: Pierre de Kerchove

Montagem: Rita M. Pestana

Direção de Arte: Marcos Pedroso

Coprodução: Carnaval Filmes, Gullane, Misti Filmes, Ukbar Filmes, REC Produtores.

Distribuição no Brasil: Pandora Filmes.

Agente de Venda Internacional: Memento International

Locações: filmado na cidade do Crato (sertão do Cariri, Ceará) e na Ilha de Itamaracá (Pernambuco).

Gênero: drama

Operação Hunt ganha trailer nacional

Operação Hunt ganha trailer nacional


‘OPERAÇÃO HUNT’, NOVO FILME DE LEE JUNG-JAE, DE ROUND 6, GANHA TRAILER NACIONAL

Filme estrelado e dirigido pelo ganhador do Emmy foi exibido no Festival de Cannes este ano e teve a sua pré-estreia no Festival do Rio

O filme de ação sul-coreano “Operação Hunt” (“Hunt”), estrelado por Lee Jung-jae, de Round 6, ganhou o seu primeiro trailer brasileiro. Clique aqui e confira.  

O filme, que tem distribuição da Synapse Distribution no país e em toda a América Latina, será lançado nos cinemas do país no início de 2023. Além de atuar, o vencedor do Emmy de ‘Melhor Ator em Série Dramática’ na edição deste ano, Lee Jung-jae também é diretor e roteirista do longa. O filme teve uma sessão de pré-estreia durante o Festival do Rio.

Baseado em eventos reais, Park Pyong-ho (Lee Jung-jae) e Kim Jung-do (Jung Woo-sung, de ‘Innocent Witness’) são agentes da Agência Central de Inteligência Sul-Coreana. Os dois precisam desmascarar a identidade de um traidor infiltrado no alto escalão da agência e acabam descobrindo a existência de um plano para assassinar o presidente sul-coreano. O filme, um dos maiores sucessos de bilheteria este ano na Coreia, levou mais de quatro milhões de espectadores às salas de cinema desde sua estreia em agosto.

“Depois de ler o roteiro original, decidi participar deste projeto pensando em como tornar Park e Kim em mais que duas pessoas devotas a uma causa maior, e transformá-los em representantes do seu povo. Assumi a tarefa de reformular o roteiro e, por quatro anos, reescrevi o material diversas vezes. Foquei em criar motivações convincentes para cada personagem. Isso era crucial para que eles pudessem ter intensidade e eu queria que isso estivesse presente ao longo de todo o filme”, conta Lee Jung-jae.

Completam o elenco Jeon Hye-jin, Heo Sung-tae, Go Youn-jung, Kim Jong-soo e Jung Man-sik, Andreas Fron, Paul Battle e William Todd Henderson. Jo Seung-hee também assina o roteiro ao lado de Lee Jung-jae.

Sobre a Synapse Distribution

Parte do grupo Sofa Digital desde 2018, a Synapse Distribution adquire filmes para comercialização em toda a América Latina. Em 2021, foi responsável, em parceria com a distribuidora Vitrine Filmes, por trazer ao país o filme ‘Druk – Mais Uma Rodada’, ganhador do Oscar na categoria ‘Filme Internacional’. Em 2022, a Synapse iniciou a distribuição direta de filmes em salas de cinema por todo o Brasil.