Dirigido por Rafael Gomes, MEU ÁLBUM DE AMORES ganha Trailer e Poster

Dirigido por Rafael Gomes, MEU ÁLBUM DE AMORES ganha Trailer e Poster

Gabriel Leone canta e dança em novo filme do diretor de “Música para Morrer de Amor”, interpretando o protagonista e seu pai, um cantor de música popular nos anos de 1970Assista ao trailer: https://youtu.be/G4BEhY85DYM
Pôster – Meu Álbum de Amores

QUANTOS AMORES DA VIDA CABEM EM UMA VIDA? Combinando elementos românticos e muita música, MEU ÁLBUM DE AMORES é o novo filme de Rafael Gomes (“Música para Morrer de Amor” e “45 Dias sem Você”), que chega aos cinemas no dia 18 de agosto. O longa é protagonizado por um dentista cuja vida parece estar toda no lugar, até que, prestes a se casar, a mulher com quem namora há 5 anos resolve se separar dele. Na mesma época, descobre que seu verdadeiro pai é um cantor de sucesso dos anos de 1970, que acabou de morrer, deixando uma herança e um meio-irmão que ele desconhecia – e que é em tudo diferente do protagonista. A produção é assinada pela Biônica Filmes, e a distribuição é da Pandora Filmes.

Gomes, que assina o roteiro com Luna Grimberg e Vinicius Calderoni, define o longa como “uma comédia romântica que busca algumas profundidades, assim como as músicas de amor”, e conta que as origens do projeto estão “na vontade de fazer um romance com canções originais e compostas para a trama”. 

Júlio é interpretado por Gabriel Leone, que também faz Odilon Ricardo, seu pai biológico, cuja existência ele desconhecia, e que morreu há pouco. Ele é procurado por Felipe (Felipe Frazão), um meio-irmão, e fica sabendo que o pai lhes deixou uma casa. A jornada de autodescoberta do protagonista começa aqui, em busca de um novo amor, e de reestruturar sua identidade a partir dessa revelação e da convivência com o novo irmão.

Como Odilon Ricardo, Leone protagoniza diversos números musicais, bem ao estilo da música popular dita ‘brega’, ao qual o longa homenageia, com letras sentimentais e descontraídas, que falam dos amores do personagem. “Ele é um ator muito, muito cheio de recursos. E, além de tudo, um enorme conhecedor de música e de referências e iconografias de todo o tipo. Então colocá-lo em um papel duplo como são estes do filme, e até pelo tom e pela natureza da trama, não é algo que requer investigações exaustivas. Foi uma questão de elencarmos as peças à disposição e irmos fazendo escolhas para montar o quebra-cabeças.” Para a criação do personagem, o ator contou com a colaboração de Fabricio Licursi, que, além de preparar o elenco, também foi responsável pelas coreografias.

As músicas, por sua vez, nasceram de uma parceria inusitada formada por Odair José, que compôs as canções, e Arnaldo Antunes, responsável pelas letras. Gomes já conhecia Arnaldo por conta de um clipe, que assinou em 2009. “Conforme o tempo passou e o projeto avançou, o Marcus Preto e o Pupillo assumiram a direção musical do filme, e veio do Marcus a ideia de envolver o Odair José na criação – já que o Odair é o próprio artista expoente do gênero que queríamos homenagear. Assim, pra nossa sorte, nasceu essa parceria inédita entre Arnaldo e Odair.”

Os números musicais de Odilon Ricardo são, também, um show à parte em MEU ÁLBUM DE AMORES. Leone gravou as músicas previamente, e depois dublava a si mesmo em cena – exceto na música “Escutar a sua voz”, um dueto inédito com Laila Garin, em que ambos cantam em cena, ao vivo. “Visualmente, a ideia era aludir à estética dos clipes dos anos 70 (e as referências são várias, de ‘Wuthering Heights’, da Kate Bush, a ‘Detalhes’ e ‘Eu quero apenas’, do Roberto Carlos), deixando bastante explícita à citação, mas ao mesmo tempo quebrar a ilusão, ou seja, propor um jogo com o fato de que aquilo tudo era um cenário e uma simulação. Nesse sentido, assumindo uma espécie de ‘teatro’ dentro do filme.”

MEU ÁLBUM DE AMORES encerra a Trilogia dos Corações Sentimentais, composta pelos dois longas anteriores do diretor, ‘45 dias sem você’ (2018) e ‘Música para morrer de amor’ (2019). Os três filmes abordam personagens entre os 20 e os 30 anos, em parte ou inteiramente identificados com a comunidade LGBTQIA+, vivendo em ambientação urbana, às voltas com questões amorosas, e com suas educações emocionais influenciadas por manifestações artísticas (notavelmente a música). Além de contarem com diversos atores e atrizes recorrentes entre as três produções.

Eu não desejo fazer um filme que seja óbvio, na medida em que sempre vou aspirar a oferecer ao espectador uma experiência que eu gostaria de ter – ou seja, de uma trama que o comova e surpreenda. Mas, por outro lado, tratar daquilo que tomamos como “óbvio”, ou encarar os clichês como parte da experiência, é algo que me interessa na construção de dramaturgia e nestes três filmes em especial. Como se a questão fosse: o que fazemos daquilo que os clichês fazem da gente? Ou, posto de outra forma: com quantos clichês se faz uma sentimentalidade?

O elenco de MEU ÁLBUM DE AMORES ainda inclui Maria Luisa Mendonça, Olivia Torres, Carla Salle, Clarice Abujamra, Regina Braga, Bella Camero, Lorena Comparato, Mayara Constantino e Ícaro Silva. A equipe artística do longa conta com Jacob Solitrenick, na direção de fotografia; Glauce Queiroz, como diretora de arte; e a produção é de Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho.

Sinopse

Júlio é um jovem dentista careta e conservador. Após ser abandonado pela namorada de muitos anos, recebe a notícia de que é filho de Odilon Ricardo, um popular e mulherengo cantor dos anos 70. E conhece também um meio-irmão em tudo diferente de si, com quem nunca conviveu. A convivência com estes novos afetos e sentimentos fará Júlio repensar suas aspirações românticas e descobrir quantos amores da vida cabem em uma vida.

Ficha Técnica

Direção: Rafael Gomes

Roteiro: Luna Grimberg, Rafael Gomes e Vinicius Calderoni

Elenco: Gabriel Leone, Felipe Frazão, Carla Salle, Olivia Torres, Maria Luisa Mendonça, Clarice Abujamra, Regina Braga, Laila Garin, Bella Camero, Lorena Comparato, Mayara Constantino, Ícaro Silva.

Músicas Originais: Odair José e Arnaldo Antunes.

Produção:  Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho

Produção Executiva: Bianca Villar

Direção de Fotografia: Jacob Solitrenick

Direção de arte: Glauce Queiroz

Figurino: Yuri Kobayashi

Maquiagem: Gabriela Guimarães

Sobre Rafael Gomes

Atua há quase duas décadas como roteirista, dramaturgo e diretor de cinema, televisão e teatro. Foi um dos criadores de “Tapa Na Pantera”, fenômeno de público na internet, com dezenas de milhões de visualizações. Como roteirista, assinou os filmes “De Onde Eu Te Vejo” (2016) e “45 do Segundo Tempo” (2022). Em 2019, lançou “45 Dias Sem Você”, seu primeiro longa-metragem, filmado em cinco diferentes países. Em 2020, foi a vez do segundo longa, o drama romântico “Música para morrer de amor”. Criou, roteirizou e dirigiu a premiada série infanto-juvenil “Tudo O Que É Sólido Pode Derreter” (2009), colaborou nas séries “Família Imperial” (2012) e “Louco Por Elas” (2012-2013), e foi criador e roteirista-chefe das séries “3 Teresas” (2013-2014) e “Vizinhos” (2015). No teatro, destacou-se junto ao público e a crítica, ganhando alguns dos principais prêmios do país com montagens como “Um Bonde Chamado Desejo”, “Gota D’Água a Seco” e “Música para cortar os pulsos”. Na seara musical, criou e dirigiu o projeto virtual Música de Bolso, com mais de 360 vídeos de artistas como Vanessa da Mata, Zélia Duncan, Arnaldo Antunes e Marcelo Camelo, e trabalhou com direção de videoclipes, shows (5 a Seco) e DVDs (Gal Costa – A Pele do Futuro).

Sobre a Biônica Filmes

A Biônica Filmes foi fundada em 2012 por Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho. Produziu PSI, série da HBO indicada ao Emmy em 2015 na categoria Melhor Série Dramática; e os longas Os Homens São De Marte… E é Pra Lá Que Eu Vou! (2014), visto por mais de 1,8 milhão de espectadores e ganhador do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de melhor comédia; Reza a Lenda (2016), uma das cinco maiores bilheterias de 2016; e a comédia TOC – Transtornada, Obsessiva, Compulsiva (2017), com Tatá Werneck.

A Biônica é coprodutora do documentário Divinas Divas, de Leandra Leal, vencedor do Prêmio do Público – Global no festival SXSW /South by Southwest; e de La Vingança, de Fernando Fraiha, coprodução Brasil – Argentina, vencedora do prêmio de diretor estreante no Brooklin Film Festival (EUA).

Em 2018, a Biônica lançou a comédia Uma Quase Dupla, estrelada por Tatá Werneck e Cauã Reymond, vista por 600 mil pessoas no cinema; e produziu Turma da Mônica – Laços, de Daniel Rezende, o primeiro live action baseado nas histórias da Turma da Mônica, que levou 2 milhões de espectadores aos cinemas. Em 2019, produziu Meu Álbum de Amores, de Rafael Gomes, uma comédia romântica musical com trilha original de Odair José e Arnaldo Antunes; e A Viagem de Pedro, de Laís Bodanzky, coprodução Brasil-Portugal, estrelada por Cauã Reymond, com estreia em festivais em 2021.

Outros projetos em andamento são o longa-metragem com produção internacional Brasil-Argentina “Bem Vinda Violeta”, com direção de Fernando Fraiha, baseada no livro “Cordilheira” de Daniel Galera; um documentário sobre a maior estrela do rock brasileira Rita Lee; e o filme “Pedágio”, da premiada diretora Carolina Markowicz, em filmagem no momento.

Sobre a Pandora Filmes

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

Era Uma Vez Um Gênio ganha pôster e trailer nacionalizados

Era Uma Vez Um Gênio ganha pôster e trailer nacionalizados


O fantástico “Era Uma Vez Um Gênio” ganha pôster e trailer nacionalizados

TRAILER TRAZ PRIMEIRAS CENAS DE IDRIS ELBA E TILDA SWINTON EM LANÇAMENTO DE GEORGE MILLER QUE CHEGA AOS CINEMAS EM SETEMBRO

Recém-divulgado com exclusividade nas redes sociais da Paris Filmes, o trailer oficial de Era Uma Vez um Gênio (Three Thousand Years of Longing) apresenta as primeiras cenas de Idris Elba e Tilda Swinton no lançamento que chega exclusivamente aos cinemas em 01 de setembro de 2022.

O pôster também ganhou versão nacionalizada com destaque para os protagonistas envoltos na magia misteriosa da história. Faça download aqui.

A imaginação da personagem vivida por Tilda Swinton (As Crônicas de Nárnia, Precisamos Falar Sobre Kevin, Doutor Estranho) leva o espectador por uma fantástica aventura onde ela encontra um gênio que precisa realizar três desejos para ser libertado de uma vida solitária que já dura 3000 anos. Como sabe que nenhuma história de gênios e pedidos acaba bem, ela decide não fazer nenhum e é nesse momento onde o personagem místico vivido por Idris Elba (Luther, Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw, Depois Daquela Montanha) a leva por uma viagem milenar com contos inesquecíveis. Ao conhecer a história de seu misterioso gênio, a escritora abre seu coração e ambos encontram no outro o que mais ansiavam e precisavam.

Assista aos trailers legendado https://youtu.be/tXGq9cYa2nM e dublado https://youtu.be/vowPkc-DZgY.

A direção é de George Miller (Mad Max) e a previsão de estreia do longa é 01 de setembro de 2022 exclusivamente nos cinemas.

Sobre a Paris Filmes

A Paris Filmes é uma empresa brasileira que atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário” e “Marighella”. Para os próximos lançamentos, a empresa aposta em um line-up diversificado, que inclui títulos como “Invencível”, “A Luz do Demônio”, e as sequências “John Wick 4”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Pássaro Branco – Uma história de Extraordinário”, entre outros.

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Olivia Newton-John, estrela de “Grease”, morre aos 73 anos

Olivia Newton-John, estrela de “Grease”, morre aos 73 anos

Morre Olivia Newton-John, estrela de Grease, aos 73 anos

Olivia Newton-John, atriz e cantora britânica naturalizada australiana, morreu aos 73 anos nesta segunda-feira (8) em um rancho no sul da Califórnia, cercada por amigos e pela família, informou o marido dela, John Easterling. Ela foi protagonista, ao lado de John Travolta, do filme “Grease: Nos tempos da brilhantina” (1978) e teve uma carreira de sucesso na música.

Olivia foi diagnosticada com um câncer de mama com metástase no osso sacro em 2018, após ter superado outros tumores em 1992 e 2015. Em comunicado, o marido pediu que “respeitem a privacidade da família durante este período muito difícil”.

“Olivia foi um símbolo de sucessos e esperança por mais de 30 anos compartilhando sua jornada com o câncer de mama. Sua inspiração de cura e experiência pioneira com plantas medicinais continua com a Olivia Newton-John Foundation Fund, dedicado à pesquisa de plantas medicinais e câncer”, escreveu John Easterling, viúvo da artista.

Em cinco décadas de carreira, Olivia estrelou ainda filmes como “Xanadu” (1980). Como cantora, vendeu mais de cem milhões de álbuns, que tinham hits como “Physical”.

Ela deixa o marido; a filha, Chloe Lattanzi; a irmã, Sarah Newton-John; e o irmão, Toby Newton-John, além de 15 sobrinhas e sobrinhos.

John Travolta lamentou a morte de Olivia Newton-John nesta segunda-feira (8). A dupla contracenou no musical “Grease: Nos tempos da brilhantina” (1978).

“Minha mais querida Olivia, você fez todas as nossas vidas muito melhores. Seu impacto foi incrível. Eu te amo tanto”, escreveu o ator no Instagram.

“Nós nos veremos ao longo dessa estrada e nós todos estaremos juntos novamente. Seu, do primeiro momento em que te vi e para sempre! Seu Danny, seu John!”

Fonte: G1 ( com adaptações)

MARTE UM, de Gabriel Martins, ganha Poster

MARTE UM, de Gabriel Martins, ganha Poster

Exibido no Festival de Sundance, o filme estreia nos cinemas de todo o Brasil dia 25 de agosto

Depois de sua estreia internacional muito bem-sucedida no Festival de Sundance, em janeiro, MARTE UM, de Gabriel Martins, estreia no Brasil no Festival de Gramado e estreia nas salas de cinema de todo o Brasil no dia 25 de agosto. A produção é assinada pela Filmes de Plástico, e é coproduzido pelo Canal Brasil, com distribuição da Embaúba Filmes.

MARTE UM é o segundo longa do cineasta (o primeiro solo, sem a parceria de Maurilio Martins, com quem fez “No coração do mundo”), e tem, como um de seus temas centrais, a realização de um sonho infantil. 

O filme traz o cotidiano de uma família periférica, nos últimos meses de 2018, pouco depois das eleições presidenciais. O garoto Deivid (Cícero Lucas), o caçula da família Martins, sonha em ser astrofísico, e participar de uma missão que em 2030 irá colonizar o planeta vermelho. Morando na periferia de um grande centro urbano, não há muitas chances para isso, mas mesmo assim, ele não desiste. Passa horas assistindo vídeos e palestras sobre astronomia na internet. 

O pai, Wellington (Carlos Francisco, de “Bacurau”, e da Companhia do Latão de teatro), é porteiro em um prédio de elite, e há um bom tempo está sem beber, uma informação que compartilha com orgulho em sessões do AA. Tércia (Rejane Faria, da série “Segunda Chamada”) é a matriarca que, depois um incidente envolvendo uma pegadinha de televisão, acredita que está sofrendo de uma maldição. Por fim, a filha mais velha é Eunice (Camilla Damião), que pretende se mudar para um apartamento com sua namorada (Ana Hilário), mas não tem coragem de contar aos pais. 

“O filme foi desenvolvido entre 2015 e 2018, um período de muitas mudanças abruptas nos campos social e político do país. Vários movimentos nos fizeram confrontar com o que pensávamos sobe raça, gênero, economia e muitos aspectos da sociedade. Produzimos o filme graças a um fundo para diretores negros, e isso sempre me trouxe um senso de responsabilidade muito grande, com honestidade e compreensão de que esse filme pode ser uma forte representação de uma cultura da qual faço parte.”

Produtor do filme, Thiago Macêdo Correia, da Filmes de Plástico, lembra que Gabriel o procurou com a ideia para MARTE UM quando o país ainda sob o comando de Dilma Rousseff, um período de prosperidade, e incentivo e investimentos na cultura. “O filme foi produzido graças a um fundo público de 2016 voltado para diretores negros e narrativas de temática negra com o intuito de levar às telas cineastas de grupos minoritários. Obviamente, esse fundo não existe mais. Rodamos o longa em outubro de 2018, durante as eleições, o que acabou influenciando também a narrativa. Não tínhamos ideia do que viria depois.

“Rodamos MARTE UM pouco depois da eleição de 2018, que mudou tudo no Brasil. Embora se passe num contexto político turbulento – sendo a eleição de Bolsonaro um ponto baixo para nós –, esse não é um filme que tenta chega a um veredito sobre o estado político do país. Por outro lado, é inevitável que o público o interprete como um chamado para não nos deixarmos abater pelas agitações sociais que estamos enfrentando.”

Em sua estreia no Festival de Sundance, MARTE UM recebeu diversas críticas elogiosas. “É um filme sincero, e profundamente afetivo com seus personagens, […] que procuram encontram um chão em comum, e compartilhar a esperança”, escreve Jessica Kiang, na Variety. “É um filme vívido, com atuações brilhantes […] aumentando o escopo de representação da cultura preta brasileira”, comenta Jonathan Romney, na ScreenDaily.

MARTE UM é assinado pela produtora mineira Filmes de Plástico, fundada por Gabriel, Thiago, André Novais Oliveira e Maurilio Martins, em 2009, e que tem em sua filmografia longas premiados como “Temporada”, “Ela volta na quinta”, “No coração do mundo” e “Contagem”. Suas produções também foram destaque em festivais com Cannes, Roterdã, Brasília e Tiradentes. 

Sinopse

Os Martins são sonhadores e otimistas, e levam tranquilamente às margens de uma grande cidade brasileira depois da decepção da eleição de um presidente de extrema-direita. Uma família negra de classe média baixa, eles sentem a tensão da nova realidade enquanto baixa a poeira política. Tércia, a mãe, reinterpreta seu mundo depois de um encontro inesperado que a deixa em dúvida se foi amaldiçoada. Seu marido, Wellingon, coloca todas suas esperanças na carreira como jogador de futebol do filho caçula, Deivinho, que acompanha a ambição do pai com relutância, pois sonha em estudar astrofísica e colonizar Marte. Enquanto isso, a filha mais velha, Eunice, se apaixona por uma jovem de espírito livre, e se questiona se não está na hora de sair de casa.

Ficha Técnica

Direção: Gabriel Martins 

Roteiro: Gabriel Martins 

Produção: André Novais Oliveira, Gabriel Martins, Maurilio Martins e Thiago Macêdo Correia

Elenco: Rejane Faria, Carlos Francisco, Camilla Damião, Cícero Lucas, Ana Hilário, Russo APR, Dircinha Macedo, Tokinho e Juan Pablo Sorrin

Direção de Fotografia: Leonardo Feliciano

Desenho de Produção: Rimenna Procópio

Figurino: Marina Sandim

Som: Tiago Bello e Marcos Lopes

Montagem: Gabriel Martins e Thiago Ricarte

Música: Daniel Simitan

Gênero: drama

País: Brasil

Ano: 2022

Duração: 114 min.

Bio Gabriel Martins

Gabriel Martins (22/12/1987) é cineasta, roteirista, montador e diretor de fotografia conhecido por seu trabalho na Filmes de Plástico, empresa que fundou em 2009 ao lado de André Novais Oliveira, Maurilio Martins e Thiago Macêdo Correia.

Seu primeiro filme, NO CORAÇÃO DO MUNDO, codirigido por Maurilio Martins, estreou na Tiger Competition do Festival de Roterdã em 2019, e depois foi exibido em diversos festivais, e lançado comercialmente em vários países, como a França, onde foi aclamado pela crítica.

Entre seu curtas estão NADA, exibido na Quinzena dos Realizadores de Cannes, em 2017, e DONA SÔNIA PEDIU UMA ARMA PARA SEU VIZINHO ALCIDES, exibido no Festival de Clermont-Ferrand. Ele também participou do programa especial de Roterdã “Soul in the Eye”, no qual ministrou uma masterclass.

Gabriel escreveu diversos filmes, como o sucesso ALEMÃO. MARTE UM é seu segundo longa, e primeira direção solo. 

Sobre a Filmes de Plástico

Criada em 2009, a Filmes de Plástico é uma produtora mineira de Contagem, hoje sediada em Belo Horizonte, formada pelos diretores André Novais Oliveira, Gabriel Martins, Maurílio Martins e pelo produtor Thiago Macêdo Correia.

Juntos seus filmes já foram selecionados em mais de 200 festivais no Brasil e no mundo como a Quinzena dos Realizadores em Cannes, Festival de Cinema de Locarno, Festival de Rotterdam, FID Marseille, Indie Lisboa, BAFICI, Festival de Cartagena, Los Angeles Brazilian Film Festival, Festival de Cinema de Brasília e Mostra de Cinema de Tiradentes, ganhando mais de 50 prêmios.

Entre os próximos projetos da produtora estão além de Marte Um, O Último Episódio, dirigido por Maurilio Martins e E os meus Olhos ficam Sorrindo, dirigido por André Novais Oliveira.

Sobre o Canal Brasil 

O Canal Brasil é, hoje, o canal responsável pela maior parte das parcerias entre TV e cinema do país e um dos maiores do mundo, com 365 longas-metragens coproduzidos. No ar há mais de duas décadas, apresenta uma programação composta por muitos discursos, que se traduzem em filmes dos mais importantes cineastas brasileiros, e de várias fases do nosso cinema, além de programas de entrevista e séries de ficção e documentais. O que pauta o canal é a diversidade e a palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.

Andor estreia em setembro no Disney plus

Andor estreia em setembro no Disney plus

DISNEY+ REVELA O NOVO TRAILER DE “ANDOR” E ANUNCIA NOVA DATA DE ESTREIA 

A nova série da Lucasfilm, que tem como pano de fundo uma intriga política e a crescente rebelião, estreia com episódio triplo no dia 21 de setembro exclusivamente no Disney+

Homem andando na chuva

Descrição gerada automaticamente com confiança baixa

Trailer:  https://www.youtube.com/watch?v=YeZLTbLfM1c

O emocionante novo trailer de “Andor”, próxima série original da Lucasfilm para o Disney+, já está disponível. Ambientada antes dos eventos de “Rogue One: Uma História Star Wars”, a produção conta com doze episódios e estreia exclusivamente no Disney+ em sua nova data: 21 de setembro (quarta-feira), com um especial de três episódios.

Andor” explora uma nova perspectiva da galáxia de STAR WARS, focando na jornada trilhada por Cassian Andor para descobrir a diferença que ele pode fazer na Galáxia. A série apresenta a história da crescente rebelião contra o Império e como as pessoas e planetas se envolveram. Em uma era repleta de perigos, enganos e intrigas, Cassian embarcará no caminho que está destinado a torná-lo em um herói rebelde.

Diego Luna retorna como Cassian Andor, sendo acompanhado por Genevieve O’Reilly, Stellan Skarsgård, Adria Arjona, Denise Gough, Kyle Soller e Fiona Shaw. Os produtores executivos são Kathleen Kennedy, Tony Gilroy, Sanne Wohlenberg, Diego Luna e Michelle Rejwan. Tony Gilroy também é o criador e showrunner da série.

Sobre Disney +

Disney + é o serviço de streaming por assinatura para filmes, séries e outros conteúdos da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic. Como parte do segmento Disney Media and Entertainment Distribution (DMED), Disney + está disponível para dispositivos conectados à Internet e oferece a todos os públicos uma programação sem anúncios com uma variedade de filmes, documentários, séries animadas e live-action e curtas-metragens. Proporcionando acesso sem precedentes à incrível biblioteca de entretenimento de cinema e televisão da Disney, é também a plataforma de streaming para exibição exclusiva dos últimos lançamentos de filmes do The Walt Disney Studios. Visite DisneyPlus.com para obter mais informações sobre o serviço e sobre o Combo+, a oferta comercial permanente que disponibiliza a contratação do Disney+ e Star+, plataformas independentes entre si, a um preço único e atrativo que dá acesso à mais ampla oferta de streaming com entretenimento para todas as idades.

Por Anna Barros