Em 10 de fevereiro, chega aos cinemas MORTE NO NILO, o mais recente filme do diretor Kenneth Branagh baseado no romance homônimo de sucesso de 1937 da renomada autora Agatha Christie. Veja abaixo tudo o que você precisa saber sobre este novo filme:
A HISTÓRIA
O novíssimo thriller de mistério – com mais informações neste novo vídeo bônus — acompanha um jovem e perfeito casal cuja idílica lua de mel é tragicamente interrompida por um assassinato brutal. Como resultado deste evento inesperado, as férias do detetive belga Hercule Poirot no Egito a bordo de um glamuroso cruzeiro se transformam em uma terrível busca pelo culpado.
O ELENCO
O longa-metragem apresenta um elenco de estrelas que dá vida a alguns dos personagens mais memoráveis de Agatha Christie. Além de se sentar na cadeira do diretor, Branagh fica diante da câmera para interpretar Poirot. O ator Tom Bateman assume o papel do belo e encantador Bouc, o braço direito do detetive. A renomada atriz Annette Bening interpreta Euphemia Bouc, uma célebre pintora e mãe de Bouc. Completando o elenco estão: Russell Brand, Ali Fazal, Dawn French, Gal Gadot, Armie Hammer, Rose Leslie, Emma Mackey, Sophie Okonedo, Jennifer Saunders e Letitia Wright.
A EQUIPE POR TRÁS DAS CÂMERAS
MORTE NO NILO reúne a equipe de cineastas por trás de ASSASSINATO NO EXPRESSO ORIENTE, também dirigido por Branagh e lançado em 2017. A equipe inclui o diretor de fotografia Haris Zambarloukos (ASSASSINATO NO EXPRESSO ORIENTE,CINDERELA, Belfast), o designer de produção Jim Clay (ASSASSINATO NO EXPRESSO ORIENTE, Belfast, Match Point), o compositor Patrick Doyle (ASSASSINATO NO EXPRESSO ORIENTE, THOR), o supervisor de efeitos especiais David Watkins (ASSASSINATO NO EXPRESSO ORIENTE, Belfast, CINDERELA) e o supervisor de efeitos visuais George Murphy (ASSASSINATO NO EXPRESSO ORIENTE, Forrest Gump – O Contador de Histórias, Jurassic Park). O figurinista Paco Delgado (JUNGLE CRUISE, Os Miseráveis, A Garota Dinamarquesa) entrou para equipe junto com a editora Úna Ní Dhonghaíle (Belfast, The Crown).
OS CENÁRIOS
O filme transporta o público à década de 1930, recriando muitos dos lugares que serviram de inspiração para o romance de mistério da alta sociedade de Agatha Christie. Os cenários em que a história se passa variam de uma favela a um mercado de especiarias do Egito e, é claro, as poderosas águas do rio Nilo. Além disso, grande parte da ação acontece a bordo do majestoso cruzeiro de luxo S.S. Karnak, construído especialmente para o filme em uma pista de testes de veículos na Inglaterra.
Depois de dirigir ASSASSINATO NO EXPRESSO ORIENTE, Branagh sabia que queria trabalhar com outro de seus romances favoritos de Agatha Christie em um novo filme, homenageando, mais uma vez, o rico legado da icônica escritora. A equipe teve a sorte de contar com a participação de dois parentes de Christie, Mathew Prichard e James Prichard, da Propriedade de Agatha Christie. Os Prichard foram fontes inestimáveis para entender a atitude da autora em relação ao seu livro e a ambientação, e o singular elenco.
MORTE NO NILO estreia em 10 de fevereiro nos cinemas disponíveis.
MORTE NO NILO é um thriller de mistério baseado no romance de 1937 de Agatha Christie sobre o caos emocional e as consequências drásticas do amor obsessivo . Kenneth Branagh retorna como o icônico detetive Hercule Poirot e é acompanhado por um elenco de estrelas, incluindo Tom Bateman, a atriz quatro vezes indicada ao Oscar® Annette Bening, Russel Brand, Ali Fazal, Dawn French, Gal Gadot, Armie Hammer, Rose Leslie, Emma Mackey, Sophie Okonedo, Jennifer Saunders e Letitia Wright. MORTE NO NILO, que reúne a equipe de cineastas por trás do sucesso mundial de 2017 ASSASSINATO NO EXPRESSO ORIENTE, é escrito por Michael Green, adaptado do romance de Christie, e é produzido por Ridley Scott, Kenneth Branagh, p.g.a., Judy Hofflund, p.g.a. e Kevin J. Walsh, com Mark Gordon, Simon Kinberg, Matthew Jenkins, James Prichard e Mathew Prichard servindo como produtores executivos.
Filmado com câmeras 65mm da Panavision no final de 2019, MORTE NO NILO transporta o público para a década de 1930, recriando muitos dos locais que serviram de inspiração para o glamuroso thriller da alta sociedade de Christie.
Sobre 20th Century Studios
20th Century Studios é um estúdio ganhador do Oscar® produtor de longa-metragens tanto para cinema quanto para o streaming. É o lar de franquias icônicas como “Avatar”, “Alien”, “Planeta dos Macacos”, “Predador”, “Duro de Matar” e “Kingsman”, produziu também filmes de sucesso, incluindo “Bohemian Rhapsody”, “O Rei do Show”, “Perdido em Marte” e “Ford v Ferrari”. Também lançou as famosas franquias “Deadpool” e “X-Men”. Entre as atuais e futuras produções do estúdio estão “The King’s Man – A Origem”, “Morte no Nilo”, “Free Guy – Assumindo o Controle”, “Amor, Sublime Amor” e as sequências de “Avatar”. Anteriormente conhecido como 20th Century Fox, antes de se tornar parte da The Walt Disney Company, a 20th Century Studios é reconhecida por seu incrível legado de 80 anos. É o estúdio que trouxe os primeiros seis filmes de “Star Wars”, além dos grandes clássicos de sucesso como “Milagre na Rua 34”, “A Malvada”, “O Rei e Eu”, “A Noviça Rebelde”, “Butch Cassidy”, “Princesa Prometida”, “O Segredo do Abismo”, “Edward Mãos de Tesoura”, “Esqueceram de Mim”, “Meu Primo Vinny”, “Velocidade Máxima”, “Náufrago”, “Moulin Rouge!”, “Minority Report”, “Garota Exemplar” e “O Regresso”.
Se tem uma rival à altura de Kristen Stewart por Spencer e Olivia Coleman por A Filha Perdida, essa é Nicole Kidman que faz um trabalho extraordinário em Apresentando os Ricardos, disponível na Amazon Prime Vídeo. Seu trabalho como Lucille Ball é espetacular. Tanto a composição física, como a atuação arrebentam. A história se passa numa gravação da famosa série I Love Lucy em que Lucille contracenava com seu marido Desi Arnaz. E uma notícia bombástica acontece: Lucille seria comunista. Há todo um frenesi com a notícia, estoura bomba e eles acabam tendo que administrar com a crise em meio à gravação do show.
Desi salva Lucille no ao vivo, defendendo a esposa e colocando pessoas próximas para advogarem em sua causa e consegue dissipar essa dúvida aterrorizante que poria risco ao show e à sequência da carreira artística dela. Em meio a tudo isso, uma crise conjugal, ter que criar o filho e se descobrir grávida de outro e ser perfeccionista nas gravações, o que incomodava o time de roteiristas.
Javier Bardem que faz Desi também arrebenta tanto que concorre a Melhor Ator por seu desempenho. Nicole pode beliscar mais uma estatueta pois encarna a própria Lucille com seu cabelo ruivo, voz e performance maravilhosa, de arrepiar.
Vale muito a pena ver o filme se você ama séries e poder conhecer um pouco mais de I Love Lucy. O título é horrível para um filme excelente.
Sinopse: Em Being the Ricardos, Lucille Ball (Nicole Kidman) é contratada pela RKO Pictures em 1939. Ela consegue pequenos papéis em grandes produções de estúdio, mas aparece principalmente em filmes de baixo orçamento. Ela conhece o carismático cantor cubano de 22 anos Desi Arnaz (Javier Bardem) e os dois se apaixonam instantaneamente, se casam e compram uma casa em Hollywood. Em 1948, ela é escalada para o programa de rádio “My Favorite Husband”, que se torna um sucesso. O programa atrai o interesse da CBS e da Philip Morris, mas Ball só concorda se Desi interpretar o marido na tela. Em 1953, o show é renomeado “I Love Lucy” e se torna um grande sucesso com quase 60 milhões de espectadores a cada semana. Na noite da filmagem ao vivo, um artigo de jornal considera Lucy uma comunista. Lucy admite, mas Desi insiste em não dizer a verdade. Eles agora estão enfrentando uma crise que pode acabar com suas carreiras e seu casamento.
Novidade para quem ama e acompanha as séries animadas de comédia adulta: A décima sétima temporada de “American Dad” já está disponível no Star+. A animação exclusiva da plataforma acompanha Stan Smith, um agente da CIA que está constantemente em alerta para atividades terroristas, e vai até o extremo para proteger a América. Além da esposa de Stan, Francine, e seus dois filhos adolescentes, Hayley e Steve, a casa dos Smith tem ainda dois membros nada convencionais: Roger, o sarcástico alienígena que Stan resgatou da Área 51, e Klaus, um peixe-dourado que fala alemão, resultado de um experimento da CIA que deu errado.
Cocriada por Seth MacFarlane, Mike Barker e Matt Weitzman, “American Dad” conta com grandes nomes da dublagem no elenco de voz, como o próprio Seth MacFarlane, Wendy Schaal (A Ilha da Fantasia), Rachael MacFarlane (Family Guy), Scott Grimes (The Orville), entre outros.
Todas as temporadas de “Amerian Dad” estão disponíveis com exclusividade no Star+.
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Sobre Star+
Star+ é um serviço de streaming de entretenimento geral e esportes lançado em 31 de agosto de 2021 na América Latina, sendo complementar, mas independente, do serviço do Disney+ nesta região. O serviço é o lar de estreia exclusiva de séries e filmes de entretenimento geral dos estúdios de conteúdo da The Walt Disney Company, incluindo Disney Television Studios, FX, 20th Century Studios, Star Original Productions, National Geographic Original Productions e muito mais, bem como o serviço de streaming de esportes ao vivo da ESPN, a marca mais respeitada e reconhecida pelos fãs de esporte da região. De dramas a comédias (incluindo todas as temporadas de Os Simpsons) e thrillers para adultos, o Star+ também conta com programação original exclusiva da marca de entretenimento geral Star, junto com uma coleção de produções originais regionais da América Latina. Para mais informações, acesse: www.starplus.com.
Celebração pelo Centenário da Semana de Arte Moderna chega ao À La Carte
A partir de 10 de fevereiro, o streaming À La Carte prestará homenagem ao Centenário da Semana de Arte Moderna, com a mostra intitulada “Reflexos do Modernismo”, trazendo nove filmes antológicos, produzidos entre 1931 e 1954, todos tendo em comum a flexibilidade e não ortodoxismo do cinema que era feito nesta época. A maravilhosa seleção reúne os diretores Mario Peixoto, com o clássico absoluto “Limite” (1931); o também brasileiro Alberto Cavalcanti com os raros “Na Solidão da Noite” (1945), “As Vidas e Aventuras de Nicolas Nickleby” (1947), “Simão, o Caolho” (1952), “O Canto do Mar” (1953) e “Mulher de Verdade” (1954); e o francês Jean Vigo, representado pelas joias “Zero de Conduta” (1933), “O Atalante” (1934) e o curta “A Propósito de Nice” (1930).
Os diretores:
– Vindo de uma família abastada, o jovem futuro cineasta Mario Peixoto (1908–1992) foi estudar na Inglaterra, e, ao retornar para o Brasil, trazendo rica bagagem cultural dos filmes que viu na Europa, ele se empolgou com a ideia de dar uma nova cara ao cinema brasileiro, com uma linguagem mais artística, moderna e original. Foi assim que, com apenas 21 anos de idade, ele realizou “Limite”, seu primeiro e único filme, obra-prima e tesouro do cinema brasileiro, uma referência para diretores e estudiosos de dentro e fora do Brasil.
– Antes de estrear como diretor, o carioca Alberto Cavalcanti (1897–1982) projetou cenários para cineastas experimentais franceses na década de 20, realizando seu primeiro filme em 1925. Ao se mudar para a Inglaterra, em 1934, ele realizou pelo menos dois grandes filmes: “Na Solidão da Noite”, longa coletivo de terror, dividido em quatro episódios, obra considerada por muitos como uma uma das melhores antologias de horror já feitas; e também “As Vidas e Aventuras de Nicholas Nickleby”, uma elegante adaptação de obra literária de Charles Dickens. No Brasil, ele dirigiu clássicos como “Simão, o Caolho”, “O Canto do Mar” e “Mulher de verdade”. Embora rejeitado em seu próprio país pelos fundadores do Cinema Novo, que o consideravam “um estrangeiro”, Alberto Cavalcanti é considerado nome fundamental no cinema europeu, principalmente pela sua fervorosa participação na vanguarda francesa da década de 20.
– Jean Vigo (1905–1934), que morreu muito jovem, com apenas 29 anos, realizou apenas quatro filmes, e o curta-metragem “A Propósito de Nice” marca sua estreia como diretor. Com a obra-prima “Zero de Conduta”, uma representação subversiva de um internato autoritário, saído diretamente das memórias dele próprio, Vigo teve o filme imediatamente censurado devido ao seu “espírito anti-francês”. Apesar disso, no ano seguinte, ele filmou “O Atalante”, seu único longa, mas o cineasta morreu logo depois, e a enorme importância de seu trabalho não seria reconhecida antes de 1945, quando passou a ser admirado pelo inovador realismo poético de suas obras.
Semana de 22:
A Semana de Arte Moderna, também conhecida como Semana de 22, ocorreu em São Paulo, entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal da cidade. O evento representou uma renovação sem precedentes na linguagem artística brasileira, um grande salto da vanguarda para o modernismo. Entre os seus participantes estavam nomes como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Víctor Brecheret, Plínio Salgado, Anita Malfatti, Menotti Del Picchia, Guilherme de Almeida, Sérgio Milliet, Heitor Villa-Lobos, Tácito de Almeida, Di Cavalcanti, Agenor Fernandes Barbosa, entre outros. Embora na ocasião a pintora Tarsila do Amaral tenha sido considerada um dos grandes pilares do modernismo brasileiro, ela não pôde participar do evento porque se encontrava em Paris.
Confira abaixo as sinopses dos filmes.
Limite
Dir. Mario Peixoto, Brasil, 1931, 114min, Drama/Romance
Elenco: Olga Breno, Tatiana Rey e Raul Schnoor
Sinopse: Três pessoas navegam sem rumo enquanto lembram de seu passado.
Curiosidades: Primeiro e único filme escrito e dirigido por Mario Peixoto (1908–1992). Incluído no famoso livro “1001 Filmes que Você Deve Ver Antes de Morrer”, editado pelo produtor cinematográfico americano Steven Schneider. O filme ainda faz parte da era do cinema silencioso, mas exige grande expressividade dos atores, e na cena em que o ator Raul Schnoor é visto em close gritando repetidamente, por exemplo, ele foi instruído a chamar pelo primeiro nome do diretor: “Marioooooo, Marioooooo…”.
O Atalante
Dir. Jean Vigo, França, 1934, 89min, Comédia/Drama
Elenco: Dita Parlo, Jean Dasté e Gilles Margaritis
Sinopse: O casal recém-casado Juliette e um capitão de barco Jean lutam pelo casamento enquanto viajam em L’atalante.
Curiosidades: Último filme concluído por Jean Vigo (1905-1934) antes de sua morte por tuberculose, aos 29 anos. Eleito o 12º maior filme de todos os tempos na pesquisa da crítica de 2012 da conceituada revista britânica Sight & Sound, especializada em cinema e publicada desde 1932. A atriz Dita Parlo (1906–1971) também atuou no clássico “A Grande Ilusão” (1937), de Jean Renoir, e serviu de inspiração para Madonna em seu livro “Sex” (1992), no qual a cantora aparece em um grande ensaio de nu fotográfico assumindo uma personagem de nome “Dita”.
Zero de Conduta
Dir. Jean Vigo, França, 1933, 44min, Drama/Comédia
Elenco: Jean Dasté, Robert le Flon e Louis Lefebvre
Sinopse: Em um internato repressivo com regras rígidas de comportamento, quatro meninos decidem se rebelar contra a direção em um dia de celebração.
Curiosidades: Filme banido pela censura da França até bem depois da Segunda Guerra Mundial. Escolhido pela revista Premiere como um dos “100 filmes que abalaram o mundo”, na edição de outubro de 1998, numa lista que classificou os “filmes mais ousados já feitos”. Além de ser considerado uma obra-prima do cinema francês, “Zero de Conduta” é tido como um dos filmes ficcionais mais libertários do século XX.
A propósito de Nice
Dir. Jean Vigo, França, 1930, 24min, Documentário/Curta-metragem
Sinopse: O que começa como um diário de viagem convencional se transforma em um retrato satírico da cidade de Nice na Côte d’Azur francesa, especialmente de seus habitantes ricos.
Curiosidades: O filme foi financiado pelo sogro do diretor Jean Vigo. O diretor de fotografia Boris Kaufman filmou a maior parte do tempo com a câmera escondida, captando as imagens através das casas dos botões de sua jaqueta. Boris Kaufman ganhou o Oscar de Melhor Diretor de Fotografia por “Sindicato de Ladrões” (1954), clássico de Elia Kazan.
As vidas e aventuras de Nicolas Nickleby
Dir. Alberto Cavalcanti, Reino Unido, 1947, 108min, Drama
Elenco: Derek Bond, Cedric Hardwicke e Mary Merrall
Sinopse: Um homem jovem e compassivo luta para salvar sua família e amigos da exploração abusiva de seu tio de coração frio e ganancioso.
Curiosidades: Adaptação do livro homônimo de Charles Dickens, com direção do brasileiro Alberto Cavalcanti (1897–1982), realizado em sua fase na Inglaterra. Apesar de seu alto cachê, o ator Cyril Fletcher só aparece em uma cena e fica na tela por apenas três minutos. Primeiro filme da atriz inglesa Jill Balcon (1925–2009), que participou dos filmes “Eduardo II” (1991) e “Wittgenstein” (1993), ambos de Derek Jarman.
O Canto do Mar
Dir. Alberto Cavalcanti, Brasil, 1953, 84min, Drama
Elenco: Margarida Cardoso, Cacilda Lanuza e Ruy Saraiva
Sinopse: O filme fez parte da Seleção Oficial do Festival de Cannes 1954. O diretor Alberto Cavalcanti (1897-1982) aprendeu a fazer documentários na França e na Inglaterra, e, na década de 50, voltou ao Brasil, onde dirigiu apenas três filmes, “O Canto do Mar” entre eles. O roteiro foi coescrito pelo aclamado escritor José Mauro de Vasconcelos (1920–1984), autor do clássico livro “O Meu Pé de Laranja Lima”.
Curiosidades: Nas áreas de seca do Nordeste do Brasil, grupos de migrantes se mudam tentando encontrar um lugar melhor para morar, pelo menos com água. Alguns vão para o Recife, em busca de um navio para Santos, na expectativa de ter uma vida melhor. Na região pobre do Recife, uma velha lavadeira lava roupas para sobreviver e sustentar sua família. O marido dela, Zé Luis, ex-marinheiro, enlouquece por causa de um golpe de mastro na cabeça. Seu filho mais velho, Raimundo, trabalha em uma mercearia e vende manga na rua, tentando economizar para se mudar para o Sudeste com a namorada Aurora. A filha quer ser prostituta para ter melhor qualidade de vida.
Simão, o Caolho
Dir. Alberto Cavalcanti, 1952, 101min, Comédia
Elenco: Mesquitinha, Nair Bello, Yara Aguiar e Rachel
Sinopse: Simão é caolho e deseja recuperar a visão perdida a qualquer custo. Um dia, sonha que descobriu um olho mágico que pode levá-lo às mais diversas situações.
Curiosidades: Segundo trabalho da atriz Nair Bello (1931-2007) no cinema. Primeiro filme do diretor Alberto Cavalcanti realizado no Brasil, após se especializar como documentarista na Europa, onde dirigiu diversas obras. Roteiro baseado no livro homônimo do escritor, jornalista e romancista mineiro Galeão Coutinho (1897-1951).
Na solidão da noite
Dir. Alberto Cavalcanti, Robert Hamer, Basil Dearden e Charles Crichton, Reino Unido, 1945, 103min, Drama/Terror
Elenco: Mervyn Johns, Michael Redgrave e Roland Culver
Sinopse: Os convidados para um fim de semana compartilham suas histórias sobrenaturais, começando com Walter Craig, que pressente a desgraça iminente quando seu sonho recorrente se transforma em realidade.
Curiosidades: Esta foi a única tentativa da Ealing Studios de fazer um filme de terror. De acordo com o livro “Elisabeth Welch: Soft Lights e Sweet Music” (2005), de Stephen Bourne, um dos maiores especialistas britânicos em cinema negro e televisão, a representação da personagem Beulah pela atriz Elisabeth Welch (1904-2003) foi “um avanço na representação de mulheres negras em filmes … pela primeira vez em um filme, uma mulher negra é retratada como independente, bem-sucedida e engenhosa. Entre os protagonistas do filme está Michael Redgrave (1908–1985), pai da atriz Vanessa Redgrave, e que pertencia à geração de grandes atores ingleses, dos quais faziam parte os lendários John Gielgud e Laurence Olivier.
Mulher de verdade
Dir. Alberto Cavalcanti, Brasil, 1954, 100 min, Drama
Elenco: Carlos Araújo, Adoniran Barbosa e Inezita Barroso
Sinopse: Uma enfermeira se apaixona por seu paciente e secretamente se casa com ele. Ao tratar outro paciente, este se apaixona por ela e, fingindo estar morrendo, lhe pede um último desejo: que ela se case com ele. E ela aceita.
Curiosidades: Sexto dos quinze filmes em que o cantor e compositor paulista Adoniran Barbosa apareceu como ator. Quarto filme da cantora Inezita Barroso (1925–2015) como atriz. Assim como “Simão, o Caolho” o roteiro de “Mulher de Verdade” foi baseado em história do escritor, jornalista e romancista mineiro Galeão Coutinho (1897-1951).
Serviço:Planos de assinatura com acesso a todos os filmes do catálogo em 2 dispositivos simultaneamente.Valor assinatura mensal: R$ 9,90 | Valor assinatura anual: R$ 108,90Super Lançamentos: Com valores variados, a sessão ‘super lançamentos’ traz os filmes disponíveis no cardápio para aluguel por 72hs.Para se cadastrar acesse: www.belasartesalacarte.com.br e clique em ASSINE.Ou vá direto para a página de cadastro:https://www.belasartesalacarte.com.br/checkout/subscribe/signupAplicativos disponíveis para Android, Android TV, IPhone, Apple TV e Roku. Baixe Belas Artes À LA CARTE na Google Play ou App Store.
Sobre o À LA CARTE O À LA CARTEé um streaming de filmes pensado para quem ama cinema de verdade. Seu catálogo, que já conta com cerca de 400 títulos,e inclui filmes de todos os cantos do mundo e de todas as épocas: contemporâneos, clássicos, cults, obras de grandes diretores, super premiados e principalmente aqueles que merecem ser revistos e que tocam o coração dos cinéfilos. Além de pelo menos quatro novos filmes que entram semanalmente no catálogo, há também a possibilidade do aluguel unitário, que são os Super Lançamentos: um espaço para filmes que estreiam antes dos cinemas; simultâneos ao cinema; filmes inéditos no Brasil, entre outras modalidades. Outro diferencial são as mostras de cinema, recentemente o À LA CARTEtrouxe especiais dedicados à cinematografia francesa, italiana, coreana e espanhola. O À LA CARTE foi criado no final de 2019 e integra o Belas Artes Grupo, que inclui também a Pandora Filmes e o Cine Petra Belas Artes, um dos mais tradicionais e queridos cinemas de rua de São Paulo.
O elenco e os cineastas do filme de suspense “Morte no Nilo”, que é dirigido por Kenneth Branagh, cinco vezes indicado ao Oscar®, e apresenta um elenco de estrelas, reuniram-se na exposição egípcia no The British Museum em Londres para um jantar privado para comemorar o lançamento do longa na próxima quinta-feira, dia 10. Juntaram-se a Branagh, Tom Bateman, Ali Fazal, Dawn French, Rose Leslie, Jennifer Saunders, a produtora Judy Hofflund e o produtor executivo James Prichard, e a convidada Daisy Ridley.
“Morte no Nilo” é uma história de assassinato repleta de suspense com Kenneth Branagh retornando como o icônico detetive Hércule Poirot. Ele é acompanhado por Tom Bateman, a atriz quatro vezes indicada ao Oscar® Annette Bening, Russel Brand, Ali Fazal, Dawn French, Gal Gadot, Armie Hammer, Rose Leslie, Emma Mackey, Sophie Okonedo, Jennifer Saunders e Letitia Wright completam o elenco. “Morte no Nilo” reúne a equipe de cineastas por trás do sucesso mundial de 2017 “Assassinato no Expresso Oriente”, o longa é escrito por Michael Green, adaptado do romance de Christie, e produzido por Ridley Scott, Kenneth Branagh, p.g.a., Judy Hofflund, p.g.a. e Kevin J. Walsh, com Mark Gordon, Simon Kinberg, Matthew Jenkins, James Prichard e Mathew Prichard servindo como produtores executivos.
O filme conta a história da viagem de lua de mel pelo rio Nilo, do casal Linnet Ridgeway (Gal Gadot) e Simon Doyle (Armie Hammer) que convidaram os entes mais queridos para embarcar no barco Karvak e celebrar sua união. Entretanto, um assassinato acontece no navio e todos os passageiros são suspeitos. Por coincidência, também está a bordo o detetive mais famoso do mundo, Hércule Poirot (Kenneth Branagh), que começa a investigar o caso. Ambientado em uma paisagem épica com vistas panorâmicas do deserto egípcio e das majestosas pirâmides de Gizé, o filme apresenta uma história de paixão desenfreada e ciúme incapacitante, com um grupo cosmopolita de viajantes impecavelmente vestidos entre voltas e reviravoltas, que vão deixar o público inquieto até o chocante desfecho.
Filmado com câmeras 65mm da Panavision no final de 2019, “Morte no Nilo” transporta o público para a década de 1930, recriando muitos dos locais que serviram de inspiração para o glamuroso thriller da alta sociedade de Christie.
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Sobre 20th Century Studios
20th Century Studios é um estúdio ganhador do Oscar® produtor de longa-metragens tanto para cinema quanto para o streaming. É o lar de franquias icônicas como “Avatar”, “Alien”, “Planeta dos Macacos”, “Predador”, “Duro de Matar” e “Kingsman”, produziu também filmes de sucesso, incluindo “Bohemian Rhapsody”, “O Rei do Show”, “Perdido em Marte” e “Ford v Ferrari”. Também lançou as famosas franquias “Deadpool” e “X-Men”. Entre as atuais e futuras produções do estúdio estão “The King’s Man – A Origem”, “Morte no Nilo”, “Free Guy – Assumindo o Controle”, “Amor, Sublime Amor” e as sequências de “Avatar”. Anteriormente conhecido como 20th Century Fox, antes de se tornar parte da The Walt Disney Company, a 20th Century Studios é reconhecida por seu incrível legado de 80 anos. É o estúdio que trouxe os primeiros seis filmes de “Star Wars”, além dos grandes clássicos de sucesso como “Milagre na Rua 34”, “A Malvada”, “O Rei e Eu”, “A Noviça Rebelde”, “Butch Cassidy”, “Princesa Prometida”, “O Segredo do Abismo”, “Edward Mãos de Tesoura”, “Esqueceram de Mim”, “Meu Primo Vinny”, “Velocidade Máxima”, “Náufrago”, “Moulin Rouge!”, “Minority Report”, “Garota Exemplar” e “O Regresso”.