Sessão Vitrine Petrobras | ‘Temporada’, de André Novais Oliveira, ganha teaser inédito

Sessão Vitrine Petrobras | ‘Temporada’, de André Novais Oliveira, ganha teaser inédito

TEMPORADA, novo filme de André Novais Oliveira, acaba de ganhar um teaser inédito. O longa, que foi selecionado para mostra competitiva de “Filmes de Longa-Metragem” no Festival de Brasília, pauta o cotidiano de Juliana (Grace Passô) ao mudar para a periferia de Contagem, em BH, em função de seu trabalho. Dedicada a combater as endemias da região, ela vive experiências capazes de mudar a sua vida completamente.

 

– Para mim, o filme olha para um período de profundas transformações na vida de Juliana, joga luz naquele período em que a vida perece ter virado ao avesso. O modo como André (André Novais Oliveira) faz isso é interessante porque ele olha para humanidade dos gestos, das situações. André pede para gente não maquiar. Isso pode parecer pouco, mas não acho que é, ao meu ver, esse pedido diz muito sobre ele. Para mim, ele vai mais na direção do osso das coisas, é um diretor que procura o osso, o essencial, que estrutura a cena – elogia a atriz Grace Passô.

Para o diretor, seu objetivo é aprofundar ainda mais nessa temática a partir da personagem principal. “O longa é ver e sentir de perto o cotidiano da população do subúrbio e ao mesmo tempo acompanhar algo de diferente na vida de uma mulher negra que está em constante transformação. Com toques de drama e comédia o filme tenta se aproximar do grande público, principalmente periférico e negro, através da identificação de diferentes corpos presentes, de situações cotidianas e da atmosfera geográfica de lugares menos favorecidos”, diz.

André Novais Oliveira ganhou diversos prêmios por seu filme anterior “Ela Volta na Quinta”, que relata o cotidiano de uma família em Contagem, Minas Gerais. Em “Temporada”, o diretor mais uma vez usa a periferia da cidade como pano de fundo para suas histórias.

TEMPORADA será distribuído no Brasil pelo projeto Sessão Vitrine Petrobras e tem previsão de estreia para o primeiro semestre de 2019.

SINOPSE

Juliana está se mudando de Itaúna, no interior do estado, para a periferia de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, para trabalhar no combate às endemias na região. Em seu novo trabalho ela conhece pessoas e vive situações pouco usuais que começam a mudar sua vida. Ao mesmo tempo, ela enfrenta as dificuldades no relacionamento com seu marido, que também está prestes a se mudar para a cidade grande.

FICHA TÉCNICA

TEMPORADA (Long Way Home)
Direção e Roteiro: ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA
Elenco: GRACE PASSÔ, RUSSO APR, REJANE FARIA, HÉLIO RICARDO, JU ABREU, RENATO NOVAES, SINARA TELES e JANDERLANE SOUZA
Produção: ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA, GABRIEL MARTINS, MAURILIO MARTINS, THIAGO MACÊDO CORREIA
Produtor Executivo: THIAGO MACÊDO CORREIA
Diretora de Produção: MARCELLA JACQUES
Fotografia: WILSSA ESSER
Direção de Arte: DIOGO HAYASHI
Figurinos: RIMENNA PROCÓPIO
Som: TIAGO BELLO, MARCOS LOPES
Montagem: GABRIEL MARTINS
País: Brasil
Ano: 2018
Duração: 113 minutos.

Top 5 Datas Futurísticas que Chegaram

Top 5 Datas Futurísticas que Chegaram

Salve galera.

 

É comum nos filmes de ficção científica criarem histórias que se passem no futuro, mostrando tecnologias e fatos marcantes da história que ainda não aconteceram.

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E várias das datas mostradas no filmes já passaram. E a pergunta é: aconteceu alguma coisa?

 

O Demolidor (Demolition Man, 1993 / dir. Marco Brambila)

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Nesta ficção estrelada por Sylvester Stallone, Wesley Snipes e Sandra Bullock se passa em 2032. Mas o filme começa em 1996, quando já temos a tecnologia para cria crio prisões: ao invés de colocar o prisioneiro em uma cela, ele é congelado até o final da sua pena. Outro fato citado no filme é que em 2010 finalmente acontece o Big One: terremoto que irá devastar a costa leste dos Estados Unidos. E das cinzas desse terremoto surge a cidade de San Angeles (união das cidades de San Diego e Los Angeles).

Mas a principal pergunta do filme é: como se usam as 3 conchas?

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Akira (Akira, 1988 / dir. Katsuhiro Ôtomo)

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O maior clássico cyberpunk da animação começa contando como a Terceira Guerra Mundial devasta a cidade de Tóquio no dia 16 de julho de 1988. E em 2019, 31 anos após o fim da guerra, a cidade de Neo-Tokyo se prepara para receber os Jogos Olímpicos.

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É neste cenário que surge a figura de Akira.

Vale uma observação: Tóquio realmente vai receber os jogos Olímpicos de 2020. Ainda bem que não tivemos uma nova Guerra Mundial em 1988.

 

Blade Runner (Blade Runner, 1982 / dir. Ridley Scott)

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A história desta ficção científica noir se passar em novembro de 2019. Sei que este filme então está um pouco adiantado em relação aos outros da lista, mas vale a pena entrar pelo seguinte: não acredito que no período de 1 ano teremos carros voadores, colônias espaciais ou robôs geneticamente modificados para se parecem humanos, como os replicantes.

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O Exterminador do Futuro (The Terminator, 1984 / dir. James Cameron)

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O primeiro filme da série mostra a história Kyle Reese (Michael Biehn), um soldado que vem do futuro para salvar Sarah Connor (Linda Hamilton), a mãe do futuro líder da humanidade na guerra contra as máquinas, que está sendo perseguida por um ciborgue (Arnold Schwarzegger).

Durante o filme, Reese conta para Sarah Connor sobre os eventos que acontecem no dia 29 de agosto de 1997: o Dia do Julgamento, quando o programa Skynet inicia uma a guerra nuclear visando exterminar toda a humanidade.

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De Volta para o Futuro 2 (Back to the Future Part II, 1989 / dir. Robert Zemeckis)

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Uma das maiores trilogias do cinema tem em seu 2º episódio uma data emblemática: 21 de outubro de 2015.

É neste dia que Marty McFly (Michael J. Fox) chega vindo de 1984, juntamente com o Dr. Brown (Christopher Lloyd) e Lorraine Baines (Lea Thompson). E é neste dia que ele descobre que já teremos carros voadores movidos a lixo, cinemas 3D com hologramas, skates voadores entre outras maravilhas tecnológicas.

Apesar de todas as previsões que o filme faz, a única em que ele chega mais perto foi a vitória do Chicago Cubs na World Series. Isso porque no filme, é mostrado que o Cubs foram campeões da MLB (principal liga de beisebol do mundo) em 2015. E na verdade eles venceram somente em 2016. Mas acho que podemos dar 1 ano como margem de erro.

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@guimaraesedu

FRANS KRAJCBERG: MANIFESTO, de Regina Jehá terá sua primeira exibição no Cine Brasília

FRANS KRAJCBERG: MANIFESTO, de Regina Jehá terá sua primeira exibição no Cine Brasília

Frans Krajcberg, artista plástico, escultor, gravurista e fotógrafo, nasceu no ano de 1921 em Kozienice,Polônia, e naturalizou-se brasileiro em 1954.

Sua mãe foi simpatizante ativa dos comunistas e Frans viu toda sua família ser dizimada pelos nazistas nos campos de concentração na época da 2ª Guerra Mundial. Em resposta, alistou-se no Exército Soviético como engenheiro construtor de pontes. Depois do conflito viveu na Alemanha onde estudou entre 1945 e 1947 na Academia de Belas Artes de Stuttgart e foi aluno do célebre Willy Baumeister.

Emigrou em 1948 para o Brasil, após uma temporada em Paris onde conviveu com Léger, Mondrian, Chagall e outros artistas da E’cole de Paris. No Brasil, fixou-se inicialmente em São Paulo onde participou da montagem da 1ª Bienal, em 1951. Nos primeiros anos da sua permanência no Brasil, praticou uma pintura influenciada pelo Cubismo e pelo Expressionismo em um desenho sintético de paleta baixa na qual predominavam tons de cinza e terra.  Permaneceu em São Paulo até 1952, ano em que faria sua primeira exposição individual no Museu de Arte Moderna. No interior do Paraná, onde viveu até 1956, Krajcberg afastou-se do circuito das artes. Neste mergulho no hinterland paranaense, o contato com a natureza amadureceu seu olhar e lhe ofereceu novos instrumentos de trabalho.

Em 1957, conquistou o prêmio de Melhor Pintor Nacional na 4ª Bienal de São Paulo e transferiu-se para o Rio de Janeiro. Nesse momento, alternou sua vida entre Paris e Ibiza, com constantes retornos para reciclagem ao Brasil.

A estrutura bidimensional da pintura, entretanto, limitava seus horizontes e, a partir de uma primeira experiência em 1962, com as terras naturais de Ibiza, o artista sentiu uma necessidade crescente de mudança. Abandonou então a dimensão do plano pictórico, substituindo-o pelo tridimensionalismo do relevo e da escultura. Aos poucos, Krajcberg foi reformulando a própria ideia de representação ou interpretação da Natureza por meio da sua apropriação. Em um trabalho incessante de pesquisa sobre forma e matéria, utiliza elementos da natureza e os mais diferentes materiais de origem mineral, para criar relevos, esculturas e instalações com troncos de árvores, raízes aéreas do mangue e reproduzindo em papel japonês as marcas deixadas pelo mar nas areias de Nova Viçosa. Em 1964, após ter conquistado o prêmio Cidade de Veneza na 32ª Bienal de Veneza, Krajcberg visitou Itabirito, e este encontro marcou sua maturidade enquanto artista.

Entretanto foi a viagem que realizou na Amazonia, Alto Rio Negro em companhia de Sepp Baendereck e Pierre Restany que irá marcar profundamente o artista. O encontro com a beleza e a exuberância da natureza amazoica irá provocar um choque no artista que o marcará para sempre.

CINE BRASÍLIA

21h – Mostra Paralela – A Arte da vida, com Frans Krajcberg: Manifesto

Documentário, 96 min, 2018, SP

Entrada Franca

 

Nome do Diretor: Regina Jehá
Estado: São Paulo
Tipo/Gênero: Documentário
Minutagem: 96 min
Classificação indicativa: Livre
Ano de produção: 2018

SINOPSE

Frans Krajcberg se prepara para expor suas obras no Salão principal e receber a grande homenagem da 32a Bienal de Arte de São Paulo, enquanto desvela suas memórias e reflexões. Recentemente falecido, a vida do artista foi uma luta implacável contra a loucura destrutiva do Homem, do fogo da 2a Guerra Mundial às queimadas na Região Amazônica. O destino de um homem extraordinário inserido na historia do seu tempo, comprometido com sua arte e profundamente vivo para sempre. O filme percorre quatro décadas da sua vida enquanto confronta uma das mais urgentes questões do mundo contemporâneo: a luta contra a destruição da natureza para a preservação do próprio Planeta e da humanidade.

FICHA TECNICA

Roteiro, Produção e Direção: Regina Jehá
Produção executiva: Domingas Person
Fotografia: Jean-Marc Ferrière, Jorge Maia e Rodolfo Sanchez
Som direto: Tales Manfrinato, Ricardo Nascimento
Montagem: Yuri Amaral

Abertura do Cinefoot 2018 com o filme Para Sempre Chape

Abertura do Cinefoot 2018 com o filme Para Sempre Chape

Nesta quinta, dia 20 de setembro, tive uma experiência maravilhosa. A pedido de Renata Graciano, minha chefe no donas da Bola, site onde escrevo há três anos a coluna Palpite da Colina, fui à sessão de abertura no Cinefoot 2018. Aproveitei para representar o Poltrona de Cinema.

É um festival bacana e com gente que ama futebol e cinema, duas de minhas paixões. E ontem tivemos um curta de 10 minutos, o Superstição e depois a projeção de um filme que me tocou bastante Para Sempre Chape, do uruguaio Luis Ara. O filme é maravilhoso! Claro, que lembrei da perda que tive nesse acidente da Chapecoense, que foi meu ex-professor da pós em Jornalismo Esportivo, Victorino Chermont, que sempre me incentivou a ser jornalista. Mas também do envolvimento dos jogadores sobreviventes e uma história que me tocou mais: a da assessora de imprensa da Chape, esposa do falecido assessor do clube, Cleberson. Talvez por sermos da mesma área, não sei. Seu depoimento mexeu muito comigo. Além disso, toda a solidariedade do povo colombiano através do Atlético Nacional.

Eu contive as lágrimas mas escutei muitas pessoas chorando. Vale super a pena ver.

O Cinefoot começou ontem e vai no Rio de Janeiro até o dia 25 de setembro. A entrada é gratuita. Você só precisa chegar com antecedência na sessão para garantir o seu ingresso. No encerramento, terá a escolha da narração em rádio do melhor gol promovido por um programa que gosto muito, o Redação Sportv, que era comandado por André Rizek,q ue fez a parceria com o Cinefoot e hoje pelo Marcelo Barreto. Eu estou torcendo pelo gol de Samuel Xavier, do Ceará, Estarei na torcida!

 

Por Anna Barros

 

 

Festival Remaster, com clássicos do cinema nacional, tem início nesta quinta-feira, dia 20

Festival Remaster, com clássicos do cinema nacional, tem início nesta quinta-feira, dia 20

Com avant-première na noite desta quarta-feira (19/09), o Festival Remaster trouxe para os apaixonados por cinema o primeiro de uma série de grandes clássicos do cinema nacional em cópias remasterizadas, valorizando o cinema, a nossa memória e a nossa história. A experiência foi e será grandiosa e única para os espectadores ao longo do evento, que terão a oportunidade de rever ou até mesmo assistir pela primeira vez longas de sucesso lançados entre 1962 e 1995 em qualidade 4K e exibidos em tela grande.

O filme de abertura foi Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos, uma adaptação do livro homônimo de Graciliano Ramos que conta a história de uma família pobre que vive em uma região seca na região Nordeste do Brasil e sua luta diária por emprego e condições mais dignas de vida no ambiente árido que vivem. ” É um filme histórico e que remonta à realidade atual que vivemos”, diz Renata Boldrini, jornalista, crítica de cinema e anfitriã do evento.

A programação ainda inclui os filmes:

O Homem da Capa Preta (1986), de Sergio Resende

República dos Assassinos (1979), de Miguel Farias Jr

Luz Del Fuego (1982), de David Neves

Vai Trabalhar Vagabundo (1973), de Hugo Carvana

O Assalto Ao Trem Pagador (1962), de Roberto Farias

Os Doces Bárbaros (1977), de Jom Tob Azulay

Carmem Miranda: Banana Is My Business (1995), de Helena Solberg.

E não para por aí, o Festival Remaster continuará a partir de 08 de outubro na grade do Canal Brasil, que exibirá, sempre às segundas e terças, à 0h15, filmes que fazem parte do evento, em uma faixa especial.

A primeira edição do Festival de Cinema Remaster é idealizada pelos produtores Alexandre Rocha, Cristiana Cunha, Marcelo Pedrazzi e Vitor Brasil. O evento conta com diversos apoiadores essenciais à sua realização, como a Globo Filmes (TV GLOBO), o Canal Brasil (GLOBOSAT) e a Rádio Globo como sua rádio oficial. Tem apoio promocional do Adoro Cinema e apoio institucional da Academia Brasileira de Cinema. A Espaço Z é sua agência e é realizado por meio de parceria exclusiva com os Cinemas Espaço Itaú de Cinema e Cinearte Petrobras. O Festival Remaster é uma produção da Afinal Filmes.

O Festival Remaster ocorre entre os dias 20 e 26 de setembro, simultaneamente, em sete cidades do Brasil, entre elas: Rio de Janeiro (Espaço Itaú Botafogo), São Paulo (Espaço Itaú Augusta e Cinearte Petrobras), Curitiba (Espaço Itaú), Porto Alegre (Espaço Itaú), Brasília (Espaço Itaú), Belo Horizonte (Cine Belas Artes) e Salvador (Espaço Itaú Glauber Rocha).

Para conferir a programação completa do evento, acesso o site do Remaster.

Por: Cesar Augusto Mota