Peço licença ao nosso Gabriel Araújo para sugerir na Sessão de Matinê o desenho Norm e os Invencíveis.
Assistam ao trailer!
Antes de começar a falar sobre “O Caçador e a Rainha do Gelo”, vamos recapitular, o que aconteceu no ano de 2012, quando foi lançado o primeiro filme “Branca de Neve e o Caçador” para quem não lembra. Estrelado por Kristen Stewart e Chris Hemsworth, o longa contou uma história diferente da original Branca de Neve, tornando-a uma princesa com personalidade forte e independente. Charlize Theron, também ganhou uma nova versão, como a Rainha Má,
Mesmo com efeitos especias deslumbrantes e um bom elenco, a história não é tão impressionante, apesar de ser um pouco melhor que Branca de Neve e o Caçador. Talvez, o roteiro deveria ter sido aproveitado melhor, pois ficou tudo muito previsível, sem surpresas. Outro problema é que o trailer já entrega praticamente quase toda a história do filme.
Adoro Patrick Swayze. Fiquei profundamente triste quando ele faleceu de câncer de pâncreas no dia 14 de setembro de 2009. Há filmes que ele fez simplesmente deliciosos, dentre eles Dirty Dancing, Ghost, Caçadores de Emoçao, Para Wong Foo, obrigada por tudo, Julie Newmar e Vidas Sem Rumo. Este último foi a porta para grandes estrelas de Hollywood como Tom Cruise, Emilio Estevez, Matt Dillon, Rob Lowe, Ralph Macchio e C Thomas Howel.
Em Caçadores de emoção, Patrick trabalha junto com Keanu Reeves. Mas é em Ghost e Dirty Dancing que ele se destaca mais. Vi mais Dirty Dancing que Ghost, mas gosto particularmente dos dois.
Dirty Dancing o descobriu e Ghost o projetou para as grandes telas. Imperdíveis!!
Em Para Wong Foo, quebrou paradigmas de galã ao viver uma drag queen. 
Antes de ser ator, Patrick era bailarino, daí a sua desenvoltura com dança. Foi casado com uma só mulher e deixou quatro filhos. Além da extrema beleza e do corpo perfeito, tinha um imenso carisma.
O Poltrona Vintage tinha por obrigação, em algum momento de sua história, homenagear Patrick Swayze. Agora, só nos resta a saudade e a sua imortalização nas telas.
Por Anna Barros
Jared Leto que vive o Coringa em Esquadrão Suicida revelou que ficou convivendo com vários psicopatas para desenvolver o personagem. Ele fez declarações para a revista EW.
“Eu fiz muitas coisas. Provavelmente é melhor não se aprofundar nisso, mas, para o Coringa, a violência é uma sinfonia. É alguém que sente uma verdadeira recompensa por atos de violência e manipulação. Essa é a música que ele canta e ele está atento no que faz as pessoas ficarem ligadas. Eu conheci pessoas que eram especialistas, médicos, psicólogos que lidaram com psicopatas e pessoas que cometeram crimes horríveis, então passei algum tempo com essas pessoas mesmo, que ficaram internadas em instituições por um longo tempo”.
Esquadrão Suicida conta ainda com Karen Fukuhara (Katana), Joel Kinnaman (Rick Flag), Jay Hernandez (El Diablo), Adam Beach (Amarra), Cara Delevingne (Magia), Jai Courtney (Capitão Bumerangue), Margot Robbie (Arlequina), Adewale Akinnuoye-Agbaje (Crocodilo), Jared Leto (Coringa) e Scott Eastwood no elenco.
O melhor Coringa da história do cinema por enquanto foi Heath Ledger que chegou a falecer por causa do papel e ganhou o Oscar póstumo de Melhor Ator Coadjuvante. Vamos conferir a interpretação de Jared.
O filme estreia no dia 5 de agosto de 2016 nos cinemas.

A série Demolidor (Daredevil), produzida pela Netflix e estrelada por Charlie Cox é mais uma história do Universo Marvel que ganha as telas. Seguindo uma linha menos “enfeitada” das demais produções do estúdio, a série traz uma Nova York mais sombria e um herói menos carismático do que os outros.
Advogado durante o dia, à noite Matthew Murdock usa seus sentidos aguçados, adquiridos em um acidente na infância que lhe deixou cego, para combater o crime nas ruas de Hell’s Kitchen, bairro onde cresceu em Nova York.
O mais interessante da série é que Matthew é um católico que se veste de diabo para combater os vilões à noite. Esse paradoxo se faz intrigante, pois podemos assumir que para combater o mal, Matthew se transforma nele. Ele se apodera de uma figura que é temida por seus inimigos e se transforma nos próprios medos para poder enfrenta-los.
A série está na segunda temporada, a qual, inclusive, cumpriu a árdua tarefa de superar a primeira, que, diga-se de passagem, foi muito boa. O melhor episódio da segunda etapa é o último, onde Matthew faz uma incrível revelação a sua melhor amiga.
Demolidor é um excelente programa para quem curte lutas, heróis e vilões e, principalmente, para quem não gosta daquele clichê do super-héroi ser sempre mais poderoso que os outros. O Demolidor se esforça muito para superar seus limites e derrotar seus inimigos.
Por Luis Fernando Salles