Confira o trailer de DIÁRIOS DE OTSOGA, novo filme de Miguel Gomes e Maureen Fazendeiro

Confira o trailer de DIÁRIOS DE OTSOGA, novo filme de Miguel Gomes e Maureen Fazendeiro

Estreia nos cinemas brasileiros no dia 21 de julho

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=RFzlPAswn7Y

Este filme nasceu da impossibilidade de fazer os outros filmes em que estávamos a trabalhar”, contam os diretores Maureen Fazendeiro e Miguel Gomes sobre DIÁRIOS DE OTSOGA, que chega aos cinemas brasileiros em 21 de julho, com distribuição da Vitrine Filmes.

Em maio de 2021, quando, finalmente, pôde sair de casa, o casal Fazendeiro e Gomes visitaram os amigos Crista Alfaiate (a Sherazade, da trilogia do diretor de “As mil e uma noites”) e seu marido, Rui Monteiro (técnico de iluminação). Decidiram que tinham de fazer um filme juntos para sair do isolamento o mais rápido possível. Não havia roteiro, trama ou personagens, apenas a urgência do presente. Daí nasce DIÁRIOS DE OTSOGA, um filme feito da maneira como era possível naquele momento.

A pandemia e o confinamento alteraram a nossa percepção do tempo. Ao sair dessa experiência, tínhamos de fazer um filme que desafiasse a linearidade e que trabalhasse a repetição, a suspensão e a descontinuidade… sem, no entanto, embarcar numa estrutura complexa e barroca”.

A saída para isso foi filmar na ordem cronológica, mas montar o filme do final para o começo. Assim, o longa começa com um grupo de pessoas – incluindo a dupla de diretores e equipe – saindo de um sítio isolado, e termina com eles chegando ao local e fazendo um teste de Covid-19 para poder estarem juntos e sem máscaras.

A ideia toda do longa era filmar um beijo – algo tão banal no cinema, mas que, em tempos de pandemia, se tornou um tabu. “Esse beijo é o esboço de uma ficção que nunca chega de fato a existir. O filme inverte a cronologia para passar dessa promessa de ficção para a ficção de nossa estadia nesta casa. Este é o ‘crescente’ dramático do nosso filme.”

No filme, Fazendeiro e Gomes trabalham com rostos já conhecidos da filmografia do diretor, seja no elenco ou na equipe técnica. A dupla define isso como “um lado família”. “Tratava-se de viver, mas também de encenar, uma experiência de intimidade. Começa com a decisão de realizar um filme juntos. Convidamos pessoas das quais nos sentíamos próximos, cúmplices. Mas também alguns outros com que nunca tínhamos trabalhado antes.”

O elenco traz, além de Crista, Carloto Cotta (“Tabu”, “Diamantino”) e João Nunes Monteiro (“Mosquito”). A equipe criativa, que, às vezes, também aparece na frente da câmera, conta com o diretor de fotografia Mário Castanheira (“Technoboss”); os técnicos de som Vasco Pimentel e Miguel Martins; o iluminador Rui Monteiro; e Andressa Soares, responsável pelo figurino e cenografia. A montagem é de Pedro Filipe Marques (da trilogia “As mil e uma noites”).

Exibido na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes em 2021, o filme fez sua estreia no Brasil na 45a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, e foi premiado em Mar del Plata (melhor direção), com o prêmio Sofia, da Academia Portuguesa de Cinema, para João Nunes Monteiro (ator coadjuvante), e pela Online Film Critics Society Awards.

DIÁRIOS DE OTSOGA será lançado no Brasil pela Vitrine Filmes.
Sinopse

Crista, Carloto e João constroem juntos um borboletário. Partilham o quotidiano na casa, dia após dia. Não são os únicos.

Ficha Técnica

Comité central & argumento: Maureen Fazendeiro, Miguel Gomes, Mariana Ricardo

Realização: Maureen Fazendeiro e Miguel Gomes

1º assistente de realização: Patrick Mendes

Anotação: Pedro Filipe Marques

Direção de fotografia: Mário Castanheira

Iluminação: Rui Monteiro

1º assistente de imagem: Ricardo Simões

2ª assistente de imagem (testes de câmara): Inês Pestana

Som: Vasco Pimentel, Miguel Martins

Decoração e guarda roupa: Andresa Soares

Montagem: Pedro Filipe Marques

Montagem de som e mixagem: Miguel Martins

Edição de diálogos: Rodolfo Cardoso

Efeitos visuais: Pedro Prata

Direção de produção: Joaquim Carvalho

Produtores: Luís Urbano, Filipa Reis, Sandro Aguilar, João Miller Guerra

Países: Portugal e França

Ano: 2021

Duração: 102 min.

Sobre os realizadores

Maureen Fazendeiro (1989) é realizadora e argumentista radicada em Lisboa. Estudou literatura, arte e cinema na Universidade Paris VII. Os seus filmes Motu Maeva (2014) e Sol Negro (2019) estrearam em festivais internacionais como o FID Marseille, Toronto, Mar Del Plata, Viennale, Valdivia, DocLisboa, Vila do Conde, Torino, Gijon… e foram projetados em cinematecas, museus e exposições (MoMa, Biennale di VenezaAichi Triennale, FIAC Paris…). Trabalha em película e é membro do laboratório artesanal L’Abominable em Paris. Colaborou com Miguel Gomes como argumentista dos seus próximos filmes Selvajaria e Grand Tour. Em 2021 corealizam Diários de Otsoga.

Miguel Gomes nasce em Lisboa, em 1972. Estuda na Escola Superior de Teatro e Cinema e trabalha como crítico de cinema entre 1996 e 2000.

Realiza várias curtas e estreia na realização de longa-metragem com A CARA QUE MERECES [2004]AQUELE QUERIDO MÊS DE AGOSTO [2008] e TABU [2012] vêm confirmar o seu sucesso e projeção internacional. TABU estreia em cerca de 50 países e vence mais de uma dezena de prémios. Retrospectivas da sua obra tiveram lugar na Viennale, BAFICI, Turim, Alemanha e EUA.

AS MIL E UMA NOITES [2015], um filme em três volumes, estreia na edição de 2015 da Quinzena dos Realizadores.

Sobre O Som e a Fúria

O Som e a Fúria foi criada em de 1998. Dedica-se em exclusivo à produção cinematográfica, procurando estabelecer um vínculo com o cinema de autor e independente. A qualidade das propostas cinematográficas, associadas ao desenvolvimento do universo singular dos seus autores, são as traves mestras desta Produtora.

Tem trabalhado de forma contínua com autores como Miguel Gomes, Sandro Aguilar, Ivo M. Ferreira, João Nicolau, Salomé Lamas, e colaborado com autores internacionais como Eugène Green, FJ Ossang, Lucrecia Martel, Laís Bodanzky, Ira Sachs e Felipe Bragança.

Co-produções com França, Alemanha, Suíça, Brasil ou Argentina provaram ser essenciais para a internacionalização do Som e a Fúria. Os seus filmes são regularmente apresentados e premiados em festivais por todo o mundo e conhecem estreia comercial internacional.

Distribui os filmes que produz desde 2003, tendo em 2018 criado um braço específico para tal, a Desforra Apache.

O Som e a Fúria é gerida por Luís Urbano (produtor) e Sandro Aguilar (realizador e montador).

Sobre a Vitrine Filmes

A Vitrine Filmes, em dez anos de atuação, já distribuiu mais de 160 filmes e alcançou mais de quatro milhões de espectadores. Entre seus maiores sucessos estão ‘O Som ao Redor’, ‘Aquarius’ e ‘Bacurau’ de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. Outros destaques são ‘A Vida Invisível’, de Karim Aïnouz, representante brasileiro do Oscar 2020, ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho’, de Daniel Ribeiro, e ‘O Filme da Minha Vida’, de Selton Mello. Entre os documentários, a distribuidora lançou ‘Divinas Divas’, dirigido por Leandra Leal e ‘O Processo’, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional.

Além do cinema nacional, a Vitrine Filmes vem expandindo o seu catálogo internacional ao longo dos anos, tendo sido responsável pelo lançamento dos sucessos ‘O Farol’, de Robert Eggers, indicado ao Oscar de Melhor Fotografia; ‘Você Não Estava Aqui’, dirigido por Ken Loach, e ‘DRUK – Mais uma rodada’, de Thomas Vinterberg, premiado com o Oscar de Melhor Filme Internacional 2021.

Em 2022, a Vitrine Filmes apresenta ainda mais novidades para a produção e distribuição audiovisual. Entre as estreias, cinco novos longas da Sessão Vitrine: ‘Como Matar a Besta’, de Augustina San Martín; ‘Seguindo Todos os Protocolos’, de Fábio Leal; ‘Tantas Almas’, de Nicolás Rincón Gille; ‘Virar Mar’, de Philipp Hartmann e Danilo de Carvalho; e ‘A Morte Habita à Noite’, de Eduardo Morotó. Além dos filmes do Sessão Vitrine, estão confirmados para 2022  ‘A Viagem de Pedro’, de Laís Bodansky; e ‘O Livro dos Prazeres’, de Marcela Lordy, entre outros títulos.

TRAILER de CARRO REI dirigido por Renata Pinheiro com Matheus Nachtergale

TRAILER de CARRO REI dirigido por Renata Pinheiro com Matheus Nachtergale

Filme pernambucano vencedor do Festival de Gramado estreia nos cinemas dia 30 de junho

Assista ao trailer >>> https://youtu.be/0UXF2iCNHFs

Grande vencedor do Festival de Gramado 2021 dos Kikitos de Melhor Filme, Melhor Direção de Arte, Melhor Som, Melhor Trilha Sonora, e também do Prêmio Especial do Júri para a memorável atuação de Matheus Nachtergaele, Carro Rei fez sua estreia mundial no prestigiado Festival de Roterdã – 2021 e, desde então, tem acumulado ótimas críticas e participações em mais de 30 festivais nacionais e internacionais.

CARRO REI é uma fábula sobre a condição humana num mundo cada vez mais antinatural e tecnológico. Quando nossa realidade parece se tornar cada vez menos verossímil, talvez não seja de todo absurdo a possibilidade de se vislumbrar no fantástico uma forma potente de fabulação crítica da realidade. O estranho, bizarro ou improvável, e também o que desperta o riso, são os principais aspectos políticos do meu filme”, é assim que a diretora Renata Pinheiro (“Amor, Plástico e Barulho”) define seu longa, que chega aos cinemas em 30 de junho, com distribuição da Boulevard Filmes.

Passando pelos festivais Raindance – Inglaterra (Melhor Roteiro), Feratum – México 2021 (Melhor Filme de Ficção Científica Latino-americano), CineFantasy – Brasil (Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Filme Juri Popular), Fantasia (Canadá) e Fantastic Festival  (EUA), entre muitos outros, Carro Rei vem acumulando em sua carreira, até o momento, 16 prestigiosos prêmios.

CARRO REI aborda o transhumanismo dentro de uma narrativa Pop, que mistura Sci-Fi, comedia e forte critica social. Um jovem chamado Uno (Luciano Pedro Jr), nome dado pelos seus pais em homenagem ao carro em que ele nasceu a caminho da maternidade. O nascimento dentro da máquina lhe deu um dom fantástico : ele consegue se comunicar com carros. Durante a infância, Uno e o carro eram melhores amigos, até que um evento trágico muda seu destino: um acidente mata a mãe de Uno e o carro é exilado no ferro-velho da família.

Dez anos se passam; Uno, com 19 anos, tem aversão a automóveis. Ele é um ciclista apaixonado pela natureza. Junto com sua amiga (e crush) Amora ingressam na faculdade de Agroecologia para o desgosto do seu pai que deseja tê-lo ao seu lado na empresa de táxi. Tudo estava indo bem na vida de Uno, até que uma nova lei é implementada na cidade: os carros com mais de 15 anos não podem mais circular, ameaçando a frota de táxi do seu pai. Uno precisa tomar uma decisão. Ele vai para o ferro-velho onde vive seu tio Zé Macaco (interpretado por Matheus Nachtergaele), um estranho mecânico de automóveis, e repleto de ideias mirabolantes. Juntos, eles modificam a aparência do antigo melhor amigo de Uno, transformando-o em um super carro que agora pode falar com todos, o Carro Rei.

O táxi Carro Rei consegue burlar a fiscalização com seu visual arrojado e aparência de novo.  O negócio da família sobrevive, mas Carro Rei se torna cada vez mais inteligente e ambicioso. Proprietários de carros velhos da classe trabalhadora começam a chegar pedindo ajuda. Carro Rei (voz de Tavinho Teixeira), se torna um mito. Com palavras de ordem contra a injustiça, exalta uma estranha revolta, além de também se apaixonar por Mercedes (interpretada pelo ator transgênero – não binário – Jules Elting), uma artista feminista que vandaliza símbolos de poder masculino. Uma gangue é formada, roubando carros para manter a linha de montagem improvisada. Carro Rei atrai mais e mais seguidores. Uno lamenta ter criado um monstro. Ele tenta escapar do esquema, mas é tarde demais. Carro Rei tem um plano para ele … planos para todos.

Renata destaca em CARRO REI sua já longa parceria com Sérgio Oliveira, diretor e roteirista com quem ela trabalhou desde seu primeiro curta (“Superbarroco”), e com quem co dirigiu vários trabalhos, entre eles o longa Açúcar e os documentários Praça Walt Disney e Estradeiros. E também com o Diretor de Fotografia Fernando Lockett, com quem trabalha desde seu primeiro longa (“Amor, Plástico e Barulho”).

CARRO REI é um filme sobre a luta de classes, que se utiliza da fantasia para adentrar numa realidade de um país destroçado por um governo de extrema direita. O automóvel é o personagem chave dessa narrativa, presente nos sonhos de consumo da sociedade brasileira e de seus governantes que insistem em planejar os espaços urbanos priorizando sempre os automóveis privados. Nos meus filmes qualquer coisa pode se transformar em personagem e a linguagem visual é tão importante quanto o diálogo. Aqui, esses objetos inanimados, os carros, são trazidos para a vida real, ao lado dos humanos. Mas seus sonhos são maiores do que seu espaço de armazenamento.”

CARRO REI constitui um verdadeiro objeto não-identificado em sua fusão de fábula e comentário político-ecológico que situa uma possibilidade de resistência às máquinas modificadas e inteligentes num aditivo retirado da agricultura orgânica”, escreve Neusa Barbosa, no Cineweb. Já Carlos Alberto Mattos, na Carta Maior, diz que o filme “é uma fábula arretada que ecoa toda uma mística cinematográfica sobre a relação fetichista e erótica entre gente e carros.”

“Entre seu visual visionário e a esperança por uma eco-utopia igualitária, o filme alardeia os prazeres do choque, sem sacrificar seu rigor visual”, diz William Repass, na revista Slant. “CARRO REI é um choque cheio de beleza e sequencias doidas, tudo trazido à vida por um elenco fantástico”, escreveu Bobby LePire na Film Threat.

Sinopse 

Uno tem um dom fantástico: ele consegue se comunicar com carros. Quando uma nova lei proíbe a circulação de carros velhos, e coloca a empresa de táxi do seu pai em perigo, o rapaz busca orientação com seu melhor amigo de infância, um carro de inteligência extraordinária. Junto com seu tio, um mecânico inventivo, eles armam um plano para burlar a lei, transformando carros velhos em “novos”. O carro renasce e seu nome é Carro Rei – um carro que pode falar, pode ouvir, pode até se apaixonar. Um carro que tem planos para todos.

Ficha Técnica 

Direção: Renata Pinheiro

Produção:  Sergio Oliveira

Produtora: Aroma Filmes

Produção Executiva: Carol Ferreira, Sergio Oliveira

Roteiro: Sergio Oliveira, Leo Pyrata, Renata Pinheiro

Direção de Fotografia: Fernando Lockett

Direção de Arte: Karen Araújo

Edição: Quentin Delaroche

Edição de Som: Guile Martins

Trilha Original: Dj Dolores

Diretor Assistente: Sergio Oliveira

Preparação de Elenco: Raissa Gregori

Casting: Marcelo Caetano

Elenco Principal: Matheus Nachtergaele, Luciano Pedro Jr, Jules Elting, Clara Pinheiro, Adélio Lima, Ane Oliva

Voz do Carro Rei: Tavinho Teixeira

Gênero: fantasia, drama

País: Brasil

Ano: 2021

Duração: 97 min.

Sobre Renata Pinheiro

RENATA PINHEIRO é cineasta e artista brasileira. Graduada em artes visuais pela UFPE, foi artista residente na John Moore University, Inglaterra; e estudou no INA (Institut Nacional de L’Audivisuel), França. Partindo da premissa da universalidade da linguagem visual, Renata tem como característica de suas obras a criação de narrativas emocionais elaboradas a partir de construções imagéticas ousadas e vigorosas.

Em 2022 dirige a serie de TV, NOVELA para a Amazon Prime que será lançada no segundo semestre deste ano.

Em 2020 lança o curta MANSÃO DO AMOR na Mostra de Tiradentes. O curta é premiado com melhor direção no Bangalore Film Festival, Índia 2020.

Em 2018, Renata, em codireção com Sergio Oliveira, estreou o longa AÇÚCAR no IFFR (Festival de Roterdã, Holanda). Recebeu prêmio de Melhor filme pelo júri da crítica no Festin Lisboa, Pt, 2018 (Festival de Cinema da Língua Portuguesa).

Seu primeiro longa, AMOR, PLÁSTICO E BARULHO (2013), estreou no Festival de Brasília recebendo três prêmios. O filme também foi exibido no IndieLisboa (Portugal) e ABRAFFTY Fest (Canadá), onde ganhou os prêmios de melhor filme, melhor diretor, melhor atriz e atriz coadjuvante.

PRAÇA WALT DISNEY recebeu prêmio de melhor filme no San Diego Film Fest, EUA, além de mais de 50 prêmios em festival do mundo

SUPERBARROCO, seu primeiro curta, estreou no Festival de Cannes – Quinzena dos Realizadores, 2009, e recebeu mais de 45 prêmios ao longo da sua carreira. Seu último trabalho como diretora de arte foi para ZAMA, de Lucrecia Martel, pelo qual ganhou diversos prêmios como Fênix e Platino. Renata Pinheiro vive e trabalha em Recife, Brasil.

Sobre a Boulevard Filmes

A Boulevard Filmes, criada em 2013, é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto. A empresa  se dedica principalmente à produção (curtas e longas) e distribuição (longas) de cinema brasileiro independente. A versatilidade e a busca pela diversidade são suas principais características, firmando parcerias com diretores e produtoras do norte ao sul do país.

Enquanto distribuidora, é responsável pelo lançamento comercial de filmes como Raia 4, Histórias que o nosso cinema (não) contava, Proibido Nascer no Paraíso, Libelu – Abaixo a Ditadura, Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes, Legalidade, Amor, Plástico e Barulho, Açúcar, entre outros.

“Boa Sorte, Leo Grande” ganha pôster e trailer nacionalizados

“Boa Sorte, Leo Grande” ganha pôster e trailer nacionalizados

EMMA THOMPSON É PROTAGONISTA DO LONGA EXIBIDO NO FESTIVAL DE BERLIM

Paris Filmes, acaba de divulgar nacionalmente o pôster oficial e trailer nacionalizado de Boa Sorte, Leo Grande (Good Luck to You, Leo Grande). O longa exibido em alguns festivais como Sundance e Berlim acumula 96% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.

Depois de perder o marido, a professora aposentada Nancy Stokes, personagem da premiada Emma Thompson, resolve romper com seus tabus. Para se redescobrir, ela contrata o jovem Leo Grande, interpretado por Daryl McCormack, um profissional do sexo. E a história se desenrola quando Nancy revela nunca ter tido um orgasmo ou uma relação íntima com prazer, pois seu casamento era estável, mas chato e sem emoção.

Superar essas barreiras internas será necessário muito mais do que uma sessão com seu “terapeuta sexual”. Confira alguns momentos desse drama divertidíssimo: https://youtu.be/gHjUhXzu2Fk

Emma Thompson (Retorno a Howard’s EndSimplesmente Amor, Harry Potter e Cruella) faz sua primeira cena nu em “Boa Sorte, Leo Grande”. A estreia será exclusivamente nos cinemas em 21 de julho de 2022.

Sobre a Paris Filmes

A Paris Filmes é uma empresa brasileira que atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário” e “Marighella”. Para os próximos lançamentos, a empresa aposta em um line-up diversificado, que inclui títulos como “Invencível”, “A Luz do Demônio”, e as sequências “John Wick 4”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Pássaro Branco – Uma história de Extraordinário”, entre outros.

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Confira o Trailer do filme ESPERO QUE ESTA TE ENCONTRE E QUE ESTEJAS BEM, dirigido por Natara Ney

Confira o Trailer do filme ESPERO QUE ESTA TE ENCONTRE E QUE ESTEJAS BEM, dirigido por Natara Ney

Documentário resgata uma história de amor por meio de cartas escritas nos anos de 1950

Assista ao trailer: https://youtu.be/70gMaIMrknU

Fazendo pesquisas para um outro projeto, na Praça XV, no centro do Rio de Janeiro, a diretora e roteirista Natara Ney se deparou com um maço com 180 cartas, escritas num período entre 1952 e 1953. Nelas, uma história de amor, entre Lúcia e Oswaldo. “Após as ler, colocar em ordem cronológica, fiquei encantada e curiosa. O que havia acontecido com aquele casal apaixonado? Como terminara a história deles? E principalmente encarei como missão devolver aquela preciosidade para os seus verdadeiros donos”, conta a cineasta. Com essas perguntas em mente, ela fez o documentário ESPERO QUE ESTA TE ENCONTRE E QUE ESTEJAS BEM, que chega aos cinemas em 09 de junho, com distribuição da Embaúba Filmes. A data foi escolhida em função do dia dos namorados (12 de junho, domingo), pois é um filme que fala de amor.

No filme, Natara faz um verdadeiro trabalho de detetive em busca de Lúcia e Oswaldo, sem saber o que encontraria no caminho. No texto das cartas, a apaixonada Lúcia se dirige ao seu amado, enquanto espera-o. Ela, moradora de Campo Grande (MS), Ele, do Rio de Janeiro. Em suas palavras, a jovem fala muito da saudade, da espera e do amor que sente.

Depois de ler o conteúdo senti que elas não me pertenciam que eu tinha que devolver para alguém, ainda não havia uma ideia concreta do que fazer. Só mais tarde pensei em filmar esta investigação, este trajeto que, eu esperava, chegasse até os verdadeiros donos”, explica a diretora.

Ao longo de sete anos, desde a descoberta das cartas até a finalização do longa, Natara filmou em Campo Grande e Rio Janeiro, e colocou ao centro, do documentário, a sua própria história de amor, e, também falou das sociedades e daquela época. “Depois de ler eu tinha um painel completo de como eram as duas cidades, dos costumes daquela época e o cotidiano daquele casal. Estas cartas foram minhas companheiras por muito tempo.

Ao mesmo tempo, a documentarista se coloca no filme em primeira pessoa de maneira pontual. “Eu sou uma mulher negra nordestina, geralmente não me chamam para falar sobre amor. Meu corpo é convidado para falar sobre as minhas dores, sobre militância. Eu precisava falar de amor, precisava colocar minhas emoções em outro lugar.”

Ao longo de ESPERO QUE ESTA TE ENCONTRE E QUE ESTEJAS BEM diversos trechos das cartas são lidos por pessoas que cruzam o caminho da diretora. “O texto de Lúcia é muito poético, achei desde o início que seria importante conhecer a história do casal através dela, não caberia outro texto se não o das cartas. Então propus que cada entrevistado lesse um trecho das cartas e isso trazia emoção para a entrevista. Quando a pessoa tocava na carta abria gavetas na memória, e isso ajudava a abrir os caminhos para a entrevista.”

Natara destaca também a importância deste documentário no sentido de resgatar memórias, especialmente num país como o Brasil. “Estamos em um momento onde museus estão queimando, memórias afetivas são levadas pela chuva, amores morrem de Covid-19 e descaso, então falar sobre lembranças é fundamental, resgatar o passado na expectativa de que não vamos repetir os mesmos erros.”

Nesse sentido, aponta a diretora que o longa resgata uma história do passado mas também pensa no presente do país. “Sete décadas separam as cartas, neste período passamos por um golpe militar, uma ditadura, mais outro golpe e agora uma pandemia. Sinto que a história segue em ciclos, precisamos aprender com os caminhos percorridos e criar um futuro com possibilidades melhores. Particularmente as cartas me trazem coragem para acreditar nos meus afetos e coragem para falar sobre amor.”

Um dos maiores desafios que a diretora enfrentou foi com material de arquivo para usar no longa, e, para isso, contou com o trabalho de Antonio Venâncio, um dos principais nomes brasileiros na pesquisa de imagens de audiovisual. Além disso, ela destaca, também, o trabalho de montagem feito por Karen Akermam e Mair Tavaresm num processo que durou cerca de 6 meses até encontrar o ritmo do filme, dosar os offs e as trilhas. A equipe artística do filme ainda conta com o diretor de fotografia Felipe Reinheimer (“Pureza”, “SOS Mulheres ao mar). Trilha sonora original composta por Ricco Viana, também versões de clássicos “El día que me quieras”, na voz de Divina Valéria e “Hino ao amor” interpretado por Laila Garin.

ESPERO QUE ESTA TE ENCONTRE E QUE ESTEJAS BEM será lançado no Brasil pela Embaúba Filmes.

Sinopse

Em janeiro de 2011 um lote com 180 cartas de amor foi encontrado em uma Feira de Antiguidades, todas escritas por uma moradora de Campo Grande/MS para o seu noivo no Rio de Janeiro. Durante 2 anos, 1952/53, ela relata sobre a paixão e a distância. A partir desta descoberta, uma investigação se inicia para localizarmos este casal apaixonado e descobrirmos o desfecho do romance. Uma história sobre amor, tempo e memória.

Ficha Técnica

Direção: Natara Ney

Roteiro: Natara Ney

Produção: Carla Francine, Danielle Villanova, Marilha Assis, Natara Ney

Produção executiva: Carla Francine, Danielle Villanova

Fotografia: Felipe Reinheimer

Som direto: Pedro Saldanha

Montagem: Karen Akerman, Mair Tavares

Produtora local e pesquisa Campo Grande: Rodolfo Ikeda

Trilha original: Ricco Viana, Antônio Van Ahn

Empresas Produtoras: Arrudeia Filmes, MarIlhaProduções

Produtoras Associadas: Casa de Cinema de Olinda, Alameda Produções

Sobre Natara Ney

Formada em jornalismo pela PUC-PE. Concluiu o curso de realização audiovisual do Centro Afrocarioca de Cinema. Participou da Flup em duas edições, em ambas teve contos publicados nas coletâneas Carolinas e Cartas para Esperança. Associada da APAN desde 2019.

Montadora e roteirista como mais de 20 longas-metragens, 5 séries para tv e diversos videoclips.

Assinou o roteiro dos documentários: Mistério do Samba, A Última Abolição, Além Hamlet, Divinas Divas e Cafi. Estreia na direção de longas-metragens com os filmes – Cafi, Espero que Esta te Encontre e que estejas bem e Elza Infinita.

Sobre a Embaúba Filmes

A Embaúba Filmes é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. Seu objetivo é contribuir para a maior circulação de obras autorais brasileiras. Ela busca se diferenciar pela qualidade de seu catálogo, que já conta com mais de 30 títulos, em pouco mais de 4 anos de atuação, apostando em filmes de grande relevância cultural e política. A empresa atua também com a exibição de filmes pela internet, por meio da plataforma Embaúba Play, que exibe não apenas seus próprios lançamentos, como também obras de outras distribuidoras e contratadas diretamente com produtores, contando hoje com mais de 500 títulos em seu acervo, dentre curtas, médias e longas-metragens do cinema brasileiro contemporâneo.

“Gêmeo Maligno” ganha trailer e pôster nacionais

“Gêmeo Maligno” ganha trailer e pôster nacionais

TERESA PALMER É PROTAGONISTA DE TERROR QUE ESTREIA EM JULHO

A Paris Filmes acaba de divulgar os materiais de Gêmeo Maligno (The Twin), filme perturbador com Teresa Palmer. Trailer e pôster nacionalizados são uma pequena amostra do que o espectador poderá conferir exclusivamente nos cinemas a partir de 28 de julho.

Rachel (Teresa Palmer) é uma mãe vivendo o luto de um trágico acidente onde um de seus gêmeos perdeu a vida. Para reconstruir a família, Anthony (Steve Cree) muda com a esposa e seu filho sobrevivente para cidade onde cresceu, a milhares de quilômetros de onde viviam. Mas o que era para ser um recomeço, acaba se tornando um pesadelo para Rachel quando percebe que seu filho tem mistérios obscuros e forças malignas buscam dominá-lo. Nada é o que parece e ela terá que lutar para desvendar o que está acontecendo.

O trailer dá uma pequena amostra do que o espectador pode esperar: https://youtu.be/foscmWx3CzU

“Gêmeo Maligno” tem mistério e uma dúvida que flutua durante toda a história: quem é o gêmeo que está falando com a mãe? A estreia no Brasil está confirmada para 28 de julho exclusivamente nos cinemas.

Confira também o trailer dublado: https://youtu.be/hke5VASfD4g

Sobre a Paris Filmes

A Paris Filmes é uma empresa brasileira que atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário” e “Marighella”. Para os próximos lançamentos, a empresa aposta em um line-up diversificado, que inclui títulos como “Invencível”, “A Luz do Demônio”, e as sequências de “John Wick”, “Jogos Vorazes”, “Extraordinário 2”, entre outros.

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