MARVEL’S GUARDIANS OF THE GALAXY – “Back in the New York Groove” – The Guardians meet up with Spider-Man in New York City to defeat Thanos’ super-powered symbiote. This episode of “Marvel’s Guardians of the Galaxy” airs Sunday, March 18 (8:30 – 9:00 A.M. EST) on Disney XD. (Marvel) SPIDER-MAN, ROCKET
O escandaloso time de super-herois traz de volta muita ação na tela do Disney XD a partir deste sábado (14). A terceira temporada da série Guardiões da Galáxia – Missão: Fuga! estreia às 9h e terá novos episódios a cada semana. Nesta nova fase, os guardiões desfrutam da fama e fortuna após terem prendido Thanos, mas em breve voltarão os problemas porque Collector criou uma armadilha para pegá-los. Eles viajarão para novos universos, organizarão o golpe máximo dentro do Nova Corps e farão surgir a tão esperada invasão secreta.
Guardiões da Galáxia é uma produção da Marvel Animation. A equipe premiada da série inclui Cort Lane (Homem-Aranha Supremo, Disney XD) e Harrison Wilcox (Os Vingadores Unidos e o Homem-Aranha Supremo, Disney XD).
Utilizar como pano de fundo grandes acontecimentos, principalmente os concernentes à sociedade e à política nacional e adaptá-los em suas obras é uma das principais características do cineasta brasileiro José Padilha, conhecido por filmes como Tropa de Elite 1 e 2, Cidade de Deus e Ônibus 174. Agora, Padilha lança uma série para a Netflix, inspirada no livro “Lava Jato: O juiz Sergio Moro e os bastidores da operação que abalou o Brasil”, de Vladmir Netto, produção que conta com 8 episódios. Certamente esta é uma das obras mais comentadas da atualidade, seja por quem é ou não assinante do serviço de streaming, mas também uma das mais polêmicas.
A história possui como protagonista o agente da Polícia Federal, Marco Ruffo, vivido por Selton Mello (O Filme da Minha Vida), que investiga um esquema de lavagem de dinheiro com um doleiro envolvido, Roberto Ibrahim, mas o faz de forma independente. Porém, sua investigação não vai adiante por conta de um esquema de revés político manipulado por Ibrahim (Enrique Diaz), deixando Ruffo fora de na por um tempo. Mas Ibrahim volta a ser investigado e se torna o principal alvo da Operação Lava Jato, que revelou o maior esquema de corrupção e propina envolvendo empreiteiras, donos de estatais e políticos do alto escalão. Com essa premissa, Padilha procurou desenvolver uma história para mostrar que um fio foi puxando o outro até chegar nas fases mais agudas da operação, além de fazer uma análise crítica, apontando que a corrupção é um mal existente por todos os lados e independente de partidos, sejam de situação ou oposição.
Além de Marco Ruffo, também se destaca a policial federal Verena Cardoni, interpretada por Carol Abras. A trama se mostra envolvente e o espectador não se perde, pois ele evidencia todas as fases e todos os procedimentos, m verdadeiro thriller investigativo e com o selo Padilha de qualidade, com tomadas aéreas e suas narrativas em off. Mas a batalha é muito maior do que se pensa, pois há o envolvimento do Ministério Público e de um juiz extremamente vaidoso e sagaz, mostrando que o buraco é muito mais abaixo.
A fotografia, o ritmo que a história possui e as atuações do elenco são os pontos fortes da série, além de ter o mérito de não atacar a direita ou a esquerda, mas há em dados momentos problemas com o áudio, que sai estrondoso e grave em narrações off dos policiais protagonistas, prejudicando o entendimento da narrativa e prejudicando a finalização de algumas cenas.
A meu ver, a obra é baseada em tudo o que aconteceu no país e também com ares de ficção, e este recurso serve para que a trama funcione e faça o espectador repensar um pouco a situação do país e refletir sobre o futuro, acerca dos próximos passos e o que cada um quer para as próximas gerações. Uma série que ainda rende muitas histórias, com gancho para mais temporadas e muitos debates, sem dúvida vale a pena.
Exibida em mais de 190 países, “O Mecanismo” é uma série para quem gosta de produções baseadas em fatos reais e com algumas situações fictícias, e que também faça o público refletir e ficar atento à realidade atual e cada vez mais maculada por corrupção, ganância e outros males sociais, longe de serem extirpados. Sem dúvida um entretenimento e um exercício aos fãs de produção audiovisuais e sedentos por política. Um prato cheio.
O que você acharia se se deparasse com um mundo futurista, no qual seres humanos pudessem ter suas consciências armazenadas em pequenos implantes e sendo transferidos de um corpo para outro, podendo prolongar a existência humana por séculos? É justamente nesse contexto que Altered Carbon, nova série da Netflix e baseada na adaptação da obra de Richard K. Morgan, que a história é ambientada.
A trama nos apresenta inicialmente a Takeshi Kovacs (Will Yun Lee), um rebelde que ressurge em outro corpo (Joel Kinnaman) após 250 anos congelado e é convocado para investigar o assassinato de Laurens Bancroft (James Purefoy), tido como um milionário imortal. Kovacs fica fascinado por Quell (Renée Elise Goldsberry), uma mulher um tanto deslumbrante que provoca grandes conflitos na história e principal peça que ajudará a revelar vários segredos do passado de Kovacs. Destaque para a tenente Kristin Ortega, uma policial mexicana que se envolve com o protagonista de uma forma que jamais imaginava e que vai ter suas motivações aos poucos reveladas na medida em que os episódios vão sendo construídos.
O mérito da produção está na abordagem sobre a crise do Estado, com suas mazelas e sujeiras, com a criminalidade como mote. As diferenças econômicas e sociais são latentes, e com o passar dos episódios e das subtramas notamos uma sociedade corrompida e longe de se livrar de seus males, mesmo que dotada de alta tecnologia, com carros voadores e de grupos da alta elite. Outros conceitos, como Realidade Virtual e Inteligência Artificial, serão ampliados e esclarecidos aos espectadores, num ritmo que permita cada um acompanhar tudo de maneira atenta e também com diversão. E sem esquecer de temas como a ética e a imortalidade, polêmicos e muito longe de um consenso na comunidade científica.
Além do roteiro, com propostas interessantes e personagens com camadas bem construídas, temos um belo visual da cidade retratada, que nos faz lembrar do filme Blade Runner 2049, com letreiro em neon e céu cinza, aliados à melancolia das pessoas, descrentes com possíveis dias melhores e em cenários cada vez mais opressores nos episódios que vão sendo apresentados.
Se são poucas as novidades, com diálogos um tanto insossos, para não dizer com clichês, Altered Carbon é um prato cheio para quem quer se divertir com uma série que tem vários ingredientes e gosta de se inserir em um contexto de polêmicas e intensos debates sobre a ciência, a tecnologia e a ética na sociedade, essa série é ideal para você. Corra para a Netflix e não deixe de assistir!
A famosa série jurídica, cheia de embates e muitas diferenças, está de volta. ‘Suits’, série da Netflix e ambientada no escritório Pearson Specter Litt, promete ainda mais sarcasmos, dinamismo e o crescimento de alguns personagens, principalmente de Donna (Sarah Rafferty) e Mike Ross (Patrick J. Adams).
Após exercer a advocacia sem possuir licença e trabalhando arduamente ao lado de Harvey Specter (Gabriel Macht), Mike consegue a tão suada licença, mas antes passa por provas de fogo e é confrontado por outro profissional, que faz questão de lembrar seu passado conturbado. E não para por aí, os parceiros Harvey e Mike vão participar de um caso em lados opostos e depois vão se unir novamente em outro, relembrando situações de temporadas anteriores, o que pode ser bom para alguns fãs da série e ruim para outros, que anseiam por novidade.
Na atual temporada, o arco de Louis (Rick Hoffman) dá um grande salto, de antes odiado para um personagem extremamente admirável. Antes centralizador e turrão com seus associados, ele mostra um lado frágil e muita força para superar o fim de seu noivado. Além disso, Louis aos poucos passa não só a ter a confiança de todos, como também consegue se reaproximar de Harvey e administrar melhor a empresa. Uma reviravolta impressionante e que vai fazer você ficar surpreso de forma positiva.
E não se pode deixar de falar do núcleo feminino da série, que conta com personagens que demonstram coragem, empoderamento e muito mais intensidade. Donna mostra que é muito mais que uma eficiente secretária e encara com muita serenidade o desafio de ser sócia da Pearson Specter Litt, mas não conseguirá inicialmente se desvencilhar da inveja e discriminação dos colegas e terá que bater de frente com Harvey e os associados. Com pouco espaço e sem tanto brilho na temporada passada, Rachel Zane (Meghan Markle) ganha mais espaço na trama e mostra que não está para brincadeira.
Mas não é só de intrigas que é feita a série. Há muitos momentos românticos, dores ainda não cicatrizadas, como o fim do noivado de Louis e o desfecho triste do relacionamento de Harvey e Donna, além de belíssimas demonstrações de amor e cenas românticas clássicas da literatura presentes na produção. Você passeia por momentos belos e dramáticos, uma série com ingredientes diversos.
Se você curte produções com romance, drama e é fã do universo jurídico, certamente vai gostar de ‘Suits’, que demonstra ainda ter muita bala na agulha e muito o que mostrar, uma produção dinâmica e aberta a novos conflitos e situações cada vez mais complexas em um mundo cada vez mais globalizado e interativo, vale a pena.
O serviço de streaming Netflix divulgou que a série Glow, baseada em uma história de mulheres da liga de luta-livre feminina dos anos 1980, foi renovada e terá uma segunda temporada. Confira o comunicado abaixo.
“Netflix renovou GLOW para uma segunda temporada (10 episódios). Ambientado em 1985 Los Angeles, GLOW segue Ruth Wilder (Alison Brie), uma atriz que luta fora do trabalho enquanto faz audições para o primeiro programa de Luta livre feminino na TV. Inspirada no curta, porém amado dos anos 80, GLOW é uma história de Cinderela com Bodyslams. GLOW foi criado por Liz Flahive (Homeland, Nurse Jackie) e Carly Mensch (Nurse Jackie, Orange Is The New Black, Weeds). A criadora de Orange is The New Black, Jenji Kohan e Tara Herrmann são produtoras executivas ao lado de Flahive e Mensch, que estão como showrunners.”
A produção é assinada por Jenji Kohan, criadora de ‘Orange is the New Black’. A primeira temporada possui 10 episódios e está disponível na Netflix.
Não há informações sobre início das filmagens e data de estreia da segunda temporada.