Filme América Armada estreia nesta quarta, dia 16 de junho, no Canal Brasil

Filme América Armada estreia nesta quarta, dia 16 de junho, no Canal Brasil



Premiado em diversos festivais, filme dirigido por Alice Lanari e Pedro Asbeg, acompanha a luta contra o desarmamento no Brasil, México e

De uma favela no Rio de Janeiro, a Medellín na Colômbia, e a Michoacán no México, o documentário brasileiro AMÉRICA ARMADA acompanha o trabalho de três ativistas que tiveram a coragem de enfrentar a violência armada. Um assunto urgente, que poderá ser assistido no dia 16 de junho, no Canal Brasil, às 20h00. A direção é de Pedro Asbeg (Democracia em Preto e Branco e Geraldinos) e Alice Lanari (uma das produtoras associadas de Democracia em Vertigem).Raull Santiago é um jovem que nasceu e cresceu no Complexo do Alemão. Membro do Coletivo Papo Reto, munido de seu celular e determinação, transmite em lives as ações e abusos da polícia em sua comunidade.

A colombiana Teresita Gaviria perdeu seu filho assassinado há dezoito anos, e, desde então, tornou-se militante do grupo Madres de La Candelária, que promove o encontro entre outras mulheres que estão na mesma situação que ela, com os assassinos presos de seus filhos e filhas. O mexicano Heriberto Paredes é um jornalista que, mesmo ameaçado de morte, acompanha a luta de grupos de autodefesa compostos por indígenas que resolveram pegar em armas para defender seus territórios e suas vidas contra o narcotráfico. 

Na mesma semana em que o presidente brasileiro Jair Bolsonaro altera decretos para ampliar o acesso às armas e munições, o filme AMÉRICA ARMADA ganha uma atualidade impensável em 2017, quando foi filmado. Enquanto filmava, o diretor percebeu que a situação do Brasil “tem uma série de semelhanças com países e povos com quem, infelizmente, troca e aprende muito menos do que poderia e deveria. Em relação ao tema central do filme, acredito que a principal descoberta tenha sido a confirmação de que a violência é um fenômeno regional, que afeta todos os países da América Latina, em particular os três em que filmamos: Brasil, Colômbia e México.”, diz o diretor Pedro Asbeg.O processo de filmagem, nos três países, exigiu a construção de confiança entre a equipe e esse trio de ativistas. Com equipe mínima e uma câmera que observa sem interferir, o documentário registra o trabalho dessas pessoas em campo.

AMÉRICA ARMADA nos ajudou a compreender o fenômeno que estamos vivendo no Brasil – de militarização da sociedade civil – como algo que vai bem além do nosso país, e que está intrinsecamente ligado ao que vem ocorrendo em outros países da América Latina nos últimos anos”, explica Lanari. E complementa que a estrutura do longa é como uma rede, onde “as diferenças históricas e culturais de cada país estão presentes, mas os processos sociais são vistos como peças de um mesmo jogo, que se repete em distintos tabuleiros.”

.A gênese do documentário se dá em 2014, quando os diretores buscaram entender quais eram as semelhanças e diferenças entre o que estava acontecendo no México, com o surgimento das autodefensas, e no Brasil, com a expansão das milícias no Rio de Janeiro. Mais tarde, a Colômbia entrou no filme como um matiz à situação dos outros dois países. “Foi assustador perceber que aquilo que estava acontecendo no Brasil durante as filmagens, e que só se aprofundou depois disso, tinha e tem muitas semelhanças com o que já aconteceu – com resultados trágicos – em outros países latino-americanos”, conta Lanari.

A pesquisa começou em 2016, quando os documentaristas e o diretor de fotografia, Pablo Baião, viajaram para os países onde AMÉRICA ARMADA seria filmado. Assim, conheceram não apenas o cenário social, mas também começaram a estabelecer uma relação de confiança com aqueles que viriam se ser seus personagens. Ao longo do ano, mergulharam nos processos em que aquelas pessoas estavam vivendo, para em 2017 voltarem com a equipe completa, e registrarem as atividades desses ativistas durante dois meses. 

Nosso primeiro dia era dentro da casa do Raull, mas ele ligou e perguntou se estávamos preparados para acompanha-lo com um morador que havia feito uma denuncia gravíssima. Achávamos que estávamos preparados. E foi um susto! Então o primeiro dia de filmagem já foi cravado pelo inesperado, e foi essa abertura ao inesperado que nos guiou. Hoje sabemos que justo por termos nos aprofundado muito na etapa de desenvolvimento do filme, conseguimos nos equilibrar entre uma atitude de nos deixarmos levar, mas sem perdermos o prumo”, recorda a diretora.

AMÉRICA ARMADA dá oportunidade para o espectador olhar muito de perto para determinadas situações e contextos políticos da América Latina, fazendo conexões que em princípio não estão claras, porque não interessa que elas estejam nos holofotes entre os que lucram com a violência. O filme, porém, não tem a presunção de querer mudar o rumo das coisas, mas de jogar luz a um assunto pouco pautado até então, e mudar a forma de compreender o Brasil, e o jogo de forças que está acontecendo literalmente agora.Para finalizar, Asbeg ressalta a importância do filme num momento como o presente, pois “levanta um debate sobre a livre circulação de armas, sobre os lucros absurdos da indústria bélica e sobre as conexões feitas pela violência em toda a América Latina, em um momento em que vivemos um processo político e social favorável ao porte e uso de arma por civis.” O filme teve sua primeira exibição no 51o Festival de Brasília, no qual participou como hors concours, na noite de encerramento, e desde então participou de festivais no México, Cuba, França, Etiópia, entre outros países, e tem colhido críticas positivas. O jornalista Carlos Alberto Mattos aponta que “

AMÉRICA ARMADA fornece um instantâneo vívido de três heróis da resistência numa América Latina que parece marcada para morrer.” A Comisión Mexicana de Defensa y Promoción de los Derechos Humanos escreveu em seu site que o documentário “retrata o caminho de três pessoas com lutas que parecem distintas, mas que, no fundo, clamam pelo mesmo: justiça, liberdade, verdade e reparação.”


SinopseA violência e a desigualdade social unem a América Latina. O documentário América Armada acompanha três pessoas que vivem no Brasil, Colômbia e México e que, ameaçadas de morte, lutam contra a violência alimentada pelo Estado e pela indústria bélica. Três histórias, três países, a mesma opressão.Ficha TécnicaDireção e Roteiro: Alice Lanari & Pedro Asbeg
Produção Executiva: Carolina Dias & Tereza Alvarez
Fotografia e Câmera: Pablo Baião
Som Direto: Marcel CostaEdição: Pedro Asbeg, edt.
Edição e Mixagem de Som: Damião Lopes
Correção de Cor: Herbert Marmo
Trilha Sonora Original: Ricardo Cotrim
Identidade Visual: Tiago Peregrino
Ano: 2020Duração: 78 min
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos 

FESTIVAISEstreia Nacional em setembro de 2018 na Sessão Hors Concours de Encerramento do 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.Estreia Internacional na Seleção Oficial Competitiva “Largometraje Internacional” do 13º DocsMX, Festival Internacional de Cinema Documentário da Cidade do MéxicoIX Festival Internacional Pachamama Cinema de Fronteira40º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana42º Festival Guarnicê de Cinema – Prêmio de Melhor Filme Júri Popular e Melhor Roteiro41º Festival International Film de Femmes – Cretéil / France 23rd Brazilian Film Festival of Miami – EUA13th Addis International Film Festival – EtiópiaBajo la piel, 4º Festival Internacional de Cine de Derechos Humanos de BolíviaTenemos que ver, Festival Internacional de Cine de Derechos Humanos de Bolívia8ª Cine FestBrasil de Montevideo6º Festival de Cine por los derechos humanos – ColombiaFestival de direitos humanos de Barcelona – Espanha 

Sobre os diretores:

PEDRO ASBEG
Cineasta formado em Londres pela University of Westminster, trabalha desde 1997 como diretor e editor de documentários para o cinema e a televisão. Entre seus trabalhos de edição, estão os longas “Cidadão Boilesen”, “Vou rifar meu coração” e “Relatos do front”, além de séries para a HBO, ESPN, Multishow e Al Jazeera.Desde 1997 dirigiu mais de 10 curtas, todos documentários. Em 2011, estreou como diretor de longas-metragens com “Mentiras Sinceras”. Em seguida, lançou “Democracia em Preto e Branco”, “Geraldinos” e “América Armada”. Dirigiu também séries para o GNT, Canal Brasil, Esporte interativo e canais da internet. É diretor do podcast “Encruzilhadas”, com Gabi Moreira e Luiz Antonio Simas. 

ALICE LANARI
 É mestre em Imagem e Som pela UnB. Seu primeiro longa-metragem, o documentário “América Armada” codirigido com Pedro Asbeg, estreou no 51º Festival de Brasília e desde então circulou em mais de 20 festivais, como o 40º Festival de Havana. É produtora associada de “Democracia em Vertigem”, dirigido por Petra Costa e indicado pela Academia ao OSCAR de Melhor Documentário em 2020. Seu segundo longa documentário, “Nunca Mais Serei a Mesma”, filmado em Honduras, Argentina, Brasil e México, está em fase de pós-produção.

Área de anexosVisualizar o vídeo Trailer América Armada do YouTubeTrailer América Armada

Filhos do Ódio, de Spike Lee, estreia dia 25 de junho

Filhos do Ódio, de Spike Lee, estreia dia 25 de junho

Filme ‘Filhos do Ódio’, produzido por Spike Lee, estreia em 25 de junho
PRODUÇÃO BASEADA EM UMA HISTÓRIA REAL SERÁ LANÇADA DIRETAMENTE NAS PLATAFORMAS DIGITAIS
O drama biográfico “Filhos do Ódio” (“Son of the South”), produzido pelo cineasta Spike Lee, chega às plataformas digitais no dia 25 de junho, com distribuição da Synapse Distribution. O filme estará disponível para compra e aluguel na Claro Now, Vivo Play, Sky Play, iTunes/Apple Tv, Google Play e YouTube Filmes.
Nos anos 60, Bob Zellner (interpretado por Lucas Till, da franquia X-Men), um jovem branco do Alabama e neto de um membro da Ku Klux Klan decide questionar a segregação racial nos Estados Unidos, no auge das ativiades de grupos supremacistas brancos. O roteiro é baseado no livro biográfico “The Wrong Side of Murder Creek”, escrito por Bob Zellner e Constance Curry. Assista ao trailer aqui e confira imagens do filme neste link.
A trama também aborda o encontro de Zellner com importantes líderes negros da época, como Rosa Parks e John Lewis, antes de se tornar o primeiro secretário branco do Comitê Coordenador Estudantil Não-Violento (Student Nonviolent Coordinating Committee). Lucy Hale (“Pretty Little Liars”) e Cedric the Entertainer (“Uma Turma do Barulho”) também estão no elenco. Atualmente, Bob Zellner, com 82 anos, continua presente no movimento dos Direitos Civis americanos, sendo um dos mais respeitados porta-vozes da causa.
Com produção executiva do cineasta Spike Lee, vencedor do Oscar por “Infiltrado na Klan” e diretor de obras como “Malcom X” e “Destacamento Blood”, o longa é dirigido por Barry Alexander Brown, que trabalhou anteriormente com Lee nas produções “Infiltrado na Klan” e “Faça a Coisa Certa”. Sobre a Synapse DistributionA Synapse Distribution atua no mercado latino-americano de entretenimento desde os anos 1990. Com o crescimento do VOD a empresa tornou-se uma das principais fornecedoras de filmes e séries para plataformas digitais. Nos últimos seis anos, a distribuidora licenciou mais de 2.000 horas de conteúdo para players como Netflix, Amazon, Apple, Google, Globoplay, Pluto TV e MUBI. Parte do Grupo Sofa Digital desde 2018, a Synapse lançou mais de 30 filmes em 2020, entre eles os sucessos internacionais ‘Agente Infiltrada’, ‘Crime e Desejo’, ‘A Última Nota’, ‘Um Inverno em Nova York’ e ‘Curiosa’. Em 2021, um dos lançamentos da empresa foi o filme ‘Druk – Mais Uma Rodada’, ganhador do Oscar na categoria ‘Filme Internacional’. Entre destaques nacionais, a Synapse é responsável pela comercialização de longa-metragens, made for VOD, estrelando Luccas Neto, Viih Tube e Lucas Rangel, três dos principais YouTubers do Brasil nos segmentos infantil e infanto-juvenil.
‘No Fundo do Poço’ estreia no Cinema Virtual nesta quinta

‘No Fundo do Poço’ estreia no Cinema Virtual nesta quinta

Estrelado por Alex Wolff e Imogen Poots, longa chega com exclusividade à plataforma no dia 10

O filme “No Fundo do Poço” estreia no Cinema Virtual na próxima quinta-feira, 10 de junho. O longa foi indicado ao prêmio de melhor filme canadense no Festival de Toronto (2019) e selecionado para SXSW 2020 (South by Southwest Film Festival). Escrito e dirigido por Joey Klein, “No Fundo do Poço” fala sobre a maturidade precoce, a dependência de drogas e a compulsão por opioides. No elenco, estão Alex Wolff (Hereditário) – indicado ao prêmio de melhor ator no Canadian Screen Awards por sua atuação no filme – Imogen Poots (Meu Pai), Neve Campbell (Pânico), Tom Cullen (Campo Minado), Keir Gilchrist (O Bom Vizinho), entre outros.

Assista aqui ao trailer. Confira detalhes, cartaz e sinopse:

  • No Fundo do Poço (Castle in the Ground) – Drama

​Sinopse: Após a morte prematura de sua mãe, um adolescente torna-se amigo de sua vizinha carismática, mas problemática, e se envolve em um mundo de vício e violência quando uma epidemia de opioides toma conta de sua pequena cidade. Direção: Joey KleinRoteiro: Joey KleinElenco: Alex Wolff, Imogen Poots, Neve Campbell, Tom Cullen, Keir Gilchrist

Indicações a prêmios: 

  • Selecionado para SXSW 2020 (South by Southwest Film Festival)
  • Canadian Screen Awards, CA 2021 – Melhor Ator (Alex Wolff)
  • Toronto Film Festival 2019 – Melhor Filme Canadense
  • Windsor International Film Festival 2019 – Melhor Diretor (Joey Klein)

Para assistir, o público pode acessar a plataforma pelo NOW ou escolher a sala de exibição preferida em www.cinemavirtual.com.br e realizar a compra do ingresso. O filme fica disponível durante 72 horas para até três dispositivos.

Outros doze filmes já estão disponíveis no Cinema Virtual: Preparativos para Ficarmos Juntos por Tempo Indefinido, Homens Não Choram, Harmonia Silenciosa, Os Esquecidos, Haifa Street – Corações em Guerra, Clara, Lucky – Uma Mulher de Sorte, Doce Obsessão, Uma Mulher Inesquecível, Terminal Sul, Prisioneiro Espacial, A Poucos Passos de Paris.

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Festival de Cannes anuncia filmes que concorrem ao seu prêmio principal

Festival de Cannes anuncia filmes que concorrem ao seu prêmio principal

O Festival de Cannes vai acontecer do dia 6 ao dia 21 de julho de 2021. O júri do evento é presidido pelo cineasta americano Spike Lee. O maior festival de cinema do mundo foi cancelado em 2020 devido à pandemia e este ano será organizado dois meses mais tarde que no período habitual, coincidindo com a flexibilização das restrições na França.

Veja a lista e as sinopses dos concorrentes:

“Annette”, do francês Leos Carax. Protagonizado por Adam Driver e Marion Cotillard, que personificam um casal de estrelas cuja vida muda com a chegada de sua primeira filha.

“Benedetta”, do holandês Paul Verhoeven. Retrato de uma freira homossexual ambientado no século XV e baseado em fatos reais.

“A Crônica Francesa”, do americano Wes Anderson. Filmado no sudoeste da França e protagonizado por Bill Murray, Tilda Swinton, Benicio del Toro e Adrien Brody.

“Tout s’est bien passé”, do francês François Ozon. Adaptado do romance homônimo de Emmanuèle Bernheim, sobre uma filha que ajuda o pai a morrer. Com Sophie Marceau, Charlotte Rampling e André Dussollier no elenco.

“Tre piani”, do italiano Nanni Moretti. Duas décadas depois de ganhar a Palma de Ouro, o diretor volta a Cannes com um filme sobre várias famílias que moram no mesmo prédio.

“A Hero”, do iraniano Asghar Farhadi. Um thriller psicológico com o qual o oscarizado cineasta voltou a filmar em seu país natal.

“Flag day”, do americano Sean Penn. Sobre a vida dupla de um pai de família.

“Red Rocket”, do americano Sean Baker. Um filme de cinema independente que narra o retorno de uma estrela pornô à sua pequena cidade no Texas.

“Petrov’s Flu”, do russo Kirill Serebrennikov. Um filme entre o sonho e a realidade que retrata a vida de um quadrinista na Rússia pós-soviética.

“Memoria”, do tailandês Apichatpong Weerasethakul. Tilda Swinton interpreta uma orquidófila que viaja à Colômbia para visitar sua irmã e começa a ouvir sons estranhos.

“Titane”, da francesa Julia Ducournau. Protagonizado por Vincent Lindon, conta o retorno de um menino desaparecido há 10 anos e o reencontro com seu pai.

“Casablanca Beats”, do marroquino Nabil Ayouch. Um filme ambientado no mundo do hip hop que descreve a criatividade da juventude de Marrocos.

“Bergman Island”, da francesa Mia Hansen-Love. Um casal de cineastas americanos se estabelece na ilha que inspirou o cineasta sueco. Tim Roth é o protagonista.

“Drive my car”, do japonês Ryusuke Hamaguchi. Um filme baseado em uma obra de Haruki Murakami.

“The story of my wife”, da húngara Ildikó Enyedi. Um drama com os franceses Léa Seydoux e Louis Garrel.

“Ahed’s knee”, do israelense Nadav Lapid. Um cineasta enfrenta a morte de sua mãe.

“Compartment N. 6”, do finlandês Juho Kuosmanen. Um “road-movie” sobre uma mulher que pega um trem romo ao círculo polar ártico.

“The worst person in the world”, do norueguês Joachim Trier. Relata a história de uma mulher em Oslo que busca refazer sua vida.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

“La fracture”, da francesa Catherine Corsini. Um filme ambientado em um hospital, com Valeria Bruni Tedeschi e Marina Foïs.

“Les intranquilles”, do belga Joachim Lafosse. Drama que explora os meandros do transtorno bipolar.

“Les Olympiades”, do francês Jacques Audiard. Filmado em um bairro multiétnico de Paris, conta com a premiada Céline Sciamma no roteiro.

“Lingui”, do chadiano Mahamat-Saleh Haroun. Drama sobre uma adolescente grávida no Chade, onde o aborto é proibido.

“Nitram”, do australiano Justin Kurzel. Um filme que através da lembrança de um massacre com dezenas de mortos em 1996 aborda a venda de armas.

“Par ce demi-clair matin”, do francês Bruno Dumont. Léa Seydoux encarna uma famosa jornalista cuja vida muda totalmente após um acidente.

Por Anna Barros

Elite Filmes divulga aquisição de seis títulos

Elite Filmes divulga aquisição de seis títulos

”O Lado Engraçado da Vida” A Elite Filmes anuncia os direitos de exibição no Brasil e América Latina de mais seis filmes que devem chegar aos cinemas em 2021. Mantendo o foco na diversidade e multiculturalidade, a distribuidora está trazendo ao público brasileiro o indonésio “Ahok – Caminho do Poder”, o alemão “O Poder da Voz”, a produção de Hong Kong, “Jogos Fatais”, além dos americanos, “O Passageiro das Trevas”, “In This Gray Place” e “O Lado Engraçado da Vida”. A cinebiografia “Ahok – Caminho do Poder” conta a trajetória do governador de Jacarta, Basuki Tjahaja Purnama, conhecido como Ahok. O filme recebeu três indicações a prêmios no Festival de Cinema da indonésia. A comédia “O Poder da Voz” traz a história de um apresentador de talk show cuja voz ganha poderes extraordinários de um dia para outro. O longa ganhou dois prêmios de melhor filme. Já “Jogos Fatais” estrelado pela atriz da série “Dark”, Gina Stiebitz, é um thriller que investiga diversas mortes em uma cidade pacífica. “O Passageiro das Trevas”, que recebeu quatro prêmios, conta a noite inusitada de uma motorista de taxi, que tem de enfrentar uma criatura maligna. O suspense “In This Gray Place”, por sua vez, ganhou 20 prêmios em festivais independentes ao trazer a história de um assaltante que ficou encurralado depois de um roubo que não deu certo.  E, por fim, a comédia “O Lado Engraçado da Vida”, também ganhadora de quatro prêmios, trata com humor as dificuldades da vida. 

Confira os detalhes de cada produção:  

  • Ahok – O Caminho do Poder (A Man Called Ahok) Biografia, Drama |Indonésia

Baseado na história de Ahok, ex-governador de Jacarta, capital da Indonésia, desde sua infância com sua família em uma vila rural até sua posse como um dos principais políticos do país. Antes de concorrer ao cargo, ele aprendeu muito sobre disciplina com seu pai, que dirigia uma empresa de mineração e era obrigado a lidar com a corrupção nos negócios. Após a falência da empresa e uma tragédia familiar, Ahok lembra da mensagem de seu pai para enfrentar as adversidades e finalmente se tornar um líder político. Direção: Putrama TutaElenco: Daniel Mananta, Kin Wah Chew e Eric Febrian Indicações a prêmios:Festival de Cinema da Indonésia (2019): Melhor Figurino (Gemailla Gea), Melhor Direção de Arte (Adrianto Sinaga) e Melhor Maquiagem e Penteados (Jerry Octavianus)  

  • O Poder da Voz (Baumbacher Syndrome) Comédia | Alemanha

Famoso, prestigiado e rico, Max Baumbacher é o apresentador do talk show noturno de maior sucesso da Alemanha. Até que um dia, de repente, ele acorda com uma voz extraordinariamente profunda, quase mágica. Quando a notícia de seu caso peculiar ganha fama no mundo inteiro, ele decide se esconder na casa de veraneio de seu empresário, onde conhece a jovem e louca Fida. Mas quando a ex-mulher e o filho deprimido de Max aparecem inesperadamente, o apresentador é obrigado a enfrentar o seu passado. Direção: Gregory Kirchhoff (Dusky Paradise)Elenco: László Branko Breiding (Viva a França!), Ingvild Deila (Rogue One: Uma História Star Wars), Elit Iscan (Sibel) Prêmios:Evolution! Festival Internacional de Cinema de Mallorca (2020): Melhor longa-metragem | Festival de Cinema Independente Snowdance (2020: Melhor longa-metragem)  

  • O Passageiro das Trevas (Driven) Ação, Comédia, Terror | Estados Unidos

Emerson é uma motorista de táxi acostumada a enfrentar passageiros inconvenientes, problemas e mal-entendidos. Mas, em uma noite sombria, depois de pegar um passageiro misterioso, esses pequenos problemas viram ataques, desaparecimentos e perigos inimagináveis. A noite de Emerson se transforma em uma missão, e agora ela e o passageiro precisam se unir e correr contra o tempo para derrotar uma poderosa força maligna. Direção: Glenn Payne (Stagrassle Paranormal)Elenco: Richard Speight Jr. (Pânico em Alto Mar), Jessica Harthcock (O Segredo), Leah Hudspeth (Caçadoras de Recompensas) Prêmios:Festival de Cinema Jackson Crossroads (2019): Melhor Filme | Festival de Cinema de Nashiville (2019): Melhor Ator (Richard Speight Jr.) | Festival de Cinema de Tupelo (2019): Melhor Filme |Festival de Cinema Independente de Magnolia (2019): Melhor Filme

  • In This Gray Place | Ação, Suspense, Romance | Estados Unidos

Depois de um roubo que deu errado, um criminoso se barricou em um banheiro de um local de descanso. Cercado pela polícia e lutando contra alucinações, ele deve protelar o tempo suficiente para traçar um plano e esconder as joias que roubou. Direção e Roteiro: R.D. Womack IIElenco: Aleksander Ristic, Marcus Johns (O Justiceiro), Angela Nordeng (A Casa Caiu: Um Cassino na Vizinhança) Prêmios:Atlanta Underground Film Festival (2018): Melhor Ator (Aleksander Ristic), Melhor Diretor (R.D. Womack II) | iHOLLY International Film Festival (2018) Melhor Roteiro de Ficção (R.D. Womack II e Radhika Womack) | Festival de Cinema Playhouse (2018): Melhor Ator (Aleksander Ristic), Melhor Diretor (R.D. Womack II) Melhor Ator | Festival de Cinema da California (2018): Melhor Roteiro (Melhor Roteiro de Ficção) (R.D. Womack II e Radhika Womack)  

  • O Lado Engraçado da Vida (International Falls) Comédia, Romance |Estados Unidos

Dee é uma mulher presa em uma vida tediosa em uma pequena cidade coberta de neve, tentando fugir de um trabalho comum e um divórcio mal resolvido. Enquanto guarda um sonho secreto de fazer carreira na comédia, ela conhece Tim, um comediante que chega à cidade em turnê, e que está esgotado de levar a própria vida que Dee tanto deseja. Buscando coisas opostas, os dois formam uma amizade improvável, que os obriga a enfrentar as duras, mas engraçadas, verdades de suas vidas. Direção: Amber McGinnisElenco: Rachael Harris (Lucifer), Rob Huebel, Matthew Glave (Argo) Prêmios:Festival Internacional de Cinema de Seattle 2019: Novo Concurso de Cinema Americano (Amber McGinnis) | Jefferson State Flixx Fest 2019: Melhor Atriz (Rachael Harris) | Fargo Film Festival Menção Honrosa (Amber McGinnis) | Ashland Independent Film Festival 2020: Melhor Longa-Metragem  

  • Jogos Fatais (The Darker, The Lake) Suspense, Drama | Hong Kong

30 anos após a última morte suspeita na cidade, a vida dos moradores da pacífica St. Michael é abalada novamente quando estranhos assassinatos sobrenaturais começam a acontecer. Quando Tamara, a detetive responsável pelo caso, descobre que sua mãe, Lea, esteve envolvida nesse incidente do passado e confessou ter matado os amigos, ela passa a enfrentar um sombrio jogo mortal que revelará segredos muito próximos a todos os envolvidos.

Direção: Lok Kwan WooElenco: Gina Stiebitz (Dark), Elyse Levesque (Orphan Black), Veronica Ferres (Deserto em Fogo), Vladimir Burlakov (Jack, o Estripador)     A Elite Filmes é uma distribuidora independente brasileira de cinema voltada para o entretenimento que foca na diversidade e qualidade de conteúdo para todos os públicos do Brasil e América Latina, e fornece entretenimento para os mais diversos formatos de distribuição. Presente nos principais mercados audiovisual e feiras de cinema, brasileiros e internacionais, a Elite é especializada em buscar lançamentos de diversos escopos e oriundos das mais variadas partes do mundo. Após a aquisição, realiza o trabalho de licenciar os conteúdos para que possam ser distribuídos na maior quantidade de formatos disponíveis: cinemas físicos, cinemas virtuais, TVs aberta e fechada, TVOD, SVOD, AVOD e demais canais on-demand. 

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