Melissa anuncia collab com Stranger Things

Melissa anuncia collab com Stranger Things

Melissa anuncia collab com Stranger Things

Coleção chega às lojas no dia 27 de maio, mesma data da estreia de Stranger Things 4 Vol.1, e apresenta produtos recheados de elementos sensoriais relacionados à série

Maio 2022 — O mundo invertido tomou conta da Melissa! A marca lançará uma coleção exclusiva com Stranger Things, título original Netflix, com lançamento no mesmo dia que a estreia global da temporada 4 Vol 1: 27 de maio. Modelos clássicos e inéditos da Melissa foram totalmente estilizados com referências dos personagens de Hawkins e estarão disponíveis para venda nos Clubes Melissa, Galeria Melissa São Paulo e New York, site Melissa e multimarcas.
 

“O ponto alto de Stranger Things é a amizade. O público ama acompanhar as aventuras do grupo de amigos, mas não podemos deixar de celebrar a lealdade entre eles com a famosa frase ‘amigos não mentem’. A Melissa enxergou que a irmandade e a conexão entre os personagens são muito parecidas com o comportamento que temos com nossos fãs. Por isso, estamos muito orgulhosos com essa coleção fantástica”, ressalta a Gerente Geral da Melissa, Raquel Scherer.
 

Os elementos que inspiraram a coleção foram o icônico painel luminoso de letras, a adorada personagem Eleven e seus waffles e o monstro Demogorgon.
 

A Melissa Possession, ícone da marca, ganha quatro novas cores para a collab: preto com tinta splash que brilha no escuro, amarela com textura na palmilha que imita as ondulações de waffles, branca com palmilha estampada com painel de letras e degradê em rosa e laranja que faz referência ao Demogorgon.
 

Exclusiva para o e-commerce, Melissa Beach Slide + Stranger Things será preta com efeito surprise, que, após ser descascada, revela o logo da temporada 4 da série e o degradê em vermelho, laranja e amarelo no cabedal e na sola do produto.
 

Para completar a coleção, a linha de acessórios conta com quatro estampas e cores da Melissa Canvas Bag, que possui o efeito Mudaci, no qual os desenhos mudam conforme o ângulo. Além disso, cinco modelos de Melissa Keyring personalizados com personagens e frases icônicas de Stranger Things serão lançados para completar a coleção em julho deste ano, junto com o lançamento do Vol.2 da temporada.
 

Instalações imersivas nas Galerias Melissa

O mundo invertido de Stranger Things também vai estar dentro das Galerias Melissa São Paulo e Nova York com instalações imersivas que prometem ir muito além dos produtos e levar experiências extraordinárias ao público.

Em São Paulo, quem passar pela Rua Oscar Freire vai se deparar com uma enorme estrutura logo na entrada da Galeria Melissa. A experiência contará com uma cenografia completa em todo o átrio da Galeria, para que o público sinta a experiência de estar caminhando para o Mundo Invertido. Elementos da série vão tomando conta de todo o espaço interno, chegando até o banheiro, que terá background do Mundo Invertido com sons da série, elementos em volumetria e cenografia especial.

Já a Galeria Melissa Nova York, localizada na Broadway, terá vídeos que remetem à série na vitrine e entrada do espaço para já iniciar a ambientação imersiva. No interior da Galeria, haverá a exposição dos produtos da collab para introduzir o Mundo Invertido aos consumidores, que serão levados a uma sala secreta, onde haverá a imersão total ao cenário da série, com sons, árvores, luminárias e portal com sensor de movimento.

Os projetos, que foram desenvolvidos pelo Estúdio Xingú, vão promover uma experiência única e sensorial, que leva o consumidor a experimentar muito mais do que produtos e mergulhar na narrativa da famosa série da Netflix.

 

Sobre Melissa

Lançada em 1979, a marca integra o grupo calçadista brasileiro Grendene. Hoje presente em mais de 70 países, nasceu inspirada na moda dos pescadores da Riviera Francesa. Seu primeiro modelo, batizado de Aranha, logo ganhou o gosto nacional. Só na última década, Melissa fabricou mais de 32 milhões de pares de sapatos. Melissa é também reconhecida por suas criações de perfume e acessórios como bolsas que já se tornaram icônicas. Uma das primeiras marcas do mundo a promover collabs.

Produções estreladas por Tico e Teco no Star plus

Produções estreladas por Tico e Teco no Star plus

PRODUÇÕES ESTRELADAS POR TICO E TECO DISPONÍVEIS NO DISNEY+

Aproveitando a estreia do novo filme original “Tico e Teco: Defensores da Lei” no Disney+, confira uma lista com outras produções dos clássicos personagens que estão na plataforma

Tico e Teco: Defensores da Lei, nova produção exclusiva do Disney+, já está disponível no serviço de streaming! O filme, que conta com as vozes originais de John Mulaney, Andy Samberg, KiKi Layne, Will Arnett, Eric Bana, Dennis Haysbert, Keegan-Michael Key, Seth Rogen, J.K. Simmons e Chris Parnell, chegou ao catálogo da plataforma um ano após o lançamento da série animada Tico e Teco: Vida no Parque.

Na história, Tico e Teco estão separados e com outros focos após seus dias de glória e fama terem ficado para trás. Vivendo entre desenhos animados e humanos na atual Los Angeles, os dois parceiros decidem se reunir após o sumiço de um ex-colega de elenco. Agora ambos devem esquecer os problemas do passado, retomar a amizade estremecida e voltar a assumir o papel de Defensores da Lei para solucionar esse mistério.

Pensando nisso, para entrar no clima do novo longa original Disney+ e para você conhecer melhor o universo dos personagens desenhados pelo animador Bill Justice, separamos uma lista com outras produções dos dois amigos aventureiros. Confira:

Tico e Teco: Defensores da Lei (1989)

Tico e Teco: Defensores da Lei(1989) é a série animada que deu origem à nova produçãoDisney+. Na trama que trouxe a fama para a dupla e precede a história do novo longa, Tico e Teco lideram um grupo de personagens como Geninha, Monterey Jack e Zipper que monitoram e resolvem os mistérios tanto do mundo animal, quanto do mundo humano. 

Tico e Teco: Vida no Parque (2021)

A série original animada, que teve sua estreia em 2021, gira em torno da vida de Tico e Teco vivendo juntos na floresta em busca de nozes. A animação conta com aparições de outros clássicos personagens Disney, como Pluto e Cãozarrão, foi criada por Kathleen Shugrue e produzida pela Walt Disney Company França e Xilam Animation.

Caça as Nozes com Tico e Teco (2017 – 2018)

A animação, que inicialmente foi exibida no Disney Junior, mostra as aventuras dos dois amigos pela Hot Dog Hills. Na produção, Tico e Teco estão sempre cercados de confusões e diversão junto com seus amigos Mickey, Minnie, Donald, Margarida, Pateta e Pluto.

Sobre o Disney+

Disney+ é o lar de streaming dedicado aos filmes e programas Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic, e muito mais. Como parte do segmento Disney Media and Entertainment Distribution da Disney, Disney+ está disponível na maioria dos dispositivos conectados à Internet e oferece programação sem comerciais com uma variedade de longas-metragens originais, documentários, live-actions e séries animadas, e conteúdo de curta duração. Junto com o acesso sem precedentes à incrível biblioteca de entretenimento de cinema e televisão da Disney, o serviço também é o lar de streaming

‘Triangle of Sadness’, de Ruben Ostlund, leva a Palma de Ouro no Festival de Cannes

‘Triangle of Sadness’, de Ruben Ostlund, leva a Palma de Ouro no Festival de Cannes

Realizador Ruben Östlund repete Palma de Ouro:

O Festival de Cannes chegou ao fim neste sábado (28) premiando o longa “Triangle of Sadness”, de Ruben Ostlund, com a Palma de Ouro, maior honraria do evento francês. O troféu foi entregue numa pomposa cerimônia na qual também saíram vitoriosos, em empates, “Close” e “Stars at Noon”, escolhidos para o grande prêmio, e “Le Otto Montagne” e “EO”, para o prêmio do júri.

“Triangle of Sadness” causou furor ao tecer uma crítica forte e bastante afetada aos super-ricos, fazer piadas com capitalismo e comunismo e levantar bandeiras como a do feminismo, ao acompanhar um casal de modelos e influenciadores que é convidado para um cruzeiro que acaba naufragando.

O diretor desse último, Jerzy Skolimowski, agradeceu nominalmente os seis burros que estrelam seu longa e foram a grande sensação da riviera francesa, arrancando risadas da plateia. “Obrigado, meus burros. I-ó”, disse.

Houve ainda a entrega de um prêmio especial pelos 75 anos do festival, destinado aos irmãos Jean-Pierre e Luc Dardenne, de “Tori et Lokita”. Os atores que apresentaram os melhores trabalhos desta 75ª edição, segundo o júri, foram Zar Amir Ebrahimi, do filme “Holy Spider”, e Song Kang Ho, de “Broker”.

As honrarias de direção e roteiro foram para Park Chan-Wook, de “Decision do Leave”, e Tarik Saeh, de “Boy from Heaven”, respectivamente, enquanto a Câmera de Ouro, destinada ao melhor estreante de qualquer seção do festival, ficou com Riley Keough e Gina Gammell e seu “War Pony”, com menção especial a “Plan 75”. A Palma de Ouro de curta-metragem foi arrematada por “The Water Murmurs”, enquanto “Lori” recebu uma menção especial.

Encabeçado pelo ator francês Vincent Lindon, o júri que escolheu os vencedores da competição principal foi formado pelo cineasta iraniano Asghar Farhadi, o cineasta americano Jeff Nichols, a atriz e diretora britânica Rebecca Hall, a atriz indiana Deepika Padukone, a atriz sueca Noomi Rapace, a atriz e diretora italiana Jasmine Trinca, o diretor francês Ladj Ly e o diretor norueguês Joachim Trier. ​

Apesar de ter sido bem aceito por público e crítica, “Triangle of Sadness” surpreendeu, afinal, Ostlund venceu a Palma de Ouro não há muito tempo, por “The Square: A Arte da Discórdia”, de 2017. A vitória mais inesperada, no entanto, foi a de Claire Denis, com um filme que desagradou boa parte do público na riviera francesa.

Assim que o nome da cineasta foi anunciado para o grande prêmio do júri, o auditório da premiação foi tomado por vaias vindas dos fundos da sala. O público também começou a aplaudir no meio do discurso da diretora para interrompê-la. Na sala ao lado, onde membros da imprensa e da indústria assistiam à transmissão ao vivo, as vaias foram avassaladoras.

“Stars at Noon”, um thriller sensual ambientado na Nicarágua, foi um dos mais mal recebidos dentre os longas da competição. Denis, vale dizer, já dirigiu Vincent Lindon anteriormente, o que suscitou queixas de que ela poderia ter sido favorecida a despeito da recepção de seu filme.

“É muito raro um grupo de nove pessoas, de personalidades e culturas diferentes, se reunir por 15 dias e não ter nenhum desentendimento”, se limitou a dizer Lindon em conversa com a imprensa logo após a cerimônia. Normalmente, os jornalistas podem fazer perguntas sobre os premiados ao júri, o que não aconteceu nesta edição.

​Em compensação, o belga Lukas Dhont foi ovacionado ao tomar a palavra. Seu longa, “Close”, era aposta certa para vencer a Palma de Ouro, por juntar tudo o que pesa na entrega de uma prêmio como este —ambição artística, qualidade técnica e consciência social.

Antes da cerimônia de encerramento do Festival de Cannes, alguns prêmios paralelos e de fora da mostra principal já haviam sido entregues. Na Um Certo Olhar, o grande vencedor foi “Les Pires”, de Lise Akoka e Romane Gueret. Outros contemplados foram “Joyland”, com o prêmio do júri; “Metronom”, em direção; Vicky Krieps, de “Corsage”, e Adam Bessa, de “Harka”, com as melhores atuações; “Mediterranean Fever”, em roteiro, e “Rodéo”, com o Coup de Coeur, espécie de prêmio de consolação.

A Associação Internacional de Críticos de Cinema, a Fipresci, entregou seus troféus a “Leila’s Brothers”, na competição oficial, “The Blue Caftan”, na Um Certo Olhar, e “Love According to Dalva”, na Quinzena dos Realizadores. Já a Palma Queer, destinada a filmes com temática LGBTQIA+, foi para “Joyland”, entre os longas, e “Will You Look at Me”, entre os curtas.

O Brasil, que nesta edição de Cannes teve apenas uma participação simbólica, saiu sob a promessa de, quem sabe, retornar ao evento com candidatos fortes –o país foi contemplado, na figura de “O Casamento”, de Maíra Bühler, com o fundo Hubert Bals, que ajuda projetos cinematográficos a saírem do papel.

Fonte: Folha de São Paulo

Em Clima de Despedida, relembre melhores momentos de This Is Us

Em Clima de Despedida, relembre melhores momentos de This Is Us

EM CLIMA DE DESPEDIDA: RELEMBRE MOMENTOS EMOCIONANTES DA FAMÍLIA PEARSON EM “THIS IS US”

Relembre algumas das cenas marcantes que Jack, Rebecca e o “Big Three” – Randall, Kate e Kevin – dividiram ao longo das seis temporadas da série. Último episódio do drama já está disponível no Brasil, exclusivamente no Star+

O fim da aclamada série “This Is Us” chegou com exclusividade ao Star+ nesta quinta-feira (26). Dizer adeus não vai ser fácil para os fãs, que, por seis temporadas, viveram os mais diversos momentos emocionantes com a família Pearson. Nesse clima de despedida, relembre alguns dos momentos marcantes vividos por Jack, Rebecca e o “Big Three” – como são chamados os irmãos Randall, Kate e Kevin – que provam porque, apesar de todo o drama e dos altos e baixos, a família é um exemplo de amor, união e companheirismo para os fãs da série. Dica: prepare um lencinho antes de ler!

PRIMEIRO ENCONTRO

Apesar de a série não seguir uma ordem cronológica, a história da família Pearson é apresentada para o público a partir da (maravilhosa) história de amor entre Jack (Milo Ventimiglia) e Rebecca (Mandy Moore). Portanto, o primeiro momento marcante da lista é o primeiro date dos dois, que aconteceu no dia 23 de setembro de 1972. O público já sabia que eles haviam se conhecido na noite em que os Steelers ganharam o Super Bowl, quando Jack entrou num bar e viu Rebecca pela primeira vez cantando. Os dois trocaram olhares e sorrisos e, lá, já soubemos que era amor. Entretanto, foi só no primeiro episódio da terceira temporada que os fãs viram como foi o primeiro encontro do casal.

Jack e Rebecca vão jantar em um Diner logo após se conhecerem e depois vão a uma feira popular americana. Ele pede dinheiro ao seu amigo Miguel, a quem diz “I met ‘The’ girl” (Conheci ‘A’ garota), mas juntos os dois não tinham mais de nove dólares – título do episódio –, valor que Jack tem para gastar no encontro que ele quer que seja inesquecível.

Tudo vai por água abaixo quando o dinheiro desaparece e a sintonia instantânea deles parece mudar de repente. Mas claro que Jack consegue reverter a situação ao se abrir para Rebecca sobre como ele se sente após retornar da guerra e que tem sido muito difícil ele se sentir em casa, mas é com ela que ele pode realmente voltar a sentir isso. No fim, Rebecca dá um beijo nele e deixa o seu casaco no carro – sinal de que ela queria um segundo encontro.

O NASCIMENTO DO “BIG THREE”

Logo no começo da primeira temporada, descobrimos que Rebecca e Jack estavam esperando trigêmeos, mas durante o parto um dos bebês não sobrevive. Além da cena emocionante com o discurso do Doutor K para tentar confortar Jack, que se tornou uma das cenas mais emblemáticas da série, a cena em que Jack conta para Rebecca também é uma das mais tocantes da série. Além de estar durante todo o parto a apoiando durante esse momento, Jack também a conforta durante a perda de um dos trigêmeos, tentando amenizar sua dor, mesmo sabendo que não há exatamente um jeito certo de fazer isso.

Seguindo o conselho do Doutor K, o casal “pegou o limão mais azedo que a vida ofereceu e o transformou em algo parecido com limonada”, adotando o pequeno Randall, que havia sido abandonado em um quartel.

O DIA NA PISCINA

No quarto episódio da primeira temporada, intitulado “The Pool”, Jack e Rebecca já mostram que não são apenas um casal perfeito, mas também pais exemplares. No capítulo, a família está fazendo um passeio na famosa piscina comunitária que as crianças adoram, mas, nesse dia, cada uma delas está lidando com um problema diferente. Randall tenta fazer amizades, mas sem sucesso; Kevin está se sentindo sozinho; e Kate é abandonada por suas amigas por conta do peso.

De diferentes formas, Jack e Rebecca conseguem resolver a situação de cada um do Big Three, deixando o dia deles bem melhor do que começou. O episódio termina com a cena dos cinco tirando um cochilo juntos perto da piscina, em uma cena simples, porém linda e emocionante, do jeito típico que só “This Is Us” sabe fazer.

DISCURSOS PERFEITOS

Jack e Rebecca mostram que sempre sabem o que falar no momento certo quando o outro está precisando. Em um episódio da quinta temporada, por exemplo, o casal planeja uma viagem à famosa cabana da família Pearson, mas acabam indo só os dois, já que os filhos adolescentes preferem fazer outras coisas do que viajar com os pais. Isso faz com que Jack entre em uma pequena crise, com receio de que eles não serão mais tão próximos dos filhos, repetindo o mesmo caminho que os dois tiveram com os próprios pais. Em mais uma cena emocionante da série, Rebecca o acalma, usando uma pintura antiga que as crianças fizeram na infância, dizendo que “as marcas de suas vidas estão mescladas e que eles sempre estarão juntos”, e que eles iriam fortalecer quaisquer mudanças que surgissem entre eles como uma família.

A ENGRENAGEM DA FAMÍLIA

Desde o começo, “This Is Us” mostra o quanto Jack sempre foi um ótimo pai e marido – o que é comprovado em diversas cenas. Nas temporadas mais recentes, no entanto, temos visto o quanto a Rebecca também sempre foi a engrenagem da família, principalmente depois da morte do marido, quando ela passou a ter que cuidar de três adolescentes sozinha.

O próprio Jack reconhece a força da esposa no último episódio da terceira temporada, em mais um belo discurso. Quando Rebecca sofre um acidente e é hospitalizada, Jack revela que a vê como a verdadeira “engrenagem da família”, a pessoa que mantém suas vidas unidas e de quem eles precisam para seguir em frente.

SESSÃO DE TERAPIA

Um dos momentos mais marcantes da segunda temporada aconteceu na sessão de terapia que os três irmãos participaram, junto com Rebecca, no centro de reabilitação que Kevin estava frequentando. A “lavagem de roupa suja” da família foi uma cena dolorida de assistir, o que incluiu o Kevin confessando que sempre se sentiu deixado de lado na família – já que Kate sempre foi muito próxima do pai e Randall, da mãe – e Rebecca admitindo que a relação com Randall, de certa forma, era mais fácil. Mesmo depois de tanto drama, nosso Big Three tem um momento de reconciliação muito bonito e típico da relação entre os três.

A MORTE DE JACK

Na segunda temporada, é finalmente revelado como Jack morreu, algo que não foi fácil para a família Pearson nem para os fãs da série. Após o funeral do pai, o Big Three e Rebecca vão até a árvore de Jack para espalhar suas cinzas pelo local. A cena é tocante pois marca um momento de vulnerabilidade entre os irmãos, em que eles precisam encontrar forças um no outro para superar o momento difícil em que estão passando. E os três encontram isso em Rebecca, que conforta os filhos sobre as inseguranças que estão sentindo no momento – ela assegura a Kate que a morte do pai não foi sua culpa, e tranquiliza Randall e Kevin de que eles não precisam “assumir” o lugar do pai.

SALVANDO KATE

Na quarta temporada, somos apresentados ao Mark, um antigo namorado de Kate na adolescência, que a tratava mal e com quem ela tinha uma relação abusiva. Em um dos episódios da temporada, Kate viaja com ele para a cabana da família, e durante uma briga, Mark a tranca para fora, no meio de uma forte nevasca, forçando-a a quebrar o vidro da janela para conseguir entrar de volta.

No outro dia, quando Rebecca, Randall e Kevin vão buscá-la, eles descobrem que algo de errado aconteceu, e obrigam o garoto a ir embora de vez, protegendo e salvando Kate da relação na qual ela estava presa.

A CAPSULA DO TEMPO

No mesmo episódio do tópico acima, descobrimos que, no início da adolescência, Jack decidiu criar uma “cápsula do tempo” dos filhos – basicamente, cada um deles enterrou, do lado de fora da cabana, um item escolhido por eles mesmos, que seria desenterrado quando fizessem 18 anos. Isso só acontece muitos anos depois, no tempo presente que a série está no momento. Junto com os itens que eles haviam enterrado na adolescência, o trio descobre duas surpresas que o pai deixou para eles: um desenho da casa que ele sonhava em construir (que o Kevin acaba construindo futuramente) e uma fita cassete com uma gravação emocionante, onde ele fala sobre a própria cápsula e sobre Rebecca.

Sobre Star +

Star+ é um serviço de streaming de entretenimento geral e esportes lançado em 31 de agosto de 2021 na América Latina, sendo complementar, mas independente, do serviço Disney+ nesta região. O serviço oferece estreia exclusiva de filmes de entretenimento em geral e séries de televisão dos estúdios de conteúdo da The Walt Disney Company, incluindo Disney Television Studios, FX, 20th Century Studios, Star Original Productions, National Geographic Original Productions e muito mais, bem como a transmissão de esporte ao vivo da ESPN, a marca mais respeitada e reconhecida para os fãs de esportes da região. De dramas a comédias (incluindo todas as temporadas de Os Simpsons) a thrillers adultos, Star+ também apresenta programação original exclusiva da marca de entretenimento geral Star, juntamente com uma coleção de produções regionais originais da América Latina. Visite www.starplus.com para obter mais informações sobre o serviço e sobre o Combo+, a oferta comercial permanente que disponibiliza a contratação de Star+ e Disney+, plataformas independentes, a um preço único e atrativo que dá acesso que à mais ampla oferta de streaming com entretenimento para todas as idades.

Sites de Imprensa

disneylapresspack.com

Twitter: @DisneyBRNews

Redes Sociais Star+

instagram.com/StarPlusBR

facebook.com/StarPlusBR

twitter.com/StarPlusBR

por Anna Barros

Público abandona sessão de novo filme do cineasta David Cronenberg no Festival de Cannes

Público abandona sessão de novo filme do cineasta David Cronenberg no Festival de Cannes

A passagem de “Crimes of the future”, de David Cronenberg, pelo tradicional Festival de Cannes está dando o que falar. Como previsto pelo próprio diretor em entrevista recente, as sessões do filme no evento francês foram marcadas por debandadas por parte da plateia, o que aconteceu não apenas na première oficial da mostra competitiva, mas também na exibição para a imprensa.

— Temos algumas cenas muito fortes. Quero dizer, tenho certeza de que teremos abandonos nos primeiros cinco minutos do filme. Tenho certeza disso. Algumas pessoas que assistiram ao longa me disseram que os últimos 20 minutos serão muito difíceis para as pessoas. Um sujeito me disse que quase teve um ataque de pânico. E eu respondi: ‘Tudo bem.’ Mas não estou convencido de que essa será a reação geral — tinha avisado Cronenberg em conversa com o Deadline no início do mês.

“Crimes of the future” é tido como um o filme mais controverso do evento até aqui. Estrelado por Viggo Mortensen, Kristen Stewart e Léa Seydoux, o longa foi aplaudido por seis minutos na sessão oficial, mas também despertou a repulsa de alguns por causa de um conteúdo tido como perturbador. São várias as cenas envolvendo fluidos humanos, entranhas expostas e ao menos uma necrópsia de uma criança.

Não é a primeira vez que Cronenberg testa os limites do público na Riviera francesa. Em 1996, o cineasta apresentou “Crash: estranhos prazeres”, que também sofreu com debandadas em suas sessões no festival.

Fonte: Extra

Crédito da foto: Rolling Stone-UOL