AÇÃO COM GERARD BUTLER E MIKE COLTER CHEGA AOS CINEMAS EM JANEIRO DE 2023
O novo longa de ação da Paris Filmes, Alerta Máximo (Plane), teve seus primeiros materiais divulgados em lançamento global. O elenco estrelado por Gerard Butler e Mike Colter chega com exclusividade aos cinemas brasileiros em 26 de janeiro de 2023.
O avião decola em um voo aparentemente normal, mas a alegria dos passageiros e tripulação dura muito menos do que imaginavam. O piloto Brodie Torrance, personagem de Butler, é obrigado a fazer um pouso forçado e arriscado após um relâmpago. O local do pouso não é bem o destino que eles esperavam e acabam em uma ilha devastada pela guerra e repleta de perigos.
Logo após o que parecia ser o pior pesadelo dos viajantes desse voo complicado, alguns deles são sequestrados por rebeldes que vivem na ilha e feitos de refém. O comandante do voo precisa da ajuda do personagem vivido por Colter: Louis Gaspare, um acusado de assassinado pelo FBI que viajava escoltado. O mistério eletrizante não para por aí e Torrance descobre há muito mais em Colter do que ele poderia prever. Eles precisarão se unir para sobreviver, ou morrerão sozinhos.
Dos mesmos criadores de “Invasão ao Serviço Secreto” e “Destruição Final: O Último Refúgio”, Alerta Máximo tem Gerard Butler (“Invasão à Casa Branca”, “300” e “P.S. Eu Te Amo”) como protagonista, e direção de Jean-FrançoisRichet. A estreia está confirmada para 26 de janeiro de 2023 exclusivamente nos cinemas.
Sinopse
No filme de ação Alerta Máximo, o piloto Brodie Torrance (Gerard Butler) salva seus passageiros de um relâmpago fazendo um pouso arriscado em uma ilha devastada pela guerra – e descobre que sobreviver ao pouso era apenas o começo. Quando a maioria dos passageiros são feitos de reféns por rebeldes perigosos, a única pessoa com quem Torrance pode contar para ajudar é Louis Gaspare (Mike Colter), um acusado de assassinato que estava sendo transportado pelo FBI. Para resgatar os passageiros, Torrance precisará da ajuda de Gaspare e descobrirá que há mais em Gaspare do que aparenta.
Sobre a Paris Filmes
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário” e “Marighella”. Para os próximos lançamentos, a empresa aposta em um line-up diversificado, que inclui títulos como “Invencível”, “A Luz do Demônio”, e as sequências “John Wick 4”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Pássaro Branco – Uma história de Extraordinário”, entre outros.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
Assim como o Gloob, em 2022, D.P.A. – Detetives do Prédio Azul completa 10 anos no ar e, para celebrar a série infantil mais longeva de todos os tempos, o canal preparou o especial D.P.A. – De Volta Ao Clubinho. O programa reúne pela primeira vez os nove atores que já vestiram a famosa capa dos Detetives do Prédio Azul: Cauê Campos, Letícia Pedro, Caio Manhente, Anderson Lima, Letícia Braga, Pedro Motta, Samuel Minervino, Nathália Costa e Stéfano Agostini, além de receber a novata Emily Puppim, a próxima detetive da capa vermelha. D.P.A. – De Volta Ao Clubinho passeia pelos cenários, mostra curiosidades e relembra cenas marcantes do programa queridinho da criançada. O especial será exibido dia 25 de outubro, às 19h30, e fica disponível no Globoplay + Canais a partir do dia 26 de outubro.
Serviço – D.P.A. – De Volta Ao Clubinho
Exibição: 25/10, às 19h30, no Gloob
Disponível também para assinantes no Globoplay + Canais Ao Vivo
Sobre o Gloob
Um mundo de diversão para crianças, a qualquer hora e em qualquer lugar. Esse é o Gloob, uma marca de entretenimento que oferece conteúdo infantil de alta qualidade nas mais diversas plataformas — TV, VOD, redes sociais, games, aplicativos, streamings de música, eventos e produtos licenciados. Disponível também no Globoplay + Canais, a marca infantil tem DNA 100% brasileiro, investe e acredita em boas histórias e em produções nacionais e internacionais de alta qualidade, nas quais a criança se reconheça como protagonista. O Gloob e seu irmão caçula, o Gloobinho, compõem a oferta de canais infantis pagos da Globo.
Longa-metragem que encerra a “Trilogia da Catarse”, composta por documentários desenvolvidos, roteirizados e dirigidos pela cineasta Adriana L. Dutra, “Sociedade do Medo” estreia dia 20 de outubro nos cinemas. O filme é uma reflexão sobre a epidemia do medo que assola a humanidade, potencializada por um sistema que, historicamente, manipula as massas a partir da propagação do pânico e da insegurança. Assim como em seus dois primeiros longas (“Fumando Espero”, de 2009, e “Quanto Tempo o Tempo Tem”, de 2015), Adriana L. Dutra compartilha com o espectador questões existenciais, com o objetivo de pensar assuntos sensíveis e universais que afetam o homem contemporâneo. A produção teve sua primeira exibição no Festival do Rio.
Em Tóquio, Nova York, Los Angeles, Londres, Paris, Amsterdam e outras cidades, a documentarista entrevista especialistas de diferentes realidades socioculturais. Os professores David Carrol e Jason Stanley, os filósofos Francis Wolff e Cyrille Bret, o historiador Marcelo Jasmin, os sociólogos Frank Furedi, Barry Glassner e Paula Johns, o padre Júlio Lancellotti, o escritor e filósofo indígena Ailton Krenak, a jornalista Flávia Oliveira, o físico Amit Goswami, a vereadora Benny Briolly, a pesquisadora Ivana Bentes, a professora Tamsin Shaw, a economista Linda Yueh, a deputada federal Talíria Petrone, entre outros, dão seus depoimentos sobre variadas vertentes do medo.
Todos concordam que o medo é e sempre foi o mais potente instrumento de poder. E, ao longo da História, a maior arma de figuras autoritárias para fazer as sociedades acreditarem que precisam de um líder forte. Padre Júlio Lancelotti critica o uso da religião para gerar medo: “Isso é a anti-religião, isso é a manipulação ideológica da religião para manter o poder”, aponta. A jornalista Flávia Oliveira avalia a presença do medo no maniqueísmo do bem e o mal e destaca que “se você acha que o outro por ser diferente te ameaça, se você não enxerga igualdade nas diferenças, nas nuances, você combate. E o medo é um instrumento de combate muito eficiente”.
A Trilogia da Catarse teve início em 2009 com o longa “Fumando Espero” (disponível na plataforma de streaming http://www.inff.online), quando a documentarista virou cobaia em seu próprio filme ao narrar a luta contra o cigarro. O projeto começou como um interesse pessoal e transformou-se em pesquisa sobre a dependência química e psicológica da nicotina. O longa foi exibido na 32º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Em 2015, no premiado “Quanto Tempo o Tempo Tem” (disponível na Netflix), Adriana percorreu diferentes cidades do mundo e debruçou sua pesquisa na percepção do tempo ter se tornado mais acelerado e analisou as novas tecnologias e a globalização, aliadas à produção constante de informação e conteúdo.
Em “Sociedade do Medo”, Adriana partiu para conversar com personalidades e analisar o momento em que vivemos, assustados. As filmagens começaram presencialmente antes do início da pandemia do Covid-19, em 2020, e seguiram remotamente depois que o caos foi deflagrado e o medo, unificado. Conforme a diretora afirma (na narração em off), o medo é um potente instrumento de poder: “Esse meu medo é um medo desorientado, diferente do medo orgânico, aquele que me protege contra o perigo. Esse medo que sinto parece ser um medo fabricado, forjado por alguém, como se o medo tivesse sido institucionalizado”, diz. Além de ter sido atravessado pela pandemia do Coronavirus, a produção presenciou outro episódio histórico que gerou mais uma onda indiscriminada de pavor quando, durante a finalização do documentário, a Rússia declarou guerra à Ucrânia.
Todos que possuem consciência têm medo e o medo de morrer é constituído de duas emoções opostas: a certeza de que vamos morrer e a incerteza de como e quando isso vai ocorrer. E, apesar do medo da morte, a espécie humana não parece estar preocupada com o consumo desenfreado que causa as mudanças climáticas, como pontua o filósofo indígena Ailton Krenak. Ele faz uma análise lúcida e realista sobre os tempos atuais: “Se os humanos desaparecerem, a Terra continua, ela não precisa de nós. A gente podia pensar nisso como uma coisa maravilhosa: a gente não faz falta. Mas os humanos se dão importância demais. Isso se chama especismo — que conclui que uma espécie pode dominar todo o planeta”. Mas Krenak encerra a reflexão com uma dica valiosa: “A gente tem que ser radicalmente vivo. Esse é o melhor antídoto contra o medo”.
“Sociedade do Medo” é produzido pela Inffinito, em coprodução com Canal Brasil, GNT, GloboNews e Globo Filmes. A distribuição é da Forte Filmes.
SINOPSE
Sociedade do Medo aborda a pandemia de medo que assola o homem contemporâneo. A diretora Adriana L. Dutra investiga a construção da sociedade pela ótica do medo, a sua presença ao redor do mundo e discute o tema com personalidades e especialistas. O documentário propõe uma reflexão crítica, buscando as origens de uma sociedade absorta em seus medos e, consequentemente, no consumo feroz de possíveis paliativos que contribuem para nos levar à solidão e à barbárie. Documentário. 76 minutos.
PERSONAGENS
David Carroll – Nova York – Professor/The New School – NYC Francis Wolff – Paris – Filósofo e Escritor Marcelo Jasmin – Rio de Janeiro – Historiador e Cientista Político Frank Furedi – Londres – Sociólogo e Escritor Cyrille Bret – Paris – Filósofo Júlio Lancellotti – São Paulo – Padre Ailton Krenak – Rio Doce – Minas Gerais – Escritor e Filósofo Indígena Flávia Oliveira – Rio de Janeiro – Jornalista Amit Goswam – Eugene | Oregon – Físico e Escritor Jason Stanley – New Haven | Connecticut – Escritor e Professor de Filosofia – Yale University Benny Briolly – Niterói – Vereadora Erick Felinto – Rio de Janeiro – Escritor e Professor – UERJ Paula Johns – Rio de Janeiro – Socióloga e Ativista Ivana Bentes – Rio de Janeiro – Pesquisadora e Professora – UFRJ
Tamsin Shaw – Nova York – Professora – New York University Linda Yueh – Londres – Economista e Escritora Barry Glassner – Los Angeles – Sociólogo e Escritor Adriana L. Dutra – Rio de Janeiro – Diretora e Roteirista Tatiana de Souza – Nova York – Produtora Yuka Tanaka – Tóquio – Cineasta Tamara Pekelman – Londres – Consultora Luciana Clark – Amsterdã – Técnica de Informação Claudia Castello – Los Angeles – Editora Talíria Petrone – Rio de Janeiro – Deputada Federal
FICHA TÉCNICA
Direção, Roteiro e Narração – Adriana L. Dutra
Produção – Cláudia Dutra e Adriana L. Dutra
Produção Executiva – Cláudia Dutra
Direção de Fotografia – Maritza Caneca, ABC
Argumento – Adriana L. Dutra e Renato Martins
Montagem – Renato Martins
Videografismo e Animação – Felipe Nogueira
Trilha Sonora Original – Igor Araújo
Som Direto – Pedro Moreira
Coordenação de Produção – Alessandra Alli
COPRODUÇÕES GLOBO FILMES, GLOBONEWS E CANAL BRASIL
A Globo Filmes, a GloboNews e o Canal Brasil assinam, juntos, a coprodução de diversos documentários, que transitam pelos mais diversos assuntos relacionados à cultura brasileira e que apresentam olhares únicos sobre personagens, épocas e fatos da nossa história. A parceria pretende fomentar a produção, a exibição e a divulgação de filmes do gênero, que ainda tem pouca visibilidade no mercado brasileiro, mas representa muito mais do que uma fonte de entretenimento: é essencial para a preservação da memória de uma nação.
Juntos, Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil já investiram em mais de 40 documentários, entre eles “Libelu — Abaixo a Ditadura”, de Diógenes Muniz (vencedor do É Tudo Verdade de 2020); “Babenco – Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”,de Bárbara Paz (premiado como melhor documentário sobre cinema da Venice Classics, mostra paralela do 76º Festival de Veneza em 2019); “Cine Marrocos”, de Ricardo Calil (vencedor do É Tudo Verdade 2019 e ainda inédito em circuito); “Barretão”, de Marcelo Santiago; “Henfil”, de Ângela Zoé (vencedor do Cine PE de 2018); “Menino 23”, de Belisário Franca (melhordoc do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2017); “Tá Rindo de Quê”, de Claudio Manoel, Álvaro Campos e Alê Braga; “Fevereiros”, de Marcio Debellian; “Mussum – Um Filme do Cacildis”, de Susanna Lira; “Setenta”, de Emília Silveira (melhor doc da Mostra São Paulo de 2014).
SOBRE A FORTE FILMES
A Forte Filmes foi fundada por Renata Paschoal, atriz, diretora e produtora cultural com larga experiência nas três áreas: TV, Cinema e Teatro.
Há mais de 18 anos assina a produção das obras de Domingos Oliveira, entre as principais “Carreiras” com Priscilla Rozenbaum, “Juventude” com Paulo José, o elogiado documentário “Os 8 Magníficos” e os premiados filmes “Infância” com Fernanda Montenegro (vencedor de 4 kikitos, incluindo de Melhor Filme pela Academia Brasileira de Cinema) e “BR716” com Caio Blat e Sophie Charlotte (vencedor dos prêmios de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Trilha Sonora no 44º Festival de Cinema de Gramado e Melhor Roteiro pela Academia Brasileira de Cinema).
Também prestou assessoria para os documentários “Simonal — Ninguém sabe o duro que dei” de Claudio Manoel e “Los Hermanos — Este é o fim do começo de nossas vidas“. Em parceria com a GloboFilmes e Downtown Filmes, assinou a coprodução da cinebiografia “Simonal” com Fabricio Boliveira e Isis Valverde (vencedor dos prêmios de Melhor Primeira Direção, Melhor Trilha Sonora, Melhor Ator e Melhor Som no GP de Cinema Brasileiro, além dos Kikitos de Melhor Trilha, Direção de Arte e Fotografia no 46º Festival de Cinema de Gramado).
Ao longo dos anos produziu mais de 300 programas de entrevistas, 20 espetáculos teatrais e, recentemente, a elogiadíssima série de ficção “Confissões de Mulheres de 50“, disponível no Canal Brasil e na Globoplay.
A Forte, que já atuava no setor de distribuição, se tornou parceira da Kuarup Produtora, ampliando ainda mais sua estrutura e portfólio de filmes, documentários, séries e curtas-metragens. A grande estratégia dessa parceria é unir produção apurada de audiovisual com uma melhor distribuição, aproveitando a crescente demanda das mais diversas plataformas de streaming e vídeo sob demanda, além de cinema e televisão.
Ao narrar o reencontro da diretora com sua amiga ugandense Kevin Adweko, o filme aborda questões como sororidade, relações interraciais e a posição da mulher
O filme KEVIN, de Joana Oliveira (Morada), nasce da amizade da cineasta com a ugandense Kevin Adweko, que conheceu há mais de 20 anos, quando as duas estudavam na Alemanha. A partir do reencontro, quando a brasileira viaja a Uganda, o filme investiga o passado e o presente, os caminhos trilhados, e os rumos que as vidas e os países de cada uma delas tomaram. O longa é produzido pela Bukaya Filmes, em coprodução com Anavilhana e Vaca Amarela Filmes, e chega aos cinemas em 03 de novembro, com distribuição da Embaúba Filmes.
O documentário nasce de uma saudade: quando iria se casar, em 2013, Joana gostaria que sua amiga viesse ao Brasil, mas Kevin tinha acabado de ter uma filha, e não podia arcar com os gasto de uma viagem. “Desde que nos conhecemos em 1999 em Reutlingen, na Alemanha, só tínhamos nos encontrado em um país que não era nem de uma nem de outra. Em janeiro de 2013 comecei a escrever o roteiro de um filme que seria uma mistura de documentário e ficção sobre a vinda de Kevin ao Brasil para meu casamento. Acreditava que seria uma forma de me conectar com minha amiga e de termos um projeto juntas, fazer um filme sobre nossa relação.”
Além disso, Joana sabia que Kevin era uma figura extraordinária para estar num documentário. “E que a relação entre uma brasileira e uma ugandesa, que têm muito em comum apesar de serem tão diferentes em suas personalidades, interessaria muita gente. Especialmente mulheres. Meu casamento passou, o filme demorou a ser financiado, a Kevin se mudou da Alemanha para Uganda e muita coisa mudou na história do filme.”
Joana também aponta que sua amiga Kevin pensava, no início, que o filme não passava de uma brincadeira, ou algo apenas para mostrar para amigas no Brasil. “Quando chegamos na Uganda com a equipe, com contratos, com equipamentos, ela começou a entender que o filme era maior que uma reportagem e ficou muito feliz. A Kevin pode dizer que não acredita, mas eu, sim, sei: ela é uma artista nata. Sabe como se posicionar para ser filmada, entende a captação de som e a manipulação de uma história. Nós conversamos muito sobre o que revelar e o que não revelar e tudo o que está no filme foi acordado.”
Joana conta que quando se conheceram, logo se tornaram amigas próximas, e mesmo depois que a brasileira retornou, e Kevin continuou na Alemanha, elas não perderam contato, primeiro, por cartas, e, depois, e-mails. Em 2005, se reencontraram brevemente, quando Joana voltou a estudar na Alemanha, e só em 2014 que estiveram juntas novamente, já com o projeto do filme.
“Estive na Alemanha para planejarmos o filme, fiz testes de câmera com ela. A Luana Melgaço, produtora do filme, me ajudou a ir e ter certeza de que ela estava de acordo com o projeto. Foi ótimo, pois tive certeza de que a câmera e ela se amam! E desde que começamos o projeto do filme tenho visto a Kevin com mais regularidade e tem sido uma coisa linda. Meu marido, Gustavo Fioravante, que assina o som direto e a edição de filme, a conheceu já quando fomos filmar.”
KEVIN foi filmado em 2 etapas, a primeira em 2017, em Uganda, onde foi rodada uma parte grande do filme, e a segunda em 2019, em Belo Horizonte, Brasil, e, depois, novamente em Uganda, na cidade de Jinja. “Foi antes da segunda etapa que eu procurei a Laura Barile, para trabalhar no roteiro, pois justamente queria tratar Joana e Kevin em uma chave mais distanciada e com a proposta de entendermos essas personagens e fortalecê-las. O roteiro teve também a colaboração ativa de Tatiana Carvalho Costa, que também foi assistente de direção.”
O filme teve suas primeiras exibições na Mostra de Cinema de Tiradentes, que aconteceu on-line, e Joana confessa que tinha apreensão sobre como o público veria o longa. “Mas foi impressionante. As pessoas nos escreveram muito, ligaram, queriam seguir conversando sobre a vida, sobre a situação das mulheres, sobre amizade, sobre querer ou não ter filhos, sobre perdas, sobre famílias interraciais, sobre racismo, sobre problemas de família, sobre estar com saudades das pessoas. Muitas mulheres falando de como se sentiram refletidas na tela, de como amam suas amigas.”
Joana revela que assistiu a estreia do filme ao lado de Kevin, na Alemanha, e, nas próximas semanas, a amiga chega ao Brasil para o lançamento do longa no país. “A Kevin é uma mulher de pulso muito forte e muito segura do que quer que seja visto e o que não quer. Sim, a Kevin do filme é uma versão dela mesma. Assim como a Joana do filme também é.”KEVIN tem ainda em sua equipe artística Clarissa Campolina, na montagem; Cristina Maure, na direção de fotografia; Thaís de Campos, na trilha sonora; Gustavo Fioravante, no som direto e edição de som; e Rimmena Procópio, que fez a direção de arte no Brasil, além da seleção de figurinos.KEVIN será lançado no Brasil pela Embaúba Filmes.
Sinopse
É a primeira vez que Joana, uma brasileira, visita sua amiga Kevin na Uganda. Elas se tornaram amigas há 20 anos quando estudaram juntas na Alemanha e faz muito tempo que não se veem. A partir desse encontro, o filme tece a fina trama que é uma conversa entre duas amigas: as histórias do passado, os desejos, os caminhos trilhados, os diferentes modos de encarar a matéria do vivido e um elo de amor e sororidade que resiste à distância e ao tempo.
Ficha técnica:
Direção: Joana Oliveira
Produção: Luana Melgaço, Joana Oliveira
Elenco: Joana Oliveira, Kevin Adweko
Roteiro: Joana Oliveira, Laura Barile, com a colaboração de Tatiana Carvalho Costa
ProduçãoExecutiva: Luana Melgaço
Direção de Produção: Camila Bahia, Irene Nduta Mungai, Vanessa Santos
Fotografia: Cristina Maure
Direção de Arte: Rimenna Procópio
Som Direto e Edição de Som: Gustavo Fioravante
Montagem: Clarissa Campolina
Cor e Finalização: Lucas Campolina
Mixagem: Pedro Durães
Trilha Sonora: Thaís de Campos
Empresa Produtora: Bukaya Filmes
Coprodução: Anavilhana; Vaca Amarela Filmes
Empresa Distribuidora no Brasil: Embaúba Filmes
Ano: 2021
Duração: 81 minutos
País: Brasil
Sobre Joana Oliveira
Joana Oliveira é roteirista e diretora; trabalha na área audiovisual desde 1999. Mestre em Cinema pela Escola de Belas Artes, UFMG, graduada em Direção de Cinema pela EICTV, em Cuba e em Comunicação Social pela PUC Minas.
Dirigiu várias produções como curtas-metragens de ficção, documentários e programas para a TV. Roteirizou variadas séries de ficção e documentário, além de longas-metragens. Seus curtas já foram selecionados para vários festivais nacionais e internacionais como Festival de Cartagena (Colômbia), Lakino (Alemanha), Huesca Film Festival (Espanha), Festival de Habana (Cuba), Festival de Cine de Guadalajara (México), San Diego Latino Film Festival (EUA), Mostra de Cinema de Tiradentes e exibidos em canais de televisão. Realizou diretora dois longas-metragens documentais: Kevin (2021) e Morada (2010). Joana atua também como professora universitária e consultora de roteiros. Atualmente é sócia da Bukaya Filmes.
Bukaya Filmes é uma produtora de filmes autorais da diretora Joana Oliveira. Criada em 2019, a produtora é sediada em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Dois longas-metragens fazem parte do portifólio da empresa. São eles Morada, um documentário sobre uma senhora ameaçada de desapropriação em Belo Horizonte, e Kevin, que conta a história de uma amizade entre uma mulher do Brasil e uma mulher da Uganda.
A Anavilhana surgiu do encontro entre Clarissa Campolina, Luana Melgaço e Marília Rocha. Fundada em 2005, a produtora reúne mais de 20 anos de experiência de suas sócias, com o desejo de articular pesquisa, formação, produção e criação audiovisual.
Desenvolvemos projetos das nossas integrantes e parcerias com diretoras e diretores independentes, produções associadas e co-produções dentro e fora do Brasil. Nosso trabalho é norteado pela criação de desenhos de produção mais adequados a cada novo projeto, pelas trocas com outras produtoras e realizadores, e pelo investimento na pesquisa de linguagem. Tudo isso desde sua origem, quando as três sócias integraram o grupo Teia (www.teia.art.br).
Até o momento, a Anavilhana lançou mais de 30 obras audiovisuais, com ampla participação no mercado de cinema autoral: curtas e longas-metragens, instalações, séries de TV e teatro. Teve trabalhos oficialmente selecionados e premiados festivais nacionais como: É Tudo Verdade, Festival de Brasília, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes; em festivais internacionais: Berlinale, Veneza, Toronto, San Sebastian,Locarno, Roterdã, Visions du Réel, DocLisboa; e em museus de arte do mundo: Centre Georges Pompidou, MoMA, Inhotim. Suas produções também estiveram destacadamente presentes no circuito comercial de cinema e em plataformas de streaming no Brasil e no exterior.
E para quem se pergunta o que significa Anavilhana, explicamos: o arquipélago de Anavilhanas, um dos maiores do mundo, situa-se no Rio Negro, na região amazônica. Este conjunto de ilhas fluviais inspirou a escolha do nome da produtora, ao entendermos que um arquipélago só se faz na autonomia de suas ilhas e na união de todas elas.
A Vaca Amarela Filmes é uma produtora audiovisual brasileira que realiza projetos independentes e autorais. Sediada em Minas Gerais, atua desde 2008, produzindo filmes de curtas, médias e longas-metragens e séries de TV.
Suas produções foram premiadas e exibidas em vários festivais internacionais como Festival Internacional de Cine de Cartagena (Colômbia), Lakino (Alemanha), Cine Las Americas International Film Festival (Estados Unidos), Terra di Tutti Film Festival (Itália), Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira (Portugal) e no Brasil em festivais como Forumdoc, Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival Internacional de curtas metragens de São Paulo, Cine Ceará, Festival do Cinema Brasileiro de Gramado etc.
Para a TV, realizou a série de documentário Veredas do Brasil, que trata-se das grandes rotas criadas no Brasil. Como que cada uma delas nasceu, resistiu e se transformou ao longo da sua história. A primeira temporada transporta o espectador para o século XVIII ao percorrer a Estrada Real, conhecida por ser o principal caminho de escoamento do ouro e diamante das Minas Gerais rumo a Portugal em exibição no CineBrasilTV.
Atualmente a Vaca Amarela Filmes está produzindo o longa-metragem ‘A Estação’ contemplado no Prodecine 01/2016-Ancine e uma série de animação infantil para TV ‘Na Sombra da Mangueira’ selecionado pelo Olhar Independente.
A Embaúba Filmes é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. Seu objetivo é contribuir para a maior circulação de obras autorais brasileiras. Ela busca se diferenciar pela qualidade de seu catálogo, que já conta com mais de 40 títulos, em pouco mais de 4 anos de atuação, apostando em filmes de grande relevância cultural e política. A empresa atua também com a exibição de filmes pela internet, por meio da plataforma Embaúba Play, que exibe não apenas seus próprios lançamentos, como também obras de outras distribuidoras e contratadas diretamente com produtores, contando hoje com mais de 500 títulos em seu acervo, dentre curtas, médias e longas-metragens do cinema brasileiro contemporâneo.
Primeiro longa da premiada diretora de curtas Carolina Markowicz, CARVÃO acaba de divulgar seu trailer oficial. Longa será exibido na Mostra Competitiva de Longas de Ficção, na Première Brasil do Festival do Rio, nos dias 12 e 13 de outubro, e chega aos cinemas brasileiros no dia 03 de novembro. Sua primeira sessão mundial aconteceu no Festival Internacional de Toronto, e, depois, foi exibido no Festival de Cinema de San Sebastian.
CARVÃO é produzido pela Superfilmes, e coproduzido pela Biônica Filmes e pela argentina Ajimolido, o longa será lançado nos cinemas pela Pandora Filmes, e traz no elenco Maeve Jinkings, Romulo Braga, Camila Márdila e o argentino César Bordón.
No filme, Maeve (O Som ao Redor, Boi Neon e Aquarius) interpreta Irene que, com seu marido, Jairo (Braga), tem uma pequena carvoaria no quintal de casa, numa cidade do interior. Eles têm um filho pequeno, Jean (Jean Costa), e o pai dela não sai mais da cama, não fala, não ouve.
Tudo muda quando decidem hospedar em sua casa, em troca de uma boa quantidade em dinheiro, um estrangeiro misterioso, interpretado por Bordón (Relatos Selvagens e Mulher sem Cabeça). A chegada do homem, um sujeito pouco simpático que não fala português, transforma, não necessariamente para melhor, a dinâmica da vida da família de Irene, além de os colocar risco, a ponto dela pensar se aquilo tudo vale a pena.
“Não há mais absurdo no Brasil. CARVÃO é a minha tentativa de compreender isso. Como chegamos a esse ponto?”, declarou a diretora, que também assina o roteiro, à revista Variety na exibição do filme em San Sebastian.
“Ouvimos nosso presidente dizer que preferiria ter um filho morto a um filho gay. Ouvimos o executivo da maior seguradora de saúde dizer que foram orientados por seus CEOs a deixar as pessoas morrerem durante a pandemia porque ‘morte é alta hospitalar’.”
O filme foi rodado em Jordanópolis, interior de São Paulo, uma cidade próxima à qual a diretora cresceu, e ela confessa conhecer bem esse ambiente rural e retrógrado. “Lá, vivenciei tudo o que uma pequena cidade conservadora pode oferecer: pessoas cuidando da vida umas das outras, famílias unidas pelo fato de que “a família deve ficar unida”, casamentos onde os casais quase se odiavam (mas como é vergonhoso ser solteiro, vamos manter o status quo!). E claro: você pode ser um assassino, mas por favor não seja gay.”
Neste ano, o filme foi o vencedor do CICAE (distribuidores de cinema de arte europeu) awards, no Cine en Construcción Toulouse 2022, concedido a filmes na fase de pós-produção. Na justificativa do prêmio, o júri ressaltou a originalidade da história, além do trabalho de direção, e um alto potencial de público.
A equipe artística de CARVÃO conta direção de fotografia de Pepe Mendes (“O Órfão”); direção de arte de Marines Mencio (“Meu nome é Bagdá”) e Natalia Krieger (“Um loiro”); montagem do argentino Lautaro Colace (“Esto no es un golpe”); figurino assinado por Gabi Pinesso (“O Órfão”); e a trilha sonora é de Filipe Derado (“O Órfão”) e do argentino Alejandro Kauderer (“Minha obra-prima”).
Sinopse
Numa pequena cidade do interior, uma família recebe uma proposta rentosa, mas também perigosa: hospedar um desconhecido em sua casa. Antes mesmo da chegada dele, no entanto, arranjos precisarão ser feitos, e a vida em família começa a se transformar. Porém, nenhum dos familiares, e muito menos o próprio hóspede, vê suas expectativas cumpridas.
“Carvão” é um retrato ácido de um Brasil onde impera a naturalização do absurdo.
Ficha Técnica
Diretora: Carolina Markowicz
Roteirista: Carolina Markowicz
Produtora: Zita Carvalhosa
Coprodutores: Karen Castanho, Alejandro Israel
Elenco: Maeve Jinkings, César Bordón, Jean Costa, Camila Márdila, Romulo Braga, Pedro Wagner, Aline Marta
Fotografia: Pepe Mendes
Edição: Lautaro Colace
Música: Filipe Derado e Alejandro Kauderer
Edição de Som: Diego Martinez/Filipe Derado
Direção de Arte: Marines Mencio/Natalia Krieger
Figurino: Gabi Pinesso
Sobre Carolina Markowicz
Carolina é roteirista e diretora radicada em São Paulo.
Ela escreveu e dirigiu 6 curtas-metragens selecionados para cerca de 300 festivais como Cannes, Locarno, Toronto, SXSW, AFI e foi premiada mais de 70 vezes.
O “Orfão” é o curta-metragem mais reconhecido de sua carreira. Estreou na Quinzena dos Realizadores – Cannes e foi o vencedor do Queer Palm, sendo o primeiro filme brasileiro a ganhar este prêmio.
“Tatuapé Mahal” representou outro destaque em sua carreira. Estreou no TIFF – Toronto Intl’ Film Festival em 2014, onde Carolina foi considerada uma das “cinco cineastas a serem observadas” pelo curador Shane Smith. Após seu lançamento online, foi incluído entre os Melhores do Ano do Vimeo Staff Picks 2017.
Carolina foi uma das 10 cineastas emergentes convidadas a fazer parte do TIFF Talent Lab. Ela também foi selecionada para o Berlinale Talents e para a Locarno Filmmakers Academy, onde fez parte de uma seleção no Indiewire que apresentou “Alguns dos novos cineastas mais emocionantes do mundo”.
Em 2019, foi convidada a fazer parte da SEE Factory, na qual co-escreveu e co-dirigiu o curta-metragem “Spit”, exibido no dia de abertura da Quinzena dos Realizadores – Cannes 2019.
Carolina também é co-criadora da série Netflix “Nobody is Looking”, vencedora do Emmy Internacional 2020.
Em 2021, Carolina foi convidada para ser membro da AMPAS, a Academia responsável pelo Oscar.
Atualmente está na pós-produção de seus dois longas-metragens “Carvão”, e “Pedágio” em pós-produção.
Sobre a Cinematográfica Superfilmes
A Cinematográfica Superfilmes foi fundada em 1983 e estruturou-se para atuar nas diferentes áreas da produção audiovisual. Viabilizando projetos de realizadores independentes, levou às telas longas, séries e curtas reconhecidos por sua qualidade técnica e criatividade.
A Superfilmes aposta sempre na revelação de novos talentos (metade deles com primeiras obras) e na expressão de vozes originais. Entre os realizadores produzidos podemos destacar Carolina Markowicz, Chico Teixeira, Lina Chamie, Evaldo Mocarzel, Gregorio Graziosi, Lili Caffé, Eduardo Nunes, Jeferson De, Fábio Rodrigo, Lauro Escorel, Cao Hamburger, Wilson Barros, entre outros.
Sobre a Biônica Filmes
A Biônica Filmes foi fundada em 2012 por Bianca Villar, Karen Castanho e Fernando Fraiha. Produziu a série para a HBO: “PSI” indicada ao Emmy Awards 2015 na categoria “Melhor Série Dramática”; e os longas: “Os Homens São De Marte… E é Pra Lá Que Eu Vou!” (2014) de Marcus Baldini, visto por mais de 1,8 milhão de espectadores e ganhador do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2015 na categoria “Melhor Comédia”; “Reza a Lenda” (2016), de Homero Olivetto, uma das 5 maiores bilheterias de 2016 e ganhador do Prêmio Especial do Júri no Tallin Black Nights 2016; “TOC – Transtornada, Obsessiva, Compulsiva” (2017) de Paulinho Caruso e Teo Poppovic, selecionado para o South by Southwest (SXSW) 2018.
No ano de 2017 foram lançados dois longas em que a Biônica é produtora associada: o documentário “Divinas Divas” de Leandra Leal, vencedor do Prêmio do Púbico – Global no South by Southwest (SXSW) 2017 e a comédia “La Vingança” de Fernando Fraiha, uma coprodução Brasil – Argentina vencedora do prêmio de Diretor Estreante do Brooklin Film Festival 2017.
Em 2018, três longas serão rodados pela Biônica Filmes: “Turma da Mônica -Laços” de Daniel Rezende, o primeiro live action baseado nas histórias da Turma da Mônica, “Eu Não Sou Cachorro, Não” de Rafael Gomes, uma comédia romântica musical com trilha original assinada por Arnaldo Antunes; e “Pedro” de Laís Bodanzky, uma coprodução Brasil-Portugal que contará a história de Dom Pedro I.
Em 2019 a produtora vai produzir “Rita Lee, uma autobiografia” (um longa-metragem de ficção e um documentário).
Sobre a Ajimolido Filmes
A Ajimolido Films é uma produtora criada em 2008 por Alejandro Israel. É coprodutora do filme “Carvão” de Carolina Markowicz. Desde a sua criação produziu filmes como “Los que Vuelven” de Laura Casabé, “Angélica” de Delfina Castagnino, “EL Invierno” de Emiliano Torres, “Invasión” de Abner Benaim e “La Forma Exacta de Las Islas” de Daniel Casabe & Edgardo Dieleke. Além disso, coproduziu “Pássaros Voadores” de Nestor Montalbano, “Maids and Bosses”, de Abner Benaim, e seu produtor associado de “Argentina” de Carlos Saura.
Sobre a Pandora Filmes
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.