Longa Café estreia nesta quinta, dia 2

Longa Café estreia nesta quinta, dia 2

O longa-metragem “CAFÉ”, de Cristiano Bortone, estreia nesta quinta-feira, 2 de agosto, no Rio de Janeiro, distribuído pela California Filmes. Primeira coprodução entre Itália, Bélgica e China, o filme conta três histórias que acontecem em diferentes partes do mundo, mas que ainda assim são muito próximas.

Na Bélgica, Hamed (Hichem Yacoubi) é o proprietário de uma pequena loja de penhores. Ele veio do Iraque procurando por um melhor futuro para si, para sua esposa e para seu pequeno filho. Durante uma violenta revolta na rua, sua loja é saqueada e um precioso pote de café pelo qual tinha grande apreço é roubado. Hamed descobre quem é o ladrão e, independente de sua natureza pacífica, decide fazer justiça com as próprias mãos.

Já na Itália, Renzo (Dario Aita) é um apaixonado sommelier de café, mas trabalha ganhando pouco em um boteco local no país, que está cada vez mais em recessão. Quando sua namorada Gaia descobre que está grávida, ele se vê envolvido em um roubo a uma fábrica de café.

Do outro lado do planeta, na China, Fei (Fangsheng Lu) é um jovem e bem-sucedido gerente. Ele vai casar com a filha de seu chefe, o dono de uma grande empresa química. Tudo parece perfeito em sua vida até que pedem para ele cuidar de um problema em uma fábrica em Yunnan, a rica região de onde ele vem e centro da produção de café na China. Porém, uma misteriosa jovem artista irá forçá-lo a prestar contas por sua vida.

Para o diretor Cristiano Bortone, esse é um filme atual e reflete todas as incertezas que a sociedade está passando. “O mundo em que vivemos está passando por grandes mudanças e os desafios que fomos alertados estão aparecendo agora em toda sua intensidade. No filme, esses problemas são expressados através dos destinos que ligam esses três personagens em diferentes partes de um mundo cada vez melhor” diz o diretor.

SINOPSE

Sommeliers dizem que o café tem três sabores: amargo, azedo e perfumado. O filme conta três histórias, passadas em três lugares do mundo, ligadas por esse elemento simbólico. Na Bélgica, a loja do iraquiano Hamed é saqueada e seu precioso pote de café é roubado. Na Itália, um sommelier apaixonado se envolve em um assalto a uma fábrica de café. Na China, um jovem gerente é convidado a cuidar de uma fábrica que corre o risco de poluir um vale em Yunnan.

FICHA TÉCNICA

Direção: Cristiano Bortone
Elenco: Hichem Yacoubi, Dario Aita, Fangsheng Lu
Gênero: Drama
País: Itália, Bélgica, China
Ano: 2016
Classificação: 14 anos

 

Por Anna Barros

De Carona para o Amor estreia nesta quinta, 2

De Carona para o Amor estreia nesta quinta, 2

Motivado por razões pessoais, o ator e diretor Franck Dubosc colocou a mão na massa e resolveu dirigir o seu primeiro filme, “DE CARONA PARA O AMOR”, que estreia nesta quinta-feira, 02 de agosto no Rio de Janeiro. Na comédia, o diretor dá vida a Jocelyn, um empresário bem-sucedido e mentiroso que, cansado da mesmice, resolve se passar por um deficiente físico para conquistar a jovem Florence (Alexandra Lamy). O plano parecia perfeito até o dia em que a moça apresentou a sua irmã, também deficiente.

– Minha motivação foi duplamente pessoal: um dia, por causa da idade e porque ela não conseguia mais se mover, minha mãe começou a usar uma cadeira de rodas. A cadeira, símbolo da deficiência, se tornou uma solução porque, afinal, ela poderia se mover, sair de casa de novo. Mas ela protestou: ‘não vou poder fazer as compras de Natal porque não posso subir as escadas’. O que parecia ser uma oportunidade se transformou em obstáculo. Por outro lado, eu sempre quis contar uma história de amor fundada numa diferença, não cultural ou social, e sim física. É uma pergunta que sempre fiz a mim mesmo: e se eu me apaixonasse por uma pessoa deficiente? Seria uma visão do futuro certamente um pouco complicada. O amor seria mais forte que a razão? Acredito que sim, e por isso quis fazer este filme – explica o diretor e protagonista.

Além da história da mãe e eu interesse pela temática, Dubosc voltou ao passado e lembrou de uma paixão de infância com quem enfrentou os primeiros preconceitos. “Quando era criança, eu me apaixonei por uma garota fortemente estrábica. Todo mundo caçoava dela. Mas eu a via com outros olhos, se é que posso dizer assim. Sempre me pareceu que a diferença era uma vantagem, um charme. Mas sei que é preciso ser muito corajoso para aceitar, para construir uma vida com alguém diferente, para amá-la. Não sei se eu fui corajoso o suficiente”, confessa.

O diretor confessou ainda que, no começo do processo de escrita, ficou preocupado em tratar a deficiência com humor, mas que, assim como na vida, esqueceu ao longo do processo. “Quando encontramos alguém deficiente, no início prestamos bastante atenção a cada palavra que dizemos, mas quando a relação se aprofunda, não se presta mais atenção. Senão isso significaria não aceitar a diferença, colocar o outro à distância. Além disso, minha intenção nunca foi de debochar. Espero que as pessoas percebam isso”, completa.

SINOPSE

Jocelyn, empresário bem-sucedido, é um conquistador e mentiroso inveterado. Cansado de ser ele mesmo, acaba seduzindo uma bela e jovem mulher ao se passar por um deficiente físico. Até o dia em que ela lhe apresenta a irmã, também deficiente…

FICHA TÉCNICA

Direção: Franck Dubosc
Roteiro: Franck Dubosc
Gênero: comédia
País: França e Bélgica
Ano: 2018
Classificação: 12 anos

 

Por Anna Barros

Egon Schiele Morte e Donzela estreia nesta quinta, dia 19

Egon Schiele Morte e Donzela estreia nesta quinta, dia 19

O longa-metragem “EGON SCHIELE – MORTE E DONZELA”, de Dieter Berner, estreia nos cinemas nesta quinta-feira, 19 de julho, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Brasília, Recife, Vitória, Barueri, Niterói e Jaboatão dos Guararapes, distribuido pela Cineart Filmes. O filme traz a história do austríaco conhecido por seu brilhantismo e por ser um sedutor implacável. Baseado no livro de Hilde Berger “A Morte e a Donzela”, o longa traz Noah Saavedra no papel do protagonista.

– Quando eu estava no Ensino Médio, Egon Schiele foi um “insight”. Foi incrível quando, de repente, todos os meus colegas de classe decidiram que ele era o melhor pintor de todos. Ele era o pintor da nossa geração. Eu só vi filmes sobre ele depois, e fiquei muito insatisfeito com eles. O romance de Hilde Berger e o jeito como ela abordou a figura de Egon, que sempre foi fascinante, foi o que me deu a grande dica. Nós sempre escrevemos roteiros juntos, mas, inicialmente, ela disse que não seria um roteiro, que já era um romance. Nós começamos a trabalhar nisso, e a nossa abordagem consistia em tentar definir quais experiências nos trariam mais para perto desse pintor e nos diriam o que e o porquê de ele pintar – conta o diretor.

Berner disse ainda que, apesar de ser um admirador do trabalho de Schiele, nunca havia pensado em fazer um filme sobre o artista. “Foi só quando eu conheci a figura dele através de Hilde Berger, que a relação entre o homem e seu trabalho ficou clara. Só depois disso eu comecei a gostar da ideia de fazer um filme sobre isso, que é, contar a história do que as pinturas podem significar para alguém”, revela.

Segundo Berner, a partir da leitura do livro, foi possível entender que Schiele usava os desenhos como forma de fuga da realidade. “Era a sua maneira de entender o mundo, e, de alguma forma, lidar com ele”.

E, diante de um personagem com tantas particularidades, o diretor sabia da dificuldade que enfrentaria na escolha do ator protagonista. “Eu sabia desde o início que seria muito difícil encontrar alguém que fosse jovem e, ao mesmo tempo, tivesse a experiência de vida necessária para retratar um personagem tão complicado. É por isso que começamos bem cedo com o elenco”, revela.

Um ponto-chave no meu conceito era poder representar jovens, não os atores que interpretam os jovens, mas os atores que são realmente jovens diante das câmeras. Eu sabia desde o início que seria muito difícil encontrar alguém que fosse jovem e, ao mesmo tempo, tivesse a experiência de vida necessária para retratar um personagem tão complicado. É por isso que começamos bem cedo com o elenco. Por fim, vimos que seria necessário usar não-atores ou alguém recém-saído da escola de interpretação.

A escolha pelo modelo Noah Saavedra foi um risco que diretor resolveu correr. “Ele sequer conseguia juntar duas frases no começo, mas tinha aquela energia especial, aquela aura que eu associo a Schiele. Ele realmente acabou querendo se tornar um ator, foi para a escola de atuação e, finalmente, passou no exame de admissão da famosa Ernst Busch School, em Berlim. Ele também cursou dois semestres do curso de pintura e desenho na Academia de Belas-Artes de Viena, para que pudesse fazer os próprios desenhos no filme. Em outras palavras, consegui encontrar um jovem que fosse capaz de trazer essa energia essencial para interpretar o caráter excepcional de Egon Schiele”, elogia.

SINOPSE 

Jovem, talentoso, sedutor. Egon Schiele é um dos artistas mais provocativos de Viena no início do século XX. Sua vida e obra são impulsionados pelas mulheres que o cercam: Gerti, sua irmã e primeira musa. E Wally, seu grande amor de apenas 17 anos, imortalizada na famosa pintura “Morte e a Donzela”. Com seu estilo radical, Egon atrai artistas ousados como Gustav Klimt, mas causa um escândalo na sociedade local. Para defender sua arte, ele está disposto a sacrificar seu amor. E até sua vida.

FICHA TÉCNICA

Diretor: Dieter Berner
Roteiro: Hilde Berger e Diete Berner
Elenco: Noah Saavedra, Maresi Riegner, Valerie Pachner, Larissa Aimee Breidbach, Marie Jung, Elisabeth Umlauft, Thomas Schubert, Daniel Sträßer, Cornelius Obonya, André Jung, Nina Proll, Wolfram Berger  e Luc Feit
Direção de Fotografia : Carsten Thiele
Direção de Arte:  Götz Weidner, vsk
Edição:  Robert Hentschel
Música André Dziezuk
Figurino: Uli Simon
Maquiagem: Béatrice Stephany
Classificação: 14 anos

Por Anna Barros
 

 

https://youtu.be/xgjnSQticFk

Poltrona Estreias/Anna Barros

Poltrona Estreias/Anna Barros

Os Incríveis 2 (2018):

 

Na trama da sequência do aclamado “Os Incríveis” (2004), a família Pêra retorna, mas desta vez, é Helena quem está liderando uma campanha para trazer os super-heróis de volta, deixando Roberto em casa com Violeta, Flecha e o bebê Zezé, para viver o dia a dia heroico de uma vida “normal”. Quando um novo vilão traça um inteligente e perigoso plano, a família Pêra e o herói Gelado precisam encontrar um jeito de trabalhar juntos novamente. Com as vozes de Craig T. Nelson, Holly Hunter, Sarah Vowell, Bob Odenkirk e Samuel L. Jackson. Direção de Brad Bird.

 

Sicário: Dia do Soldado (2018):

 

Nesta sequência do longa de 2015, o misterioso Alejandro Gillick (Benicio Del Toro) e o oficial da CIA Matt Graver (Josh Brolin) trabalham juntos em uma audaciosa ação secreta que tem como alvo um chefão das drogas e que pode desencadear uma sangrenta guerra entre cartéis. O elenco conta ainda com Isabela Moner, Jeffrey Donovan, Manuel Garcia-Rulfo e Matthew Modine. Direção de Stefano Sollima.

 

Berenice Procura (2017):

Este longa é um suspense baseado no livro homônimo de Luiz Alfredo Garcia-Roza publicado em 2005 e conta a história de Berenice (Cláudia Abreu), uma taxista que tem uma obsessão por questões policiais e cenas de crime. Um dia, ela se interessa por um assassinato de um travesti e decide fazer sua própria investigação do caso. Com Eduardo Moscovis e Vera Holtz. Direção de Allan Fiterman.

Sexy por Acidente (2018):

Nesta comédia, Renee (Amy Schumer) é uma mulher que sofre com baixa autoestima e luta diariamente com sua insegurança. No entanto, após uma queda, ela passa a se ver diferente e acredita ser a mulher mais segura e bonita do mundo. Com isso, começa a viver de forma mais confiante. Com Michelle Williams e Emily Ratajkowski. Direção de Abby Kohn e Marc Silverstein.

 

Veja a resenha do Poltrona .

 

Por Anna Barros

Poltrona Estreias: Estreias da semana Natalina/Anna Barros

Poltrona Estreias: Estreias da semana Natalina/Anna Barros

 

Nosso querido Vitor Arouca está de folga por causa das escalas de Natal e Reveillon, então, eu, Anna Barros assume o Poltrona Estreias dessa semana natalina! Natal é o nascimento de Jesus, tempo de reunir a família, mas também tempo de ver ótimos filmes!

As estreias dessa semana são:

 

1- Corpo e Alma

 

Sinopse: Uma história de amor que começou em sonho, literalmente. Numa dualidade entre o dormir e o acordar, dois jovens que não se conhecem têm sonhos exatamente iguais, e acabam se encontrando diariamente todas as noites nesse mundo paralelo de fantasia. Quando chega a hora de se encontrarem de verdade, a situação se mostra ainda mais complexa.

 

É o representante da Hungria na corrida pela Estátua Dourada de Melhor Filme Estrangeiro.

Veja a crítica do Poltrona.

 

 

 

 

 

 

2- O Rei do Show

 

Sinopse: A história de P.T. Barnum (Hugh Jackman), showman empreendedor conhecido como “Príncipe das falcatruas”. Entre suas criações estão um museu de curiosidades e um circo próprio, em que eram apresentados animais, freaks e fraudes de todo tipo. Lá ele inventou o “O Maior Espetáculo da Terra”, em cartaz até hoje no Ringling Bros. and Barnum & Bailey Circus.

 

Concorre a seis Globos de Ouro esse musical e mega-produção. Dos produtores de La la Land.

 

 

 

 

3– Suburbicon: Bem-vindos ao Paraíso

 

Sinopse: O mistério de um crime envolvendo uma família durante a década de 50, onde o melhor e o pior da humanidade é refletido através dos atos de pessoas aparentemente comuns. Quando uma invasão de domícilio se torna mortal, uma família de imagem perfeita se submete à chantagem, vingança e traição.