Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

deus-nao-esta-morto-uma-luz-na-escuridao.jpgDeus Não Está Morto 3 – Uma Luz na Escuridão: Drama de Michael Mason.

Sinopse: Quando um fogo mortal engole a Igreja de Saint James, devastando a congregação e o Pastor Dave, a universidade vizinha Hadleigh University usa a tragédia para tentar despejar a igreja do campus. A batalha logo se levanta entre a igreja e a comunidade, o Pastor Dave contra seu amigo de longa data Thomas Ellsworth, o presidente da universidade, envolvendo também a estudante Keaton, membro do ministério da igreja, questionando sua fé cristã.

 

o-candidato-honesto-2-o-impitchimentO Candidato Honesto 2: Comédia de Roberto Santucci.

Sinopse: Depois de ter confessado todos os crimes, João foi condenado a dez anos de cadeia, mas cumpriu apenas quatro. Apesar de não querer mais saber de política, ele é convencido a se candidatar mais uma vez à presidência da República. O povo o adora! Afinal, é um político que não mente. Um ano se passa, o Brasil está em meio a uma grande crise, o governo de João Ernesto é uma lástima e o país está quebrado. Sob influência do vice, João vai se meter em pedaladas que podem lhe custar um impeachment. Ou seria um golpe? Só o futuro dirá.

Veja a crítica.

 

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Os Jovens Titãs Em Ação! Nos Cinemas – Animação de Aaron Horvath e Peter Rida Michail.

Sinopse: Robin, Ciborgue, Estelar, Ravena e Mutano são os Jovens Titãs. Ao perceberem que todos os super-heróis estão estrelando filmes, eles decidem se mobilizar para também ter espaço nas telonas. O líder do grupo, Robin, está determinado a ser visto como um astro e com ideias malucas e até uma canção eles partem em busca de um diretor de Hollywood, mas acabam enganados por um supervilão.

Resenha do Filme: https://poltronadecinema.wordpress.com/2018/08/29/poltrona-cabine-os-jovens-titas-em-acao-nos-cinemas-cesar-augusto-mota/

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Yonlu: Drama de Hique Montanari.

Sinopse: Vinícius Gageiro, mais conhecido como Yonlu, é um jovem poeta, músico e desenhista, além de ser fluente em quatro idiomas. Apesar de talentoso, ele decidiu dar fim à sua vida depois de ingressar em uma comunidade virtual de assistência para potenciais suicidas.

 

 

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Ferrugem: Drama de Aly Muritiba.

Sinopse: Assim como a maioria das meninas adolescentes Tati ama compartilhar sua vida nas redes sociais. Porém, quando menos espera, ela vai ter que amadurecer e lidar com as consequências de seus atos, depois que algo que ela não queria que se tornasse público é divulgado no grupo do WhatsApp de sua turma de colégio.

Por: Vitor Arouca

 

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana/ Parte 2

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana/ Parte 2

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Benzinho:  Drama de Gustavo Pizzi.

Sinopse: O primogênito de uma família de classe média é convidado para jogar handebol na Alemanha e lança sua mãe em uma espiral de sentimentos pois, além de ajudar a problemática irmã, lidar com as instabilidades do marido e se desdobrar para dar atenção ao seus outros filhos, ela terá de enfrentar sua partida antes de estar preparada para tal.

 

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Café com Canela: Drama de Ary Rosa e Glenda Nicácio.

Sinopse: Após perder o filho, Margarida vive isolada da sociedade. Ela se separa do marido Paulo e perde o contato com os amigos e pessoas próprias. Um dia, Violeta bate à sua porta. Trata-se de uma ex-aluna de Margarida, que assume a missão de devolver um pouco de luz àquela pessoa que havia sido importante pra ela na juventude.

 

 

 

slender-man-pesadelo-sem-rosto.jpgSlender Man: Pesadelo Sem Rosto – Terror de Sylvain White.

Sinopse: Segundo o folclore, “Slender Man” é homem muito alto, magro e sem rosto, que persegue e sequestra pessoas – principalmente crianças – e as obriga a cometer atos terríveis.

https://www.youtube.com/results?search_query=sleander+mane

Por: Vitor Arouca

 

 

 

Poltrona Estreia/Anna Barros

Poltrona Estreia/Anna Barros

1- Troca de Rainhas

 

Em 1721, para manter a paz entre França e Espanha após anos de guerra, o Regente do Reino da França, Philippe d’Orléans (Olivier Gourmet), propõe uma troca de princesas que resulta no noivado do rei da França, Louis XV (Igor van Dessel), de 11 anos, com Anna Maria Victoria (Juliane Lepoureau), 4 anos, e as do príncipe herdeiro Louis, de 11 anos, com Louise-Elisabeth d’Orleans (Anamaria Vartolomei), 12 anos. Porém, a chegada dessas princesas pode comprometer os jogos de poder na Corte.

 

 

2- Mentes Sombrias

 

Em um mundo apocalíptico, onde uma pandemia mata a maioria das crianças e adolescentes da América, alguns sobreviventes desenvolvem poderes sobrenaturais. Eles então são tirados pelo governo de suas famílias e enviados para campos de custódia. Entre elas está Ruby (Amandla Stenberg), que precisa se esconder entre as crianças sobreviventes devido ao poder que possui.

 

 

 

 

 

3- A Outra Mulher

 

Daniel (Daniel Auteuil) é um homem de imaginação fértil que, ao conhecer a nova namorada de seu melhor amigo, se pega fantasiando sobre ela. Ele é casado com uma mulher por quem se sente apaixonado, mas não conseguindo escapar de suas fantasias, ele deixa a cautela de lado e está disposto a realizar seus mais loucos sonhos.

 

 

 

4- Christopher Robin, um reencontro inesquecível

 

Christopher Robin (Ewan McGregor) já não é mais aquele jovem garoto que adorava embarcar em aventuras ao lado de Ursinho Pooh e outros adoráveis animais no Bosque dos 100 Acres. Agora um homem de negócios, ele cresceu e perdeu o rumo de sua vida, mas seus amigos de infância decidem embarcar no mundo real para ajudá-lo a se lembrar que aquele amável e divertido menino ainda existe em algum lugar.

 

Trecho inéditod e O Animal Cordial revela a cena mais difícil de ser filmada

Trecho inéditod e O Animal Cordial revela a cena mais difícil de ser filmada

A diretora Gabriela Amaral Almeida não tem dúvidas ao eleger a cena do assalto como a mais complicada de ser rodada do longa O ANIMAL CORDIALque estreia nos cinemas dia 9 de agosto. Produzido por Rodrigo Teixeira, da RT Features, com coprodução do Canal Brasil e distribuição da California Filmes, O ANIMAL CORDIAL é o primeiro slasher movie (subgêneros do terror, caracterizados, dentre outras marcas, pelo uso de violência gráfica extrema) dirigido por uma mulher no Brasil.

Para colocar em prática as 15 páginas de roteiro, a diretora revela que foi necessário uma semana de filmagens. “A cena mais difícil de escrever e filmar – arcos sinuosos, mise-en-scène coreografada, efeitos especiais e por aí vai. Ajudou muito o fato de termos filmado na ordem cronológica. A equipe inteira vibrou quando rodamos o último plano desta cena”, conta.

A história se passa em uma única noite em um restaurante de classe média alta em São Paulo que é invadido, no fim do expediente, por dois ladrões armados. O dono do estabelecimento, o cozinheiro, uma garçonete e três clientes são rendidos e precisam lidar com a situação. O local torna-se palco dos mais diferentes embates: empregados x patrão; ricos x pobres; homens x mulheres; brancos x negros. Civilização e barbárie: os dois conceitos se alternam na claustrofobia de um espaço, que vai sendo desconstruído à medida que soluções “cordiais” se tornam impossíveis.

O gênero já faz parte do portfólio da produtora baseada em São Paulo, que tem títulos como “A Bruxa’, de Robert Eggers, e “Quando Eu Era Vivo”, de Marco Dutra. Pode-se dizer, que faz parte de uma nova onda de produção no terror no Mundo, que não busca envolver a plateia através de sustos fáceis e truques clichês. São filmes mais complexos, com diretores que dialogam com o gênero de cinema de arte e que buscam também trazer reflexões sociais.

Para Rodrigo Teixeira, esta nova forma de encarar o gênero também pode ser comercial: “Acho que existe um tipo de filme de terror que faz terror com menos clichês como uma opção de subverter o gênero de uma maneira inteligente e isso também atrai público“.

O filme tem no elenco Murilo Benício (Inácio), o dono pacato do estabelecimento, Luciana Paes (Sara), a fiel garçonete do restaurante, Ernani Moraes (Amadeu), Jiddu Pinheiro (Bruno) e Camila Morgado (Verônica) como os fregueses, e Irandhir Santos na pele do cozinheiro (Djair). Completam o elenco Humberto Carrão, Ariclenes Barroso, Thais Aguiar, Eduardo Gomes e Diego Avelino.

O ANIMAL CORDIAL teve sua estreia mundial no 21º Fantasia International Film Festival no Canadá, um dos mais tradicionais festivais dedicados a filmes fantástico, de horror, terror e demais subgêneros no mundo. Depois da estreia, seguiu para Sitges (Espanha), L’Etrange (França), Razor Reel Flanders Film Festival (Bélgica), dentre outros festivais que celebram o gênero do horror e do fantástico. No Brasil, foi exibido no Festival Internacional de Cinema do Rio, que deu a Murilo Benicio o prêmio de Melhor Ator; no Janela Internacional de Cinema do Recife; no Panorama Internacional Coisa de Cinema, em Salvador; no Rio Fantastik Festival, onde Gabriela Amaral Almeida levou o prêmio de melhor roteiro original,  e FantasPoa 2018, que premiou Luciana Paes e Gabriela Amaral Almeida como melhor atriz e melhor diretora.

Acompanhe mais novidades através das páginas oficiais do filme: Facebook O Animal Cordial

SINOPSE

Um restaurante de classe média em São Paulo é invadido, no fim do expediente, por dois ladrões armados. O dono do estabelecimento, o cozinheiro, uma garçonete e três clientes são rendidos. Entre a cruz e a espada, Inácio – o homem pacato, o chefe amistoso e cordial – precisa agir para defender seu restaurante e seus clientes dos assaltantes.

FICHA TÉCNICA

Direção e roteiro: Gabriela Amaral Almeida
Argumento: Gabriela Amaral Almeida e Luana Demange
Elenco: Murilo Benício, Luciana Paes, Ernani Moraes, Jiddu Pinheiro, Camila Morgado, Irandhir Santos, Humberto Carrão, Ariclenes Barroso, Thais Aguiar, Eduardo Gomes e Diego Avelino
Produtor: Rodrigo Teixeira
Co-produtor: Canal Brasil
Produção Executiva: Ana Kormanski, Daniel Pech e Raphael Mesquita
Direção de Fotografia: Barbara Alvarez
Direção de Arte: Denis Netto
Figurino: Diogo Costa
Maquiagem: André Anastácio
Som Direto: Gabriela Cunha
Diretora de Produção: Thais Morresi
Montador: Idê Lacreta
Desenho de som: Daniel Turini e Fernando Henna
Trilha Sonora: Rafael Cavalcanti
Supervisor de pós-produção: Henrique Viana
Idioma: Português
Gênero: Thriller/ Slasher/ Gore
Ano: 2017
País: Brasil
Classificação: 18 anos

SOBRE A DIRETORA

O ANIMAL CORDIAL é o primeiro projeto de longa-metragem de Gabriela Amaral Almeida. Diretora, roteirista e dramaturga, Gabriela é Mestre em literatura e cinema de horror pela UFBA (Brasil) com especialização em roteiro pela Escuela Internacional de Cine y TV (EICTV) de Cuba. Escreveu (e escreve) para outros diretores, como Walter Salles, Cao Hamburger e Sérgio Machado. Como diretora, realizou os curtas “Náufragos” (2010, co-dirigido com Matheus Rocha), “Uma Primavera” (2011), “A Mão que Afaga” (2012), “Terno” (2013, co-dirigido com Luana Demange) e “Estátua” (2014). O conjunto de seus curtas foi selecionado para mais de cem festivais nacionais e internacionais, tais como o Festival de Cinema de Brasília, o Festival Internacional de Cinema de Roterdã, o Festival de Curtas de Nova York, dentre outros. São destaque os prêmios recebidos por algumas destas obras, como os prêmios de melhor roteiro, melhor atriz (para Luciana Paes) e prêmio da crítica no 45o Festival de Cinema de Brasília para “A Mãoque Afaga”, e os prêmios de melhor atriz (para Maeve Jinkings) e melhor roteiro para “Estátua!”, nomesmo festival, dois anos depois. Com o seu projeto de longa-metragem “A Sombra do Pai”, foi selecionada para os laboratórios de Roteiro, Direção e Música e Desenho de Som do Sundance Institute. O projeto contou com a assessoria de Quentin Tarantino (“Pulp Fiction”), Marjane Satrapi (“Persépolis”), Robert Redford (“Butch Cassidy and the Sundance Kid”), dentre outros.

Seu mais recente trabalho como roteirista foi para o média-metragem “A Terra Treme”, drama ambientado na tragédia ambiental ocorrida em Mariana, Minas Gerais. Dirigido por Walter Salles, o curta integra uma antologia composta por cinco curtas, dirigidos por outros quatro diretores além de Salles: Aleksey Ferdochenko (Rússia), Madhur Bhandarkar (Índia), Jahmil X.T. Qubeka (África do Sul) e Jia Zhangke (China). O filme coletivo estreia no Festival de cinema BRICS, em Chengdu, na China, em junho deste ano (2017). Atualmente, trabalha no desenvolvimento de seu próximo longa-metragem, uma fábula de exorcismo (ainda sem título), a ser produzida também pela RT Features. Nos Estados Unidos, é agenciada pela WME.

Por Anna Barros
A Moça do Calendário estreia dia 27 de setembro

A Moça do Calendário estreia dia 27 de setembro

Consagrada atriz e diretora do cinema nacional, Helena Ignez já tem data para lançar seu mais recente filme, “A MOÇA DO CALENDÁRIO” que estreia nos cinemas brasileiros no dia 27 de setembro com distribuição da Pandora Filmes. Quinto longa dirigido por Helena, o filme é baseado em um roteiro escrito por seu marido, Rogério Sganzerla, antes de sua morte, em 2004. O texto foi adaptado por Helena e fala sobre as contradições do país, a luta de classes, as questões de gênero e o sonho como agente libertador.

O filme acompanha Inácio (André Guerreiro Lopes), ex-gari, mecânico e dublê de dançarino desmotivado que trabalha numa oficina mecânica e sonha com uma Moça do Calendário (Djin Sganzerla), musa dos seus desejos e fantasias. Para Helena, “A MOÇA DO CALENDÁRIO” se trata de um “filme utópico”, que busca a “descolonização do pensamento”.

Por “utópico”, a diretora defende a criação de uma sociedade anticapitalista, na qual não existam desigualdades sociais. Através da “descolonização”, imagina uma estrutura alheia aos filmes convencionais, adotando questões políticas, sociais e estéticas tipicamente brasileiras. “A MOÇA DO CALENDÁRIO” busca resgatar o espírito anárquico, do tropicalismo e demais vanguardas do cinema brasileiro.

A diretora Helena Ignez diz: A MOÇA DO CALENDÁRIO é um roteiro feminista em um universo masculino. Eu vejo o homem com muito carinho, até porque o protagonista é um homem, o Inácio, mecânico de uma oficina chamada Barato da Pesada. O filme tem muito humor, e é um humor que já estava no roteiro do Rogério e eu mantive. Ao mesmo tempo adicionei algumas questões muito importantes sobre o trabalho no século XXI, a Sociedade do Cansaço.”
Exibido em mais de 15 festivais em 2017, entre eles a Mostra de São Paulo e o Festival de Brasília, o filme foi premiado no Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria, como Melhor Filme – Voto Popular, Melhor filme do Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino, Prêmios de Melhor Filme Longa Nacional, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Direção de Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Direção de Arte, Melhor Ator no 41º Festival Guarnicê de Cinema, além de ser elogiado pela crítica especializada. “A Moça do Calendário pode ser visto como sátira ou drama social. O certo é que Helena retorna aqui, de forma bem pessoal, ao espírito (popular) dos primeiros filmes com Sganzerla. O cinema como exercício de liberdade”, elogiou Inácio Araújo, da Folha de S. Paulo, que deu cotação máxima, de cinco estrelas ao filme. “Há filmes que falam da liberdade, sem exercê-la. Outros, muitíssimo difíceis de ser encontrados, são libertários em sua essência. ‘A Moça do Calendário’ é dessa segunda família”, elogiou Luiz Fernando Zanin, de O Estado de S. Paulo.

SINOPSE  

O filme A Moça do Calendário conta a história de Inácio, quarenta anos, casado, sem emprego fixo.  Ex-gari Inácio trabalha como dublê de dançarino e mecânico da oficina Barato da Pesada, onde sonha com a Moça do Calendário. No filme o real e o sonho se entrelaçam.

Ficha Técnica:

Direção: Helena Ignez
Roteiro Original: Rogério Sganzerla
Roteiro Adaptado: Helena Ignez
Elenco: Djin Sganzerla, André Guerreiro Lopes, Mário Bortolotto, Zuzu Leiva, Claudinei Brandão, Eduardo Chagas, Naruna Costa e Barbara Vida
Diretora Assistente: Michele Matalon
Direção de Fotografia e Câmera: Tiago Pastoreli
Montagem: Sergio Gagliardi
Direção de Arte: Fabio Delduque
Figurino: Sonia Ushiyama
Seleção Musical: Helena Ignez
Narração: Helena Ignez
Produção Executiva: Sinai Sganzerla
Direção de Produção: Michele Matalon
Produção e realização: Mercúrio Produções
Co-Produção: SPCINE
Distribuição: Pandora Filmes
Classificação: 16 anos
Duração: 86 minutos
País: Brasil
Ano: 2017

Prêmios e festivais:

  • 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro – Hors Concour, 2017
  • 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, 2017
  • X Janela Internacional de Cinema de Recife, 2017
  • XIII Panorama Internacional Coisa de Cinema, Bahia, 2017
  • 25º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, São Paulo, 2017
  • 9º Semana Festival de Cinema, Rio de Janeiro (Semana dos Realizadores), 2017
  • 14ª Edição do Festival de Cinema do Vale do Ivinhema, Mato Grosso do Sul, 2017
  • 12ª edição Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino, 2017 – Grande Prêmio Femina Competição Nacional
  • Mostra Retrospectiva Expectativa, Cinema do Dragão de Fortaleza, 2018
  • 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes, Filme de Encerramento, 2018
  • 2ª Mostra Lugar de Mulher é no Cinema, Salvador, 2018
  • 17ª Mostra do Filme Livre, 2018
  • 21º Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira, Portugal, 2018 – Prêmio do Público e Prêmio Melhor Ator André Guerreiro Lopes
  • Tropical Underground – Lecture & Film in Frankfurt no Deutsches Filmmuseum, Alemanha 2018;
  • Mostra Imagem dos Povos, Belo Horizonte, 2018;
  • Mostra Cinema e Reflexão, no Instituto CPFL, 2018;
  • 41º Festival Guarnicê de Cinema, 2018 – Prêmios: Melhor Filme Longa Nacional, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Direção de Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Direção de Arte, Melhor Ator;
  • FIM – Festival Internacional de Mulheres no Cinema, 2018;
  • Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer, 2018.

SOBRE A DIRETORA

Helena Ignez estreou como atriz em 1959 sob a direção de Glauber Rocha, no curta metragem “Pátio”. A partir de então, atuou em um grande número de filmes do Cinema Novo, como “A Grande Feira”, “O Grito da Terra”, “Assalto ao Trem Pagador” e “O Padre e a Moça”. Em 1968 começou sua parceria criativa com o diretor Rogério Sganzerla e atuou em quase todos os seus filmes.

Com mais de 50 anos de produção nos vários campos das artes cênicas e cinematográficas, ela Já foi homenageada na Ásia e também na Europa, a exemplo do 20º Fribourg International Film Festival, na Suíça, cuja Mostra “La Femme du Bandit” apresentou 25 de seus filmes; e do 17º Festival of Kerala, na Índia, que exibiu seis dos filmes em que ela trabalhou como atriz ou diretora. Em 2017 foi a homenageada do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Ainda na Suíça, como artista plástica, ela estreou a cine-instalação “Electric Sganzerland”, no Centre D’Art Contemporain – Fri-Art.

Após a realização do curta-metragem “A Miss e o Dinossauro”, de 2005, seu primeiro longa como diretora, “Canção de Baal”, ganhou o Prêmio de Melhor Filme da Crítica no Festival de Gramado, em 2009, e o Prêmio Anno Unno no Festival Il Mille Occhi, em Trieste, Itália, um reconhecimento pela sua contribuição à linguagem cinematográfica. Com este filme a diretora foi homenageada no 12º Festival de Cinema Luso Brasileiro em Portugal e no 4º CinePort.  Em 2008, o filme também foi selecionado para o Festival do Rio (Midnight Movies); para 32º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; além do Festival Internacional de Goa, na Índia, e do Festival Internacional de Cine Independente de Buenos Aires – BAFICI-Argentina.
Seu segundo longa, “Luz nas Trevas: A Volta do Bandido da Luz Vermelha” (2010), realizado a partir do roteiro original de Rogério Sganzerla, teve sua premiere em 2010, no 63º Festival de Cinema de Locarno, na Suíça, em Competição Oficial, onde recebeu da crítica o Prêmio Boccalino d’Oro de Melhor Filme.

Em 2016 foi lançado nos cinemas o seu longa-metragem intitulado Ralé, o filme também foi exibido no 34º Filmfest Munchen, na Alemanha. Helena recebeu o Prêmio de Melhor Direção no 23º Festival Mix Brasil em 2015 e no 39º Festival Guarnicê de Cinema em 2016, onde o filme também recebeu o Prêmio Melhor Trilha Sonora. Também em 2016 Zé Celso recebeu Menção Honrosa no Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema por sua atuação em Ralé.

 

Por Anna Barros