Novo filme de Julio Bressane, CAPITU E O CAPÍTULO recebe pôster e trailer

Novo filme de Julio Bressane, CAPITU E O CAPÍTULO recebe pôster e trailer

Inspirado na obra de Machado de Assis, filme traz Mariana Ximenes, Vladimir Brichta e Enrique Diaz nos papéis principais; estreia acontece com exclusividade nos cinemas no dia 27 de julho
ASSISTA AO TRAILER:
https://youtu.be/Jre3293igmA

Um dos maiores clássicos da literatura nacional, Dom Casmurro, ganha uma nova leitura cinematográfica pelas mãos de Julio Bressane, com pôster e trailer divulgados e data de estreia anunciada para o dia 27 de julho. Em CAPITU E O CAPÍTULO, o diretor parte do que há de mais cinematográfico em Machado de Assis, e, em suas palavras, “a trama machadiana, distorcida, é transpassada por cenas, trechos, farrapos de filmes e texturas que se desdobram em capítulos de uma ficção escondida, ainda não vista, que se desvela, e recomeça em outro solo, em outro cosmos…”.

O título parte de um pequeno poema que Haroldo de Campos declamou ao próprio Bressane, em 1984. “‘O importante no Dom Casmurro não é a Capitu, mas o capítulo…’, disse-me. Capitu/Capítulo, este breve e lapidar poema, logo que o ouvi pela primeira vez, fiquei enfeitiçado, possuído por sua brevidade musical. Porém, naquele momento, não percebi, não alcancei, não compreendi toda sua extensão… Extensão na qual o Capítulo é pathos, emoção ultra acumulada, emoção extrema represada, escondida lá no fundo, oculta por severa sombra, bloqueada, sem saída. Pathologico.”

No filme, Mariana assume o famoso papel de Capitu, cujos “olhos de cigana oblíqua e dissimulada” seduzem o jovem Bentinho (Vladimir), que, anos mais tarde, na maturidade, narra toda essa história, assumindo o apelido de Casmurro (Enrique). O que era amor se tornou um ciúme doentio, em devaneios do protagonista, que acabaram consumindo a paixão.

Bressane viu em Machado a possibilidade de o transformar em filme, novamente, como já fizera com “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, em 1985. “A prosa capitular sugere a montagem cinematográfica. Os capítulos são retalhos de outros capítulos, de outras ficções, de outros recomeços, traço apagado de um perfil”, comenta sobre Dom Casmurro.

“Machado de Assis um inovador e inventor, momento alto na língua portuguesa, escreveu no século XIX e início do século XX. Viveu toda sua vida, sua existência, no Rio de Janeiro. Em um meio importado, Machado chamava ‘cultura de empréstimo’, procurou fixar e expandir e respirar, naquele solo hostil, a literatura (clube Rabelais) e a música (clube Beethoven)”, complementa.

Com a fotografia assinada por Lucas Barbi (“Os Primeiros Soldados”), o filme encontra na pintura um de seus principais diálogos. “A pintura surge no início do filme com o lendário perfil riscado a carvão por uma jovem apaixonada da sombra do rosto de seu bem-amado projetada em um muro. É o nascimento da pintura. O feminino faz seu voo pela pintura. Um delicado rosto de mulher sobrevivente de uma parede de Pompeia, uma máscara descorada do espanto vulcânico, um bosque francês antigo, desfile de quadros desconhecidos, de pintores desconhecidos, de filmes desconhecidos, em enquadramentos estratégicos, são o pigmento da trama, o infra-senso da montagem, a conversa de olhares do ontem engomado na espessura do hoje.”

Nessas imagens, as flores, os arranjos de flores, os vestidos de flores, as pinturas de flores surgem como um forte elemento. “Seu cuidado e delicadeza tem vida no drama que diante delas se desenvolve. As cores de suas pétalas dramatizam a imagem, insinuam- se pela vida. Pela vida breve, passageira, inconstante, de nossos baldios e ingratos sentimentos amorosos… Nos arranjos florais a cor das pétalas mais constante, privilegiada, é a cor roxa. Há no português falado no Brasil a expressão popular ‘roxo de ciúme’.”

A música, por sua vez, é outro elemento importante em CAPITU E O CAPÍTULO“A trilha é feita da contribuição dos sons provenientes do instante da gravação da própria cena. Longos silêncios, pios de pássaros, passos, abalos sísmicos, trovões, castanholas, gotejar da água, roçar do vento, rangidos de madeira seca, o fervor das ondas revoltas do mar, a sonoridade de certas palavras, a sonoridade de certas imagens, cordas da viola e do violino, o samba na voz grave de Jamelão, toda essa colcha sonora de retalhos compõe a música do filme.”

Entre outras coisas, o longa ressalta a importância de Machado para a cultura brasileira, e o Brasil como um todo. “O genial escritor brasileiro, preto, nascido pobre, marcado pelo temor da epilepsia, do implacável ataque imprevisto, foi um escritor e leitor miraculoso. Leitor forte ele desborda, ultrapassa, reescreve, recria, introduz uma música de beleza nova em uma planta transplantada de outro chão”, conclui o cineasta.

CAPITU E O CAPÍTULO é uma produção da TB Produções e uma coprodução Globo Filmes, distribuído pela Pandora Filmes. No FestCine Aruanda, o longa ganhou diversos prêmios, entre eles, Melhor Filme, Direção e Prêmio da Associação Brasileira de Críticos – Abraccine, e teve estreia mundial no Festival de Roterdã.

Sinopse
Olhares, atitudes, vicissitude e passionalidade, novas e antigas percepções. Trama que permeia a inquietude trazida pelo sentimento mais primitivo que o ser humano pode experimentar, criando e sorvendo o fantasma criado pelo ciúme, desdobrando-se em intrigas capitulares criadas por Bentinho em devaneios que o tomam sobremaneira pelo amor doentio por sua Capitu.

Ficha Técnica
Direção: 
Julio Bressane
Roteiro: Julio Bressane, Rosa Dias
Produtores:  Tande Bressane, Bruno Safadi
Produtor Associado: Cacá Diegues
Coprodutora: Globo Filmes
Elenco: Mariana Ximenes, Enrique Diaz, Vladimir Brichta, Djin Sganzerla, Saulo Rodrigues, Josie Antello, Claudio Mendes
Direção de Fotografia: Lucas Barbi
Direção de Arte: Isabela Azevedo, Moa Batsow
Figurino: Daniela Aparecida Gavaldão, Luísa Horta
Montagem: Rodrigo Lima
Gênero: drama
País: Brasil
Ano: 2021
Duração: 75 minutos

Sobre Julio Bressane
Um dos maiores representantes do cinema brasileiro, Julio Bressane começou a fazer cinema como assistente de direção de Walter Lima Júnior, em 1965. Seu nome ganhou mais notoriedade após a realização do documentário sobre Maria Bethânia, cantora que estreou nacionalmente em 1965 e logo virou uma das maiores estrelas brasileiras. Em 1967, lançou sua primeira ficção, “Cara a Cara”. Em 1970, fundou a Belair Filmes em sociedade com o também cineasta Rogério Sganzerla. Eles optaram por um modelo de realizar filmes de baixo custo e produção e com isso conseguiram rodar seis longas-metragens em apenas seis meses. Bressane chegou a se exilar em Londres, no início dos anos 1970, mas voltou ao Brasil alguns anos depois e fez um filme atrás do outro, usando a chanchada e o deboche como suas principais características. Em 50 anos de carreira Julio Bressane dirigiu 60 filmes que rodaram pelos principais festivais do mundo como Cannes, Veneza, Brasilia, Rotterdã, entre muitos outros.

Sobre a TB Produções Ltda
Fundada por Tande Bressane e Bruno Safadi, a TB Produções existe desde 1998, quando produziu “São Jerônimo”, de Julio Bressane, exibido no Festival de Veneza de 1999. Em seus 25 anos de existência, a TB Produções produziu 30 longas-metragens e tem se destacado no mercado como produtora de filmes de autor, produzindo todos os últimos filmes de Julio Bressane, diretor com retrospectivas no Festival de Rotterdam, BAFICI, Turim, Valdívia e Indie Lisboa, e de Bruno Safadi, além de filmes de Noa Bressane, Rodrigo Lima e Moa Batsow. Os filmes da produtora participaram de Festivais como Cannes, Veneza, Locarno, Rotterdam, Havana, Seattle, Uruguay, Kerala (Índia), Era New Horizonts (Polônia), Sheffield (Inglaterra), IndieLisboa, Lima, Munique, Brasília, Gramado, Rio, São Paulo, Tiradentes, Recife e Bahia, tendo sido premiados em diversos deles.

Os títulos da produtora chegaram ao circuito comercial das salas de cinema:

Longas-Metragens:
Leme do Destino (2022) – Direção: Julio Bressane (concluído) 
A Longa Viagem do Ônibus Amarelo (2021) Direção: Julio Bressane (concluído)
Lilith (2020) Direção: Bruno Safadi (concluído)
Capitu e o Capítulo (2019) Direção: Julio Bressane (estreia em 27 de julho de 2023)
Sedução da Carne (2018) – Direção: Julio Bressane
Beduíno (2015) – Direção: Julio Bressane
Garoto (2015) – Direção: Julio Bressane
O Prefeito (2015) – Direção: Bruno Safadi
O Espelho (2015) – Direção: Rodrigo Lima
Origem do Mundo (2015) – Direção: Moa Batsow
O Fim de uma Era (2014) – Direção: Bruno Safadi e Ricardo Pretti
Educação Sentimental (2013) – Direção: Julio Bressane
O Uivo da Gaita (2013) – Direção: Bruno Safadi
Éden (2012) – Direção: Bruno Safadi
O Batuque dos Astros (2012) – Direção: Julio Bressane
Rua Aperana 52” (2011) – Direção: Julio Bressane
A Erva do Rato (2008) – Direção: Julio Bressane
Cleópatra (2007) – Direção: Julio Bressane
Meu nome é Dindi (2007) – Direção: Bruno Safadi
Filme de Amor (2003) (coprodutora) – Direção: Julio Bressane
Dias de Nietzsche em Turim (2001) – Direção: Julio Bressane
São Jerônimo (1999) – Direção: Julio Bressane

Curtas-Metragens:
Tabu Totem (2005) – Direção: Bruno Safadi
Uma Estrela pra Ioiô (2003) – Direção: Bruno Safadi
Nietzsche em Nice (2002) – Direção: Julio Bressane
Na Idade da Imagem (2002) – Direção: Bruno Safadi
Gosto que me Enrosco (2001) – Direção: Bruno Safadi

Sobre a Globo Filmes
Construir parcerias que viabilizam e impulsionam o audiovisual nacional para entreter, encantar e inspirar com grandes histórias brasileiras – do cinema à casa de cada um de nós. É assim que a Globo Filmes atua desde 1998. Com mais de 450 filmes no portfólio, como produtora e coprodutora, o foco é na qualidade artística e na diversidade de conteúdo, levando ao público o que há de melhor no nosso cinema: comédias, romances, infantis, dramas, aventuras e documentários. A filmografia vai de recordistas de bilheteria, como Tropa de Elite 2 e Minha Mãe é uma Peça 3 – ambos com mais de 11 milhões de espectadores – a sucessos de crítica e público como 2 Filhos de FranciscoAquariusQue Horas Ela Volta?O Palhaço e Carandiru, passando por longas premiados no Brasil e no exterior, como Cidade de Deus – com quatro indicações ao Oscar – e Bacurau, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. Títulos mais recentes como MarighellaTurma da Mônica: Lições e Medida Provisória fizeram o público voltar às salas pós-pandemia para prestigiar um cinema que fala a nossa língua.

Sobre a Pandora Filmes
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square: A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

Filme “De perto ela não é normal” com Suzana Pires, Ivete Sangalo, Marcelo Serrado e Gaby Amarantos começa filmagens

Filme “De perto ela não é normal” com Suzana Pires, Ivete Sangalo, Marcelo Serrado e Gaby Amarantos começa filmagens

Após Suzana Pires ​rodar os palcos de todo o país e chegando até Portugal, levando mais de 500 mil pessoas ao teatro, a Escarlate Conteúdo Audiovisual leva o monólogo “De Perto Ela Não é Normal” para os cinemas. Dirigida por Cininha de Paula (“Crô em família” e “Duas de mim”), o filme tem coprodução da Globo Filmes , distribuição da H20 Films e produção associada de Carlos Diegues. Protagonizada por Suzana Pires, que interpreta três personagens na trama, a comédia conta também com Ivete Sangalo, Marcelo Serrado, Samantha Schmutz  Gaby Amarantos e Laura Cardoso.  O roteiro é da própria Suzana (coautora ao lado de Walter Negrão de novelas como “Sol Nascente” e “Flor do Caribe”), que escreve pela primeira vez para o cinema, em parceria com Martha Mendonça e Renato Santos. O longa-metragem começa a ser rodado no dia 10 de agosto.

 

Cristina Pereira, Maria Clara Gueiros, Jane Di Castro, Arthur Aguiar e o ator mirim João Bravo somam ao elenco. “De perto ela não é normal” contará com diversas participações especiais, como Thalita Rebouças, David Brazil, Lenny Niemeyer, Tati Quebra Barraco, Dadá Coelho, Fafá de Belém, DJ Zé Pedro – todos interpretando a si próprios. A previsão de estreia é no primeiro semestre de 2019.

 

Na comédia Suzana Pires interpreta três personagens: Suzie, Neide e Tia Suely, três faces femininas de uma mesma família. Suzie é hoje uma mulher de 40 e poucos anos, casada e com duas filhas adultas, que segue exatamente a vida tradicional que a sua mãe, Neide, lhe pediu que ela tivesse antes de morrer. Esposa de seu amigo de infância, Pedrinho (Marcelo Serrado), um homem sem muita opinião própria, Suzie ainda tem que lidar com Dora (Cristina Pereira), uma sogra rabugenta que faz a vida dela um verdadeiro inferno. Sentindo-se infeliz e pressionada por tudo e por todos, ela não consegue mais se enxergar como a menina sensível e criativa que foi na infância. Quando reencontra sua Tia Suely, uma mulher livre e decidida, ela resolve dar uma guinada na vida e ir em busca de si mesma.

 

Ambientado no Rio de Janeiro, o filme terá locações na Lagoa Rodrigo de Freitas, Praia de Copacabana, Boate Hippopotamus, Marina da Glória, Araruama, entre outras.

 

O filme foi criado  a partir do monólogo homônimo de Suzana, escrito em 2005. “Quando eu escrevi a peça eu estava com a necessidade de falar sobre como é difícil para uma mulher escolher uma trajetória própria, sem ser a trajetória que já te apontam como a certa. Eu estava em uma idade que eu estava escolhendo não me casar, estava escolhendo um monte de coisas que eram diferentes do que a maior parte das mulheres fazia, então eu queria escrever sobre isso. A gente é muito exigida de ser bem sucedida, magra, inteligente, a mulher perfeita, e eu quis fazer uma crítica a isso, mostrar que o “chegar lá” não é o que os outros apontam, mas o que você quer definir para si mesma”, comenta Suzana Pires.

 

A peça foi montada por Suzana ​com apenas 3 mil Reais, em  um teatro de 100 lugares. O sucesso foi tanto que, ao invés de se apresentar somente em um final de semana, como Suzana imaginava, foram meses de temporada. “Depois da repercussão dessas primeiras apresentações, eu fui procurar um edital, colocar a peça para frente. Eu não imaginava nada além de ficar fazendo o monólogo em um lugar pequeno. Quando o espetáculo começou a viajar eu nem era uma atriz de televisão e já lotava. Comecei e pensar O que é isso?”. Depois de alguns anos viajando o país com a montagem, atriz achou que era o momento do conteúdo se multiplicar em outras plataformas. Então procurou em 2015 a direção da TV Globo e o primeiro spin-off  foi a websérie “Look do Dia com Tia Suelly”, sucesso do portal GShow. No mesmo ano, Suzana começou a desenvolver o roteiro para o cinema e procurar uma produtora para desenvolvê-lo​.

 

Para levar a peça para a telona, a artista fez algumas adaptações no roteiro. A mais importante delas é a idade da protagonista. “Para fazer uma estrutura de roteiro eu precisei atualizar a Suzie para minha idade atual. No cinema ela é uma mulher de 42 anos, com duas filhas, casada. A história começa de outro ponto”.

 

Na trama Samantha Schmütz interpreta ‘Naninha’, a amiga de academia que tenta fazer Suzi emagrecer de formas não convencionais. Ivete Sangalo é ‘Dayse Aparecida’, uma hilária professora de filosofia na faculdade de Direito. Gaby Amarantos vive  ‘Maria Pia’, uma advogada bem sucedida, que oferece o primeiro trabalho na área para ‘Suzie’. Laura Cardoso é ‘Dona Dolores’, senhora que frequenta o INSS. Cristina Pereira interpreta ‘Dora’, a sogra rabugenta de ‘Suzie’. Jane Di Castro é ‘Geralda Maltêz’, chefe de departamento no INSS.

 

A parceria com a produtora Escarlate teve início em 2016. Além do longa-metragem “De perto”, a negociação entre a Escarlate e a Suzana Pires contempla mais dois filmes em cinco anos. Suzana nos abordou com um roteiro e não tivemos dúvida do seu potencial, poder investir em um contrato de longo prazo possibilita uma construção orgânica da nova empreitada na carreira dela, como roteirista de cinema. O filme é voltado para o público de diversas gerações, e apesar da trama feminina, dialoga de forma divertida com cenas cotidianas da vida de homens e mulheres. O elenco está engajado com a história e com a Suzana de tal forma, que muitos toparam participar independente do papel. Prometemos divertir! conta Joana Henning Generoso – CEO da Escarlate.

 

O filme é a primeira produção brasileira a contar com a cláusula de inclusão (“inclusion rider”), que ficou mundialmente conhecida após o discurso de agradecimento da atriz Frances McDormand da última edição Oscar. A cláusula exige um nível de diversidade tanto no elenco quanto na equipe técnica.

 

Sobre a Escarlate

 

Combinando a experiência dos seus executivos em áreas complementares da indústria do entretenimento, a Escarlate elabora conteúdos capazes de combinar inovação, qualidade e sucesso, através de plataformas de ampliação de marcas e valorização do talento e criatividade de seus parceiros. A empresa possui aliados estratégicos que atuam como correalizadores, investidores e multiplicadores de novos negócios. Criada por Joana Henning e Sérgio Sá Leitão, a Escarlate cria, gerencia e realiza projetos nas áreas de cinema, TV, Games, inovação e transmídia, além de eventos culturais de grande porte e consultorias. Com a saída de Sá Leitão para assumir o posto de Ministro da Cultura, Joana Henning assume o posto de CEO, Melissa Donatti entra como sócia e executiva de operações no escritório Rio de Janeiro, enquanto Daniela Pistone, diretora executiva associada, assume o escritório São Paulo, com suporte de equipes especializadas. A empresa realiza sociedades específicas, construindo redes para a execução de cada empreendimento.

 

Construímos um diálogo permanente com o mercado. A proposta da Escarlate é criar conexões de interesses entre investidores e conteúdos, nos mais diversos setores da produção cultural e audiovisual, além de parceria entre produtoras para projetos específicos” Joana Henning Generoso – Sócia Fundadora e CEO

 

Sobre a Globo Filmes

Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 250 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, documentários, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’ e ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

 

Sobre a H2O Films

 

Fundada em 2012, a H2O Films é uma distribuidora de Cinema com capital 100% nacional. Sua missão é potencializar ao máximo o desempenho dos filmes que lança, com prioridade para as produções brasileiras. Em um mercado altamente competitivo, a H2O Films busca tratar e pensar cada projeto de forma exclusiva. Para isso, tem como grande diferencial a expertise em marketing e o know-how em programação de sua equipe. Em seu quinto ano de atuação, já é responsável pela distribuição de mais de 30 filmes, incluindo títulos nacionais e internacionais. Dentre os filmes internacionais, distribuiu “Ouija – O Jogo dos Espíritos”, em uma de suas parcerias com a Universal Pictures que arrebatou mais de 500 mil espectadores, e o primeiro filme da saga de grande sucesso “Fallen”. Dentre os nacionais, a H2O Films lançou “Made in China”, com direção de Estevão Ciavatta e protagonizado por Regina Casé, com mais de 400 mil espectadores; Cássia Eller, de Paulo Henrique Fontenelle, que, com 72 mil espectadores, um dos documentários mais bem-sucedidos de mercado e de crítica; “Vai Que Cola – O Filme”, com a maior bilheteria de abertura nacional do ano de 2015, que contou com um público de mais de 3,2 milhões de espectadores; a continuação da comédia de Andrucha Waddington “Os Penetras 2 – Quem dá mais?” e o longa “Um Tio Quase Perfeito”, com Marcus Majella, ambos em 2017.

 

 

FICHA TÉCNICA

Produtora: Escarlate Conteúdo Audiovisual e Experiências Criativas

Coprodutora: Globo Filmes

Distribuidora: H2O Films

Produção: Joana Henning Generoso

Produção Associada: Suzana Pires, Carlos Diegues e Sandro Rodrigues

Produção Executiva: Melissa Donatti e Paula Torres

Direção de Produção: Valéria Martins e Madge Pontes de Miranda

Roteiro: Suzana Pires

Colaboração de Roteiro: Martha Mendonça e Renato Santos

Direção: Cininha de Paula

Direção Assistente: Tatiana Fragoso

Diretor de Fotografia: Marcelo Brasil

Diretor de Arte: Marcos Flaksman

Som direto: Zezé D’Alice

Figurino: Sônia Soares

Caracterização: Marcos Freire