Festival de Cannes 2019: Taron Egerton se rende a Elton John na estreia de ‘Rocketman’

Festival de Cannes 2019: Taron Egerton se rende a Elton John na estreia de ‘Rocketman’

Uma cinebiografia bastante aguardada enfim estreou no Festival de Cannes. Exibido em pré-estreia nessa quinta-feira (16) e fora de competição, ‘Rocketman’ traz a história de Elton John,  um dos maiores ídolos da história do rock/pop mundial.

E antes da exibição, um grande momento no tapete vermelho. Taron Egerton, ator que interpreta Elton no filme, beija a mão do astro e se rende à seu carisma e grandiosidade, como se pode ver na foto abaixo. Ambos foram clicados pela Revista Variety, que publicou em sua conta no Instagram.

O longa explora a ascensão do cantor e compositor, além  de sua relação de trabalho com o compositor Bernie Taupin, que escreveu as letras de várias de suas canções.

Dentre os grandes sucessos de Elton estão ‘Your Song’, ‘Bennie and The Jets’, ‘Tiny Dancer’ eCandle In The Wind’, todos interpretados por Egerton no filme. O elenco ainda conta com nomes como Jamie Bell, interpretando Bernie Taupin; Richard Madden, como John Reid, seu primeiro empresário; e Bryce Dallas Howard, como a mãe de Elton, Sheila Farebrother. A direção é de Dexter Fletcher, quem também terminou as filmagens de Bohemian Rhapsody.

‘Rocketman’ estreia nos cinemas brasileiros em 30 de maio de 2019.

Por: Cesar Augusto Mota

 

 

Red Carpet do Festival de Cannes 2019

Red Carpet do Festival de Cannes 2019

Entre os dias 14 e 25 de maio Cannes recebe a edição 2019 do tradicional festival de cinema, se transformando no centro das atenções do mundo da dramaturgia internacional. Aqui, reunimos todos os looks das estrelas que cruzam o red carpet do evento.

O filme brasileiro Bacurau concorre à Palma de Ouro do Festival de Cannes.

Confiram os looks das estrelas no Red Carpet d e uma das cidades mais badaladas da Riviera Francesa.

 

 

 

 

 

 

 

 

Festival de Cannes 2019: Filme brasileiro ‘Bacurau’, de Kléber Mendonça Filho, é bem recebido pela crítica

Festival de Cannes 2019: Filme brasileiro ‘Bacurau’, de Kléber Mendonça Filho, é bem recebido pela crítica

E teve brasileiro que marcou presença na 72ª edição do Festival de Cannes. Foi exibida no fim da noite da última quarta-feira (15) o filme ‘Bacurau’, do cineasta pernambucano Kléber Mendonça Filho, em uma sessão de gala para convidados.

A narrativa  se passa num futuro muito próximo, na localidade sertaneja de Bacurau, que some do mapa. Os celulares param de funcionar, deixando os moradores isolados. Os assassinos têm carta branca para matar todo mundo.

“Bacurau”, carregada de cenas truculentas e uma estética inspirada nos filmes de faroeste dos anos 1970, pode ser encarado como um tributo às comunidades do interior do Brasil, que nesta produção não se deixam intimidar pelo grupo de assassinos americanos que trabalham para as autoridades locais. “A diferença em relação aos westerns tradicionais é que os índios eram filmados de longe, só era possível ouvi-los gritar”, diz Dornelles.

Após a exibição, as primeiras críticas da imprensa internacional começaram a ser publicadas e em boa parte delas, o filme foi bem recebido. Os destaques vão para as publicações do jornal inglês de Guardian e o site sobre filmes independentes IndieWire.

De acordo com o crítico  crítico Peter Bradshaw, do ‘The Guardian’, o filme é um “trauma alucinatório com algo de Alejandro Jodorowsky, ou ‘Pelos caminhos do Inferno’, de Ted Kotcheff. É também uma vingança paranoica ocidental que lembra Clint Eastwood em ‘Por um punhado de dólares'”.

Já para David Ehrlich, do ‘IndieWire’, u”Bacurau é um western levemente piscodélico que começa no espaço sideral, termina com Udo Kier sendo caçado por um fantasma, e passa o resto de sua duração misturando tudo, de ‘Os sete samurais’ a ‘O albergue’ em um ‘foda-se’ sangrento e sem remorso para quem pensa que a tecnologia de ponta lhe dá o direito de ver o mundo como seu próprio matadouro pessoal”.

Bacurau é o representante brasileiro na corrida pela Palma de Ouro no Festival de Cannes e  conta com a codireção de Juliano Dornelles. Nomes como o de Sonia Braga, Karine Teles, Bárbara Colen e Udo Kier  fazem parte do elenco e a estreia no Brasil está prevista para setembro.

Por: Cesar Augusto Mota

‘O Traidor’, novo filme de Marco Bellocchio, é selecionado para o Festival de Cannes

‘O Traidor’, novo filme de Marco Bellocchio, é selecionado para o Festival de Cannes

Longa, que teve cenas rodadas no Rio de Janeiro, tem no elenco Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Candido e é uma coprodução brasileira da Gullane 

Coprodução entre Itália, Brasil, Alemanha e França, “O TRAIDOR”, do diretor italiano Marco Bellocchio, foi selecionado para a 72ª edição do Festival de Cannes, que acontece de 14 a 25 de maio na cidade francesa, no qual será exibido na Competição Oficial concorrendo à Palma de Ouro. Marco Bellocchio, que foi indicado ao Oscar de Filme Estrangeiro por Vincere (2009), não tinha um filme concorrendo em Cannes desde então, quando disputou a Palma de Ouro com esse longa. Porém, seus filmes anteriores foram exibidos em festivais como de Veneza e Berlim.

O TRAIDOR é baseado na história real de Tommaso Buscetta e conta a trajetória do mafioso, o primeiro do alto escalão a se transformar em informante no caso do Maxi-Processo contra a Cosa Nostra. Quando Buscetta muda para o Brasil, começa uma guerra de poder entre os clãs mafiosos, liderada pelo clã da cidade de Corleone. Durante essa guerra interna Buscetta (Pierfrancesco Favino) é preso e deportado para a Itália. Incomodado com o rumo que a máfia tomou, distanciando-se dos seus princípios originais, ele faz um acordo com o governo italiano para denunciar seus antigos comparsas numa delação premiada

Pela primeira vez na história, um membro da Cosa Nostra quebrou a lei do silêncio e revelou ao mundo o funcionamento interno da máfia italiana. Com as provas fornecidas por Buscetta instalou-se o Maxi Processo, que condenou cerca de 500 mafiosos à prisão, sendo 19 deles à prisão perpétua.

Rodado na Itália, Alemanha e no Brasil, “O TRAIDOR” é uma produção IBC Movie, Kavac Film em coprodução com Rai Cinema (Itália), Gullane em coprodução com Telecine (Brasil), Match Factory Productions (Alemanha) e AD Vitam (França). Produzido por Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg, tem distribuição no Brasil pela Fenix Filmes e Pandora Filmes.

“Ter ‘O TRAIDOR’ na competição oficial de Cannes representa uma grande vitória para a indústria audiovisual brasileira. É uma coprodução importante, dirigida por um dos cineastas mais importantes do mundo, mas com DNA brasileiro. O filme conta uma história que tem muito a ver com o nosso país, com talentos e equipe daqui e rodado também em terras brasileiras”, dizem os produtores Fabiano e Caio Gullane. E completam: “Estamos levando o Brasil para Cannes e muito felizes, esse é um sinal relevante para que todos se atentem para a importância da indústria audiovisual no mundo moderno, já que todos os países mais desenvolvidos possuem políticas muito claras e objetivas para o crescimento e a consolidação do audiovisual. Somos uma indústria importante e que está se fortalecendo a cada ano, temos certeza que teremos todo o apoio do governo brasileiro para continuar avançando com esse projeto de colocar o país também como protagonista da produção e distribuição de conteúdo audiovisual no Brasil e no mundo.”.

SINOPSE:
Tommaso Buscetta, mafioso que se exilou no Brasil se afastando da máfia no começo da expansão do tráfico de heroína, é preso e mandado de volta para a Itália. Durante o processo que se segue, ele, sentindo que a máfia abandonou os princípios sobre os quais foi fundada, faz um acordo com o estado para depor contra seus ex-colegas. Vamos aos poucos conhecendo as amizades e inimizades que trouxeram a situação até este ponto, enquanto Tommaso revê aqueles com quem um dia se associou.

FICHA TÉCNICA:
Elenco: Pierfrancesco Favino, Maria Fernanda Candido
Direção: Marco Bellocchio
Direção de Fotografia: Vladan Rodovic
Direção de Arte: Andrea Castorina e Daniela Vilela
Figurino: Daria Calvelli e Gabriella Marra
Montagem: Maria Francesca Calvelli
Produzido por: Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg
Produtor Delegado Brasil: André Ristum
Produtoras: IBC Movie, Kavac Film, Rai Cinema, Gullane, Match Farctory Productions e AD Vitam
Distribuição Brasil: Fenix Filmes e Pandora Filmes

SOBRE O DIRETOR 

Marco Bellocchio é diretor de cinema, roteirista e ator italiano Uma das personalidades italianas mais importantes, no meio intelectual e cultural, ganhou em 1991 o Urso de Prata – Prêmio Especial do Júri no 41º Festival Internacional de Cinema de Berlim por seu filme “The Conviction”. Em 2011, Bellocchio foi premiado com o Leão de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Veneza por sua carreira cinematográfica. Em 2006, seu filme “The Wedding Director” foi exibido na seção Un Certain Regard no Festival de Cinema de Cannes. Em 2009, dirigiu “Vincere”, que esteve na principal competição do Festival de Cinema de Cannes. Seu filme de 2012 “Dormant Beauty” foi selecionado para competir pelo Leão de Ouro no 69º Festival Internacional de Cinema de Veneza.

Sobre a Gullane

Em 1996, os irmãos Caio e Fabiano Gullane fundaram a Gullane, hoje somando mais de 40 filmes com destaque no Brasil e no exterior, 25 séries de televisão, inúmeros especiais e documentários. “Carandiru”, “Bicho de sete cabeças”, “O ano em que meus pais saíram de férias”; a franquia “Até que a sorte nos separe”; “Que horas ela volta?”, “Como nossos pais”, “Bingo, O rei das manhãs”; as séries “Alice” (HBO), “Unidade Básica” (Universal) e “Carcereiros” (TV Globo) são algumas das obras realizadas pela Gullane nos últimos anos. Uma produtora ativa no crescimento do audiovisual brasileiro que compõe seus projetos com os melhores talentos e parceiros do entretenimento. Sua capacidade e empenho em todas as etapas de realização a garantiu importantes coproduções internacionais e a comercialização de suas obras para mais de mais de 60 países, levando a identidade do cinema nacional mundo a fora.
Caracterizada por sensibilizar e movimentar reflexões através de suas histórias a Gullane já acumulou mais de 500 prêmios e nomeações em sua carreira, além de ter seus projetos reconhecidos nas seleções oficiais dos festivais mais importantes do mundo como: Oscar, Cannes, Berlim, Sundance, Toronto, Veneza e o prêmio Emmy.

Sobre a Pandora Filmes 

A Pandora Filmes é uma distribuidora de filmes de arte, ativa no Brasil desde 1989. Voltada especialmente para o cinema de autor, a distribuidora buscou, desde sua origem, ampliar os horizontes da distribuição de filmes de arte no Brasil com relançamentos de clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Fellini, Bergman e Billy Wilder, e revelações de nomes outrora desconhecidos no país, como Wong Kar-Wai, Atom Egoyan e Agnés Jaoui.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora Filmes sempre reserva espaço especial para o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos. Dentro desse segmento, destaca-se o recente “Que Horas Ela Volta”, de Anna Muylaert, um grande sucesso, visto no cinema por mais de 500 mil espectadores.

Sobre a Fênix Filmes 

A Fênix Filmes é uma distribuidora independente, com foco no melhor da produção cinematográfica mundial. Desde 2013, a distribuidora vem trazendo para o Brasil filmes considerados verdadeiros tesouros ainda pouco explorados no mercado e que encantaram o mundo nos principais festivais internacionais, especialmente Berlinale e Cannes. Entre os recentes lançamentos do nosso catálogo, podemos destacar: “Sangue do Meu Sangue” (indicado ao Leão de Ouro no Festival de Veneza) e a cópia restaurada do clássico de 1965 “De Punhos Cerrados”, ambos de Marco Bellocchio, além de “A Grande Dama do Cinema” (“El Cuento de Las Comadrejas”), de Juan José Campanella, “A Juventude” (indicado ao Oscar 2016), de Paolo Sorrentino, “Paterson” (indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes) de Jim Jarmusch, “Visages, Villages” (documentário indicado ao Oscar 2018) de Agnès Varda & JR, “De Amor e Trevas” de Natalie Portman, “Amante por Um Dia” e “À Sombra de Duas Mulheres” ambos de Philippe Garrel, dentre muitos outros.

Festival de Cannes 2018: Filme brasileiro ‘Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos’ leva grande prêmio do júri

Festival de Cannes 2018: Filme brasileiro ‘Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos’ leva grande prêmio do júri

Dirigido por João Salaviza e Renée Nader Messora, o filme foi rodado no Tocantins e produzido pelos mineiros Ricardo Alvez Junior e Thiago Macedo Correia

O filme “CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS”, de João Salaviza e Renée Nader Messora, conquistou nesta sexta-feira o prêmio do júri da mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes. Há sete anos a categoria não contava com uma produção brasileira, e que teve Benício del Toro como presidente do júri. O filme foi ovacionado após sua exibição no Festival e os realizadores fizeram um protesto no tapete vermelho, antes do filme começar pedindo: “demarcação do território indígena” e “pelo fim do genocídio indígena”.

Sobre a premiação, João e René dizem, “O Brasil indígena é historicamente negado, silenciado, assassinado. Mas é justamente esse Brasil que sai exaltado de Cannes. São os Krahô quem ocupou este espaço com sua língua, seu corpo e seus espíritos. A importância deste reconhecimento transcende o gesto cinematográfico, até porque existem hoje no Brasil dezenas de diretoras e diretores indígenas que estão contando suas histórias e sendo donos de suas imagens. É maravilhoso estarmos aqui e é uma pequena revolução, mas a grande revolução terá acontecido quando esses cineastas estiverem ocupando também estes lugares.”.

Rodado ao longo de nove meses na aldeia Pedra Branca (Terra Indígena Krahô, no Tocantins), sem equipe técnica e em negativo 16mm, o filme acompanha Ihjãc, um jovem Krahô que, após um encontro com o espírito do seu falecido pai, se vê obrigado a realizar sua festa de fim de luto.

As filmagens foram precedidas por uma longa relação de Renée com o povo Krahô, que se iniciou em 2009. Desde então, a diretora trabalha com a comunidade, participando na mobilização do coletivo de cinegrafistas e fotógrafos indígenas Mentuwajê Guardiões da Cultura. O trabalho do grupo é focado numa utilização do audiovisual como instrumento para a autodeterminação e o fortalecimento da identidade cultural. Em 2014, João Salaviza conheceu os Krahô e, juntos durante longas estadias na aldeia, começaram a imaginar o que viria a ser o filme.

“CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS” é produzido por Ricardo Alves Jr. e Thiago Macêdo Correia, da Entre Filmes (responsável pela produção do longa Elon não Acredita na Morte), em coprodução com a portuguesa Karõ Filmes e a Material Bruto, de São Paulo.

SOBRE OS DIRETORES

JOÃO SALAVIZA

Nascido em Lisboa em 1984. Formado na ESTC, em Lisboa, e na Universidad del Cine, em Buenos Aires. Seu primeiro longa-metragem, MONTANHA, teve estreia mundial na Semana da Crítica do Festival de Veneza, em 2015. Veio na sequência de uma trilogia de curtas formada por RAFA (Berlinale Golden Bear 2012), ARENA (Palme d’Or no Festival de Cannes 2009) e CERRO NEGRO (Rotterdam em 2012). Recentemente voltou ao Festival de Berlim com os curtas ALTAS CIDADES DE OSSADAS e RUSSA (co-dirigido com Ricardo Alves Jr). “CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS”, co-dirigido com Renée Nader Messora, é seu segundo longa-metragem.

RENÉE NADER MESSORA

Nascida em São Paulo, em 1979. Formada em Direção de Fotografia pela Universidad del Cine, em Buenos Aires. Por 15 anos, trabalhou como assistente de direção no Brasil, Argentina e Portugal. Em 2009, Renée Nader Messora conheceu os Krahô e, desde então, ela trabalha com a comunidade, contribuindo na organização de um coletivo de jovens cinegrafistas. O foco do trabalho do grupo Mentuwajê Guardiões da Cultural é usar as ferramentas audiovisuais para o fortalecimento da identidade cultural e a autodeterminação da comunidade. “CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS” é seu primeiro longa-metragem.

SOBRE A ENTREFILMES

EntreFilmes é uma produtora sediada em Belo Horizonte, criada pelos cineastas Ricardo Alves Jr. e Pablo Lamar e pelo produtor Thiago Macêdo Correia. Tendo realizado diversos curtas-metragens exibidos em importantes festivais internacionais como: Berlim, Semana da Crítica do Festival de Cannes, Festival de Locarno, Oberhausen, Rotterdam, Havana, BAFICI – Buenos Aires; tendo obras também exibidas no Centre Pompidou, em Paris, e no Museo Rainha Sofia, em Madrid. O primeiro longa da produtora é “Elon não Acredita na Morte” (2017), que teve sua estreia na Ásia no Festival de Internacional de Cinema de Macau, onde foi comtemplado com o prêmio de Contribuição Artística e teve estreia europeia no Festival de Rotterdam. “Chuva é a Cantoria na Aldeia dos Mortos” (2018) é o segundo longa-metragem produzido pela EntreFilmes com estreia mundial no Festival de Cannes na mostra Un Certain Regard.