Dirigido por Armando Praça, FORTALEZA HOTEL estreia dia 27 de janeiro

Dirigido por Armando Praça, FORTALEZA HOTEL estreia dia 27 de janeiro

Protagonizado por Clébia Sousa e a atriz sul-coreana Lee Young-Lan, o filme aborda o poder da amizade na superação das diferenças e a solidariedade
Foto de Jorge Silvestre

Acolhimento, compreensão e ajuda mútua por mulheres de duas culturas distintas estão ao centro de FORTALEZA HOTEL, novo longa de Armando Praça (“Greta”), estreia nos cinemas brasileiros no dia 27 de janeiro. O filme que foi exibido e premiado no 31o Cine Ceará é uma distribuição da Vitrine Filmes.

FORTALEZA HOTELé sobre duas mulheres de culturas distintas que se  conectam a partir de seus problemas e se comunicam do fundo de suas solidões. Um filme que mostra o poder feminino através da solidariedade, um dos sentimentos mais poderoso e conhecido da alma humana.

Pilar (Clébia Sousa, premiada como Melhor Atriz no Cine Ceará) é camareira num hotel em Fortaleza, mas em breve espera imigrar para Dublin, e, para isso, está estudando inglês. Ela foi mãe muito jovem, e, neste momento, enfrenta problemas com a filha adolescente Jamile (Larissa Góes). Shin (Lee Young-Lan) vem ao Brasil para buscar o corpo do marido que morreu em Fortaleza, e levar para ser sepultado na Coreia do Sul. Os trâmites, no entanto, se revelam mais complexos e mais caros do que o esperado.

Nessas duas mulheres, o diretor vê duas faces da globalização que explodem numa Fortaleza repleta de esperança. “A gente tem cada vez mais que se juntar. Porque essas diferenças que foram criadas por diversas ordens, na verdade, estão levando a gente a um colapso, ambiental, psicológico, financeiro, a um colapso de saúde pública, todas as naturezas de colapso possível. A gente está degringolando porque estamos nos distanciando uns dos outros por questões ideológicas, políticas, religiosas, econômicas.”

O diretor investiga como a amizade improvável entre essas duas mulheres pode transformar a vida de ambas. Comunicando-se num inglês rudimentar, Pilar e Shin encontram uma maneira de se ajudar no momento em que as duas enfrentam dificuldades. Praça se preparou para isso de uma maneira bastante peculiar. “Eu me exercitei vendo filmes falados em inglês com legendas em inglês antes de filmar. Um pouco para me familiarizar com o inglês, para observar a entonação das atrizes, pois eu precisaria entender se aquilo estava dentro da chave correta da emoção.”

Esteticamente, FORTALEZA HOTEL é construído com apuro visual na fotografia assinada por Heloísa Passos. Antes de começar a rodar seus filmes, Praça coleciona um grande acervo de referências de fotografias, e constrói um universo visual que servirá de base para o filme e, a partir daí, criou uma estética bastante própria do longa. “Todas as cenas de rua, noturnas, eu queria filmar como se viesse uma luz por trás do corpo da atriz, ao invés de eu jogar a luz para frente para ver o rosto. Eu via como se ela fosse uma silhueta. Quando a gente filmava na rua ao invés de acender a gente mais apagou luzes, mas claro que a gente acendeu algumas muito pontuais.

No longa, cujo roteiro é assinado por Isadora Rodrigues e Pedro Cândido, Praça explica ter procurado “sentimentos universais e, sobretudo, urgentes, pois acredita que é através da solidariedade, essa já tão  conhecida ferramenta feminina, que vamos romper barreiras e nos reinventar como humanidade.”

Sinopse

A camareira Pilar conhece Shin, uma hóspede sul-coreana. Quando os planos de ambas começam a dar errado, elas acabam se aproximando e estabelecendo uma intensa relação de solidariedade, buscando encontrar uma na outra a solução para seus problemas.

Ficha Técnica

Direção: Armando Praça

Roteiro: Isadora Rodrigues, Pedro Cândido

Elenco: Clébia Sousa, Lee Young-Lan, Demick Lopes, Larissa Góes, Ana Marlene e Vanderlei Bernardino

Produção: Maurício Macêdo

Coprodução: João Vieira Jr., Nara Aragão

Produção Executiva: Janaína Bernardes e Maurício Macêdo

Fotografia: Heloísa Passos

Montagem: Rita Pestana, Karen Harley, Gustavo Campos

Direção de Arte: Diogo Costa

Figurino: Tarsila Furtado

Som Direto: Pedrinho Moreira e Moabe Filho

Trilha original: O Grivo

Edição de Som e Mixagem: Nicolau Domingues

Colorista: Pablo Nóbrega

Assistência de Direção: Mykaela Plotkin

Direção de Produção: Clara Bastos

Gênero: drama

País: Brasil

Ano: 2021

Duração: 77 min.

Biografias:

Armando Praça

Cineasta, formado em dramaturgia e direção pelo Instituto Dragão do Mar e sociólogo, formado pela  Universidade Estadual do Ceará.

Greta, seu primeiro longa-metragem, foi lançado mundialmente na 69º edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim. Realizou  nove títulos como diretor e roteirista entre curtas e médias-metragens, ficção e documentário, entre eles: A Mulher Biônica, O Amor do Palhaço, Origem:Destino e Parque de Diversões. Os filmes circularam no Festival Internacional de Clermont-Ferrand, no Latino  Americano em Toulouse, Mecal em Barcelona e em mais de 30 festivais nacionais e internacionais.

Desenvolve em parceria com a Carnaval Filmes os projetos Ne Me Quitte Pas e Adeus Batucada .

Trabalhou com importantes cineastas brasileiros como Marcelo Gomes, Sérgio Machado, Karim Aïnouz, Márcia Faria e outros, como roteirista, pesquisador, assistente de direção e preparador de elenco.

Na televisão atuou como roteirista nas séries Me Chama de Bruna (primeira temporada) para FOX TV, Betinho (em produção) para Globo Play, desenvolveu Meninas do Benfica (em finalização) para a Cine Brasil TV e Pedro, para a Ipanema Filmes.

Moçambique Audiovisual

É uma empresa fundada pelo produtor audiovisual Maurício Macêdo e nasceu da vontade de fazer cinema de raiz nordestina e cearense, mas com o olhar além do horizonte. Em 2017 a  produtora coproduziu seu primeiro longa metragem,   Greta ,   de Armando   Praça,  selecionado para a mostra Panorama do Festival de Berlim 2019, em parceria  com Carnaval Filmes e Segredo Filmes.

Atualmente a Moçambique executa seus primeiros projetos próprios: os longas-  metragens Fortaleza Hotel, de Armando Praça, Amores Paraguayos, de Janaína  Marques , em fase de pós-produção e  Glória e Liberdade, de Letícia Simões , em fase de produção. A empresa é coprodutora e responsável pela produção executiva da série Meninas do Benfica, de Roberta Marques, para a  CineBrasilTV.

Em 2022 a produtora rodará a minissérie de ficção Fortaleza  Paraíso e dá início ao processo de produção da série infantil em animação Na Cozinha do Sítio, ambos dirigidos por Janaína Marques.

Carnaval Filmes

Fundada  em  2017  pelos  experientes  produtores  João  Vieira  Jr.  e  Nara  Aragão,  a  CARNAVAL FILMES é uma produtora brasileira com foco em filmes de longa-metragem, conteúdos originais para televisão e plataformas digitais direcionados ao  público adulto e infanto-juvenil. Nara e João são parceiros há 18 anos na produção de  filmes, sendo responsáveis por diversos destaques da cinematografia brasileira, quando  atuava na Rec Produtores Associados, como Tatuagem, de Hilton Lacerda  Joaquim,  que  estreou  na  seleção  oficial  do  Festival  de  Berlim,  e  Era  Uma  Vez  eu,  Verônica , ambos de Marcelo Gomes  Baixio das Bestas, de Cláudio Assis O Homem  das Multidões, de Cao Guimarães e Marcelo Gomes , entre outros títulos. Sediada no centro de Recife, capital pernambucana que acolhe a folia mais criativa do  país e notada por sua diversidade cultural, a CARNAVAL FILMES já lançou quatro  longas nos cinemas: Casa, de Letícia Simões, Estou me Guardando para Quando o  Carnaval Chegar , de Marcelo Gomes (seleção da Mostra Panorama em Berlim)  Greta,  de Armando Praça (Mostra Panorama do Festival de Berlim) e Fim de Festa, de Hilton  Lacerda, além da série de animação Bia Desenha, de Neco Tabosa e Carol Pacheco e  das minisséries de ficção Fim do Mundo e Chão de Estrelas para o Canal Brasil. Seus próximos lançamentos nos cinemas são os longas Paloma, de Marcelo Gomes e a coprodução Fortaleza Hotel, de Armando Praça.

Vitrine Filmes

A Vitrine Filmes, em dez anos de atuação, já distribuiu mais de 160 filmes e alcançou mais de quatro milhões de espectadores. Entre seus maiores sucessos estão ‘O Som ao Redor’, ‘Aquarius’ e ‘Bacurau’ de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. Outros destaques são ‘A Vida Invisível’, de Karim Aïnouz, representante brasileiro do Oscar 2020, ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho’, de Daniel Ribeiro, e ‘O Filme da Minha Vida’, de Selton Mello. Entre os documentários, a distribuidora lançou ‘Divinas Divas’, dirigido por Leandra Leal e ‘O Processo’, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional.

Além do cinema nacional, a Vitrine Filmes vem expandindo o seu catálogo internacional ao longo dos anos, tendo sido responsável pelo lançamento dos sucessos “O Farol”, de Robert Eggers, indicado ao Oscar de Melhor Fotografia; “Você Não Estava Aqui”, dirigido por Ken Loach, e premiado com o Oscar de Melhor Filme Internacional 2021: ‘DRUK – Mais uma rodada’, de Thomas Vinterberg.

Em 2021, a Vitrine Filmes apresenta mais novidades, começando a atuar diretamente na produção audiovisual e também na capacitação de profissionais, com o programa de formação Vitrine Lab. Entre as estreias deste ano estão a Sessão Vitrine edição especial de 10 anos com lançamento coletivo de quatro longas, entre eles “A Torre”, de Sérgio Borges, “Entre Nós, um Segredo”, de Beatriz Seigner e Toumani Kouyaté, “Chão”, de Camila Freitas e “Desvio”, de Arthur Lins; o novo documentário sobre o impeachment da Dilma, “Alvorada”, de Anna Muylaert e Lô Politi; “First Cow”, da diretora Kelly Reichardt; “O Livro dos Prazeres”, de Marcela Lordy e muitos outros títulos.

“O Jardim Secreto de Mariana” tem estreia adiada para 30 de setembro

“O Jardim Secreto de Mariana” tem estreia adiada para 30 de setembro

Drama dirigido por Sergio Rezende é estrelado por Andréia Horta e Gustavo Vaz 

O filme “O Jardim Secreto de Mariana”, escrito e dirigido por Sergio Rezende, tem nova data de estreia nos cinemas brasileiros: 30 de setembro de 2021.  

O longa retrata um período de rupturas e amadurecimento do romance entre Mariana (Andréia Horta) e João (Gustavo Vaz), um casal apaixonado que parece ter a vida perfeita. O relacionamento, até então inabalável, passa a sofrer em função do desgaste infligido pela impossibilidade de terem um filho, e as dores e ressentimentos do casal culminam em uma separação traumática. 

A partir desse distanciamento, os personagens mergulham em um doloroso processo de reflexão sobre a fragilidade dos seres e das relações. “A realidade os coloca numa caverna bem escura, de onde intuem que só poderão sair juntos”, conta o diretor, fazendo uma analogia a Adão e Eva no Paraíso. 

Para Andréia Horta, Mariana é uma personagem complexa, marcada por contradições. “A construção desse papel é bastante sobre a dicotomia entre o desejo pela maternidade e a impossibilidade de concretizá-la”, afirma. 

Já o ator Gustavo Vaz revela ter olhado para dentro de si ao construir as nuances e dimensões de João como homem contemporâneo. “João é obrigado a encarar seus medos e culpas, seu machismo, suas obsessões e projeções afetivas para finalmente se tornar o homem que precisa ser. É a jornada de transformação do masculino”, conta o ator, que encarou como um desafio pessoal interpretar seu primeiro protagonista no cinema. “Precisei mergulhar na minha sombra e no homem que sou, que permanece em construção, para encontrar a lógica do personagem”, conclui. 

O elenco conta, ainda, com Paulo Gorgulho e Denise Weinberg. A produção é da Arpoador Audiovisual e da Morena Filmes, em coprodução com Globo Filmes. A distribuição é da H2O Films.

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos

TRAILER 

SINOPSE

João (Gustavo Vaz) e Mariana (Andréia Horta) são apaixonados, mas têm sua relação interrompida de maneira intempestiva. Cinco anos depois da separação abrupta, ele decide seguir seu instinto e parte numa longa jornada de bicicleta para tentar convencê-la de que o romance nunca deveria ter acabado. O amor, que ainda existe entre os dois, é então posto em xeque. 

ELENCO PRINCIPAL

Andréia Horta – Mariana 

Gustavo Vaz – João  

Paulo Gorgulho – Zé Cristiano 

Denise Weinberg – Linda  

FICHA TÉCNICA

Direção – Sergio Rezende

Produção – Erica Iootty

Produtores Associados – Mariza Leão, Carlos Diegues

Roteiro – Sergio Rezende

Colaboração de Roteiro – Maria Rezende

Fotografia – Felipe Reinheimer, ABC.

Montagem – Maria Rezende, EDT.

Música – Berna Ceppas

Direção de Arte – Raphael Vinagre

Figurino – Joanna Ribas

Maquiagem – Adriano Manques

Produção Executiva – Tathiana Mourão e Cristiane Façanha

Produção de Elenco – Marcela Altberg

Produção de Finalização – Thiago Pimentel

Som Direto – Felipe Machado

Edição de Som – Tomás Alem, Bernardo Uzeda

Mixagem – Rodrigo Noronha

Distribuição – H2O Films

Produção – Morena Filmes e Arpoador Audiovisual

Coprodução – Globo Filmes

A PRIMEIRA MORTE DE JOANA será exibido no 49º Festival de Gramado

A PRIMEIRA MORTE DE JOANA será exibido no 49º Festival de Gramado

Produzido pela Okna Produções, o filme foi lançado comercialmente na França, nesta semana, onde teve uma excelente recepção

Novo filme da cineasta gaúcha Cristiane Oliveira, A PRIMEIRA MORTE DE JOANA, terá estreia nacional na Mostra Competitiva do 49o Festival de Cinema de Gramado, onde será exibido no dia 17 de agosto, a partir das 21h30, na grade linear do Canal Brasil e nos serviços de streaming Canais Globo e Globoplay + Canais ao Vivo. 

Nesta semana o filme foi lançado comercialmente nos cinemas da França, onde recebeu ótimas críticas, veja abaixo: 

“A cineasta tece o retrato de um Brasil multicultural e fraturado pelo patriarcado e pela homofobia.”, Télérama 

“O real flerta com o sonho, enchendo os planos de poesia sensível.”, Les Inrockuptibles

“Um formidável quarteto de atrizes que personificam na tela personalidades de rara densidade.”, Que tal Paris? 

“Cristiane Oliveira tem uma abordagem impressionista, assinando um filme impregnado de poesia feroz.”, Le Bleu du Miroir

 “Um belíssimo filme, que vai além do simples drama de formação para mapear um Brasil rico e complexo.”, Avoir Lire

Sobre o filme:

A PRIMEIRA MORTE DE JOANA veio de um desejo da diretora, Cristiane Oliveira, de falar sobre a coragem de ser quem você realmente é, durante um período da vida marcado por turbulências, a adolescência. Um período em que, mesmo diante de possíveis violências cotidianas, enfrenta-se mudanças e experimentações. 

O filme, que teve sua première mundial no 51º International Film Festival of India, em janeiro deste ano tem como protagonista Joana (Letícia Kacperski), uma adolescente cuja vida começa a se transformar a partir da morte de sua tia-avó, de quem ela era muito próxima. Isso acaba refletindo também na relação com sua melhor amiga, Carolina (Isabela Bressane). “Gosto de reconstruir o roteiro com os atores. Escalar atrizes que tivessem as idades das personagens me permitiu adequar as falas e as situações com aquilo que elas estavam vivendo de fato naquele momento.”, explica Cristiane sobre o processo de seleção de Letícia e Isabela para o filme que foi o primeiro trabalho com cinema para ambas.

Além de impressionada com a morte em si, Joana também começa a questionar uma história que corre na família: sua tia nunca namorou alguém, nunca se apaixonou. Em sua investigação, Joana parece querer descobrir o segredo da tia para entender o que ocorre com ela mesma. “A morte no filme está relacionada à transformação e como, às vezes, precisamos morrer numa forma de ser para renascer nas nossas lutas e conseguir existir. Um poema do Mário Quintana, que inspirou o título do filme, diz que ‘amar é mudar a alma de casa’. Então há também esse aspecto simbólico da palavra morte, que remete ao momento em que se perde o controle sobre o próprio corpo, quando ele passa a ser ocupado pela lembrança constante de alguém por quem nos apaixonamos”.

A PRIMEIRA MORTE DE JOANA traz personagens descendentes dos colonos alemães que se estabeleceram no sul do Brasil no século XIX. Marcas dessa origem permeiam o cotidiano de Joana e Carolina. E, apesar de situado em 2007, o longa dialoga com o Brasil do presente e seu cenário de retrocesso nas políticas públicas ligadas a gênero e sexualidade.

O longa contou com uma equipe multinacional em várias etapas da produção. A atriz Silvia Lourenço é corroteirista e o roteiro contou com consultoria do diretor português João Nicolau, que prestou consultoria, ao lado dos argentinos Miguel Machalski e Gualberto Ferrari. Cao Guimarães, cineasta e artista visual, participou da fase final como consultor de montagem. A equipe de som conta com o uruguaio Raúl Locatelli, e a direção de arte contou com consultoria da mexicana Nohemi González – ambos trabalharam no filme “Luz Silenciosa”, do mexicano Carlos Reygadas. A equipe técnica conta ainda com renomados profissionais gaúchos, como o diretor de fotografia Bruno Polidoro, e a montadora Tula Anagnostopoulos, além da diretora de arte Adriana Nascimento Borba.

A PRIMEIRA MORTE DE JOANA é uma produção de Aletéia Selonk, em uma parceria estabelecida entre diretora e produtora, que já realizaram outras obras em conjunto e tem projetos em desenvolvimento para os próximos filmes e foi realizada com recursos públicos geridos pela Agência Nacional do Cinema – ANCINE. Conta com investimentos do BNDES, através do edital BNDES Cinema para produção de longas que priorizam o reconhecimento artístico e técnico no mercado internacional; e do FAMA – Fundo Avon de Mulheres no Audiovisual, prêmio que busca incentivar e valorizar a produção audiovisual feita por mulheres. Foi contemplado no edital de desenvolvimento PRODAV 05/2013 e do PRODECINE 04/2013, ambos do Fundo Setorial do Audiovisual. O projeto tem ainda o selo do Berlinale Co-production Market, evento com foco em mercado que ocorreu no Festival de Berlin 2018.

Teaser
Sinopse

Joana, 13 anos, quer descobrir por que sua tia-avó faleceu aos 70 sem nunca ter namorado alguém. Ao encarar os valores da comunidade em que vive no sul do Brasil, percebe que todas as mulheres da sua família guardam segredos, o que traz à tona algo escondido nela mesma.

Ficha Técnica

Roteiro e direção: Cristiane Oliveira
Elenco: Letícia Kacperski, Isabela Bressane, Joana Vieira, Lisa Gertum Becker, Rosa Campos Velho, Pedro Nambuco, Roberto Oliveira, Graciela Caputti, e Emílio Speck.
Produção: Aletéia Selonk, Cristiane Oliveira
Produtor Associado França: Epicentre Films / Corentin Dong-Jin Sénéchal, Daniel Chabannes
Produtor Associado Brasil:  Gustavo Galvão
Produção executiva: Graziella Ferst, Gina O’Donnell
Direção de produção: Gina O’Donnell
Corroteirista: Silvia Lourenço
Direção de fotografia: Bruno Polidoro
Direção de arte: Adriana Nascimento Borba
Figurino: Isadora Fantin, Mariane Collovini
Maquiagem e cabelo: Nancy Marignac
Preparação de elenco: Vanise Carneiro
Produção de elenco: Nadya Mendes
Montagem: Tula Anagnostopoulos
Som direto: Raúl Locatelli, Hudson Vasconcelos
Supervisão de som: Miriam Biderman, ABC
Desenho de som: Ricardo Reis, ABC
Mixagem de som: Pedro Noizyman
Música original: Arthur de Faria
Gênero: drama
País: Brasil
Ano: 2021
Duração: 91 min.

Lista de Festivais

51º International Film Festival of India / India; 29º Cinequest Film Festival / EUA no qual recebeu o prêmio Global Vision Award; 22º Stockholm IFF Junior / Suécia; 23º OUTshine LGBTQ+ Film Festival / EUA; 36º Cinema Jove – International Film Festival of Valencia / Espanha; 29º Cinelatino Tübingen / Alemanha; 36º Lovers Film Festival / Itália. Será exibido em 16º Festival Tucumán Cine / Bélgica; Buster Film Festival / Dinamarca; 33º Galway Film Fleadh / Irlanda.

Biografia da Diretora

Nascida em Porto Alegre, Cristiane Oliveira é diretora do longa MULHER DO PAI (Brasil-Uruguai) que teve estreia internacional no Festival de Berlim 2017. O filme participou de mais de 20 festivais e ganhou 20 prêmios. Atualmente, lança em festivais seu segundo longa, A PRIMEIRA MORTE DE JOANA (ganhador do Global Vision Award no Festival Cinequest, nos EUA), e prepara seu terceiro, ATÉ QUE A MÚSICA PARE (Brasil-Itália), selecionado no Talents Script Station do Festival de Berlim 2021. Atua como roteirista desde 2004, quando estreou seu primeiro curta, MESSALINA, vencedor de 13 prêmios em festivais.

Biografia da Okna

Produtora de conteúdo dedicada à realização de projetos para cinema, televisão e plataformas digitais. Especializada na produção e produção executiva, realiza não apenas o gerenciamento de projetos mas de talentos criativos. Em 2021, a empresa completa 15 anos de atuação. Em seu catálogo constam mais de 50 obras, sendo 7 longas metragens, 19 médias, 21 curtas e 5 séries de TV. Suas produções foram selecionadas para importantes festivais no Brasil e no exterior, somando mais de 70 prêmios. São obras que unem características autorais ao potencial de se comunicar com as audiências, trazem uma diversidade de abordagens temáticas dedicadas a diferentes perfis de públicos e foram realizadas a partir de coproduções que valorizam talentos nacionais e internacionais.

HOMEM ONÇA estreia nos cinemas brasileiros dia 26 de agosto

HOMEM ONÇA estreia nos cinemas brasileiros dia 26 de agosto

Selecionado para o Festival de Gramado, filme dirigido por Vinicius Reis, tem como ponto de partida acontecimentos da história do Brasil nos anos 90

Situado no final dos anos de 1990, HOMEM ONÇA, de Vinícius Reis, investiga como a história do país reflete e interfere na vida pessoal de Pedro, interpretado por Chico Diaz. O foi selecionado para o 49o Festival de Cinema de Gramado e estreia nos cinemas no dia 26 de agosto, em todo o Brasil com distribuição da Pandora Filmes. 

Vinicius Reis usou uma experiência pessoal como inspiração para o roteiro do longa: “meu pai era gerente numa das maiores mineradoras do mundo, a Vale do Rio Doce. E em 1996, a empresa passou por uma reestruturação radical, que culminaria na sua privatização no ano seguinte. Depois de duas décadas trabalhando para essa companhia, meu pai não podia ser demitido e foi forçado a se aposentar. Antes disso, foi obrigado a demitir sua equipe… tudo isso teve o efeito de um tsunami em sua vida.”

No filme, Pedro tem uma vida estável de classe média com sua mulher Sônia, interpretada por Silvia Buarque, que procura um emprego, e a filha adolescente, Rosa (Valentina Herszage). Pedro trabalha numa das maiores estatais do país, a fictícia Gás do Brasil. Tudo parece caminhar muito bem, um projeto de sustentabilidade desenvolvido por ele ganha um prêmio internacional, o que parece garantir o emprego de sua equipe, apesar da crise que a empresa começa a enfrentar. Seu corpo parece reagir a isso e manchas estranhas aparecem em sua mão.

Porém, mesmo o sucesso do trabalho de seu time não garante a segurança do emprego de todos e Pedro é forçado a tomar atitudes drásticas. HOMEM ONÇA acompanha esse processo através de duas linhas narrativas que se entrecortam e convergem: Num futuro não longínquo, o protagonista não vive mais no Rio de Janeiro, mas em uma pequena cidade, com uma nova companheira, Lola (Bianca Byington).

O roteiro, assinado por Reis, em colaboração com Flavia Castro e Fellipe Barbosa, examina como o longo processo de privatização de estatais, no final dos anos de 1990, ressoa na vida dos empregados daquelas empresas. A perda da estabilidade e segurança emocional e econômica de Pedro é um reflexo da situação do Brasil. Assim, ao falar do passado, HOMEM ONÇA é um filme que também medita sobre o presente do país, sempre ameaçado de passar por uma nova onda de privatizações.

Com o filme, continuo a explorar meu interesse em contar histórias sobre as ambições e medos da classe média urbana brasileira. No meu primeiro longa de ficção, Praça Saens Peña, de 2009, a questão da posse de um imóvel e o desejo por uma carreira profissional eram centrais para os personagens. Em HOMEM ONÇA, a importância do trabalho como identidade do ser humano é o que move os personagens”, explica o diretor.

HOMEN ONÇA foi rodado no Rio de Janeiro, Petrópolis e Teresópolis, entre dezembro de 2017, e janeiro de 2018, e teve sua estreia mundial em fevereiro passado, no 5o Arthouse Asia Film Festival. O longa ainda inclui em seu elencoGuti Fraga, Dani Ornellas, Tom Karabachian e Alamo Facó. O filme é produzido pela Tacacá Filmes, em coprodução com Blackforest Films (Alemanha), Parox SA (Chile), Canal Brasil e Globo Filmes.

Sinopse

Rio de Janeiro, segunda metade dos anos 1990, “era das privatizações”. Pedro trabalha em uma grande empresa estatal que em breve será privatizada. Pressionado por um cruel processo de reestruturação, Pedro tem que demitir sua equipe e antecipar a sua aposentadoria, contra a vontade. Aposentado e com uma doença na pele, ele decide se separar da família e se mudar para Barbosa, sua pequena cidade natal, no interior distante. Lá, ele descobre que a onça pintada que habitava a floresta ao redor de Barbosa, no tempo da sua infância, está mais viva do que nunca.

Ficha Técnica

Direção: Vinícius Reis

Roteiro: Vinícius Reis, com colaboração de Flavia Castro e Fellipe Barbosa

Produção:  Gisela B. Camara

Coprodução: Christoph Hahnheiser, Leonora Gonzalez e Sérgio Gandara

Elenco: Chico Diaz, Silvia Buarque, Bianca Byington, Emílio de Mello, Valentina Herszage, Tom Karabachian, Alamo Facó, Dani Ornellas, Guti Fraga

Direção de Fotografia: João Atala

Direção de Arte: Tainá Xavier 

Montagem e Edição de Som : Waldir Xavier 

Som Direto: Pedro Sá Earp

Figurino: Rô Nascimento e Diana Leste

Caracterização: Mari Pin

Gênero: drama

País: Brasil, Alemanha, Chile

Produção: Tacacá Filmes

Coprodução: Blackforest Films (Alemanha), Parox SA (Chile), Canal Brasil e Globo Filmes

Ano: 2021 

Duração: 90 min.

Filme realizado através de recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, BRDE, Ancine, e com recursos do programa de editais da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro 2011/2012

Sobre Vinícius Reis

Nasceu em São Paulo, no bairro do Jaçanã, em 1970. Vive no Rio de Janeiro desde 1981. Formado em Cinema com mestrado no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da UFRJ. É roteirista e diretor há mais de duas décadas.  Escreveu e dirigiu os filmes “A Cobra Fumou”, em 2002, “Praça Saens Peña”, em 2009, e “Homem Onça”, concluído em 2020 e ainda inédito. Tanto “A Cobra Fumou” quanto “Praça Saens Peña” participaram de festivais no Brasil e no exterior  e foram lançados no cinema e na TV.  Dirigiu também o longa-metragem “Noites de Reis”, lançado comercialmente em 2013. Entre 2015 e 2018, dirigiu as temporadas 7, 8, 11 e 12 dos “Detetives do Prédio Azul”, que recebeu o prêmio de “melhor série infantil” em 2016, pela Associação Paulista dos Críticos de Arte. Em 2017, dirigiu a 2ª temporada da série “Natália”, com direção geral de André Pellenz, para a Universal TV. Entre 2018 e 2019, dirigiu as temporadas 3 e 4 da série “Rotas do Ódio”, de Susanna Lira, também para a Universal TV.  “Rotas do Ódio” foi premiada no IndieFEST Film Awards.  

O início da atividade artística aconteceu no Teatro O Tablado, que frequentou de 1982 a 1992.  Lá estudou teatro e foi assistente de direção de Maria Clara Machado.

Sobre a Tacacá Filmes

Tacacá Filmes é uma produtora brasileira independente, criada pelo diretor Vinícius Reis e pela produtora Gisela Camara para produzir projetos audiovisuais autorais e com forte comunicação com o público.

Com a Limite Filmes, produziu a primeira ficção de Vinícius Reis, PRAÇA SAENS PEÑA, em 2009, vencedor de cinco prêmios no Cine-PE, dentre eles o de Melhor Direção e Prêmio Especial da Crítica. PRAÇA SAENS PEÑA também foi recebido como “filmaço” pelo jornal O Globo.

Com a VideoFilmes e a FlaukFilmes, produziu DESLEMBRO, primeira ficção da premiada documentarista Flávia Castro. DESLEMBRO, uma co-produção com o Canal Brasil, Telecine e Globo Filmes, teve sua estreia mundial no Festival de Veneza de 2018, e recebeu o prêmio de Melhor Filme para a Crítica no Festival de Biarritz do mesmo ano.

A Tacacá é ainda produtora associada de QUASE MEMÓRIA, longa-metragem de Ruy Guerra, produzido pela Kinossauros Filmes, em coprodução com a Globo Filmes. O filme recebeu menção honrosa nos festivais de Moscou 2016 e Rio 2016. A Tacacá é também produtora associada de AOS PEDAÇOS, também de Ruy Guerra, com produção de Kinossaurus Filmes, e que estreou em Rotterdam em 2020.

Em 2020, estreou a série NÓS, no Canal Brasil, uma coprodução com a Cabra Vadia, criada por David França Mendes e Rodrigo Ferrari. Atualmente a Tacacá Filmes está engajada no lançamento de HOMEM ONÇA, novo filme de Vinícius Reis, e dá início à pré-produção de KASA BRANCA, primeiro longa-metragem de Luciano Vidigal.

Sobre a Globo Filmes

Criada em 1998, a Globo Filmes atua como coprodutora de conteúdo multiplataforma com o propósito de fortalecer a indústria audiovisual nacional. Participou de mais de 300 filmes, levando ao público o que há de melhor do cinema brasileiro. Comédias, romances, documentários, infantis, dramas, aventuras: a aposta é na diversidade de obras que valorizem a cultura brasileira. 

Fazem parte de sua filmografia recordistas de bilheteria, como ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores –, sucessos de crítica como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’ e ‘Carandiru’, até longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. 

Sobre o Canal Brasil

O Canal Brasil é, hoje, o canal responsável pela maior parte das parcerias entre TV e cinema do país e um dos maiores do mundo, com 300 longas-metragens coproduzidos só nos últimos 10 anos. No ar há duas décadas, apresenta uma programação composta por muitos discursos, que se traduzem em filmes dos mais importantes cineastas brasileiros, e de várias fases do nosso cinema, além de programas de entrevista e séries de ficção e documentais. O que pauta o canal é a diversidade e a palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.  

Sobre a Pandora Filmes

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

Pedro e Inês estreia dia 15 de julho

Pedro e Inês estreia dia 15 de julho

PEDRO E INÊS” dirigido por António Ferreira, uma adaptação do romance ‘A Trança de Inês’ de Rosa Lobato de Faria, chega aos cinemas brasileiros, com distribuição da Pandora Filmes, no dia 15 de julho. O filme, uma coprodução entre Brasil, Portugal e França, e que foi o filme português mais visto do ano em Portugal.Protagonizado pelos atores Diogo Amaral e Joana de Verona, “PEDRO E INÊS” é inspirado em uma famosa lenda portuguesa, e o filme narra uma inigualável história de paixão ao longo de três épocas: na idade média onde tudo originalmente aconteceu, no tempo atual onde Pedro e Inês são arquitetos numa grande cidade e, num futuro distópico, onde as pessoas fogem das cidades para o campo para sobreviver. Pedro e Inês sempre se encontram e se apaixonam perdidamente, ao longo dos tempos, imortalizando a mais gloriosa história de amor portuguesa.O filme foi rodado no verão de 2017 em quatro concelhos do distrito de Coimbra (Cantanhede, Montemor-o-Velho, Lousã e Coimbra). No elenco figuram ainda nomes como Vera Kolodzig, Cristóvão Campos, Custódia Gallego, Miguel Borges, João Lagarto e Miguel Monteiro.

PEDRO E INÊS” teve a sua estreia mundial na competição do Festival de Montreal, tendo já passado pelas competições da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival do Rio e no Festival Caminhos do Cinema Português.Sinopse:Uma coprodução entre Portugal, França e Brasil, o filme é baseado na história real do Rei Dom Pedro I, que desenterrou sua amante Inês de Castro para torná-la rainha depois de morta. A obra conta a história de Pedro e Inês em três diferentes épocas (presente, passado e futuro). Um amor atemporal que vence as limitações do tempo. Protagonizado pelos atores Diogo Amaral e Joana de Verona, o filme imortaliza a mais gloriosa história de amor portuguesa.Ficha Técnica:Direção e Roteiro: António FerreiraProdução: Tathiani Sacilotto (Persona Non Grata Pictures)Elenco: Diogo Amaral (Pedro), Joana de Verona (Inês), Vera Kolodzig (Constança), Cristóvão Campos (Estevão), Custódia Gallego (Beatriz), João Lagarto (Afonso), Miguel Borges (Pêro Coelho)Ano: 2018País: Portugal, Brasil e FrançaDuração: 120 minutosClassificação: 16 anos+ sobre o

Sobre o Diretor:António Ferreira estreou em Cannes com a média-metragem ‘Respirar debaixo d’água’ (2000). ‘Pedro e Inês’ é a terceira longa-metragem do realizador conimbricense, após ter realizado ‘Esquece tudo o que te disse’ (2002) e ‘Embargo’ (2010), sendo este último uma adaptação do conto homónimo de José Saramago.

Sobre a Pandora Filmes:A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar® 2020 (Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).   Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.