Grande Prêmio do Cinema Brasileiro abre votação popular para Melhor Filme

Grande Prêmio do Cinema Brasileiro abre votação popular para Melhor Filme

A 21ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro abriu a votação para o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular. Concorrem na categoria Voto Popular os 15 filmes finalistas em Melhor Longa-Metragem Ficção, Melhor Longa-Metragem Documentário e Melhor Longa-Metragem Comédia.
 

Escolha seu favorito: Link
 

O GP do Cinema Brasileiro está confirmado para agosto de 2022 e acontecerá no Rio de Janeiro. Realizada pela Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais, a maior premiação do audiovisual nacional voltará a ser presencial, depois de dois anos em formato remoto por causa da pandemia. Este ano, o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro conta com o Apoio da RioFilme, Secretaria Municipal de Governo e Integridade Pública (SEGOVI) e da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Acompanhamento e Apuração da PwC Brasil.

O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro tradicionalmente acontecia no Rio de Janeiro, mas passou a ser itinerante em 2019 e, nos últimos três anos, foi realizado em São Paulo, com apoio dos governos municipal e estadual. O contrato de apoio para a edição deste ano foi assinado entre a Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais e a RioFilme, a Secretaria Municipal de Governo e Integridade Pública (SEGOVI) e a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Ao todo serão 32 prêmios, em quatro grandes categorias: longa-metragem, curta-metragem e séries brasileiras, escolhidos pelo amplo júri formado por profissionais associados à Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais.
 

A Mostra Filmes Finalistas está sendo realizada de forma gratuita no Rio de Janeiro, Ceará, Bahia, Rio Grande do Sul e Paraíba. Confira mais informações no link

Filmes indicados ao prêmio de Melhor Filme na categoria Voto Popular:
 

7 PRISIONEIROS, de Alexandre Moratto. Produção: Andrea Barata Ribeiro, Bel Berlinck e Fernando Meirelles por O2 Filmes, Ramin Bahrani e Alexandre Moratto por Noruz Films.

DEPOIS A LOUCA SOU EU, de Julia Rezende. Produção: Mariza Leão por Atitude Produções e Empreendimentos.

DESERTO PARTICULAR, de Aly Muritiba. Produção: Antonio Gonçalves Junior por Grafo Audiovisual.

HOMEM ONÇA, de Vinícius Reis. Produção: Gisela Câmara e Vinícius Reis por Tacacá Filmes.

MARIGHELLA, de Wagner Moura. Produção: Bel Berlinck, Andrea Barata Ribeiro, Fernando Meirelles por O2 Filmes e Wagner Moura por Maria da Fé.

A SOGRA PERFEITA, de Cris D’Amato. Produção: Sandi Adamiu, Marcio Fraccaroli e André Fraccaroli por Paris Produções.

O AUTO DA BOA MENTIRA, de José Eduardo Belmonte. Produção: Luciana Pires, Monica Monteiro e Fátima Pereira por Cine Group.

QUEM VAI FICAR COM MÁRIO?, de Hsu Chien Hsin. Produção: Virginia Limberger por Sincrocine Produções.

UM CASAL INSEPARÁVEL, de Sergio Goldenberg. Produção: Roberto Berliner por TvZero e Sergio Goldenberg por Trópicos Arte e Comunicação.

8 PRESIDENTES 1 JURAMENTO – A HISTÓRIA DE UM TEMPO PRESENTE, de Carla Camurati. Produção: Carla Camurati por Copacabana Filmes e João Jardim por Fogo Azul Filmes.

A ÚLTIMA FLORESTA, de Luiz Bolognesi. Produção: Caio Gullane; Fabiano Gullane por Gullane, Lais Bodanzky e Luiz Bolognesi por Buriti Filmes.

ALVORADA, de Anna Muylaert e Lô Politi. Produção: Lô Politi por Dramática Filmes, Ivan Melo por Cup Filmes e Anna Muylaert por África Filmes.

CHACRINHA, EU VIM PARA CONFUNDIR E NÃO PARA EXPLICAR, de Micael Langer e Cláudio Manoel. Produção: Angelo Salvetti, Cosimo Valerio e Altino Pavan por Media Bridge Produções

CINE MARROCOS, de Ricardo Calil. Produção: Eliane Ferreira e Pablo Iraola por Muiraquitã Filmes e Ricardo Callil por Olha Só Filmes.

Pluft, o Fantasminha, lança trilha sonora de Tim Rescala

Pluft, o Fantasminha, lança trilha sonora de Tim Rescala


Longa-metragem “Pluft, O Fantasminha” esquenta estreia com lançamento de trilha sonora e videoclipe

A trilha sonora original do filme é de Tim Rescala — também responsável pela regência dos instrumentais – e conta com interpretações de Roberto Frejat, Simone Mazzer, Coro Infantil da UFRJ e da Orquestra Sinfônica Heliópolis e Coral da Gente

Videoclipe da música “Pluft e Maribel” (2022).


LINK PARA PLATAFORMAS DIGITAIS

Com lançamento nos cinemas marcado para 21 de julho, o aguardado longa-metragem “Pluft, O Fantasminha” lança, nesta sexta-feira, 24 de junho, trilha sonora original e um videoclipe que promete emocionar o público. O filme, que tem direção de Rosane Svartman e produção de Clélia Bessa, conta com trilha assinada por Tim Rescala, que criou mais de 80 faixas e também dirigiu a regravação de três canções originais da peça de Maria Clara Machado. Entre os destaques, a música “Pluft e Maribel”, que embala os momentos dos protagonistas, interpretados por Nicolas Cruz e Lola Belli, ganha clipe e também a voz de Frejat e o coro infantil da UFRJ. 

Também ator, Tim Rescala – que faz uma participação especial no filme no papel de um pirata – tem uma relação antiga já com o teatro O Tablado e Maria Clara Machado. Responsável pela adaptação da obra “O Cavalinho Azul”, também da dramaturga, para uma ópera em 2001, já criou trilhas para outras montagens da autora. “É muito interessante estar próximo das pessoas que trabalharam com ela, principalmente da Cacá Mourthé (roteirista do filme e sobrinha da autora). Trata-se de um filme de aventura e por isso entendemos que uma orquestra sinfônica fosse mais adequada”, comenta Tim sobre a criação. “As faixas foram compostas em duas fases distintas: as canções antes das filmagens e a música incidental depois da montagem. ”

A diretora Rosane Svartman com o músico Tim Rescala.

Amigo pessoal de Tim e também já parceiro de Rosane Svartman no filme “Mais Uma Vez Amor”, o nome de Frejat foi o primeiro a ser cogitado para a gravação da faixa principal “Pluft e Maribel”. “Não houve nem sequer uma discussão de outro nome. Ficou muito legal. Ele tem uma voz muito conhecida, facilmente identificável. Ele entrou no contexto da música, cantou, tocou. Um prazer fazer com ele. Além de ter o diálogo dele com o público infantil com o Coral da Gente, da Orquestra de Heliópolis, e também o Coral Infantil da UFRJ”, comenta Tim.

O videoclipe, realizado por uma equipe de jovens cineastas, traz cenas dos personagens Pluft e Maribel que estarão no filme e imagens de Frejat no estúdio, acompanhado de fantoches dos protagonistas que também podem ser vistos no longa-metragem. “O Tim Rescala chegou cheio de ideias e músicas que se encaixavam no filme como uma luva. Foi dele a ideia de gravar a trilha com a Orquestra de Heliópolis e de trazer uma pegada mais atual para a música tema de Pluft e Maribel. Sou fã do Frejat, um grande parceiro, que já tinha feito a trilha do filme “Mais uma vez amor”, com Maurício Barros. Quando o convidamos para gravar a música do clipe ele topou na hora, uma felicidade. O coral de crianças da UFRJ faz uma espécie de dueto com ele”, comenta Rosane Svartman.

Arthur Aguiar, Lucas Salles e Hugo Germano interpretam duas das três músicas originais da peça: “Capitão Bonança 1” e “Capitão Bonança 2”Juliano Cazarré é o responsável pela terceira faixa: “Viva o Sol”. As demais canções, de autoria do Tim Rescala, também contam com elenco de peso: “Capitão Jiló” e “No Caribe”, com Simone Mazzer, Thais Belchior e Ariane Souza“Chorinho no Final” e “Coro Angelical”, com regência de Tim Rescala e coro infantil da UFRJ“Maria Merluza”, com Simone Mazzer, Thais Belchior, Ariane Souza e Tim Rescala; além de “Pluft e Maribel”, com Frejat e o Coro Infantil da UFRJ.

Com produção da Raccord Filmes, coprodução da Globo Filmes e distribuição da Downtown, a adaptação para o cinema da clássica peça escrita por Maria Clara Machado e encenada pela primeira vez em 1955.

As letras das canções podem ser vistas aqui.

Ficha Técnica de Pluft e Maribel

Créditos PLUFT E MARIBEL:

Produzido por Raccord Produções

Dirigido e Editado por Luisa Dowsley

Produzido por Brenda Belfort

Direção de Fotografia Elisa Bessa e Renato Carlos

“Pluft e Maribel”

Autor – Tim Rescala

Interpretado por Frejat e Coro Infantil da UFRJ

Regente do coral Maria José Chevitarese

Violão – Frejat

Guitarra – Frejat

Teclados – Tim Rescala

Programação – Tim Rescala

1º violino – Ana de Oliveira

2º violino – Mariana Salles

Viola – Marco Catto

Violoncelo – Marcus Ribeiro

Contrabaixo – Ronaldo Diamante

Bateria – Tiago Calderano

Sons eletrônicos – Clement Zular

TRAILER de CARRO REI dirigido por Renata Pinheiro com Matheus Nachtergale

TRAILER de CARRO REI dirigido por Renata Pinheiro com Matheus Nachtergale

Filme pernambucano vencedor do Festival de Gramado estreia nos cinemas dia 30 de junho

Assista ao trailer >>> https://youtu.be/0UXF2iCNHFs

Grande vencedor do Festival de Gramado 2021 dos Kikitos de Melhor Filme, Melhor Direção de Arte, Melhor Som, Melhor Trilha Sonora, e também do Prêmio Especial do Júri para a memorável atuação de Matheus Nachtergaele, Carro Rei fez sua estreia mundial no prestigiado Festival de Roterdã – 2021 e, desde então, tem acumulado ótimas críticas e participações em mais de 30 festivais nacionais e internacionais.

CARRO REI é uma fábula sobre a condição humana num mundo cada vez mais antinatural e tecnológico. Quando nossa realidade parece se tornar cada vez menos verossímil, talvez não seja de todo absurdo a possibilidade de se vislumbrar no fantástico uma forma potente de fabulação crítica da realidade. O estranho, bizarro ou improvável, e também o que desperta o riso, são os principais aspectos políticos do meu filme”, é assim que a diretora Renata Pinheiro (“Amor, Plástico e Barulho”) define seu longa, que chega aos cinemas em 30 de junho, com distribuição da Boulevard Filmes.

Passando pelos festivais Raindance – Inglaterra (Melhor Roteiro), Feratum – México 2021 (Melhor Filme de Ficção Científica Latino-americano), CineFantasy – Brasil (Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Filme Juri Popular), Fantasia (Canadá) e Fantastic Festival  (EUA), entre muitos outros, Carro Rei vem acumulando em sua carreira, até o momento, 16 prestigiosos prêmios.

CARRO REI aborda o transhumanismo dentro de uma narrativa Pop, que mistura Sci-Fi, comedia e forte critica social. Um jovem chamado Uno (Luciano Pedro Jr), nome dado pelos seus pais em homenagem ao carro em que ele nasceu a caminho da maternidade. O nascimento dentro da máquina lhe deu um dom fantástico : ele consegue se comunicar com carros. Durante a infância, Uno e o carro eram melhores amigos, até que um evento trágico muda seu destino: um acidente mata a mãe de Uno e o carro é exilado no ferro-velho da família.

Dez anos se passam; Uno, com 19 anos, tem aversão a automóveis. Ele é um ciclista apaixonado pela natureza. Junto com sua amiga (e crush) Amora ingressam na faculdade de Agroecologia para o desgosto do seu pai que deseja tê-lo ao seu lado na empresa de táxi. Tudo estava indo bem na vida de Uno, até que uma nova lei é implementada na cidade: os carros com mais de 15 anos não podem mais circular, ameaçando a frota de táxi do seu pai. Uno precisa tomar uma decisão. Ele vai para o ferro-velho onde vive seu tio Zé Macaco (interpretado por Matheus Nachtergaele), um estranho mecânico de automóveis, e repleto de ideias mirabolantes. Juntos, eles modificam a aparência do antigo melhor amigo de Uno, transformando-o em um super carro que agora pode falar com todos, o Carro Rei.

O táxi Carro Rei consegue burlar a fiscalização com seu visual arrojado e aparência de novo.  O negócio da família sobrevive, mas Carro Rei se torna cada vez mais inteligente e ambicioso. Proprietários de carros velhos da classe trabalhadora começam a chegar pedindo ajuda. Carro Rei (voz de Tavinho Teixeira), se torna um mito. Com palavras de ordem contra a injustiça, exalta uma estranha revolta, além de também se apaixonar por Mercedes (interpretada pelo ator transgênero – não binário – Jules Elting), uma artista feminista que vandaliza símbolos de poder masculino. Uma gangue é formada, roubando carros para manter a linha de montagem improvisada. Carro Rei atrai mais e mais seguidores. Uno lamenta ter criado um monstro. Ele tenta escapar do esquema, mas é tarde demais. Carro Rei tem um plano para ele … planos para todos.

Renata destaca em CARRO REI sua já longa parceria com Sérgio Oliveira, diretor e roteirista com quem ela trabalhou desde seu primeiro curta (“Superbarroco”), e com quem co dirigiu vários trabalhos, entre eles o longa Açúcar e os documentários Praça Walt Disney e Estradeiros. E também com o Diretor de Fotografia Fernando Lockett, com quem trabalha desde seu primeiro longa (“Amor, Plástico e Barulho”).

CARRO REI é um filme sobre a luta de classes, que se utiliza da fantasia para adentrar numa realidade de um país destroçado por um governo de extrema direita. O automóvel é o personagem chave dessa narrativa, presente nos sonhos de consumo da sociedade brasileira e de seus governantes que insistem em planejar os espaços urbanos priorizando sempre os automóveis privados. Nos meus filmes qualquer coisa pode se transformar em personagem e a linguagem visual é tão importante quanto o diálogo. Aqui, esses objetos inanimados, os carros, são trazidos para a vida real, ao lado dos humanos. Mas seus sonhos são maiores do que seu espaço de armazenamento.”

CARRO REI constitui um verdadeiro objeto não-identificado em sua fusão de fábula e comentário político-ecológico que situa uma possibilidade de resistência às máquinas modificadas e inteligentes num aditivo retirado da agricultura orgânica”, escreve Neusa Barbosa, no Cineweb. Já Carlos Alberto Mattos, na Carta Maior, diz que o filme “é uma fábula arretada que ecoa toda uma mística cinematográfica sobre a relação fetichista e erótica entre gente e carros.”

“Entre seu visual visionário e a esperança por uma eco-utopia igualitária, o filme alardeia os prazeres do choque, sem sacrificar seu rigor visual”, diz William Repass, na revista Slant. “CARRO REI é um choque cheio de beleza e sequencias doidas, tudo trazido à vida por um elenco fantástico”, escreveu Bobby LePire na Film Threat.

Sinopse 

Uno tem um dom fantástico: ele consegue se comunicar com carros. Quando uma nova lei proíbe a circulação de carros velhos, e coloca a empresa de táxi do seu pai em perigo, o rapaz busca orientação com seu melhor amigo de infância, um carro de inteligência extraordinária. Junto com seu tio, um mecânico inventivo, eles armam um plano para burlar a lei, transformando carros velhos em “novos”. O carro renasce e seu nome é Carro Rei – um carro que pode falar, pode ouvir, pode até se apaixonar. Um carro que tem planos para todos.

Ficha Técnica 

Direção: Renata Pinheiro

Produção:  Sergio Oliveira

Produtora: Aroma Filmes

Produção Executiva: Carol Ferreira, Sergio Oliveira

Roteiro: Sergio Oliveira, Leo Pyrata, Renata Pinheiro

Direção de Fotografia: Fernando Lockett

Direção de Arte: Karen Araújo

Edição: Quentin Delaroche

Edição de Som: Guile Martins

Trilha Original: Dj Dolores

Diretor Assistente: Sergio Oliveira

Preparação de Elenco: Raissa Gregori

Casting: Marcelo Caetano

Elenco Principal: Matheus Nachtergaele, Luciano Pedro Jr, Jules Elting, Clara Pinheiro, Adélio Lima, Ane Oliva

Voz do Carro Rei: Tavinho Teixeira

Gênero: fantasia, drama

País: Brasil

Ano: 2021

Duração: 97 min.

Sobre Renata Pinheiro

RENATA PINHEIRO é cineasta e artista brasileira. Graduada em artes visuais pela UFPE, foi artista residente na John Moore University, Inglaterra; e estudou no INA (Institut Nacional de L’Audivisuel), França. Partindo da premissa da universalidade da linguagem visual, Renata tem como característica de suas obras a criação de narrativas emocionais elaboradas a partir de construções imagéticas ousadas e vigorosas.

Em 2022 dirige a serie de TV, NOVELA para a Amazon Prime que será lançada no segundo semestre deste ano.

Em 2020 lança o curta MANSÃO DO AMOR na Mostra de Tiradentes. O curta é premiado com melhor direção no Bangalore Film Festival, Índia 2020.

Em 2018, Renata, em codireção com Sergio Oliveira, estreou o longa AÇÚCAR no IFFR (Festival de Roterdã, Holanda). Recebeu prêmio de Melhor filme pelo júri da crítica no Festin Lisboa, Pt, 2018 (Festival de Cinema da Língua Portuguesa).

Seu primeiro longa, AMOR, PLÁSTICO E BARULHO (2013), estreou no Festival de Brasília recebendo três prêmios. O filme também foi exibido no IndieLisboa (Portugal) e ABRAFFTY Fest (Canadá), onde ganhou os prêmios de melhor filme, melhor diretor, melhor atriz e atriz coadjuvante.

PRAÇA WALT DISNEY recebeu prêmio de melhor filme no San Diego Film Fest, EUA, além de mais de 50 prêmios em festival do mundo

SUPERBARROCO, seu primeiro curta, estreou no Festival de Cannes – Quinzena dos Realizadores, 2009, e recebeu mais de 45 prêmios ao longo da sua carreira. Seu último trabalho como diretora de arte foi para ZAMA, de Lucrecia Martel, pelo qual ganhou diversos prêmios como Fênix e Platino. Renata Pinheiro vive e trabalha em Recife, Brasil.

Sobre a Boulevard Filmes

A Boulevard Filmes, criada em 2013, é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto. A empresa  se dedica principalmente à produção (curtas e longas) e distribuição (longas) de cinema brasileiro independente. A versatilidade e a busca pela diversidade são suas principais características, firmando parcerias com diretores e produtoras do norte ao sul do país.

Enquanto distribuidora, é responsável pelo lançamento comercial de filmes como Raia 4, Histórias que o nosso cinema (não) contava, Proibido Nascer no Paraíso, Libelu – Abaixo a Ditadura, Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes, Legalidade, Amor, Plástico e Barulho, Açúcar, entre outros.

ALEMÃO 2 lança teaser inédito

ALEMÃO 2 lança teaser inédito

Filme, que tem no elenco Gabriel Leone, Vladmir Brichta e Leandra Leal, chega aos cinemas em 31 de março

Assista aqui ao teaser: https://youtu.be/1ArNThexesA

Sequência do sucesso de 2014, ALEMÃO 2 lançaum teaser nessa quarta-feira. Com uma montagem de diversas manchetes de telejornais, o teaser situa o público nos 9 anos que passaram desde a ação do primeiro filme, e depois mostra em ação alguns dos principais personagens do novo longa. Produzido pela RT Features, e, novamente, com direção de José Eduardo Belmonte, o filme chega aos cinemas de todo o país no dia 31 de março, com distribuição Manequim, novo selo da Vitrine Filmes dedicado a longas de grande alcance de público.

Vladmir Brichta, Gabriel Leone e Leandra Leal são os protagonistas do longa no papel de policiais civis, cuja missão é capturar o traficante Soldado (Digão Ribeiro), que domina o morro depois da falência das UPPs – Unidade de Polícia Pacificadora. A trama se passa nove anos depois da ação militar que visava acabar com presença do tráfico no Complexo do Alemão.

Graças a pistas dadas por um informante, Bento (Danilo Ferreira), a prisão acontece, sob o comando da delegada Amanda (Aline Borges). Porém, o grupo sofre uma emboscada, planejada pelo chefe da facção rival, e é ser perde nas vielas do morro enquanto é perseguido por traficantes.

Uma das motivações para ALEMÃO 2 veio pela possibilidade de aprofundamento do tema, com maior tempo de maturação. À época da produção do primeiro longa, o debate sobre a eficácia das UPPs ainda estava sendo travado, com as primeiras vozes dissonantes ao que consideravam o modelo recém-implantado como uma panaceia para o problema crônico da violência no Rio de Janeiro. Tentei trazer esse tema, de forma mais articulada e aprofundada, sem perder as características do gênero cinematográfico ao qual ALEMÃO 2 consegue se filiar mais que o primeiro: é um filme policial, é um filme de ação”, explica o diretor.

O roteiro do filme é assinado por Thiago Brito e Marton Olympio (“Sequetro Relâmpago” e a série “Cidade dos Homens”), o filme fez sua estreia mundial no Festival do Rio, em dezembro passado. ALEMÃO 2 também traz no elenco Zezé Motta, Mariana Nunes, Demick Lopes e Ricardo Gelli. Coproduzido pela Fox Filmes, tem produção executiva de Marília Garske e Mariana Coelho, direção de produção de Flavia Rosa e Sílvia Sobral, fotografia de Fabrício Tadeu, som de Gabriela Bervian maquiagem de Luiz Gaia, direção de arte de Ana Paula Cardoso e figurino de Kika Lopes.

ALEMÃO 2 será lançado no Brasil pela Manequim Filmes.

No complexo do Alemão, o policial civil Machado e seus comandados, Ciro e Freitas, executam uma missão secreta: a prisão de um grande líder do tráfico de drogas. Supervisionados pela delegada Amanda e seguindo as pistas de um informante, a ação sofre uma emboscada. Foragidos, os policiais são caçados por traficantes. Enquanto isso, no centro de operações, Amanda conduz uma investigação sobre o ocorrido e orienta o grupo a sair do Alemão com vida.

Ficha Técnica

Direção: José Eduardo Belmonte

Roteiro: Marton Olympio e Thiago Brito

Elenco: Vladmir Brichta, Gabriel Leone, Leandra Leal, Aline Borges, Danilo Ferreira, Digão Ribeiro, Zezé Motta, Mariana Nunes, Demick Lopes e Ricardo Gelli

Produção: RT Features

Coprodução: Fox Filmes

Produção executiva: Marília Garske e Mariana Coelho

Direção de produção: Flavia Rosa e Sílvia Sobral

Fotografia: Fabrício Tadeu

Direção de arte: Ana Paula Cardoso

Som: Gabriela Bervian

Maquiagem: Luiz Gaia

Figurino: Kika Lopes

SOBRE JOSÉ EDUARDO BELMONTE

José Eduardo Belmonte é um dos diretores mais ativos da indústria audiovisual brasileira. Em mais de duas décadas de atividade profissional, dirigiu alguns dos principais atores brasileiros e latino-americanos em dezenas de filmes e séries de TV . Tem treze longas-metragens e mais um em pós-produção. Belmonte venceu o Festival do Rio de Janeiro 2008 e do Festival de Cinema Brasileiro de Paris com o drama “Se nada mais der certo”, que rendeu a Caroline Abras o prêmio de melhor atriz nos dois festivais e a Cauã Reymond, João Miguel o prêmio de melhor ator em festivais  em Miami, Los Angeles e Toronto. Maior bilheteria do cineasta, “Alemão” no Brasil atraiu um milhão de espectadores nos cinemas em 2014. Adaptado três anos depois para a televisão, ganhou uma indicação ao Emmy. Sequência blockbuster, tem estreia nas telas em 2022. Na televisão, José Eduardo Belmonte também realizou vários trabalhos. Entre as principais realizações está a direção artística da série “Carcereiros”, um dos sucessos de audiência dos últimos tempos na TV Globo. Único latino-americano selecionado em 2017 para o Cannes MIPDrama Screenings (uma das principais feiras de televisão do mundo), primeiro episódio da 1ª temporada de “Carcereiros”, venceu o concurso do Grande Júri, feito inédito para o audiovisual brasileiro. Belmonte também dirigiu a série El Hipnotizador, da HBO Latin America, estrelada por Leonardo Sbaraglia (“Dolor y Gloria”) e protagonizada por atores como Cesar Troncoso, Chino Darín e Marilu Marini. Nascido em 1970 em São José dos Campos (SP) e radicado no Rio de Janeiro, José Eduardo Belmonte é formado em cinema pela Universidade de Brasília e iniciou sua carreira no cinema com Nelson Pereira dos Santos, um dos maiores nomes na história do cinema brasileiro.

SOBRE A RT FEATURES

Criada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features tem em seu currículo de produções brasileiras longas-metragens como O Cheiro do Ralo (2006), O Abismo Prateado (2010), Tim Maia (2014), Alemão (2014), O Silêncio do Céu (2016) e a série O Hipnotizador (para a HBO Latin America em 2015).

No cenário internacional, produziu filmes premiados como Frances Ha (2013) e A Bruxa (2015). Em 2016, Rodrigo passa a integrar a Academia de Artes e Ciências Cinematográfica nos Estados Unidos, responsável pelo Oscar. Um ano depois, lança Me Chame Pelo Seu Nome, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado em 2018.

Em 2019, recebe o Prêmio de Melhor Filme na mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes com o filme A Vida Invisível de Karim Aïnouz que conta com Fernanda Montenegro no elenco. E no mesmo ano lançou os filmes Ad Astra, de James Gray, com Bratt Pitt, Wasp Network, de Olivier Assayas, com Penélope Cruz, Gael García Bernal e Wagner Moura (ambos exibidos no Festival de Veneza) e também O Farol, de Robert Eggers, com Willem Dafoe e Robert Pattinson, vencedor do prêmio máximo da critica na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. 2021 marca a volta da RT Features ao Festival de Cannes, com o filme Bergman’s Island dirigido por Mia Hansen-Love e ao Festival do Rio com Alemão 2.

SOBRE A MANEQUIM FILMES:

A Manequim é o novo selo da Vitrine Filmes para a distribuição de filmes comerciais, que abrangem histórias que fogem ao perfil de lançamentos da Vitrine. O line-up de longas já finalizados e em produção inclui biografias, filmes de ação e muito mais.

A Vitrine Filmes, em dez anos de atuação, já distribuiu mais de 160 filmes e alcançou mais de 4 milhões de espectadores. Entre seus maiores sucessos estão ‘O Som ao Redor’, ‘Aquarius’; e ‘Bacurau’ de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. Outros destaques são ‘A Vida Invisível’, de Karim Aïnouz, representante brasileiro do Oscar 2020, ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho’, de Daniel Ribeiro, e ‘O Filme da Minha Vida’, de Selton Mello. Entre os documentários, a distribuidora lançou ‘Divinas Divas’, dirigido por Leandra Leal e ‘O Processo’, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional.

Além do cinema nacional, a Vitrine Filmes vem expandindo o seu catálogo internacional ao longo dos anos, tendo sido responsável pelo lançamento dos sucessos “O Farol”, de Robert Eggers, indicado ao Oscar de Melhor Fotografia; “Você Não Estava Aqui”, dirigido por Ken Loach, e premiado com o Oscar de Melhor Filme Internacional 2021: ‘DRUK – Mais uma rodada’, de Thomas Vinterberg.

Protagonizado por Monica Iozzi, MAR DE DENTRO chega aos cinemas em 07 de abril

Protagonizado por Monica Iozzi, MAR DE DENTRO chega aos cinemas em 07 de abril

Exibido na Mostra Internacional de São Paulo e no festival Cine de las Americas, filme chega aos cinemas em 7 de abril

Mais de uma década atrás, quando começou a pensar no longa que viria a ser MAR DE DENTRO, a diretora e corroteirista Dainara Toffoli foi questionada inúmeras vezes se a maternidade, em si, daria um filme. “Queriam saber qual seria a trama, qual seria a grande história. Para a maioria das pessoas, falar sobre maternidade não seria suficiente. Foram muitos anos para conseguir o financiamento. Percebi que a maternidade real, não idealizada, era um tema tabu. Mas eu precisava falar sobre isso e tinha uma intuição forte de que as mulheres iriam se identificar. Não é à toa que a Eliane Ferreira, produtora do filme, é mulher e mãe. Desde o início, sentíamos a mesma urgência. E esta parceria foi muito importante para que não desistíssemos depois dos inúmeros nãos.”

O longa chega aos cinemas em 7 de abril, com distribuição da Califórnia Filmes e produzido pela Muiraquitã Filmes em coprodução com a Elástica Filmes e o Telecine.

Protagonizado por Monica Iozzi, MAR DE DENTRO tem como personagem central Manuela, uma mulher independente e bem sucedida, que descobre uma gravidez não-planejada. Uma série de problemas emergem, até que a maternidade se concretiza em sua vida, e ela descobre que terá de aprender como ser mãe, mesmo sem gostar da maternidade.

Monica, cada vez mais se destacando como atriz e surpreendendo quem a conhece apenas da comédia aponta MAR DE DENTRO como um começo em busca de outros gêneros em sua carreira. “Quem me conhece da novela na televisão nunca me viu nesse outro registro. Então deverá ser uma surpresa pra quem me acompanha. Mas acho que devo deixar claro que gosto sim de fazer humor, que sou muito grata a tudo que o humor me proporcionou até agora.” 

Para a atriz, o fato de ser uma história que mostra uma mulher que vive uma situação limite a atraiu muito para o projeto. “Mas o primeiro ponto que me chamou a atenção é que a Manu não tem o perfil que estamos acostumados a ver das mulheres. Ela é uma mulher realmente que adora o trabalho, que é bem sucedida e muito exigente. E ela também tem uma relação livre com um cara e está tudo bem com isso também. Então, me atraiu muito poder mostrar uma mulher assim com um olhar mais contemporâneo.”

Dainara, que assina o roteiro com Elaine Teixeira, acredita que há muita solidão e, até mesmo, um luto na maternidade. “Chegamos do hospital com um bebê no colo e uma dura e solitária rotina desaba sobre nossas cabeças. Para a sociedade, a mulher grávida ou com criança pequena é um certo fardo destituído de suas antigas capacidades. Assim, quando a mulher decide ter um filho, ela precisa saber que é uma rotina que vai enfrentar, na maior parte das vezes, sozinha. A licença paternidade é de cinco dias. Um bebê exige 24 horas de atenção. Ter um filho custa caro e não há uma rede de apoio. Quando vemos, estamos tentando dar conta de tudo e abrindo mão das nossas aspirações. Com tanta idealização, o que sobra para a mulher é cobrança, cansaço e um sentimento de culpa constante.”

A produtora Eliane Ferreira aponta que MAR DE DENTRO traz uma outra visão sobre a maternidade, comumente romantizada no cinema. “Ou é a maternidade excessivamente idealizada, em que o filme normalmente acaba quando o filho nasce. É a realização de ser mãe, ‘pronto, consegui, sou feliz para sempre’. Ou é algo retratado totalmente fora do padrão, problemática. Mas acredito que esta repetição de abordagem possa ter a ver com o fato de o cinema ter sido feito, por muito tempo, majoritariamente por homens. O olhar masculino sempre foi tão dominante que, mesmo para as mulheres que fazem cinema, talvez falar sobre maternidade desta forma realista como fazemos em aqui, ou em outras abordagens de outros projetos de cinema, poderia parecer fragilidade.”

Dainara acrescenta que, esta suposta fragilidade não condiz com a realidade. “Na verdade, a maternidade é de uma potência enorme. Por isso, quis mostrar o puerpério, algo absolutamente do espaço da mulher e dos homens trans sobre o qual falta reflexão. Hoje se fala do puerpério, mas esta é uma palavra muito nova na nossa cultura. Ser mãe é virar bicho. Peito inchado, melecado e vertendo leite. Exaustão. Fadiga. Aquela sensação constante de se ver como a vítima em um filme de vampiro: sugada e insone. É horrível e, pode ser, belo ao mesmo tempo,” completa ela.

O equilíbrio entre força e doçura é uma das chaves da narrativa de “Mar de Dentro”. Ainda que a situação financeira de Manuela seja confortável, ao encarar a maternidade praticamente sozinha em uma cidade que mais isola do que une as pessoas, ela vive um processo crucial de autodescoberta. Em vez de romantizado, o processo de se tornar mãe é visto com humanidade e com todas as contradições que ele traz.

Mônica aponta que há uma pesquisa que revelou que aproximadamente 47% das mulheres são demitidas ou então acabam perdendo posições na hierarquia do trabalho nos dois anos seguintes à maternidade. “É justamente em tudo isso que Mar de Dentro dá uma pincelada.”

A diretora ressalta que em seu filme, além da maternidade em si, está discutindo outras questões relacionadas ao tema, como a vida profissional da mulher que acaba de ter um filho, ou o desejo e o prazer feminino. “Este é um filme de mulheres. Há dez anos ninguém falava sobre isso. Tateamos um lugar que depois se tornou mais que um assunto, virou uma luta. Foi um processo duro, mas recompensador”, finaliza.

Monica, por sua vez, acrescenta que, apesar de ter a mulher e assuntos relacionados com ela, ao centro, MAR DE DENTRO é um filme que deve ser visto também pelo público masculino. “Há alguns temas que são difíceis de interessar aos homens porque para a grande maioria são questões que pertencem ao universo feminino única e exclusivamente. Há a velha questão do pai que é um puta paizão se ele troca uma fralda ou a do ‘meu marido é ótimo, ele me ajuda tanto.’ Mas acho também que tem uma coisa que talvez esse filme consiga furar um pouquinho, que é essa bolha. Isso porque realmente não é uma história que vai na linha de ‘que linda a maternidade’. Tem outras questões.

O ator Rafael Losso, que interpreta o principal personagem masculino do filme, destaca a importância de ter uma diretora mulher à frente dessa história. “Pensando na história do cinema, quantos homens não quiseram contar ou contaram histórias de mulheres? E receberam prêmios por isso. Ou quanto a gente já não roubou histórias que, na verdade, deveriam estar sendo contadas por mulheres. As mulheres têm o direito de fazer o que elas quiserem. Pensando em MAR DE DENTRO e na vivência da Dainara, pensando também em outras mulheres, um diretor poderia contar a história da Manuela, mas não da forma como ela conta. Foi um prazer trabalhar com ela.

Desde sua estreia na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o filme recebeu diversos elogios. José Geraldo Couto, no site do Instituto Moreira Salles, escreveu que o longa tem “narrativa eficiente […] que faz aflorar questões sobre o lugar da mulher numa sociedade machista.” Isabel Wittmann, em Estante da Sala, diz que “O ponto forte do filme está nos pequenos detalhes: nas rotinas, nas descobertas, nas delicadezas, na forma como mostra como cada pessoa tem um palpite, mas, no final, o que resta é a solidão da mãe e suas escolhas, ainda que em um contexto tão privilegiado. MAR DE DENTRO não romantiza a maternidade, mas a trata com uma beleza melancólica.”

Luiz Zanin, de O Estado de S. Paulo, escolheu MAR DE DENTRO como um de seus longas favoritos do festival: “Um tratamento simples e honesto sobre a questão da maternidade. Em meio a muitas firulas e poucos resultados, o cinema brasileiro (pelo menos pela amostra apresentada), esse tipo de obra, que deseja se comunicar sem baratear suas ideias, merece ser destacado. É melhor que muito filme-cabeça pretensioso.”

Mar de Dentro

Manuela é uma profissional de sucesso que, ao se descobrir grávida de um colega de trabalho, tem de lidar com a transformação de seu corpo e sua vida. Em meio a tantos desafios, ela se defronta com uma fatalidade que afetará ainda mais seu destino. Quando o bebê nasce, ela tem de aprender a ser mãe mesmo sem gostar, a priori, da maternidade.

Direção: Dainara Toffoli

Elenco: Monica Iozzi, Rafael Losso, Gilda Nomacce, Fabiana Gugli; Participação Especial: Zé Carlos Machado e Magali Biff

Gênero: Drama

País: Brasil

Ano: 2020

Duração: 90 min