TRAILER de CARRO REI dirigido por Renata Pinheiro com Matheus Nachtergale

TRAILER de CARRO REI dirigido por Renata Pinheiro com Matheus Nachtergale

Filme pernambucano vencedor do Festival de Gramado estreia nos cinemas dia 30 de junho

Assista ao trailer >>> https://youtu.be/0UXF2iCNHFs

Grande vencedor do Festival de Gramado 2021 dos Kikitos de Melhor Filme, Melhor Direção de Arte, Melhor Som, Melhor Trilha Sonora, e também do Prêmio Especial do Júri para a memorável atuação de Matheus Nachtergaele, Carro Rei fez sua estreia mundial no prestigiado Festival de Roterdã – 2021 e, desde então, tem acumulado ótimas críticas e participações em mais de 30 festivais nacionais e internacionais.

CARRO REI é uma fábula sobre a condição humana num mundo cada vez mais antinatural e tecnológico. Quando nossa realidade parece se tornar cada vez menos verossímil, talvez não seja de todo absurdo a possibilidade de se vislumbrar no fantástico uma forma potente de fabulação crítica da realidade. O estranho, bizarro ou improvável, e também o que desperta o riso, são os principais aspectos políticos do meu filme”, é assim que a diretora Renata Pinheiro (“Amor, Plástico e Barulho”) define seu longa, que chega aos cinemas em 30 de junho, com distribuição da Boulevard Filmes.

Passando pelos festivais Raindance – Inglaterra (Melhor Roteiro), Feratum – México 2021 (Melhor Filme de Ficção Científica Latino-americano), CineFantasy – Brasil (Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Filme Juri Popular), Fantasia (Canadá) e Fantastic Festival  (EUA), entre muitos outros, Carro Rei vem acumulando em sua carreira, até o momento, 16 prestigiosos prêmios.

CARRO REI aborda o transhumanismo dentro de uma narrativa Pop, que mistura Sci-Fi, comedia e forte critica social. Um jovem chamado Uno (Luciano Pedro Jr), nome dado pelos seus pais em homenagem ao carro em que ele nasceu a caminho da maternidade. O nascimento dentro da máquina lhe deu um dom fantástico : ele consegue se comunicar com carros. Durante a infância, Uno e o carro eram melhores amigos, até que um evento trágico muda seu destino: um acidente mata a mãe de Uno e o carro é exilado no ferro-velho da família.

Dez anos se passam; Uno, com 19 anos, tem aversão a automóveis. Ele é um ciclista apaixonado pela natureza. Junto com sua amiga (e crush) Amora ingressam na faculdade de Agroecologia para o desgosto do seu pai que deseja tê-lo ao seu lado na empresa de táxi. Tudo estava indo bem na vida de Uno, até que uma nova lei é implementada na cidade: os carros com mais de 15 anos não podem mais circular, ameaçando a frota de táxi do seu pai. Uno precisa tomar uma decisão. Ele vai para o ferro-velho onde vive seu tio Zé Macaco (interpretado por Matheus Nachtergaele), um estranho mecânico de automóveis, e repleto de ideias mirabolantes. Juntos, eles modificam a aparência do antigo melhor amigo de Uno, transformando-o em um super carro que agora pode falar com todos, o Carro Rei.

O táxi Carro Rei consegue burlar a fiscalização com seu visual arrojado e aparência de novo.  O negócio da família sobrevive, mas Carro Rei se torna cada vez mais inteligente e ambicioso. Proprietários de carros velhos da classe trabalhadora começam a chegar pedindo ajuda. Carro Rei (voz de Tavinho Teixeira), se torna um mito. Com palavras de ordem contra a injustiça, exalta uma estranha revolta, além de também se apaixonar por Mercedes (interpretada pelo ator transgênero – não binário – Jules Elting), uma artista feminista que vandaliza símbolos de poder masculino. Uma gangue é formada, roubando carros para manter a linha de montagem improvisada. Carro Rei atrai mais e mais seguidores. Uno lamenta ter criado um monstro. Ele tenta escapar do esquema, mas é tarde demais. Carro Rei tem um plano para ele … planos para todos.

Renata destaca em CARRO REI sua já longa parceria com Sérgio Oliveira, diretor e roteirista com quem ela trabalhou desde seu primeiro curta (“Superbarroco”), e com quem co dirigiu vários trabalhos, entre eles o longa Açúcar e os documentários Praça Walt Disney e Estradeiros. E também com o Diretor de Fotografia Fernando Lockett, com quem trabalha desde seu primeiro longa (“Amor, Plástico e Barulho”).

CARRO REI é um filme sobre a luta de classes, que se utiliza da fantasia para adentrar numa realidade de um país destroçado por um governo de extrema direita. O automóvel é o personagem chave dessa narrativa, presente nos sonhos de consumo da sociedade brasileira e de seus governantes que insistem em planejar os espaços urbanos priorizando sempre os automóveis privados. Nos meus filmes qualquer coisa pode se transformar em personagem e a linguagem visual é tão importante quanto o diálogo. Aqui, esses objetos inanimados, os carros, são trazidos para a vida real, ao lado dos humanos. Mas seus sonhos são maiores do que seu espaço de armazenamento.”

CARRO REI constitui um verdadeiro objeto não-identificado em sua fusão de fábula e comentário político-ecológico que situa uma possibilidade de resistência às máquinas modificadas e inteligentes num aditivo retirado da agricultura orgânica”, escreve Neusa Barbosa, no Cineweb. Já Carlos Alberto Mattos, na Carta Maior, diz que o filme “é uma fábula arretada que ecoa toda uma mística cinematográfica sobre a relação fetichista e erótica entre gente e carros.”

“Entre seu visual visionário e a esperança por uma eco-utopia igualitária, o filme alardeia os prazeres do choque, sem sacrificar seu rigor visual”, diz William Repass, na revista Slant. “CARRO REI é um choque cheio de beleza e sequencias doidas, tudo trazido à vida por um elenco fantástico”, escreveu Bobby LePire na Film Threat.

Sinopse 

Uno tem um dom fantástico: ele consegue se comunicar com carros. Quando uma nova lei proíbe a circulação de carros velhos, e coloca a empresa de táxi do seu pai em perigo, o rapaz busca orientação com seu melhor amigo de infância, um carro de inteligência extraordinária. Junto com seu tio, um mecânico inventivo, eles armam um plano para burlar a lei, transformando carros velhos em “novos”. O carro renasce e seu nome é Carro Rei – um carro que pode falar, pode ouvir, pode até se apaixonar. Um carro que tem planos para todos.

Ficha Técnica 

Direção: Renata Pinheiro

Produção:  Sergio Oliveira

Produtora: Aroma Filmes

Produção Executiva: Carol Ferreira, Sergio Oliveira

Roteiro: Sergio Oliveira, Leo Pyrata, Renata Pinheiro

Direção de Fotografia: Fernando Lockett

Direção de Arte: Karen Araújo

Edição: Quentin Delaroche

Edição de Som: Guile Martins

Trilha Original: Dj Dolores

Diretor Assistente: Sergio Oliveira

Preparação de Elenco: Raissa Gregori

Casting: Marcelo Caetano

Elenco Principal: Matheus Nachtergaele, Luciano Pedro Jr, Jules Elting, Clara Pinheiro, Adélio Lima, Ane Oliva

Voz do Carro Rei: Tavinho Teixeira

Gênero: fantasia, drama

País: Brasil

Ano: 2021

Duração: 97 min.

Sobre Renata Pinheiro

RENATA PINHEIRO é cineasta e artista brasileira. Graduada em artes visuais pela UFPE, foi artista residente na John Moore University, Inglaterra; e estudou no INA (Institut Nacional de L’Audivisuel), França. Partindo da premissa da universalidade da linguagem visual, Renata tem como característica de suas obras a criação de narrativas emocionais elaboradas a partir de construções imagéticas ousadas e vigorosas.

Em 2022 dirige a serie de TV, NOVELA para a Amazon Prime que será lançada no segundo semestre deste ano.

Em 2020 lança o curta MANSÃO DO AMOR na Mostra de Tiradentes. O curta é premiado com melhor direção no Bangalore Film Festival, Índia 2020.

Em 2018, Renata, em codireção com Sergio Oliveira, estreou o longa AÇÚCAR no IFFR (Festival de Roterdã, Holanda). Recebeu prêmio de Melhor filme pelo júri da crítica no Festin Lisboa, Pt, 2018 (Festival de Cinema da Língua Portuguesa).

Seu primeiro longa, AMOR, PLÁSTICO E BARULHO (2013), estreou no Festival de Brasília recebendo três prêmios. O filme também foi exibido no IndieLisboa (Portugal) e ABRAFFTY Fest (Canadá), onde ganhou os prêmios de melhor filme, melhor diretor, melhor atriz e atriz coadjuvante.

PRAÇA WALT DISNEY recebeu prêmio de melhor filme no San Diego Film Fest, EUA, além de mais de 50 prêmios em festival do mundo

SUPERBARROCO, seu primeiro curta, estreou no Festival de Cannes – Quinzena dos Realizadores, 2009, e recebeu mais de 45 prêmios ao longo da sua carreira. Seu último trabalho como diretora de arte foi para ZAMA, de Lucrecia Martel, pelo qual ganhou diversos prêmios como Fênix e Platino. Renata Pinheiro vive e trabalha em Recife, Brasil.

Sobre a Boulevard Filmes

A Boulevard Filmes, criada em 2013, é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto. A empresa  se dedica principalmente à produção (curtas e longas) e distribuição (longas) de cinema brasileiro independente. A versatilidade e a busca pela diversidade são suas principais características, firmando parcerias com diretores e produtoras do norte ao sul do país.

Enquanto distribuidora, é responsável pelo lançamento comercial de filmes como Raia 4, Histórias que o nosso cinema (não) contava, Proibido Nascer no Paraíso, Libelu – Abaixo a Ditadura, Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes, Legalidade, Amor, Plástico e Barulho, Açúcar, entre outros.

Carro Rei é eleito melhor filme no 49º Festival de Gramado

Carro Rei é eleito melhor filme no 49º Festival de Gramado

SÃO PAULO

O Festival de Gramado anunciou, na noite deste sábado (21), os vencedores de sua 49ª edição, que aconteceu de forma híbrida, com exibição de filmes pela internet e também pela televisão.

O cobiçado Kikito de melhor filme nacional foi para “Carro Rei”, de Renata Pinheiro, o grande vencedor do festival. Entre os estrangeiros, a produção escolhida foi “La Teoría De Los Vidrios Rotos”, de Diego Fernández Pujol.

Já o troféu de melhor longa gaúcho foi para “Cavalo de Santo”, de Carlos Eduardo Caramez e Mirian Fichtner.

Confira abaixo a lista dos longas vencedores do 49º Festival de Cinema de Gramado.

LONGAS BRASILEIROS

  • Melhor filme: “Carro Rei”, de Renata Pinheiro
  • Melhor filme gaúcho: “Cavalo de Santo”, de Carlos Eduardo Caramez e Mirian Fichtner
  • Melhor direção: Aly Muritiba, por “Jesus Kid”
  • Melhor ator: Nando Cunha, em “O Novelo”
  • Melhor atriz: Glória Pires, em “A Suspeita”
  • Melhor roteiro: Aly Muritiba, por “Jesus Kid”
  • Melhor fotografia: Bruno Polidoro, por “A Primeira Morte de Joana”
  • Melhor montagem: Tula Anagnostopoulos, por “A Primeira Morte de Joana”
  • Melhor trilha: Dj Dolores, por “Carro Rei”
  • Melhor direção de arte: Karen Araújo, por “Carro Rei”
  • Melhor atriz coadjuvante: Bianca Byington, por “Homem Onça”
  • Melhor ator coadjuvante: Leandro Daniel Colombo, por “Jesus Kid”
  • Melhor desenho de som: Guile Martins, por “Carro Rei”
  • Melhor filme (júri popular): “O Novelo”, de Claudia Pinheiro
  • Melhor filme (júri da crítica): “A Primeira Morte de Joana”, de Cristiane Oliveira
  • Prêmio especial do júri: Matheus Nachtergaele

LONGAS ESTRANGEIROS

  • Melhor filme: “La Teoría De Los Vidrios Rotos”, de Diego Fernández Pujol
  • Melhor filme (júri popular): “La Teoría De Los Vidrios Rotos”, de Diego Fernández Pujol
  • Melhor filme (júri da crítica): “Planta Permanente”, Ezequiel Radusky
  • Prêmio especial do júri: “Planta Permanente”, Ezequiel Radusky​

Longas-Metragens Gaúchos

  • Melhor Filme: Cavalo de Santo, de Mirian Fichtner e Carlos Caramez
  • Melhor Direção: Gilson Vargas, por A Colmeia
  • Melhor Ator: João Pedro Prates, por A Colmeia
  • Melhor Atriz: Luciana Renatha, Alexia Kobayashi e Veronica Challfom, por Extermínio
  • Melhor Roteiro: Carlos Eduardo Caramez, por Cavalo de Santo
  • Melhor Fotografia: Bruno Polidoro, por A Colmeia
  • Melhor Direção de Arte: Gilka Vargas e Iara Noemi, por A Colmeia
  • Melhor Montagem: Joana Bernardes e Mirela Kruel, por Extermínio
  • Melhor Desenho de Som: Gabriela Bervian, por A Colmeia
  • Melhor Trilha Musical: Cânticos Sagrados dos Orixás preservados pelos Terreiros gaúchos e Alabê Oni, de Cavalo de Santo
  • Júri Popular: Cavalo de Santo, de Mirian Fichtner e Carlos Caramez

Curtas-Metragens Brasileiros

  • Melhor Filme: A Fome de Lázaro, de Diego Benevides
  • Melhor Ator:  Lucas Galvino, pela atuação em Fotos Privadas
  • Melhor Atriz: Tieta Macau, por Quanto Pesa
  • Melhor Direção: Fabio Rodrigo, por Entre Nós e o Mundo
  • Melhor Roteiro: Marcelo Grabowsky, Aline Portugal e Manoela Sawitzki, por Fotos Privadas
  • Melhor Fotografia: Rodolpho Barros, por Animais na Pista
  • Melhor Montagem: Caroline Neves, por Entre Nós e O Mundo
  • Melhor Direção de Arte: Torquato Joel, por A Fome de Lázaro
  • Melhor Trilha Musical: Eli-Eri Moura, por Animais na Pista
  • Melhor Desenho de Som: Breno Nina, por Quanto Pesa
  • Júri Popular: Desvirtude, de Gautier Lee
  • Júri da Crítica: Entre Nós e o Mundo, de Fabio Rodrigo
  • Prêmio Especial do Júri: Fabio Rodrigo, por Entre Nós e o Mundo
  • Menção Honrosa: A Beleza de Rose, de Natal Portela
  • Prêmio Canal Brasil de Curtas: A Beleza de Rose, de Natal Portela

Fonte: Folha/Gaúcha ZH

Crédito da foto: Divulgação/Aroma Filmes

Carro Rei estreia mundialmente no Festival de Roterdã

Carro Rei estreia mundialmente no Festival de Roterdã

Um rapaz com a habilidade de conversar com carros, e um carro com ideias totalitárias. Esses são apenas alguns dos elementos de CARRO REI, novo longa da diretora Renata Pinheiro (Amor, Plástico e Barulho), que acaba se ser selecionado para competição oficial do Festival de Roterdã. O filme tem como tema uma mobilização popular que toma um caminho irracional e perigoso, combinando elementos fantásticos para abordar questões sociais e políticas do presente. Será distribuído comercialmente no Brasil pela Boulevard Filmes.

O protagonista de CARRO REI é Uno (Luciano Pedro Jr), que ganha esse nome em homenagem ao primeiro carro adquirido por seus pais, e no qual ele nasceu a caminho da maternidade. Uno, desde criança, fala com esse mesmo carro, e o considera como seu melhor amigo. Um acidente trágico separa os dois: Uno se torna um jovem ativista ambiental, enquanto o carro é despachado para o ferro-velho do seu tio Zé Macaco (Matheus Nachtergaele), um mecânico com ideias mirabolantes.  

A diretora, que assina o roteiro com Sergio Oliveira e Leo Pyrata, define o longa como “um filme sobre luta de classesO projeto surge da observação das cidades brasileiras e da constatação de um exagerado apego da população aos automóveis. Os carros particulares ocupam as ruas, as mentes e os planos dos governantes: são mais que veículos, são tratados com mais regalias que os transeuntes. Essa importância desproporcional dos automóveis na sociedade brasileira, pode ser fruto de uma falsa crença que o carro é um símbolo de ascensão social e prosperidade. CARRO REI é o resultado de uma investigação artística que busca construir uma relação interpessoal entre personagens inusitados, objetos inanimados e humanos, em ambientes que revelam essa complexidade. Nos meus filmes tento construir uma narrativa considerando que linguagem visual é tão importante quanto o diálogo. E neste contexto, os objetos também tem grande significância e são personagens vivos.”

O filme se passa em Caruaru, uma cidade média nordestina, onde a crise econômica está afetando a todos, especialmente a classe trabalhadora. A ideologia de extrema direita, carregada de falsas esperanças, está se espalhando com velocidade; e ela chega de carro. 

No filme, a cineasta teve a oportunidade de retomar a parceria com Sergio Oliveira (Super Osquestra Arcoverdense de Ritmos Brasileiros), premiado diretor e roteirista com quem ela trabalhou desde seu primeiro curta (Superbarroco), e com quem co-dirigiu o longa Açúcar e os documentários Estradeiros e Praça Walt Disney. A fotografia é assinada pelo argentino Fernando Lockett, com quem trabalha desde seu primeiro longa (Amor, Plástico e Barulho). Para o elenco, Renata trouxe Matheus Nachtergaele (Zama, Cidade de Deus, Central do Brasil), que define como “um artista excepcionalmente versátil que conquistou uma reputação formidável no Brasil e no exterior”; Luciano Pedro Jr, jovem ator negro alagoano, que faz sua estreia em longa metragem; Clara Pinheiro (O Som ao Redor, A Noite Amarela) jovem atriz recifense que iniciou sua carreira no cinema aos 12 anos participando de filmes relevantes para a cinematografia brasileira; Jules Elting (O ornitólogo), um ator transgênero não binário, da Alemanha, de carreira sólida no teatro e há alguns anos emergente no cinema internacional de arte. 

Sinopse 

Uno tem um dom fantástico: ele consegue se comunicar com carros. Quando uma nova lei proíbe a circulação de carros velhos, e coloca a empresa de táxi do seu pai em perigo, o rapaz busca orientação com seu melhor amigo de infância, um carro de inteligência extraordinária. Junto com seu tio, um mecânico inventivo, eles armam um plano para burlar a lei, transformando carros velhos em “novos”. O carro renasce e seu nome é Carro Rei – um carro que pode falar, pode ouvir, pode até se apaixonar. Um carro que tem planos para todos.

Ficha Técnica

Direção: Renata Pinheiro

Produção:  Sergio Oliveira

Produtora: Aroma Filmes

Produção Executiva: Carol Ferreira, Sergio Oliveira

Roteiro: Sergio Oliveira, Leo Pyrata, Renata Pinheiro

Direção de Fotografia: Fernando Lockett

Direção de Arte: Karen Araújo

Edição: Quentin Delaroche

Edição de Som: Guile Martins

Trilha Original: Dj Dolores

Diretor Assistente: Sergio Oliveira

Preparação de Elenco: Raissa Gregori

Casting: Marcelo Caetano

Elenco Principal: Matheus Nachtergaele, Luciano Pedro Jr, Jules Elting, Clara Pinheiro, Adélio Lima, Ane Oliva

Voz do Carro Rei: Tavinho Teixeira 

Gênero: fantasia, drama

País: Brasil 

Ano: 2021 

Duração: 97 min.

Distribuição: Boulevard Filmes

Sobre Renata Pinheiro

RENATA PINHEIRO é cineasta e artista brasileira. Graduada em artes visuais pela UFPE, foi artista residente na John Moore University, Inglaterra; e estudou no INA (Institut Nacional de L’Audivisuel), França. Partindo da premissa da universalidade da linguagem visual, Renata tem como característica de suas obras a criação de narrativas emocionais elaboradas a partir de construções imagéticas ousadas e vigorosas. 

Em 2020 lança o curta MANSÃO DO AMOR na Mostra de Tiradentes. O curta é premiado com melhor direção no Bangalore Film Festival, Índia 2020. 

Em 2018, Renata, em codireção com Sergio Oliveira, estreou o longa AÇÚCAR no IFFR (Festival de Roterdã, Holanda). Recebeu prêmio de Melhor filme pelo júri da crítica no Festin Lisboa, Pt, 2018 (Festival de Cinema da Língua Portuguesa). 

Seu primeiro longa, AMOR, PLÁSTICO E BARULHO (2013), estreou no Festival de Brasília recebendo três prêmios. O filme também foi exibido no IndieLisboa (Portugal) e ABRAFFTY Fest (Canadá), onde ganhou os prêmios de melhor filme, melhor diretor, melhor atriz e atriz coadjuvante. 

PRAÇA WALT DISNEY recebeu prêmio de melhor filme no San Diego Film Fest, EUA, além de mais de 50 prêmios em festival do mundo.  

SUPERBARROCO, seu primeiro curta, estreou no Festival de Cannes – Quinzena dos Realizadores, 2009, e recebeu mais de 45 prêmios ao longo da sua carreira. Seu último trabalho como diretora de arte foi para ZAMA, de Lucrecia Martel, pelo qual ganhou diversos prêmios como Fênix e Platino. Renata Pinheiro vive e trabalha em Recife, Brasil.

Sobre a Boulevard Filmes

A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto. Entre seus lançamentos comerciais estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) , “Legalidade” (Zeca Brito), “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro) e “Sol Alegria” (Tavinho Teixeira) este último com previsão de lançamento para o segundo semestre de 2021.