Poltrona Cabine: Kingsman-O Círculo Dourado/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Kingsman-O Círculo Dourado/ Cesar Augusto Mota

O diretor Matthew Vaughn surpreendeu a todos ao lançar ‘Kingsman: O Serviço Secreto’ em 2014. Foi um filme repleto de cenas de ação empolgantes, um elenco de primeira linha, sem esquecer da cena épica dentro de uma igreja. Será que ‘Kingsman: O Círculo Dourado’ vai ter o mesmo sucesso ou será uma decepção?

Após uma grave incidente no começo da trama, a agência internacional de inteligência Kingsman é surpreendida com o advento de uma organização espiã norte-americana, a Statesman, e ambas se juntam com o intuito de derrotar um inimigo em comum e salvar o mundo. Mas não vai ser fácil, pois a vilã deste longa é perversa, megalomaníaca e muito mais perigosa se compararmos com o antagonista do primeiro filme, vivido por Samuel L. Jackson. Julianne Moore é Poppy, líder de um poderosa organização de entorpecentes, o Círculo Dourado, que promete implementar um plano diabólico e aniquilar toda a humanidade. Quem der um passo em falso, estará perdido.

O elenco do filme é excelente, Taron Egerton mostra o mesmo carisma de Eggsy, do primeiro longa, além de muita destreza e dinamismo como o novo agente Galahad, mas agora assume o protagonismo da história, que antes dividia com Colin Firth, na pele de Harry Hart. Firth também retorna e demonstra uma impressionante sincronia com Egerton, a atuação de um complementa a do outro. Já a  bela Hanna Alström rende novas cenas divertidas como a princesa sueca Tilde, bem como se torna uma peça importante no crescimento de Eggsy na história. No que tange aos integrantes da Statesman, a agente Ginger, representada por Halle Berry, é o cérebro da organização, por ela passam as decisões mais importantes do grupo e é a ponte entre os dois grupos de espiões para tentar barrar Poppy e o Círculo Dourado. Halle está simplesmente fantástica em seu papel, como há muito não se destacava. Os agentes Whiskey (Pedro Pascal) e Champagne (Jeff Bridges) funcionam como se fossem Batman e Robin, o primeiro, mais inteligente e cheio de artimanhas, além de portar um instrumento poderoso, no estilo Indiana Jones.  Já o segundo, bastante atrapalhado e deslocado. E o agente Tequila, encarnado por Channing Tatum, funciona como artigo de luxo na trama, não é muito aproveitado, mas rende muitas cenas cômicas.

Julianne Moore representa uma vilã bastante caricata, quando você olha para Poppy, você imagina que a personagem saiu do universo DC, no estilo Coringa, com um plano extremamente diabólico de dominação do mundo, cercada de capangas e artefatos sofisticados, além de expressões faciais que revelam o quão maquiavélica e astuta ela é. Moore, com sua delicadeza e sutileza, consegue imprimir uma personagem que funciona muito bem e realçar sua competência para representar bons papéis no cinema, dos simples aos mais complexos.

O roteiro nos oferece uma história que procura equilibrar cenas de ação com comédia, com momentos de alívio cômico em alguns momentos e ocasiões que gerem muita adrenalina e beirem à insanidade em outras. Algumas situações do filme anterior são revisitadas, mas isso não faz a obra cair na mesmice, novidades surgem após as devidas continuidades. Destaque também para o excelente plano-sequência, com a câmera acompanhando os personagens, ações em câmera lenta e alguns giros em 360 graus presentes nos conflitos mais intensos. Você vai se surpreender com a reviravolta que a trama dá na parte final, a tensão é tão grande que é difícil prever o que virá em seguida, de tão bem que a sequência de acontecimentos foi trabalhada pela roteirista Jane Goldman.

É feito um bom paralelo entre o estilo britânico e norte-americano de espionagem, possibilitando ao espectador não só apreciar as diferenças, como constatar uma ampliação do universo da franquia Kingsman e a possibilidade de novas sequências e cruzamento entre personagens. Se existia antes um foco em Kingsman no primeiro filme, no segundo há uma expansão de ações, de conflitos e loucuras.  Simplesmente um filme que vai além das expectativas, que entrega ao espectador algo maior, fora do convencional, com um elenco composto por atores confortáveis em seus personagens e que realizam interpretações com bastante competência. Não deixe de assistir!

Avaliação: 5/5 poltronas.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Os Guardiões/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Os Guardiões/ Cesar Augusto Mota

Você, sem dúvida, já se empolgou com um trailer que continha cenas de ação, muita adrenalina e perseguições, mas na hora de conferir o filme se decepcionou, não é? Está chegando ao circuito nacional uma produção russa que tenta bater de frente com os super-heróis da aclamada DC Comics e Marvel. Tarefa ingrata para ‘Os Guardiões’, do diretor Sarik Andreasyan.

A narrativa acompanha um grupo de quatro pessoas dotadas de superpoderes que foram submetidas à experimentos e alteradas geneticamente durante a Guerra Fria, na extinta União Soviética. São eles: Ler (Sebastien Sisak); dotado por uma força colossal e capacidade de lançar blocos de pedra contra seus inimigos, Khan; (Sanzhar Madiyev), um habilidoso em artes marciais e no manuseio de lâminas circulares  bem afiadas, Kseniya (Alina Lanina); uma poderosa acrobata e com dotável invisibilidade num simples contato com a água, além de Arsus (Anton Pampushnyy); um lutador que pode se transformar em urso e sempre com uma metralhadora giratória em mãos.

Todos eles se juntam e formam o quarteto Patriotas, numa importante e difícil tarefa: derrotar August Kuratov (Stanislav Shirin), um general que possui uma poderosa máquina de clones e está disposto a dominar Moscou e a controlar o mundo. Ao se deparar com esse primeiro ato, você  tem a impressão de já ter visto antes histórias parecidas e personagens com características semelhantes, remetendo a filmes norte-americanos que não fizeram muito sucesso, como ‘Quarteto Fantástico’ e ‘Esquadrão Suicida’, certo?

O roteiro contém uma premissa bastante clichê, não inova, além de ter um problema grave, quase não possui diálogos. O filme é movido mais pelos cenários, pancadarias e efeitos especiais, as falas são muito rasas e bastante genéricas, nada que empolgue. Tudo é muito rápido, você não tem tempo para respirar e ter um envolvimento emocional com os personagens, a produção não permitiu isso, foi mais um teste de resistência do que propriamente um entretenimento.

A duração do filme é muito curta, de apenas 90 minutos, e isso prejudica a produção em vários quesitos, além da montagem e edição. Falhas são nitidamente perceptíveis e a história ficou muito pobre, sem aprofundamento, impressão de que tudo foi feito às pressas a tempo de ser entregue. Uma produção como essa requer um certo jogo de cintura, mas que seja capaz de apresentar algo mais rico e sólido ao espectador.  Além de maiores desdobramentos na história, não há muitas alternativas aos protagonistas na luta contra Kuratov, todas as ações são previsíveis e sem muito alarde.

As atuações do elenco são competentes, não são esplendorosas, mas chamam a atenção, principalmente de Stanislav Shirin no papel do vilão, ele traz um jeito caricato com sua aparência bizarra, além de conseguir arrancar muitas risadas, algo difícil para quem é o antagonista da trama. Os quatro atores na pele dos integrantes do grupo Patriotas também se mostraram firmes, seus personagens possuem características interessantes, além de carregarem alguns segredos, e tudo isso faz os espectadores quererem acompanhar a história até seu desfecho, mesmo com tantos defeitos.

Apesar de não termos tantos filmes russos no circuito nacional, ficamos curiosos e na expectativa para ver o que a Rússia é capaz de apresentar. A intenção do diretor em querer trazer personagens que refletissem as tradições e a força dos antigos povos da União Soviética é bastante louvável, desde que houvesse um roteiro capaz de trazer uma história mais bem trabalhada, além de mais diálogos e possíveis reviravoltas. Vale a pena ver ‘Os Guardiões’ pela curiosidade, nada além disso.

Não saia da sala, há uma cena pós-crédito, com gancho para uma continuação. Que venha na próxima vez um filme longo e um roteiro que ofereça uma história mais complexa, rica em desdobramentos e efeitos especiais mais bem trabalhados. Fiquemos na torcida.

Avaliação: 3,5/5 Poltronas.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

Poltrona Estreia/ Estreias da Semana

Eva Não Dorme– Drama, com direção de Pablo Aguero

Sinopse: Em 1952, Evita Péron, a Primeira Dama da Argentina, morre de câncer, aos 33 anos de idade e seu corpo é embalsamado. Três anos depois, o presidente Juan Perón sofre um golpe de estado e o corpo de Evita é enviado para a Europa, com o intuito de apagar o legado dela da memória popular. Seu corpo então vira o centro de um confronto de poder que dura vinte e cinco anos.

 

 

O Filme da Minha Vida-Drama, com direção de Selton Mello

Sinopse: O jovem Tony (Johnny Massaro) decide retornar a Remanso, Serra Gaúcha, sua cidade natal. Ao chegar, ele descobre que Nicolas (Vincent Cassel), seu pai, voltou para França alegando sentir falta dos amigos e do país de origem. Tony acaba tornando-se professor, e vê-se em meio aos conflitos e inexperiências juvenis.

 

 

O Reino da Beleza-Drama/romance, com direção de Denys Arcand

Sinopse: Durante um colóquio na cidade de Toronto, Luc Sauvageau (Éric Bruneau), um arquiteto casado com Stéphanie (Mélanie Thierry) e natural do Quebec, conhece Lindsay (Melanie Merkosky), uma mulher intrigante. Luc acaba se apaixonando pela mulher e começa um relacionamento apaixonado e tortuoso com ela.

 

 

Os Meninos que Enganavam Nazistas-Drama, com direção de Christian Duguay

Sinopse: Durante um período de ocupação nazista na França, os jovens irmãos judeus Maurice (Batyste Fleurial) e Joseph (Dorian Le Clech) embarcam em uma aventura para escapar dos nazistas. Em meio a invasão e a perseguição, eles se monstram espertos, corajosos e inteligentes em sua escapada, tudo com o objetivo de reunir a família mais uma vez.

 

 

Planeta dos Macacos: A Guerra-Ficção científica/ação/aventura, com direção de Matt Reeves

Sinopse: Humanos e macacos cruzam os caminhos novamente. César e seu grupo são forçados a entrar em uma guerra contra um exército de soldados liderados por um impiedoso coronel. Depois que vários macacos perdem suas vidas no conflito, César luta contra seus instintos e parte em busca de vingança. Dessa jornada, o futuro do planeta poderá estar em jogo.

 

 

Rifle-Drama/Faroeste, com direção de Davi Pretto

Sinopse: Dione (Dione Ávila de Oliveira) é um jovem com hábitos estranhos, que vive isolado com sua família em uma região rural e remota. Mas toda a tranquilidade do local é abalada quando um rico proprietário tenta comprar a pequena propriedade onde ele e sua família vivem. O jovem então começa a carregar sempre um rifle, de forma a defender seu território.

 

 

Saint Amour: Na Rota do Vinho-Comédia, Drama-com direção de Benoît Delépine, Gustave Kervern

Sinopse: Odiado pelo filho Bruno (Benoît Poelvoorde) e triste por vê-lo entregue ao alcoolismo e desânimo, Jean (Gérard Depardieu) aproveita o tempo livre durante uma feira de negócios agrícolas em Paris para fazer com o herdeiro uma turnê pela região vinícola da França. Usando o taxista Mike (Vincent Lacoste) como motorista, os dois vivem uma intensa jornada que rende perrengues, revelações, desventuras amorosas e a sonhada aproximação.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Rei Arthur e a Lenda da Espada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Rei Arthur e a Lenda da Espada/ Cesar Augusto Mota

Apreciadores de histórias medievais, preparem-se. Está chegando ao circuito nacional mais uma adaptação da épica história do rei Arthur, um lendário líder britânico que, segundo os romances de cavalaria, comandou a Inglaterra contra as invasões dos saxões no fim do século V e início do século VI. Já tivemos filmes como “Os Cavaleiros da Távola Redonda (1953),“O Príncipe Valente” (1954), “Excalibur” (1981), “Rei Arthur” (2004) e “Arthur e Merlin” (2015), agora vamos ter a chance de apreciar mais um longa inspirado nas histórias folclóricas do corajoso, sábio e bondoso cavaleiro que viria a se tornar rei: “Rei Arthur e a Lenda da Espada”.

A nova produção, com direção de Guy Ritchie, apresenta inicialmente um jovem Arthur (Charlie Hunnam) criado em meio às ruas da cidade de Londonium e líder de sua gangue. Nem passa por sua cabeça quem realmente seja e o que o espera, até que encontre a simbólica espada Excalibur, a agarre com suas duas mãos e mude completamente o rumo de sua vida. Mas antes, é apresentado um enredo diretamente ligado a Arthur, como a relação conturbada entre seu pai, Uther Pendragon (Eric Bana), e o irmão, Vortigern (Jude Law), o confronto entre ambos que resulta na usurpação do trono por Vortigern e a morte de Uther, e os desdobramentos que levam ao estágio atual, com Arthur confuso e se redescobrindo.

O que se vê é uma história cuidadosamente construída e sem deixar escapar os momentos épicos retratados nas lendas arthurianas, como as perseguições e lutas entre a Resistência, liderada por Arthur, e o Exército comandado pelo rei Vortigern; o aprendizado de Arthur com a Excalibur; as escolhas difíceis que o bravo cavaleiro terá que fazer para ajudar seu povo a se libertar e derrotar o rei tirano; além da importância da Excalibur para cada um que a detém e as consequências acarretadas para quem possivelmente rejeitá-la.

A montagem é primordial, bem como os efeitos especiais utilizados, com CGI, e o uso de slow motion em algumas cenas para destacar explosões e grandes impactos nas lutas, além da precisa sincronia entre cenas do passado e do presente, contribuindo para a coerência e evolução da história, até seu momento mais agudo. Muitas cenas contaram com técnicas atuais nas filmagens, como a câmera na mão para retratar bem de perto e conferir mais realismo às perseguições, tornando a trama mais emocionante com cenas de ação e aumentando a carga de dramaticidade.

O grupo escolhido de atores para o filme conta com grandes nomes, como Charlie Hunnam, da série Sons of Anarchy, o consagrado Jude Law, além de Djimon Hounsou, de “Constantine” e “Desejo de Vingança” e Astrid Bergès-Frisbey, famosa por “Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas”, entre outros. Uma boa história não funcionaria sem boas atuações, e todos se destacam, Jude Law convence como o rei Vortingern, passa confiança, firmeza e autenticidade, Charlie Hunnam ilustra bem tudo o que viveu o rei Arthur, além de mostrar resistência e superação nos momentos mais difíceis, sem falar de Astrid. A jovem atriz espanhola faz um papel importante para a trama, uma maga, que inicialmente parecia ser meramente figurativa, ela é decisiva para a trajetória do personagem Arthur e ensina-o muito sobre a Excalibur e como lidar com seus demônios internos, é uma peça importante no quebra cabeça que leva Arthur ao confronto com o rei Vortingern.

O diretor Guy Ritchie teve a intenção de ressuscitar uma lendária e importante história, e acrescentou a ela elementos contemporâneos, com mais dinamismo em suas cenas, novas técnicas de efeitos especiais, além das filmagens mais próximas aos personagens, dando a impressão ao espectador de que ele está em meio a luta entre Resistência e Exército do rei Vortingern. Pode um filme épico aliado a técnicas modernas desagradar a alguns, há espectadores mais saudosistas e adeptos das representações mais tradicionais e antigas, mas existe também a questão da modernidade e da valorização do legado, o que pode atrair outras pessoas. Uma produção que chega e pode ganhar sequências, já pensou?

Não percam, “Rei Arthur e a Lenda da Espada” terá a distribuição da Warner Bros. Pictures e estreia nos cinemas brasileiros em 18 de maio de 2017. Divirtam-se!

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Geek #08 – Lançamentos e Expectativas para 2014 no Cinema!!!

Poltrona Geek #08 – Lançamentos e Expectativas para 2014 no Cinema!!!

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Geek’s, Cinéfilos e Poltroneiros,

No primeiro post do ano, e novamente em dose dupla, portanto  sendo lançado  no SpheraGeek e no Poltrona de Cinema, vimos falar dos filmes no qual aguardamos ansiosamente!

Alguns filmes vocês verão que não possuem trailer ainda, mas assim que sair coloco aqui.

E ai, pronto para montar a sua lista do que vai ou  não assistir?

1 – A Menina que Roubava Livros (31 de janeiro)

2 – Robocop (31 de Janeiro)

3 – 300 – A Ascensão do Império (07 de Março)

4 – Need For Speed (14 de Março)

5 – Tim Maia (21 de Março)

http://www.adorocinema.com/materias-especiais/filmes/arquivo-100350/?page=3&tab=2

6 – Divergente (21 de Março)

7 – Sin City 2: A Dame to Kill For (21 de Março)

http://www.adorocinema.com/materias-especiais/filmes/arquivo-100350/?page=5&tab=2

8 – Rio 2 (28 de março)

9 – Noé (04 de Abril)

10 – Capitão América 2 – O Soldado Invernal (11 de Abril)

11 – O Espetacular Homem-Aranha 2 (02 de Maio)

12 – Godzilla (16 de Maio)

13 – Os Muppets 2 (16 de Maio)

14 – X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (23 de Maio)

15 – No Limite do Amanhã (30 de Maio)

16 – Como Treinar Seu Dragão 2 (20 de Junho)

17 – Transformers: A Era da Extinção (18 de Julho)

http://www.adorocinema.com/materias-especiais/filmes/arquivo-100350/?tab=6

18 – Planeta dos Macacos: O Confronto (18 de Julho)

19 – Guardiões da Galáxia (01 de Agosto)

http://www.adorocinema.com/materias-especiais/filmes/arquivo-100350/?tab=7

20 – Tartarugas Ninja (15 de Agosto)

http://www.adorocinema.com/materias-especiais/filmes/arquivo-100350/?page=2&tab=7

21 – Atividade Paranormal 5: Marcados pelo Mal (24 de Outubro)

22 – Jogos Vorazes – A Esperança: Parte 1 (14 de Novembro)

http://www.adorocinema.com/materias-especiais/filmes/arquivo-100350/?tab=10

23 – Interstellar (07 de Novembro)

24 – O Hobbit: Lá e de Volta Outra Vez (19 de Dezembro)

http://www.adorocinema.com/materias-especiais/filmes/arquivo-100350/?tab=11

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