MGM plus anuncia série que adapta o icônico faroeste The Magnificent Seven

MGM plus anuncia série que adapta o icônico faroeste The Magnificent Seven

MGM+ anuncia série que adapta o icônico faroeste ‘The Magnificent Seven’

Tim Kring é o roteirista e produtor executivo da série de drama que terá oito episódios e é baseada no clássico filme da MGM

 – O MGM+ anuncia a nova produção “The Magnificent Seven”, uma série dramática de oito episódios baseada no icônico filme de faroeste da MGM. A obra é do aclamado escritor Tim Kring (“Heroes”, “Touch: Visões do Futuro”), que atuará como roteirista e produtor executivo, ao lado dos também produtores executivos Donald De Line (“Billy the Kid”, “Foster Dade”), Lawrence Mirisch e Bruce Kaufman. A série é produzida pela MGM+ Studios e MGM Television Studios, com início de produção previsto para junho de 2026. A série estará disponível no MGM+ nos EUA, Reino Unido, Bélgica, Países Baixos, Itália, Espanha, Alemanha, Brasil, México, Colômbia e Chile.

Ambientada na tumultuada fronteira americana da década de 1880, “The Magnificent Seven” é uma reimaginação do clássico conto de faroeste. Depois que uma pacífica vila Quaker é massacrada por mercenários a serviço de um latifundiário ganancioso e impiedoso, que tenta expulsá-los das terras que cobiça, sete mercenários são contratados pela comunidade para protegê-los. Mas, à medida que a equipe se integra à comunidade, preparando-se para defendê-la, todos são forçados a lidar com uma questão essencial: o uso da violência é aceitável para defender um povo cuja fé se baseia na não-violência? A série mergulha fundo nas histórias por trás de cada um dos Sete; o que está em jogo para eles e porquê escolheram aceitar essa missão. Como o original, essa abordagem atualizada da história clássica explora temas de honra, sacrifício e redenção, focando na moralidade, na fé e no custo da coragem.

“Tim Kring é um mestre contador de histórias”, diz Michael Wright, Head do MGM+. “Tim, Donald De Line, Larry Mirisch e Bruce Kaufman criaram uma série que entrega a energia de um faroeste clássico, honra o legado do filme original e reafirma seus temas atemporais sobre o poder da unidade contra a opressão e heróis imperfeitos encontrando redenção ao ajudar aqueles que não podem ajudar a si mesmos.”

O filme original de 1960, “Sete Homens e um Destino”, produzido pela The Mirisch Company e lançado pela United Artists (agora parte da MGM), tornou-se um fenômeno cultural e redefiniu o gênero faroeste.

Tim Kring é o criador e produtor executivo da série indicada ao Emmy “Heroes”, que foi ao ar por quatro temporadas na NBC. Seus outros créditos incluem “Touch: Visões do Futuro”, “Dig” e “Crossing Jordan”. Ele vai atuar como produtor executivo ao lado de Donald De Line (“Billy the Kid”, “Foster Dade”), Lawrence Mirisch e Bruce Kaufman

Top 5 Filmes Lançados Diretamente no Streaming

Top 5 Filmes Lançados Diretamente no Streaming

Salve galera.

O streaming se tornou uma realidade não só para séries, mas também para os filmes.

Diversas produções estão deixando de ser lançadas no cinema para irem diretos para os aplicativos. Ou entram em cartaz apenas alguns dias e depois já ficam disponíveis para os assinantes.

E não pense que são como os antigos filmes feitos para TV, onde a história era fraca e os investimentos pequenos. Pelo contrário: temos produções milionárias e filmes que estão inclusive ganhando reconhecimento e prêmios pelo mundo.

Vale destacar que a maioria destes filmes foi lançado diretamente no streaming que o produziu; ou esteve em curta temporada em poucos cinemas. Isso porque, para concorrer em algumas premiações (como o Oscar), o filme tem que ser lançado primeiro nos cinemas e ficar em cartaz por alguns dias.

Então vamos com nosso Top 5 Filmes Lançados Diretamente no Streaming.

5 – Roma (2018 / dir. Alfonso Cuarón)

Produzido pela Netflix, o filme foi lançado em preto e branco, criando uma estética nostálgica proposital.

O filme conta a história quase biografia da infância do diretor e roteirista Alfonso Cuarón na cidade do México.

Roma teve 10 indicações ao Oscar e levou 3 estatuetas para casa: Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Diretor e Melhor Fotografia.

4 – Entre Montanhas (The Gorge, 2025 / dir. Scott Derrickson)

O filme mistura ficção cientifica e terror, trazendo elementos mais modernos para a trama.

Produzido pela Apple TV+, o elenco conta com Miles Teller, Anya Taylor-Joy e Sigourney Weaver.

E apesar de parecer uma história simples, ela acaba criando momentos de terror e tensão.

Vale a pena assistir.

3 – O Assassino (The Killer, 2023 / dir. David Fincher)

Baseado na Graphic Novel de Alexis “Matz” Nolent e Luc Jacamon, o filme foi produzido pela Netflix e conta a história de um homem conhecido apenas pela alcunha de Assassino (Michael Fassbender), que após perder um alvo, passa ser perseguido por diversos matadores. E para sobreviver, ele tem que eliminar todos.

Talvez não seja o melhor filme de David Fincher, mas ele soube como criar momentos de tensão neste thriller de suspense.

2 – Guerra Sem Regras (The Ministry of Ungentlemanly Warfare, 2024 / dir. Guy Ritchie)

Durante a Segunda Guerra Mundial, o alto comando da Inglaterra decide criar um grupo para destruir uma linha de suprimentos nazistas.

Apesar de ser vagamente baseado na verdade Operação Postmaster, na costa da África, que tinha como objetivo destruir navios alemães e italianos, o filme produzido pela Amazon Prime Video teve altas doses de ação, no melhor estilo Guy Ritchie.

O elenco conta Henry Cavill, Eiza González, Alan Ritchson e Cary Elwes.

1 – O Soldado que Não Existiu (Operation Mincemeat, 2021 / dir. John Madden)

Para enganar a inteligência alemã e facilitar a invasão aliada na Sicília, o exército inglês cria um falso major, que tem o corpo resgatado na costa espanhola e é entregue aos nazistas.

Junto do corpo, estavam vários planos detalhados de que os Aliados iriam invadir a Itália via Grécia e Sardenha. E os alemães realmente acreditaram nos documentos, deixando a Silicia desprotegida.

Produzido pela Netflix e baseado em uma história real, a operação foi fundamental para que as forças aliadas recuperassem a Itália e para a queda do regime de Benito Mussolini.

No elenco, temos Colin Firth, Matthew Macfadyen, Kelly Macdonald, Penelope Wilton e Jason Isaacs.

Outro detalhe curioso mostrado no filme é que na Inteligência Britânica, existe um jovem oficial chamado Ian Fleming (Johnny Flynn).

O criador do 007 realmente serviu na Inteligência Naval Britânica na Segunda Guerra e participou diretamente desta operação.

@guimaraesedu

Pixar | Cara de Um, Focinho de Outro – Trailer e Pôsteres Disponíveis

Pixar | Cara de Um, Focinho de Outro – Trailer e Pôsteres Disponíveis

Meryl Streep e Dave Franco são alguns dos talentos que se juntam ao elenco de vozes originais; O filme estreia nos cinemas em março de 2026

Trailer legendado: https://www.youtube.com/watch?v=J3_S59WJz9c

Trailer dublado: https://www.youtube.com/watch?v=Og-N4WaGRMU

Já estão disponíveis um novo trailer e novos pôsteres de CARA DE UM, FOCINHO DE OUTRO, a nova comédia original animada da Disney e Pixar.

O elenco de vozes em inglês é formado por grandes talentos, entre eles estão Meryl Streep (Insect Queen), Dave Franco (Titus), Kathy Najimy (Dr. Sam), Eduardo Franco (Loaf), Melissa Villaseñor (Ellen), Ego Nwodim (Fish Queen), Vanessa Bayer (Diane), Sam Richardson (Conner), Aparna Nancherla (Nisha), Nichole Sakura (Reptile Queens), Isiah Whitlock Jr. (Bird King), Steve Purcell (Amphibian King), Karen Huie (Vovó Tanaka) e Tom Law (Tom Lizard), que se juntam às vozes já anunciadas de Piper Curda (Mabel), Bobby Moynihan (King George) e Jon Hamm (Mayor Jerry).

Reunimos um elenco lendário para CARA DE UM, FOCINHO DE OUTRO, e talentos de voz que deram tudo de si no filme. Com muito humor, emoções genuínas e até sons hilários de animais, eles superaram todas as nossas expectativas”, disseram o diretor Daniel Chong e a produtora Nicole Paradis Grindle.

O trailer traz uma prévia desta comédia animada que apresenta Mabel, uma amante dos animais que vê uma oportunidade de usar uma nova tecnologia para transferir sua consciência para um castor robótico hiper-realista para se comunicar diretamente com os animais. Graças à tecnologia, Mabel descobre mistérios do mundo animal que vão além de tudo que ela imaginava.

CARA DE UM, FOCINHO DE OUTRO conta com a voz em inglês de Bobby Moynihan como o King George, um castor otimista e adorável, líder de do lago e rei dos mamíferos. Jon Hamm dá voz ao Mayor Jerry, um político em plena campanha para sua reeleição em Beaverton. Por trás de seu impecável penteado e de sua imagem pública cuidadosamente construída, Jerry está perdendo a cabeça por causa da única coisa que ele não consegue controlar: Mabel.

CARA DE UM, FOCINHO DO OUTRO é dirigido por Daniel Chong (Ursos sem Curso), produzido por Paradis Grindle (OS INCRÍVEIS 2) e com música original composta por  Mark Mothersbaugh (THOR: RAGNAROK). O filme chega aos cinemas em março de 2026.

Galeria

O DISNEY+ REVELA O TRAILER E O PÔSTER DA TERCEIRA TEMPORADA DE ME CONTE MENTIRAS, QUE ESTREIA EM 13 DE JANEIRO EXCLUSIVAMENTE NA PLATAFORMA

Novos episódios chegam em janeiro com ainda mais segredos, mentiras e reviravoltas.

O Disney+ apresenta o trailer e o pôster da terceira temporada da viciante série dramática original Me Conte Mentiras. A nova temporada, composta por oito episódios, estreia em 13 de janeiro com o lançamento de seus dois primeiros capítulos, exclusivamente no Disney+ na América Latina. Em seguida, um novo episódio será lançado todas as terças-feiras. As duas primeiras temporadas estão disponíveis no Disney+.

A terceira temporada de Me Conte Mentiras acompanha Lucy Albright (Grace Van Patten) e Stephen DeMarco (Jackson White), que reatam sua intensa relação bem a tempo do semestre da primavera na Universidade Baird. Embora os dois prometam que, desta vez, tudo será diferente, erros do passado complicam suas boas intenções e Lucy se vê envolvida em uma controvérsia da qual preferia ficar distante. Enquanto isso, as consequências do ano anterior forçam seus amigos a confrontam seus próprios comportamentos destrutivos. À medida que os segredos escandalosos se espalham pelo campus, as consequências ameaçam Lucy e todos ao seu redor.

A série é estrelada por Grace Van PattenJackson WhiteCat MissalSpencer HouseSonia MenaBranden CookAlicia Crowder e Costa D’Angelo.

Meaghan Oppenheimer atua como produtora executiva e showrunner. Emma Roberts, a cofundadora Karah Preiss e Matt Matruski são os produtores executivos sob o selo Belletrist, e Laura Lewis é a produtora executiva pela Rebelle Media. Shannon GibsonStephanie Noonan e Sam Schlaifer também atuam como produtores executivos, enquanto Tyne Rafaeli é produtora executiva e diretora. A série é uma adaptação do romance homônimo de Carola Lovering, que também participa como produtora consultora. Me Conte Mentiras é uma produção da 20th Television.

Brasil perde espaço no streaming enquanto plataformas estrangeiras ampliam domínio, aponta Ancine

Brasil perde espaço no streaming enquanto plataformas estrangeiras ampliam domínio, aponta Ancine

Brasil perde espaço no streaming enquanto plataformas estrangeiras ampliam domínio, aponta Ancine
Panorama VOD 2025 aponta baixa circulação de obras nacionais e reforça necessidade de marco regulatório para ampliar visibilidade, diversidade e competitividade do audiovisual brasileiro

A Agência Nacional do Cinema (ANCINE), vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), divulga o Panorama VOD 2025, estudo que analisa a oferta, a circulação e a diversidade da obra audiovisual no ambiente de vídeo sob demanda no Brasil. Os dados revelam um cenário de crescimento do mercado, mas com redução contínua da presença da produção brasileira nos catálogos das plataformas de maior audiência, além de baixa circulação das obras nacionais entre os serviços.
 

O levantamento mostra que, embora o setor avance em número de assinantes e expansão de receita, a participação da obra brasileira no ambiente digital permanece limitada e concentrada, especialmente nas plataformas estrangeiras que dominam o mercado. A análise reforça a necessidade de mecanismos que ampliem competitividade, visibilidade e equilíbrio no ecossistema audiovisual.
 

“Os dados mostram que, sem um marco regulatório, a produção brasileira perde espaço justamente nas plataformas que mais influenciam o consumo cultural no país. O Ministério da Cultura tem atuado lado a lado com a Ancine para enfrentar esse desequilíbrio e construir, juntamente com o setor e com o Congresso, uma regulação que valorize a diversidade e a potência do audiovisual nacional. Regular o streaming é garantir soberania cultural, equilibrar o mercado e assegurar que as obras brasileiras cheguem ao público em toda sua riqueza e pluralidade”, destacou a ministra da Cultura, Margareth Menezes.
 

Baixa participação da obra brasileira nas plataformas de maior alcance 

O Panorama confirma que as cinco plataformas líderes de audiência no Brasil disponibilizam apenas 6,3% de obras brasileiras em seus catálogos, sendo 3,4% provenientes de produtoras independentes. Quando se exclui o Globoplay, que concentra grande parte da oferta nacional, o índice cai para 2,7% nas quatro plataformas estrangeiras de maior alcance, com apenas 2,2% de obras independentes brasileiras.
 

Essa baixa presença demonstra a dificuldade de inserção da produção nacional nos serviços mais consumidos pelos brasileiros e evidencia assimetrias na exposição ao público. O estudo indica que, sem instrumentos legais que promovam equilíbrio competitivo, a não ficção, o documentário, a animação e outros segmentos nacionais permanecem sub-representados nos ambientes de maior visibilidade.
 

“O panorama evidencia que o crescimento do mercado de streaming não tem sido acompanhado pelo aumento da presença e da circulação da obra brasileira. Há uma assimetria estrutural que limita o alcance do nosso conteúdo e fragiliza a sustentabilidade do setor. A Ancine tem trabalhado de forma contínua na produção de dados, no aprimoramento regulatório e na construção de mecanismos que ampliem competitividade, visibilidade e investimento no audiovisual nacional. É fundamental avançar para um ambiente regulado, equilibrado e capaz de garantir oportunidades reais para quem produz no Brasil”, reforçou o presidente da Ancine, Alex Braga.
 

Circulação reduzida limita alcance e sustentabilidade econômica

Além da baixa presença nos catálogos mais populares, o estudo revela que a circulação da obra brasileira entre plataformas é extremamente restrita. Mais de 3.700 títulos nacionais estão disponíveis em apenas uma ou duas plataformas, o que reduz o alcance do conteúdo e limita oportunidades de descoberta pelo público.
 

O levantamento aponta ainda que somente 52,3% dos filmes brasileiros lançados entre 1995 e 2024 estão hoje disponíveis no VOD. A situação é semelhante quando analisamos a produção que passou pela TV por assinatura: das 12.660 obras exibidas entre 2015 e 2024, apenas 27,5% migraram para o ambiente digital.
 

A escassez de janelas e a baixa circulação comprometem o retorno econômico para produtores e distribuidoras, dificultam a construção de audiência e fragilizam a sustentabilidade de obras independentes, que dependem fortemente da ampliação de mercados para se manterem competitivas.
 

Plataformas brasileiras sustentam maior presença nacional

O estudo também evidencia que a presença da produção brasileira no VOD depende, sobretudo, das iniciativas locais. As plataformas brasileiras disponibilizam 3.906 obras nacionais, enquanto as estrangeiras oferecem 3.641, apesar de terem catálogos gerais mais que o dobro do tamanho das nacionais. As plataformas brasileiras representam apenas 38% do volume total de obras encontrado nos serviços globais.

Esse desequilíbrio revela que a manutenção do acervo nacional é sustentada principalmente por plataformas brasileiras que operam em condições de competição desiguais quando comparadas às grandes empresas estrangeiras, que concentram escala, dados, algoritmos e capacidade financeira superior.
 

Marco legal para equilibrar o setor

Os dados indicam um movimento de redução contínua da oferta brasileira nos catálogos das principais plataformas de VOD, ainda que existam ganhos pontuais em serviços específicos. O núcleo dominante do mercado, composto pelas plataformas globais de maior audiência, tem diminuído a presença do conteúdo nacional, reduzindo diversidade, visibilidade e alcance das obras brasileiras no ambiente digital.
 

Diante desse cenário, o estudo aponta que um marco regulatório é fundamental para garantir condições mais equilibradas de competição, fortalecer os serviços brasileiros, ampliar a disponibilidade da produção nacional e assegurar a circulação de conteúdos independentes. A regulamentação é vista como etapa estratégica para consolidar um ecossistema audiovisual mais diverso, plural e sustentável.
 

“Os dados deixam claro que o modelo atual não garante condições justas para a presença e a circulação do conteúdo brasileiro no streaming. Enquanto o mercado cresce e as plataformas ampliam sua receita, a participação da obra nacional encolhe. Isso não é um movimento natural: é o resultado de uma assimetria estrutural que precisa ser enfrentada. O Ministério da Cultura, em parceria com a Ancine, trabalha buscando diminuir essas distorções e assegurar que a produção brasileira não seja tratada como exceção num mercado que se beneficia do público brasileiro. A regulação é um passo indispensável para garantir equilíbrio, diversidade e sustentabilidade ao audiovisual do país”, conclui o secretário-executivo Márcio Tavares.
 

Confira a pesquisa na íntegra aqui.