Começa hoje a 27ª edição do Festival do Rio, celebrando o melhor do cinema brasileiro e internacional

Começa hoje a 27ª edição do Festival do Rio, celebrando o melhor do cinema brasileiro e internacional

Hoje é dada a largada para a maratona de cinema do Festival do Rio 2025, que vai até o dia 12 de outubro com uma programação para atender a todos os gostos, com longas de ficção, documentários, filmes de terror, curtas e muitos mais. Serão cerca de 300 filmes, entre produções nacionais e internacionais, com títulos aclamados nos maiores festivais do mundo.

Este ano, a Première Brasil reúne o maior número de produções audiovisuais de sua história. Serão 125 títulos, espalhados entre longas, curtas, pilotos de séries e filmes restaurados. Um volume que expressa a potência do cinema nacional no ano em que foi destaque no Oscar e em festivais mundo afora. O festival também terá novos prêmios: o de Melhor Figurino na competição oficial e a volta do prêmio do público para Melhor Filme e Melhor Documentário, ambos na competição oficial, e Melhor Filme na Novos Rumos

A seleção internacional espraia-se pelas mostras Panorama Mundial, Expectativa 2025, Première Latina, Midnight Movies e Itinerários Únicos. A Temporada França-Brasil trará convidadas ilustres, capitaneadas pela atriz Juliette Binoche, que exibirá no Festival pela primeira vez no Brasil o seu filme de estreia como diretora: In-I in Motion. A premiada diretora portuguesa Teresa Villaverde  virá ao Brasil exclusivamente para apresentar no Festival a estreia mundial de seu último filme, Justa, que conta com Betty Faria em destaque no elenco. A gigante do cinema argentino Dolores Fonzi também virá ao Festival do Rio para apresentar Belén, filme que representa a Argentina no Oscar 2025. Representando o Chile no Oscar, com o filme O Misterioso Olhar do Flamingo, o diretor Diego Cèspedes e a atriz Paula Dinamarca, o, também estarão presentes.O Festival ainda contará com o diretor israelita Nadav Lapid, que exibe seu longa Yes, e com Pedro Pinho, cineasta português de O Riso e a Faca, filme selecionado para representar Portugal no Oscar, além de muitos outros convidados internacionais.

A partir de hoje, dia 02 de outubro, o público já tem à disposição sessões de filmes espalhadas por toda a cidade – antes mesmo da Gala de Abertura que acontece esta noite no tradicional Cine Odeon, na Cinelândia. O longa-metragem Depois da Caçada (After The Hunt), de Luca Guadagnino, abrirá a 27ª edição do Festival do Rio. O filme será apresentado ao público no Festival do Rio logo após a sua première mundial no Festival de Veneza, neste mês de agosto, e a sua passagem pelo Festival de Nova York, onde o filme também foi selecionado para abrir a edição deste ano. 

Os ingressos individuais estão disponíveis para compra, no site Ingresso.com e nas bilheterias dos cinemas participantes. E toda programação pode ser conferida no site do festival.

Serão um total de 22 salas de cinema do circuito comercial: Circuito NET (Gávea e Botafogo), Kinoplex São Luiz, CineSystem Belas Artes Botafogo, CineSanta, Cine Carioca José Wilker – Casas Casadas e o tradicional Odeon. Mais locais com programação gratuita, como o Museu do Amanhã,CCJF – Centro Cultural da Justiça Federal, o Pavilhão do RioMarket e o Teatro Glaucio Gil.

Esta edição dá ainda um destaque especial à COP 30, trazendo para o Festival do Rio uma seleção expressiva de filmes sobre futuros possíveis, além de diversas mesas de debates – com convidados nacionais e internacionais – onde questões de desenvolvimento sustentável, justiça climática e preservação ambiental serão o centro das discussões

Sempre antenado a atualidade, a programação do Festival traz o Especial COP30: Futuros Possíveis, com o apoio da Ford Foundation. O selo “Especial COP30” também estará presente em outras mostras já tradicionais da programação do Festival do Rio com atividades, exibições e debates no Programa Geração, mostra ExpectativaPremière Brasil – Estado das Coisas Especial COP30, entre outras, ampliando a pauta ambiental e sua visibilidade dentro do Festival.

Programação gratuita

Cinema Circulação voltará a ocupar as salas do Circuito Carioca da Prefeitura – como o Cine Carioca Penha e o Cine Carioca Nova Brasília (no Complexo do Alemão), as Casas Casadas em Laranjeiras e o Cine Santa em Santa Teresa. Além disso, mantém o sucesso do cinema ao ar livre no Parque Susana Naspolini, em Realengo, levando cinema democrático e gratuito para as famílias da  zona oeste do Rio de Janeiro. 

RioMarket

E para atualizar o debate sobre inovação no audiovisual, o RioMarket apresenta mesas e masterclasses para o mercado e uma seleção aberta ao público com ingressos gratuitos. Além de receber pessoas do mercado, a sede do festival no Armazém da Utopia, no Cais do Porto, oferecerá programação especial para o público em geral, mediante inscrição prévia on-line, sempre divulgada no site do festival e em suas redes sociais. No dia 03, os participantes do Festival do Rio terão uma oportunidade única, com entrada gratuita, de acompanhar um painel com o CEO da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Bill Kramer, e com a diretora de Relações com Membros, Alcance Global e Indústria, Meredith Shea. Juntos, eles irão compartilhar reflexões sobre as ações de engajamento e expansão internacional da Academia, além de debater os desafios e as oportunidades que moldam o futuro do cinema em escala mundial.

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Sobre o Festival do Rio

Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. Realização: Cinema do Rio e Ministério da Cultura / Governo Federal.

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Sobre a Shell Brasil

Há 112 anos no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.

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Para imagens e trailers:

Em breve, as fotos e os trailers dos filmes estarão no site do festival. Para acessá-los, entre no site do Festival, busque à direita na tela o filme que interessa à você. Na página do filme, você pode fazer o download das fotos clicando com a tecla direita do mouse, ou acessar o trailer hospedado no Youtube na aba trailer. Para fotos de cobertura de eventos, tapete vermelho e outros, acesse este link.

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Poltrona Cabine: Jogos de Sedução/Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Jogos de Sedução/Cesar Augusto Mota

Relacionamentos amorosos já proporcionaram importantes debates na sétima arte, seja pelos altos e baixos que podem acontecer durante o convívio ou pelas consequências em razão de inseguranças, falta de sintonia ou até mesmo de paciência e compreensão do casal. O cineasta alemão Jonas Rothlaender  aborda uma relação que vai além dos limites e explora o conceito de masculinidade nos tempos modernos. “Jogos de Sedução” traz todas essas premissas e uma interação dramática e ambiciosa dos protagonistas no norte da Finlândia.

Robert e Saara vivem um amor que foge às convenções sociais e papéis tradicionais na sociedade moderna, e dispostos a buscar um redirecionamento resolvem ir para uma ilha deserta na Finlândia, colocando seus ideais, medos, inseguranças e emoções à prova. Na medida em que o tempo passa, o casal sente que precisa superar traumas do passado e passar por uma espécie de ressignificação, tendo em vista que os conflitos físicos e ideológicos já estavam colocando em risco a sobrevivência dos dois.

O convívio entre Robert e Saara é um misto de atração e rejeição, opressão e submissão. Apesar da vida sexual ativa, ambos entram em choque conflito no tocante a visão de mundo. Para Robert, o homem deve sempre estar no controle de tudo, já Saara prefere uma relação mais casual, sem grandes responsabilidades e sem criação de filhos. As grandes divergências de ideias e os desejos reprimidos acabam por levar a uma relação abusiva, com forte violência física e psicológica.

Apesar das cenas fortes, com sadomasoquismo, sexo explícito e muita violência física, o filme se encarrega de colocar o dedo em feridas que ainda não cicatrizaram no casal protagonista e em muitos casais da vida real, como o preconceito de uma sociedade patriarcal, valores morais como respeito, confiança e companheirismo e outros que vêm se perdendo atualmente. O papel do homem e da mulher em uma relação, aliados aos valores morais e à força mental são os pilares dessa produção, que apresenta um bom ritmo, embora apresente poucas novidades.

“Jogos de Sedução” é uma experiência incrível, que requer grande força psicológica, nervos de aço e paciência.  Uma trama que permitiu não só uma pulsante imersão do público como também a resiliência dos protagonistas.

Cotação: 4/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Star Wars: O Mandaloriano e Grogu – Trailer e pôster disponíveis

Star Wars: O Mandaloriano e Grogu – Trailer e pôster disponíveis

O teaser e pôster da nova aventura Star Wars da Lucasfilm dirigida por Jon Favreau e estrelado por Pedro Pascal e Sigourney Weaver já está disponível; filmado para IMAX®, o novo filme estreia nos cinemas em maio de 2026

O Mandaloriano e Grogu embarcam em sua missão mais emocionante até agora em Star Wars: O Mandaloriano e Grogu, uma nova aventura de Star Wars que estreia exclusivamente nos cinemas em maio de 2026. O teaser e o pôster já estão disponíveis.

O maligno Império caiu e os senhores da guerra Imperiais ainda estão espalhados pela galáxia. Enquanto a jovem Nova República luta para proteger tudo pelo que a Rebelião batalhou, ela conta com a ajuda do lendário caçador de recompensas Mandaloriano Din Djarin (Pedro Pascal) e seu jovem aprendiz Grogu.

Dirigido por Jon Favreau, Star Wars: O Mandaloriano e Grogu também é estrelado por Sigourney Weaver e tem produção de Jon Favreau, Kathleen Kennedy, Dave Filoni e Ian Bryce, com trilha sonora de Ludwig Göransson.

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Gláucio Gil, um Teatro em Construção.

Gláucio Gil, um Teatro em Construção.




Gláucio Gil – Um Teatro em Construção
 

Documentário de Lea van Steen e Rafael Raposo resgata seis décadas de memória do palco de Copacabana e estreia na mostra Retratos do Festival do Rio 2025
 


O Teatro Gláucio Gill, em Copacabana, celebra seus 60 anos de existência com um gesto de reconstrução simbólica que ficará eternizado. Durante a reforma entregue no início de 2025 pelo Governo do Estado, uma ausência inquietante veio à tona: não havia um acervo histórico organizado que reunisse cartazes, fotografias, programas e depoimentos das inúmeras montagens que passaram por ali. “Como comemorar seis décadas sem memória?”, indagou Rafael Raposo, ator, diretor e gestor cultural à frente do teatro nos últimos três anos.

Dessa constatação nasceu uma verdadeira caçada cultural. Equipes foram às ruas, convocaram artistas, ex-funcionários e produtores a contribuir com registros e lembranças. Houve até quem se capacitasse em curso no Arquivo Público para aprender a lidar com esse material. Aos poucos, formou-se um arquivo vivo, carregado de afeto, que hoje pertence ao Gláucio Gill e à cidade.
 

A trajetória desse resgate se transforma em Gláucio Gill – Um Teatro em Construção, documentário dirigido por Lea van Steen e Rafael Raposo, que estreia no Festival do Rio 2025, dentro da mostra Première Brasil: Retratos. Com 61 minutos de duração e alternando imagens em cor e preto e branco, o filme costura passado e presente em um espaço literalmente em obras, onde as paredes em transformação dialogam com a memória das grandes montagens.
 

Entre os depoimentos, destacam-se momentos de emoção como a fala de Marieta Severo, que revisita o legado de Aderbal Freire-Filho, homenageado com um camarim batizado em seu nome. O documentário também reúne nomes como o ator Mateus Solano, as autoras vencedoras do Shell Carla FaourJulia Spadaccini e Renata Mizrahi, o ator e encenador Bruce Gomlevsky, a atriz e diretora Inez Viana, o músico Pedro Baby e os atores e diretores Michel Blois Gustavo Gasparani, entre outros artistas que marcaram presença na história e no cotidiano do teatro.
 

Um dos marcos relembrados é a montagem de A Mulher Carioca aos 22 anos, dirigida por Aderbal no início dos anos 1990, um espetáculo de fôlego que se estendia por quatro atos, com cerca de cinco horas de duração, e que lotou temporadas, consolidando o Gláucio Gill como referência da cena carioca.
 

Mais do que um registro histórico, o documentário é também um retrato poético da relação entre o espaço físico e as memórias afetivas que o habitam, mostrando como a preservação cultural se constrói coletivamente.
 

Sessões no Festival do Rio

  • Quarta, 08/10 – 21h30 – Estação NET Rio 3 (sessão com apresentação)
     
  • Quarta, 08/10 – 21h30 – Estação NET Rio 2
     
  • Quinta, 09/10 – 14h00 – CineCarioca José Wilker 1
     
  • Sexta, 10/10 – 16h00 – Cine Santa Teresa
Timidez estreia no Festival do Rio dia 4 de outubro

Timidez estreia no Festival do Rio dia 4 de outubro


“TIMIDEZ”, suspense psicológico baiano estreia no Festival do Rio

Entre silêncios e fantasmas, o longa aborda cicatrizes íntimas e afetos
na jornada em busca do amor

 O cinema brasileiro se prepara para receber TIMIDEZ, o filme que estreia no dia 4 de outubro no 27º Festival do Rio, o maior festival de cinema da América Latina. O longa  baiano mergulha nas nuances da intimidade, da solidão e das marcas invisíveis do passado, acompanhando a jornada de um jovem que enfrenta fantasmas pessoais e familiares.

 Com uma narrativa intensa e sensível, TIMIDEZ promete envolver o espectador em um drama de suspense psicológico cheio de tensão, afetos e possibilidades de reinvenção. O roteiro de Susan Kalik, Cláudia Barral e Marcos Barbosa é uma adaptação do texto teatral baiano O Cego e o Louco, de Cláudia Barral, importante espetáculo baiano remontado no Brasil há 25 anos.

 A trama acompanha Jonas, jovem negro que divide a casa com Nestor, seu irmão cego, em uma relação familiar marcada tanto pelo afeto quanto pela tensão. Carregado por memórias que o adoecem, Jonas vive isolado, nutrindo em segredo o afeto por Lúcia, sua vizinha. Quando ela aceita um convite para jantar, ele enfrenta um confronto inevitável: com o irmão, com seu passado e com os fantasmas que o impedem de se reconhecer digno de amor. 

 “Timidez é um retrato íntimo dos extremos que a experiência de pessoas como Jonas, num país como o nosso, pode ser. Mas principalmente, uma reafirmação de que a celebração constante da memória afetuosa de nossas trajetórias pode ser a cura permanente. Timidez é assertivo em afirmar  que, buscar viver em totalidade pode ser um caminho para tão sonhada liberdade “, afirma Dan Ferreira, protagonista do longa.

100% baiano
O filme reúne um elenco inteiramente negro e composto exclusivamente por atores baianos, combinando talento, identidade e representatividade. reforçando a autenticidade e a força cultural da produção. Totalmente gravado na Bahia, TIMIDEZ é protagonizado por Dan Ferreira (A Porta ao Lado; Pixinguinha; Meu Nome é Gal; Alemão 2) e Antônio Marcelo (As Balas que Não Dei ao Meu Filho; Couraça).

O que o público pode esperar do filme
Mais do que um drama familiar, TIMIDEZ propõe um mergulho na experiência de um homem negro frente às marcas invisíveis que o racismo imprime, não em sua forma explícita ou institucional, mas como cicatriz íntima, silenciosa e cotidiana. O longa explora as complexidades emocionais de um jovem negro, revelando feridas profundas, timidez e a luta pela intimidade e conexão.

Estética e sensibilidade
Com direção de Susan Kalik (Couraça; indicada ao Emmy Internacional pela série Anderson Spider Silva) e Thiago Gomes Rosa (Bando, um filme de; Tudo que Move), cineastas com sólida trajetória em documentários que agora estreiam na ficção, o filme aposta em uma narrativa intimista, mergulhando no psicológico dos personagens e nas marcas silenciosas do racismo e da solidão.

 “O que me move em TIMIDEZ é olhar para o que não se diz. Para os silêncios que o racismo instala dentro de nós, e como eles podem se transformar em labirintos íntimos. O filme é sobre cicatrizes invisíveis, mas que, no afeto, encontram um caminho para existir em voz alta”, afirma Susan Kalik.

 “Todos nós temos nossos monstros e fantasmas. A forma como lidamos com eles nos momentos mais íntimos de conflito, e como o afeto pode se tornar o ponto de virada desses instantes, foi o que mais me impulsionou na direção deste filme. Também me instigou a possibilidade de construir um suspense psicológico que não fosse sobre o susto, mas sobre o silêncio”, completa Thiago Gomes Rosa.

 Carol Tanajura, diretora de arte de Timidez e Oeste Outra Vez (Prêmio ABC e finalista do Prêmio Grande Otelo), e Matheus da Rocha Pereira, diretor de fotografia de Timidez (Elon Não Acredita na Morte, Trabalhar Cansa), assinam a estética delicada e potente do filme. Segundo a diretora de arte, a casa dos personagens funciona como um palco onde passado, presente e futuro convivem, com cada cor traduzindo memória, presença e desejo. A coreografia da cena de dança é de Zebrinha (Balé Folclórico da Bahia e Dança dos Famosos), a trilha original traz canções de Jarbas Bittencourt e Gilberto Gil.

TIMIDEZ é uma produção da MODUPÉ PRODUTORA em coprodução com a RACCORD PRODUTORA e distribuição da 02 PLAY, realizado com investimento FSA/BRDE/ANCINE e Governo da Bahia, apoio financeiro da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundo de Cultura e Secretaria de Cultura, através da Lei Paulo Gustavo e Política Nacional Aldir Blanc. 


SERVIÇO

SINOPSE

Jonas divide a casa com Nestor, seu irmão cego, que é ao mesmo tempo amparo e prisão. Sob o silêncio de memórias que o adoecem, Jonas alimenta em segredo o afeto por Lúcia, sua vizinha. Mas nesta noite Lúcia virá para o jantar, e Jonas precisará enfrentar a sombra de sua timidez, confrontando os fantasmas que o impedem de se reconhecer digno de amor.

FESTIVAL DO RIO – LANÇAMENTO “TIMIDEZ”

05/10| 16:15 – Estação NET Rio (Sessão + bate papo)

06/10| 18:00 – Cine Carioca José Wilker

Ingressos: https://www.ingresso.com/filme/timidez