Disney plus lançou Tudo é Justo no Copacabana Palace

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Mulher de vestido rosa

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Na segunda  à noite, o Disney+ deu as boas-vindas ao elenco de sua tão esperada série original Tudo É Justo,que estreou semana passada. Entre as estrelas que desfilaram em um tapete rosa, em evento de exibição repleto de celebridades no Copacabana Palace, estavam as protagonistas Kim KardashianNaomi WattsNiecy Nash-Betts Sarah Paulson, bem como os convidados especiais Luciana Gimenez, Bruna Griphao, Monique Alfradique e Camilla de Lucas, entre muitos outros. 

Durante o evento, os convidados foram presenteados com uma sessão de perguntas e respostas com o elenco, que continua no Brasil para promover a nova série escrita e produzida por Ryan Murphy. Na sequência, assistiram à exibição do quarto episódio da série, que estreia hoje no Disney+.

 
Sarah Paulson                                                          Niecy Nash-Betts

Tudo É Justo conta a história de um grupo de advogadas especializadas em divórcio que deixam uma empresa dominada por homens para abrir seu próprio e poderoso escritório. Ousadas, brilhantes e emocionalmente complexas, elas lidam com separações milionárias, segredos escandalosos e questões de lealdade ambíguas, tanto no tribunal quanto dentro de suas próprias vidas. Em um mundo onde o dinheiro fala e o amor é um campo de batalha, essas mulheres não apenas jogam o jogo – elas o mudam.

Os 4 primeiros episódios de Tudo É Justo estão disponíveis exclusivamente no Disney+, com novos episódios semanais, todas às terças-feiras, às 2h.

Tudo É Justo é produzido pela 20th Television e Ryan Murphy Television, escrito por Ryan Murphy, e dirigido por Jon Robin Baitz, Joe Baken, Jamie Pachino, Lyn Greene e Richard Levine. Kim Kardashian, Glenn Close, Naomi Watts, Niecy Nash-Betts e Sarah Paulson estrelam e são produtoras executivas. Anthony Hemingway atua na produção e direção. Kris Jenner, Alexis Martin Woodall, Eric Kovtun, Scott Robertson e Nissa Diederich também atuam como produtores executivos.

Festival de Cinema Francês começa dia 27 de novembro

Festival de Cinema Francês começa dia 27 de novembro

Inspirado em uma história real, o drama ‘13 Dias, 13 Noites’ é um dos destaques da programação do 16º Festival de Cinema Francês do Brasil – foto: divulgação

Com seis longas exibidos em Cannes, edição do Festival de Cinema Francês do Brasil traz obras que poderão ser vistas pela primeira vez no país

“JOVENS MÃES”, VENCEDOR DO PRÊMIO DE MELHOR ROTEIRO, E “O SEGREDO DA CHEF”, FILME DE ABERTURA, ESTÃO ENTRE OS DESTAQUES DA EDIÇÃO

 – Da Riviera Francesa para as salas de cinemas de todo o Brasil: a 16ª edição do Festival de Cinema Francês do Brasil (antigo Varilux), que ocorre de 27 de novembro a 10 de dezembro em cinemas de todo o país, apresenta seis longas-metragens exibidos no Festival de Cannes em maio último, sendo cinco deles inéditos em solo brasileiro. Entre os destaques estão O Segredo da Chef (Partir un jour), de Amélie Bonnin, longa que abriu o evento, e Jovens Mães (Jeunes Mères), de Jean-Pierre e Luc Dardenne, que conquistou o prêmio de Melhor Roteiro.

Distribuído pela Synapse Distribution, o inédito O Segredo da Chef (Partir un jour)acompanha a história de Cécile, uma chef em ascensão que está prestes a abrir seu restaurante em Paris, mas precisa retornar à vila onde nasceu por conta de uma emergência familiar. Escrito por Dimitri Lucas e Amélie Bonnin, que também assina a direção, o filme é estrelado por Juliette Armanet, François Rollin e por Bastien Bouillon, ator vencedor do César de Melhor Revelação em 2023 e que integra a delegação artística do festival este ano.

Novo filme dos irmãos Dardenne – conhecidos por suas produções realistas e socialmente engajadas – Jovens Mães (Jeunes Mères), da Vitrine Filmes, aborda o desafiador cotidiano de cinco adolescentes e seus filhos pequenos em um abrigo. Estrelada por Babette Verbeek, Elsa Houben e Janaïna Halloy Fokan, a produção acompanha a luta das jovens em busca de uma vida melhor para si mesmas e seus filhos, enquanto lidam com questões como conflitos financeiros e familiares. O roteiro do longa, premiado em Cannes, é também assinado pelos irmãos belgas.

Apresentado fora de competição, o drama inédito 13 Dias, 13 Noites (13 jours, 13 nuits), da California Filmes, é ambientado em Cabul, no Afeganistão, em agosto de 2021, e inspirado em uma história real. Enquanto as tropas americanas se retiram, os Talibãs tomam a capital e milhares de afegãos buscam refúgio na Embaixada da França, protegida pelo comandante Mohamed Bida e seus homens. Cercado, ele negocia com os Talibãs para organizar, com a ajuda de Eva, uma humanitária franco-afegã, um último comboio em direção ao aeroporto. Dirigido por Martin Bourboulon, a produção é estrelada por Roschdy Zem, Lyna Khoudri e Sidse Babett Knudsen.
 

Exibido também fora de competição,A Mulher Mais Rica do Mundo (La Femme la plus Riche du Monde), de Thierry Kliffa, tem como protagonista a premiada atriz francesa Isabelle Huppertque estará no Brasil para divulgação do filme durante o festival. Inédita no Brasil, com distribuição da Synapse Distribution, a produção é inspirada na história real da herdeira de uma das maiores empresas de cosméticos do mundo, em uma trama sobre ambição, doações astronômicas e segredos familiares. Laurent Lafitte, Marina Foïs e Raphaël Personnaz – que integrou a delegação do festival em 2024 – completam o elenco.

Homenageado do 16º Festival de Cinema Francês do Brasil, o ícone da comédia francesa Pierre Richard dirige e estrela o também inédito Sonho, Logo Existo (L’homme qui a Vu L’ours qui a Vu L’homme), seu retorno à direção após quase 30 anos. Exibida em sessão especial no Festival de Cannes deste ano, onde o artista também foi celebrado, a produção, distribuída pela Bonfilm, acompanha a história de dois homens de diferentes gerações que criam um vínculo improvável enquanto protegem um urso de circo fugitivo no interior da França. Aos 91 anos e com mais de 100 filmes no currículo, Pierre também estará por aqui para divulgar seu longa. Ele desembarca em São Paulo no dia 30 de novembro ao lado da mulher, a modelo brasileira Ceyla Lacerda, com quem é casado há quase três décadas, e também visita o Rio. Uma mostra com cinco longas fará uma retrospectiva de sua carreira.

A programação conta ainda com Eu, Que Te Amei (Moi qui t’aimais), parte da seleção Cannes Classics. Distribuído pela Autoral, a produção inédita no Brasil, dirigida por Diane Kurys, acompanha a atribulada história do icônico casal do cinema francês Yves Montand (Roschdy Zem) e Simone Signoret (Marina Foïs). Assombrada pelo caso de seu marido com a atriz Marilyn Monroe e ferida por todos os que vieram depois, Signoret sempre recusou o papel de vítima: o que eles sabiam é que nunca se separariam.

Em 2025, o Festival de Cinema Francês do Brasil segue com o apoio de Varilux – marca do grupo Essilor Luxottica – como “Patrocinador Master”. Conta também com os patrocínios do banco BNP PARIBAS, que entra pela primeira vez em 2025, do grupo PERNOD RICARD, da EDENRED, da VOLTALIA, do FAIRMONT e da AIR FRANCE, além do Ministério da Cultura – por meio da Lei Rouanet, e da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura.

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Bastien Bouillon em cena de Mãos à Obra

Bastien Bouillon em cena de Mãos à Obra

Bastien Bouillon em cena de ‘Mãos à Obra’, vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza deste ano – foto: divulgação

Bastien Bouillon, vencedor do César de ator revelação, estará em São Paulo e no Rio para apresentar dois filmes no Festival de Cinema Francês do Brasil

VALÉRIE DONZELLI, DIRETORA DE ‘MÃOS À OBRA’, LONGA PREMIADO NO FESTIVAL DE VENEZA 2025, TAMBÉM INTEGRA A DELEGAÇÃO

– Premiado com o César de Melhor Ator Revelação em 2023 por sua atuação em ‘A Noite do Dia 12’, o ator francês Bastien Bouillon estará no país para o 16º Festival de Cinema Francês do Brasil (antigo Varilux), que ocorre entre 27 de novembro e 10 de dezembro em cinemas de todo o país. Ele participa em São Paulo e no Rio da divulgação de seus dois filmes mais recentes: O Segredo da Chef (Partir un jour), de Amélie Bonnin, longa que abriu o Festival de Cannes em maio último; e Mãos à Obra (À pied d’oeuvre), produção premiada como Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2025, dirigida por Valérie Donzelli, que também integra a delegação do festival. Ambos os longas-metragens chegam pela primeira vez às telas nacionais durante a programação do evento.

Com 40 anos e filho do diretor de teatro Gilles Bouillon e da atriz Clémentine Amouroux, Bastien pôde ser visto por aqui no ano passado na superprodução O Conde de Monte Cristo, recorde de bilheteria na França em 2024, com mais de 9 milhões de ingressos vendidos, e que integrou a programação do festival. Os dois novos longas do ator exploram a jornada de personagens que passam por mudanças marcantes em suas vidas. A comédia O Segredo da Chef, da Synapse Distribution,acompanha a história de Cécile (Juliette Armanet), uma chef em ascensão que está prestes a abrir seu restaurante em Paris, mas precisa retornar à vila onde nasceu por conta de uma emergência familiar. E quando ela reencontra seu amor da juventude Raphaël (Bouillon), boas lembranças ressurgem e suas convicções são balançadas.

Já no drama Mãos à Obra, da Bonfilm Distribuidora, Bastien interpreta um fotógrafo que decide abandonar a carreira no auge do sucesso para se dedicar à verdadeira paixão: a escrita. Ele passa por dificuldades financeiras e pessoais em uma árdua jornada em busca de sua liberdade. O filme é a quarta produção em que o ator é dirigido por Valérie Donzelli. A primeira delas foi “A Guerra Está Declarada” (2010), longa de sua estreia e que foi escolhido pela França para representar o país em uma vaga no Oscar de 2012. Em seguida, eles trabalharam juntos em “Main dans la main” (2011) e “Marguerite & Julien: Um Amor Proibido” (2015).

Donzelli, que também é atriz e roteirista, estreou na direção em 2010 com o longa-metragem “A Rainha das Maçãs” (La Reine des Pommes). Seus filmes frequentemente abordam experiências pessoais e temas íntimos, como maternidade e relacionamentos amorosos. Em 2023, sua adaptação para os cinemas do romance de Éric Reinhardt, “O Amor e as Florestas” (L’amour et les forêts), competiu no Festival de Cannes e venceu o César de Melhor Roteiro Adaptado em 2024. E em setembro deste ano, venceu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza pelo seu trabalho em Mãos à Obra, que assina ao lado de Gilles Marchand.

Em 2025, o Festival de Cinema Francês do Brasil segue com o apoio de Varilux – marca do grupo Essilor Luxottica – como “Patrocinador Master”. Conta também com os patrocínios do banco BNP PARIBAS, que entra pela primeira vez em 2025, do grupo PERNOD RICARD, da EDENRED, da VOLTALIA, do FAIRMONT e da AIR FRANCE, além do Ministério da Cultura – por meio da Lei Rouanet, e da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura.

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15 anos do Poltrona de Cinema/Cesar Augusto Mota

15 anos do Poltrona de Cinema/Cesar Augusto Mota

Para celebrar os 15 anos do Poltrona de Cinema, vou ilustrar meus filmes favoritos aqui.

1-E.T.-O Extraterrestre(1982)

Sinopse: Um garoto faz amizade com um ser de outro planeta, que ficou sozinho na Terra, protegendo-o de todas as formas para evitar que ele seja capturado e transformado em cobaia. Gradativamente, surge entre os dois uma forte amizade.

2-Pulp Fiction (1994)

Sinopse: Vincent Vega (John Travolta) e Jules Winnfield (Samuel L. Jackson) são dois assassinos profissionais trabalham fazendo cobranças para Marsellus Wallace (Ving Rhames), um poderosos gângster. Vega é forçado a sair com a garota do chefe, temendo passar dos limites; enquanto isso, o pugilista Butch Coolidge (Bruce Willis) se mete em apuros por ganhar luta que deveria perder.

3-Prenda-me Se For Capaz (2002)

Sinopse: Frank Abagnale Jr. (Leonardo DiCaprio) já foi médico, advogado e co-piloto, tudo isso com apenas 18 anos. Mestre na arte do disfarce, ele aproveita suas habilidades para viver a vida como quer e praticar golpes milionários, que fazem com que se torne o ladrão de banco mais bem-sucedido da história dos Estados Unidos com apenas 17 anos. Mas em seu encalço está o agente do FBI Carl Hanratty (Tom Hanks), que usa todos os meios que tem ao seu dispor para encontrá-lo e capturá-lo.

4-Kill Bill-Volume 2(2004)

Sinopse: Após ser traída por Bill (David Carradine) e seu antigo grupo, a Noiva assassina (Uma Thurman) fica à beira da morte por 4 anos. Após despertar do coma, ela vai atrás de cada um dos seus antigos companheiros para matá-los. Na segunda parte dessa busca por vingança, a noiva vai continuar sua procura por Bill, atacando os últimos dois sobreviventes do grupo: Budd (Michael Madsen) e Elle Driver (Daryl Hannah). O confronto com seu antigo mestre, e mandante da sua morte, vai revelar novas surpresas para a assassina.

5-Diário de uma Paixão (2004)

Sinopse: Numa clínica geriátrica, Duke, um dos internos que relativamente está bem, lê para uma interna (com um quadro mais grave) a história de Allie Hamilton (Rachel McAdams) e Noah Calhoun (Ryan Gosling), dois jovens enamorados que em 1940 se conheceram num parque de diversões. Eles foram separados pelos pais dela, que nunca aprovaram o namoro, pois Noah era um trabalhador braçal e oriundo de uma família sem recursos financeiros. Para evitar qualquer aproximação, os pais de Alie a mandam para longe. Por um ano Noah escreveu para Allie todos os dias mas não obteve resposta, pois a mãe (Joan Allen) dela interceptava as cartas de Noah para a filha. Crendo que Allie não estava mais interessada nele, Noah escreveu uma carta de despedida e tentou se conformar. Alie esperava notícias de Noah, mas após 7 anos desistiu de esperar ao conhecer um charmoso oficial, Lon Hammond Jr. (James Marsden), que serviu na 2ª Grande Guerra (assim como Noah) e pertencia a uma família muito rica. Ele pede a mão de Allie, que aceita, mas o destino a faria se reencontrar com Noah. Como seu amor por ele ainda existia e era recíproco, ela precisa escolher entre o noivo e seu primeiro amor.

Poltrona Cabine-Caçada Final/Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine-Caçada Final/Cesar Augusto Mota

Até onde você seria capaz de ir pela pessoa que mais ama? Estaria disposto a arcar com as consequências se se utilizasse de meios ilícitos para executar um plano de vingança? Todos esses questionamentos estão ligados a uma premissa interessante, presente no filme “Caçada Final” (Clear Cut), produção de baixo orçamento dirigida por Brian Skiba, traz Alec Baldwin como uma das estrelas do elenco em um enredo frenético, cheio de ação, emoção e violência.

Sam (Baldwin), um madeireiro, contrata Jack (Stephen Dorff), um novo funcionário, que se envolve em conflito com criminosos após sua filha pequena ser ferida em uma emboscada. Em busca de vingança, Jack descobre atividades ilegais de drogas no meio da floresta e envolve Sam em uma caçada mortal.

Temas como tráfico de drogas e extração de madeira poderiam ter sido mais bem explorados na narrativa, mas foram bons panos de fundo para que a história se desenvolvesse. As sequências de embates e tiroteios são eficientes, com muitas cenas brutais, porém os efeitos especiais são de má qualidade. As subtramas são soltas, não são bem desenvolvidas e há erros de continuidade.

São satisfatórias as motivações dos personagens, os temas centrais que compõem a história não são explorados em sua totalidade e as reviravoltas sem nexo. Apesar de tantos problemas, as atuações são decentes, cada ator consegue entregar o que é esperado e não há espaço para mais profundidade dos personagens devido ao roteiro falho, que poderia ter abordado melhor a questão da exploração da madeira e o tráfico de drogas.

Com mais baixos do que altos, “Caçada Final” pode ser um bom programa para quem não espera muito de um filme com muita ação e cenas de violência, mas quem curte uma história frenética e cheia de desdobramentos, acabará por ter um gosto amargo.

Cotação: 2/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota