Top 5 Atores de Sucesso na TV que Fracassaram no Cinema

Top 5 Atores de Sucesso na TV que Fracassaram no Cinema

Salve galera.

É de conhecimento público que muitos atores começaram a fazer sucesso na TV, estrelando os mais diversos tipos de séries: comédias, dramas, romances. E o próximo passo lógico é ir para o cinema.

Alguns conseguem fazer tanto sucesso nas telonas quantos nas telinhas, como Will Smith, George Clooney, Ashton Kutcher e Michael J. Fox.

Mas outros nomes não tiveram tanto sucesso em Hollywood quanto o esperado.

Então hoje vamos com o Top 5 Atores de Sucesso na TV que Fracassaram no Cinema.

5 – Jennifer Love Hewitt

Considerada uma estrela na década de 90, principalmente por causa da série O Quinteto (Party of Five / de 1994 a 2000 / 6 temporadas – 142 episódios), Jennifer Love Hewitt entrou na 2ª temporada e conquistou o coração dos telespectadores e a crítica especializada.

Mas algo já dizia que sua carreira teria altos e baixos. Tanto que a série Time of Your Life (de 1999 a 2000 / 1 temporada – 19 episódios), spin-off de O Quinteto estrelado por ela, foi cancelado no meio da 1ª temporada, sendo exibidos somente 12 dos 19 episódios da temporada.

No cinema, ela estrelou Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (I Know What You Did Last Summer, 1997 / dir. Jim Gillespie), slasher que fez bastante sucesso no final da década de 90.

Mas seus outros filmes, como Um Adolescente em Apuros (Trojan War, de 1997 / dir. George Huang); Doce Trapaça (Heartbreakers, de 2001 / dir. David Mirkin); Antes que Termine o Dia (If Only, de 2004 / dir. Gil Junger); e Eu Ainda Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (I Still Know What You Did Last Summer, de 1998 / dir. Danny Cannon) nunca fizeram tanto sucesso, tanto de público quanto de crítica.

4 – Charlie Hunnam

Charlie Hunnam começou a chamar a atenção no filme inglês Hooligans (Green Street Hooligans, de 2005 / dir. Lexi Alexander), que retrata a violência do universo dos hooligans ingleses.

Depois veio a série Filhos da Anarquia (Sons of Anarchy / de 2008 a 2014 / 7 temporadas – 92 episódios), onde ao lado de grandes nomes, como Katey Sagal e Ron Perlman, fez muito sucesso na TV.

Na sequência, estrelou o blockbuster Círculo de Fogo (Pacific Rim, de 2013 / dir. Guillermo del Toro), o seu maior sucesso de bilheteria e crítica.

Mas como podemos imaginar, seus próximos filmes ficaram devendo: A Colina Escarlate (Crimson Peak, de 2015 / dir. Guillermo del Toro); Rei Arthur: A Lenda da Espada (King Arthur: Legend of the Sword, de 2017 / dir. Guy Ritchie); e Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo (Rebel Moon – Part One: A Child of Fire, de 2023 / dir. Zack Snyder) foram fiascos de crítica e bilheteria.

3 – Alexis Bledel

Ao lado de Lauren Grahan, a jovem Alexis Bledel estrelou a série Gilmore Girls (de 2000 a 2007 / 7 temporadas – 153 episódios), atingindo os mais diversos públicos, seja pelos roteiros que tratavam o relacionamento entre uma jovem mãe solteira e sua filha adolescente, quanto pelos diálogos rápidos e personagens cativantes.

No cinema, ela chegou a ter algum destaque com o filme Quatro Amigas e um Jeans Viajante (The Sisterhood of the Traveling Pants, de 2005 / dir. Ken Kwapis), que fez muito sucesso principalmente com o público jovem.

Porém a sequência da sua carreira foi de mal a pior: filmes como Pós-Graduação (Post Grad, de 2009 / dir. Vicky Jenson); Como Esquecer essa Garota (Remember Sunday, de 2013 / dir. Jeff Bleckner); e Quatro Amigas e um Jeans Viajante 2 (The Sisterhood of the Traveling Pants 2, de 2008 / dir. Sanaa Hamri) não agradaram.

2 – Zach Braff

Zach Braff fez muito sucesso com a série Scrubs (de 2001 a 2008 / 9 temporadas – 182 episódios), que trazia um humor inteligente para um ambiente tão pesado quanto o de um hospital. Sem contar que o elenco tinha nomes que estavam despontando em atuações fantásticas.

Então após o sucesso da série, Zach tentou escolher uma carreira com filmes mais “inteligentes”, fugindo do convencional, como Um Beijo a Mais (Last Kiss, de 2006 / dir. Tony Goldwyn), O Ex-namorado da Minha Mulher (The Ex, de 2007 / dir. Jesse Peretz) e Uma Mentira Inocente (Uma Mentira Inocente, de 2022 / dir. Michael Maren).

Mas nenhum conseguiu levar novamente o ator ao mesmo nível de sucesso que teve na série.

1 – Emilia Clarke

Com uma atuação irretocável em Game of Thrones (de 2011 a 2019 / 8 temporadas – 73 episódios), onde atuou como Daenerys da Casa Targaryen, Primeira de seu nome, Nascida da Tormenta, a Não Queimada, Mãe dos Dragões, Quebradora das Correntes, Rainha de Mereen, Rainha dos Ândalos, dos Roinares e dos Primeiros Homens, Protetora dos Sete Reinos, muito se esperava de Emilia Clarke no cinema.

Ela chegou a fazer algum sucesso com o romance Como Eu Era Antes de Você (Me Before You, de 2016 / dir. Thea Sharrock), mas sua participação em O Exterminador do Futuro: Gênesis (Terminator Genisys, de 2015 / dir. Alan Taylor) e Uma Segunda Chance para Amar (Last Christmas, de 2019 / dir. Paul Feig) contribuíram para que seu nome não seja lembrado em novas produções de Hollywood.

@guimaraesedu

Galeria

15 anos do Poltrona de Cinema / Luis Fernando Salles

Em homenagem ao aniversário de 15 anos do Poltrona de Cinema, vou compartilhar com vocês meus 5 filmes favoritos.

5 – Matrix

Minha lista começa com Matrix (apenas o primeiro da trilogia, já que os outros não seguem o mesmo nível). A obra revolucionária das irmãs Wachowski mudou não apenas os efeitos especiais e coreografias de luta do mundo do cinema. Mais do que isso, elevou o gênero da ficção cientifica ao trazer uma reflexão filosófica sobre os dilemas que a humanidade pode vivenciar em um determinado futuro distópico.

Ainda hoje, 26 anos depois de sua estreia, o filme transmite uma sensação de atualidade, tanto em aspectos de produção com efeitos visuais e práticos melhores do que muitos dos que assistimos nos filmes atuais, quanto no debate, agora mais vivo do que nunca, sobre os impactos que uma Inteligência Artificial pouco controlada pode causar. Seria essa uma obra apenas de ficção mesmo?

4 – Jurassic Park

Falando em revolução, este clássico de Steven Spielberg tem uma para chamar de sua. Lançado em 1995, Jurassic Park trouxe os imponentes dinossauros para a sala de nossas casas. Com efeitos práticos possibilitados pelos bonecos animatrônicos, Spielberg deu um ar de realidade as criaturas, fato decisivo para que o suspense e perigo da trama parecessem reais.

Desde então nunca mais se parou de fazer filmes com dinossauros. Entendo, os bichos são fascinantes mesmo. Mas poucos permanecem tão vivos na memória quanto o sucesso que Spielberg eternizou ao nos transportar para a Ilha Nublar e o deslumbrante Parque dos Dinossauros.

3 – Tá Dando Onda

Este talvez seja o menos memorável dessa lista. Mas todo mundo tem direito a ter um filme favorito que não seja um blockbuster. A animação Tá Dando Onda conta a história do audacioso pinguim Cadu Maverick que sonhava em deixar sua monótona e pequena ilha para se tornar um grande surfista.

Personagens carismáticos, trilha sonora contagiante e histórias de superação, amizade e legado é que você vai encontrar nesse filme.

2 – Era uma vez em Hollywood

O mais recente dos filmes de Quentin Tarantino, Era uma vez em Hollywood é uma homenagem ao cinema dos anos 60, misturando ficção com realidade do jeito que apenas este diretor consegue fazer.

Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie elevam ainda mais o prestígio do longa, que se propõe a reimaginar os eventos marcantes da época — ao menos por algumas horas, para quem assiste.

1 – Trilogia O Senhor dos Anéis

Peço licença para quebrar a regra desta publicação e escolher como meu filme preferido não apenas um, mas a trilogia completa de O Senhor dos Anéis. Como um grande fã do universo criado por Tolkien não posso deixar nenhuma dessas três obras primas de fora.

Peter Jackson, diretor e produtor, tinha um desafio pela frente que muitos julgavam impossível de se realizar. Mas com maestria o cineasta neozelandês deixou como seu legado a trilogia mais premiada da história do cinema, sendo o terceiro volume, O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, o maior vencedor de Oscars, junto com Titanic e Ben-Hur (1959).

J.R.R. Tolkien, o autor, é conhecido como o pai da fantasia. O gênero realmente se desenvolveu depois de suas criações, influenciando centenas de obras que viriam depois.

Mesmo após tantos anos, a Terra Média continua a encantar milhões de fãs. Seus heróis e histórias épicas permanecem vivos na memória, sendo revisitados com frequência por admiradores que, assim como eu, não resistem a rever os filmes e reler os livros sempre que têm oportunidade.

Disney+ | Percy Jackson e os Olimpianos – Trailer Oficial

Disney+ | Percy Jackson e os Olimpianos – Trailer Oficial

A segunda temporada estreia em 10 de dezembro com seus dois primeiros episódios no Disney+ e Hulu


Trailer: AQUI

 o Disney+ apresentou o aguardado trailer oficial da segunda temporada da série original Disney+ Percy Jackson e os Olimpianos, antecipando uma nova e heroica aventura por águas desconhecidas. Baseada em O Mar de Monstros, o segundo livro da amada série best-seller de Rick Riordan, a nova temporada promete monstros ainda mais eletrizantes, caos repleto de ação e desafios maiores do que nunca, enquanto os jovens semideuses embarcam em uma perigosa missão para salvar o Acampamento Meio-Sangue e o amigo Grover.

A segunda temporada de Percy Jackson e os Olimpianos estreia em 10 de dezembro com seus dois primeiros episódios no Disney+ e Hulu, com novos episódios sendo lançados toda quarta-feira.

Depois que a barreira protetora do Acampamento Meio-Sangue é violada, Percy Jackson embarca em uma épica odisseia no Mar de Monstros em busca de seu melhor amigo Grover e da única coisa que pode salvar o acampamento: o lendário Velocino de Ouro. Com a ajuda de Annabeth, Clarisse e seu novo meio-irmão Tyson, a sobrevivência de Percy se torna essencial para impedir Luke, o Titã Cronos e seu plano iminente de destruir o Acampamento Meio-Sangue – e, por fim, o Olimpo.

A segunda temporada é estrelada por Walker Scobell, Leah Sava Jeffries, Aryan Simhadri, Charlie Bushnell, Dior Goodjohn e Daniel Diemer, ao lado de um elenco estelar de atores recorrentes e convidados, incluindo Lin-Manuel Miranda, Jason Mantzoukas, Glynn Turman, Timothy Simons, Virginia Kull, Courtney B. Vance, Andra Day, Adam Copeland, Sandra Bernhard, Margaret Cho, Kristen Schaal, Tamara Smart, Rosemarie DeWitt, Toby Stephens e muitos outros.

Criada por Rick Riordan e Jonathan E. Steinberg, a segunda temporada de Percy Jackson e os Olimpianos tem produção executiva de Steinberg e Dan Shotz, juntamente com Rick Riordan, Rebecca Riordan, Craig Silverstein, Ellen Goldsmith-Vein do The Gotham Group, Bert Salke, Jeremy Bell do The Gotham Group, D.J. Goldberg, James Bobin, Jim Rowe, Albert Kim, Jason Ensler e Sarah Watson. 

Também a partir de 10 de dezembro, os fãs poderão ter acesso a conteúdo exclusivo da segunda temporada com o Podcast Oficial de Percy Jackson e os Olimpianos, uma série complementar não-roteirizada que oferece acesso aos bastidores da série. Os episódios do podcast estarão disponíveis para assistir no Disney+, Hulu e YouTube, ou para ouvir em várias plataformas de podcast. Um novo episódio do podcast estará disponível após a estreia de cada novo episódio de Percy Jackson e os Olimpianos.

A terceira temporada de Percy Jackson e os Olimpianos está atualmente em produção em Vancouver. Enquanto aguardam o lançamento da segunda, os fãs podem reviver a emoção da primeira temporada, já disponível no Disney+ e chegando ao Hulu a partir de segunda-feira, 10 de novembro.

Media Kit:  https://press.disneyplus.com/media-kits/percy-jackson-and-the-olympians

Hulu é a nova marca de entretenimento geral dentro do Disney+. Por meio de sua seção na plataforma, o Hulu oferece aos seus assinantes os filmes e séries favoritos do público.

Poltrona Cabine: Meu Pior Vizinho/Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Meu Pior Vizinho/Cesar Augusto Mota

Convívio e interação com o mundo exterior nem sempre é fácil, tendo em vista as complexidades das relações humanas e as dificuldades impostas no dia a dia. E quando a solidão e a reclusão em ambientes fechados falarem mais alto? “Meu Pior Vizinho”, filme coreano dirigido por Lee Woo-chul, não só é reflexivo, como promete uma trama regada a drama e romance. Vale a pena?

Lee Seung-jin (Lee Ji-hoon), um músico com carreira em ascensão, se muda para um apartamento em busca de tranquilidade, mas acaba por ouvir um choro que parece ser de um fantasma do outro lado da parede. Na verdade, trata-se de Hong Ra-ni (Han Seung-yeon), uma designer reclusa que trabalha de casa e repele vizinhos com o barulho de suas ferramentas e suas crises emocionais. Antes estranhos, eles passam a ser confidentes, em um cenário claustrofóbico e solitário.

O ambiente retratado na obra proporciona reflexões sobre conexão, empatia e solidão. A parede entre os personagens é uma espécie de metáfora para a distância emocional entre as pessoas, principalmente nas grandes cidades, cercadas de tecnologia e interações cada vez mais digitais. A tecnologia, aliada para alguns, pode se tornar um grande vilão para outros, por proporcionar distanciamento, ansiedade e agitação.

O filme é uma releitura do clássico francês “Blind Date”(Encontro às Cegas), regado com humor e romance visto nos filmes coreanos. O que inicialmente começa de uma forma incisiva, acaba por ficar mais leve, além do carisma e espontaneidade característico de personagens em dramas coreanos. Quem não dá nada por esse filme acaba se surpreendendo, pois além de existir um debate importante sobre a solidão na era digital, há um relacionamento que nasce entre dois personagens que vivem nesse meio e o desfecho revela uma grande surpresa,

Quem não é fã de obras coreanas, certamente vai se surpreender com “Meu Pior Vizinho”, uma obra da qual não se espera nada e acaba entregando tudo.

Cotação: 5/5 poltronas. 

20th Century Studios | Predador: Terras Selvagens – Detalhes da produção

20th Century Studios | Predador: Terras Selvagens – Detalhes da produção

A popular saga PREDADOR se expande oficialmente com PREDADOR: TERRAS SELVAGENS, o novo filme que chega aos cinemas com uma dupla inédita e carismática formada por Elle Fanning (Thia/Tessa) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi (Dek).

O novo filme marca o retorno de Dan Trachtenberg à direção após o sucesso de O PREDADOR: A CAÇADA (disponível no Disney+) e se centra na aliança inesperada entre dois personagens que embarcam em uma perigosa jornada em busca de um oponente à altura.

Na reta final para a estreia, Fanning e Schuster-Koloamatangi dividem suas lembranças, histórias e reflexões sobre seus personagens e a experiência de filmar PREDADOR: TERRAS SELVAGENS.

CONTAGIADOS PELO ENTUSIASMO DE DAN TRACHTENBERG 

Quando as estrelas do novo filme souberam que fariam parte da franquia PREDADOR, ficaram totalmente entusiasmados, pois ambos eram fãs da saga e haviam gostado especialmente do trabalho de Trachtenberg em O PREDADOR: A CAÇADA.

O projeto se tornou ainda mais especial quando conversaram com o diretor, que compartilhou o entusiasmo pelo universo de PREDADOR.

Fanning conta:

Ele me enviou o roteiro, eu li e fizemos uma chamada de vídeo em que ele me mostrou algumas ilustrações incríveis do mundo e me explicou sua visão para a história. Ouvir ele falar sobre isso e ver sua paixão foi muito emocionante”.

Schuster-Koloamatangi acrescenta:

Basta conversar com ele para perceber que ele é um grande fã da franquia, do personagem e do universo de PREDADOR como um todo. Ter alguém tão apaixonado por esse mundo, contribuindo com novas e brilhantes ideias para uma franquia tão icônica, é como ter o ingrediente secreto. Dá para sentir esse amor; ele transborda”.

A paixão do diretor se refletiu automaticamente no set, onde os atores aproveitaram cada dia de filmagem em colaboração com Trachtenberg. Fanning diz: “Nós dois estávamos nas trincheiras todos os dias, literal e figurativamente. Foi sangue, suor e lágrimas dos dois, no melhor sentido possível.  Dan é maravilhoso com os atores. Ele ama as cenas, ama os diálogos. Ele fez com que cada momento da experiência parecesse o mais autêntico possível”.

Schuster-Koloamatangi, por sua vez, destaca a clareza de visão do diretor, assim como sua energia positiva. “Ele realmente nos fazia sentir parte de algo especial, e todos os dias tínhamos vontade de ir trabalhar”, diz.

DESAFIOS DE ATUAÇÃO COMO NUNCA ANTES ENFRENTADOS

No filme, Fanning interpreta uma robô de alta tecnologia, dividida em duas partes e sem pernas, preá em um ninho em Genna, um planeta perigoso onde qualquer coisa pode matá-la. A atriz passou grande parte das filmagens presa a um arnês, com as pernas suspensas por cabos para que não tocassem o chão.

Fanning diz:

“A força necessária para ficar presa aos cabos é considerável. Dimitrius e eu ficamos presos costas com costas o tempo todo, voando pelo ar enquanto estávamos conectados. Tivemos que calcular o peso e a distribuição do corpo e aprender o método do carrinho de mão, onde eu me sentava em um carrinho de mão e Dimitrius me puxava. Depois, isso foi removido com efeitos visuais, mas ele precisava me carregar morro acima e fazer todo tipo de coisa”.

Nas cenas em terra, a produção cavou trincheiras para ela se sentar. Ela também teve que aprender a se mover com fluidez, como um robô de última geração.

Para dar vida a Dek, o Predador, Schuster-Koloamatangi teve que se preparar de diversas maneiras. Primeiro, ele recebeu treinamento para dominar o yautja, um idioma criado especificamente para o filme.

O ator explica:

No começo foi difícil porque me eu precisava usar músculos diferentes na garganta, mas isso me ajudou a me transformar completamente em Dek. Ao falar o idioma, eu tinha que mudar toda a minha postura corporal para conseguir pronunciar as palavras”.

Por outro lado, Schuster-Koloamatangi passou por uma transformação física radical: usou lentes de contato, próteses nos braços e pernas, mãos e pés separados e um capacete com as tranças características de Dek.

“Eu carregava 15 quilos a mais, mas isso acabou sendo uma vantagem, porque os yautja são naturalmente mais pesados que os humanos. Meus movimentos naturais são rápidos e enérgicos, então foi bom ter o peso extra de toda aquele figurino”, garante o ator.

UMA CONEXÃO ESPECIAL

Tanto para Fanning quanto para Schuster-Koloamatangi, a experiência de filmar PREDADOR: TERRAS SELVAGENSfoi fortemente marcada pelo trabalho colaborativo. A conexão entre os personagens principais transparece na tela e é resultado direto do vínculo forjado pelos atores no set. Atuar “costas com costas” por longas horas e dividir cenas fisicamente exigentes aproximou ainda mais os artistas.

Schuster-Koloamatangi diz:

“Foram dias longos e difíceis, em locações desafiadoras, e eu acho que quando você está nesse tipo de situação, é tudo ou nada. Algumas pessoas sucumbem diante da pressão, mas outras se unem e superam os desafios. Elle é uma dessas últimas, e isso facilitou o nosso trabalho em conjunto e a troca de ideias”.

Fanning, por sua vez, só tem elogios para seu colega de elenco, destacando sua energia contagiante e generosidade:

Fiquei muito feliz em tê-lo no set, porque ele era o único outro ator. Nós fizemos a maioria das nossas cenas juntos, geralmente em uma única tomada… com suas tranças de Predador me acertando o tempo todo! Senti a presença dele em todas as cenas. Ele é uma pessoa incrível”.

PREDADOR: TERRAS SELVAGENS estreia exclusivamente nos cinemas em 6 de novembro em IMAX, Dolby Cinema, RealD (3D), Cinemark XD, 4DX, ScreenX e em telas premium  do mundo inteiro.

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