Produção da INTRO Pictures com coprodução da Star Original Productions é dirigida por Gustavo Bonafé
Frame de Giovanna Antonelli interpretando Patrícia em “Rio de Sangue”. Créditos: Bárbara Vale
Começaram em agosto as filmagens de “Rio de Sangue”, novo filme nacional dirigido por Gustavo Bonafé. A produção da INTRO Pictures, com coprodução da Star Original Productions, está sendo rodada em Santarém e Alter do Chão, cidades do interior do Pará, e conta com Giovanna Antonelli e Alice Wegmann como protagonistas.
“Rio de Sangue” conta a história de Patrícia Trindade (Giovanna Antonelli), uma policial que – após comandar uma operação fracassada – é afastada da polícia e se vê sem o trabalho que sempre definiu sua vida. Jurada de morte pelo alto escalão do narcotráfico, ela, mesmo contra sua vontade, busca segurança e, quem sabe, a restauração da relação com a filha, Luiza (Alice Wegmann), bem longe de São Paulo, em Santarém do Pará.
Logo após a mudança, Patrícia descobre que a filha – médica que atua junto a uma ONG que leva saúde para populações indígenas nos territórios do Alto Tapajós – está de saída para mais uma expedição. O que parecia ser mais uma ação rotineira e humanitária, transforma-se em uma emboscada e Luiza acaba sendo raptada por garimpeiros. Ao saber do rapto, com o relógio correndo e a vida de sua filha em jogo, Patrícia precisa de toda a sua coragem e experiência para resgatá-la. É uma corrida contra o tempo, uma batalha pela sobrevivência e um teste do amor de uma mãe.
Além de Giovanna Antonelli e Alice Wegmann, o elenco de “Rio de Sangue” ainda conta com Sérgio Menezes, Antônio Calloni, Ravel Andrade e Felipe Simas.
Sérgio Menezes, Felipe Simas, Gustavo Bonafé, Antônio Calloni, Ravel Andrade, Alice Wegmann e Giovanna Antonelli nos bastidores de Rio de Sangue. Créditos: @al.charro
WARNER BROS. ANUNCIA LANÇAMENTO DE O QUARTO AO LADO NOS CINEMAS BRASILEIROS E PARTICIPAÇÃO DO LONGA NO FESTIVAL DO RIO
Primeiro filme em língua inglesa do diretor Pedro Almodóvar, com Tilda Swinton e Julianne Moore no elenco, acaba de ganhar Leão de Ouro no Festival de Veneza
O Quarto Ao Lado, novo filme do aclamado diretor espanhol Pedro Almodóvar, chegará aos cinemas brasileiros em 24 de outubro, além de marcar presença no Festival do Rio, uma das mais tradicionais mostras de cinema do país que acontece entre 03 e 13 de outubro, no Rio de Janeiro. Primeiro longa-metragem do cineasta em língua inglesa, a produção ganhou no último fim de semana o Leão de Ouro no Festival de Veneza, uma das principais honrarias do cinema mundial.
Estrelado por Tilda Swinton e Julianne Moore, a trama acompanha a história de duas amigas que retomam contato após anos de afastamento. Em nova fase de suas vidas, Martha (Tilda Swinton) está enfrentando um câncer, fato que irá influenciar em sua relação com Ingrid (Julianne Moore).
O filme estreia em 24 de outubro no Brasil, também em versões acessíveis. Para mais informações sobre o Festival do Rio, acesse o site do evento.
Ingrid (Julianne Moore) e Martha (Tilda Swinton) eram amigas muito próximas durante a juventude, quando trabalhavam juntas na mesma revista. Enquanto Ingrid tornou-se escritora, Martha seguiu carreira como repórter de guerra e as circunstâncias da vida as separaram. Após anos sem contato, elas se reencontram em uma situação extrema, porém estranhamente doce. O Quarto Ao Lado estreia em 24 de outubro nos cinemas de todo o país.
Documentário musical explora a luta pela preservação das tradições ciganas no Brasil
Terra de Ciganos, de Naji Sidki, acompanha a busca pela preservação das tradições ciganas em meio à integração à sociedade brasileira. Road movie musical cigano, o documentário acompanha famílias de músicos ciganos, suas artes, adversidades e tradições. Produzido pela Veríssimo Produções e distribuído pela Pandora Filmes, o longa estreia dia 26 de setembro nos cinemas.
O filme, que teve sua estreia na competição nacional do 16° Festival Internacional do Documentário Musical, In Edit, retrata o povo cigano em uma viagem pelas diversas paisagens do Brasil, buscando os poucos remanescentes da comunidade que ainda moram em barracas e mantém sua língua e modo de vida tradicional. Através de músicos ciganos, o longa faz uma viagem por essa cultura enigmática e resiliente.
O diretor, Naji Sidki, relata como surgiu o o interesse pelo povo cigano: “Eu sempre me interessei por culturas nômades. Minha mãe é pintora, americana, e meu pai, um matemático, é refugiado palestino; eu nasci no Brasil. Meus pais conseguiram trabalho como professores na Universidade de Brasília depois de muito peregrinarem pelo mundo em busca de uma Pátria que os aceitasse. Ao ter contato com ciganos da cidade de Alexânia – Goiás – me interessei por esta cultura. O filme é sobre – através da sua arte – o desejo da aceitação de uma comunidade excluída”.
O Brasil é o país que abriga a terceira maior população cigana do mundo, com cerca de 800 mil pessoas. Também conhecidos como “povo de etnia cigana”, têm uma presença histórica que remonta ao período colonial, quando chegaram como parte das correntes migratórias forçadas e voluntárias. “O Brasil, um país de imigrantes, tem uma população cigana que mantém sua cultura há séculos invisibilizada grande parte do tempo, porém que desperta a curiosidade dos brasileiros (…) e, com a estreia nas telas, o povo brasileiro de etnia cigana encontra um espaço onde hastear sua bandeira e se apresentar”, Sidki explica.
Compondo uma população diversa e complexa, o povo cigano abrange diferentes grupos, como os Rom, Sinti e Calon. Esses grupos, embora possuam tradições culturais e linguísticas distintas, compartilham a experiência comum de uma história de migração e adaptação. O diretor destaca: “Acredito que o maior valor agregado ao povo cigano através deste projeto será apresentar e valorizar a sua cultura em diferentes regiões do Brasil e, assim, amenizar o grande preconceito existente contra esta comunidade. É o objetivo principal do filme: apresentar aos não ciganos uma cultura milenar, a música, o dia a dia dos povos ciganos.”
Terra de Ciganos é uma verdadeira imersão na cultura cigana, especialmente através da música, uma forma de expressão que conecta o passado e o presente dessa cultura única. “A música não tem fronteiras, não precisa de tradução, viaja pelo mundo proclamando sua irmandade (…) Apresentando a música cigana brasileira para o Brasil e outros países, temos a certeza de que contribuiremos para que esse sofrido povo possa ser mais respeitado e acolhido”, Sidki enfatiza.
O filme destaca a resiliência e a enigmática cultura cigana, preservada ao longo dos séculos, mesmo em face da integração à sociedade moderna. Através das histórias de músicos ciganos, Terra de Ciganos oferece um olhar profundo sobre como essa comunidade mantém suas tradições vivas, desde a língua até os modos de vida tradicionais.
Terra de Ciganos é um lançamento da Pandora Filmes.
Sinopse
O Brasil é o lar da terceira maior população cigana do mundo, com aproximadamente 800 mil membros. O diretor Naji Sidki explora a vida de várias comunidades ciganas pelo país, mostrando como preservam suas tradições enquanto se integram à sociedade brasileira, com um olhar especial para os desdobramentos na música.
Ficha técnica
Terra de Ciganos Brasil | 2024 | 90’
Produtora: Veríssimo Produções País: Brasil Ano: 2024 Duração do filme: 90′ Direção: Naji Sidki Produção Executiva: Kátia Coelho Gerente Financeira: Vânia Brandão Roteiro: Kátia Coelho e Naji Sidki Pesquisa: Kátia Coelho e Naji Sidki Diretor de Produção: Farid Tavares Produtor Nordeste: Guilherme Cesar Assistente de Direção: Ananda Guimarães Direção de Fotografia: Naji Sidki Operador de Câmera: Naji Sidki Operador de Drone: Emerson Pena e Roseane Romão Correção de Cor: José Francisco Neto Montagem: Daniel Souza Som direto: Olivia Hernández Fernández Desenho de Som: Tide Borges, Pedro Martins, Daniel Souza e Ariel Henrique Consultores Ciganos: Nicolas e Ingrid Ramanush Músicos: Vitsa Ramanush: Nicolas Ramanush, Ingrid Ramanush, Buda Nascimento, Denis Rudah e Rogerio Loebel / Breno Cigano / Ronaldo Carlos / Batista Cigano e Erasmo Ferraz / Ferreirinha e Dodó / Fabiano e Bruno Cigano Personagens: Islaine Confessor/Gláubia Cristina/ as crianças Tareq/Laila e Medeiros/ As calins Tata, Sara e Mara/ Carlos e Floriano/ Léo e Rosana Lima (Circo Big Brother) Acampamento de Carneiros (Alagoas) Pedro Leopoldo (Minas Gerais) Produtoras Associados: DotCine / Coelho Filmes e Mistral
Sobre Naji Sidki Naji Sidki, natural de Brasília, é um cineasta especializado em direção de fotografia, com formação em “Feature Film Lighting” pelo Maine e em Produção Cinematográfica pela New York University. Seu primeiro longa-metragem como diretor, Ser Cigano, foi vencedor do “Prodecine 1 – FSA/Ancine”. Residente em Brasília e sócio proprietário da Veríssimo Produções, Naji tem uma carreira consolidada como co-produtor e diretor, destacando-se em filmes como o premiado Dulcina, que conquistou os prêmios de Melhor Filme pelo júri e pelo público no Festival de Brasília. Ele também dirigiu, roteirizou e produziu o documentário Afonso é uma Brazza, vencedor de diversos prêmios, incluindo Melhor Filme – Júri Popular e Melhor Edição no Festival de Brasília de 2015, além de reconhecimento internacional em Cuba e Toronto. Naji é também professor em workshops de audiovisual em Brasília e São Paulo, e atualmente desenvolve projetos de longa-metragem e séries no Núcleo de Roteiros da Veríssimo Produções/Coelho Filmes.
Sobre a Veríssimo Produções A Veríssimo Produções está localizada em Brasília e produziu os documentários Afonso é uma Brazza e Dulcina, ambos premiados como melhor filme em festivais.
Sobre a Pandora Filmes A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes “The Square: A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho. Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.
COM DEPOIMENTOS DE CAROL SANTIAGO E DE GRANDES ATLETAS PARALÍMPICOS, SÉRIE ‘DA INCLUSÃO AO PÓDIO’ MOSTRA COMO O MOVIMENTO PARALÍMPICO VAI ALÉM DAS ARENAS ESPORTIVAS
Dirigida por André Bushatsky, com apoio do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), a série já está disponível no Globoplay e oferece um olhar emocionante e profundo sobre a trajetória de atletas paralímpicos brasileiros
“DA INCLUSÃO AO PÓDIO” chega à plataforma de streaming Globoplay trazendo um retrato comovente dos atletas paralímpicos brasileiros. Composta de quatro episódios de 20 minutos cada, a série explora as jornadas pessoais e profissionais dos atletas, desde o início até o estrelato no alto rendimento esportivo.
Com o apoio essencial do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o projeto busca revelar as diversas camadas do Movimento Paralímpico, abordando não apenas o esporte, mas também questões de inclusão, representatividade, e a importância de referências positivas para as novas gerações.
Entre os destaques da obra, estão os depoimentos de atletas como a nadadora pernambucana Carol Santiago, que se tornou ontem a brasileira com mais ouros paralímpicos; Alessandra Oliveira, medalhista de ouro nos 100m peito nos Jogos Parapan-americanos de Santiago 2023; Gabriel Lucas Costa, jovem promessa do parabadminton; o judoca Willians Silva de Araujo e a nadadora Dayanne Silva; Sandro Hirochi, ganhador da medalha de bronze no Campeonato Brasileiro de Halterofilismo Paralímpico e Daniel Dias, maior medalhista da história do Brasil na natação.
“Os atletas são o coração de cada episódio e sua presença foi fundamental para a construção desta obra”, explica o diretor André Bushatsky. A produção enfrentou o desafio de condensar cerca de 20 horas de material filmado em cada episódio, sempre surpreendendo com novas descobertas e histórias inspiradoras durante as gravações.
Assista ao trailer:
A produção tem a participação de Mizael Conrado e Yohansson do Nascimento, presidente e vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), entidade responsável pela organização e promoção do esporte paralímpico no Brasil. Ambos são campeões paralímpicos e referências do Movimento Paralímpico por suas conquistas em suas modalidades, futebol de cegos e atletismo. Eles representam a primeira diretoria da história do CPB formada somente por pessoas com deficiência e atletas medalhistas paralímpicos. Mizael foi o primeiro medalhista paralímpico a assumir o cargo do CPB. Ele foi bicampeão paralímpico de futebol de cegos nos Jogos de Atenas 2004 e Pequim 2008, além de ter sido considerado o melhor jogador do mundo da modalidade em 1998. Yohansson foi campeão em Londres 2012 e tem outras cinco medalhas em Jogos Paralímpicos.
“Esta série é extremamente importante para mostrar como o esporte paralímpico é feito no Brasil, não só nas arenas esportivas, mas também em seus bastidores. A produção também vai ao encontro de uma das missões do CPB, que é colaborar para a inclusão da pessoa com deficiência na sociedade em todas as áreas, por meio do esporte. Acreditamos que com a série no sportv, e em uma plataforma de streaming como a Globoplay, conversaremos com um público mais jovem. Desta forma, esperamos que mais crianças e adolescentes conheçam o esporte paralímpico, aumentando o número de praticantes para mantermos o alto nível brasileiro em missões internacionais”, diz Mizael Conrado, bicampeão paralímpico no futebol de cegos (Atenas 2004 e Pequim 2008) e presidente do CPB.
A série vai além das competições, abordando temas como a inclusão social através do esporte e os desafios enfrentados por pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Cada um dos quatro episódios (Crianças no universo paralímpico; Mercado de trabalho; Esporte paralímpico pelo Brasil; e O caminho até Paris) se dedica a uma temática específica, proporcionando uma visão abrangente do esporte paralímpico no Brasil: desde a infância de jovens atletas até a preparação para as competições internacionais, culminando na jornada até os Jogos Paralímpicos de Paris.
“Cada episódio tem seu próprio nome. E o primeiro se chama ‘Tirem as crianças de casa’, porque na nossa pesquisa, percebemos que muita gente que tem filhos com algum tipo de deficiência nem sempre os levam para fazer atividades fora de casa, deixam eles no sofá vendo televisão, não querem mostrá-los para a sociedade. Tirar as crianças de casa é fundamental para a família, sociedade e, claro, para as próprias crianças. Para que elas possam se inserir e para que as outras pessoas, ao conviverem com elas, possam enxergar todo seu talento e potencial. Devemos conversar muito sobre isso. E quanto mais se falar sobre o assunto, mais ele se normaliza e deixa de ser tabu”, conclui André Bushatsky.
A série DA INCLUSÃO AO PÓDIO foi produzida pela Bushatsky Filmes e patrocinada pela Toyota, por meio da Lei do Audiovisual. “Apoiar projetos como este, demonstram como o esporte pode ser um poderoso instrumento de inclusão social. Ao investir na visibilidade e no desenvolvimento de atletas com deficiência, não só promovemos a igualdade de oportunidades, mas também inspiramos a sociedade a valorizar a diversidade e a superação. Este alinhamento entre inclusão e esporte fortalece o tecido social e cria um legado positivo para as futuras gerações“, explica Otacílio do Nascimento, gerente de comunicação corporativa da Toyota e diretor da Fundação Toyota.
Sinopse Em quatro episódios, a série “DA INCLUSÃO AO PÓDIO” explora a inclusão de pessoas com deficiência através do esporte, a representatividade no movimento paralímpico, o mercado de trabalho para pessoas com deficiência, e os bastidores da preparação dos atletas para as grandes competições internacionais. A produção revela as muitas camadas do Movimento Paralímpico que vão além das arenas esportivas, mostrando o impacto transformador do esporte na vida dos atletas e da sociedade.
‘MINI BEAT POWER ROCKERS: O FILME’ ESTREIA NA MAXEM 9 DE SETEMBRO
Eles já fizeram a Terra dançar, agora vão balançar a galáxia! Filme traz uma jornada interestelar, novos personagens e trilha sonora original com canção criada por Jair Oliveira.
– Prepare-se para uma viagem além das estrelas com os queridos bebês roqueiros! MINI BEAT POWER ROCKERS: O FILME estreia em 9 de setembro na plataforma de streaming Max. Uma aventura que nos leva a uma odisseia no espaço, longe de casa, com novos personagens e muita música.
No filme, após uma festa animada na Creche Arco-Íris, Dolores anuncia que é hora da soneca, no entanto, Myo, Carlos, Wat e Fuz têm outros planos. É então que Bebê Marciano surge, convidando-os para o Planeta Eu, um lugar sem regras e onde tudo é possível.
Ao chegarem, nossos Power Rockers encontram Serolod, uma babá superpoderosa que realiza todos os desejos e os convida para a inauguração de seu centro de cuidados “sem regras”. No entanto, os Power Rockers logo descobrem que um mundo sem limites pode não ser tão perfeito assim, especialmente quando se trata de permanecerem juntos.
MUITA MÚSICA
Em MINI BEAT POWER ROCKERS: O FILME, Carlos, Wat, Fuz, Myo, a descolada babá adolescente Dolores e o restante dos personagens trarão aos fãs cinco novas músicas: Hora da Festa, canção criada por Jair Oliveira, compositor e produtor musical brasileiro; Rock e Festa, com uma pegada alegre que vai fazer todo mundo pular; Como eu não há nada igual, uma música com atmosfera disco que apresenta a personagem Serolod; Juntos outra vez, uma balada para o momento em que os Power Rockers estão separados e sentem falta um do outro; e a última música do filme, Um só coração, que faz cantar e dançar enquanto fala sobre como é melhor estar junto.
MINI BEAT POWER ROCKERS: O FILME é uma produção desenvolvida em parceria com o MundoLoco CGI, estúdio de animação fundado por Juan José Campanella e que traz os mesmos criadores da série do Discovery Kids, Hector Dengis, Eduardo Criscuolo e Gastón Gorali.