‘Tudo Por Um Pop Star 2’ estreia nesta quinta

‘Tudo Por Um Pop Star 2’ estreia nesta quinta

A continuação da história inspirada na obra de Thalita Rebouças traz novas aventuras e celebrações de amizade

O aguardado filme “Tudo Por Um Pop Star 2” estreia nos cinemas no próximo dia 10 de outubro, apresentando uma nova fase na jornada de três amigas inseparáveis. Com direção de Marco Antonio de Carvalho e produção da Panorâmica Filmes em parceria com a Star Original Productions e RioFilme, o longa reúne um elenco jovem e dinâmico, incluindo Gabriella Saraivah, Laura Castro e Bela Fernandes nos papéis principais. A história promete levar o público em uma emocionante viagem repleta de humor, música e reencontros inesperados.

Em “Tudo Por Um Pop Star 2”, Duda (Gabriella Saraivah), Bia (Laura Castro) e Julinha (Bela Fernandes) estão prestes a celebrar seus 15 anos de amizade com uma viagem muito especial: elas planejam assistir ao último show da turnê de um astro pop que, além de ser o jovem cantor mais famoso do país, foi colega delas na adolescência e tem um passado romântico com Duda. A trama é uma mistura de nostalgia, amizade e novos desafios, onde o trio de amigas se lança em mais uma missão cheia de surpresas.

Para Gabriella, as expectativas para a estreia estão lá em cima. “Dá um frio na barriga pensar que o filme vai lançar daqui a pouco. Estou muito feliz e grata por poder fazer parte desse projeto que representa amor, amizade e muita música.” Laura Castro também compartilha dessa empolgação e ressalta o quanto o filme a marcou: “Me sinto muito honrada de poder fazer parte dessa história, de Tudo Por Um Popstar, que é uma história que fez parte da minha adolescência.”

Bela Fernandes completa o trio, destacando que a essência do primeiro longa que foi mantida para o segundo: “Estou muito animada! eu acho que quem gostou do primeiro filme vai gostar do segundo filme também, porque ainda tem a mesma essência, a mesma energia, a mesma vibe. É um filme divertido, alegre, alto astral, é um filme pra se divertir”

Com um novo elenco, o longa ainda guarda homenagens ao primeiro filme – Tudo Por Um Pop Star (2018), trazendo elementos já conhecidos pelos fãs, como o fusca usado pelo grupo de amigas e a escola que marcou o início de suas histórias.

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FICHA TÉCNICA 

Produção e Supervisão Artística: Rodrigo Montenegro e Mara Lobão 

Direção: Marco Antonio de Carvalho 

Roteiro: Thalita Rebouças, Lara Rodi e Rodrigo Montenegro 

Produtora: Panorâmica Filmes 

Coprodução: Star Original Productions e RioFilme

Elenco: Gabriella Saraivah, Bela Fernandes, Laura Castro, Lucas Burgatti, João Manoel, Karoliny Mariano, Maitê Padilha, Bárbara Maia, Ana Bárbara Malaquias, Clarissa Müller, Ester Dias, Angela Paz, Renata Castro Barbosa e as participações especiais de Hugo Gloss, Caio Manhente, Giovanna Lancellotti, Thalita Rebouças e Pietra Quintela. 

LONGA ‘SALOMÉ’ FARÁ SUA ESTREIA MUNDIAL NO 31° FICVALDIVIA EM OUTUBRO

LONGA ‘SALOMÉ’ FARÁ SUA ESTREIA MUNDIAL NO 31° FICVALDIVIA EM OUTUBRO

Escrito e dirigido por André Antônio e protagonizado por pessoas trans,o longa traz a mítica personagem Salomé para a cidade do Recife
Segundo longa do pernambucano André Antônio, SALOMÉ fará sua estreia mundial na mostra competitiva do 31º Festival Internacional de Cine de Valdivia, que acontece no Chile entre 14 e 20 de outubro. O filme é uma produção de Dora Amorim, Júlia Machado, Thaís Vidal, as três da Ponte Produtoras e, também, do coletivo Surto & Deslumbramento. O lançamento em cinemas será realizado pela Vitrine Filmes.
A curadoria do FICValdivia apresentou SALOMÉ em seu anúncio da Seleção Oficial de Longas Metragens com o seguinte texto: “O diretor brasileiro André Antônio teve sua primeira aproximação com o FICValdivia em 2021, quando Vênus de Nyke, estudo bastante estilizado sobre a identidade sexual, também participou da Seleção Oficial. Seu novo longa, SALOMÉ (2024) reitera a relevância que o diretor tem dado ao corpo e à estética kitsch como linguagem sobre a qual constroi suas imagens. Nesse sentido, este novo filme opta inicialmente pelos códigos do melodrama clássico e conta a história de Cecília (Aura do Nascimento), uma jovem modelo que mora em São Paulo e retorna ao Recife, sua cidade natal, para passar o Natal com a mãe (Renata Carvalho). Decisão que a faz enfrentar o ambiente precário e conservador de sua adolescência e a levará a se apaixonar por um vizinho (Fellipy Sizernando) que a leva ao culto pagão para ressuscitar a personagem bíblica Salomé. Este último caminho é o que faz este fascinante melodrama caminhar em direção à lógica do corpo, da magia e do fetichismo.”

André Antônio comenta que seus filmes são sempre sobre personagens que estão em busca de prazer, tentando alcançar seus ideais particulares de paraíso, quer seja o retorno à cidade e à casa da infância em A Seita (longa de 2015), por exemplo, quer sejam os cheiros e sabores do sexo fetichista em Vênus de Nyke (média de 2021). Nesse sentido, SALOMÉ não é diferente: “O projeto do meu segundo longa surgiu depois que A Seita foi finalizado. Eu havia lido muita coisa escrita por Oscar Wilde como pesquisa para esse filme mas, depois de lançá-lo, percebi que não conhecia a célebre – e censurada, na época – peça teatral Salomé, de 1891”.

A figura de Salomé – a princesa bíblica responsável pela decapitação de Iokanaan (o nome hebraico para João Batista) – foi frequentemente elevada, ao longo da história da arte, da literatura, do teatro e do cinema, ao status de imagem emblemática de um erotismo queer transgressor. André Antônio, que também assina o roteiro de SALOMÉ, conta que o maior desafio ao escrever foi transpor essa mítica personagem para um cenário bem específico: Recife, sua cidade. “Meu filme não é uma adaptação da peça de Wilde, apenas toma a peça como ponto de partida. O conflito entre alguém cosmopolita e descolada como Cecília e o universo suburbano e provinciano da sua família – conflito sem dúvida compartilhado por muitas existências queer – é algo que permeia o filme através de situações e sensações que vêm da minha própria história pessoal como alguém que veio de uma família pobre mas que acabou, pelos acasos e sortes da vida, realizando o sonho de fazer filmes.”

Para a construção do longa, o diretor conta que tentou trazer o sabor de um melodrama clássico e, claro, fazer isso hoje necessariamente soa camp e artificialista. E, ao fazer SALOMÉ, voltou a cineastas que são a base para a sua visão de cinema: José Mojica Marins, Derek Jarman, Kenneth Anger, Julio Bressane – artistas que acreditam que ver um filme é uma espécie de experiência mística, de fantasia.

André Antônio também destaca o privilégio de trabalhar com o elenco do longa, figuras da arte queer brasileira a quem admira. “Aura do Nascimento, uma das artistas visuais mais instigantes de Recife hoje; Renata Carvalho, um dos nomes fundamentais no debate e na luta das travestis brasileiras e, também, uma diva do teatro e do cinema brasileiros; e Everaldo Pontes, lenda viva do cinema brasileiro.”

Em SALOMÉ, finalmente há personagens e um elenco trans protagonizando uma narrativa que não é sobre a experiência da transição de gênero e da violência advinda do preconceito, temas aos quais essas artistas trans são sempre associadas, não lhes permitindo voos em outras propostas estéticas. Esta é uma demanda frequente, ainda que pouco atendida, das lutas pela representatividade trans. “Mas para além desses nomes, há vários outros rostos, no longa, de uma comunidade sexo-dissidente que existe, que está aqui no Recife. É algo que SALOMÉ compartilha com meus filmes anteriores: a presença de uma comunidade que eu registro e – um pouco na esteira do que Andy Warhol, em seus filmes, fazia com uma certa cena underground da sua época – glamorizo sem pudor.”

SALOMÉ será lançado no Brasil pela Vitrine Filmes. 

Sinopse:
Cecília, uma jovem modelo de sucesso, retorna a Recife, sua cidade-natal, para passar o natal com a mãe. Certa noite, um vizinho que ela não vê há muito tempo, João, lhe mostra um misterioso frasco contendo uma substância verde tóxica. Cecília começa a se apaixonar por João, mas também descobre que ele está envolvido com uma estranha seita ao redor da figura de Salomé, a sanguinária princesa bíblica.

Ficha Técnica
Roteiro e direção:
 André Antônio
Produção: Dora Amorim, Júlia Machado, Thaís Vidal
Elenco: Aura do Nascimento, Fellipy Sizernando, Renata Carvalho, Zuba Neves, Clara Maria Matos, Danny Barbosa, Everaldo Pontes, Geyson Luiz
Direção de fotografia: Linga Acácio
Direção de arte: Maíra Mesquita
Direção de produção: Luiza Ramos
1º assistente de direção: Breno Baptista 
Casting: Gabriel Domingues
Preparação de elenco: Fellipe Fernandes
Figurino: Libra Lima
Caracterização: Ana Simiema
Montagem: Chico Lacerda
Som: Lucas Caminha
Desenho de som e mixagem: Nicolau Domingues
Trilha sonora original: Mateus Alves, Piero Bianchi
Cor e finalização de imagem: Brunno Schiavon
Empresas produtoras: Ponte Produtoras, Surto & Deslumbramento
Distribuição: Vitrine Filmes
Sobre André Antônio
André Antônio começou a fazer filmes dentro do coletivo Surto & Deslumbramento, que é uma referência dentro do cinema queer brasileiro contemporâneo. A SEITA (2015), uma fantasia sci-fi, foi seu primeiro longa-metragem (Festival do Rio, Göteborg FF, Outfest LA, Queer Lisboa, NewFest NY). VÊNUS DE NYKE (2021) seu média sobre sexualidade dissidente, foi exibido em festivais como a Semana da Crítica de Berlim, FICValdivia, New Horizons FF, Mix Brasil (Prêmio de melhor roteiro), Chéries Chéris e Fringe! London. SALOMÉ é seu segundo longa.
Sobre a PONTE PRODUTORAS
A Ponte Produtoras é uma produtora independente fundada em 2015, no Recife, por Dora Amorim, Júlia Machado e Thaís Vidal para produzir o trabalho de jovens realizadores. Seus filmes já passaram em importantes festivais nacionais (Brasília FF, Rio IFF, Mostra de SP) e internacionais (Semana da Crítica de Cannes, Winterthur IFF, Chicago IFF, Rotterdam IFF, Locarno FF). A empresa costuma trabalhar com projetos autorais de jovens realizadores brasileiras e brasileiros possibilitando a realização de filmes com temas e estéticas diversas e que refletem fortemente as possibilidades de narrativas e pontos de vista de nossa cultura.

A Ponte já integrou importantes mercados e laboratórios de desenvolvimento como Brasil CineMundi, BrLab, Torino Film Lab – “Up & Coming” (Participante convidado do Next Step Lab da Semana da Crítica de Cannes), Lobo Lab – Encontro de Coprodução do Festival de Mar Del Plata. A empresa lançou recentemente a sua primeira coprodução internacional com a França, o filme Rio Doce, dirigido por Fellipe Fernandes, que tem como coprodutora Gabrielle Dumon. O longa estreou no Olhar de Cinema, onde ganhou os prêmios de Melhor Filme e Melhor Filme Brasileiro, e estreou internacionalmente no Cinelatino de Toulouse, onde recebeu o Prêmio FIPRESCI.

Em 2021, a produtora também lançou os filmes Deus tem AIDS, de Fábio Leal e Gustavo Vinagre, que ganhou o prêmio de Melhor Filme no Queer Porto e Vênus de Nyke, de André Antônio, que ganhou o prêmio de Melhor Roteiro no Mix Brasil e foi exibido recentemente na Semana da Crítica de Berlim.
Sobre a SURTO & DESLUMBRAMENTO
Surto & Deslumbramento é um coletivo formado por André Antônio, Chico Lacerda, Fábio Ramalho e Rodrigo Almeida. Surgiu em meados de 2012 da vontade de, na produção de filmes, fotos e intervenções em geral, abraçar elementos caros ao grupo como o artificialismo, o lúdico, a paródia, o deboche, a viadagem, a pinta, o pop e a cultura de massa, afastando-se, por consequência, de boa parte dos elementos que davam a tônica da produção cinematográfica nacional independente da época.Sobre a Vitrine Filmes

Desde 2010, a Vitrine Filmes já distribuiu mais de 250 filmes e alcançou milhares de espectadores apenas nos cinemas do Brasil. Entre seus maiores sucessos estão Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019; O Processo, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional; e Druk: Mais Uma Rodada, de Thomas Vinterberg, vencedor do Oscar® de Melhor Filme Estrangeiro em 2021.

Em 2020, a Vitrine Filmes iniciou um novo ciclo de expansão e renovação. Entre as iniciativas, está o lançamento da Vitrine España, que produz e distribui longas-metragens na Europa e o Vitrine Lab, curso online sobre distribuição cinematográfica, vencedor do prêmio de distribuição inovadora do Gotebörg Film Fund 2021. A criação, em 2022, do selo Manequim, focado na distribuição de filmes com apelo a um público mais amplo e, finalmente, a Vitrine Produções, braço estratégico para o desenvolvimento, produção e coprodução de títulos próprios. Neste sentido, o primeiro lançamento da casa foi o documentário Amigo Secreto (DocLisboa 2022), de Maria Augusta Ramos, e atualmente já conta com cinco projetos realizados e oito em desenvolvimento.

A Vitrine Filmes fechou o ano de 2023 com ótimos indicadores de retomada, alcançando os melhores resultados desde a pandemia. Entre as estreias do ano, estão filmes como Nosso Sonho, de Eduardo Albergaria, lançado pelo selo Manequim Filmes e que obteve a maior bilheteria entre os filmes nacionais do ano, com mais de 515.000 espectadores. Também figuram no catálogo anual a animação Perlimps, de Alê Abreu, o vencedor do Festival de Gramado, Noites Alienígenas, de Sérgio de Carvalho, e a indicação brasileira para o Oscar, Retratos Fantasmas, de Kleber Mendonça Filho, que acumula mais de 80.000 espectadores em salas de cinema e é mais uma coprodução Vitrine Filmes. Mais de 20 filmes foram lançados pelo grupo no ano de 2023.
Festival de Cinema Italiano anuncia poster e seleção de filmes

Festival de Cinema Italiano anuncia poster e seleção de filmes

19ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO ANUNCIA PÔSTER, MANIFESTO E SELEÇÃO DOS PRIMEIROS FILMES

Festival acontecerá de 7 de novembro a 8 de dezembro

FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL chega à sua 19ª edição com uma programação repleta de filmes inéditos e uma retrospectiva sobre o humor do cinema italiano (que será anunciada em breve). O evento acontece de 7 de novembro a 8 de dezembro de 2024.

FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO
MATERIAL IMPRENSA

O pôster e o manifesto desta edição celebram a força e a independência da mulher contemporânea: “…nem mãe, nem irmã, nem amante, nem esposa… simplesmente, Mulher! A Mulher de hoje, moderna, dona dos próprios ideais, do seu próprio corpo, do próprio futuro. Resiliente, forte, inteligente. É ela que escreve a própria história, sem pedir permissão”.

A seleção de filmes inéditos inclui o documentário TOQUINHO: ENCONTROS E UM VIOLÃO, dirigido por Erica Bernardini e escolhido pela Embaixada da Itália para celebrar os 150 anos da Imigração Italiana no Brasil e a comédia UM MUNDO À PARTE, de Riccardo Milani, marido da atriz e cineasta Paola Cortellesi, diretora do grande sucesso italiano do ano passado “Ainda Temos o Amanhã”. O longa de Milani se destaca como a maior bilheteria da Itália em 2024, com mais de 1 milhão de espectadores.

Há na seleção também o drama ÉRAMOS CRIANÇAS, de Marco Martani, que traz uma história tocante sobre amizade e vingança e o longa ROMEU É JULIETA, de Giovanni Veronesi, que acompanha a trajetória de uma jovem atriz que assume uma identidade masculina para interpretar o papel de Romeu. O filme conquistou o Globi d’Oro de Melhor Comédia em 2024.

Destacam-se também CARACAS, o segundo filme dirigido pelo ator Marco D’Amore, uma adaptação do romance “Napoli Ferrovia” de Ermanno Rea e NASCIDA PARA VOCÊ, de Fabio Mollo, baseado na história real de Luca Trapanese que conquistou a mídia italiana, com roteiro assinado por Furio Andreotti e Giulia Calenda, coautores de “Ainda Temos o Amanhã”. O festival também apresentará de forma exclusiva o recém-finalizado HEY JOE, de Claudio Giovannesi, conhecido por seus trabalhos em “Gomorra” e “Piranhas”.

A programação inclui ainda MIA, de Ivano De Matteo, filme vencedor do Globi d’Oro de Melhor Roteiro e Melhor Ator em 2023; O PENITENTE, dirigido por Luca Barbareschi, selecionado para o Festival de Veneza de 2023; E SE O MEU PAI, da diretora estreante Solange Tonnini, no qual uma menina de 12 anos decide investigar os enigmas por trás da ausência do pai e descobre segredos familiares inesperados; além dos longas A ALMA EM PAZ, de Ciro Formisano e LAF, de Michele Riondino.

Um destaque especial deste ano será a homenagem ao diretor Matteo Garrone.  EU, CAPITÃO, seu filme mais recente, fará parte da programação desta edição. Embora não seja um filme inédito nos cinemas brasileiros, sua relevância é indiscutível, sendo o filme italiano mais importante de 2023, vencedor do Leão de Prata em Veneza e indicado ao Oscar 2024 e Golden Globes 2024 como Melhor Filme Estrangeiro. A obra acompanha a jornada épica de dois adolescentes senegaleses, Seydou (Seydou Sarr) e Moussa (Moustapha Fall), que deixam Dakar e partem rumo à Europa. A viagem, no entanto, é repleta de obstáculos que, entre outras coisas, mostram o que pode haver de pior no mundo, desumanizando os dois rapazes.

Confira, abaixo, a lista com os primeiros filmes inéditos do 19º festival de cinema italiano.

Filmes Inéditos

  • A ALMA EM PAZ (L’ANIMA IN PACE), 2023 – Direção: Ciro Formisano
  • CARACAS (CARACAS), 2024 – Direção: Marco D’Amore
  • E SE O MEU PAI (E SE MIO PADRE), 2024 – Direção: Solange Tonnini
  • ÉRAMOS CRIANÇAS (ERAVAMO BAMBINI), 2024 – Direção: Marco Martani
  • HEY JOE (HEY JOE), 2024  – Direção: Claudio Giovannesi
  • LAF (PALAZZINA LAF), 2023 – Direção: Michele Riondino
  • MIA (MIA), 2023 – Direção: Ivano De Matteo
  • NASCIDA PARA VOCÊ (NATA PER TE), 2023 – Direção: Fabio Mollo
  • O PENITENTE (THE PENITENT), 2023 – Direção: Luca Barbareschi
  • ROMEU É JULIETA (ROMEO È GIULIETTA), 2024  – Direção: Giovanni Veronesi
  • TOQUINHO: ENCONTROS E UM VIOLÃO, 2024 – Direção: Erica Bernardini
  • UM MUNDO À PARTE (UN MONDO A PARTE), 2024 – Direção: Riccardo Milani

Homenagem a Matteo Garrone

  • EU, CAPITÃO (IO CAPITANO), 2023 – Direção: Matteo Garrone

Confira a ficha técnica completa dos filmes aqui.

A nova edição do FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL começa para o público no próximo dia 7 de novembro e se estende até 8 de dezembro, para diversas regiões do Brasil  e também via streaming.

FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL 2024 foi fundado pela Câmara do Comércio Italiana de São Paulo – ITALCAM, e conta com a colaboração e patrocínio da Embaixada da Itália, e tem a Pirelli, pelo quarto ano consecutivo, como patrocinador master do festival, reconfirmando uma tradição da empresa de incentivar a cultura italiana no Brasil, contribuindo de forma concreta ao grande sucesso do evento cinematográfico que completa 19 anos.

“A 19ª edição do Festival de Cinema Italiano é mais uma oportunidade que a Pirelli tem em contribuir ativamente para a disseminação da cultura italiana no Brasil. Como uma empresa quase centenária no país, somos parte importante em um contexto de troca de experiências entre as duas nações. Absorvemos muito do Brasil para concebermos uma Pirelli nacional, mas que respeita seu legado italiano. Essa troca se faz presente também em situações como esta, onde podemos apoiar o diálogo cultural através do cinema, fortalecendo os laços entre os países”, conclui Cesar Alarcon, CEO e vice-presidente sênior da Pirelli na América Latina.

Animação chega aos cinemas com voz de Juliano Cazarré

Animação chega aos cinemas com voz de Juliano Cazarré

MAXIMILIANO KOLBE E EU | ANIMAÇÃO CHEGA AOS CINEMAS COM VOZ DO ATOR JULIANO CAZARRÉ

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Ator da voz ao santo polonês morto em Auschwitz em animação dirigida por diretor da Disney, que chegará aos cinemas no dia 17 de outubro pela Kolbe Arte – Com distribuição da Kolbe Arte, a animação MAXIMILIANO KOLBE E EU (Max and Me), dirigida por Donovan Cook (diretor de “Mickey, Donald e Pateta: Os Três Mosqueteiros” e co-diretor de “Peter Pan 2: de Volta à Terra do Nunca“), traz a dublagem do ator Juliano Cazarré (“O Auto da Compadecida 2” e das novelas “Pantanal” e “Amor de Mãe“), que faz a voz do protagonista e chegará exclusivamente aos cinemas brasileiros no dia 17 de outubro.

Além de Cazarré, a versão dublada do animado contará com um time de peso na dublagem, a começar pelo diretor, Eduardo Borgerth, reconhecido por trabalhos em filmes e séries como “Os Vingadores” e a série “Greys Anatomy“. “A gente acabou de concluir ‘Maximiliano Kolbe e Eu’. Foi muito prazeroso. A animação contém um roteiro, um storyboard muito interessante, muito profissional. Eu orientei todos os dubladores a não fazerem nada de caricato, mas colocarem o coração“, resalta Borgerth.

O Cazarré veio fazer parte da equipe de forma casual. Eu tava aqui em casa, enfim, e me deu esse estalo. Eu sabia do viés cristão, católico dele, e resolvemos arriscar, ele aceitou. Deus faz essas coisas“, conta o diretor de dublagem.

A versão dublada ainda conta com vozes de Philippe Maia (voz do ator Tom Cruise no Brasil), Alfredo Martins, entre outros. Na versão original, o animado traz vozes de famosos como David Henrie (da série “Os Feiticeiros de Waverly Place“, da Disney), Ashley Greene (da Saga “Crepúsculo“) e Hector Elizondo (“Uma Linda Mulher” e “O Diário da Princesa“).

Escrito por Bruce Morris (“Pocahontas” e “Hércules“, ambos sucessos da Disney Animation), o animado conta a história do santo polonês Maximiliano Maria Kolbe, conhecido por sua coragem e sacrifício no campo de concentração de Auschwitz. “A animação nos transporta para dentro da história impactante e emocionante, tanto do laço de amizade que Ghunter e D.J. criam, quanto a de Padre Kolbe, que a gente não se cansa de ver e ouvir. Quem for ao cinema vai se emocionar“, diz a CEO da Kolbe Arte, Angela Morais.

MAXIMILIANO KOLBE E EU (Max and Me) chega exclusivamente nos cinemas brasileiros no dia 17 de outubro, com distribuição da Kolbe Arte.

 – Com distribuição da Kolbe Arte, a animação MAXIMILIANO KOLBE E EU (Max and Me), dirigida por Donovan Cook (diretor de “Mickey, Donald e Pateta: Os Três Mosqueteiros” e co-diretor de “Peter Pan 2: de Volta à Terra do Nunca“), traz a dublagem do ator Juliano Cazarré (“O Auto da Compadecida 2” e das novelas “Pantanal” e “Amor de Mãe“), que faz a voz do protagonista e chegará exclusivamente aos cinemas brasileiros no dia 17 de outubro.

Além de Cazarré, a versão dublada do animado contará com um time de peso na dublagem, a começar pelo diretor, Eduardo Borgerth, reconhecido por trabalhos em filmes e séries como “Os Vingadores” e a série “Greys Anatomy“. “A gente acabou de concluir ‘Maximiliano Kolbe e Eu’. Foi muito prazeroso. A animação contém um roteiro, um storyboard muito interessante, muito profissional. Eu orientei todos os dubladores a não fazerem nada de caricato, mas colocarem o coração“, resalta Borgerth.

O Cazarré veio fazer parte da equipe de forma casual. Eu tava aqui em casa, enfim, e me deu esse estalo. Eu sabia do viés cristão, católico dele, e resolvemos arriscar, ele aceitou. Deus faz essas coisas“, conta o diretor de dublagem.

A versão dublada ainda conta com vozes de Philippe Maia (voz do ator Tom Cruise no Brasil), Alfredo Martins, entre outros. Na versão original, o animado traz vozes de famosos como David Henrie (da série “Os Feiticeiros de Waverly Place“, da Disney), Ashley Greene (da Saga “Crepúsculo“) e Hector Elizondo (“Uma Linda Mulher” e “O Diário da Princesa“).

Escrito por Bruce Morris (“Pocahontas” e “Hércules“, ambos sucessos da Disney Animation), o animado conta a história do santo polonês Maximiliano Maria Kolbe, conhecido por sua coragem e sacrifício no campo de concentração de Auschwitz. “A animação nos transporta para dentro da história impactante e emocionante, tanto do laço de amizade que Ghunter e D.J. criam, quanto a de Padre Kolbe, que a gente não se cansa de ver e ouvir. Quem for ao cinema vai se emocionar“, diz a CEO da Kolbe Arte, Angela Morais.

MAXIMILIANO KOLBE E EU (Max and Me) chega exclusivamente nos cinemas brasileiros no dia 17 de outubro, com distribuição da Kolbe Arte.

Poltrona Cabine: Inverno em Paris/Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Inverno em Paris/Cesar Augusto Mota

A vida é composta por desafios e barreiras, e quem se depara com elas precisa demonstrar muita força para superá-las e remover todas as operas do caminho. Mas e se além de descobertas, tivesse alguém que se deparar e encontrar uma forma de superar uma perda? Todo esse enredo é ilustrado em “Inverno em Paris”, de Christophe Honoré, que conta com as atuações destacadas de Paul Kirchner, Vincent Lacoste e Juliette Binoche. Emoções vêm por aí?

O jovem Lucas (Kirchner), 17 anos, está em seu último ano de Ensino Médio em um internato, mas acaba por receber de sua mãe (Binoche) a denúncia devastadora sobre a morte do pai em um acidente automobilístico. O meio-irmão Quentin (Lacoste) vem de Paris para o funeral e propõe a Lucas que passe uma semana em sua casa. A partir daí, o adolescente vive uma jornada recheada de descobertas, percalços e busca por esperança de conseguir seguir em frente.

O protagonista é, ao mesmo tempo, emotivo, imprevisível e contagiante. Disposto a desbravar por novos horizontes, Lucas encontra dificuldades naturais, por conta de sua pouca idade e pela face de autoconhecimento pela qual passa, aliada à dor da perda do pai, ainda bastante recente. Sua relação com o meio-irmão e a mãe é de altos e baixos, em dados momentos de alta turbulência, mas o amor e compreensão entre eles surgem nas ocasiões mais sombrias.

A complexidade da adolescência e das relações familiares de início se assemelham a avalanches na vida de Lucas, mas as experiências de vida de Quentin e o suporte dado por Isabelle, mãe dos rapazes, acabam por ser o apoio que Lucas tanto precisava para se reencontrar na vida, superar a dor e dar um rumo a rua vida. Quentin e Isabelle conseguem extrair tudo o que há de melhor em Lucas e ao mesmo tempo fazem o jovem conseguir ver a vida com outros olhos e perceber o que antes não conseguia em sua transição para a vida adulta.

De forma visceral e sensível, o diretor Christophe Honoré consegue reproduzir todas as emoções sentidas por Lucas, inspiradas em suas próprias experiências, além de conseguir reafirmar a busca pela razão e o amor, nos quais o protagonista acredita. O trânsito pelo desconhecido, aliado à curiosidade, ao desafio e à luta acabam por fisgar o espectador e ilustrar personagens de arcos dramáticos complexos, com a jovialidade ao lado da experiência.

A juventude em busca do amadurecimento, além da fragilidade de encontro ao equilíbrio ditam “Inverno em Paris”, com ensinamentos e vivências inesquecíveis, um filme que choca e fascina, e você precisa ver.

Cotação: 5/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota