Festival do Rio anuncia vencedores do Prêmio do Público nas mostras Expectativas e Première Latina em parceria com TV Globo e Telecine
O Festival do Rio 2025 anunciou os dois filmes internacionais vencedores do Prêmio do Público. O longa Um Dia de Sorte em Nova York (Lucky Lu), de Lloyd Lee Choi (Canadá, Estados Unidos), foi o grande vencedor do Prêmio do Público Expectativas e será adquirido pela TV Globo para exibição na TV Aberta. Já o argentino As Correntes (Las Corrientes), de Milagros Mumenthaler (Argentina, Suíça), foi o escolhido para o Prêmio do Público Première Latina e será adquirido pelo Telecine para exibição na TV Paga e no streaming do canal.
A premiação de filmes de mostras internacionais pelo voto popular teve a parceria inédita com a TV Globo, em mais um movimento do Festival do Rio para fortalecer o alcance e o interesse do cinema internacional independente no Brasil, e com o Telecine, parceiro e patrocinador do Festival do Rio e um dos principais serviços de filmes do país.
Um Dia de Sorte em Nova York (Lucky Lu) retrata a vida de um imigrante chinês em Nova York que trabalha como entregador por aplicativo. Ao ter sua bicicleta roubada, ele vai enfrentar a impossibilidade de continuar com seu trabalho e as consequência de um sistema social precário. Um espelho da realidade contemporânea dos imigrantes e do mundo do trabalho, o filme será distribuído nos cinemas pela Synapse Distribution.
As Correntes (Las Corrientes) aborda as consequências de um trauma pessoal na relação de uma mulher com seu casamento e sua filha pequena. Na fronteira entre a realidade e o imaginário, o filme discute o impacto dos eventos passados no presente e será distribuído nos cinemas pela Filmes do Estação.
Sobre o Festival do Rio
O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. Realização: Cinema do Rio e Ministério da Cultura / Governo Federal
‘Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras’ chega aos cinemas no dia 11 de dezembro
Com distribuição da Autoral Filmes, filme convida a refletir sobre a obra multifacetada do pintor norueguês, autor do quadro ‘O Grito’
“Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras” – crédito: Autoral Filmes
A sociedade moderna tem uma enorme dívida com o pintor Edvard Munch: de Andy Warhol a Ingmar Bergman, de Marina Abramovic a Jasper Johns. Suas pinturas se tornaram símbolos, mas também um sinal das tragédias do século XX.
O documentário italiano “Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras” (“Munch: Love, Ghosts and Lady Vampires”), de Michele Mally (de “Klimt & Schiele – Eros e Psique”), lança uma nova luz sobre o artista norueguês Edvard Munch (1863-1944). Com previsão de lançamento para o dia 11 de dezembro de 2025, o longa parte em busca das raízes e da identidade do pintor e nos convida a refletir sobre o tema central da obra do artista: sua ideia de “tempo”. O filme tem distribuição da Autoral Filmes.
Nenhum artista no mundo é ao mesmo tempo tão famoso e tão desconhecido quanto Edvard Munch. Se o seu “O Grito” se tornou um ícone de nossa época, o restante de sua obra não alcançou a mesma notoriedade. Agora, porém, a capital norueguesa Oslo marca um ponto de virada no conhecimento sobre o artista: o museu MUNCH, inaugurado em outubro de 2021, é um espetacular arranha-céu projetado para abrigar o imenso legado que o artista deixou à sua cidade: 28 mil obras de arte, incluindo pinturas, gravuras, desenhos, cadernos, esboços, fotografias e seus experimentos com cinema.
O documentário “Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras” busca lançar uma nova luz sobre Edvard Munch — um homem profundamente misterioso e fascinante, um precursor e mestre para todos que vieram depois dele. Munch escreveu: “Não pinto o que vejo, mas o que vi.” E, de fato, ele repetia seus temas, pintando e repintando as mesmas imagens e guardando-as em seu ateliê, lançando as bases para a produção dos múltiplos.
Seu conceito pessoal de “tempo” se reflete em um equilíbrio delicado e original entre passado e presente — uma ferramenta para viver a própria existência, uma ponte entre as dimensões do universo, permitindo o contato com o mundo dos fantasmas e espíritos.
“Munch” começa na casa de Edvard Munch em Åsgårdstrand. Numa noite de inverno, diante da lareira, uma jovem — a atriz Ingrid Bolsø Berdal (“A Espiã”), que nos guia nessa jornada — lê para as crianças um conto popular norueguês. É o mundo do Grande Norte, onde os ventos falam, ursos carregam meninas em suas costas e trolls lançam feitiços. As crianças escutam encantadas, enquanto a neve cai e uma música distante aquece o coração.
A produção reúne depoimentos de artistas, curadores e historiadores da arte, como Jon-Ove Steihaug (chefe de exposições e coleções do MUNCH em Oslo), Giulia Bartrum (curadora do British Museum por décadas) e Frode Sandvik (curador do Kode, em Bergen), que analisam os temas, as obsessões, mas também as habilidades técnicas e os diversos meios que o artista utilizou.
A pesquisa de Munch sobre a alma humana, sua tentativa de traduzir emoções em tela ou papel, foi acompanhada por técnicas experimentais — o que torna suas obras, como explica a restauradora Linn Solheim, extremamente frágeis hoje.
Na tela, visitamos os lugares queridos por Munch: as florestas e praias de Åsgårdstrand; Vågå, com as montanhas de seus ancestrais paternos; a casa de pescadores em Warnemünde, na Alemanha; e a propriedade de Ekely, perto de Oslo, onde viveu os últimos trinta anos, sozinho com seu cavalo Rousseau e seus cães, ocasionalmente visitado por jovens modelos. Lá, voltava repetidamente aos mesmos temas, numa espécie de repetição compulsiva.
Nos autorretratos da velhice de Munch, seus olhos refletem a história do início do século XX, as vibrações do éter das novas descobertas científicas eletromagnéticas e as ambíguas relações de amor e dor que marcaram sua vida.
Ainda assim — como sugerem os historiadores da arte Elio Grazioli e Øivind Lorentz Storm Bjerke —, é justamente nessa repetição contínua e nos experimentos visuais com filme e fotografia que encontramos a chave para entrar no Tempo de Munch. O que permanece é uma busca por salvação, uma abertura para os espíritos, para os fantasmas que nos cercam, “com moléculas leves e intangíveis”
Serviço
“Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras” (“Munch: Love, Ghosts and Lady Vampires”), de Michele Mally
Estreia nos cinemas brasileiros dia 11 de dezembro de 2025
Com inscrições abertas até 16 de dezembro, o programa oferece prêmios em dinheiro, equipamentos Sony e imersão no Sony Pictures Studios
A Sony, em parceria com a CREO, revelou o júri oficial do Sony Future Filmmaker Awards 2026, uma das principais premiações globais dedicadas a novos talentos do audiovisual. Entre eles estão Justin Chadwick, diretor britânico premiado e conhecido por Mandela: O Caminho para a Liberdade; Will Gluck, cineasta por trás de sucessos como A Mentira, Amizade Colorida e a recente comédia romântica Todos Menos Você; Rachel O’Connor, produtora de Rivais, Adoráveis Mulheres e da trilogia Homem-Aranha estrelada por Tom Holland; e Adam Rosette, codiretor da Sony Pictures Animation e ex-DreamWorks, com trabalhos em animações como Orion e o Escuro e Os Croods: Uma Nova Era.
“Temos um júri notável este ano, e falo em nome de todos nós quando digo que buscamos filmes que desafiam convenções, despertem emoções genuínas e transformem a maneira como o público percebe o mundo ao seu redor. Estamos ansiosos para descobrir aquele núcleo de originalidade e visão que eleva o bom cinema a algo extraordinário”, afirmou Chadwick.
Sobre o Future Filmmaker Awards 2026 Com inscrições abertas até 16 de dezembro de 2025, o Sony Future Filmmaker Awards é uma das principais iniciativas globais de incentivo a novos cineastas. Gratuito e aberto a participantes de qualquer país — inclusive, sem a necessidade de utilizar equipamentos Sony — o programa busca revelar e impulsionar talentos emergentes por meio de curtas-metragens.
A premiação contempla cinco categorias principais:
Ficção (5 a 20 min);
Não Ficção (5 a 20 min);
Animação (2 a 20 min, em qualquer técnica);
Estudante (5 a 20 min, em qualquer gênero);
Sustentabilidade, voltada a narrativas sobre meio ambiente, diversidade, acessibilidade e inclusão.
A edição de 2026 também traz a Competição Future Format: Vertical, que desafia criadores a desenvolver filmes no formato vertical (9:16), entre 2 e 5 minutos. O vencedor recebe US$ 2,5 mil, equipamentos Sony e participação no programa presencial em Los Angeles.
Já os vencedores das categorias principais ganham US$ 5 mil, equipamentos Sony Digital Imaging e uma imersão exclusiva de quatro dias no Sony Pictures Studios, com workshops, masterclasses e encontros com executivos e criadores da indústria audiovisual.
Séries que envolvem casos policiais estão cada vez mais em evidência, principalmente no que tange a desaparecimentos. A Netflix traz um caso recente e que há algum tempo vem intrigando muita gente. “Onde Está Amy Bradley” é dividida em três episódios e aborda o caso de uma jovem que some em um cruzeiro e nunca mais é vista.
O caso ocorreu na noite de 24 de março de 1998, em um cruzeiro no Caribe com destino à Curaçao. A jovem Amy Lynn Bradley, 23 anos, estava com a família e some por volta das 5h30 quando resolve relaxar no convés do navio após dançar e beber a noite toda. O pai de Amy a procura pela embarcação por mais de uma hora, mas sem sucesso, sequer encontrou pistas que pudessem leva-lo ao paradeiro da filha. A tese levantada pelos investigadores é de que ela tenha caído no mar.
O documentário se preocupa em ilustrar cada detalhe, como o clima de felicidade da família em uma viagem idílica e os últimos momentos de Amy até seu repentino sumiço. Pessoas que estavam a bordo e que sequer haviam prestado depoimento se manifestam pela primeira vez nesta produção. Um perfil mais íntimo de Amy também é trazido pela produção ao longo dos três episódios, além dos depoimentos de familiares e amigos.
Além da teoria de queda no mar, outra hipótese levantada na série seria de que Amy poderia ter sido vítima de tráfico humano, mas esta foi uma tese que surgiu inicialmente na internet e que carece de provas concretas. O mistério aliado ao suspense, os depoimentos colhidos e as pistas encontradas pela polícia movimentam o documentário, mas ainda mexe com a mente de quem acompanha o caso.
Perguntas começam a surgir diante de um cenário tão confuso e perturbador: como é possível uma pessoa desaparecer de um navio em maio a tantas pessoas que circulam em meio a festas e todo tipo de farra? Depois de tanto tempo, como n ao surgiu ainda nada concreto que ajude a solucionar o caso? Essas lacunas não preenchidas deixam o público ressabiado e a abordagem em apenas três episódios proporciona uma experiência mais dinâmica e breve, tendo em vista a rapidez de o conteúdo poder ter consumido.
“Onde Está Amy Bradley” não representa apenas a reconstituição de um caso sem solução e que martiriza uma família americana, como também investigação e emoção n tela, com um fio de esperança por um final feliz.
Nova fase da série aprofunda segredos, reviravoltas e consequências inesperadas.
Créditos das imagens: Disney/Ian Watson
A série dramática baseada no romance homônimo de Carola Lovering, Me Conte Mentiras, retorna para sua terceira temporada em 13 de janeiro com seus dois primeiros episódios, exclusivamente no Disney+ na América Latina. Em seguida, um novo episódio será lançado todas as terças-feiras. As duas primeiras temporadas já estão disponíveis no Disney+.
A terceira temporada de Me Conte Mentiras acompanha Lucy Albright (Grace Van Patten) e Stephen DeMarco (Jackson White), que reatam sua intensa relação bem a tempo do semestre da primavera na Universidade Baird. Embora os dois prometam que, desta vez, tudo será diferente, erros do passado complicam suas boas intenções e Lucy se vê envolvida em uma controvérsia da qual preferia ficar distante. Enquanto isso, as consequências do ano anterior forçam seus amigos a confrontam seus próprios comportamentos destrutivos. À medida que os segredos escandalosos se espalham pelo campus, as consequências ameaçam Lucy e todos ao seu redor.
A série é estrelada por Grace Van Patten, Jackson White, Cat Missal, Spencer House, Sonia Mena, Branden Cook, Alicia Crowder e Costa D’Angelo.
Meaghan Oppenheimer é produtora executiva e showrunner. Emma Roberts, a cofundadora Karah Preiss e Matt Matruski são produtores executivos sob o selo Belletrist, e Laura Lewis é a produtora executiva pela Rebelle Media. Shannon Gibson, Stephanie Noonan e Sam Schlaifer também servem como produtores executivos, enquanto Tyne Rafaeli é produtora executiva e diretora. A série é uma adaptação do romance homônimo de Carola Lovering, que também atua como produtora consultora. Me Conte Mentiras é uma produção da 20th Television.
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SOBRE O DISNEY+ NA AMÉRICA LATINA
Na América Latina, o Disney+ é o serviço de streaming que oferece acesso à oferta de entretenimento mais completa para todas as idades, incluindo filmes, séries, eventos ao vivo e outros conteúdos da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic, ESPN e Hulu. O Disney+ oferece um acervo de conteúdos originais exclusivos, incluindo longas-metragens, documentários, séries live-action e de animação, e curtas-metragens, além de transmissões ao vivo de eventos culturais e esportivos da ESPN, marca de esportes mais respeitada da região. Para mais informações, acesse disneyplus.com ou encontre o aplicativo Disney+ na maioria dos dispositivos móveis e Smart TVs.