Logan é o último filme da série Wolwerine e o mais violento.
Em 2024, Logan vira chofer de limousine para cuidar do professor, Charles Xavier e esquecer o seu passado.
Enquanto Logan liga o carro para sair, Donald Pierce, um mercenário entra e confronta o ex X- Men para descobrir o paradeiro da menina Laura Kinney que até então Logan não conhecia.
Logan encontra- se fraco fisicamente e emocionalmente e deixa de lado as suas forças de mutante, mas isso muda quando ele é procurado pela mexicana Gabriela que precisa de sua ajuda. Logan negou ajudou diversas vezes, mas se rendeu a grande quantidade de dinheiro que lhe foi oferecido e começou a ajudar a mexicana Gabriela e a menina Laura Kinney.
Filme promete arrepiar e emocionar os amantes de Wolverine.
Continuação de “De Volta ao Jogo”, o filme “John Wick: Um Novo Dia para Matar”, protagonizado por Keanu Reeves, retoma de onde havia parado no último longa, e também mostra que será difícil o personagem-título se manter aposentado.
Após um longo e sangrento conflito com a mafia russa, John Wick consegue recuperar seu carro, mas ao estacioná-lo é surpreendido por Santino D’Antonio (Riccardo Scamarcio), um assassino com quem mantém uma antiga promessa. Wick terá de assassinar a irmã de Santino, Gianna D’Antonio (Claudia Gerini) para que este venha a assumir um cargo importante dentro de uma organização secreta.
John Wick não terá uma tarefa fácil, o segurança pessoal de Gianna promete vingança caso o assassinato ocorra, e também há um contrato aberto feito por Santino, de 7 milhões de dólares, pela morte de Wick, deixando a trama ainda mais tensa e emocionante.
Se na primeira parte nos deparamos com um ritmo mais lento, na segunda temos cenas bem mais dinâmicas, com perseguições, lutas frenéticas e cenários de encher os olhos, dentre eles um corredor de espelhos, causando apreensão e confusão no espectador quando Wick corre atrás de Santino, além das belas paisagens de Roma que enriquecem o enredo. É um excelente trabalho de Dan Laustsen na direção de fotografia.
Do primeiro para o segundo filme notamos diferenças de comportamento do protagonista. Se em “De Volta ao Jogo” temos um John Wick mais incisivo e disposto a liquidar todos os que estavam em seu caminho, em “Um Novo Dia para Matar” o personagem-título é mais contido e defensivo, mas sem perder o perfil complexo e os dramas internos que vivencia, como a morte da esposa. Poderia o personagem ter sido mais explorado nesta sequência, mas esse mostra-se eficaz na proposta ao qual se engaja, e somos brindados com cenas mais sangrentas e cruéis.
Se temos um filme equilibrado, também há a aparição de Laurence Fishburne, mesmo que por pouco tempo, marcando um reencontro com Keanu Reeves desde os tempos de “Matrix”. Por falar nesse filme, o diretor Chad Stahelski foi dublê de Neo, personagem de grande sucesso na carreira de Reeves. Stahelski é um especialista em gênero de ação e apostar em cenas de ação com a câmera estática é um de seus trunfos no filme. Um trabalho de destaque.
“John Wick: Um Novo Dia para Matar” tem a distribuição de Paris Filmes e estreia no dia 16 de fevereiro nos cinemas brasileiros.
Com roteiro, direção e atuação de Sibs Shongwe-La Mer, o filme “Eles só Usam Black Tie” vai mostrar um trabalho diferente de muitos longas africanos já feitos. Em vez de produções de época, ilustrando as condições precárias das cidades e as discriminações sofridas pelas populações predominantemente negras, veremos como são as relações sociais entre brancos e negros de classe alta em Joanesburgo pós-apartheid.
A história começa com uma cena forte, a jovem Emily resolve fazer uma transmissão ao vivo e se enforca com uma corda, para o desespero de seus amigos e toda a cidade. As pessoas que eram mais próximas sofrem muito, e outros se colocam no lugar dela e tentam entender o motivo que a levou a cometer tamanha barbaridade. Além disso, pensam se poderiam ter mudado o transcorrer da história se tivessem tido um melhor relacionamento com ela.
Os personagens são aos poucos apresentados com os nomes em caracteres vermelhos e num fundo escuro, boa parte das cenas em preto e branco e alguns flashbacks em cores. Realmente é uma produção com ótima montage e fotografia de Chuanne Blofield, e destaque também para os monólogos sobre o contexto social dos jovens, da cidade de Joanesburgo e de toda a África do Sul.
Filme ou documentário? Esta produção audiovisual, além de nos oferecer cenas com diálogos entre os personagens, também apresenta depoimentos dos protagonistas acerca do suicídio de Emily, bem como opiniões de uma equipe de reportagem que investiga o ocorrido. Pode isso tudo confundir o espectador, mas o que vemos é uma verdadeira obra-prima, com um excelente material aliado a um debate sobre o racismo ainda predominante na África do Sul e como os jovens lidam com ela.
Os jovens presentes no longa não são vítimas de pobreza, debatem sobre diversos problemas sociais, como consumo de álcool, drogas e outros vícios, bem como a depressão. Diante de todo esse cenário, eles se veem num dilema, a incerteza em relação ao futuro, mesmo que a África do Sul se encontre numa situação melhor que o tenebroso período de segregação racial que marcou o país.
Na medida em que conversam, cenas de festas regadas a bebida e muita badalação vão sendo apresentadas em total sintonia com o que é dito. A perda de esperança que os personagens sentem é latente e capaz de comover o espectador, é uma trama verdadeiramente reflexiva, sensível e perturbadora.
“Eles Só Usam Black Tie” chega ao circuito nacional em 9 de março de 2017, com distribuição da Fênix Filmes.
Inspirado no segundo livro da trilogia de E.L. James (Erika Mitchell), chega nesta quinta-feira (09) ao circuito nacional o filme “Cinquenta Tons Mais Escuros”, agora com James Foley na direção e uma trama composta de sadomasoquismo e suspense. A aparição de duas novas personagens fará você entender mais sobre o passado de Christian Grey (Jamie Dornan) e a história envolvente entre o rico empresário e Anastasia Steele (Dakota Johnson) ganha novos contornos.
Quem se lembra do primeiro filme sabe que a relação entre Grey e Steele era fundamentada em um contrato com as figuras do dominador e da submissa, e esta sequer podia tocar em seu soberano. Agora, para voltar ao relacionamento. Anastasia Steele impõe condições: quer uma convivência sem regras, sem segredos e sem punições.
Disposto a conquistar a amada, Christian Grey começa a ceder, mas sem deixar a personalidade sedutora que lhe é peculiar e suas incríveis táticas de sedução, com presentes caros e jogos sexuais recheados de muita dominação. Você pensa que será um replay do primeiro longa, porém a história vai muito além. A relação de confiança e estável entre Grey e Steele passa a ser abalada com a presença de duas pessoas que fizeram parte do passado recente de Grey. Ele tentará lidar e fará de tudo para expurgar esses demônios internos, já Steele terá a difícil missão de controlar a inveja e os ciúmes de mulheres que estavam antes dela com seu grande amor, uma tarefa ingrata.
Notam-se impressionantes transformações dos personagens principais, com Anastasia Steele em comportamento dúbio e Christian Grey menos controlador e mais sensível. O fato de ceder às exigências de Steele e se mostrar frágil com as feridas físicas e psicológicas recentes não comprometem a atuação de Jamie Dornan, seu desempenho é ainda melhor que no primeiro filme e o perfil sedutor e dominador cativam a plateia. Dakota Johnson deixa a desejar e se mostra um tanto perdida com sua personagem. Em algumas cenas se mostra incomodada com o comportamento sádico de Grey, mas em outras está implorando para ir ao famoso quarto vermelho ou ser torturada. Uma bagunça enorme é feita na cabeça do espectador.
A direção de arte é primordial, com excelente figurino e uma fotografia arrebatadora, seja nas cenas de tensão que envolvem Anastasia e ex-submissas de Christian Grey, com tonalidade mais escura, e outras com cores mais impactantes e envolventes, como no quarto vermelho.
O clima de suspense que toma conta da história fez bem a “Cinquenta Tons Mais Escuros”, ficamos conhecendo um lado pouco explorado de Christian Grey, um homem abalado e traumatizado com seu passado triste e sombrio desde a infância, e descobrimos as causas que o levaram a ter esse perfil de dominador e adepto de práticas sadomasoquistas. Jamie Dornan é o ponto alto da trama, capaz de provocar amor e ódio nos espectadores e expor um lado controverso em um momento e mais humano em outro. Já Dakota Johnson não repete o mesmo sucesso de “Cinquenta Tons de Cinza”, poderia ter ido mais além. E as participações de Marcia Gay Harden, Kim Bassinger e Bella Heathcote são decisivas e tornam a história ainda mais perturbadora e atrativa.
Apesar dos altos e baixos, “Cinquenta Tons Mais Escuros” vale a pena ser visto, é possível ter suspense e sadismo numa mesma produção, além de grandes revelações sobre Christian Grey, não tão bem recebido no começo e agora destaque da franquia. E que venha “Cinquenta Tons de Liberdade” em 2018!
Mais um belo filme de Will Smith que promete emocionar os telespectadores.
Howard (Will Smith) é o chefe de uma empresa de propaganda e é adorado por todos os colegas de trabalho, principalmente pelos seus três amigos mais íntimos, With (Edward Norton), Claire ( Kate Winslet) e Simon (Michael Peña).
Em um determinado dia, Howard sofre um grande problema familiar e isso faz com que ele entre em profunda depressão deixando os seus amigos preocupados. With, Claire e Simon bolam um plano para trazer o amigo de volta a realidade. O intuito é mostrar para Howard os três princípios básicos da vida, amor, tempo e morte e que ele não deve desistir da vida pois é cercado de pessoas que o amam.
Com certeza o filme será um sucesso e mais uma brilhante atuação de Will Smith.