Longa ‘As Viúvas’, protagonizado por Viola Davis, abre o Festival do Rio

Longa ‘As Viúvas’, protagonizado por Viola Davis, abre o Festival do Rio

Longa da Fox Film será o filme de abertura da vigésima edição do Festival do Rio, que acontece entre os dias 1º e 11 de novembro

“As Viúvas”, longa da Fox Film com Viola Davis, será o filme de abertura do Festival do Rio, que acontece entre os dias 1º e 11 de novembro. O filme, do aclamado diretor Steve McQueen, traz a história de quatro mulheres que precisam assumir uma dívida deixada por seus maridos criminosos para salvarem os próprios destinos. A abertura do festival acontece no dia 1 de novembro, no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro.  “As Viúvas” será lançado nos cinemas de todo o Brasil no dia 29 de novembro.

As protagonistas desse thriller intenso são a vencedora do Oscar®, Viola Davis, que interpreta Veronica; Elizabeth Debicki, no papel de Alice; Michelle Rodriguez, interpretando Linda; e Cynthia Erivo, como Belle. O elenco conta ainda com as interpretações do vencedor do Oscar®, Robert Duvall; do indicado ao Oscar®, Liam Neeson; e dos atores Colin Farrell, Daniel Kaluuya e Brian Tyree Henry.

Sinopse

De Steve McQueen, vencedor do Oscar® (“12 Anos de Escravidão”), e do autor do best-seller e co-roteirista Gillian Flynn (“Garota Exemplar”), vem um thriller moderno, com cenário em crime, paixão e corrupção: “As Viúvas”. É a história de quatro mulheres sem nada em comum, exceto uma dívida deixada pelas atividades criminosas de seus maridos mortos. Situada na contemporânea Chicago, em meio a um tumulto, as tensões aumentam quando Veronica (Viola Davis), Alice (Elizabeth Debicki), Linda (Michelle Rodriguez) e Belle (Cynthia Erivo) assumem seus destinos em suas próprias mãos e conspiram para forjar um futuro em seus próprios termos.

Trailer

Sobre o Festival do Rio

Ao completar 20 anos de existência, o Festival do Rio reafirma sua importância para a cultura carioca e o cinema no Brasil e na América Latina. Ao longo dessa jornada, o Festival do Rio tem sido responsável por trazer as primeiras exibições de filmes consagrados em grandes festivais internacionais e por apresentar ao público diretores estreantes e cinematografias pouco conhecidas. A Première Brasil se tornou a grande janela de lançamento para os realizadores nacionais e a estatueta do Redentor, um prêmio reconhecido por público e crítica. O Festival do Rio é realizado através da lei de incentivo do Ministério da Cultura, patrocínio da PETROBRAS e demais apoiadores e parceiros.

Sobre a Fox Film do Brasil

Presente no mercado nacional desde 1920, a Fox Film do Brasil é uma das empresas com maior contribuição à indústria do entretenimento no país, atuando com destaque e garantindo a seus filmes amplo e diferenciado apoio de divulgação. Dentre os grandes sucessos distribuídos pela Fox, encontram-se: “A Forma Da Agua”, “O Regresso”, “Birdman”, “Deadpool”, “A Culpa é das Estrelas”, a franquia “X-Men”, , “Planeta dos Macacos”, “As Aventuras de Pi”, “Cisne Negro”, as franquias “Como Treinar Seu Dragão”, ” Rio”e “A Era do Gelo”. A Fox também tem uma área voltada para investimento e aquisição de títulos em língua estrangeira.   No Brasil, coproduziu e lançou inúmeros longas-metragens nacionais entre os quais os mais recentes: “Lino”, “Em Nome da Lei”, “Linda de Morrer” e outros sucessos como “Somos Tão Jovens”, “Nosso Lar”, “Copa de Elite”, “Assalto ao Banco Central”, “Ensaio Sobre a Cegueira”, “Se Eu Fosse Você 1 e 2”, entre outros. O próximo lançamento em maio de 2018 será a comédia “Não Se Aceitam Devoluções”.

Festival do Rio traz 84 produções em 2018

Festival do Rio traz 84 produções em 2018

Festival do Rio 2018 traz 84 produções brasileiras dos mais variados temas, de diferentes pontos do país e distribuídos por diversas mostras:  64 longas – incluindo coproduções – e 20 curtas farão a festa do público que terá a chance de encontrar e conversar com os maiores talentos do cinema brasileiro em sessões de gala abertas ao público. O filme de encerramento do Festival será em grande estilo, com exibirção de O Grande Circo Místico, de Carlos Diegues.  O Festival acontece de 1 a 11 de novembro.

Na Première Brasil, uma das mostras mais aguardadas e concorridas do Festival do Rio, serão exibidas produções (48 longas e 20 curtas) de diretores estreantes e consagrados. O público escolhe o melhor filme nas categorias ficção, documentário e curta, através do voto popular e um júri oficial elege as demais categorias (abaixo a lista completa).

A mostra competitiva Novos Rumos, que a cada ano conquista o público e se consolida como o espaço de diversas linguagens cinematográficas e novos diretores, vai exibir 7 longas e 7 curtas em sua seleção.  A Mostra Retratos vai apresentar 11 longas, com recortes que registram de maneira singular personalidades e temas/assuntos relevantes na história do país.

Nos últimos anos, a Première Brasil ampliou sua grade, abrindo espaço para as mostras Novos Rumos e Retratos. Por conta da diversidade e volume da produção no país, outros filmes brasileiros serão exibidos em mostras do Festival do Rio, como Panorama, Midnight, Première Latina, Expectativa 2018 e clássicos.

Longas restaurados e homenagem a Nelson Pereira dos Santos

Festival do Rio tem a honra de apresentar 4 grandes clássicos restaurados – filmes que mudaram, de forma incontestável, a percepção do cinema brasileiro no mundo inteiro.

CENTRAL DO BRASIL, de Walter Salles, comemora 20 anos de sua memorável trajetória, com sua história profundamente arraigada na alma brasileira. PIXOTE – A LEI DO MAIS FRACO, de Hector Babenco, nos traz de volta uma das obras mais singulares do grande realizador, que estabeleceu um marco no cinema do nosso país. Em cópias restauradas, o público poderá rever estas duas duas grandes obras.

Festival do Rio homenageia ainda Nelson Pereira dos Santos, um dos nossos maiores cineastas, imortal da Academia Brasileira de Letras, que nos deixou este ano, apresentando as suas duas primeiras obras – RIO 40 GRAUS RIO ZONA NORTE.

Pelo segundo ano consecutivo, o Festival do Rio conta com o Prêmio Petrobras de Cinema, oferecido pela empresa para a distribuição comercial do melhor filme de ficção da competição da Première Brasil, e melhor filme da mostra Première Brasil Novos Rumos, escolhidos pelos júris oficiais.

Prêmio Petrobras de Cinema

Os valores do Prêmio Petrobras de Cinema, oferecido pela empresa para a distribuição comercial do melhor filme de ficção da competição da Première Brasil, e melhor filme da mostra Première Brasil Novos Rumos, escolhidos pelos júris oficiais são:

R$ 200 mil para melhor filme de ficção de longa-metragem da Première Brasil

R$ 100 mil para melhor filme para longa-metragem da Mostra Novos Rumos

Festival do Rio é realizado através da lei de Incentivo do Ministério da Cultura, patrocínio da PETROBRAS e demais apoiadores e parceiros.

 

SELECIONADOS PREMIÈRE BRASIL + FILMES BRASILEIROS EM OUTRAS MOSTRAS

LONGAS em MOSTRAS COMPETITIVAS

Competição Principal Ficção (Fiction)

  1. A Sombra do Pai (The Father’s Shadow), de Gabriela Amaral Almeida, 92 min – SP
  2. A Terra Negra dos Kawa (Kawa), de Sérgio Andrade, 99 min – AM
  3. Azougue Nazaré (Azougue Nazaré), de Tiago Melo, 82 min – PE
  4. Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos (The Dead and the Others), de João Salaviza e Renée Nader Messora, 113 min – MG
  5. Deslembro (Unremember), de Flavia Castro, 93 min – RJ
  6. Domingo (Domingo), de Clara Linhart e Fellipe Barbosa, 95 min – RJ
  7. Morto Não Fala (The Nightshifter), de Dennison Ramalho, 110 min – RS
  8. Nóis por Nóis (Us by Us), de Aly Muritiba e Jandir Santin, 100 min – PR
  9. Tinta Bruta (Hard Paint), de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, 117 min – RS

Competição Principal Documentário (Documentary)

  1. Clementina (Clementina), de Ana Rieper, 75 min – RJ
  2. Eleições (Elections), de Ana Riff, 80 min – SP
  3. Gilda Brasileiro – Contra O Esquecimento (Gilda Brasileiro – Against Oblivion), de Roberto Manhães Reis e Viola Scheuerer, 90 min – ES
  4. Meu Nome é Daniel (My Name is Daniel), de Daniel Gonçalves, 83 min – RJ
  5. Relatos do Front (Stories From The Frontline), de Renato Martins, 105 min – RJ
  6. Torre das Donzelas (Maiden’s Tower), de Susanna Lira, 92 min – RJ

Competição Novos Rumos

  1. El Último País (The Last Country), de Gretel Marín Palacio, DOC, 70 min – GO
  2. Ilha (Island), de Ary Rosa e Glenda Nicácio, FIC, 96 min – BA
  3. Inferninho (My Own Private Hell), de Pedro Diogenes e Guto Parente, FIC, 72 min – CE
  4. Luna (Luna), de Cris Azzi, FIC, 89 min – MG
  5. Mormaço (Sultry), de Marina Meliande, FIC, 96 min – RJ
  6. Para’i (Para’i), de Vinicius Toro, FIC, 82 min – SP
  7. Sócrates (Sócrates), de Alex Moratto, FIC, 70 min – SP

CURTAS em MOSTRAS COMPETITIVAS (COMPETITION SECTIONS)

Competição Principal

  1. A Retirada para um Coração Bruto (The Last Song for a Rude Heart), de Marco Antônio Pereira, FIC, 14 min – MG
  2. À Tona (Surfacing), de Daniella Cronemberger, DOC, 15 min, DF
  3. Antes que o Tempo me Esqueça (Before Time Forget Me), de Leo Goodgod e Paulo Rodrigues, FIC, 13 min, MG
  4. Boi (Awake Nights), de Lucas Bettim e Renan Carvalho, FIC, 13 min – SP
  5.  Gopi (Gopi), de Viviane D’Avilla e Paulo Dimantas, DOC, 15 min – RJ
  6.  Mais Triste que Chuva num Recreio de Colégio (Sadder than Playtime on a Rainy Day), de Lobo Mauro, DOC, 14 min – RJ
  7.  Nomes que Importam (Names that Matter), de Muriel Alves e Angela Donini, DOC, 15 min – RJ
  8.  O Órfão (The Orphan), de Carolina Markowicz, FIC, 15 min – SP
  9.  Preciso Dizer que te Amo (I Have to Say I Love You), de Ariel Nobre, DOC, 13 min SP
  10. Princesa Morta do Jacuí (Dead Princess of Jacuí), de Marcela Ilha Bordin, FIC, 15 min – RS
  11. Universo Preto Paralelo (Black Parallel Universe), de Rubens Passaro, DOC, 12 min – SP
  12. Você não me Conhece (You don’t know me), de Rodrigo Séllos, DOC, 14 min – RJ

Competição Novos Rumos

  1.  Cadelas (Cadelas), de Rita Toledo, FIC, 22 min – RJ
  2.  Cascudos (Tough Kids), de Igor Barradas, FIC, 18 min – RJ
  3.  Invasão Drag (Drag Invasion), de Rafael Ribeiro, DOC, 13 min – RJ
  4.  Jéssika (Jéssika), de Galba Gogóia, FIC, 19 min – RJ
  5.  Lembra (Remember), de Leonardo Martinelli, FIC, 10 min – RJ
  6.  Sempre Verei Cores no seu Cinza (I’ll Always See Colors in Your Gray), de Anabela Roque, DOC, 18 min – RJ
  7.  Vigia (Night Watch), de João Victor Borges, FIC, 24 min – RJ

LONGAS em MOSTRAS NÃO COMPETITIVAS

Premiere Brasil HORS CONCOURS

Ficção

  1. Aconteceu na Quarta-Feira (Stage Devil), de Domingos Oliveira, 70 min – RJ
  2. Cine Holliudy 2 – A Chibata Sideral (Cine Holliudy 2), de Halder Gomes, 100 min – CE
  3. Correndo Atrás (Running After), de Jeferson De, 86 min – RJ
  4. Diamantino (Diamantino), de Gabriel Abrantes, Daniel Schmidt, 96 min – RJ
  5. Intimidade Entre Estranhos (The Intimacy of Strangers), de José Alvarenja Jr., 111 min – RJ
  6. Los Silencios (Los Silencios), de Beatriz Seigner, 89 min – SP
  7. Rasga Coração (Rend Your Heart), de Jorge Furtado, 113 min – RS
  8. Sequestro Relâmpago (Express Kidnapping), de Tata Amaral, 79 min – SP
  9. Simonal (Simonal), de Leandro Domingues, 105 min – RJ
  10. Sueño Florianópolis (Sueño Florianópolis), de Ana Katz, 107 min – SP
  11. Uma Noite Não É Nada (Uma Noite Não É Nada), de Alain Fresnot, FIC – SP

Documentário

  1. Amazônia, o Despertar da Florestania (Amazon, the Awakening of Florestania), de Christiane Torloni e Miguel Przewodowski, 111 min – RJ
  2. Excelentíssimos (Lower House), de Douglas Duarte, 152 min – RJ
  3. Humberto Mauro (Humberto Mauro), de André Di Mauro, 90 min – RJ
  4. THF: Aeroporto Central (Central Airport: THF), de Karim Ainouz, 97 min – SP

Curta

  1. O Mundo é Redondo Para Ninguém se Esconder Nos Cantos – Parte I: Refúgio (The world is round so that nobody can hide in the corners – Part I: Refuge), de Leandro Goddinho, DOC, 10 min

Premiere Brasil RETRATOS

  1. A Turma do Pererê.DOC (PERERE.DOC) de Ricardo Favilla, 77 min – RJ
  2. Angel Viana – Voando Com os Pés no Chão (Angel Viana Grounded in Flight) de Cristina Leal, 88 min – RJ
  3. Carvana (Carvana), de Lulu Corrêa, 104 min – RJ
  4. Filme Ensaio (Rehearsal Film), de Maria Flor, 72 min – RJ
  5. Marcia Haydée (Marcia Haydée) de Daniela Kallmann, 80 min – RJ
  6. Meu Samba É Meu Dom (Samba Is My Gift), de Cristiano Abud, 93 min – MG
  7. Paulo Casé (Paulo Casé), de Paula Fiuza, 70 min – RJ
  8. Rindo à Toa: Humor sem limites (Laughing out loud: Humor and Democracy), de Cláudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga, 102 min – RJ
  9. Tá Rindo de Quê? (What are you laughing at? Humor and Dictatorship in Brazil), de Cláudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga, 95 min – RJ
  10. Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto (Rogéria Mr. Astolfo Barroso Pinto), de Pedro Gui, 82 min – RJ
  11. Zuza Homem de Jazz (Zuza The Man of Jazz), de Janaina Dalri, 72 min – RJ

PREMIÈRE LATINA

  1.  Família Submersa (Família Submergida), de María Alché, FIC, 91 min (Argentina, Brasil, Alemanha, Noruega)
  2.  Happy Hour (Happy Hour), de Eduardo Albergaria, FIC, 104 min (Brasil, Argentina)
  3.  La Cama (The Bed), de Mónica Lairana, FIC, 90 min (Brasil, Argentina, Holanda, Alemanha)
  4.  Rojo (Rojo), de Benjamin Naishtat, FIC, 109 min (Argentina, Brasil, França, Alemanha, Holanda)
  5.  Tarde Para Morir Joven (Too Late To Die Young),  de Dominga Sotomayor, FIC, 110 min (Chile, Brasil, Argentina, Holanda, Qatar)

EXPECTATIVA

  1. Palace II – 3 Quartos com Vista para o Mar (Palace II), de Rafael Machado e Gabriel Corrêa e Castro, DOC, 80 min – RJ
  2. Pedro e Inês (The Dead Queen), de António Ferreira, FIC, 120 min (Portugal, Brasil, França)

PANORAMA

  1. Cano Serrado (2 Gauge Highways), de Erik de Castro, FIC, 87 min – RJ
  2. O Olho e a Faca (The Eye and the Knife), de Paulo Sacramento, FIC, 99 min – SP

MIDNIGHT

  1. Personas Humanas (Humanpersons), de Frank Spano, FIC, (Panamá, Brasil, Espanha)

MIDNIGHT DOCS

  1. Amazônia Groove (Amazônia Groove), de Bruno Murtinho, DOC, 78 min – RJ
  2. The Cleaners (The Cleaners), de Hans Block, Moritz Riesewieck, DOC, 95 min (Alemanha, Brasil)

CLÁSSICOS E CULTS

  1.  Central do Brasil (Central Station), de Walter Salles, FIC, 105 min (Brasil, França)
  2.  Pixote: A Lei do Mais Fraco (Pixote), de Hector Babenco, FIC, 128 min – SP
  3.  Rio 40 Graus, Nelson Pereira dos Santos, FIC, 100 min  – 1955
  4. Rio Zona Norte, Nelson Pereira dos Santos, FIC, 90 min 1957

FILME  DE ENCERRAMENTO

  1. O Grande Circo Místico (The Great Mystical Circus), de Carlos Diegues, FIC, 106 min (Brasil, Portugal, França)

PREMIÈRE BRASIL

PREMIAÇÃO

TROFÉU REDENTOR – A escolha dos premiados será realizada pelo Júri Oficial, composto por especialistas na arte cinematográfica (entre brasileiros e estrangeiros), convidados pela direção do Festival do Rio.

– Prêmio Petrobrás de Cinema -

Mostra Competitiva:

1. Melhor Longa-Metragem de Ficção;
2. Melhor Longa-Metragem Documentário;
3. Melhor Curta-Metragem;
4. Melhor Direção de Ficção;
5. Melhor Direção de Documentário
6. Melhor Ator;
7. Melhor Atriz;
8. Melhor Atriz Coadjuvante;
9. Melhor Ator Coadjuvante;
10. Melhor Roteiro;
11. Melhor Montagem;
12. Melhor Fotografia;
13. Prêmio Especial do Júri;
14. Melhor Longa-Metragem de Ficção de Voto Popular;
15. Melhor Longa-Metragem Documentário de Voto Popular;
16. Melhor Curta-Metragem de Voto Popular.

Mostra Novos Rumos:

1. Melhor Filme Longa-metragem

2. Melhor Filme Curta-metragem

3. Prêmio Especial do Júri

Festival do Rio 2018

De 01 a 11 de novembro

Festival do Rio volta ao BNDES

Festival do Rio volta ao BNDES

O maior festival de cinema do Brasil volta ao Espaço Cultural BNDES com sessões especiais

Dias 8 e 9/11, às 12h30 e 18h30

O Festival do Rio volta ao Espaço Cultural BNDES com o melhor das produções brasileiras exibidas em sua edição deste ano. Com sessões especiais nos dias 8 e 9 de novembro às 12h30 e às 18h30, o Festival do Rio reapresentará no Espaço documentários que ganharam destaque em sua programação e o longa-metragem de ficção “Altas Expectativas”, dos diretores Pedro Antônio Paes e Álvaro Campos (Menção Honrosa pelo Júri da Mostra Geração).

O Festival do Rio é realizado através da lei de Incentivo do Ministério da Cultura, patrocínio da PETROBRAS e BNDES, copatrocínio da Globo Filmes e Oi e demais apoiadores e parceiros.

Quarta-feira, dia 8/11

12h30

KARINGANA — LICENÇA PARA CONTAR (dir. Monica Monteiro; Moçambique / Brasil, 2017)
Duração: 73min. Classificação: 14 anos.
Documentário com Maria Bethânia, José Eduardo Agualusa e Mia Couto, entre outros.

​Maria Bethânia leva pela primeira vez o seu ensaio poético até Moçambique. A intérprete apresenta trechos de obras conectadas com diferentes formas de expressão em língua portuguesa. Com depoimentos de Mia Couto, José Agualusa e de diversos escritores e críticos de Moçambique e Angola, o documentário apresenta o desenvolvimento da literatura nos dois países, tratando de sua importância na resistência à colonização, a conexão com os idiomas nativos, as tradições orais e a influência de escritores brasileiros.​

18h30

YOGA ARQUITETURA DA PAZ (dir. Heitor Dhalia; Brasil / Estados Unidos / Índia / China, 2017)
Duração: 92min. Classificação: 14 anos. Legendado em Português.
Documentário com Deepak Chopra, Sadhu Vijay Giri, Dr. Dean Ornish e Nevine Michaan, entre outros.

​Baseado no livro homônimo do fotógrafo Michael O’Neill, este documentário conta a história dos dez anos em que o autor fotografou os grandes mestres da ioga. Criado como uma profunda extensão do livro original, o filme aborda questões muito humanas da nossa perspectiva atual, misturando-as com elementos de movimento e som experienciais, resultando em uma nova visão da arte da ioga.​

Quinta-feira, dia 9/11

12h30

DEDO NA FERIDA (dir. Silvio Tendler; Brasil, 2017)
ELEITO “MELHOR LONGA DOCUMENTÁRIO” PELO JÚRI POPULAR
Duração: 91min. Classificação: Livre. Legendado em Português.

Este documentário trata do fim do estado de bem-estar social e da interrupção dos sonhos de uma vida melhor para todos em um cenário onde a lógica do capital financeiro inviabiliza qualquer alternativa de justiça social. Milhões de pessoas peregrinam em busca de melhores condições de vida, enquanto o capital só aspira à concentração da riqueza em poucas mãos. Neste cenário de tensões sociais, intelectuais lutam para transformar o mundo, levantando temas como o fim dos direitos sociais, o desemprego, o mercado e o ressurgimento de movimentos extremistas.​

18h30

ALTAS EXPECTATIVAS (dir. Pedro Antônio Paes e Álvaro Campos; Brasil, 2016)
MENÇÃO HONROSA PELO JÚRI DA MOSTRA GERAÇÃO
Duração: 90min. Classificação: Livre.
Ficção com Leonardo Reis, Camila Márdila, Maria Eduarda de Carvalho, Felipe Abib e Milhem Cortaz.

​Décio é um treinador de cavalos vencedores que trabalha no Jockey Clube do Rio de Janeiro, onde Lena administra um café endividado que recebeu como herança. Preocupada com a sua situação financeira e tendo que cuidar do irmão mais novo, que é cadeirante, Lena nunca sorri. Apaixonado, Décio precisa superar sua timidez para se aproximar dela, sobretudo porque mede apenas 1,20m de altura. Ele vai fazer de tudo para disputar a atenção de Lena, inclusive tornando-se comediante, para ver Lena sorrindo.​

Entrada franca.
Acesso à sala de exibição 30 minutos antes de cada sessão, segundo ordem de chegada e respeitando a lotação máxima.

 

Por Anna Barros

Festival do Rio 2017: Conheça a relação de todos os vencedores da 19ª edição do evento

Festival do Rio 2017: Conheça a relação de todos os vencedores da 19ª edição do evento

A 19ª edição do Festival do Rio chegou ao fim neste domingo(15), com a cerimônia de premiação realizada no Cine Odeon, na Cinelândia, Centro do Rio. O longa de terror “As Boas maneiras”, com direção de Juliana Rojas e Marco Dutra, foi o grande vencedor, tendo vencido cinco categorias da mostra – Melhor longa metragem de ficção pelo júri oficial, Melhor atriz coadjuvante, Prêmio da Federação Internacional de Críticos de Cinema, Melhor fotografia, Melhor longa de ficção do Prêmio Félix.

O filme foi acompanhado de perto por “Aos Teus olhos”, de Carolina Jabor, que faturou quatro premiações – Melhor ator coadjuvante, Melhor roteiro, Melhor longa de ficção pelo voto popular, Melhor ator.

Confira abaixo a relação completa com todos os premiados do evento.

VENCEDORES DA PREMIÈRE BRASIL, OUTROS PRÊMIOS e Público

Première Brasil – ficção e documentário / longa e curta

JÚRI
presidido por Antônio Saura e composto por Caio Gullane, Heloísa Passos, Leandra Leal e Paz Encina

MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO – As Boas Maneiras, de Juliana Rojas, Marco Dutra. produzidopor Sara Silveira, Maria Ionescu, Clément Duboin e Frédéric Corvez

MELHOR LONGA-METRAGEM DE DOC – Piripkura, de Mariana Oliva, Renata Terra, Bruno Jorge. produzido por Mariana Oliva

MELHOR CURTA-METRAGEM – Borá, de Angelo Defanti. produzido por Sara Silveira, Bárbara Defanti e Cristina Alves

Menção Honrosa curta-metragem Roberta Gretchen Coppola, por Vaca Profana

MELHOR DIREÇÃO DE FICÇÃO – Lúcia Murat, por Praça Paris

MELHOR DIREÇÃO DE DOC – Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva, por Slam: Voz de Levante

MELHOR ATRIZ – Grasse Passô, por Praça Paris

MELHOR ATOR – Daniel de Oliveira, por Aos Teus Olhos e Murilo Benício por O Animal Cordial

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE – Marjorie Estiano, por As Boas Maneiras

MELHOR ATOR COADJUVANTE – Marco Rica, por Aos Teus Olhos

MELHOR FOTOGRAFIA – Rui Poças, por As Boas Maneiras

MELHOR MONTAGEM – Caroline Leone, por Alguma Coisa Assim

MELHOR ROTEIRO – Lucas Paraizo, por Aos Teus Olhos

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI – Slam: Voz de Levante

NOVOS RUMOS
Júri composto por Allan Ribeiro, Bruna Linzmeyer e Bruno Safadi

MELHOR FILME – A parte do mundo que me pertence de Marcos Pimentel. produzido por Luana Melgaço

MELHOR CURTA – Atrito, de Diego Lima

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI – Vende-se Esta Moto, de Marcus Faustini

VOTO POPULAR:

MELHOR LONGA FICÇÃO: Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor. produzido por Carolina Jabor e Leonardo Monteiro de Barros


MELHOR LONGA DOCUMENTÁRIO: Dedo na Ferida, de Silvio Tendler. Produzido por SILVIO TENDLER

MELHOR CURTA: Vaca Profana, de René Guerra. produzido por Juliana Vicente

PRÊMIO DA CRÍTICA FIPRESCI

Júri composto por – Ana Rodrigues, Chico Fireman, Francisco Russo

Para : As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra

PRÊMIO FELIX

Júri composto por – Eduardo Graça, Isabel Penoni, João do Corujão

Melhor Longa Ficção: As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra. , produzido por Sara Silveira, Maria Ionescu, Clément Duboin e Frédéric Corvez

Melhor Longa Doc: Queercore: How to Punk a Revolution, de Yony Leyser. produzido por Thomas Janze

Melhor Curta: Sandra Chamando, de João Cândido Zacharias. produzido por Tatiana Leite

Por: Cesar Augusto Mota

Batalhas Íntimas traz universo de violência contra mulher

Batalhas Íntimas traz universo de violência contra mulher

O documentário mexicano “Batalhas Íntimas” teve a sua primeira exibição no Festival do Rio na última segunda (09) no Estação Net Botafogo com a presença da diretora Lucia Gaja. No filme cinco mulheres de várias partes do mundo contam os casos de violência doméstica dos quais foram vítimas, e deixam evidente que o problema independe de classe social.
Essa foi a primeira exibição de “Batalhas Íntimas” fora do México e, apesar de estar um pouco ansiosa, Lucia conversou conosco sobre o processo de produção do documentário e sobre as expectativas de impacto do mesmo sobre os públicos feminino e masculino.

Quais são as razões para você ter escolhido fazer um filme apenas com relatos de violência contra a mulher e sem imagens que reproduzam esta violência?

Desde que comecei a pensar em como fazer o filme não queria que a violência fosse mostrada graficamente. Me interessava fazê-lo através dos relatos e denúncias porque uma das coisas mais difíceis para uma mulher que vive ou viveu violência doméstica é acreditarem na sua palavra. Muitas vezes se as mulheres não chegam com alguma marca física da violência para denunciar o que vivem as pessoas duvidam delas. Preferem acreditar que a violência sofrida não é suficientemente grave a ponto de deterem ou prenderem o cônjuge, ou que o mesmo seja impedido de se aproximar de sua casa. Mas junto com os depoimentos eu quis retratar as suas próprias realidades e os seus países para fazer um filme bonito a partir das paisagens e dos contextos das cidades, partindo de uma normalidade de alguma forma. Não essa normalidade em relação à violência doméstica, porque nos últimos anos estamos nos dando conta do quão presente e grave é esta situação em muitos países, e não só na América Latina. E é justamente por isso que o filme se passa em outros continentes. Foi algo que não sabíamos se teríamos êxito, pois a questão era como fazer um filme bonito com um tema tão forte e tão doloroso. Mas até agora em todos os lugares em que o documentário foi exibido parece que fomos bem sucedidos. Acho que funcionou também muito para que o espectador interiorize o tema.

Quais são as suas expectativas sobre os impactos e mudanças que o filme pode causar tanto na vida das mulheres quanto na dos homens?

A princípio me preocupei em não fazer um filme que fosse contra os homens ou contra as relações entre casais e o casamento. Muito pelo contrário. Eu quis fazer algo que causasse reflexão tanto nos homens quanto nas mulheres para mudar essa situação que temos vivido há tanto tempo. Porque somente com ambos trabalhando juntos é que vamos mudar isso. Não é um trabalho apenas de mulheres ou apenas de homens. Por isso pensei em um filme em que os homens também pudessem refletir sobre a sua conduta. Talvez não de si próprios, mas sobre a sua conduta de gênero. Sobre os homens que perpetuam o seu poder através da violência e dos seus privilégios.

E com as mulheres pensei em ajuda-las a chegar a uma reflexão de que existem mulheres como as retratadas no documentário que conseguiram sair dessa situação e reconstruir suas vidas. O que é algo muito importante porque não é fácil. O próprio filme não diz que é fácil se livrar desta situação ou falar sobre isto. Ou que haja facilidade em conseguir ajuda ou refazer a vida econômica, profissional ou familiar. Mas se está falando de um caminho da vida e não de sobrevivência. Porque desgraçadamente há muitas mulheres que morrem ao tentarem sair de suas casas ou como vítimas de todo esse processo de violência que vai se agravando.

Mas estou muito feliz a princípio porque cheguei a me preocupar um pouco sobre como os homens receberiam o filme. Até agora estivemos em vários festivais no México e tivemos respostas muito interessantes. Muito jovens refletiram sobre a sua própria conduta com as suas companheiras, homens que cresceram em um ambiente de violência no qual o pai agredia a mãe e que sabem que não querem ser o mesmo, homens que convidam outros homens a refletirem e a repensarem a sua masculinidade e ajudarem que esta situação mude.

Sinopse:

Cinco mulheres vítimas de violência doméstica relatam suas histórias e lutas por sobrevivência. Vindas de diferentes partes do mundo, elas são bastante distintas entre si. Este documentário estabelece um painel feminino ao investigar a fundo um problema que ultrapassa limites geográficos e transcende diferenças sociais ou formação acadêmica. Gravado durante oito anos, o filme revela os impactos, sequelas e traumas físicos e emocionais causados pela violação do lugar que deveria ser o mais seguro e amoroso entre todos: o nosso próprio lar.​

por Fernando Flack

Fonte: Site do Festival do Rio