Festival do Rio: Vidas Duplas/Anna Barros

Festival do Rio: Vidas Duplas/Anna Barros

Um filme francês com uma temática atual: a revolução digital. Além disso, tem Juliete Binoche! No  meio  dessa falta de adaptação do editor de livros, Alain, para que tudo se torne digital com blogs e kindle, há um mix de relacionamentos cruzados em que ele tem uma amante e sua esposa, a atriz famosa, Selena, também tem. Inesperadamente é um dos autores que ele edita, Leonard. O último livro dele Ponto Final tem uma cena de amor que o incomoda e mal sabe ele que a descrição tem a ver com a sua esposa que vive um caso escondido com o escritor.

Juliete binoche esplendorosa, rouba todas as cenas. O roteiro é bem amarrado e construído, levando a várias reflexões principalmente com o mundo digital que nos rodeia como a mudança do livro físico e sua crise, a propagação do kindle, as mídias sociais como Twitter e Facebook. Roteiro muito atual. Até a parte do vício em celular e o envio de mensagens de whatsapp fazem com que nos insiramos na história.

Selena salva o livro de Leonard forçando uma barra para que seu marido Alain o edite. Descobre  a aversão dele por uma parte do livro e para não dar muito na pinta, depois disso, termina seu caso amoroso com o escritor após seis anos.

Guilaume Canet que vive Alain também manda muito bem como o editor introspectivo, sagaz e charmoso. Que vive num dilema profissional mas também mantém uma amante apesar de ser casado 20 anos com uma atriz e ter um filho.

Interessante Leonard só conseguir escrever sobre a sua própria vida. Seus livros são autoficção sempre. E mesmo depois que a esposa descobre por ele mesmo que a trai, consegue recuperar a amizade com seu editor, Alain, arquitetar um novo livro que vai incomodar Selena apesar de seu pedido ao terminar seu caso com ele e uma notícia maravilhosa e inesperada num cenário bucólico.

O filme é sexy e inteligente. Te prende todo o tempo apesar da sensação de que poderia entregar mais do que entrega.

 

Sinopse: Um editor (Guillaume Canet) e um autor (Vincent Macaigne) enfrentam ao mesmo tempo a crise da meia idade, a revolução digital que abala o mercado editorial e imprevistas dificuldades em seus respectivos relacionamentos amorosos.

 

Cotação: 4 poltronas/ 5 poltronas.

 

Festival do Rio: Sueño Florianópolis/Anna Barros

Festival do Rio: Sueño Florianópolis/Anna Barros

O filme fala de um casal prestes a se divorciar que ainda mora na mesma casa e leva seus filhos para uma viagem de férias até Florianópolis, no Brasil. No fundo, como já estiveram lá, querem resgatar algum sentimento escondido ou reagrupar a família já que os filhos são adolescentes e cada um tem sua própria vida. O fato de ficarem sem gasolina já no Brasil muda totalmente o curso da viagem. Pedro vai buscar gasolina com o filho. Lucrécia fica com a filha e logo aparece um casal Marco e Larissa que se propõe a fornecer gasolina e sugerem aluguel de casa em Floripa. Lucrécia recusa mas pega o contato. A família já tinha uma casa alugada. Ao chegar no destino, descobrem um muquifo e resolvem ligar para Marco. A nova hospedagem muda a vida deles por completo.

O cenário é uma Floripa dos anos 90, bucólica, cheia de argentinos com um casal brasileiro tentando ser agradável. Lucrécia é mais fechada e introspectiva que seu ex-marido Pedro e se envolve com Marco. Pedro se envolve com Larissa. Flor acaba se apaixonando pelo filho de Marco, César. E Julián quer mais é conhecer conhecer Bombas e Bombinhas e curtir. Eles acabam celebrando antecipadamente o aniversário de Lucrécia porque Julián quer aproveitar sem os pais.

O filme fala de um relacionamento acabado mas que ainda sobram ciúmes e posse e também de novos relacionamentos, com aventuras e do conflito de gerações.  Também mostra que mesmo sendo psicanalista, Lucrécia não consegue entender o ser humano, principalmente quando na sua partida de volta à Argentina, Marco se recusa a se despedir dela.

Na viagem de volta à Argentina, a família tem uma grande surpresa. Esse é um verão que jamais será esquecido por nenhum membro da família.

Observamos com alegria os atores brasileiros Marco Ricca e Andréa Beltrão. O filme é bom como entretenimento e para quem deseja praticar seu Espanhol. Os destaques são: Mercedes Morán e Marco Ricca.

Poltronas: 3/5.

Gênero: Comédia romântica

 

Top 7: Filmes para você assistir durante o Festival do Rio 2018

Top 7: Filmes para você assistir durante o Festival do Rio 2018

A 20ª edição do Festival do Rio começou oficialmente na noite desta quinta-feira (01) com a exibição do filme ‘As Viúvas’, do diretor Steve McQueen (12 Anos de Escravidão), estrelado por Viola Davis. O evento segue a todo vapor até o dia 11 de novembro, e nós do Poltrona de Cinema trazemos para você uma lista com sete filmes que valem a pena ser vistos durante os dez dias de sua realização. Confira abaixo.

1-Assunto de Família (Shoplifters)

O vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes 2018 e representante do Japão por uma vaga no Oscar 2019, categoria de melhor filme estrangeiro, direção de Hirokazu Kore-eda.  Após uma de suas sessões de furtos, Osamu (Lily Franky) e seu filho se deparam com uma garotinha. A princípio eles relutam em abrigar a menina, mas a esposa de Osamu concorda em cuidar dela depois de saber das dificuldades que enfrenta. Embora a família seja pobre e mal ganhem dinheiro dos pequenos crimes que cometem, eles parecem viver felizes juntos até que um incidente revela segredos escondidos, testando os laços que os unem.

2-Se a Rua Beale Falasse (If Beale Street Could Talk)

Um filme dirigido por Barry Jenkins, o mesmo de Moonlight, melhor filme do Oscar 2017. A trama se passa no Harlem dos anos 70, é a história de um amor atemporal e da força de uma família afro-americana contada por uma jovem de 19 anos. Tish relembra vividamente a paixão, o respeito e a confiança que uniram ela o artista Alonzo Hunt, conhecido pelo apelido de Fonny. Amigos de infância, tornaram-se um casal, já têm um bebê e estão noivos, mas seus planos são sabotados quando Fonny é preso por um crime que não cometeu. Baseado no livro de James Baldwin.​

3-O Ódio que Você Semeia (The Hate U Give)

Baseado no best-seller de Angie Thomas, A trama conta a história da jovem Starr Carter (Amandla Stenberg), que é vista no meio da luta contra o racismo após presenciar o assassinato de Khalil (Algee Smith) por um policial branco. O longa trata de assuntos polêmicos, como violência policial, racismo e movimentos ativistas. O elenco conta com K.J. Apa, de “Riverdale”, bem como Issa Rae, Regina Hall e Anthony Mackie.

4-No Portal da Eternidade (At Eternity’s Gate)

Willem Dafoe luta por mais uma indicação ao Oscar de melhor ator, e dessa vez ele interpreta ninguém menos do que o pintor holandês Vincent van Gogh. Em 1888, o artista vivia em Arles, recluso e melancólico, e tentava decifrar seus pensamentos enquanto pintava um dos quadros mais famosos na história da arte moderna: Quarto em Arles. A direção é de Julian Schnabel.

5- Vidas Duplas (Doubles Vies)

Um representante do berço do cinema tinha que se fazer representado nessa lista. Após os sucessos com ‘Acima das Nuvens’ (2014) e ‘Personal Shopper’ (2016), o cineasta francês Olivier Assayas traz uma comédia sobre um casal de escritores, interpretados por Guillaume Canet e a vencedora do Oscar Juliette Binoche. Nesse longa, a crise da meia idade, a revolução digital que abala o mercado editorial e as dificuldades nos relacionamentos amorosos também são ilustrados.

6- Um Amor Inesperado (El Amor Menos Pensado)

O cinema argentino vem chamando a atenção há algum tempo e vem levando muitos filmes bons para o Brasil. Sob a direção de Juan Vera, o filme nos apresenta a Marcos (Ricardo Darín) e Ana (Mercedes Morán), casados há 25 anos, mas o relacionamento já não está mais funcionando. Quando seu filho deixa a Argentina para estudar fora, os dois decidem se divorciar. Porém, a vida de solteiro não é tão fácil quanto eles esperavam e Marcos acaba chamando Ana para sair com ele novamente.

7-O Grande Circo Místico (Idem)

Novo filme de Cacá Diegues e nosso representante na corrida por uma indicação ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Em meio ao universo de uma tradicional família austríaca, que é dona do Grande Circo Knieps, nasceu um improvável romance entre um aristocrata e uma acrobata. Este é o retrato dos 100 anos de existência do Grande Circo e das cinco gerações de uma mesma família que estivem à frente do espetáculo com suas histórias fantásticas.

Bônus: Vox Lux (Idem)


Adoro o trabalho da atriz Natalie Portman, vencedora do Oscar em 2011 por seu brilhante papel em Cisne Negro. Nessa produção dirigida porBrady Corbet, o longa começa em 1999 com as irmãs adolescentes Celeste (Raffey Cassidy) e Eleanor (Stacy Martin), que sobrevivem a uma tragédia violenta e sísmica. As irmãs compõem e tocam uma música sobre sua experiência, criando algo adorável e catártico a partir de uma catástrofe – ao mesmo tempo, lançando uma carreira. As irmãs chamam a atenção de um gerente apaixonado (Jude Law) e são rapidamente catapultadas para a fama e fortuna, com Celeste como a estrela e Eleanor a âncora criativa. Na segunda metade do filme, em 2017, Celeste (Natalie Portman), de 31 anos, é mãe de uma filha adolescente (Raffey Cassidy) e luta para percorrer uma carreira repleta de escândalos quando outro ato de violência aterrorizante requer sua atenção.

Será que Portman tem chance de mais uma vez ser indicada ao Oscar?

Nós do Poltrona de Cinema desejamos um excelente divertimento e ótimos filmes a todos. Aproveitem!

Confira a programação completa do Festival do Rio 2018 aqui.

Por: Cesar Augusto Mota

Festival do Rio 2018: As Viúvas/ Cesar Augusto Mota

Festival do Rio 2018: As Viúvas/ Cesar Augusto Mota

Imagine um filme complexo, caracterizado como um thriller de ação, com personagens de personalidades fortes e objetivos bem definidos e uma narrativa que faz fortes críticas sociais e que diz muito sobre a cidade que é palco de todas as ações da trama. ‘As Viúvas’ (Widows), novo trabalho do diretor Steve McQueen (12 Anos de Escravidão), traz um longa-metragem sólido e um elenco dotado de grandes astros e que prometem bastante ao longo dos 129 minutos de projeção, dentre eles: Viola Davis, Michelle Rodriguez, Elizabeth Debicki, Colin Farrell, Carrie Coon, Liam Neeson, Daniel Kaluuya, Robert Duvall, Jon Bernthal, entre outros.

Inspirada na obra de Lynda La Plante, a adaptação é levada às telonas por McQueen, que conta a história de três viúvas, Verônica Rawlins (Davis), Linda (Rodriguez) e Alice (Debick) e uma cúmplice, Belle (Cyntia Erivo), que planejam realizar um grande assalto no mesmo local em que seus maridos tentavam roubar e foram mortos em um atentado. Paralelamente, há uma disputa eleitoral na cidade de Chicago ao cargo de vereador, com ambos os candidatos, Jack Mulligan (Colin Farrel) e Jamal (Brian Tyree Henry) tendo alguma ligação com Harry Rawlins (Liam Neeson), marido de Veronica. O grupo de Jamal vai cobrar de Veronica uma dívida que Harry tinha com ele, e, se vendo em um beco sem saída, Veronica terá que se desdobrar com suas companheiras para verem o plano ser bem-sucedido e se livrarem das mais terríveis perseguições que se configuram.

Escrito por Gillian Flynn (Garota Exemplar), o roteiro aborda pontos importantes, como a disputa por poder, dinheiro, avareza e vingança, e alguns desses elementos são atribuídos a Chicago, local em meio a uma onda de criminosos e corrupção, com campanhas políticas que visam mais a apontar quem vai controlar o 18º distrito, já há algum tempo nas mãos da família de Jack Mulligan. Acerca dos dramas pessoais das protagonistas, elas demonstram ter muita sagacidade, ambições diversificadas e muita cumplicidade, apesar da resistência de aderência ao plano proposto por Veronica no início. A líder do grupo, apesar de sua mente um pouco perturbada, consegue envolver todas as suas parceiras e a engajá-las a aderir a seu plano e dar o bote em seus oponentes no momento oportuno.

O ritmo da narrativa é frenético e com pouco espaço para reviravoltas. Há apenas uma, na reta final da história, mas nada que traga prejuízo ao que foi visto pelo espectador, e cada personagem ilustra perfis bem definidos e com intenções nobres por trás, mesmo que as atitudes sejam questionáveis. Os vilões da trama também são convincentes e movimentam a história, sendo todos ameaças reais à vida de Veronica e suas cúmplices, destaque para Jatemme, personagem de Daniel Kaluuya (Corra), braço-direito de Jamal.

Acerca das atuações, sem dúvida o destaque maior vai para Viola Davis, vencedora do Oscar por ‘O Limite entre Nós’ (Fences). Dona de um enorme talento, Davis mostra que está em uma ascendente e fazer papéis mais dramáticos é realmente o seu carro-chefe,  ela sabe transparecer emoção, ser séria no momento que deve ser e derramar lágrimas nas ocasiões mais fortes. No núcleo masculino, Colin Farrel (O Estranho que Nós Amamos) apresenta um personagem com sede de poder e disposto a não largar o osso, e a participação de Robert Duvall (Jack Reacher) é um excelente oponente a Jack Mulligan. Em vez de conselheiro, o pai é o único a querer peitá-lo e fazê-lo desistir de seu propósito, o de continuar a controlar o clã de sua família.

Apesar de um clímax e desfecho frustrantes, ‘As Viúvas’ funciona como thriller de ação, há muitas fortes e críticas bem pesadas à sociedade contemporânea. Quem for assistir certamente vai se surpreender.  É mais um eficiente trabalho de Steve McQueen, com filmes mais diversificados e personagens complexos.

Cotação: 4/5 poltronas.

Por: Cesar Augusto Mota

Marcia Haydée vem ao Brasil para pré-estreia de documentário sobre sua vida e obra

Marcia Haydée vem ao Brasil para pré-estreia de documentário sobre sua vida e obra

Reconhecida como uma das referências internacionais da dança do século XX, Marcia Haydée ganha documentário biográfico, idealizado por sua irmã Monica Athayde, produzido por Marco Altberg, através da Indiana Produções, em parceria com a Globo Filmes e a GloboNews. O filme “Marcia Haydée – uma vida pela dança”, dirigido por Daniela Kallmann, com roteiro de Julia de Abreu e trilha sonora original de Mariana Camargo, será exibido na Mostra Première Brasil do Festival do Rio, no dia 2 de novembro, sexta-feira, com a presença da bailarina. Hoje, aos 81 anos, ela está à frente da direção do Ballet de Santiago, no Chile, e atua como coreógrafa para outras companhias internacionais.

O documentário celebra os 80 anos de Haydée e chega às telas para contar a história da única bailarina brasileira a ser reverenciada nos mais importantes teatros do mundo. Entre eles, estão o Bolshoi (Moscou), Opera (Paris); Covent Garden (Londres), Staatsoper (Berlin); Bunka Kaikan (Tóquio); além de Metropolitan Opera House (Nova York); Lincoln Center (Washington); Colon (Buenos Aires) e Teatro Municipal de Santiago, no Chile. No Brasil,  Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Teatro Municipal de São Paulo.

“Foi um prazer, uma alegria e um grande aprendizado fazer um filme com e sobre a Marcia Haydée. Trazer suas lembranças e seu exemplo para as novas gerações é necessário para a formação artística das nossas plateias”, conta Marco Altberg.

Sua trajetória marcada pela dedicação à dança é entremeada por depoimentos de nomes brasileiros como Bibi Ferreira, Ana Botafogo e Deborah Colker. Além de renomados artistas internacionais como Reid Anderson, diretor artístico do Stuttgart Ballet e, Tamas Detrich, ex-bailarino solista e diretor artístico da mesma companhia, onde Marcia trabalhou por quase metade de sua carreira; Luz Lorca, diretora adjunta do Ballet de Santiago, no qual a bailarina é a diretora atualmente, e ainda da mesma Cia, Andrezza Randisek, bailarina solista e, Pablo Nuñes, cenógrafo e figurinista. John Neumeier, coreógrafo e diretor artístico do Hamburg Ballet também dá seu testemunho no filme.

– Não é apenas um filme de ballet, mas, sim, o filme de uma mulher que viveu plenamente dentro e fora dos palcos – diz Marcia Haydée.

 

O documentário começou a ser elaborado há mais de 6 anos, quando Monica decidiu começar suas pesquisas nos acervos da irmã. O material selecionado traz momentos da bailarina no Rio, na Alemanha e no Chile, onde morou e desenvolveu sua carreira.  Imagens dos anos 50, na casa de seus pais, marcam o momento em que Marcia conhece Michael Powell, diretor do célebre filme Red Shoes, que impulsiona sua ida para a Europa.

 

– Além da Marcia bailarina, diretora de ballet e coreógrafa, queremos mostrar a pessoa que está por trás dos palcos. A Marcia generosa, que tem uma energia incrível e que mesmo depois dos 80 anos continua trabalhando incessantemente ao redor do mundo – conta Monica Athayde.

Após seu lançamento nas salas de cinema, o filme será exibido nos canais GloboNews e Curta!, que contou ainda com a participação do Fundo Setorial do Audiovisual – Ancine/BRDE.

 

Sobre a dançarina 

Marcia Haydée, nascida em Niterói, estado do Rio de Janeiro, começa as aulas de ballet aos 3 anos. Aos 12 já fala em ser a melhor bailarina do mundo. Aos 16 se muda para Londres para estudar na Royal Ballet School. Lá conhece o coreógrafo sul-africano John Cranko, diretor do Stuttgart Ballet, na Alemanha, e se torna sua discípula. Em Stuttgart Marcia se torna primeira bailarina e após a morte precoce de Cranko passa a dirigir a companhia.

Foi ao interpretar espetáculos como “Carmen”, “Romeu e Julieta” e “A megera domada” que Haydée é reconhecida mundialmente e aclamada como a Maria Callas da dança, por sua grandeza nas interpretações em cada papel que lhe era oferecido. A bailarina escolhe então não ter filhos e se dedicar exclusivamente à carreira e, mesmo quando à frente da companhia alemã como diretora, a bailarina continua a ser disputada por grandes coreógrafos como Glen Tetley, Jí Kylián, William Forsythe, Maurice Béjart e John Neumeier.

 

  • FICHA TÉCNICA – MARCIA HAYDÉE

Empresa Produtora: Indiana Produções

Coprodução: Buddhi Produções, GloboNews, Globo Filmes

Produção: Marco Altberg

Produtora Associada: Monica Athayde Lopes

Direção: Daniela Kallmann

Pesquisa: Nubia Melhem Santos

Roteiro: Julia de Abreu

Fotografia: Guy Gonçalves

Montagem: Maria Altberg

Trilha Sonora Original: Mariana Camargo

Distribuição; Rio Filme e Anagrama Filmes

 

  • EXIBIÇÃO – RIO DE JANEIRO

Pré-estreia Rio com a presença de Márcia Haydée:

Festival do Rio – Première Brasil – Mostra Retratos

Dia 02/11, às 18h – Estação Net Gávea, Salas 01 e 02.

Dia 03/11, às 15h30 – Estação Net Rio (Botafogo) Sala 3 (sessão seguida de debate).

Dia 04/11, às 11h – MAM

  • EXIBIÇÃO – SÃO PAULO Pré-estreia São Paulo, com presença de Márcia Haydée:

Dia 05/11, às 21h – Espaço Itaú de Cinema Augusta
Por Anna Barros