Poltrona Cabine: Mulher-Maravilha/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Mulher-Maravilha/ Cesar Augusto Mota

Após as decepções com ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ e ‘Esquadrão Suicida’, a DC Comics aposta na história de um dos mais importantes ícones dos quadrinhos para voltar a ter terreno num mercado conquistado pela rival Marvel. Após 76 anos de espera, ‘Mulher-Maravilha’ chega aos cinemas com grande potencial para ser um dos melhores filmes do ano e com sucesso de público.

A história se passa na ilha paradisíaca de Themyscira, local cuidado pelas Amazonas, cujo grupo tem a missão de transmitir amor, paz e de confrontar Ares, o Deus da Guerra. Somos brindados com uma belíssima fotografia, composta por cores fortes e vibrantes, como amarelo e laranja, em contraste com a coloração sombria escura de Londres, outro local onde se desenvolve a trama.

Antes de falar de Gal Gadot, a protagonista, vale fazer menção honrosa para Robin Wright no papel de Antíope, tia de Diana Price e general das Amazonas. A atriz apresenta uma personagem forte, consistente e de personalidade, características essências para a encarregada por treinar Diana Prince e colocá-la como líder do grupo. Destaque também para Connie Nielsen como Hipólita, mãe de Diana, que assume inicialmente um papel de mãe protetora e resistente à ideia de ver a filha ser treinada pelas Amazonas e se envolver com conflitos e um possível duelo com Ares, mas convencida de que não poderá proteger a herdeira por muito tempo e sequer impedi-la de defender seu povo.

A partir do momento da queda do avião do espião Steve Trevor (Chris Pine), Diana Prince passa a se inserir em um cenário de grandes aventuras, com toques bem humorados em vários momentos, e com incrível demonstração de coragem, força e personalidade da protagonista, mostrando que não necessita de qualquer apoio para o que quer que seja. O roteiro ilustra uma história com tom bastante impactante e empolga o público, e o trabalho com as cenas de ação em câmera lenta em alguns confrontos e os efeitos com computação gráfica trouxeram mais realismo à produção.

Chris Pine, conhecido pelo tom caricato que costuma dar a seus personagens, principalmente, em Star Trek, apresenta uma ótima química com Gal Gadot, e consegue fazer um bom contraponto com uma protagonista ingênua em relação à vida, mas de alma pura e disposta a fzer o bem ao próximo. O espião Steve Trevor é voluntarioso, mas realista e bastante cético em relação ao futuro da humanidade em meio a uma sangrenta guerra. Gal Gadot imprime uma personagem de extrema beleza, muito carismática, valente e focada em sua missão. Em dados momentos há escorregões em cenas mais tristes, mas nada que comprometa sua brilhante atuação.

E o que falar do trabalho da diretora Patty Jenkins? Extraordinário, consegue ilustrar uma visão feminina sem pieguismo, com importantes mensagens contra o machismo e racismo, e a protagonista é retratada como uma agente poderosa e protetora, e não um objeto de deleite por conta da beleza da atriz que dá vida à heroína. Uma direção precisa, cuidadosa e que valoriza o empoderamento feminino e o sentimento do amor, capaz de derrubar a indiferença, a maldade e a incompreensão humanas. Nota 10 para a cineasta.

A produção geral de ‘Mulher-Maravilha’ é excelente, poderiam os vilões da trama terem sido mais bem aprofundados, além de uma trilha sonora de peso, e um filme DC também pede músicas de qualidade, não é mesmo? Quem for ver o filme vai perceber que a produção foi fiel ao HQ e que é possível agradar a todos os gostos. Não perca, ‘Mulher-Maravilha’ chega aos cinemas brasileiros em 1 de junho, corra e garanta seu ingresso!

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Inseparáveis/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Inseparáveis/ Cesar Augusto Mota

Imagine uma história com um pouco de drama, comédia, sensibilidade e amor. O filme argentino “Inseparáveis”, um remake do sucesso francês “Intocáveis”, possui potencial para cativar e emocionar o público, além de proporcionar muitas gargalhadas durante a sessão.

A trama acompanha a vida de Felipe (Oscar Martinez), um rico empresário que sofre um terrível acidente após cair de um cavalo e fica tetraplégico. Ele está na busca por um assistente terapêutico e realiza entrevistas com candidatos bem qualificados, mas resolve contratar Tito (Rodrigo De la Serna), assistente de seu jardineiro e sem habilidades para a função.

Muita gente vai imaginar um filme com roteiro simples, diálogos melosos e desfecho previsível. Mas “Inseparáveis” não possui nenhum desses elementos, trata-se de uma obra que reúne vários ingredientes, como alegria, tristeza, reflexão e ansiedade. Logo nas primeiras cenas você se depara com uma corrida frenética de carro envolvendo Tito e Felipe e daí nasce a curiosidade de saber como nasceu aquela situação, se é meramente uma diversão ou se ambos estavam perseguindo ou fugindo de alguém. E outros questionamentos vão surgir durante a trama, uma surpresa a cada cena e resultados imprevisíveis.

A narrativa é incrível, capaz de arrancar risos por conta dos trejeitos e vocabulário recheado de piadas e palavrões de Tito, além de sua personalidade destemida e serelepe. Ele demonstra sempre ter uma resposta para tudo, não tem medo de enfrentar as mais difíceis situações e disposto a dar a cara à tapa. Sua evolução durante o filme é impressionante, lógico que demonstra dificuldades para cuidar de uma pessoa portadora de deficiência no início, mas com seu jeito peculiar e muita persistência vai derrubando barreiras, inclusive de motivar seu chefe e fazê-lo despertar para uma nova fase da vida, tendo em vista o abalo não só por conta do acidente, mas pela perda recente da esposa.

O roteiro é muito bem construído, a história não fica restrita a Tito e Felipe, os demais personagens que residem na mansão do empresário possuem participações importantes e que vão transformar a vida dos protagonistas, além de personagens secundários de Monica Raiola e Javier Niklison, mãe e irmão de Tito, respectivamente. Cada ato é bem dividido e a passagem para o próximo deixa a história ainda mais curiosa, provocando ansiedade pelos próximos acontecimentos.

Falei anteriormente que o filme também possui momentos tristes, realmente sim, é bastante complicado para Tito em dados momentos conseguir arrancar sorrisos de Felipe, mas para isso ele usa todas as suas armas, e resolve inclusive participar de maneira mais efetiva da vida pessoal de seu chefe, ajudando-o também a conseguir um encontro com uma mulher com quem se corresponde há seis meses, mas não faz ideia sequer de como seja seu rosto. Na medida em que o tempo vai passando, Tito vai se envolvendo cada vez mais na vida de todos e acaba por se tornar um membro da família, digamos assim. A parte final surpreende, e você vai torcer muito por Tite, além de desejar que Felipe reencontre o amor e a alegria de viver.

“Inseparáveis” é um filme emotivo, vai mostrar que a vida deve ser vivida intensamente e sem perda de tempo, além de ilustrar que as melhores coisas podem estar debaixo de nossos olhos. Vale a pena, o longa terá a distribuição da Paris Filmes e estreia no circuito nacional em 1 de junho de 2017.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Piratas do Caribe-A Vingança de Salazar/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Piratas do Caribe-A Vingança de Salazar/ Cesar Augusto Mota

Jack Sparrow, personagem clássico da franquia ‘Piratas do Caribe’ e vivido por Johnny Depp, está de volta em uma nova aventura que promete deixar o espectador ainda mais frenético e ansioso por novas trapalhadas do excêntrico pirata capitão do navio Pérola Negra. Trata-se de ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar’, a nova produção da Disney Studios que chega aos cinemas brasileiros em 25 de maio.

Se os ventos já sopravam contra Sparrow, agora ele terá que encarar um desafio ainda maior: o Capitão Salazar (Javier Bardem), um poderoso capitão da marinha espanhola, morto em batalha contra Sparrow, consegue escapar do Triângulo do Diabo junto de um grupo mortal de marinheiros fantasmas dispostos a se vingar e matar todos os piratas do mar, incluindo Jack Sparrow. O protagonista da história, se quiser sair vivo dessa batalha que promete ser sangrenta e fatal, terá que encontrar o Tridente de Poseidon, objeto importante que dá ao possuidor o controle sobre todos os sete mares, mas lógico, a busca pelo artefato não será fácil.

A narrativa apresenta inicialmente duas histórias que se entrelaçam e que serão importantes e decisivas para as pretensões de Jack Sparrow, como a de Henry Turner (Brenton Thwaites) e de Carina Smyth (Kaya Scodelario). O primeiro é um jovem pirata que tenta se reconectar com seu pai, mas o perde e precisa quebrar uma maldição para que possa se unir novamente a ele, já a segunda é uma astrônoma, mas é acusada injustamente de ser uma feiticeira e é perseguida para que seja aprisionada e morta. Os dois parecem no início ser água e óleo, não se misturam de jeito nenhum, mas com a evolução da história e o aumento de tensão na medida e que o exército do Capitão Salazar se aproxima faz com que ambos fiquem mais unidos e juntem suas forças para salvarem suas peles e de Jack Sparrow, principal alvo de Salazar.

A história traz um roteiro bem estruturado, com uma evolução harmônica e que contribui para a sequência de ações que desencadeiam as batalhas entre o grupo de Jack Sparrow e os marinheiros fantasmas. O clímax, momento que mostra o confronto épico entre o personagem principal e o vilão na luta pelo Tridente, é de tirar o fôlego. O trabalho dos diretores Joachim Rønning, Espen Sandberg é excepcional, ambos souberam aliar ação e adrenalina , além dos dois terem conseguido extrair o melhor de cada ator.

Não poderia deixar de destacar também o uso de efeitos especiais, trata-se de um CGI de grande resolução e que trouxe mais dinamismo às cenas, além do grau de excelência de atuação do elenco. Impressionante o entrosamento entre todos e como a atuação de cada um funciona na trama. Johnny Depp continua ótimo como Sparrow, Javier Bardem impressiona como vilão e transmite veracidade em todas as cenas, um personagem que não foi fácil de interpretar, e Bardem aliou competência e experiência para interpretá-lo. O casal da história, composto por Brenton Thwaites e Kaya Scodelario, também brilha, ambos interpretam personagens que são peças-chave não só para ajudar Sparrow na busca pelo Tridente, como também ajudam a desvendar segredos que surgem no início da narrativa. Não falarei mais para não entregar e estragar as surpresas, certo?

Ansioso para a estreia? Não perca “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, e não saia da sala ao fim, há uma cena pós-créditos, não vá perder, ok? Nota 10 para essa superprodução da Disney, e que sejam lançadas futuramente mais produções com grandes e emocionantes aventuras quanto esta.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Rei Arthur e a Lenda da Espada/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: Rei Arthur e a Lenda da Espada/ Cesar Augusto Mota

Apreciadores de histórias medievais, preparem-se. Está chegando ao circuito nacional mais uma adaptação da épica história do rei Arthur, um lendário líder britânico que, segundo os romances de cavalaria, comandou a Inglaterra contra as invasões dos saxões no fim do século V e início do século VI. Já tivemos filmes como “Os Cavaleiros da Távola Redonda (1953),“O Príncipe Valente” (1954), “Excalibur” (1981), “Rei Arthur” (2004) e “Arthur e Merlin” (2015), agora vamos ter a chance de apreciar mais um longa inspirado nas histórias folclóricas do corajoso, sábio e bondoso cavaleiro que viria a se tornar rei: “Rei Arthur e a Lenda da Espada”.

A nova produção, com direção de Guy Ritchie, apresenta inicialmente um jovem Arthur (Charlie Hunnam) criado em meio às ruas da cidade de Londonium e líder de sua gangue. Nem passa por sua cabeça quem realmente seja e o que o espera, até que encontre a simbólica espada Excalibur, a agarre com suas duas mãos e mude completamente o rumo de sua vida. Mas antes, é apresentado um enredo diretamente ligado a Arthur, como a relação conturbada entre seu pai, Uther Pendragon (Eric Bana), e o irmão, Vortigern (Jude Law), o confronto entre ambos que resulta na usurpação do trono por Vortigern e a morte de Uther, e os desdobramentos que levam ao estágio atual, com Arthur confuso e se redescobrindo.

O que se vê é uma história cuidadosamente construída e sem deixar escapar os momentos épicos retratados nas lendas arthurianas, como as perseguições e lutas entre a Resistência, liderada por Arthur, e o Exército comandado pelo rei Vortigern; o aprendizado de Arthur com a Excalibur; as escolhas difíceis que o bravo cavaleiro terá que fazer para ajudar seu povo a se libertar e derrotar o rei tirano; além da importância da Excalibur para cada um que a detém e as consequências acarretadas para quem possivelmente rejeitá-la.

A montagem é primordial, bem como os efeitos especiais utilizados, com CGI, e o uso de slow motion em algumas cenas para destacar explosões e grandes impactos nas lutas, além da precisa sincronia entre cenas do passado e do presente, contribuindo para a coerência e evolução da história, até seu momento mais agudo. Muitas cenas contaram com técnicas atuais nas filmagens, como a câmera na mão para retratar bem de perto e conferir mais realismo às perseguições, tornando a trama mais emocionante com cenas de ação e aumentando a carga de dramaticidade.

O grupo escolhido de atores para o filme conta com grandes nomes, como Charlie Hunnam, da série Sons of Anarchy, o consagrado Jude Law, além de Djimon Hounsou, de “Constantine” e “Desejo de Vingança” e Astrid Bergès-Frisbey, famosa por “Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas”, entre outros. Uma boa história não funcionaria sem boas atuações, e todos se destacam, Jude Law convence como o rei Vortingern, passa confiança, firmeza e autenticidade, Charlie Hunnam ilustra bem tudo o que viveu o rei Arthur, além de mostrar resistência e superação nos momentos mais difíceis, sem falar de Astrid. A jovem atriz espanhola faz um papel importante para a trama, uma maga, que inicialmente parecia ser meramente figurativa, ela é decisiva para a trajetória do personagem Arthur e ensina-o muito sobre a Excalibur e como lidar com seus demônios internos, é uma peça importante no quebra cabeça que leva Arthur ao confronto com o rei Vortingern.

O diretor Guy Ritchie teve a intenção de ressuscitar uma lendária e importante história, e acrescentou a ela elementos contemporâneos, com mais dinamismo em suas cenas, novas técnicas de efeitos especiais, além das filmagens mais próximas aos personagens, dando a impressão ao espectador de que ele está em meio a luta entre Resistência e Exército do rei Vortingern. Pode um filme épico aliado a técnicas modernas desagradar a alguns, há espectadores mais saudosistas e adeptos das representações mais tradicionais e antigas, mas existe também a questão da modernidade e da valorização do legado, o que pode atrair outras pessoas. Uma produção que chega e pode ganhar sequências, já pensou?

Não percam, “Rei Arthur e a Lenda da Espada” terá a distribuição da Warner Bros. Pictures e estreia nos cinemas brasileiros em 18 de maio de 2017. Divirtam-se!

 

 

Por: Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: O Dia do Atentado/ Cesar Augusto Mota

Poltrona Cabine: O Dia do Atentado/ Cesar Augusto Mota

Bombas, sangue, desespero e muita dor. Quem for assistir a “O Dia do Atentado”, do diretor Peter Berg, vai perceber que se trata de uma produção que quer muito mais que ilustrar o segundo maior atentado terrorista que abalou os Estados Unidos pós 11 de setembro de 2001. A tragédia que ocorreu na Maratona de Boston, em 15 de abril de 2013, deixou 3 mortos e 264 feridos, muitas famílias dilaceradas e profundas marcas em Massachussets. Um acontecimento triste e fielmente retratado nesta produção, que analisaremos a seguir.

Tudo parecia que seria mais um dia alegre e de celebração do Dia do Patriota nos Estados Unidos, com muitas famílias próximas ao percurso, outras em bares e restaurantes para conferir tudo pela televisão, e muitas crianças curtindo com seus pais um grande acontecimento do esporte e da cidade. Mas, em questões de segundos, um bonito cenário se transformou em tragédia, provocada pelos irmãos Tamerlan e Dzhokhar Tsarnaev, dois terroristas e devotos da causa islâmica que fabricaram bombas caseiras com o auxílio de panelas de pressão. Os bastidores da busca pelo paradeiro dos dois, bem como o atendimento aos feridos são apresentados de uma forma impactante e também sensível, além do ambiente familiar do policial Tommy Saunders (Mark Wahlberg), responsável por patrulhar a área VIP da maratona.

A forma como Peter Berg escolheu para retratar a história é precisa e acertada, não apenas o atentado ocorrido em Boston é o foco da narrativa, são também apresentados os bastidores de preparação do evento, as famílias antes da maratona acontecer, bem como a rotina dos terroristas, a preparação das bombas, e a comunicação com outros parceiros e familiares antes do dia D. Após a tragédia, o drama de cada vítima e família são ilustrados com o posicionamento da câmera em modo vertical e bem próximos aos rostos, trazendo mais dramaticidade e comoção.

Nota-se um roteiro bem estruturado e uma história harmônica, com o uso de tomadas aéreas e caracteres na tela com data e número de horas após o atentado, tudo para situar o espectador e prepará-lo para as próximas cenas. A fotografia é excepcional, capaz de apresentar momentos eletrizantes, tristes, agoniantes e de muita tensão. O drama se arrasta por vários dias até que os autores do atentado, Tamerlan e Dzhokhar Tsarnaev, sejam capturados, e os recursos utilizados contribuem para que o filme não se torne monótono e arrastado.

A atuação do elenco é outro ponto alto de “O Dia do Atentado”, as ações do policial Tommy Saunders, que conhece todos os pontos de Boston com a palma da mão, são decisivas para o rumo da história e para a chegada até os criminosos, bem como o trabalho cirúrgico, preciso e frio do agente do FBI Richard Deslauries (Kevin Bacon), além da coragem e destreza do Sargento Jeffrey Pugliese (J.K. Simmons).

O longa, que estreia no circuito nacional em 11 de maio, vem não só para relembrar um triste acontecimento que abalou os Estados Unidos e o mundo, como também para destacar o sentimento nacionalista do povo americano, o título em inglês já mostra isso (Patriots Day), além da tragédia ter ocorrido em meio a uma celebração, o Dia do Patriota. O sentimento de compaixão, paciência e solidariedade que tomou conta das pessoas em meio a destroços, centenas de feridos e três mortos também são destacados, o filme valoriza o amor ao próximo, além da luta do amor contra o ódio. Em meio a tantas tragédias, ainda existem pessoas que se esforçam para amenizar e melhorar o cotidiano de outras, e isso é muito bem ilustrado. Vale a pena conferir.

 

 

Por: Cesar Augusto Mota