BASEADO NA PEÇA DE TEATRO DE SUCESSO, A COMÉDIA O PORTEIRO TEM TRAILER E CARTAZ OFICIAIS DIVULGADOSCom Alexandre Lino, Maurício Manfrini e Cacau Protásio, o filme chega aos cinemas dia 31 de agosto
A Imagem Filmes acaba de divulgar trailer e cartaz oficiais da comédia O PORTEIRO, filme dirigido e roteirizado por Paulo Fontenelle e estrelado por Alexandre Lino, que chega aos cinemas no dia 31 de agosto. O roteiro é baseado no espetáculo homônimo do mesmo diretor e protagonista, em cartaz nos teatros há seis anos e já apresentado em mais de 40 cidades, ultrapassando a marca de 100 mil espectadores. O longa tem produção da Rubi Produtora, coprodução das produtoras Bronze Filmes, Kimonos e Cineteatro e distribuição da Imagem Filmes.Originalmente um monólogo para os palcos, montado a partir de entrevistas com diversos porteiros nordestinos que deixaram sua cidade natal em busca de oportunidades de trabalho nas cidades do Rio de Janeiro ou São Paulo, a trama chega às telonas tendo como personagem principal Waldisney (Lino), um porteiro atrapalhado que precisa provar para o delegado, interpretado por Maurício Manfrini, que não tem nada a ver com o assalto ocorrido no prédio onde trabalha.“Por minha própria natureza e vocação, acho que já estava predestinado a viver esse personagem. Eu, artista nordestino, migrei para o Rio de Janeiro em busca da realização de meus sonhos. A minha bagagem carregava as mesmas expectativas, alegria e uma força que se iguala a de milhares de porteiros. Quando escolhemos fazer a peça, o diretor e autor Paulo Fontenelle e eu decidimos juntos que seria um reflexo da realidade. Fomos às ruas e portarias de inúmeros prédios para ouvir os porteiros e suas histórias de vida bem-humoradas e repletas de superação. Esse material foi mais do que suficiente para a criação da dramaturgia para o filme, para o espetáculo e para meu trabalho como ator. E, ao contrário do senso comum, invisíveis não são as pessoas, invisíveis são suas histórias”, explica o intérprete.O elenco é estrelado por outros comediantes de peso como Cacau Protásio, no papel da zeladora Rosivalda, e Daniela Fontan, como Laurizete. Já Aline Campos, Suely Franco e Rosane Gofman vivem, respectivamente, as vizinhas Dona Aline, Dona Alzira e Dona Adelaide. O lutador José Aldo faz uma participação especial como ele mesmo.
Assista ao trailer:
Sinopse
Confusão é o que não falta no prédio onde Waldisney (Alexandre Lino) trabalha como porteiro. Todo dia é um bafafá entre os vizinhos, mas ao lado da zeladora Rosivalda (Cacau Protásio), ele é craque em manter essa bagunça organizada. Tudo isso muda quando o prédio é assaltado e Waldisney agora precisa provar para o delegado (Maurício Mafrini) que ele pode até ser meio atrapalhado, mas ladrão ele não é, não!
Elenco Alexandre Lino (Waldisney) Mauricio Manfrini (Delegado) Cacau Protásio (Rosivalda) Daniela Fontan (Laurizete) Bruno Ferrari (Síndico Astolfo) Aline Campos (Dona Aline) Cesar Boaes (Valdemar) Heitor Martinez (Gustavo) Alana Cabral (Waldisneya) Juliana Martins (Dona Ana) Raissa Chaddad (Amanda) Duda Barata (Sofia) Renato Rabelo (Entregador) Cristiano Garcia (Assaltante) Zé Wendell (Comparsa) Tom Pires (PM Rodrigues) Andrea Veiga (Dona Regina) Adeilson Santos (Seu Rodrigo) Francisco Furtado/Seu Chico (Idoso) Luciana Novak (Faxineira) Alexandre Lino (Paul Macartiney) Theo Noritomi Fontenelle (Menino) Helena Noritomi Fontenelle (Menina) Lucas Wilman (Morador) Zezé Antonio (Morador) Deise Lino (Moradora) Lisa Papageorgiou (Moradora) José Aldo (Participação Especial) Suely Franco (Dona Alzira) Rosane Gofman (Dona Adelaide)
Ficha Técnica Direção: Paulo Fontenelle Direção de Fotografia: Juarez Pavelak Direção de Arte: Fernanda Teixeira Figurino: Juli Videla Maquiagem: Carol França Produção de Elenco: Alexandre Lino, Paulo Fontenelle, Suzana Amancio Som Direto: Daniel Mello Música Original: Danilo Moura Roteiro Original: Paulo Fontenelle Direção de Produção: Vivi Caetano Produção Executiva: Samantha Queiroz Produtora: Patricia Chamon Produção: Rubi Produtora Coprodução: Bronze Filmes, Kimonos e Cineteatro Distribuição: Imagem Filmes
Inspirado na obra de Machado de Assis, filme traz Mariana Ximenes, Vladimir Brichta e Enrique Diaz nos papéis principais; estreia acontece com exclusividade nos cinemas no dia 27 de julho
Um dos maiores clássicos da literatura nacional, Dom Casmurro, ganha uma nova leitura cinematográfica pelas mãos de Julio Bressane, com pôster e trailer divulgados e data de estreia anunciada para o dia 27 de julho. Em CAPITU E O CAPÍTULO, o diretor parte do que há de mais cinematográfico em Machado de Assis, e, em suas palavras, “a trama machadiana, distorcida, é transpassada por cenas, trechos, farrapos de filmes e texturas que se desdobram em capítulos de uma ficção escondida, ainda não vista, que se desvela, e recomeça em outro solo, em outro cosmos…”.
O título parte de um pequeno poema que Haroldo de Campos declamou ao próprio Bressane, em 1984. “‘O importante no Dom Casmurro não é a Capitu, mas o capítulo…’, disse-me. Capitu/Capítulo, este breve e lapidar poema, logo que o ouvi pela primeira vez, fiquei enfeitiçado, possuído por sua brevidade musical. Porém, naquele momento, não percebi, não alcancei, não compreendi toda sua extensão… Extensão na qual o Capítulo é pathos, emoção ultra acumulada, emoção extrema represada, escondida lá no fundo, oculta por severa sombra, bloqueada, sem saída. Pathologico.”
No filme, Mariana assume o famoso papel de Capitu, cujos “olhos de cigana oblíqua e dissimulada” seduzem o jovem Bentinho (Vladimir), que, anos mais tarde, na maturidade, narra toda essa história, assumindo o apelido de Casmurro (Enrique). O que era amor se tornou um ciúme doentio, em devaneios do protagonista, que acabaram consumindo a paixão.
Bressane viu em Machado a possibilidade de o transformar em filme, novamente, como já fizera com “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, em 1985. “A prosa capitular sugere a montagem cinematográfica. Os capítulos são retalhos de outros capítulos, de outras ficções, de outros recomeços, traço apagado de um perfil”, comenta sobre Dom Casmurro.
“Machado de Assis um inovador e inventor, momento alto na língua portuguesa, escreveu no século XIX e início do século XX. Viveu toda sua vida, sua existência, no Rio de Janeiro. Em um meio importado, Machado chamava ‘cultura de empréstimo’, procurou fixar e expandir e respirar, naquele solo hostil, a literatura (clube Rabelais) e a música (clube Beethoven)”, complementa.
Com a fotografia assinada por Lucas Barbi (“Os Primeiros Soldados”), o filme encontra na pintura um de seus principais diálogos. “A pintura surge no início do filme com o lendário perfil riscado a carvão por uma jovem apaixonada da sombra do rosto de seu bem-amado projetada em um muro. É o nascimento da pintura. O feminino faz seu voo pela pintura. Um delicado rosto de mulher sobrevivente de uma parede de Pompeia, uma máscara descorada do espanto vulcânico, um bosque francês antigo, desfile de quadros desconhecidos, de pintores desconhecidos, de filmes desconhecidos, em enquadramentos estratégicos, são o pigmento da trama, o infra-senso da montagem, a conversa de olhares do ontem engomado na espessura do hoje.”
Nessas imagens, as flores, os arranjos de flores, os vestidos de flores, as pinturas de flores surgem como um forte elemento. “Seu cuidado e delicadeza tem vida no drama que diante delas se desenvolve. As cores de suas pétalas dramatizam a imagem, insinuam- se pela vida. Pela vida breve, passageira, inconstante, de nossos baldios e ingratos sentimentos amorosos… Nos arranjos florais a cor das pétalas mais constante, privilegiada, é a cor roxa. Há no português falado no Brasil a expressão popular ‘roxo de ciúme’.”
A música, por sua vez, é outro elemento importante em CAPITU E O CAPÍTULO. “A trilha é feita da contribuição dos sons provenientes do instante da gravação da própria cena. Longos silêncios, pios de pássaros, passos, abalos sísmicos, trovões, castanholas, gotejar da água, roçar do vento, rangidos de madeira seca, o fervor das ondas revoltas do mar, a sonoridade de certas palavras, a sonoridade de certas imagens, cordas da viola e do violino, o samba na voz grave de Jamelão, toda essa colcha sonora de retalhos compõe a música do filme.”
Entre outras coisas, o longa ressalta a importância de Machado para a cultura brasileira, e o Brasil como um todo. “O genial escritor brasileiro, preto, nascido pobre, marcado pelo temor da epilepsia, do implacável ataque imprevisto, foi um escritor e leitor miraculoso. Leitor forte ele desborda, ultrapassa, reescreve, recria, introduz uma música de beleza nova em uma planta transplantada de outro chão”, conclui o cineasta.
CAPITU E O CAPÍTULO é uma produção da TB Produções e uma coprodução Globo Filmes, distribuído pela Pandora Filmes. No FestCine Aruanda, o longa ganhou diversos prêmios, entre eles, Melhor Filme, Direção e Prêmio da Associação Brasileira de Críticos – Abraccine, e teve estreia mundial no Festival de Roterdã.
Sinopse Olhares, atitudes, vicissitude e passionalidade, novas e antigas percepções. Trama que permeia a inquietude trazida pelo sentimento mais primitivo que o ser humano pode experimentar, criando e sorvendo o fantasma criado pelo ciúme, desdobrando-se em intrigas capitulares criadas por Bentinho em devaneios que o tomam sobremaneira pelo amor doentio por sua Capitu.
Ficha Técnica Direção: Julio Bressane Roteiro: Julio Bressane, Rosa Dias Produtores: Tande Bressane, Bruno Safadi Produtor Associado: Cacá Diegues Coprodutora: Globo Filmes Elenco: Mariana Ximenes, Enrique Diaz, Vladimir Brichta, Djin Sganzerla, Saulo Rodrigues, Josie Antello, Claudio Mendes Direção de Fotografia: Lucas Barbi Direção de Arte: Isabela Azevedo, Moa Batsow Figurino: Daniela Aparecida Gavaldão, Luísa Horta Montagem: Rodrigo Lima Gênero: drama País: Brasil Ano: 2021 Duração: 75 minutos
Sobre Julio Bressane Um dos maiores representantes do cinema brasileiro, Julio Bressane começou a fazer cinema como assistente de direção de Walter Lima Júnior, em 1965. Seu nome ganhou mais notoriedade após a realização do documentário sobre Maria Bethânia, cantora que estreou nacionalmente em 1965 e logo virou uma das maiores estrelas brasileiras. Em 1967, lançou sua primeira ficção, “Cara a Cara”. Em 1970, fundou a Belair Filmes em sociedade com o também cineasta Rogério Sganzerla. Eles optaram por um modelo de realizar filmes de baixo custo e produção e com isso conseguiram rodar seis longas-metragens em apenas seis meses. Bressane chegou a se exilar em Londres, no início dos anos 1970, mas voltou ao Brasil alguns anos depois e fez um filme atrás do outro, usando a chanchada e o deboche como suas principais características. Em 50 anos de carreira Julio Bressane dirigiu 60 filmes que rodaram pelos principais festivais do mundo como Cannes, Veneza, Brasilia, Rotterdã, entre muitos outros.
Sobre a TB Produções Ltda Fundada por Tande Bressane e Bruno Safadi, a TB Produções existe desde 1998, quando produziu “São Jerônimo”, de Julio Bressane, exibido no Festival de Veneza de 1999. Em seus 25 anos de existência, a TB Produções produziu 30 longas-metragens e tem se destacado no mercado como produtora de filmes de autor, produzindo todos os últimos filmes de Julio Bressane, diretor com retrospectivas no Festival de Rotterdam, BAFICI, Turim, Valdívia e Indie Lisboa, e de Bruno Safadi, além de filmes de Noa Bressane, Rodrigo Lima e Moa Batsow. Os filmes da produtora participaram de Festivais como Cannes, Veneza, Locarno, Rotterdam, Havana, Seattle, Uruguay, Kerala (Índia), Era New Horizonts (Polônia), Sheffield (Inglaterra), IndieLisboa, Lima, Munique, Brasília, Gramado, Rio, São Paulo, Tiradentes, Recife e Bahia, tendo sido premiados em diversos deles.
Os títulos da produtora chegaram ao circuito comercial das salas de cinema:
Longas-Metragens: ”Leme do Destino” (2022) – Direção: Julio Bressane (concluído) ”A Longa Viagem do Ônibus Amarelo” (2021) Direção: Julio Bressane (concluído) ”Lilith” (2020) Direção: Bruno Safadi (concluído) ”Capitu e o Capítulo” (2019) Direção: Julio Bressane (estreia em 27 de julho de 2023) ”Sedução da Carne” (2018) – Direção: Julio Bressane ”Beduíno” (2015) – Direção: Julio Bressane ”Garoto” (2015) – Direção: Julio Bressane ”O Prefeito” (2015) – Direção: Bruno Safadi ”O Espelho” (2015) – Direção: Rodrigo Lima ”Origem do Mundo” (2015) – Direção: Moa Batsow ”O Fim de uma Era” (2014) – Direção: Bruno Safadi e Ricardo Pretti ”Educação Sentimental” (2013) – Direção: Julio Bressane ”O Uivo da Gaita” (2013) – Direção: Bruno Safadi ”Éden” (2012) – Direção: Bruno Safadi ”O Batuque dos Astros” (2012) – Direção: Julio Bressane ”Rua Aperana 52” (2011) – Direção: Julio Bressane ”A Erva do Rato” (2008) – Direção: Julio Bressane ”Cleópatra” (2007) – Direção: Julio Bressane ”Meu nome é Dindi” (2007) – Direção: Bruno Safadi ”Filme de Amor” (2003) (coprodutora) – Direção: Julio Bressane ”Dias de Nietzsche em Turim” (2001) – Direção: Julio Bressane ”São Jerônimo” (1999) – Direção: Julio Bressane
Curtas-Metragens: ”Tabu Totem” (2005) – Direção: Bruno Safadi ”Uma Estrela pra Ioiô” (2003) – Direção: Bruno Safadi ”Nietzsche em Nice” (2002) – Direção: Julio Bressane ”Na Idade da Imagem” (2002) – Direção: Bruno Safadi ”Gosto que me Enrosco” (2001) – Direção: Bruno Safadi
Sobre a Globo Filmes Construir parcerias que viabilizam e impulsionam o audiovisual nacional para entreter, encantar e inspirar com grandes histórias brasileiras – do cinema à casa de cada um de nós. É assim que a Globo Filmes atua desde 1998. Com mais de 450 filmes no portfólio, como produtora e coprodutora, o foco é na qualidade artística e na diversidade de conteúdo, levando ao público o que há de melhor no nosso cinema: comédias, romances, infantis, dramas, aventuras e documentários. A filmografia vai de recordistas de bilheteria, como ”Tropa de Elite 2” e ”Minha Mãe é uma Peça 3” – ambos com mais de 11 milhões de espectadores – a sucessos de crítica e público como ”2 Filhos de Francisco”, ”Aquarius”, ”Que Horas Ela Volta?”, ”O Palhaço” e ”Carandiru”, passando por longas premiados no Brasil e no exterior, como ”Cidade de Deus” – com quatro indicações ao Oscar – e ”Bacurau”, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. Títulos mais recentes como ”Marighella”, ”Turma da Mônica: Lições” e ”Medida Provisória” fizeram o público voltar às salas pós-pandemia para prestigiar um cinema que fala a nossa língua.
Sobre a Pandora Filmes A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square: A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.
Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.
Novo longa-metragem da realizadora Clarissa Campolina, CANÇÃO AO LONGE recebe pôster e trailer oficiais. Produzido pela Anavilhana e distribuído pela Vitrine Filmes, por meio do projeto Sessão Vitrine, o drama de ficção fez carreira no circuito de festivais e chegará comercialmente aos cinemas no dia 6 de julho.
CANÇÃO AO LONGE acompanha a busca de Jimena (Mônica Maria) por sua identidade e por seu lugar no mundo. A jovem deseja mudar-se da casa, que compartilha com a mãe e a avó, e onde se sente deslocada. Ela também precisa romper com seu pai, com quem mantém uma troca de cartas à distância. Nesse movimento, Jimena lida com sua origem, seu corpo, suas escolhas e se depara com o silêncio de suas relações familiares. Através do seu olhar, o filme levanta questões sobre classe, família, tradição, raça e gênero.
O filme trata do rito de passagem para a vida adulta da jovem arquiteta Jimena, protagonizado pela atriz, artista visual e tatuadora Mônica Maria, em seu primeiro papel em longa-metragem. O projeto do filme começou no ano de 2012 e a chegada de Mônica foi transformadora no desenvolvimento das ideias iniciais e roteiro do filme, assinado por Clarissa Campolina, Caetano Gotardo e Sara Pinheiro. “Havia o desejo de trazer para o centro da narrativa, o retrato íntimo das relações familiares e sociais, a fim de revelar fissuras e colocar em xeque as estruturas em que nos moldamos. O encontro com a Mônica Maria modificou e enriqueceu as questões a serem trabalhadas no filme. Mônica é uma mulher preta e a questão racial passou a ser fundamental para a narrativa e todo o processo do filme, desde sua escrita, até a pesquisa, produção, ensaios com os atores e atrizes e a relação dos corpos com o espaço urbano”, conta Clarissa.
A narrativa foca na história de uma protagonista feminina, forte e firme, silenciosa e atenta, e o espectador é lançado para dentro das imagens e, talvez, devolvido com elas para dentro de si – numa câmera que acompanha de perto a protagonista. É um filme sobre a experimentação e a descoberta de si e, no limite, sobre a aposta de que esse movimento é o nosso lugar, íntimo e também coletivo. Produzido pela Anavilhana, o longa é a estreia na direção solo de Clarissa Campolina e traz no elenco Margô Assis, Matilde Biadi, Ricardo Campos, Jhon Narvaez, Enzo Daniel, Carlos Francisco (o Damiano de “Bacurau”, direção de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e o Wellington de “Marte Um”, direção de Gabriel Martins).
CANÇÃO AO LONGE cria um universo rico, diverso e único ao destacar a paisagem urbana da capital belo-horizontina junto a paisagem sonora do filme. Edificações antigas, viadutos, comércios do centro e novas construções se ambientam ao som de Juçara Marçal, Matéria Prima, Marina Cyrino, Patrícia Bizzoto, Nathália Fragoso, Kainná Tawá, Juliana Perdigão (interpretando “Alguém Cantando”, de Caetano Veloso) e da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, sob a batuta do maestro Sérgio Gomes (interpretando Schumann).
Sinopse
CANÇÃO AO LONGE acompanha a busca de Jimena por sua identidade e por seu lugar no mundo. A jovem deseja mudar-se da casa que compartilha com a mãe e a avó e onde se sente deslocada. Ela também precisa romper com seu pai, com quem mantém uma troca de cartas à distância. Nesse movimento, Jimena lida com sua origem, seu corpo, suas escolhas e se depara com o silêncio de suas relações familiares. Através do seu olhar, o filme levanta questões sobre classe, família, tradição, raça e gênero.
Ficha Técnica
Direção: Clarissa Campolina Produção: Luana Melgaço Elenco: Mônica Maria, Margô Assis, Jhon Narvaez, Matilde Biadi, Ricardo Campos, Enzo Daniel, Carlos Francisco Direção Assistente: Luiz Pretti Cartas: Paula Santos, Luiz Pretti 1ª Assistente de Direção: Paula Santos Roteiro: Caetano Gotardo, Clarissa Campolina, Sara Pinheiro Produção Executiva: Joana Rennó, Luana Melgaço Direção de Produção: Camila Bahia, Laura Godoy Direção de Fotografia: Ivo Araújo Lopes 1º Assistente de Câmera: Leandro Gomes Direção de Arte: Thais de Campos Figurino: Marina Sandim Técnico de Som: Gustavo Fioravante Montagem: Luiz Pretti Edição e Desenho de Som: Pablo Lamar Finalização: Lucas Campolina Identidade Visual e Créditos: Mariana Mansur Empresa Produtora: Anavilhana Gênero: Drama Duração: 75 minutos Distribuidora: Vitrine Filmes
Sobre Clarissa Campolina Clarissa Campolina é sócia da produtora Anavilhana e trabalha como diretora, roteirista, montadora, professora e curadora. Seus filmes foram exibidos e premiados em festivais em Brasília, Locarno, Oberhausen, Buenos Aires, entre outros. “Girimunho”, seu longa de estreia, teve sua première internacional no Festival de Cinema de Veneza em 2011 e recebeu prêmios em Veneza, Mar Del Plata, Nantes, Havana. Em 2022, lançou o seu segundo longa-metragem, “Enquanto Estamos Aqui”.
Sobre a Anavilhana A Anavilhana surgiu do encontro entre Clarissa Campolina, Luana Melgaço e Marília Rocha. Fundada em 2005, a produtora reúne mais de 20 anos de experiência de suas sócias, com o desejo de articular pesquisa, formação, produção e criação audiovisual.
Desenvolve projetos de suas integrantes e estabelece parcerias com diretoras e diretores independentes, produções associadas e coproduções dentro e fora do Brasil. Seu trabalho é norteado pela criação de desenhos de produção mais adequados a cada novo projeto, pelas trocas com outras produtoras e realizadores e pelo investimento na pesquisa de linguagem. Tudo isso desde a sua origem, quando as três sócias integraram o grupo Teia (www.teia.art.br).
Até o momento, a Anavilhana lançou mais de 30 obras audiovisuais, com ampla participação no mercado de cinema autoral: curtas e longas-metragens, instalações, séries de TV e teatro. Teve trabalhos oficialmente selecionados e premiados festivais nacionais como: É Tudo Verdade, Festival de Brasília, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes; em festivais internacionais como: Berlinale, Veneza, Toronto, San Sebastian, Locarno, Roterdã, Visions du Réel, DocLisboa; e em museus de arte do mundo: Centre Georges Pompidou, MoMA, Inhotim. Suas produções também estiveram destacadamente presentes no circuito comercial de cinema e em plataformas de streaming no Brasil e no exterior.
E para quem se pergunta o que significa Anavilhana: o arquipélago de Anavilhanas, um dos maiores do mundo, situa-se no Rio Negro, na região amazônica. Este conjunto de ilhas fluviais inspirou a escolha do nome da produtora, ao entender que um arquipélago só se faz na autonomia de suas ilhas e na união de todas elas.
Sobre a Vitrine Filmes A Vitrine Filmes, desde 2010, já distribuiu mais de 200 filmes e alcançou milhares de espectadores apenas nos cinemas do Brasil. Entre seus maiores sucessos estão “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019; “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional; e “Druk: Mais Uma Rodada”, de Thomas Vinterberg, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2021.
Em 2020, a Vitrine Filmes iniciou um novo ciclo de expansão e renovação. Entre as iniciativas, o lançamento da Vitrine España, que produz e distribui longas-metragens na Europa; o Vitrine Lab, curso online sobre distribuição cinematográfica, vencedor do prêmio de distribuição inovadora do Gotebörg Film Fund 2021; a Vitrine Produções, para o desenvolvimento e produção de títulos brasileiros; e, em 2022, a criação do selo Manequim, focado na distribuição de filmes com apelo a um público mais amplo.
Na produção, o primeiro lançamento, “Amigo Secreto” (DocLisboa 2022), de Maria Augusta Ramos, que teve mais de 15 mil espectadores no Brasil; o romance adolescente “Jogada Ensaiada”, de Mayara Aguiar, em desenvolvimento; “O Nosso Pai”, curta de Anna Muylaert exibido no Festival de Brasília; e “Caigan Las Rosas Blancas” (White Roses, Fall!), de Albertina Carri, a continuação de “Las Hijas del Fuego”, distribuído pela Vitrine Filmes em 2019.
Em 2023, a Vitrine Filmes apresenta ainda mais novidades para a produção e distribuição audiovisual. Entre as estreias, estão confirmados para os próximos meses a animação “Perlimps”, de Alê Abreu; “Bem-vinda, Violeta!”, de Fernando Fraiha; o vencedor do Festival de Gramado “Noites Alienígenas”, de Sérgio de Carvalho; e “A Cidade dos Abismos”, de Priscyla Bettim e Renato Coelho.
Já a Sessão Vitrine, projeto inovador de formação de público e distribuição coletiva de produções e coproduções brasileiras em salas de cinema comerciais, terá, em 2023, o patrocínio do PROAC. O filme “Mato Seco em Chamas”, de Adirley Queirós e Joana Pimenta, exibido no Festival de Berlim e premiado no Festival do Rio e no Festival de Brasília, abrirá esta edição, que terá também “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira, exibido na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes e premiado no Festival do Rio; “Rio Doce”, de Fellipe Fernandes, “Corpolítica”, de Pedro Henrique França; e CANÇÃO AO LONGE, de Clarissa Campolina.
Após passagem pelos cinemas, MEMÓRIA SUFOCADA pode ser assistido em VOD (video on demand) a partir do dia 8 de junho, feriado de Corpus Christi, nos serviços ClaroTV+, Oi Play e Vivo Play, por meio do Canal Brasil. Dirigido por Gabriel Di Giacomo, o documentário é uma produção da Salvatore Filmes, com distribuição da Embaúba Filmes.
Contando com a primeira equipe de cinema a filmar dentro do DOI-CODI de São Paulo, o documentário olha a história da Ditadura Militar e a tortura no Brasil a partir da perspectiva do presente. Buscas na internet mostram narrativas distintas do passado, mas que iluminam os dias de hoje.
“Hoje, a informação e a desinformação estão ao alcance de todos. Muitos fatos são construídos nas redes sociais e a realidade é cada vez menos nítida. Este é o ponto central do filme, qual é a ‘verdade’ histórica e como os fatos podem ganhar novas narrativas com o passar dos anos. Na década de 1960, setores da elite brasileira, com o apoio da mídia, plantaram diversas fake news sobre a situação do país para conseguir levar os militares ao poder, era urgente evitar ‘o avanço comunista no Brasil’, ‘proteger a pátria e a família’ e ‘acabar com a bagunça’”.
O longa conta com um rico material, que foi encontrado hospedado na internet, tornando-se uma regra para a estruturação: só conteúdos que estavam disponíveis para qualquer internauta. A partir disso, descortina os horrores da Ditadura que, às vezes, são descritos de outra forma.
“Por acompanhar a recente crise democrática em tempo real, senti a necessidade de fazer este filme como um exercício de reflexão sobre a nossa memória coletiva. As relações da sociedade com seu passado são dinâmicas, fluidas e contraditórias e MEMÓRIA SUFOCADA traz uma análise do processo de construção da memória da Ditadura Brasileira que segue em disputa.”
A pesquisa rendeu a Giacomo um conteúdo tão rico que ele expandiu o projeto no website do documentário, transformando-o assim em “um convite para as pessoas acessarem o material que serviu de base para construção do roteiro, para que cada espectador possa fazer a sua pesquisa e montar seu próprio filme, mesmo que seja dentro de sua mente”. No site https://memoriasufocada.com.br, é possível encontrar sugestões de filmes, vídeos e entrevistas com temas relacionados, como Golpe, Repressão e Anistia.
O cineasta conta que uma das coisas que mais o surpreendeu foram as propagandas do governo da época, que define como uma mistura de inocência com perversidade e recheadas de mentiras. “Uma delas é uma tentativa de responsabilizar a população pelo aumento da inflação e diz que a solução depende de todos, que basta pechinchar para os preços caírem, parece um esquete. Na época, a inflação estava perto de 40% ao ano e o regime tentando terceirizar a culpa do fracasso econômico para o povo, é uma covardia muito grande.”
O processo do longa começou com leituras de livros e textos sobre a Ditadura, acesso aos documentos da Comissão da Verdade, apreciação de filmes e um contato inicial com pesquisadores do tema. Quando o diretor percebeu que seria inviável produzir o documentário da forma tradicional por conta do isolamento social provocado pela pandemia de COVID-19, ele o fez da única maneira possível naquele momento, mergulhando em uma pesquisa de vídeos da internet e se deparando com um acervo incrível de imagens da Comissão Nacional da Verdade e do Arquivo Nacional. “É interessante, pois todo o material está disponível, mas eu nunca tinha assistido a boa parte dos vídeos, que tem poucas visualizações.”
Olhando para o passado e refletindo sobre o presente dos últimos quatro anos, o diretor aponta em MEMÓRIA SUFOCADA paralelos entre 1964 e a eleição de Bolsonaro de 2018. “O ex-presidente segue promovendo o revisionismo histórico do regime militar com auxílio de influenciadores que tentam construir a imagem de golpistas como heróis. Como um dos resultados, já assistimos a inédita invasão e depredação do Congresso Nacional em 8 de janeiro de 2023. Ainda acredito na velha máxima de que podemos aprender com os erros do passado e que não aceitar a relativização deles é uma forma de no futuro não elegermos novos Bolsonaros.”
MEMÓRIA SUFOCADA será lançado no Brasil pela Embaúba Filmes.
Serviço Sessão + Debate MEMÓRIA SUFOCADA 8 de abril, sábado, às 18h Cine Satyros Bijou (Praça Franklin Roosevelt, 172 – Consolação) Participações: Guilherme Marback (programador do Cine Bijou) e o diretor Gabriel Di Giacomo Ingresso: consultar bilheteria
Sinopse Coronel Ustra é o único militar condenado como torturador durante a Ditadura. O ex-presidente Jair Bolsonaro o exalta como um herói. Mas qual é a verdade? Através de buscas pela internet, o passado do Brasil vai sendo reconstruído e esbarra no presente.
Ficha Técnica Direção: Gabriel Di Giacomo Roteiro: Gabriel Di Giacomo Fotografia: Bruno Graziano Montagem: Gabriel Di Giacomo Música: Cauê Bravim Produtor: Marcelo Botta, Gabriel Di Giacomo Produção: Salvarote Filmes País: Brasil Ano: 2021 Duração: 76 minutos
Sobre o diretor Gabriel Di Giacomo Gabriel Di Giacomo dirigiu e roteirizou o documentário MEMÓRIA SUFOCADA, que teve a sua estreia na 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e recebeu menção especial do júri no Festival de Málaga. Dirigiu e roteirizou o documentário “Marcha Cega” (2018), selecionado para os festivais Cine PE 2018, Cine y Derechos Humanos Madrid, Visions du Réel (Media Library), entre outros. É um dos roteiristas da comédia “Abestalhados 2” (2022) e é produtor e roteirista da série documental “Viajo Logo Existo” (2020). Em 2016, ao lado de Marcelo Botta, dirigiu e roteirizou a série “Foca News”, exibida no FX. Sua carreira na televisão começou em 2008, no núcleo de humor da MTV Brasil, trabalhando na equipe de direção e roteiro de programas como “Comédia MTV” e “Furo MTV”.
Sobre a Salvatore Filmes A Salvatore Filmes está atualmente preparando o lançamento da segunda temporada da série “Auto Posto”, coprodução com a Paramount. A série liderou a audiência no Comedy Central na sua estreia em 2020. A produtora trabalha na pós-produção do longa-metragem “Betânia”, que recebeu três prêmios na sessão Primer Corte do Ventana Sur, um dos mais importantes mercados para distribuição de conteúdo audiovisual da América Latina. Nos últimos anos, a Salvatore lançou o longa-metragem “Abestalhados 2”, coprodução com a Zencrane Filmes e distribuição da Buena Vista International/Disney. Produziu o documentário MEMÓRIA SUFOCADA, selecionado para a 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e, em 2022, para o FICVIÑA. O filme também recebeu a menção especial do júri no 25º Festival de Málaga. A produtora lançou, em 2020, a série documental “Viajo Logo Existo”, rodada em 6 países, exibida no canal Travel Box. Em 2018, foi a produtora de “Marcha Cega”, documentário independente com distribuição da Elo Company e exibido nos cinemas, no Canal Brasil e na Amazon Prime Video. A Salvatore foi coprodutora com a Fox das séries “Foca News” e “O Último Programa do Mundo”.
Sobre a Embaúba Filmes A Embaúba Filmes é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. Seu objetivo é contribuir para a maior circulação de obras autorais brasileiras. Ela busca se diferenciar pela qualidade de seu catálogo, que já conta com mais de 40 títulos, em menos de 5 anos de atuação, apostando em filmes de grande relevância cultural e política. A empresa atua também com a exibição de filmes pela internet, por meio da plataforma Embaúba Play, que exibe não apenas seus próprios lançamentos, como também obras de outras distribuidoras e contratadas diretamente com produtores, contando hoje com mais de 500 títulos em seu acervo, dentre curtas, médias e longas-metragens do cinema brasileiro contemporâneo.
O selo da The Walt Disney Company apresentou as novidades durante a 14ª edição do Show de Inverno, em Campos do Jordão (SP)
A maior convenção da indústria cinematográfica do Brasil começou ontem (31) e vai até hoje, 01 de junho. Realizada em Campos do Jordão (SP), a 14ª edição do Show de Inverno conta com as principais distribuidoras do mercado audiovisual para apresentar seus line-ups de filmes que entrarão em cartaz nos próximos meses
A The Walt Disney Company está entre os participantes do evento e apresentou para os exibidores de todo o país, os seus próximos grandes lançamentos. Entre os destaques estão as produções da Star Original Productions, selo da companhia voltado para o cinema nacional e séries da América Latina.
Foram apresentados os trailers de “Perdida”, um filme de Luiza Shelling Tubaldini baseado no best-seller de Carina Rissi, que estreia em 13 de julho e é estrelado por Giovanna Grigio, Bruno Montaleone, Nathália Falcão, Bia Arantes, Emira Sophia, Sergio Malheiros e Luciana Paes, com produção da Filmland Internacional; e “Vai Ter Troco”, da Maia Produções, com direção de Maurício Eça e contando também com Giovanna Grigio no elenco ao lado de Miá Mello, Marcos Veras, Edmilson Filho, Evelyn Castro, Nanny People e Nicholas Torres.
Também tiveram destaque no evento os filmes “Não Tem Volta, da Conspiração, estrelado por Manu Gavassi e Rafael Infante, que estreia em 21 de setembro; “O Sequestro do Voo 375″, baseado em fatos reais, dirigido por Marcus Baldini, com produção da Escarlate Produções e estreia em 19 de outubro; e “Nosso Lar 2”, da Cinética Filmes, com direção, roteiro e produção de Wagner de Assis, e que chega nos cinemas em 25 de janeiro de 2024.
Fotos de divulgação de “Vai ter Troco”, “Não tem Volta”, “O Sequestro do Voo 375” e “Nosso Lar 2” – respectivamente
Outros títulos destacados como próximos lançamentos, ainda sem datas de estreia confirmadas, foram “Avassaladoras 2” (Total Filmes), “A Vilã das Nove” (Lupa), “As Visões de Ulisses” (Conspiração), “Passagrana” (Intro Pictures), “Cedo Demais” (Raccord), “São Jorge” (Filmland International), “O Diário de Pilar” (Conspiração”, “Meu Melhor Amigo com Marcos Mion” (Formata), “Tudo Por Um Popstar” (Panorâmica Filmes) e “100 Dias” (Ventre Studios).
Todas as produções anunciadas são coproduzidas pela Star Original Productions e distribuídas pela Star Distribution.